segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Os bigodes do Duque



Morreu Laszlo Csatari, um dos criminosos de guerra nazi mais procurados. O húngaro aguardava julgamento por ter contribuído "para execuções extrajudiciais e torturas cometidas contra judeus".
Público

O João Duque deseja-lhe boa viagem para o Céu (em via rápida, por boas obras, supomos), e pranteia assim os incómodos a que o santo homem foi submetido:

Uns desejam a morte, outros desejam-lhe sorte, lá no céu que os acolhe sem distinções (credos ou feitos). A prova de que o humano consegue ser também desumano está aí latente aos olhos de todos aqueles que acham que têm direito de julgar quem quer que seja. Os culpados deveriam ser julgados na hora e não mais de meio século depois como se de troféus esta causa merecesse ser reconhecida.
O bigode que o João Duque usa, fez muito furor em Berlim nos anos 40. E parece que a meda está a regressar.


O John Galliano, que percebe a potes de moda, confirma:

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