quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O Regresso dos Heróis



Israel liberta mais 26 terroristas antes das negociações de «paz». A paz que os árabes recusam há 65 anos. As «negociações» são sempre e apenas pretexto para a libertação de terroristas e para a apropriação de mais território, com vista a tornar Israel indefensável e finalmente «atirar os Judeus para o Mar»!

As negociações de «paz» já foram, aliás, saudadas pelos terroristas, que da terra sem lei que é a Península do Sinai, já atacaram a cidade balnear de Eilat com mísseis.



Israel é uma nação civilizada num oceano de ódio religioso e tirania sem limites. Israel é 1% do Médio Oriente.  1% de liberdade e democracia, 1% de século XXI num oceano que teima em permanecer no século VII.

O grupo extremista salafista Conselho dos Mujaédines das Redondezas de Rerusalém (não estamos nos Monthy Phyton, atenção!), reivindicou o ataque e declarou: que o seu objectivo é "combater os judeus e instalar as leis do Islão, não apenas na Palestina, mas em todo o mundo". É com gente desta que o Ocidente acredita que é possível "negociar". Negociar o quê???

No jihadwatch comenta-se assim o evento:

Os EUA, sob a batuta de Obama, pressionaram Israel para retomar as negociações "de paz", libertando 26 "palestinos", todos os envolvidos no assassinato israelitas.

E o que têm os "palestinos" de fazer para mostrar a sua boa-fé? Nada! Absolutamente nada! Continuar apenas a sua retórica de ódio genocida, sem declaração de reconhecimento de Israel ou do direito de Israel a existir! Nada! Enquanto isso, quantos desses 26 irão voltar à jihad contra Israel, e matar mais israelitas?

O Times of Israel lembra a folha de serviços destes meninos que muitos Ocidentais vêem como heróicos combatentes da Revolução - porque para a mentalidade de muito Ocidental, matar judeus é um serviço à Humanidade. A extrema-direita e a extrema-esquerda rejubilam com a libertação destes «heróis»...
"Todos os 26 palestinos libertados estiveram envolvidos no assassinato de israelitas"
14 de Agosto:

  
Na noite de terça-feira, Israel libertou 26 prisioneiros palestinos de alto nível, os quais foram condenados por envolvimento directo ou indirecto nos assassinatos de israelitas, disse o governo. A libertação  - a primeira de quatro fases em que um total de 104 presos palestinos a longo prazo vão libertados - foram autorizadas como parte de um acordo para a retomada das negociações de paz com os palestinos.

    
Quinze desses presos são de Gaza, os outros 11 são da Cisjordânia.
As autoridades israelitas deram algumas informações sobre quem são os 26 e o que fizeram:

    
Fayez Khur: 51 anos, activista da Fatah da Faixa de Gaza. Em 10 de Maio de 1983, ele assassinou Menahem Dadon na Faixa de Gaza, e esteve envolvido no assassinato de Salomon Abukasis na Faixa de Gaza em 14 de Fevereiro de 1983. Condenado a prisão perpétua.

    
Salah Mugdad: 47 anos, activista da Fatah Kfar Bracha em Samaria, na Cisjordânia. Em 14 de Junho de 1993, ele assassinou Israel Tenenbaum, um guarda no Hotel Sirens em Netanya. Condenado a prisão perpétua, que foi comutada para uma pena de 32 anos.

    
Samir Na'neesh: 46 anos, activista da Fatah de Nablus na Cisjordânia. em 14 de Fevereiro de 1989, ele assassinou um soldado, Binyamin Meisner, esmagando-o com um bloco de cimento no Kasbah em Nablus. Condenado a prisão perpétua.

    
Yusef Irshaid: 45 anos, activista da Fatah de Jenin, na Cisjordânia. Em 15 de Junho de 1992, ele participou no assassinato de um cidadão israelita druso, Mufid Cana'an. Nos anos 1991-1992, ele participou no assassinato de três palestinos suspeitos de colaboração com Israel. Ele também planeou um ataque com carro-bomba em Afula e fez tentativas de sequestrar um soldado. Condenado a cinco prisões vitalícias.

    
Mustafa al-Haj: 45 anos, activista da Fatah Brukin na Cisjordânia. Em 17 de Junho, 1989, ele esfaqueou Steven Frederick Rosenfeld até a morte com uma faca perto de Ariel. Condenado a prisão perpétua.

    
Salameh Musleh: 44 anos, activista do Fatah da Faixa de Gaza. Em 20 de maio de 1991, ele participou do assassinato de Reuven David em Petah Tikva, quando ele e seu cúmplice espancaram até a morte. Condenado a prisão perpétua, que foi comutada para uma pena de 30 anos.

    
Atiyeh Abu Musa: aos 42 anos, activista do Fatah da Faixa de Gaza. Em 29 de março de 1993, ele assassinou Isaac Rotenberg com um machado num estaleiro de obras em Bat Yam.
Condenado a prisão perpétua.

    
Salah Mukled: 40 anos, activista da Fatah da Faixa de Gaza. Em 29 de Março de 1993, ele esfaqueou Yeshayahu Deutsch até a morte com uma faca nas estufas de Kfar Yam. Nesse mesmo ano, ele também realizou ataques a tiro. Condenado a prisão perpétua.

    
Mohemed Sawalha: 40 anos, activista da Fatah da vila de Azmut na Cisjordânia. Em 2 de Dezembro de 1990, participou num esfaqueamento num autocarro em Ramat Gan, em que Baruch Heisler foi assassinado e outros três passageiros ficaram feridos. Condenado a prisão perpétua.

    
Atef Sha'ath: 49 anos, activista da Frente Popular da Faixa de Gaza. Colaborou no assassinato de Simcha Levy em 12 de Março de 1993. Condenado a 29 anos de prisão.

    
Yusef al Abed-Al: 42 anos, activista da Frente Popular da Faixa de Gaza. Em 18 de Abril de 1993, participou do assassinato de Ian Feinberg na Faixa de Gaza. Em 3 de Julho de 1993, matou um palestino suspeito de colaboração. Condenado a 22 anos de prisão.

    
Midhat Barbakh: 38 anos, militante da Frente Popular e activista da Fatah da Faixa de Gaza. Em 21 de Janeiro de 1994, ele esfaqueou o seu empregador, Moshe Beker, um produtor de citrinos de Rishon Letzion, matando-o. Condenado a prisão perpétua.

    
Ali Rai: 56 anos, activista da Fatah da Faixa de Gaza. Em 21 de Janeiro de 1994, assassinou Morris Eizenstat em Kfar Saba. Condenado a prisão perpétua.

    
Mohamed Nashbat: 52 anos, activista da Fatah da Faixa de Gaza. Em 20 de Setembro de 1990, participou do apedrejamento fatal e linchamento de um soldado, Amnon Pomerantz, em al Burej na Faixa de Gaza. Condenado a 25 anos de prisão.

    
Samir Murtaji: 42 anos, activista do Hamas da Faixa de Gaza. Nos anos 1993-1994, matou quatro palestinos que eram suspeitos de colaboração. Também esteve envolvido no sequestro de outros palestinos suspeitos de colaboração. Condenado a 20 anos de prisão.

    
Hosni Sawalha: 39 anos, activista da Fatah Azmut, uma aldeia na Cisjordânia. Participou num esfaqueamento num autocarro em Ramat Gan, em 2 de Dezembro de 1990, em que Baruch Heisler foi assassinado e outros três passageiros ficaram feridos. Condenado a prisão perpétua.

    
Faraj Rimahi: 48 anos, activista da Fatah da Faixa de Gaza. Assassinou Avraham Kinsler em 6 de Junho de 1992, e planeava matar mais cidadãos israelitas. Condenado a prisão perpétua.

    
Ala Eddin Abu Sitteh: 43 anos, activista da Fatah da Faixa de Gaza. Em 31 de Dezembro de 1993, participou no assassinato de Haim Weizman e David Dadi em Ramle. Depois de esfaquearem os dois até à morte, os assassinos profanaram corpos das suas vítimas. Condenado a duas prisões de vitalícias.
    Ayman Abu Sitteh: 42 anos, um activista da Fatah da Faixa de Gaza. Em 31 de Dezembro de 1993, participou no assassinato de Haim Weizman e David Dadi em Ramle. Depois de esfaquear os dois até a morte com facadas, os assassinos profanaram corpos das suas vítimas. Condenado a duas prisões vitalícias.

    
Esmat Mansour: 36 anos, activista da Frente Democrática de Deir Jarir, uma aldeia na Cisjordânia. Em 29 de Outubro de 1993, ele ajudou a célula terrorista que assassinou Haim Mizrahi numa quinta em Beit El. Ele conduziu os assassinos a um esconderijo atrás dos galinheiros, trouxe corda para amarrar a vítima e ajudou a transportar o cadáver no porta-malas do carro. Condenado a 22 anos de prisão.

    
Khaled Asakreh: 41 anos, activista da Fatah Rafida. Em 29 de Abril de 1991, ele assassinou Annie Ley, uma turista francesa, em Belém. Condenado à prisão perpétua.

    
Nihad Jundiyeh: 40 anos, activista da Fatah da Faixa de Gaza. Em 14 de Julho de 1989, participou no assassinato de Zalman Shlein em Gan Yavne. Durante o interrogatório, ele admitiu para o planeamento de mais dois ataques, que não foram realizadas: um era com facadas em Gan Yavne e outro era precipitar um autocarro cheio de gente de um penhasco. Condenado a 25,5 anos de prisão.

    
Mohamed Hamdiyeh: 41 anos, activista da Fatah da Faixa de Gaza. 14 de Julho de 1989, participou no assassinato de Zalman Shlein em Gan Yavne. Condenado a 25,5 anos de prisão.

    
Jamil Abed al-Nabi: 50 anos, activista do Hamas na área de Hebron, na Cisjordânia. Envolvido no planeamento e execução a tiro na Caverna dos Patriarcas, em Hebron, que ocorreu em 25 de Outubro de 1992. No ataque, um soldado da IDF, Shmuel Gersh, foi morto e um outro soldado ferido. Condenado a 21 anos de prisão.

    
Taher Zaboud: militante da Jihad Islâmica de Silat al Harithiya. Participou num tiroteio que ocorreu em 22 de Setembro de 1992, perto de Gadish. Também esteve envolvido numa tentativa frustrada de assassinar um policia em Umm al-Fahm. Condenado a 21 anos de prisão.

    
Borhan Sabiah: 42 anos, activista da Fatah Rai, uma aldeia na Cisjordânia. Ele foi condenado pelo assassinato de seis supostos colaboradores. Condenado a seis prisões vitalícias.

- À distância que separa Israel de Portugal, e um quotidiano de terror de um quotidiano de paz, choca-nos verdadeiramente como Israel continua a fazer concessões a esta gente! Os partidos e os líderes mais à direita, em Israel, costumam ser depreciativamente apelidados de «falcões», pela sua suposta dureza e inflexibilidade. Na nossa opinião, são exorbitantemente moles e flexíveis para com gente feita de ódio e que respira terrorismo. Demasiada boa-vontade, demasiados sacrifícios, para estabelecer  paz com quem apenas sabe viver em guerra, e para agradar a uma opinião pública mundial que, façam os judeus o que fizerem, os odeiam convictamente!

2 comentários:

  1. Israel liberta assassinos como prova de boa-fé. O que fazem os palestinianos para provar a boa-fé deles? Pois, não sei. Se calhar dizem que 26 é pouco e exigem que Israel esvazie as prisões...

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  2. Hmm, negociar o quê? Falando de fundamentalistas não estamos a falar de gente racional.

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