sábado, 29 de julho de 2017

Pediu ajuda depois de ser violada. E foi violada outra vez. É o Islão.


O já domesticado Observador escreve:
Uma jovem de 15 anos foi violada duas vezes entre a noite de terça-feira e a madrugada de quarta-feira. A adolescente estava numa zona isolada da estação de comboios de Birmingham, no Reino Unido.
A adolescente estava com uma amiga numa zona escondida da estação de Witton quando se deu a primeira violação por um homem que se terá aproximado e levado a vítima. Conseguiu fugir depois do ataque e pediu ajuda a um condutor que passava no local. Que a violou novamente.
As autoridades acreditam que ambos os atacantes, com idades na casa dos 20 anos, são de origem asiática.
(...)
As câmaras de vigilância captaram as imagens dos estupradores. Um tem 35 anos e outro 27. A vítima tem 14 anos, e não 15.

O que o já domesticado Observador não escreve, por medo de ser chamado "islamofóbico", é que "asiático", na Imprensa politicamente correcta, significa "muçulmano". A jovem foi violada por um muçulmano, em nome do Islão, e depois por outro muçulmano, em nome do Islão.
Porque o Islão dá aos muçulmanos o direito de  escravizarem sexualmente as mulheres e crianças "infiéis":

"Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"


Os imãs encorajam os colonos muçulmanos a violarem e engravidarem as mulheres europeias - jihad sexual/demográfica:


Os muçulmanos estupraram mais de 1 milhão de crianças no Reino Unido, em 10 anos. A Polícia, com medo de acusações de "islamofobia", ignorou todas as queixas. Os europeus mais depressa entregam os filhos para serem estuprados do que arriscam ser considerados "islamofóbicos".


A Epidemia dos Gangues de Estupro Islâmicos 

- para os incrédulos




Os leitores do já domesticado Observador têm a palavra:

- A polícia libertou hoje as imagens dos dois suspeitos. De asiático têm ZERO! São de ascendência árabe. Mas não vamos atacar a religião da paz... Incrivel ver esta doença do politicamente correcto... Continuem a deixar entrar na europa estes animais descontroladamente... O resultado está à vista. Mas pronto, vamos antes chamar racistas, xenófobos, islamofobicos, homofobicos e intolerantes a quem se atreve a questionar e a criticar esta loucura...

- Adoro estes eufemismos do "origem asiática"... Talvez fosse mesmo preferível dizer "origem terrena", para ser ainda mais abrangente, não discriminadora, não-xenófoba, não-racista???


Ah, e claro, a miúda de 15 anos que se lixe, que ela não é importante. Importante, sim, é não ferir as susceptibilidades da "comunidade asiática" e dos seus defensores comuna-socialistas-islamo-nazis, isso sim é que é importante...
Asiático = muçulmano/árabe... os pobres dos chineses e japoneses, etc., a serem atirados para a lama sem culpa nenhuma, graças ao politicamente correcto que impede de chamar os bois pelos nomes.
(Escreve uma mulher (!!!) - Antigamente,  o mais tardar às 9 da noite, as meninas estavam recolhidas em casa e não se andavam a expôr aos perigos da rua. E se tivessem que sair, iam acompanhadas por alguém de confiança. Agora, andam por aí sozinhas, ao deus-dará, depois acontecem estas desgraças...
- Pois entao, porque os animais nem sao aqueles que a violaram nem nada nao é?
- Exactamente, a culpa é sempre de quem foi violado que se pôs a jeito ...

Sugiro-lhe que, antes de regressar do passado, imponha a "burka" a todas as suas familiares!
- Birmingham é um enclave paquistanês, onde a Grã Bretanha já não tem soberania. Ali, a lei vigente é a sharia. Longe vão os tempos do "rule Britannia", agora quem manda são os muçulmanos. E viva a multiculturalidade, que nos dá cor aos dias e tanta falta nos faz!

- Sim. O "asiático" é usado em vez de muçulmano de asia. Se eu fosse chinesa ou japonesa, ficava chateada com este aproveitamento da palavra asiatico para esconder "muçulmano". 


PS: mais de 20% da população de Birminghan é muçulmana; e os "white british" são só minoria em Leicester, Luton e Slough, e os numeros apontam para que os proximos census em Birmingham digam o mesmo.
- Felizmente há uma ou outra pessoa que comenta notícias do observador e não é esquizofrénica.


Daqui a bocado, a brigada de esquizofrénicos comentadores profissionais de esquerda deve entrar ao serviço, mas esta amostra dá-me uma certa esperança de que Portugal não seja submetido ao Islão tão rapidamente quanto eu temo...

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