segunda-feira, 14 de maio de 2018

Embaixadas em Jerusalém, terroristas desesperados


Os terroristas do Hamas tinham avisado que hoje iriam, mais uma vez, tentar invadir Israel. Hoje é o dia da transferência da Embaixada dos Estados Unidos para a Jerusalém, e os terroristas islâmicos estão de cabeça perdida. 
Após décadas de "processo de paz", com o mundo islâmico a atacar militarmente e diplomaticamente Israel, a meter no bolso a Jordânia, o Sinai e Gaza e a querer ainda mais do já ridiculamente pequenino Estado de Israel, os países do Mundo começam a perceber /(finalmente!) que os muçulmanos não querem paz(nunca na História quiseram, com ninguém) nem o conflito israelo-árabe é sobre território - é sobre extinguir Israel e os judeus.
De manhã demos uma vista de olhos no Times of Israel, e  já havia ataques com granadas, tiros, bombas incendiárias e a multidão enraivecida, intoxicada de ódio, a tentar invadir Israel.
Nessa altura a Imprensa internacional ainda estava calada. Agora, que já tombaram 16 árabes, a Imprensa clama, entusiasmadíssima, sobre as "dezenas de mortos na Faixa de Gaza", sugerindo que  o Exército de Israel acordou com vontade de praticar tiro ao alvo e foi entreter-se a matar uns quantos inocentes.
Segundo as publicações Times of IsraelJerusalem Post, Haaretz e i24 News,  entre 35.000 e 50.000 árabes estão atacar Israel desde madrugada. A liderança do Hamas manda a sua população fanatizada atacar os judeus, fazendo-lhe crer que os males do mundo islâmico se devem aos "Sionistas" e aos "Cruzados", lei-se, aos judeus e aos cristãos.

Imagens que a Imprensa mundial serve ao público: uma criança mandada para  meio da guerra. Se morrer, mais os terroristas e os jornalistas cúmplices se congratulam, pois assim podem acusar Israel de "matar criancinhas".


Se quer ter uma ideia dos antecedentes da operação terrorista de hoje, veja sff a nossa secção HAMAS.


O Islão proíbe quase tudo nesta vida menos matar, mutilar, estuprar, torturar e morrer em nome do deus Alá. Na próxima, promete fornicação perpétua de 70 virgens de olhos negros. A escolha é óbvia...

Segundo o Shin Bet (serviço secreto de Israel) o Irão está a financiar o ataque, que decorre paralelamente na Judeia e Samaria. Os líderes terroristas, nos seus palácios, mandam o arraia miúda morrer em nome do ódio e do fanatismo religioso.
O Hamas alertou os seus próprios membros para ficarem longe da barreira de segurança durante os protestos em massa em Gaza, para que não sejam baleados, encorajando activamente civis - particularmente crianças e adolescentes - a aproximarem-se da fronteira, acrescentou o Shin Bet, citando interrogatórios feitos aos terroristas. Se a cerca for violada, no entanto, homens armados armados do Hamas estão prontos para entrar em Israel para realizar ataques.
Todas as tiranias (Islamismo, Comunismo, Fascismo, Nazismo,  os gangues mais diversos) precisam de um inimigo externo que possam culpar pela sua incompetência e malvadez. Entreviste-se qualquer bandido, e todos eles culparão a Polícia,  Sociedade, o Sistema, os pais - toda a agente é culpada, menos eles mesmos.

O verdadeiro problema dos Árabes (e não só...)




POST-SCRIPTUM: O Irão, o Hamas, o Islão, a Esquerda, os nazis, os jornalistas, estão contentes. O dia terminou com 41 mortos, um número que pode ainda subir. 
Ao enviar 35 mil pessoas atacar Israel, no meio de um caos de fumo de pneus queimados, civis e terroristas misturados, o resultado só poderia ter sido um de dois - ou o Exército impedia a invasão, ou deixava a multidão entrar, e no meio dela os terroristas. Israel defendeu a sua soberania.
Os inimigos de Israel vão agitar estes números horríveis, sem atender a que qualquer Exército do Mundo defende a soberania do seu país - e Israel é o mais ético, aliás. Vão absolver os terroristas do Hamas e condenar Israel, como sempre. E nos próximos dias anuncia-se pior.


O Islão, cujo arquétipo é Ismael, irmão de Isaac, odeia tanto Israel que não se importa de morrer, desde que mate judeus. Um ódio patológico, um ciúme que nem os nazis ou os comunistas tinham. É com isto que Israel lida todos os dias. Há 1400 anos.

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