segunda-feira, 26 de março de 2018

França - Sobrevivente do Holocausto queimada viva por muçulmano

PARIS: Sobrevivente do Holocausto de 85 anos de idade esfaqueada repetidamente e queimada até à morte por vizinho muçulmano
Bare Naked Islam - A sobrevivente do Holocausto de 85 anos, identificada apenas como Mireille Kanol (à direita), foi queimada viva na noite de sexta-feira. 
O seu corpo incinerado apresenta pelo menos 11 ferimentos de faca. A Polícia tem um suspeito sob custódia, identificado como um seu vizinho muçulmano de 35 anos que a vítima aparentemente conhecia desde a infância.  

Jewish Voice - A vítima tinha repetidamente alertado a Polícia de que estava a receber ameaças de morte desse vizinho muçulmano, mas nenhuma medida foi tomada para protegê-la ou investigar. 
Foi encontrada morta por bombeiros no seu apartamento na Rua Philippe August, no 11º distrito de Paris, no leste da cidade. 
Um exame forense do apartamento mostrou que o assassino lançou o fogo em pelo menos cinco áreas distintas daquele espaço.

Mireille foi vítima do ódio aos judeus, que é cada vez mais visto nos subúrbios, tendo como pano de fundo a radicalização islâmica, o ódio a Israel, mas também o ódio à França.
Este caso está a ser encoberto, como foi o brutal assassinato de Sarah Halimi pelo seu vizinho muçulmano.
No ano passado, a comunidade franco-judaica ficou abalada com o assassinato em Paris da aposentada Sarah Halimi, de 65 anos. Halimi (abaixo) foi espancada no seu apartamento, também no 11º arrondissement, por um assaltante muçulmano e atirada de uma janela do terceiro andar.

Como no caso de Sarah Halimi, também neste caso, as autoridades francesas são muito reticentes em relacionar o assassinato a um motivo anti-semita.
Houve uma onda de anti-semitismo e terrorismo em França nos últimos meses. As pinturas de rua de suásticas e o incêndio de dois açougues Kosher em Creteil, o corte do rosto de uma jovem em Sarcelles, uma carta anónima e ameaças contra a sinagoga em Saint-Maur são apenas alguns incidentes anti-semitas recentes.


Tablet - Noémie Halioua, uma jornalista francesa da Actualité Juive e autora do recém-lançado livro O Caso Sarah Halimi, publicado pela Cerf Books, disse que há  semelhanças entre os dois ataques. "Podemos ver claramente que há uma repetição trágica", disse ela.
“Não há medidas para levar as coisas a sério e erradicar o mal. De facto, a História repete-se e não há consciência, seja em Trèbes ou com esta velha senhora. A conexão é o jihadismo islâmico. E, no entanto, nenhuma decisão foi tomada”.



O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Yves Le Drian, visita o Salão dos Nomes no Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, durante a sua visita oficial a Israel. 26 de Março de 2018.

Times of Israel - Uma neta de Mireille Kanol, Noa Goldfarb, escreveu no Facebook que a sua avó foi assassinada por um vizinho muçulmano.
"Há vinte anos, saí de Paris sabendo que nem o meu futuro nem o do povo judeu pode ser encontrado lá", escreveu Goldfarb, que vive em Herzliya, Israel.
“Mas quem pensaria que eu estava a deixar os meus parentes onde o terrorismo e a crueldade levariam a tal tragédia. A avó foi esfaqueada até à morte 11 vezes por um vizinho muçulmano que ela conhecia bem, que se certificou de atear fogo à sua casa e não nos deixou nem um objecto, uma carta, uma fotografia, para nos ajudar a lembrá-la. Tudo o que temos são as nossas lágrimas e uns aos outros".


Jihad Watch - França: Sobrevivente do Holocausto de 85 anos, de origem judaica, assassinada, apartamento queimado, vizinho ameaçara queimá-la viva.  

Em 2015, o líder judeu francês Roger Cukierman disse: "Toda a violência, e devemos dizer isso, todos os actos violentos hoje são cometidos por jovens muçulmanos".   

A França estará já suficientemente diversificada? Não! Esta pobre mulher apresentou queixas na Polícia sobre o vizinho que ameaçou queimá-la. Claramente nada foi feito. Actuar por causa dessas queixas teria sido "islamofóbico".


França: muçulmanos dentro, judeus fora

Etc....

 Mireille Kanol 

França: um ataque anti-semita, um canário numa mina

Nem todos os muçulmanos são terroristas, embora o Islão ordene os ataques aos "infiéis", e não haja qualquer reforma desses mandamentos. Nem todos os muçulmanos são terroristas, mas quem poderia travar o terrorismo islâmico (as lideranças religiosas) não o faz. Com raríssimas e muito honrosas excepções.


2 comentários:

  1. Ainda há quem preste grandes exemplos...

    http://www.chelseafc.com/news/latest-news/2018/03/holocaust-survivor-speaks-to-fans.html

    João Moreira

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  2. É verdade. Já temos reportado aqui o trabalho do Chelsea F.C.. Infelizmente, a esquerda britânica continua abertamente anti-semita, com o próprio líder Trabalhista Jeremy Corbyn a apoiar publicamente os grupos terroristas islâmicos dedicados a matar judeus, e a fazer parte de grupos nazis no Facebook. Não creio que haja futuro para os poucos ingleses judeus. Espero que eles acordem e emigrem para um país onde não sejam perseguidos. Portugal, por exemplo.

    OdF

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