terça-feira, 20 de junho de 2017

Islão já MATOU mais de 670 MILHÕES de inocentes


"É muito mais fácil agir como se os críticos do Islão tivessem um problema com os muçulmanos como pessoas, do que aceitar a incómoda verdade de que o Islão é diferente."

 Mais um post da série  Estatísticas Muçulmanas.

670 milhões de não-muçulmanos foram massacrados desde o nascimento do Islão

Um artigo do THE MUSLIM ISSUE


Esses números continuam a aumentar, enquanto novos pesquisas históricas trazem à luz do dia massacres esquecidos, como o dos Cristãos Arménios:




"Entre 1915 e 1917 os turcos exterminaram mais de um milhão de arménios. Quem fala sobre isso hoje?" - Adolf Hitler, 1939, pouco antes de iniciar o Holocausto.



Para o total de números, actualizamos mais de 80 milhões de cristãos mortos por muçulmanos em 500 anos nos estados dos Balcãs, Hungria, Ucrânia e Rússia.

Faltam números sobre o genocídio islâmico dos judeus, um objectivo contínuo no Islão por 1.400 anos.

E temos a Índia. O número estimado oficial de massacres muçulmanos de hindus é de 80 milhões. No entanto, o historiador muçulmano Firistha (b. 1570) escreveu (no Tarikh-i Firishta e no Gulshan-i Ibrahim) que os muçulmanos abateram mais de 400 milhões de hindus até ao auge do governo islâmico da Índia, reduzindo a população hindu de 600 milhões para os actuais 200 milhões.

Com estas novas adições, o genocídio muçulmano de não-muçulmanos desde o nascimento de Maomé está contabilizado em mais de 669 milhões de assassinatos.


Islão: a religião do genocídio

Pondo as coisas em perspectiva: acha que a Inquisição espanhola foi má? 

Mais pessoas são mortas por islamistas todos os anos do que em todos os 350 anos da Inquisição espanhola * combinados.

    
A Inquisição espanhola (Tribunal do Santo Oficio de Inquisição) de 1478 a 1834 foi estabelecida devido às invasões muçulmanas. Foi uma guerra para tentar acabar com a infiltração islâmica, o fascismo
e a conquista árabe.

    A Inquisição espanhola foi uma resposta à natureza multi-religiosa da sociedade espanhola após a reconquista da Península Ibérica aos Mouros Muçulmanos.

    
Depois de invadirem em 711 grandes áreas da Península Ibérica, os muçulmanos governaram-na até 1250, quando a sua presença ficou restrita a Granada, que caiu em 1492. No entanto, a Reconquista não resultou na expulsão total dos muçulmanos da Espanha, já que eles, juntamente com os 
judeus escravizados, foram tolerados pela confissão cristã dominante. As grandes cidades, especialmente Sevilha, Valladolid e Barcelona,  ​​tiveram populações judaicas significativas centradas nas Juderias. Os muçulmanos tentaram assumir o controle em todo o país e expandiram-se para a França, para instalarem um Estado Islâmico onde quer que fossem.

    
Para expulsar o
vicioso parasita islâmico da nação, o Tribunal matou  então todos os suspeitos de serem contaminados pelo islamismo, mesmo aqueles que foram escravizados pelos muçulmanos.

    
A Inquisição não só perseguiu os Protestantes, como os falsos convertidos vindos do Judaísmo, e também procurou falsos convertidos entre os moriscos, convertidos forçados do Islão. Muitos eram suspeitos de praticarem o Islamismo em segredo. A Inquisição matou qualquer pessoa suspeita de praticar outra religião. Ninguém foi poupado.

    
Tão bem sucedida foi a empresa em 1609, que no espaço de meses, a Espanha foi esvaziada dos seus moriscos. Expulsa
ram os moriscos de Aragão, Múrcia, Catalunha, Castela, Mancha e Extremadura.

Em outras palavras, a Inquisição espanhola salvou toda a região de ser submetida pela lei islâmica. Foi um acto brutal, mas essencialmente histórico, que resultou no sacrifício de milhões de pessoas para exterminar o Islão completamente da terra espanhola. Foram necessários quase 400 anos para acabar com os muçulmanos. Imagine-se o enorme volume de muçulmanos no país para que tenha demorado quase quatro séculos para se livrarem deles.


 Acha que o KKK tem sido mau desde 1950?


Estes números são uma estimativa aproximada da morte de não-muçulmanos pelo acto político da jihad.



Desde o 11 de Setembro e até hoje, dia 20 de Junho de 2017, o Islão já realizou 31046 ataques terroristas. O site THE RELIGION OF PEACE  mantém o registo detalhado de cada ataque, a lista dos mortos e dos feridos. 
Por exemplo, em 25 dias e Ramadão, já foram cometidos 145 ataques terroristas em nome do Islão, causando 1350 mortos:



África

Thomas Sowell [Thomas Sowell, Race and Culture, BasicBooks, 1994, p. 188] estima que 11 milhões de escravos foram enviados pelo Atlântico e 14 milhões foram enviados para as nações islâmicas do norte da África e do Médio
Oriente.

Por cada escravo capturado, muitos outros morreram.

As estimativas desse dano colateral variam. O famoso missionário David Livingstone calculou que, por cada escravo que chegava a uma plantação, outros cinco tinham morrido no ataque para a captura ou  de doença e privação, na marcha forçada.

[Conselho de Missões Presbiteriano da Mulher, David Livingstone, p. 62, 1888]


Aqueles que ficavam para trás eram os jovens, os fracos, os doentes e os velhos. Esses morriam logo, enquanto os mais resistentes eram escravizados ou mortos.

Assim, para 25 milhões de escravos entregues ao mercado, temos uma morte estimada de cerca de 120 milhões de pessoas. O Islão fazia o comércio por atacado de escravos em África.


120 milhões de africanos mortos pelo Islão.




  
Cristãos

O número de cristãos martirizados pelo Islão é de 9 milhões [David B. Barrett, Todd M. Johnson, World Christian Trends AD 30-AD 2200, William Carey Library, 2001, p. 230, tabela 4-10].

Uma estimativa aproximada de Raphael Moore em History of Asia Minor é que outros 50 milhões morreram em guerras pela jihad.

Então, contando o milhão de cristãos africanos mortos no século 20, temos:

59 milhões de cristãos
mortos por muçulmanos na Ásia Menor.

80 milhões de cristãos mortos por muçulmanos durante 500 anos nos Estados dos Balcãs, Hungria, Ucrânia, Rússia.


Este cálculo não inclui a guerra biológica árabe da Idade Média, quando os judeus eram escravizados e infectados pelos muçulmanos, e despejados em toda a Europa. Eles eram infectados com doenças no brutal tráfico de escravos realizado pelos árabes, que comercializavam negros, cristãos e judeus, que conseguiram sobreviver pagando jizya, o imposto exigido aos não-muçulmanos. 

Essas pessoas doentes eram então espalhadas pela Europa, durante os esforços muçulmanos para conquistar a costa italiana (Veneza), Grécia, Espanha, etc. A peste acabou por matar metade de toda a população da Europa.

Hindus

Koenard Elst, em Negacionism in India, dá uma estimativa de 80 milhões de hindus mortos na jihad total contra a Índia. [Koenard Elst, Negacionism in India, Voz da Índia, Nova Deli, 2002, pg. 34.]


O país da Índia hoje é apenas metade do tamanho da Índia antiga, devido à jihad. As montanhas perto da Índia são chamadas de Hindu Kush, que significa a "pira funerária dos hindus".


O maior genocídio da História foi realizado pelos muçulmanos contra os hindus:

 


80 milhões de hindus + 320 milhões = 400 milhões de hindus
mortos pelos muçulmanos.


[ACTUALIZAÇÃO: De acordo com relatos do 1899, numa declaração feita pelo líder religioso indiano Swami Vivekananda citando o historiador muçulmano Firistha, os muçulmanos abateram mais de 400 milhões de hindus durante um governo muçulmano de 800 anos, trazendo a população de 600 milhões para 200 milhões. Firishta escreveu o Tarikh-i Firishta e o Gulshan-i Ibrahim. Se os muçulmanos realmente abateram mais de 400 milhões de pessoas na Índia, o genocídio muçulmano em todo o mundo excederia 890 milhões de vítimas. 

"Quando os maometanos nos invadiram pela primeira vez - e eu creio na autoridade de Ferishta, o historiador muçulmano mais antigo - disseram ter eliminado 400 milhões de hindus. Agora somos cerca de duzentos milhões".

- Entrevista de Swami Vivekananda, publicada em Prabuddha Bharat, Abril de 1899 e compilada sob o título "Sobre os limites do hinduísmo".]

400 milhões de hindus
mortos por muçulmanos.


[Na história da valente nação indiana foram principalmente os sikhs que criaram uma muralha humana para tentar deter os invasores muçulmanos. Os sikhs continuam a ser honrados pela sua bravura e muitos servem como Generais e Coronéis no Exército indiano.]



Budistas


Os budistas não mantêm uma história da guerra. Tenhamos em mente que, na jihad, somente cristãos e judeus foram autorizados a sobreviver como dhimmis (servos do Islão). Todos os outros tiveram de se converter ou morrer.


A Jihad matou os budistas na Turquia, no Afeganistão, ao longo da Rota da Seda e na Índia. 


O total é de cerca de 10 milhões. [David B. Barrett, Todd M. Johnson, World Christian Trends AD 30-AD 2200, William Carey Library, 2001, p. 230, tabela 4-1.]

10 milhões de budistas mortos por muçulmanos.

Judeus

Curiosamente, nunca houve judeus em número suficiente para afectarem significativamente os totais da Grande Aniquilação promovida pela Jihad. A jihad na Arábia foi 100 % eficaz, mas os números de judeus chacinados foram de milhares, não chegaram a milhões. Depois disso, os judeus submeteram-se e tornaram-se dhimmis (servos dos muçulmanos e cidadãos de segunda classe).

Isso dá uma estimativa de mais de 669 milhões de pessoas mortas pela jihad.

Dados em falta:
 
Persas

 

Os muçulmanos invadiram e ocuparam os persas, amantes da paz, os seguidores de Zoroastro.
 
Cristãos do Médio Oriente




Os cristãos do Médio Oriente estão a ser dizimados pelos islamistas, e nós na Europa recebemos jovens colonos islamistas de todo o Mundo, como "refugiados da Síria".

Um Cristão é Massacrado a Cada Cinco Minutos

Os "refugiados" e o Holocausto dos Cristãos


Chineses



Além disso, os muçulmanos mataram 11 milhões de outros muçulmanos desde 1948, além dos 669 milhões (ou mais) de não-muçulmanos que assassinaram ao longo dos séculos. Quantos muçulmanos assassinaram em 1.400 anos de Islão, não se sabe.

590,000,000: MAIS DO QUE STALIN, HITLER, MAO, POL POT, IDI AMIN (um muçulmano sunita), E O RESTO DOS SOCIALISTAS GENOCIDAS DO SÉCULO 20! E NÃO FICOU POR AQUI. 

A matança feita pelos muçulmanos ao redor do mundo continua até hoje.

     POR BOAS RAZÕES, OS ESQUERDISTAS ADORAM ODIAR A INQUISIÇÃO ESPANHOLA, O KKK, E HÁ MUITO BONS ARGUMENTOS CONTRA A PENA CAPITAL NOS EUA (QUE EU, PESSOALMENTE, APOIO!).


     A ESQUERDA NÃO TEM PROBLEMA EM CHAMAR BARBÁRIE À INQUISIÇÃO ESPANHOLA, AO KKK E À PENA CAPITAL.

     MAS PORQUE É QUE ELES NÃO CRITICAM O ISLÃO - QUE É NOTORIAMENTE MAIS MORTAL DO QUE TODOS OS TRÊS COMBINADOS!?!?


     De facto, nenhuma IDEOLOGIA FOI TÃO GENOCIDA COMO O ISLÃO. 


     NENHUMA IDEOLOGIA FOI TÃO SEDENTA DE SANGUE POR TANTO TEMPO, DURANTE TANTOS SÉCULOS…


     NENHUMA IDEOLOGIA FOI TÃO ANTI-LIBERDADE, ANTI-DEMOCRACIA - OU ANTI-MULHER.


É TEMPO DE PARAR. DE VEZ.



Decapitação de cristãos pelos muçulmanos. 1,5 a 2 milhões de cristãos na Arménia. Este genocídio foi sugerido pelo Grand Mufti al-Hussaini a Hitler e aos nazis, e adaptado aos judeus - acabando por criar o Holocausto. Antes de se ter associado com al-Husseini, Hitler não havia cometido prisões ou perseguições ao povo judeu. O genocídio foi iniciado após a associação de Hitler com al-Husseini e a colaboração com os muçulmanos e o seu exército jihadista, que foi oferecido como colaborador dos nazis.

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Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS)

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Um espectro assombra a Europa: O CALIFADO

1 BILIÃO* de muçulmanos querem a Sharia


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