domingo, 28 de maio de 2017

Imã em Manchester... jihadista na Líbia!

NÃO PERCA A REPORTAGEM DE TOMMY ROBINSON NO FINAL DESTE POST.

 

O imã Mustafa Abdullah Graf, à direita, nas fileiras jihadistas, na Líbia em 2011.

De acordo com um hadith (édito religioso islâmico) Maomé disse:
"A guerra é engano" (Bukhari 4.52.268).
E as autoridades britânicas estão muito ansiosas por serem enganadas.


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O imã do jihadista de Manchester foi filmado em combate, nas fileiras dos jihadistas na Líbia. E alegou que esteve lá para ajudar a família


 "O imã do assassino de Manchester foi filmado lutando juntamente com jihadistas na Líbia apesar de alegar que foi lá para ajudar seus pais e irmãos a fugir da violência"
Chris Greenwood, Sam Greenhill e Ian Drury, Daily Mail, 27 de Maio de 2017:

    
O imã-chefe da mesquita onde o bombista de Manchester Salman Abedi adorava o deus Alá, foi filmado a combater com os  terroristas na Líbia, foi relatado ontem à noite.

    
Mustafa Graf, de 46 anos, apareceu ao lado de anciãos na mesquita de Didsbury numa conferência de imprensa na quarta-feira, condenando a atrocidade que matou 22 pessoas e distanciou-se de Abedi.


O jihadista Graf na conferência de Imprensa.

    
Graf admite ter estado na Líbia durante a revolução de 2011 e que ele foi capturado por forças do regime de Gaddafi.

   
À agência de notícias francesa AFP, um jihadista britânico chamado Mostafa Abdallah Graf descreve os preparativos para a batalha contra as forças de Gaddafi em Beni Walid, perto de Tripoli.

    
Entrevistado na frente de jihadistas e transportando grandes bombas e outras munições, ele enverga um uniforme de combate no deserto e óculos de sol.

    
Em árabe, ele diz: "Estas munições são de várias cidades da Líbia. São para tanques, artilharia pesada e mísseis.
Graças a Alá tudo está pronto - estamos apenas esperando ordens para atacar".

  
Graf, que fugiu da Líbia em 1991 e criticou abertamente o regime do coronel Kadhafi, foi capturado duas vezes pelas forças do ditador depois de viajar para a Líbia em Fevereiro de 2011. Alegou que ia ajudar o seu pai idoso, sofrendo de câncer, e a sua mãe e os seus irmãos.

    
Mas dias antes de partir, elogiou a bravura dos revolucionários e o deleite de que o regime de Kadafi pudesse chegar ao fim. (...)

 
Graf não respondeu aos pedidos de comentários sobre o seu tempo na Líbia.

    
No programa de perguntas da BBC na quinta-feira à noite, um membro da audiência disse que recebeu um folheto "anti-Ocidente" na Mesquita Didsbury, que disse que "a modéstia, a vergonha e a honra não têm lugar na civilização ocidental". (...)

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O terrorista islâmico Salman Abedi.

 "A assimilação é um crime contra a humanidade ... Não há Islão moderado ou imoderado. O Islão é o Islão, e é isso ... As mesquitas são os nossos quartéis, os minaretes as nossas baionetas, as cúpulas os nossos capacetes e os fiéis nossos soldados".
- Tyyip Erdogan, Presidente da Turquia, 2008

A Turquia e a Arábia Saudita estão a exportar a jihad para o Ocidente. Bilionários da Arábia Saudita (ainda agora Trump, em visita oficial ao país, o referiu, nas barbas dos sauditas) financiam mesquitas e fornecem imãs radicais e literatura jihadista. A Takyya (a mentira sagrada do Islão) é sempre usada para enganar os ocidentais ingénuos.

 Massacre de Manchester: assim vai a islamização da Europa, mascarada de "apoio aos refugiados".

Criámos a etiqueta Massacre de Manchester (os vídeos são continuamente censurados pelo lóbi islamofascista do Google/YouTube). Os posts anteriores:

Morrissey - "A raiva é monumental"

Salman Abedi denunciou professor como 'islamofóbico' por este condenar ataques suicidas

Nota: Não temos menos consideração pelas vítimas da jihad em acções menos aparatosas que esta. A nossa insistência neste tema acompanha as tentativas desesperadas da Imprensa e dos políticos (que não puderam varrer este ataque para baixo do tapete) para branquearem o Islão.


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