quinta-feira, 1 de agosto de 2013



São proverbiais o encanto, a reverência, a submissão, a graxa, o lamber de botas, da esquerda bem-pensante a tudo o que seja tirania e opressão. Os grandes tiranos da História, desde que não venham do Ocidente e sejam conotados com a Esquerda, são incensados nos altares da rapaziada da t-shirt do assassino e psicopata "Che" Guevara

"Um revolucionário deve tornar-se uma máquina de matar movida pelo puro ódio"

Frase atribuída ao "Che" Guevara - se não a disse, praticou intensamente...

Citemos alguns genocidas e os países onde genocidaram, e consultemos a nossa consciência sobre a percepção que a esquerda-caviar tem deles:

Mao (China), Stalin (URSS e Tibete), Pol Pot (Canbodja) , Kim Il Sung (Coreia do Norte), Leonid Brezhnev (Afeganistão), Saddam Hussein (Irão e Curdistão), Tito (Jugoslavia), Mullah Omar (Afeganistão), Ho Chi Min (Vietname), Slobodan Milosevic (Jugoslávia), Vladimir Ilich Lenin (URSS),  Osama Bin Laden (Mundo).

Não será difícil encontrar afixados nos centros de trabalho de certos partidos, nos quartos de certos adolescentes de barba rala e no coração de certos adultos de barba branca, as efígies destes e de outros assassinos em massa. Ou são conotados com a Esquerda, ou não são Ocidentais, ou acumulam as duas inquestionáveis virtudes.

Mas se citarmos outros genocidas, teremos a reacção oposta. Não é preciso ir muito longe. Hitler, apesar de ter como ideologia o comunismo (em versão alemã), era Ocidental, massacrou Ocidentais, massacrou judeus (sempre uma mais-valia para o extremismo de esquerda e de direita), e atacou os Russos, os bonzinhos. 

Pinochet era Ocidental, católico ultra-conservador e considerado de Direita. Só o ser católico chegaria para o condenar no Tribunal infalível da lendária "superioridade moral da Esquerda".

Eis porque nas manifes da extrema-esquerda e afins encontramos as t-shirts dos ícones inquestionáveis do Bem e paladinos supremos da Igualdade, combinadas com os lencinhos do Arafat, as pedras intifádicas e o ácido pronto a ser atirado à cara dos maus. E de quem os apoiar. Pá*.

* - O "pá" já é um bocadinho datado, mas fica sempre bem.


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Há quem escreva e fale muito e muito bem sobre esta "problemática". Os anglo-saxónicos, mais objectivos e concisos por natureza, explicam assim:


Não é difícil encontrar estas pitas bloquistas agora nos festivais de Verão, de dreadlocks, bornal e óculos redondos, cheias de superioridade moral e certezas absolutas. Por exemplo:

- Deve respeitar-se todas as religiões... menos o Cristianismo!

- Deve respeitar-se a liberdade de expressão... desde que não vá contra as ideias dela!

- Todas as Multinacionais são o Mal... com excepção da Apple, a quem dedica uma devoção religiosa.

- Protesta contra os famosos 1% de pessoas abastadas e influentes... excepto Steve Jobs, Michael Moore, Sean Penn e todos os políticos milionários que sejam de Esquerda.

-  Celebra a "diversidade"... com excepção das pessoas conservadoras, brancas e heterossexuais.

- Odeia o capitalismo... mas estuda numa Universidade Privada.

No último dia do Festival, tira os dreadlocks,  guarda as tochas, desfaz-se do resto do haxixe, toma banho e veste-se à civil, a tempo de apanhar boleia dos pais para casa, para o Estoril ou para a Foz do Douro.

Mas como uma imagem vale mil palavras, podemos ser ainda mais concisos:


E fiquem por aí, que vamos voltar a este tema...

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