quarta-feira, 31 de julho de 2013

A Perna de Porco da Questão




Os casos de ocidentais agredidos por islamistas, no Ocidente, pelo 'crime' de comerem carne de porco, são constantes. O insulto, o soco, a bofetada, ou mesmo o espancamento, já são corriqueiros. Novidades despontam quando por exemplo muçulmanos defecam e urinam num altar de uma igreja católica por causa de um molho à bolonhesa inadvertidamente servido a uma jovem muçulmana.

Este caso que hoje vos trazemos nem mesmo os líderes muçulmanos mais radicais apoiam! Mas demonstra bem como a Grã-Bretanha capitulou perante a Sharia, e quão aterrorizados estão os seus habitantes com a população muçulmana da ilha, que se tornou totalmente subserviente em relação aos seus novos senhores.

 Em contrapartida, aqueles que falam contra a islamização da Grã-Bretanha, são manchadas, vilipendiados, marginalizados - ou banidos do país por completo.

Por favor, contribua para o fundo legal para combater a proibição injusta de Robert Spencer e Pamela Geller entrarem no Reino Unido: aqui. 

E/ou assine a petição pedindo que a proibição seja levantada: aqui.
"Empregada de cantina escolar em Cambridge despedida por servir carne de porco acidentalmente a aluna muçulmana", de Cambridge News, 31 de Julho:

   
Uma empregada da escola primária de Cambridge foi despedida por servir carne de porco acidentalmente a uma aluna muçulmana.

    
Alison Waldock, 51 anos, afirma que serviu
Khadija Darr, de sete anos de idade, depois de a jovem ter apontado para o prato na ementa do almoço.

   
O erro foi descoberto pelo reitor da escola, que desapareceu com o prato para longe da jovem antes que ela tivesse chance de comer, e os pais da menina foram então informados, de modo a poderem reclamar com a empresa de catering da escola.

   
Alison, empregada na escola há 11 anos,  foi imediatamente suspensa enquanto o caso entrou em  investigação.

    
Ela insistiu que foi um erro de boa-fé, mas contou a um jornal de circulação nacional como foi demitida um mês depois, na sequência de um recurso, por falta grave, devido a "negligência, descuido ou ociosidade".

    
Grupos muçulmanos britânicos classificaram a decisão de despedir a funcionária como "mão pesada" e um "exagero".

    
Enquanto isso, Alison afirmou hoje que ela está a ser um bode expiatório - e tem agora muito medo de nunca mais conseguir emprego.

    
A mãe de dois filhos, disse: "Sinto que a empresa e a escola fizeram de mim um bode expiatório para não  serem vistos como politicamente incorrectos".

    
"Fiquei muito incomodada quando descobri o que tinha feito. Eu nunca teria feito algo assim de propósito. Foi um simples erro! Fiquei destruída com a reação da escola".

    
"Agora estou com muito medo de que não voltem a dar-me trabalho. Este incidente arruinou minha carreira".

(...)

    
E acrescentou: "Foi um dia normal. As crianças entraram e esperavam na fila. Eu confirmei o pedido da menina, ela disse que sim e eu dei-lhe". 

 
    
"É muito difícil lembrar-mo-nos de todas as crianças que têm especificidades dietéticas. A sub-directora da escola apareceu um pouco mais tarde para dar todas as indicações e explicar quais os alunos que não podiam comer o presunto.".


    
"Eu fui logo a correr pedir desculpas ao director da escola, que estava obviamente irritado. Eu disse que estava arrependida e que foi um erro. Fiquei muito contrariada e triste".

    
"Uma semana mais tarde, houve uma investigação e disseram-me que a escola já não me queria. Levei um 'murro na cara'. Já não fui trabalhar".

    
"Eu me sinto-me tão decepcionado com a escola! Trabalhei lá tanto tempo. Eu só cometi um erro, e sinto muito. "

    
Alison, que vive em Cambridge, disse que havia cerca de 40 alunos com diversas necessidades dietéticas e era impossível sabê-las todas só com as listas que lhe deram.

   
Os pais de Khadija, Rumana (33) e Zahid (36) foram contactados pela forma de restauração escolar, que lhes contou do erro cometido pela sua funcionária na Queen Edith Primary School, em Cambridge.

    
O casal disse que a escola lhes disse que Alison não estava preocupado com o erro.

    
Rumana, de 33 anos, disse: "A escola disse que a funcionária não se importou com o erro que cometeu".

    
Mas Alison, chocada, insistiu: "Isso não é verdade! Se eu pudesse falar com os pais, diria que sinto muito!"

   
O director da firma, Peter McAleese, disse: "Qualquer pessoa perder o emprego é lamentável. Mas houve um procedimento completo e transparente pelo qual Alison passou - bem como um processo de recurso que ela perdeu ".

    
Um porta-voz acrescentou: "Depois de um incidente envolvendo Alison Waldock numa das nossas escolas, uma investigação completa foi realizada antes de sua suspensão".

    "Um procedimento disciplinar.norma assegurou que Alison Waldock foi demitido por falta grave".

    "Ela foi representada pelo sindicato GMB durante todo o processo e agora tem o direito de apelar através do sistema de tribunal".

    Eles continuaram: "Obviamente, não podemos fornecer todos os detalhes que envolvem a dispensa. No entanto, como uma nota geral, almoço Reino Unido não iria procurar para demitir qualquer funcionário devido a apenas um erro honesto. "

    Um porta-voz do Conselho do Condado de Cambridgeshire disse que o organismo "não está envolvido."

    Um porta-voz da organização Muslim4UKdisse: "Erros acontecem ocasionalmente. Tenho a certeza de que a esmagadora maioria dos pais muçulmanos seriam compreensivos".

Sim, eles são sempre compreensivos.
    Inayat Buglawala, presidente da Muslim4UK, disse a um jornal nacional: "Demitir uma funcionária de cantina por inadvertidamente ter servido carne de porco é uma reação exagerada".

    "A maneira mais sensata para corrigir esses erros é melhorar a consciência das necessidades nutricionais dos alunos enquanto se desculpas aos alunos e aos seus pais."

    Nigel Farage prometeu apoiar a causa de Alison: "Eu sinto-me desesperadamente triste por ela. Se ela tivesse servido presunto a um vegetariano, teria sido demitida? Acho que não. "...


Claro que não.

- Ainda que mal pergunte, que raio de obrigação têm sequer os britânicos de se rojarem aos pés seja de quem for por causa de peculiaridades gastronómicas? Se um britânico for para uma teocracia islâmica comer perna de porco, cortam-lhe a cabeça na hora!

- Os Britânicos e os Europeus em geral SUSTENTAM 80% dos 50 milhões de muçulmanos que cá vivem, muitos deles empenhados em nos destruírem! Não chega! Quanto mais se lhes dá, mais eles querem e mais MEDO nós temos e mais servilismo demonstramos!


Crianças de 'branco-mortalha'



No Egipto joga-se muito do futuro próximo do nosso mundo. Uma vitória dos fundamentalistas será vista como mais um passo significativo para o almejado Califado Global, agora que as "negociações" Israel -"Palestina" ameaçam fazer desaparecer Israel do mapa definitivamente. 

Mais de metade do país é composto por muçulmanos moderados, que vêem o Islão como uma religião e não como a essência do Estado. Os outros são fundamentalistas que apoiam a organização terrorista Irmandade Muçulmana, do deposto presidente Morsi.

A Irmandade ganhou as eleições com 51% dos votos e apenas num ano fez da Sharia a lei nacional, acima da Constituição.

A Imprensa Ocidental e os principais apoiantes da Irmandade Muçulmana no Ocidente continuam a tratar os confrontos omitindo a tirania da Irmandade. Insistem muitos deles em que a Irmandade Muçulmana representa "liberdade" para os egípcios. Não para estas crianças, pelo menos:

"Crianças usados ​​na linha de frente das manifestações islâmicas", de Egyptian Streets, 30 de Julho:
     Imagens chocantes emergiram, de crianças egípcias sendo vestidas de 'branco-mortalha' em preparação para o seu "martírio" por famílias pró-Morsi numa grande manifestação em Rabaa al-Adaweya.

     As crianças foram ouvidas gritando frases pré-ensaiadas e foram vistas empunhando cartazes que dizem: "Estou pronto para morrer!".

     Esta não é a primeira vez que estas imagens têm surgido, no entanto atenção dos media e do governo sobre a questão permanece irregular, com os debates sobre a política a serem ofuscados pelos problemas sociais que assolam o Egipto.

     Segundo a lei internacional e local, usar menores de 18 anos como ferramenta para a política e colocar essas crianças em risco grave de morte ou lesão, é ilegal.

     Com a ordem do Governo para que seja dispersada a manifestação pró-Morsi em Rabaa al-Adaweya, é evidente que a vida de centenas, senão milhares de crianças vai ser posta em risco grave ....
- No post que intitulámos "Win-Win", já tínhamos relatado que os apoiantes da Irmandade estão a sacrificar correlegionários para culparem o Exército. A prática de fazer das crianças mártires do Islão enquadra-se na mesma linha teológica: se morrerem irão para o paraíso de Allah, pelo que na óptica fundamentalista, não há nada a perder.

- No Egipto, como na Turquia, como na Tunísia, como no Irão, como em tantos outros lugares do Mundo Islâmico, há muito boa gente, que, sendo muçulmana de religião,quer Liberdade e Democracia, e deplora as leis medievais que os fundamentalistas teimam em impor. Os nossos votos de sempre são de que esses triunfem, pois o Bem deve triunfar sobre o Mal, na ordem natural das coisas.

- Quem queira ter uma visão mais completa das atrocidades que o fundamentalismo islâmico provoca pode seguir por exemplo os sites http://www.jihadwatch.org/ e http://www.thereligionofpeace.com/. Nesta horrorosa contabilidade, o que aqui divulgamos são trocos. Para que as pessoas ACORDEM para o perigo que é a islamização do Mundo Livre. 

- Nas contas do Ramadão de 2013, que vai no 24º dia, temos até agora 239 ataques terroristas, 23 atentados suicidas, 1211 mortos e 2355 feridos graves. No mesmo período nenhuma outra religião cometeu ataques ou causou mortos, ou feridos.

Europa: Em vários países, muçulmanos incitam à violência após a prisão de uma muçulmana na Holanda

Via AD.nl

Em vários países europeus, muçulmanos protestaram contra a prisão de uma muçulmana em Zoetermeer, na Holanda. Umm Usamah, uma jovem de 19 anos, foi presa há duas semanas (dia 17) por ter tentado recrutar muçulmanos holandeses para combater na guerra civil síria.

No sábado passado em Londres um grupo de homens manifestou-se em frente à embaixada holandesa com cartazes onde se podia ler em inglês e holandês "Libertem Umm Usamah" e "Lei sharia para a Holanda".

Na internet apareceram vídeos e panfletos em inglês, francês e holandês acerca do incidente, com incitamento à violência ("Onde está o lobo solitário para vingar a sua irmã?"). Ainda não se sabe ao certo quem está por detrás desta campanha. Ainda no sábado passado no site http://dewarereligie.nl/ (um site holandês dedicado a muçulmanos, literalmente "A Verdadeira Religião") surgiu uma carta aberta ao governo holandês onde se podia ler "O governo holandês sabe que tem telhados de vidro e no entanto atira pedras à comunidade islâmica? Iremos rugir como leões devido à injustiça cometida contra a nossa irmã".

O Coordenador Nacional de Contra-Terrorismo disse estar a seguir os protestos mas afirmou não haver razões para tomar alguma medida.

E qual foi a reação do governo holandês perante os protestos e a ameaça implícita de violência e rapto de cidadãos holandeses em países muçulmanos? Obviamente libertou-a.

Pat Condell - Diga a Verdade sobre o Islão

Desgraçadamente, nos tempos que correm, dizer a verdade é impopular, e interpretado como um faux-pas no universo politicamente correcto que acima de tudo quer evitar irritar os islamofascistas com os FACTOS sobre o Islão. Pat Condell é dos poucos que resiste. A maior parte das pessoas só vai acordar para a realidade quando for demasiado tarde. Foi assim com o Nazismo, será assim com o Islamismo.


terça-feira, 30 de julho de 2013

O que são 'taliban'?

'Taliban atacam prisão e libertam 250 combatentes detidos no Paquistão' - conta o Público. Como é comum na Imprensa mainstream, os taliban são chamados "combatentes", e pouco ou nada se adianta sobre as suas actividades e ideologia.


De tal forma que boa parte dos cidadãos do Mundo Livre, intoxicados pela inversão de valores do chamado marxismo cultural, cultivam uma visão romântica dos taliban, como a que alguns têm de psicopatas genocidas tais como Stalin, Mao, Hitler ou o incontornável ícone pop Guevara.



 Dzhokhar Tsarnaev, terrorista da maratona de Boston e novo herói da Esquerda-caviar

Sobre os taliban, escreve um leitor do Público:
"Pois, mas é neles (taliban) que reside o futuro e não em nós, que nos despojamos dele nas nossas sociedades ocidentais amorais e artificiais. Vejam a sua demografia e vejam a nossa. Acaso em Portugal as pessoas dispõem-se a lutar? Nada, não se vê nada, apesar das tremendas e profundas injustiças que a maior parte da população vive. Se não fosse o movimento sindical militar que levou a cabo o 25 de Abril, porventura ainda hoje viveríamos numa ditadura, por sinal mais virtuosa que a prostituta da democracia."
 E outro vai ainda mais longe:
"Os Talibã nunca desistem! Não há prisão que lhes resista! São homens com "H" grande! Maior do que eles só mesmo Alá"
Seria bom que se esclarecesse esta gente de que os taliban são auto proclamados "estudantes de teologia islâmica", que por procedimento rotineiro decapitam pessoas enquanto recitam preces à respectiva divindade. O crime destas pessoas, degoladas e queimadas vivas, respectivamente, foi terem ido a uma festa em que houve música e dança. Business as usual para os glorificados taliban.

ATENÇÃO QUE AS IMAGENS SÃO EXPLÍCITAS. SE CLICAR NAS PALAVRAS AVIVADAS A AMARELO, TENHA ISSO EM CONTA, SFF.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Win-Win



O Sr. Dr. Yusuf al-Qaradaw, um dos mais influentes clérigos islâmicos do mundo, autor de mais de 100 livros sobre a Doutrina Islâmica, Presidente da União Internacional dos Académicos Islâmicos e líder espiritual da organização terrorista Irmandade Muçulmana, divulgou o vídeo abaixo, em que apela aos muçulmanos de todo o mundo para que vão para o Egipto e dêem as suas vidas pelo que «está certo», ou seja, pelo regresso da Irmandade Muçulmana ao Poder...


De interesse também, mas não divulgado pela Imprensa mainstream  é a notícia de que no Egipto os manifestantes pró-Irmandade Muçulmana estão a alvejar os seus correlegionários para poderem culpar o Exército:
Novas evidências indicam que alguns dos manifestantes pró-Morsi mortos pelo exército egípcio, após a expulsão do presidente da Irmandade Muçulmana, foram realmente mortos por companheiros manifestantes pró-Morsi. Eles fizeram isso, de acordo com o relatório, para culparem os militares, incitarem mais violência islamista, mais inquietação, e angariarem a simpatia da América, que tem sido extremamente crítica dos militares, especialmente no contexto da violência pós-Morsi.

O programa de satélites árabe, Al Dalil ("The Evidence") mostrou recentemente a prova, que consistia principalmente de gravações de vídeo.

Um vídeo regista eventos em 8 de Julho, durante os protestos pró-Morsi em frente ao prédio da Guarda Republicana no Cairo, onde Morsi estava, e onde o derramamento de sangue entre os militares e a Irmandade começou. O vídeo mostra um jovem com a cabeça raspada e barba estilo salafista a aproximar-se da barreira da Guarda Republicana, ele leva um tiro, cai no chão e morre, com outros manifestantes num ataque de fúria contra os militares. Como os jogos de vídeo, parece claro que os militares atiraram nele.
No entanto, vendo o vídeo em câmara lenta e zoom, este indica claramente que alguém por trás dele, a partir da multidão pró-Morsi, o alvejou. (...) quando a câmara faz zoom, o ferimento de bala e sangue são visíveis na parte de trás de sua cabeça, e a frente, de frente para os militares, mesmo depois de ele cair, não parece ter um arranhão. Considerando-se que o militar estava de frente para ele, parece evidente que um sujeito pró-Morsi atirou nele pelas costas.
No mesmo dia em que este homem do vídeo e outros foram mortos, Muhammad Mahsoub, um ex-membro da Irmandade e político, twittou o seguinte: "A Irmandade sacrifica a sua juventude nas ruas, enquanto os filhos dos seus líderes estão nas estâncias balneares ... Allah amaldiçoará os hipócritas [baseado num verso do Alcorão], "Eu repetidamente adverti al-Baltagi contra o seu plano para antagonizar os militares, simulando ataques contra os manifestantes, mas ele insiste no seu plano ... "(...)
Outro vídeo exibido no Al Dalil é ainda mais evidente. Um veículo blindado aparece lentamente a dirigir-se para um grupo de manifestantes pró-Morsi, muitos facilmente discerníveis com as barbas de estilo salafista. Um tiro é ouvido e o homem mais próximo dos veículos que passavam, cai. Mais uma vez, num primeiro momento, parece que os homens no veículo blindado disparam contra o homem.Mais uma vez, em câmara lenta, torna-se evidente que o homem de gilbab (longa túnica ao estilo muçulmano) que está directamente atrás do homem assassinado, é realmente a pessoa que atirou nele, foi até um outro homem perto dele, deu-lhe o arma, e então rapidamente afastou-se da cena. Mesmo o homem no telhado que está a gravar o esta cena é ouvido a perguntar: "Foi o carro [veículo blindado] que disparou?". Alguém responde: "Não, não".
(...)Para muitos muçulmanos, matar um aliado para promover o Islão, é legítimo, especialmente no contexto de duas ideias islâmicas: 1) A jihad [guerra ao serviço do Islão], que em jurisprudência islâmica é considerado o "auge" do Islão; a sua própria função, desde o primeiro dia da missão de Muhammad, é fazer com que o Islão seja supremo e 2) A ideia jurídica abrangente do Islão de que "a necessidade faz com que o proibido seja permitido", o que significa que os fins louváveis, por exemplo, defender o Islão, justificam a utilização de meios proibidos. Tudo o que importa é a intenção da pessoa, ou niyya.
Assim, porque fazer o Islão supremo é a maior prioridade, qualquer coisa e tudo o que é de outra forma proibido, matar outros muçulmanos, mentira, prostituição, sodomia, torna-se permitida, desde que vista como uma forma de promover e fortalecer o Islão.Com base na sua intenção de promover o Islão, aqueles que cometem até mesmo os crimes mais horríveis, são exonerados, enquanto os "sacrificados", tais como os apoiantes de Morsi mortos pela Irmandade, vão supostamente atingir o mais alto nível do paraíso. De um ponto de vista islâmico, que é uma situação win-win.

Daqui.

Marroquinos defecam num altar em Itália



Não tínhamos ainda falado das agressões que se sucedem pela Europa, de muçulmanos contra cidadãos que estão por exemplo a comer uma sandes de fiambre ou presunto. O Islão proíbe o consumo de carne de porco e os muçulmanos expressam assim a sua indignação... e a sua mentalidade supremacista. Desta vez, foi em grande:

"Marroquinos defecam num altar em Itália", do GalliaWatch, 27 de Julho:

    Notícias da cidade de Serravalle a Po, na província de Mântua, na Lombardia, Itália. A Novopress relata:

    É mais um duro golpe para a paróquia. O distrito de Libiola pertence à cidade de Serravalle a Po. A cidade foi severamente atingida pelo terremoto de Maio de 2012 e a igreja barroca ainda está fechada para reparações. O público deve lembrar-se ainda de que o terremoto que devastou o nordeste da Itália também levou a uma explosão de problemas com os imigrantes muçulmanos que vivem próximo ao local. Desta vez, um prato com molho à bolonhesa, servido, inadvertidamente, a uma jovem muçulmana num campo de refugiados, desencadeou um verdadeiro tumulto.

    Em Libiola, a vida voltava ao normal. Quinta-feira passada, o padre e as duas freiras na direcação do clube de jovens haviam levado as crianças numa viagem de um dia para as montanhas. Quatro jovens marroquinos (um do bairro, os outros de perto) aproveitaran e invadiram o presbitério. Arrombaram a porta do quarto da Madre Superiora e roubaram todo o dinheiro que encontraram: odinheiro destinado às actividades das crianças, conseguido num jantar de risoto recentemente organizada pelos pais: 80 euros no total.

    Os magrebinos, nas palavras do Gazetta di Mantova, "quiseram deixar um sinal". Cortaram um painel da tenda de plástico que tem servido como igreja provisória desde o terramoto. Urinaram e defecaram sobre o altar. Um vizinho viu-os fugir e reconheceu o que vive no bairro. Os carabinieri conseguiram identificar os outros.

    O sacerdote, Eugenio Ferrari, decidiu apresentar queixa, e declarou: "Se eles viessem roubar o dinheiro por estarem com fome, eu nunca teria reclamado. Eu teria perdoado. Mas o que eles fizeram na igreja é um acto que não pode ser ignorado. É indizível.".

    "Eu sinto muito", acrescentou o padre, "porque parece que isso foi feito por quatro jovens marroquinos. Eles mostraram o seu desprezo pela nossa religião. Mas se eu fizesse a mesma coisa numa mesquita, eles cortariam minha garganta, sim ou não? "

    Resposta: SIM ...

NOTA 1 - De notar e de louvar que, como habitualmente, as populações lesadas renunciam a fazer justiça pelas próprias mãos. Desejamos sinceramente que o descaso dos políticos e da Imprensa não leve a que um dia as pessoas se cansem e comecem a agir por sua conta. 

NOTA 2 - De lamentar que acontecimentos como este não sejam reportados pelos media mainstream politicamente correctos e alinhados com o Islão. Ainda recentemente a Imprensa nacional fez parangonas com o caso de um imbecil racista que atirou bananas para o palco onde a ministra da Integração italiana, Cecile Kyenge, se encontrava a discursar. Possivelmente haverá até quem ache que se deve deixar os islamistas defecarem nos altares cristãos, porque será talvez tradição deles...

Faz o que o Mufti diz...





 via jihadwatch:

A verdadeira questão aqui não é a hipocrisia. Não são hipócritas as pessoas que não conseguem viver de acordo com seus ideais religiosos, em todas as religiões, em todo o mundo. A verdadeira questão aqui é que a proibição da Sharia contra a música, que o Grande Mufti aprovou e aplicou na sua fatwa, é contrária ao espírito humano. Seria difícil, aliás, não ser hipócrita, porque a música é irresistivelmente atraente e tão nutritiva para a alma humana. Assim, o Grande Mufti não deve ser criticado por desfrutar do concerto - o que é apenas da natureza humana. O facto de ele gostar de Música é que nos diz algo muito importante sobre a Sharia.

 "Grande Mufti da Índia visto desfrutando de concerto depois de declarar a Música "anti-islâmica", por Dean Nelson, no Telegraph, 28 de Julho:
 
     O Grande Mufti da Caxemira tem sido acusado de hipocrisia depois de ter sido filmado desfrutando de um concerto, após ter emitido uma fatwa declarando a Música anti-islâmica.

     Um vídeo de Grande Mufti Bashiruddin Ahmad, o líder cerimonial de muçulmanos locais, aparentemente desfrutando de uma noite de ghazals, poemas musicais e melodias folclóricas, rapidamente se tornou viral no YouTube, com os líderes políticos a acusarem-no de hipocrisia ....

     Em Fevereiro, um grupo de rock só de raparigas na Caxemira foi forçado a dissolver-se após ameaças de militantes islâmicos, na sequência da declaração do Grande Mufti.

     Ele tinha proclamado: "Cantar não está de acordo com os ensinamentos islâmicos e uma sociedade não pode ser construída ou desenvolvida, fazendo actos não-islâmicos como cantar"...

     "Eu aconselho estas meninas a ficarem dentro dos limites da modéstia prescritos para elas."

     A fatwa foi apoiado pelo
seminário Darul Uloom Deoband, um dos centros mais influentes do mundo da jurisprudência islâmica. Provocou um debate público sobre a liberdade de expressão na Caxemira, que, embora predominantemente muçulmana, tem sido tradicionalmente uma cultura mais liberal do que o mundo islâmico árabe.

     O Ministro-chefe Omar Abdullah da Caxemira defendeu o direito de as meninas tocarem, apesar da fatwa do mufti, mas as ameaças intimidaram o grupo, chamado Pragaash, e os seus membros decidiram dissolvê-lo:


A «obscenidade» acabou, no entender desta sábia senhora:

'A Minha Música'




via jihadwatch:

Cá temos mais um caso que confirma que os não-muçulmanos devem mudar o seu comportamento em conformidade com as práticas muçulmanas:


  "Mulheres hindus mortas e muitos hindus feridos por multidões muçulmanas em Meerut por tocarem música no templo durante o Ramadão", do Chakra, 28 de Julho:


    Na sexta-feira 26 de Julho de 2013, muitos hindus ficaram feridas e duas pessoas foram mortas, incluindo uma mulher hindu, quando uma multidão de muçulmanos se manifestou ao final do dia. Sexta-feira é o dia em que os muçulmanos fazem a oração congregacional chamada Jumu'ah, geralmente precedida por sermões.


    Os violentos confrontos ocorreram na área do Mal Nagla de Meerut, uma cidade no interior do estado indiano de Uttar Pradesh (a poucas horas de distância da capital Nova Delhi). Foi relatado que a violência começou quando grupos de muçulmanos locais ficaram aborrecidos por um templo hindu estar a tocar canções devocionais (bhajans). Os muçulmanos obrigaram a que o alto-falante fosse desligado e bateram em alguns homens hindus no templo. A polícia tentou controlar a turba violenta e está a procurar os manifestantes envolvidos. (...)


    A violência religiosa e motins não são novos no Uttar Pradesh e na Índia, durante o mês islâmico sagrado do Ramadão, pois é um mês sensível para muitos na comunidade muçulmana. Nos últimos anos tem havido casos semelhantes em que multidões de muçulmanos têm vandalizado templos hindus e ferido hindus devido aos cânticos religiosos hindus, quando vão a caminho de uma mesquita ou se uma procissão religiosa está a passar junto a um templo hindu e está a tocar música.


    Alguns anos antes, um grande confronto na Aligarh, Uttar Pradesh, ocorreu entre hindus e muçulmanos. O motim começou na noite de 5 de Abril, quando, de acordo com algumas pessoas, membros da comunidade muçulmana removeram as decorações de um templo hindu (era o festival hindu de Ram Navami), enquanto a outra versão, conforme relatado por alguns meios de comunicação, sugere que motins começaram depois de os muçulmanos se terem oposto à celebração do Ram Navami durante a noite.
Mais desenvolvimentos no jornal The New Indian Express.

- A música, na visão de muitos e influentes clérigos islâmicos, é proibida, e por isso tomada como ofensa pelos muçulmanos. Mais uma razão para pararmos a acelerada islamização do Mundo Livre: a malta cá é como o José Cid: a malta gosta de música! Minha rica música!

Nota: Este Ramadão já rendeu, até agora, 205 ataques terroristas islâmicos, 21 ataques suicidas, 1028 mortos e 1934 feridos graves. Nenhuma outra religião atacou, matou ou feriu ninguém, durante este período. Segundo algumas opiniões, temos é que «respeitar» esse traço cultural islâmico; caso contrário somos uns «xenófobos».

domingo, 28 de julho de 2013

Conversando com o Rabbo

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No Público, ainda há quem se surpreenda com a atitude dos adeptos da organização terrorista Irmandade Muçulmana, que continuam desolados com a perda do Poder. Os ocidentais ainda não compreenderam que no Egipto, como em todo o mundo islâmico, o problema não é político, mas sim religioso. O problema no Egipto é que metade da população não quer viver sobre a lei islâmica, independentemente da religião que cada um professe. Metade quer liberdade e democracia. E a outra metade quer Islão e defende que a lei islâmica deve ser imposta a TODOS.




Muhammad disse: "Quem mudar de religião islâmica, deve ser morto." (Bukhari 9.84.57). A pena de morte por apostasia é parte da lei islâmica, de acordo com todas as escolas de jurisprudência islâmica. 

Todas as escolas de jurisprudência islâmica ensinam que um homem adulto sadio que deixa o Islão deve ser morto. Têm algumas divergências sobre o que deve ser feito com outros tipos de pessoas que deixam o Islão, mas sobre isto não têm nenhuma discordância.


"Egípcio islâmico justifica assassinato do secularista Intelectual Farag Foda em 1992" de MEMRI, 14 de Junho:

    
A seguir, trechos de uma entrevista com o egípcio islâmico Abu Al-'Ela Abd Rabbo, um dos assassinos de secularista Farag Foda em 1992. A entrevista foi para o ar na Al-Arabiya TV a 14 de Junho de 2013

    
Entrevistador: Qual foi a justificativa religiosa para o assassinato de Farag Foda?

    
Abu Al-'Ela Abd Rabbo: A punição para um apóstata é a morte, mesmo se ele se arrepender.

    
[...]

    
Se alguém amaldiçoa Alá ou o Profeta em público, deve ser punido com a morte. O castigo por apostasia é a morte.

    
Entrevistador: Quem é encarregado de realizar este castigo?

    
Abu Al-'Ela Abd Rabbo: Se houver um governante justo, muçulmano - ou mesmo um tirano que implemente as punições decretadas por Allah - ele deve ordenar essa punição. Mas se isso não for o caso, e o governante não implementar a sharia, qualquer um dos cidadãos tem o direito de realizar o castigo de Allah.

    
[...]

    
Entrevistador: E sobre os filhos de Farag Foda, que o vêem agora desfrutando de sua liberdade? Você não respeita os sentimentos deles? Afinal, você matou-lhes o pai.

    
Abu Al-'Ela Abd Rabbo: Com todo o respeito, você deve parar de usar esses métodos venenosos, que visam provocar os sentimentos dos telespectadores ...

    
Entrevistador: Não são métodos venenosos ...

    
Abu Al-'Ela Abd Rabbo: Antes de falar sobre a família de Foda, deixe-me perguntar-lhe se não se sente magoado por alguém que amaldiçoou o Profeta e suas esposas? O que lhe dá maior dor e tristeza? Se me disser que é a morte de Farag Foda, então deve reexaminar a sua fé. Mas se você me disser que lhe causam maior dor os ataques contra o Profeta, as suas mulheres, e o Alcorão, então terá respondido à sua própria pergunta.

    
Farag Foda está morto, e receberá suas justas compensações no outro mundo. Vamos seguir em frente ...

"Pode despertar o ódio"

Um dos problemas que a presença de islamistas no Mundo Livre mais tem suscitado é a onda de violações sexuais que trazem com eles. Habituados a odiar e desprezar os «infiéis», não lhes parece mal a violação, e têm o apoio dos clérigos a que obedecem. Há os gangues de violadores muçulmanos, que agem de forma organizada, em cumprimento dos preceitos religiosos que os autorizam a ter escravas/os sexuais, mas há também os violadores de oportunidade, que não poupam ninguém. Uma religião que permite sexo com bebés de 1 ano de idade tem necessariamente que entrar em choque com o Mundo Livre e razoavelmente civilizado que somos...




"O Alcorão diz que os homens muçulmanos podem tomar as mulheres não muçulmanas como "espólio de guerra". Os Jihadistas querem a guerra porque querem escravos sexuais aqui na Terra e no céu.
Desde os primeiros anos do Islão até os dias actuais, os islâmicos fazem comércio de escravos não-muçulmanos para o sexo.

Das ruas de cidades europeias, onde protestatários
muçulmanos clamam pela guerra para tomar as mulheres como "espólio de guerra", aos tribunais-sharia da Nigéria, Paquistão e Arábia Saudita, a lei Sharia faz com que condenar um homem por estupro seja impossível, por causa da necessidade de 4 testemunhas do sexo masculino, e o "crime" é da mulher - por ter sido estuprada (!!!!!!!!!!).

Isto leva a uma enorme subnotificação de estupro nesses países. Os muçulmanos vão apontar para o número de estupros nos EUA, onde o estupro dentro do casamento é um crime, como é bater na esposa. Essa é apenas uma tentativa de distracção das suas leis e sociedades-sharia corruptas e misóginas."
80% dos 50 milhões de muçulmanos que vivem na Europa, não trabalham, vivem à custa dos esforçados contribuintes, que nesta Europa atingida pela crise económica já passam muitas vezes fome. E gabam-se disso.





Os 20% que fazem alguma coisa, em muitos casos seria preferível que estivessem quietos. É o caso de muitos motoristas de táxi, que violam os/as seus/suas clientes. E para cúmulo, tem havido pessoas condenadas em Tribunal por não aceitarem ser transportadas por taxistas muçulmanos durante a noite.

Dentre um mar de casos que poderíamos citar, apontamos este a título de exemplo:

"CULPADO: taxista viola menino de 15 anos", por  para The Bolton News.
UM TAXISTA enfrenta pena de cadeia após ter sido considerado culpado por ter capturado e violado um menino no seu carro. Um júri de oito homens e quatro mulheres demorou três horas e meia para considerar unanimemente que Shahbaz Ahmed é culpado de ter violado um menino de 15 anos.

Durante o julgamento no Tribunal de Bolton, ouviram como o rapaz, agora com 16 anos, que ia para sua casa em Thicketford Road, Tonge Moor, na noite de 13 de Julho do ano passado, após ter estado com amigos.

O taxista da empresa Metro Cars, Ahmed, estava de serviço nessa noite quando reparou no jovem, que não pode ser identificado por razões legais, e ofereceu-lhe boleia, dizendo: "Não devias andar sozinho a esta hora. É perigoso".

O rapaz disse ao Tribunal que achou que o taxista estava apenas a ser amável, mas após ter parado momentaneamente à porta da casa da vítima, arrancou e levou-o para o parque de estacionamento do Harwood Golf Club. 


Aí chegado, forçou o menino a satisfazê-lo sexualmente. O jovem disse ter ficado aterrorizado e com medo que, caso fugisse, Ahmed o atropelasse com o carro.


Após o crime, Ahmed, um homem casado, de 35 anos, pai de três filhos, levou o rapaz a casa, onde ele contou o sucedido.

DNA de Ahmed foi encontrado no corpo do rapaz, e o taxista, de Parkfield Road, Great Lever, foi detido.


Ahmed manteve-se imperturbável no Tribunal enquanto ouviu o veredicto que o considerou culpado. O seu advogado de defesa, Wayne Jackson, pediu um adiamento até 6 de Setembro para os relatórios serem preparados antes da sentença condenatória, e admitiu: "A pena privativa de liberdade por algum tempo vai ser inevitável."

O juiz Timothy Stead disse a Ahmed: "Ser considerado culpado é um caso sério. Ficará em prisão preventiva entre agora e Setembro. "

Ahmed será colocado no registo de criminosos sexuais e impedido de trabalhar com crianças e adultos vulneráveis.
É realmente difícil para pessoa que vêm de sociedades onde a pedofilia é bem vista, acatar as regras do nosso mundo, que há séculos condena tais práticas vis: 


É preocupante a complacência ocidental, politicamente correcta e boazinha, para com a barbárie e o terrorismo islâmico que invadem a nossa Sociedade. Noutro dia, alguém me chamou a atenção para que este blog «pode despertar o ódio». Repare-se na inversão de valores! Estas pessoas matam, torturam, violam, mutilam, perseguem, e está tudo bem. Devemos é ficar caladinhos, para não «despertar o ódio».

Para chegar a tal conclusão, o meu amigo que assim falou, baseou-se em 10 segundos aqui no blog, e na sua firme intenção de «não querer saber nada acerca do Islão, pois é tema que não lhe interessa».

Pessoa de elevadíssimos padrões morais (sem ironia), perguntou-me: «Mas tu queres salvar o mundo?!...». Tem filhos, e quer o melhor para eles. Pensará nos filhos e nas filhas dos outros, que aqui no Mundo Livre, como lá na barbárie islamista, sofrem atrocidades? Ainda era capaz de ter ficado chateado comigo se o tivesse mandado bardamerda.