sábado, 24 de agosto de 2013

Jornalista Saudita desmente teoria de que o 11 de Setembro foi um inside job e que alguns judeus sabiam o que se ia passar



Jamal Khashoggi, jornalista saudita (com curso tirado numa universidade americana), colunista e editor do canal AlArab News Channel, arrasa por completo a teoria de que os atentados de 11 de Setembro foram um inside job americano ("Foi executado pela al-qaeda, a prova é que a própria al-qaeda o admitiu. Porque devemos negar a esta gente a sua maior façanha? Eles estão orgulhosos, porque havíamos de lhes roubar esta façanha com a qual fizeram história?") e que os judeus sabiam o que se ia passar, afirmando ainda que essas notícias foram provenientes de um canal de TV ligado ao Hezbollah.

"A história dos 40 judeus que não foram trabalhar, lembro-me que estava a trabalhar no Arab News na altura em que recebemos essa história que veio da agência de notícias saudita. Recusei-me a publicá-la. Disse que era ilógica e que quem a tinha enviado era irresponsável. Era realmente absurdo dizer que 40 ou 50 judeus se juntaram e combinaram 'não vamos trabalhar hoje, vai-se passar algo' e foram descobertos apenas pela Al-Manar TV (Hezbollah). Começámos a passar a história de uns para os outros e chegou a um ponto em que as nossas agências de notícias foram descuidadas e a transmitiram, e algumas pessoas queriam publicá-la nos nossos jornais... Foi um erro. Até organizações oficiais cometem erros"

3 comentários:

  1. Bom dia. Não se se tem acesso à edição impressa do PÚBLICO de ontem, mas mais do que nunca nele está patente a islamofilia do mesmo. Numa mesma página, lado a lado, a informação acerca da condenação do muçulmano Nidal por ter morto 13 infiéis e a de um infiél que matou 16 muçulmanos. Pois bem: a 1ª, mereceu uma coluna; a 2ª, 4 colunas.

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    1. Gratíssimos pelo alerta! O Público continua na senda da islamização...

      IB

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    2. "Numa mesma página, lado a lado, a informação acerca da condenação do muçulmano Nidal por ter morto 13 infiéis e a de um infiél que matou 16 muçulmanos. Pois bem: a 1ª, mereceu uma coluna; a 2ª, 4 colunas."

      Está de acordo com as diretrizes jornalísticas que vigoram em alguns países nórdicos e nos EUA acerca de como lidar com notícias "menos positivas" relacionadas com o Islão: tentar incluir na notícia e destacar pontos positivos relacionados com o islão ou com a comunidade islâmica do país e/ou informação "menos positiva" sobre outros grupos (cristãos radicais, grupos de extrema direita ou racistas).

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