Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
Obama sabia que Bin Laden estava a trabalhar com o Irão. Obama e os seus directores da CIA mantiveram essa informação escondida para garantir a aprovação do seu acordo nuclear iraniano. A esquerda elogia o seu herói Obama como um herói e quer afastar Trump do mandato. Obviamente que está a ignorar esta bomba.
O que a equipa de Obama não queria que você soubesse sobre a aliança Al Qaeda-Irão New York Post Editorial Board: O director da CIA, Mike Pompeo, acaba de lançar centenas de
milhares de documentos retidos pelo governo Obama, que foram
confiscados no ataque de 2011 que matou Osama bin Laden.
Não há revelações surpresa - mas documentam mais completamente a
extensa cooperação entre Al Qaeda e o Irão, que ainda estava em curso
quando Bin Laden encontrou o seu fim.
E isso levanta questões ainda mais perturbadoras sobre o acordo
nuclear de Obama - e sobre a verdadeira razão pela qual esses documentos
não foram divulgados até agora.
Particularmente
uma avaliação de 19 páginas da autoria de um jihadista sénior sobre os laçosAl
Qaeda -Teerão: como o Irão forneceu "tudo o que precisávamos", incluindo
"dinheiro, armas" e "treino nos campos do Hezbollah no Líbano", bem
como refúgio para outros jihadistas.
Sim, houve conflitos e desentendimentos ocasionais - mas não o suficiente
para quebrar a aliança, que o próprio bin Laden descreveu como
"a principal artéria da Al Qaeda, pós-2001, para fundos, pessoal e
comunicação". A Casa Branca de Obama reteve essa informação por quase cinco anos ,
antes de negociar o acordo nuclear - negociações em que se recusou a
enfrentar o patrocínio contínuo do terrorismo por parte do Irão, mesmo quando
concordou em fornecer mais de 100 biliões em alívio de sanções e
pagamentos de resgate de reféns.
O próprio secretário de Estado, John Kerry, admitiu que a maior parte do dinheiro se destinava a apoiar grupos terroristas.
E isso inclui a Al Qaeda- que, segundo os documentos, estava sob o controle de Bin Laden até o momento em que uma equipa deNavy SEALo abateu.
Para garantir a aprovação do acordo que permite ao Irão ter armas nucleares, Obama e
os seus directores da CIA retiveram tudo o que pudesse prejudicar a sua proclamada vontade de incentivar os "moderados" iranianos?
É o que parece.
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Todos os dias, um novo ataque mediático concertado contra Trump. Todos os dias, os jornalistas a ignorarem as bombas sobre o Terrorista da casa Branca. Uma palhaçada que julgaríamos impossível, mas nos tempos que correm, tudo é possível! Por exemplo, os media ignorarem isto:
Os media globais estão em êxtase porque um senhor escreveu um livro sobre Trump, dizendo que ele come MacDonald's com medo de ser envenenado (como se o receio não fosse justificado) e que a filha Ivanka Trump é "burra que nem uma porta" (como se fosse crime ser-se burro).
Enquanto isso, são desvendados cada vez mais motivos para que Obama e Hillary e o respectivo gangue sejam levados a Tribunal e julgados por alta traição. Mas nada disso interessa aos jornalistas, totalmente vendidos à Nova Ordem Mundial islamista/globalista/comunista.
Que importa que o mandato de Obama tenha custado milhões de vidas inocentes e que os seus efeitos nefastos persistam? "O Trâmpe, pá! O Trâmpe é cor de abóbora! Ah, ah, ah, ah, ah! O Trâmpe!".
Obama deu luz verde às operações de tráfico de drogas do
Hezbollah nos EUA, proibindo as investigações, para garantir que o acordo para
dar de armas nucleares ao Irão se efectuasse.
"Quem falte aos
deveres de lealdade para com os Estados Unidos, fazendo a guerra contra o país ou auxiliando os seus inimigos, dando-lhes ajuda e abrigo nos Estados
Unidos ou em qualquer outro lugar, é culpado de traição e sofrerá a morte, ou
será preso pelo menos cinco anos e multado em multa não inferior a 10.000
dólares; e ficará proibido de ocupar qualquer cargo nos Estados Unidos".
(Código Penal dos EUA,
artigo 2381)
Num ambiente político
são, Barack Obama seria julgado por alta traição.
Como Obama encobriu
tráfico de cocaína e a lavagem de dinheiro pelo Hezbollah.
Na sua determinação em
garantir um acordo nuclear com o Irão, a administração Obama sabotou uma
ambiciosa campanha de aplicação da lei visando o tráfico de drogas pelo grupo
terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irão, mesmo quando o grupo terrorista canalizou cocaína para os
Estados Unidos, de acordo com uma investigação da POLITICO.
A campanha, denominada
Projecto Cassandra, foi lançada em 2008, depois de a Drug Enforcement
Administration ter acumulado evidências de que o Hezbollah se transformou de
uma organização militar e política focada no Médio Oriente, numa rede
internacional de crime, que alguns investigadores acreditam ter 1 bilião de
dólares de lucro por ano, no tráfico de droga e no tráfico de armas, lavagem de
dinheiro e outras actividades criminosas.
Durante oito anos, os
agentes que trabalharam numa instalação secreta de DEA em Chantilly, Virgínia,
usaram escutas telefónicas, operações secretas e informadores para mapear as
redes ilícitas do Hezbollah, com a ajuda de 30 agências de segurança nacionais
e estrangeiras.
Os investigadores
rastrearam os envios de cocaína, alguns da América Latina para a África
Ocidental e para a Europa e para o Médio Oriente, e outros através da Venezuela
e do México para os Estados Unidos.
Eles rastrearam os rios de dinheiro sujo, e
como foi lavado, entre outras tácticas através da compra de carros usados
americanos e seu envio para África. Com a ajuda de algumas testemunhas
cooperantes, os agentes seguiram a conspiração até ao círculo mais íntimo do
Hezbollah e seus patrocinadores estatais no Irão.
Porem, à medida que o
Projecto Cassandra penetrava mais na hierarquia da criminosa, os funcionários da
administração Obama lançaram uma série cada vez mais insuperável de bloqueios,
de acordo com entrevistas com dezenas de participantes que, em muitos casos,
falaram pela primeira vez sobre eventos envolvidos em segredo e de acordo com as perícias aos documentos do governo e registos judiciais.
Quando os líderes do Projecto Cassandra
precisaram da aprovação governamental para investigações, processos, prisões e sanções financeiras
significativas, funcionários dos departamentos de Justiça e Tesouraria
atrasaram, impediram ou rejeitaram seus pedidos.
O Departamento de Justiça
declinou os pedidos do Projecto Cassandra e de outras autoridades para denunciar
acusações criminais contra grandes actores, como o enviado de alto nível do
Hezbollah e do Irão, um banco libanês que alegadamente lavou biliões em supostos
lucros de drogas, e um líder destacado de uma célula baseada nos EUA,
pertencente à força Quds paramilitar iraniana. Sob Obama, o Departamento de
Estado rejeitou pedidos para atrair os criminosos para países onde poderiam ser
presos.
"Esta foi uma
decisão política, foi uma decisão sistemática", disse David Asher, que
ajudou a estabelecer e supervisionar o Projecto Cassandra como analista de
finanças ilícitas do Departamento de Defesa. "Eles destruíram em série
todo esse esforço sistemático, bem organizado e bem realizado".
A história oculta do
Projecto Cassandra ilustra a imensa dificuldade em mapear e combater as redes
ilícitas numa época em que o terrorismo global, o tráfico de drogas e o crime
organizado se fundiram, mas também a medida em que as agendas concorrentes entre
as agências governamentais - e a mudança de prioridades nos mais altos níveis -
pode atrasar anos de progresso.
A perseguição aos
criminosos é levada a cabo em segredo, desde hotéis de luxo da América Latina
até parques de estacionamento em África, até aos bancos e campos de batalha no
Médio Oriente. O impacto destas actividades criminosas são cargas de
cocaína de várias toneladas que entram nos Estados Unidos, e centenas de
milhões de dólares para uma organização terrorista designada pelos EUA com de
grande alcance.
Obama ocupou o cargo de
Presidente dos Estados Unidos em 2009, prometendo melhorar as relações com o
Irão como parte de uma aproximação mais ampla ao mundo muçulmano. Na campanha,
ele afirmou repetidamente que a política da administração Bush de pressionar o
Irão para parar o seu programa nuclear ilícito não estava a funcionar, e que
ele iria a Teerão para reduzir as tensões.
O homem que se tornaria o
principal assessor de contra-terrorismo de Obama e, em seguida, o director da
CIA, John Brennan, foi mais longe. Ele recomendou num documento político que
"o próximo presidente tem a oportunidade de estabelecer um novo curso para
as relações entre os dois países", através não apenas de um diálogo
directo, mas de "maior assimilação do Hezbollah no sistema político do
Líbano".
Em Maio de 2010, Brennan,
então assistente do presidente da segurança interna e do anti-terrorismo,
confirmou num discurso que a administração procurava formas de construir
"elementos moderados" no Hezbollah.
Obama e Brennan, colaboradores do Hezbollah.
"O Hezbollah é uma
organização muito interessante", disse Brennan numa conferência em
Washington, afirmando que o grupo evoluiu de "organização puramente terrorista"
para uma milícia e, em última instância, um partido político com representantes
no Parlamento e Gabinete libaneses, de acordo com um relatório da Reuters.
"Certamente, alguns
elementos do Hezbollah são uma preocupação para nós", disse Brennan. E
o que precisamos fazer é encontrar maneiras de diminuir a sua influência dentro
da organização e tentar construir os elementos mais moderados".
Na prática, a vontade da
administração de imaginar um novo papel para o Hezbollah no Médio Oriente, combinada com o desejo de uma solução negociada para o programa nuclear do
Irão, traduziu-se numa relutância em avançar agressivamente contra os principais
agentes do Hezbollah, de acordo com os membros do Projecto Cassandra e outros.
O traficante de armas Ali Fayad tinha foi indiciado em Março de 2014 por fornecer armas ao grupo terrorista FARC, para matar militares norte-americanos e colombianos. Relatório completo aqui.
O traficante de armas
libanês, Ali Fayad, suspeito de ser um alto funcionário do Hezbollah, que os
agentes acreditam ter denunciado o presidente russo Vladimir Putin como um fornecedor
chave de armas para a Síria e para o Iraque, foi preso em Praga na Primavera de
2014.
Mas, durante os quase dois anos em que Fayad esteve sob custódia, os
principais funcionários do governo de Obama negaram-se a aplicar uma pressão
séria sobre o governo checo para o extraditar para os Estados Unidos,
mesmo quando Putin estava a pressionar agressivamente contra isso ...
Asher disse que os funcionários do governo de Obama expressaram
as suas preocupações sobre a necessidade de agradar a Teerão antes, durante e
após as negociações do acordo nuclear do Irão. Isto foi, disse ele, parte de um
esforço para "defraudar, enfraquecer e minar as investigações envolvendo o
Irão e o Hezbollah".
"Quanto
mais nos aproximávamos do acordo nuclear com o Irão, mais essas actividades se intensificavam",
disse Asher."A nossa operacionalidade,
em termos de operações especiais, de aplicação da lei, de dotação orçamental e
mesmo do pessoal designado para esta missão - foi drenada sistematicamente, quase
até a última gota, até ao fim da administração Obama". (...)
Katherine Bauer, ex-reponsável pelo Tesouro, expôs a sabotagem do Obama. Documento aqui.
De há muito que denunciamos esta e outra actividade do grupo terrorista mais rico e mais perigoso do mundo (que é idolatrado pela extrema-esquerda e pelos neo-nazis):
Obama e seus apoiantes, mais a guarda pretoriana de jornaleiros avençados, estão em pânico, e a descer ainda mais baixo do que o habitual. Redobram a difamação, a CENSURA e a mentira mais descarada.
É que a revolução em curso no Irão pode vir a fazer ainda mais luz sobre o objectivo nº 1 do mandato do Terrorista da Casa Branca: usar o Irão para destruir Israel.
Só a cor da pele resguarda Obama de ser julgado por alta traição. Esperemos que Hillary Clinton e John Kerry não sejam poupados a prestar contas.
Se ainda não conhece o melhor site do mundo sobre Obama, aqui vai:
Os protestos no Irão, onde se pede o referendo e o fim do regime teocrático, e que os islamo-jornaleiros ocidentais dizem que são "por causa do preço do gás e aproveitados por desordeiros":
Vários conselheiros importantes do ex-presidente Barack Obama manifestaram o seu desagrado em relação ao apoio do presidente Donald Trump aos protestos que estão a varrer o Irão.
O ex-governo Obama, mais de um ano depois, ainda não aceitou que já não está a liderar a América, e que o povo americano exerceu o seu direito democrático de votar em Trump e de o eleger como seu líder. O público perdeu a confiança em Obama, um "líder" que traiu os princípios americanos da democracia.
Respeitinho é muito bonito e os aiatólas gostam...
Entre as faltas de Obama, ele:
Assinou um acordo que enviou mais de 100 biliões de dólares para os cofres do Irão, permitindo que esse Estado-pária financiasse ainda mais as suas filiais jihadistas como o Hezbollah, o Hamas, a Jihad Islâmica, etc..
Enviou 400 milhões de dólares para o Irão, coincidindo com a libertação em Janeiro de 2016 de quatro americanos detidos em Teerão, no que os críticos consideraram um pagamento de resgate.
Valerie Jarret (esq.), comunista iraniana e conselheira de Barack Hussein Obama. Huma Abedin (dir.), jihadista iraniana, conselheira e companheira sentimental de Hillary Clinton (já falámos aqui amplamente deste casal).
De facto:
Em 2009, quando a "Revolução Verde" ameaçou o regime iraniano, Obama e o seu governo abstiveram-se de apoiar os protestos. Obama disse: "Respeitamos a soberania iraniana e queremos evitar que os Estados Unidos sejam o problema dentro do Irão".
Obama "respeita" um regime brutal que oprime o povo, visa destruir Israel e financia o terrorismo jihadista a nível mundial?
Se o apoio de Donald Trump ajudar a aproximar o povo iraniano da liberdade com qualquer grau de sucesso - enfraquecendo o regime iraniano - mostrará a ainda mais a incompetência dentro do governo Obama como líder do mundo livre.
Esta nova revolta iraniana poderá também expor ainda mais sobre a parceria sem escrúpulos entre o governo Obama e o Irão, nada lisonjeira ou útil para Obama e seus comparsas.
Vários conselheiros importantes do ex-presidente Barack Obama manifestaram incómodo com o apoio do presidente Donald Trump aos protestos que varrem o Irão.
Em 2009, quando a "Revolução Verde" ameaçou o regime iraniano, Obama e o seu governo abstiveram-se de apoiar os protestos. Obama disse: "Respeitamos a soberania iraniana e queremos evitar que os Estados Unidos sejam o problema dentro do Irão".
Essa fraca resposta e a falta geral de apoio da administração aos manifestantes permitiram que o regime consolidasse o poder.
Obama estava mais preocupado em preservar a possibilidade de um eventual acordo no programa nuclear do Irão do que em remover o regime iraniano como uma ameaça estratégica ou em defender os direitos humanos. Os críticos acusaram Obama de ter perdido uma oportunidade de ouro.
O presidente Trump assumiu a abordagem oposta, apoiando vigorosamente os protestos e criticando o regime.
Mas a gente de confiança de Obama rejeita a abordagem de Trump e, aparentemente, acredita que a abordagem que Obama assumiu em 2009 continua a ser a melhor.
A ex-assessora de segurança nacional, Susan Rice, repetiu ao New York Times a mensagem do ex-assistente de Obama, Philip Gordon: "Como é possível que Trump esteja apoiar os manifestantes do Irão? Ele que fique quietinho".
O autor argumenta que apoiar os protestos e tomar medidas para acabar com o acordo nuclear do Irão só ajudará o regime a deslegitimar os seus oponentes internos.
Rice não ofereceu nenhuma outra declaração de solidariedade para com os manifestantes.
Rob Malley, que chegou a ser retirado da campanha de Obama para se encontrar com o grupo terrorista Hamas, mas assumiu funções no governo para as negociações com o Irão, também elogiou a opinião de Gordon.
A ex-secretária de Estado, Hillary Clinton, que estava no cargo durante a Revolução Verde, apoiou mais os manifestantes, mas disse apenas que "esperava" que o regime iraniano os escutasse ...
Francisco I, porta-voz da Esquerda islamófila,é um bem-amado pela Imprensa.
Durante a última década, Barack Hussein Obama, Hillary Clinton e John Kerry, mais os membros da sua administração (muitos deles membros da central terrorista global Irmandade Muçulmana), desestabilizaram o Médio Oriente, subsidiaram a Irmandade Muçulmana no Egipto e a sua ditadura de horror, armaram e financiaram a al-Qaeda e o ISIS a pretexto de uma guerra contra Assad, empenharam-se na invasão islâmica e islamização do Mundo Livre, ignoraram o massacre dos cristãos, dos yazidis, dos judeus, dos curdos e de outros "infiéis", criaram o caos e puseram o Mundo à beira de uma Terceira Grande Guerra.
George "O Flagelo das Nações" Soros, entrou com muito da sua fortuna para levar a cabo esse programa. Os jornalistas, a maior parte deles completamente fiéis à agenda islamo-esquerdista, criaram uma campanha de propaganda que endeusa Obama e o Papa Francisco, os líderes da Esquerda islamófila global.
Na Internet, o Google, o YouTube, e a maior parte das chamadas redes sociais e distribuidores de notícias, vetam toda a verdade sobre esta agenda - - basta que se veja a quantidade de vídeos que o YouTube retira assim que os publicamos no nosso blogue.
Benedicto XVI, que alertou para os perigos da islamização,é um mal-amado pela Imprensa.
Questionar Obama ou o Papa Francisco, é uma heresia. É um dogma da nova religião do politicamente correcto que ambos são a Perfeição. Questionar o Islão dá direito a cadeia.
A vitória de Trump - apesar da fraude eleitoral em massa - foi a pedra nesta engrenagem. Encorajados por esta benfazeja reviravolta, um grupo de clérigos católicos abriram a boca para denunciar o complot que depôs o Papa Bento XVI e guindou Francisco I ao poder. O artigo seguinte, publicado no site EUROPE-ISRAEL, explica o que a Imprensa tradicional faz de tudo para esconder.
Os nosso comentários vão interpolados a castanho. Intercalámos vídeos e posts nossos, e destacámos a amarelo vivo o que nos parece o essencial do artigo, que traduzimos o melhor que sabemos:
Um grupo de líderes católicos pediu ao presidente Trump para
investigar se Soros, Obama e Clinton, organizaram um golpe para instalar o esquerdista Papa Francisco no Vaticano.
Os líderes
católicos citam evidências de várias fontes, especialmente
e-mails do Wikileaks, que apontam para que George Soros, Hillary Clinton e Barack Obama
orquestraram um golpe no Vaticano para derrubar o conservador Papa Bento
XVI e substituí-lo pelo esquerdista radical Francisco.
Antes
de renunciar de forma inesperada e em circunstâncias incomuns, o Papa
Bento XVI governou a Igreja Católica de 2005 a 2013, e tornou-se o primeiro Papa a renunciar, desde o Papa Gregório XII, em 1415. Bento é amplamente
considerado o primeiro a ter renunciado por sua própria iniciativa, desde o Papa Celestino V, em 1294.
Ainda
assim, o grupo de líderes católicos cita novas evidências descobertas
nos e-mails vazados pelo WikiLeaks, para afirmar que o conservador Papa
Bento XVI realmente não renunciou por sua própria iniciativa, mas foi
empurrado para fora do Vaticano por um golpe de Estado qualificado "Primavera Católica" por líderes católicos.
Utilizando
o aparelho diplomático e o poder político e financeiro dos EUA,
através da coacção, corrupção e chantagem, Soros, Obama e Clinton terão
imposto uma "mudança de regime" na Igreja Católica Romana para substituir o conservador Papa Bento XVI pelo Papa Francisco I, que, para o espanto de
católicos de todo o Mundo, tornou-se desde então um porta-voz improvável para o
esquerdismo internacional.
Os líderes
católicos enviaram uma carta ao Presidente Trump, instando-o a lançar uma
investigação oficial sobre as actividades de George Soros, Barack Obama,
Hillary Clinton (e outros), que estão, segundo eles, envolvidos na
orquestração da "Primavera Católica" que atingiu o seu objectivo: a "mudança de regime" no Vaticano.
Os líderes católicos citam oito questões sobre os
eventos suspeitos que levaram Bento XVI a renunciar, a primeira
abdicação Papal em 700 anos. "Nós
temos indicações claras de que a 'mudança de regime' no Vaticano foi
concebida pela administração Obama", dizem os peticionários, na sua
carta de 20 de Janeiro ao Presidente Trump.
"Durante
o terceiro ano do primeiro mandato da administração Obama, ficámos
alarmados ao descobrir que a secretária de Estado Hillary Clinton e
outros responsáveis a quem ela está associada, propuseram uma 'revolução' para descartar permanentemente a o que restava da Igreja Católica na América".
A carta inclui links para documentos e informações que comprovam as suspeitas. O que mais salta à vista são os e-mails da notória camarilha de Soros, Clinton e Podesta, que foram divulgados no ano passado pelo WikiLeaks. Nesses
e-mails, Podesta e outros esquerdistas falam de uma mudança de regime na
Igreja Católica, a que eles chamam "ditadura da Idade Média", para a eliminar.
Sobre os e-mails de Podesta, aqui vai o que o The New Americanescreveu em Outubro:
Numa troca de emails em 2011, Podesta, conselheiro e confidente de Hillary Clinton e
principal activista patrocinado pelo esquerdista George Soros, revelou que ele e outros activistas estavam a trabalhar numa revolução, a
"Primavera Católica" da Igreja Católica. A
referência aos golpes desastrosos da Primavera Árabe - organizada nesse ano
pela equipa de Obama-Clinton-Soros, que desestabilizaram o Médio Oriente e
conduziram ao poder regimes islâmicos radicais e grupos terroristas na
região - é óbvia.
Os
e-mails de Podesta respondem a e-mails de outra extremista financiada por Soros, Sandy
Newman, fundadora do grupo "progressista" 'Vozes Pelo Progresso'. Newman pediu conselhos a Podesta sobre a melhor maneira de "semear as sementes da revolução" na "ditadura da Idade Média."
Na
sua carta ao Presidente Trump, os líderes católicos escrevem: "Cerca de um ano depois de dessas trocas de e-mails, que nunca foram
destinados a ser tornados públicos, verificou-se que o Papa Bento XVI
abdicou em circunstâncias muito
incomuns, e foi substituído por um Papa, cuja missão aparentemente
envolve dar um selo espiritual à agenda ideológica radical de esquerda
internacional. Em seguida, o pontificado de Francisco questionou a sua própria legitimidade em várias ocasiões".
"Durante
a campanha presidencial de 2016, fomos surpreendidos ao ver o Papa
Franciscofazer campanha contra as políticas que propõe sobre como
proteger as nossas fronteiras, chegando mesmo a insinuar que o senhor não é cristão. Agradecemos a sua resposta rápida e inequívoca a esta acusação vergonhosa".
"Continuamos
intrigados com o comportamento deste Papa embalado por uma ideologia cuja missão
parece ser a de usar programas seculares de esquerda, em vez de guiar a
Igreja Católica na sua missão sagrada", escreveram os peticionários para expressar
os pensamentos de milhões de católicos em todo o mundo, atordoados pela ideologia esquerdista do Papa Francisco. "Envolver-se em política, a ponto de ser considerado o líder da esquerda
internacional, simplesmente não é um papel adequado para um Papa".
"Tendo
tudo isto em mente e querendo o melhor para o nosso país e para os
católicos de todo o mundo, como católicos leais e conhecedores dos EUA, sentimos que é nossa responsabilidade pedir ao Presidente Trump atender a esta petição, e permitir que uma investigação sobre as seguintes questões:
- Com que finalidade a Agência Nacional de Segurança acompanhou o conclave que elegeu Francisco I?[6] - Que outras operações secretas foram conduzidas por agentes do
governo dos EUA sobre a demissão do Papa Bento ou o conclave que elegeu
Francisco? - Há funcionários do governo em contacto com a "Mafia do Cardeal Danneels"?[7] -
Porque é que as transacções monetárias internacionais com o Vaticano foram
suspensas nos últimos dias antes da renúncia do Papa Bento? Houve algumas agências governamentais dos EUA envolvidas? [8] -
Porque é que as transacções monetárias internacionais foram retomadas a 12 de Fevereiro de 2013, o dia em que Bento XVI anunciou a sua demissão? Foi uma coincidência?[9] - Que medidas, se as houve, foram tomadas por John Podesta, Clinton, e
outros associados com a administração de Obama para implementar oa
"Primavera Católica"? - Qual foi o propósito e natureza da reunião secreta entre o
vice-presidente Joseph Biden e o Papa Bento XVI no Vaticano a 3 de Junho
de 2011? -
Que papéis tiveram George Soros e outros
financeiros internacionais, actualmente no território norte-americano?[10]
O inquérito, apresentado pelos líderes católicos ao Presidente Trump, deve interessar o mundo além dos círculos católicos. A
capacidade de George Soros para cooptar figuras políticas proeminentes
para apoiar os seus planos radicais para os Estados-Nação, é bem conhecida;
mas a sua capacidade para forçar uma "mudança de regime" na Igreja
Católica, uma instituição até então impenetrável do lado de fora,
levanta questões sérias sobre o seu potencial de
semeador do caos planetário.
Assim,
aquele que representa actualmente - para os seus cerca de um bilião e
trezentos milhões de fiéis em todo o mundo - "Deus na terra", deixou-se pisar pelos sapatos de Satanás, e até os engraxa, quando estes são calçados por George
Soros: Marx e Jesusforam entrelaçados!
Como
evidenciado pelos muitos links listados no final deste artigo, Bento XVI -
demasiado fiel aos velhos princípios ensinados pela Igreja - foi forçado a
renunciar por uma conspiração conjunta de clérigos de alto escalão
(integrando, entre outros, Godfried
Danneels, cardeal arcebispo da Bélgica e ex-papabile) e esquerdistas da
alta finança "social-reformista", cuja ambição única - sob a máscara
enganadora da "Liberdade" e de um chamado "humanismo" - é criar o caos na Terra para tomar as rédeas do poder mundial. O Papa Bento XVI foi substituído por uma marioneta - Francisco, se é que é preciso dizê-lo! - está a soldo do supracitado grupo.
Prelados e líderes religiosos foram comprados, "associações", criadas e / ou subornadas para esse fim. Observamos mesmo o pagamento de 1,5 milhões de dólares, pelo Centro de Política
Open Society, de Soros, para encobrir o escândalo de um vídeo mostrando
os líderes de uma das suas associações cúmplices ("Planned Parenthood") associados ao tráfego oficial partes do corpo de bebés abortados!
Com a marioneta entronada, não se surpreenda se a sua mensagem
"urbi et orbi" incluir agora as grandes linhas exigidos por Soros & C ª, tanto mais hipócrita quando a referida camarilha defende: eutanásia livre, incluindo de menores; abortos livres; engenharia genética; feminismo agressivo; uniões do mesmo sexo e adopção de crianças por esses casais; ideologia de género; silêncio sobre os massacres de minorias pelos islamistas - mesmo de cristãos - em todo o mundo; abertura total das fronteiras e incentivo importante à imigração desenfreada para os países ocidentais; multiculturalismo selvagem; desintegração dos tecidos industriais sob o pretexto do "aquecimento global"; condenações falaciosas contra Israel ...
- MILHARES de vezes chamámos a atenção para o massacre dos cristãos e de outras minorias, pelos islamistas, perante o silêncio cúmplice da administração Obama e do Papa Francisco.
Os vídeos continuam a ser regularmente retirados pelo YouTube, que pratica uma política de CENSURA a quem exponha a realidade do islamismo.
E quem é que tem paciência para se inteirar do Holocausto dos Cristãos (e outras minorias) se se pode ser tão "cool" apoiando Obama e o Papa Francisco, o "Papa Bom"?...
O deus-Obama, o Nobel da Paz, não acha que matadouros
de cristãos sejam genocídio. O seu legado inclui anos de guerra na
Síria; milhões de mortos, refugiados e deslocados; genocídio contra
yazidis, cristãos, judeus, drusos, curdos, muçulmanos moderados; a islamização acelerada da Europa e da
América; e um Irão nuclear que lança mísseis com a frase "ISRAEL VAI SER APAGADO DE MAPA". E quem não gosta do deus-Obama... é "racista"!
Muçulmanos com a marca na testa e no braço direito, para serem identificados como "a não matar" pelo ISIS. As casas dos cristãos foram previamente marcadas, antes da chegada do ISIS. Muitos cristãos que escaparam, contam, atónitos, que "toda a vida se deram bem com os vizinhos muçulmanos".
Tudo isto pode ser provado pelos muitos e-mails hackeados do famoso (ex) director de campanha de Hillary Clinton. Melhor: a visita do Papa aos Estados Unidos foi usada, por acordo
entre as partes, para promover peões anti-conservadores.
Seiscentos e cinquenta mil dólares (US $ 650.000) foram pagos directamente nessa ocasião:
"Soros
pagou 650 000 dólares em Abril de 2015 para financiar uma iniciativa para
moldar a visita do Papa aos Estados Unidos"por forma a mudar paradigmas e
prioridades nacionais, no período anterior à campanha presidencial de
2016 - revelam os e-mails revelados via WikiLeaks. Entre estas prioridades estava a integração da sua suposta intervenção
humanitária em assuntos de outras entidades para promover as causas de
esquerda, incluindo o controle da população, o aborto, a eutanásia e
o "casamento" homossexual.
Mas
Soros também pagou a duas organizações para trabalharem no sentido de
conseguir "a adesão dos bispos individuais" para estes começarem a
mostrar mais apoio público a "mensagens de justiça racial e
económica" e também para asssegurar um grupo de bispos "alinhados com o Papa".
Parte
do plano de Soros, de acordo com o documento vazado, foi para um dos
seus grupos de beneficiários ajudar a planear o Terceiro Encontro
Mundial dos Movimentos Populares, a convite do Papa Francisco. O Vaticano organizou a conferência para se "associar com movimentos e organizações sociais".
Apesar
da importância destas informações, a maioria das notícias sobre as mesmas são em Inglês. Parece que os grandes meios de comunicação franceses e francófonos são uma Inquisição, empenhada em proteger esta santíssima trindade Soros - Obama - Clinton...
Se o diabo se esconde hoje nas dobras
da alva batina papal, a sua omnipresença também lhe permite fazer-se esconder pelos obedientes donos dos media!
George " O Flagelo das Nações" Soros, tem ascendência judaica (o que é sempre usado pelos anti-semitas) mas foi um colaboracionista nazi:
E assim vamos: depois de terem sido expulsos outrora - ao que parece - do Templo de Jerusalém a golpes de chicote, os mercadores romanos itinerantes pegaram nos seus ídolos domésticos para converterem o Vaticano, e já puseram o pé em terras do Novo Mundo. Qualquer semelhança entre estes negócios e o Christ(ie)’s Auctions & Private Sales, será, naturalmente, mera coincidência!