domingo, 18 de agosto de 2013

TOLERÂNCIA ZERO para o Terrorismo!

A boa vontade e o desejo de paz dos islamistas é proverbial... Aqui com mais detalhe, e no vídeo seguinte, o amigo Sayed Hasan Nasralla, do grupo terrorista Hezbollah, reafirma que "Israel é um tumor canceroso":


Enquanto isso, em Israel tratam-se tumores cancerosos de facto, sem olhar a nacionalidades, religiões, etnias ou convicções; mas adiante:

Já imaginou o que é viver diariamente debaixo de ataques terroristas vindos de Gaza, da "Cisjordânia" de dentro do próprio Israel e de todo o mundo islâmico? Viver debaixo do ódio cego de milhões e milhões de indivíduos como este? Já! Decerto que já imaginou, se tem andado aqui pelo planeta Terra e tem estado a par das acções da Al-Qaeda e de outros grupos terroristas islâmicos.

Uma leitora isabelina acusava-nos aqui há tempos de não apresentarmos soluções para  problema do terrorismo global islâmico, recomendando-nos que aprendêssemos antes a aceitá-lo, para assim exercermos o dever ocidental de "respeitar as outras culturas, diferentes porém igualmente válidas".




Como temos um mau-feito de todo o tamanho, não achamos muito boa ideia "aceitar" que os terroristas rebentem com o Mundo Livre todo, que cometam todas as atrocidades que lhes apeteça, que tomem as mulheres "infiéis" como escravas sexuais (como já exigem abertamente em manifestações, aqui mesmo na Europa), que instituam a Sharia, etc... Feitios...


Uma das soluções capazes de suster o terrorismo e as provocações islamistas na nossa terra será tratar os terroristas como... terroristas. Alguém teve coragem de o dizer abertamente, assim como quem diz que o rei vai nu! E vai! O artigo completo e original está aqui, e merece atenção. Ehud Tokatly afirma sem rodeios que os terroristas devem ser tratados como piratas.

Aqui vai:
O paralelo histórico para as organizações terroristas de hoje são os piratas, que foram definidos na época do Império Romano como "inimigos da Humanidade". 
O Direito Internacional paralisa hoje as nações civilizadas na sua guerra contra o terrorismo. 
O ex-Chefe do Supremo Tribunal de Justiça de Israel, Aharon Barak afirmou uma vez: "Estamos a lutar contra terroristas com os braços amarrados atrás das costas. Mas, na minha opinião, os falsos liberais que alertam para que 'não devemos descer ao nível do inimigo', são pretenciosos, hipócritas e racistas.

Poucos de nós sabemos que as bases mais antigas do Direito Internacional visam supostamente fortalecer, e não enfraquecer, a guerra contra o terrorismo. O paralelo histórico de organizações terroristas de hoje são os piratas, esses bandos de salteadores que instilam medo no coração de passageiros em terra e mar, e foram definidas na época do Império Romano, como "inimigos da Humanidade".

Na Declaração de Paris de 1865, os poderes políticos declararam os piratas como criminosos. As Convenções das Nações Unidas de 1958 e 1982, definiram a pirataria como um crime internacional. A finalidade e o método de terroristas de hoje são idênticos aos dos piratas.

Isso significa que, pelo facto de eles lutarem contra a própria Lei, não têm direito à protecção oferecida aos cidadãos do país, ou à protecção do Direito Internacional. É por isso que a lei internacional permite que qualquer pessoa em qualquer lugar ataque, capture ou mate os piratas. A adesão e apoio a uma quadrilha  de piratas, exclui automaticamente os sujeitos da lei e priva-os de todos os seus direitos legais .. 
O advogado Douglas R. Burgess Jr. (The Dread Pirate Bin Laden, Assuntos Jurídicos, 2005) argumentou que, como a pirataria, o crime de terrorismo deve ser "definido e proibido internacionalmente, de modo que os terroristas sejam incluídos na lista de inimigos todos os Estados. Consequentemente, a mesma lei deve aplicar-se a todos aqueles que lhes ofereçam abrigo, e que assim também serão considerados criminosos e inimigos de toda a Humanidade".

Seja qual for a acção a ser tomada, a guerra contra o terrorismo será considerada legal.

Os terroristas devem entender que se violam qualquer lei, a lei deixa de existir para eles e já não lhes pode fornecer protecção. Se eles intencionalmente atacarem civis, eles devem entender que a parte contestada também pode atacá-los. Se eles sequestram pessoas para resgate, eles precisam entender que os seus próprios civis pacíficos também serão tomados em troca.


Por falar nisso, quem participa numa manifestação de apoio do Hezbollah, ao Hamas, à OLP ou a qualquer outra organização terrorista, tem que entender que ele ou ela vai tornar-se um alvo legítimo para a sua remoção ou prisão.
 
A Comunidade Internacional deve mudar as regras para os terroristas, e começar a agir contra eles e as suas comunidades, usando os seus métodos. Esta não é apenas uma coisa justa e moral a fazer, é também uma política legítima com base nos fundamentos do Direito Internacional.

Juristas dos países ocidentais em geral e de Israel em particular, devem parar de proteger os inimigos da Civilização e do Direito, e dedicarem as suas competências para a defesa da sociedade livre que os alimenta.

- Ora assim é que é falar! Esperamos que a isabelina leitora fique esclarecida, que haja mais gente a ler este artigo seminal e a acordar para vida, e que em particular Israel deixe de uma vez por todas de dialogar e tentar a paz com quem apenas almeja uma coisa na vida: a destruição do Estado Judaico!
Com terroristas só há uma política: TOLERÂNCIA ZERO!


Quando o terrorista global Osama bin Laden foi eliminado, eu mesmo testemunhei a ira descontrolada de muçulmanos meus conhecidos, bem como dos comunistas portugueses. Em Londres foi como o vídeo abaixo mostra. Estas pessoas são hóspedes do Reino Unido, 80% dos 50 milhões de muçulmanos europeus não trabalham, odeiam.nos com o ódio que vemos abaixo, e apoiam maioritariamente o terrorismo islamista. É inconcebível que o Mundo Livre admita sequer a presença desta gente que se regozija de cada vez que os "infiéis" são chacinados, como por exemplo nos atentados da Al-Qaeda em Londres, a 7 de Julho de 2005.

2 comentários:

  1. "Se eles sequestram pessoas para resgate, eles precisam entender que os seus próprios civis pacíficos também serão tomados em troca". Isso não é obra de Deus. “Nossa tarefa é nos libertarmos… aumentando nosso círculo de compaixão para abraçar todas as criaturas vivas e toda natureza e sua beleza”. (Albert Einstein)

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    1. O parágrafo inteiro é:

      «Os terroristas devem entender que se violam qualquer lei, a lei deixa de existir para eles e já não lhes pode fornecer protecção. Se eles intencionalmente atacarem civis, eles devem entender que a parte contestada também pode atacá-los. Se eles sequestram pessoas para resgate, eles precisam entender que os seus próprios civis pacíficos também serão tomados em troca.»

      E o parágrafo faz parte de um texto, e o texto refere-se a uma situação de guerra global.

      Os nazis também costumam apelar à democracia para reivindicarem o seu direito de pugnar pela destruição da mesma.

      Os terroristas islâmicos exploram o nosso respeito pela Liberdade e pelos Direitos Humanos para os destruírem.

      Só podemos exigir dos outros o que nós mesmos fazemos.

      J.J.

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