quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Escola pública adota manual escolar que diz que "Maomé é o Mensageiro de Deus"


Via Fox News

Oficiais escolares na Florida defendem um manual de história que declara que Maomé é o "Mensageiros e Deus" após críticos acusarem um grupo islâmico de lançar uma jihad de forma sub-reptícia.





O manual (Prentice World History) do 9º ano inclui um capítulo de 36 páginas dedicado ao Islão, dedicando no entanto 0 (zero) capítulos e 0 (zero) páginas à Cristandade ou ao Judaísmo.



O manual descreve Maomé como sendo "o mensageiro de Deus" e afirma que a jihad é um dever que todos os muçulmanos devem seguir. Contém também extensos excertos do Alcorão, mas 0 (zero) da Bíblia ou da Torá. Apesar de afirmar que Maomé era de facto o mensageiro de Deus, a única referência a Jesus Cristo é de que "alguns acreditavam que ele era o Messias", não fazendo referência à sua natureza divina, nem à crença cristã de que ele era o filho de Deus. E embora fale da sua crucifixação, não menciona a sua ressurreição.



A escola já defendeu o manual afirmando que "uma análise de um manual não revela o que os alunos aprendem ao longo do seu percurso curricular" e que as origens do Cristianismo e Judaísmo são estudadas no 6º ano, notando ainda que o livro já é usado há 3 anos e sem queixas - até agora.

Outros pontos de polémica no manual são a utilização de adjetivos como "massacres" para descrever batalhas religiosas envolvendo Cristãos ou Judeus e a utilização de adjetivos mais inócuos, como "ocupação", para descrever batalhas e invasões perpetradas por muçulmanos (já sabem, em 711 não fomos "invadidos" nem "massacrados", fomos sim "ocupados", tipo "Occupy Wall Street". "Invasão" e "massacre" foi o D. Afonso Henriques 400 anos mais tarde, quando lutou para reconquistar a Península Ibérica), dizendo ainda que "os povos locais aceitaram de bom grado o Islão como a sua nova forma de vida" (propaganda no seu melhor! Pelágio, Carlos Martel, Carlos Magno e mais uma série deles, começando pela própria tribo de Maomé que nunca o reconheceu como profeta de Deus, devem estar a rebolar nos túmulos...).

 Ainda segundo o manual, na Lei Islâmica (sim, "Lei Islâmica", aparentemente "sharia" tem uma conotação muito negativa portanto nade de chamar os bois pelos nomes) as mulheres são equivalentes espirituais dos homens, embora tenham papéis e direitos diferentes (ok, em vida têm direitos diferentes mas não faz mal porque no Além são iguais, isto apesar de Maomé ter dito que tinha visto o Inferno e a grande maioria dos ocupantes eram mulheres, que lá tinham ido bater com os costados por se recusarem a obedecer aos maridos).




Susan Aspey, porta-voz da empresa responsável pelo livro, disse que o manual é "equilibrado".

"A Pearson e os seus autores aderem aos mais elevados padrões editoriais quando da criação de manuais escolares, os quais passam por um rigoroso processo de revisão. Uma análise do livro revela que existe uma atenção igualmente dividida dada às crenças Islâmicas, Judaícas e Cristãs."

William Saxton, diretor da organização Citizens for National Security (Cidadãos para a Segurança Nacional), testemunhou perante o conselho directivo da escola em como o manual reescreve e branqueia a história islâmica e apresenta uma versão tendenciosa e incorreta da fé muçulmana.

"Estão a promover o Islão às custas do Judaísmo e Cristianismo. Fiquei estupefacto ao ver a propaganda pró-islâmica que se encontra presente neste livro". William acredita ainda que isto foi deliberado e coloca as culpas numa organização anteriormente conhecida por Council on Islamic Education (Concelho para Educação Islâmica). O grupo trabalha com oficiais de educação para produzir capítulos para manuais escolares americanos, sendo que hoje em dia adotou o nome Institute on Religious and Civic Values (Instituto para Valores Cívicos e Religiosos). O seu fundador, Shabbir Mansur, é um dos académicos listados no polémico manual.

Em 2001, Mansur foi entrevistado no jornal californiano OC Weekly , respondendo a críticas feitas pela antiga Segunda-Dama Lynne Cheney, que lamentou a quantidade de tempo dedicado por escolas americanas a ensinar outras culturas que não a Americana, o que ela descreveu como "falta de compromisso para com a cultura Americana". Mansur levou estas críticas como ataque pessoais e respondeu dizendo que passou os últimos 11 anos a efetuar "uma evolução sem sangue, promovendo um cada vez maior destaque a outras culturas e fés - incluindo o Islão - no ensino básico e secundário americano".

Saxton disse que suspeita da organização de Mansur e questiona o porquê da mudança de nome.
"Estas pessoas estão dedicadas a colocar esta linguagem nos manuais escolares. O novo nome da organização parece benigno e nada islâmico, mas continua a ser gerida pelas mesmas pessoas com as mesmas ideias".

Saxton referiu ainda que estão a receber queixas semelhantes de pais noutras zonas do país - manuais de escolas públicas que beneficiam o Islão em detrimento de outras religiões.

"É uma forma de jihad sub-reptícia. Jihad não é só rebentar edifícios, também se apresenta de formas mais subtis. Começo a perceber que uma das formas de ameaçarem o nosso estilo de vida é através das nossas crianças. Os islamistas querem capturar os corações e mentes das nossas crianças".

Desde 2009 que a organização de Saxton lançou uma campanha contra o que acreditam ser tendências pró-islâmicas em manuais escolares americanos. Ele afirma que já foram encontrados 80 manuais escolares que promovem abertamente o Islão. O ano passado conseguiram que um livro de teor semelhante fosse retirado de uma escola em Palm Beach County.

Saxton afirma ainda que o manual em questão se encontra cheio de erros, em particular a descrição de jihad, que é descrita como um dever muçulmano e uma forma de defender a sua fé.

"Grupos islâmicos violentos usam a jihad há séculos. O 11 de Setembro foi um exemplo de jihad como terrorismo, não como auto-defesa. Foram declaradas jihads centenas de vezes com o objetivo de lançar violência contra cristãos, judeus e outros muçulmanos".

O manual afirma ainda que "os muçulmanos consideram os judeus e cristãos como sendo 'Pessoas do Livro' [grupos que receberam revelações de Deus, referindo-se ao Talmude e à Bíblia. Maomé era analfabeto, as revelações foram passadas oralmente e o primeiro Alcorão foi escrito mais de 100 anos depois da morte de Maomé, daí a referência ao Livro]". Segundo Saxon, "Judeus e Cristãos têm muito poucas das liberdades e direitos permitidas aos Muçulmanos. Historicamente, Judeus e Cristãos têm sido submetidos a violência e assassinato por parte de Muçulmanos"

"Na melhor das hipóteses, o livor é confuso. Na pior, é intelectualmente desonesto. No Egito, tal como noutros países árabes, as mulheres não podem trabalhar em empresas privadas já que o seu lugar é em casa. No Irão, a lei sharia condena mulheres adulteras à morte por apedrejamento".


Vou terminar com uma citação atribuída a Lenine:

"Give me four years to teach the children and the seed I have sown will never be uprooted."
"Deem-meq uatro anos para ensinar as crianças e a semente que eu semear jamais será arrancada".

1 comentário:

  1. Na Noruega já há escolas islâmicas onde se defende a decapitação dos alunos que não observem o jejum do Ramadão.

    Allah Akhbar, como dizia a outra :(

    I.B.

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