quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Na minha casa mando eu!

A Suíça já tinha limitado a construção de minaretes. Sob o argumento cristalino e irrebatível de que nas terras muçulmanas eles não podem ir construir igrejas.

Agora, a Suíça volta a dar o exemplo, ao limitar a acção dos requerentes de asilo político. 

"A Suíça tem o maior número de requerentes de asilo per capita da Europa (um em cada 332 habitantes, contra um em cada 625 habitantes na Europa) e tem neste momento cerca de 48 mil pedidos para processar."
  Público

Com grande parte destes requerentes a chegarem do norte de África e do mundo muçulmano em geral, impõe-se cuidados. Os factos falam por si mesmos.

- Para começar, nunca se sabe quando é que um muçulmano vai sofrer a terrível síndrome da jihad súbita, como o Tamerlan Tsarnaev, que por estar zangado por causa de o Islão ser visto como violento, meteu duas bombas na Maratona de Boston para provar o contrário:




- Depois, porque os muçulmanos, estejam onde estiverem, tendem maioritariamente a apoiar o TERRORISMO, a BARBÁRIE e o ÓDIO AO OCIDENTE (que os acolhe e sustenta):

1 em cada 4 muçulmanos britânicos acham que os atentados de Londres foram justificados 
32% dos Palestinianos apoiam o assassínio de uma família israelita 
51% dos Palestinianos apoiam Osama Bin Laden 
A maioria  dos muçulmanos acha que o 11 de Setembro foi uma conspiração
1 em cada 3 estudantes muçulmanos britânicos advocam homicídios em nome do Islão
78% dos paquistaneses são a favor do apedrejamento de adúlteros, 83% são a favor da morte de apóstatas
1 em cada 4 turcos são a favor dos "crimes de honra"


- De um ponto de vista económico, os muçulmanos a viver na Europa já são mais de 50 milhões e 80% não trabalham nem pretendem jamais vir a fazê-lo, argumentando sem rodeios que isso é bom para os infiéis. A guerra demográfica do Islão contra o Ocidente é deliberada.




- O ambiente social provocado pelos muçulmanos na Europa é insustentável. Um entre muitos exemplos é o das escolas. Nesta escola da Alemanha, onde a maioria dos alunos já são muçulmanos, ensinar tornou-se impossível. Os muçulmanos vão à escola apenas para garantir que as famílias continuem a ser sustentadas pelo Estado. O comportamento desumano e brutal tornou a vida dos alunos normais e dos professores um inferno, com perseguições e espancamentos rotineiros. Os alunos muçulmanos gabam-se de matarem quem quer que se atreva a opor-se-lhes:



 - Não menos grave é por exemplo a islamização geral da Sociedade, com os muçulmanos a imporem regras tais como a decapitação de quem não cumpra o jejum do Ramadão. Aqui é na Noruega:




- A onda de violações cometidas por muçulmanos não é menos preocupante. Na Suécia, outrora paraíso da liberdade sexual, a chegada dos muçulmanos coincidiu com um aumento de 500% de violações ao ano. 1 em cada 4 mulheres será violada, segundo os números actuais. O supremacismo islâmico vê as mulheres infiéis como sua propriedade.




- As mulheres, no Islão, são quem mais tem a perder. Os muçulmanos não mudam de mentalidade por viverem no Ocidente. pelo contrário, o supremacismo islâmico vê o resto do mundo como terra a «salvar do pecado». O que nós vemos como bom (igualdade entre os sexos), eles vêem com repugnância:




- Na Europa os muçulmanos tendem a estabelecer os seus guetos, onde as leis nacionais não têm efeito, e onde eles ditam as leis. O Londristão já é um triste exemplo disso:


- Conquistas civilizacionais como os direitos dos animais, são flagrantemente contrariadas por práticas como o modo de abate "halal" (à muçulmana), que provoca deliberadamente sofrimento aos animais para lhes "realçar o sabor". Isto está a acontecer na Europa agora mesmo:




- Como se não fosse suficientemente grave, as violações de mulheres não vêm sozinhas. O Islão permite que as «infiéis» sejam escravas sexuais. Mas também permite o sexo com crianças tão novas quanto 1 ano de idade. Chegados ao Ocidente, muitos muçulmanos acham normal violar crianças. No Reino Unido tem sido uma praga:




- Agora tenha cuidado, porque as imagens são extremamente chocantes (se é que as anteriores não foram). A decapitação dos «infiéis» é uma prática aceite no Islão, e corroborada pelo Alcorão (o próprio Maomé matou que se fartou). Aqui em baixo é no Daguestão. Noutro dia foi no Reino Unido (com grande alegria dos islamistas radicais como o Sr. Choudary, líder islamista que vive à custa dos britânicos)! Ter desta gente por cá, será agradável?



- Não podemos estar aqui o resto do dia a dar exemplos. Vá descobrindo por si mesmo em sites como o observatório da guerra santa islâmica (www.jihadwatch.org) ou a religião da paz (www.thereligionofpeace.com). Nem todos os muçulmanos são assim, sem dúvida! Na Turquia, no Egipto, na Tunísia, muçulmanos aos milhões pedem liberdade e democracia. Mas para jogar pelo seguro, a Suíça resolveu exercer o direito de mandar em sua casa!

A propósito: durante o mês do Ramadão, o balanço provisório de vítimas da "religião da paz" é de 306 ataques terroristas, 21 países atingidos, 5 religiões atingidas, 1548 feridos e 2878 mortos. Mas as contas estão em actualização. No mesmo período, nenhuma outra religião feriu ou matou ninguém.

A terminar, e para entender o Islão sem paninhos quentes:


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