quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Filo-Muçulmana

Quem manda no filo-muçulmano "Público"?

«Novo Dicionário do Islão», de Margarida Santos Lopes

 

«É interessante que os terroristas que alegam ser motivados por uma ideologia

religiosa ignoram frequentemente o que é o Islão.»

Jessica Stern

Este Dicionário do Islão, mais completo, actualizado do que a primeira edição, publicada em 2002, tenta dar algumas respostas apresentando palavras, figuras e histórias que moldaram, e ainda definem, a fé «revelada por um arcanjo», em 610 da era cristã, a um mercador a quem foi dado o nome até então invulgar de Muhammad (Maomé). Contém mais palavras, figuras e histórias mas mantém o objectivo: contribuir para descodificar uma religião que nasceu há 1400 anos – em 610 da era cristã –, mas ainda provoca desconfiança.
Nestas páginas, Islão (fé) não é igual a islamismo (ideologia); e os islamitas (crentes) nem sempre são islamistas (combatentes da jihad). Para alguns, o termo “islamista” é uma heresia linguística, mas este livro preocupa-se mais com o neologismo que caracteriza o medo e a discriminação dos muçulmanos: «islamofobia». Por isso, segue as recomendações de respeitados «islamólogos», como a muçulmana Dalia Mogahed e John Esposito, que não confundem uma maioria silenciosa e devota de 1200 milhões de fiéis com uma minoria ruidosa e fanática, que continua a matar em nome do seu profeta, Maomé, e de Deus/Allah.



Margarida Santos Lopes é redactora principal do diário Público onde trabalha desde a sua fundação, em 1989, e onde foi, durante nove anos, editora da secção Internacional/Mundo. Formada na Escola Superior de Meios de Comunicação Social, em Lisboa, iniciou a carreira de jornalista, em 1979, na antiga agência noticiosa ANOP. Trabalhou depois na Notícias de Portugal (NP) e na Lusa. Segue desde há 30 anos Israel e o mundo árabe e muçulmano (com reportagens na Argélia, Egipto, Iraque, Irão, Jordânia, Líbano, Marrocos, Omã, Palestina, Síria e Turquia). Ganhou o Prémio Norberto Lopes, da Casa da Imprensa, no biénio 1992-93, por uma série de artigos intitulada «A Paz no Médio Oriente», depois do reconhecimento mútuo Israel-OLP. Além de Dicionário do Islão, Palavras, Figuras e Histórias, é também autora de Arafat – A Pedra que os Palestinianos lançaram ao Mundo (Público, 2004).



Foi esta senhora que entre outras coisas publicou este mapa delirante num artigo abjecto no Público: O carimbo MENTIRAS é do Philipe Assouline; ela publicou-o como sendo verdade:


 É por estas e outras que o Público lava o terror islâmico mais branco que o Omo!

A contabilidade do terrorismo que a "minoria que não percebe o Islão" pratica, é, só em mortes, mais num ano do que a Inquisição conseguiu em 350. O site www.thereligionofpeace.com, entre outros, demonstra que as assertivas da islamófila Margarida são BULLSHIT! E temos os espancamentos de mulheres, os casamentos de homens adultos com crianças (e consequentes violações e consequentes mortes) , a mutilação genital feminina, os apelos generalizados à jihad (guerra santa) contra os infiéis, a decapitação de infiéis, apóstatas, homossexuais, pessoas que cometeram o pecado de dançar ou ouvir música, etc.; as perseguições, as torturas, a aspiração ao califado global, o racismo e o supremacismo islamista, etc., etc., etc..

2 comentários:

  1. "maioria silenciosa"... pois... isso é que é um mito; e se não é intolerante é porque já não é muçulmana...

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    1. O silêncio da maioria está dependente da situação. Terroristas islâmicos derrubam o World Trade Center? Silêncio. Um jornal publica cartoons de Maomé? Protestos na rua, violência e ameaças de morte aos cartoonistas.

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