domingo, 30 de agosto de 2015

Padre iraquiano: "Estado Islâmico é a verdadeira face do Islão"

O discurso da Imprensa e dos políticos é de que os "migrantes" que abordam as costas europeias são todos uns coitadinhos.  Não é verdade! Muitos são terroristas islâmicos, como este terrorista do ISIS, que foi fotografado quando entrou na fronteira da Macedónia como refugiado, dissimulado no meio de tantos outros.

Trazemos hoje o testemunho de alguém que está no terreno e passa pelo que as outras vítimas do chamado "Islão radical" passam. Aqui na Europa, quem se atreve a dizer o mesmo, é levado à barra do Tribunal. É o que está a passar-se com o Pastor James McConnell no Reino Unido, que declarou que a religião islâmica é maléfica.
NINGUÉM SE RALA COM AS VÍTIMAS DOS ISLAMISTAS. TODA A SOLICITUDE VAI PARA OS COLONOS QUE OS ISLAMISTAS PARA CÁ MANDAM, COMO MANDARAM EM 1920 PARA COLONIZAR ISRAEL.


PADRE CALDEU ADVERTE: "O CANCRO ESTÁ À VOSSA PORTA"
O sacerdote católico caldeu e ex-pároco da paróquia de Mar Eliya, em Bagdadpadre Douglas Al Bazi Joseph Shimshon, que agora exerce o seu ministério em Erbil (capital do Curdistão iraquiano), foi convidado do Encontro para a Amizade entre os Povos, organizado pelo movimento católico Comunhão e Libertação, que acontece em Rimini, Itália, todos os anos desde 1980, na comuna de Emília-Romanha.
A sessão deste ano teve lugar entre 22 e 28 de Agosto. Tal como tantos outros prelados lúcidos, confrontados com o Islão no Médio-Oriente, o padre Al-Bazi rompe com a cegueira dos políticos e também de muitos religiosos e ocidentais, e lança-nos um aviso que deve ser levado a sério ...
No domingo, 23 de Agosto, durante o grande Encontro Cristão de Rimini, que também atrai grandes personalidades do mundo político e económico, o padre Douglas Al Bazi Joseph Shimshon, natural de Bagdad e que agora oficia para os refugiados em Erbil, no Curdistão iraquiano, alertou os italianos e os europeus: "Aqui em Itália, os muçulmanos vivem entre vós e coabitam convosco. Mas quando é ao contrário, quando são os cristãos entre os muçulmanos, a coabitação é impossível."
Ele mesmo sofreu os abusos de muçulmanos, foi sequestrado e torturado durante nove dias, e agora está a trabalhar com outros refugiados cristãos que fugiram do avanço do Estado Islâmico. O padre Al-Bazi sabe do que fala.
O Estado Islâmico é a verdadeira face do Islão.
Os muçulmanos radicais do ISIS (Estado Islâmico) fazem o mesmo que Mohammed fez há 1.400 anos. "Os muçulmanos moderados provavelmente já não existem no Iraque", disse o pároco de Erbil, advertindo que as futuras gerações islâmicas serão provavelmente ainda piores.

Confrontado com o afluxo de muçulmanos, que vimos a rejeitarem os pacotes da Cruz Vermelha na fronteira da Macedónia com o pretexto de que eles não eram halal, o padre católico adverte os europeus:
"O cancro está à vossas porta. Eles vão destruir-vos.
"[...]" Nós, cristãos, somos o único grupo a ter visto a face do mal, o Islão", alertou mais uma vez o padre Al-Bazi. "Orem pelos meus irmãos, ajudem-nos, salvem-nos", pediu aos presentes, porque "o que acontece com o meu povo é um genocídio, e o único que o reconhece é o Papa Francisco".
"O CANCRO ESTÁ À VOSSA PORTA! ELES VÃO DESTRUIR-VOS!"

Os idolatrados Hamas, Hezbollah ou Autoridade 'Palestina', são a mesmíssima coisa que o ISIS, a Al-Qaeda ou o Boko-Haram. Só que estes últimos atacam-nos também a nós, não apenas a Israel.

Discordamos que os cristãos estejam a ser o único grupo a ver a face do Mal. Os yazidis, os curdos, os judeus, e basicamente todos os não muçulmanos e todos os muçulmanos realmente moderados, estão a ser alvo, todos os dias, da fúria da jihad islâmica. O terror é maior no Médio Oriente, mas ocorre um pouco por todo o Mundo. Basta seguir os acontecimentos nos media alternativos (ver na nossa barra lateral O TERRORISMO GLOBAL) e verificar a macabra contabilidade em sites como A Religião da Paz (que tem a opção de Língua Espanhola, para quem esteja menos à vontade com o Inglês).

O padre François Murad foi das primeiras vítimas globalmente faladas do Estado Islâmico. Foi decapitado pelos islamistas do ISIS, sob os urros de alegria de uma multidão de... "moderados":

   

Nessa altura, como agora, o discurso oficial dos políticos, dos jornalistas, dos analistas, dos clérigos na sua generalidade, é que se trata de "actos isolados de alguns fanáticos". Actos isolados que vitimam em média 11 cristãos por hora!

Já alertámos os nossos leitores de que está em curso uma invasão.Os "migrantes" não vão para os países islâmicos - alguns deles riquíssimos. Eles são enviados da Líbia para a Europa pelo próprio ISIS, para nos destruírem por dentro.

Chegam bem alimentados, felizes, prontos a juntarem-se aos mais de 52 milhões de colonos muçulmanos que já estão a parasitar e destruir a Europa. 

No post Os Cagalhões Desprezíveis partilhámos o testemunho de uma francesa que vive numa área já dominada pelos "migrantes". Esta é uma filmagem da alegria e animação que reinam num campo de "refugiados", na Hungria, onde se grita a plenos pulmões a proclamação supremacista e terrorista de Allah Akbar:



Na série de posts intitulada A Invasão Que Eles Escondem, demos um la-mi-ré de toda esta desgraça. Aconselhamos os leitores a consultarem a nossa secção GUERRA DEMOGRÁFICA. E lembramos que este blogue está longe de ser exaustivo. É um pequeno esforço de consciencialização, para que cada vez mais gente acorde e olhe para o exemplo de Israel, cercado e infiltrado por terroristas e bárbaros islamistas.

LEIA OU RELEIA:

A Invasão que eles escondem - 1

A Invasão que eles escondem - 2

A Invasão que eles escondem - 3

A Invasão que eles escondem - 4 

 A Invasão que eles escondem - Conclusão

 

 Descubra as diferenças entre os nazis e os terroristas islâmicos:


JÁ PERCEBEU?

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Cai a Máscara do Anti-Sionismo

Corbin e outros membros da extrema-esquerda sentem a vida vazia quando as coisas melhoram. Como já não podem protestar contra o apartheid na África do Sul, inventam outros protestos.

Cai a Máscara do Anti-Sionismo
Aby Ben Cohen / JNS.org

No primeiro sábado de Setembro a selecção nacional de futebol de Israel jogar em Cardiff, capital do País de Gales, numa qualificação crucial para o Campeonato Europeu do próximo ano, em França. Como se está a tornar norma quando atletas israelitas viajam para o exterior, a equipa enfrentará protestos fora do campo, liderados por activistas que acreditam que Israel não tem o direito de competir internacionalmente.
Um dos palestrantes agendados para o comício anti-Israel fora do estádio de futebol é Jeremy Corbyn, um membro de extrema-esquerda do Parlamento do Reino Unido, eleito pela oposição Trabalhista, e, mais importante, o principal candidato na batalha pela liderança daquele partido.
Se Corbyn ganhar a corrida, desencadeada pela renúncia do ex-líder Ed Miliband, na sequência do seu fraco desempenho nas eleições gerais do Reino Unido no início deste ano, teremos um apoiante entusiástico do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) à frente de um dos mais augustos partidos de esquerda da Europa.

 Hippie velho não aprende nada

Corbyn é um padroeiro da Campanha de Solidariedade
pró-Palestina BDS do Reino Unido, que é bem conhecida pela sua orientação anti-semita e contra Israel, através das suas constantes comparações do Estado judeu com a Alemanha nazi e com a época do apartheid na África do Sul. Mas isso, sem dúvida, é o de menos.
Durante a última semana, Corbyn tem sido confrontado nos meios de comunicação sobre as suas ligações com um negador do Holocausto, sediado em Londres e activista da "solidariedade com a Palestina" chamado Paul Eisen. No passado, Corbyn defendeu Ra'ed Salah, líder do Movimento Islâmico em Israel, apesar do endosso de Salah ao libelo de sangue anti-semita e da sua afirmação de que os judeus foram avisados ​​com antecedência das atrocidades terroristas da al-Qaeda a 11 de Setembro de 2001.
Quando Salah entrou numa disputa legal com as autoridades britânicas durante uma estadia prolongada no Reino Unido, Corbyn pediu um inquérito parlamentar sobre a influência do "lobby pró-Israel" na política do governo. Esta sinistra declaração foi feita depois de o CST, um corpo profissional e altamente respeitado que lida com a segurança da comunidade judaica do Reino Unido, ter fornecido elementos de prova dos pontos de vista tóxicos de Salah ao Governo.
Agora, Corbyn é quem aparentemente vai liderar o ataque contra a presença britânica da equipa que o futebol israelita, que, ironicamente, só joga nas competições europeias porque o Estado judeu foi expulso da Confederação Asiática de Futebol em 1974, graças ao diktat da Liga Árabe no boicote a Israel.

Um bonezinho à Lenine e um amor desmedido aos ditadores 
Desde sempre Corbyn é um entusiasta de ditadores, como o agora morto Hugo Chávez na Venezuela, e o ainda vivo Vladimir Putin na Rússia, pelo que não vai incomodá-lo que o boicote árabe tenha sido imposto por alguns dos piores violadores dos Direitos Humanos da História. Na verdade, ele não vai descansar até que Israel esteja completamente isolado, e não apenas no Médio Oriente, mas em todos os cantos do globo.

Não admira, então, que uma pesquisa do jornal Jewish Chronicle de Londres revele que quase 70 % dos judeus britânicos estão "preocupados" com a perspectiva de Corbyn vir a ser o líder do Partido Trabalhista, com uma esmagadora percentagem de 83 % expressando alarme na descrição infame que Corbyn faz do Hamas e do Hezbollah como "nossos amigos."

O que é que isto nos diz? Desde logo, que a grande maioria dos judeus britânicos não estão a "comprar" o absurdo que o anti-sionismo não é anti-semitismo, e de  que estes movimentos distinguem
entre judeus e israelitas.
Grande parte da multidão que vai apoiar as estrelas de futebol de Israel será composta por judeus britânicos que expressam a sua afinidade emocional e cultural com o Estado judeu. E porque eles se atrevem a fazer isso, serão perseguidos por uma multidão latindo slogans sobre supostos crimes de guerra e supostas ideologias racistas de Israel; uma multidão liderada por um homem que aspira a tornar-se primeiro-ministro da Grã-Bretanha.


Ideias de "vanguarda": Em 1992, Corbin fechou os olhos às redes pedófilas que actuavam no seu círculo eleitoral, alegando (ele e os seus camaradas) que os pedófilos "amavam as crianças" e estavam a "libertá-las sexualmente". Ver DAILY MAIL: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3181783/Did-Jeremy-Corbyn-try-protect-fellow-Left-wingers-implicated-paedophile-scandal.html.

Corbyn claramente não se sente excessivamente perturbado pela evidência de que anti-sionismo é anti-semitismo; quando o Jewish Chronicle lhe dirigiu uma série de perguntas, ele, em vez de pegar no telefone, como faria qualquer político que se importasse com os sentimentos da comunidade judaica, nomeou um porta-voz para responder por email.
Foi assim que os leitores ficaram a saber que "Jeremy" considera  "a negação do Holocausto vil e errada", embora em nenhum momento "Jeremy" condene qualquer dos negadores do Holocausto e e dos teóricos da conspiração (entre eles os seguidores de Lyndon Larouche, um líder americano de extrema-direita) com quem ele se tem associado. Corbyn pode tomar essa atitude relaxada porque sabe que os seus partidários consideram as acusações de anti-semitismo como uma mancha política sem importância. Este ponto de vista é comum entre os progressistas na América também.
Por outro lado, o termo "anti-sionismo", abraçam-no calorosamente, considerando-o como parte integrante da sua matriz de valores e metas progressistas, ao lado da oposição à austeridade política, do activismo ambiental, da "solidariedade" com os regimes "progressistas" no mundo em desenvolvimento, da hostilidade implacável a quaisquer acções militares levadas a cabo por governos democráticos, e assim por diante.
Apoiante confesso dos bandos terroristas Hamas e Hezbollah
Significativamente, a pesquisa do Jewish Chronicle inclui uma pergunta inteligente que os pesquisadores judaicos na América deveriam também fazer: "Como é que se sente quando um político se descreve a si mesmo como 'anti-sionista'?". O jornal revelou que "mais de 44 % dizem pensar 'sempre' que tal declaração significa realmente "anti-semita", com mais de 27 % dizendo que 'muitas vezes' acham que essa afirmação  é anti-semita na sua intenção."
"No total, quase 90 % dos judeus sentem que 'anti-sionista' é usado pelos políticos como eufemismo para 'anti-judeu'."
Devagar, devagar, assistimos à queda da máscara: o anti-semitismo tem-se disfarçado de anti-sionismo. Vimo-lo graficamente na Espanha esta semana, quando um festival de reggae desconvidou o cantor Americano-Judaico Matisyahu, depois de ele se recusar a condenar Israel. De forma encorajadora, o facto de que o festival voltou atrás depois de uma onda de protestos, restabelecendo o convite a Matisyahu, mostra que há muitos não-judeus que têm uma visão semelhante à dos judeus.

Temos de desmascarar os anti-sionistas como Jeremy Corbyn: absterem-se de ataques aos judeus enquanto judeus não é suficiente para os absolver da acusação de intolerância anti-judaica. Substituírem a palavra
"judeu" por "sionista", ou consorciarem-se com anti-semitas activos (e, em seguida, distanciarem-se deles se esses encontros se tornarem do conhecimento público), é um truque gasto, e eles até são mais espertos do que isso.
Crucialmente, entendemos que o alvo imediato dos ocidentais anti-sionistas não é Israel, mas os judeus que, nos seus próprios países, se identificam com Israel.
Antes de encerrar, eu deveria responder a qualquer leitor que se pergunte se Jeremy Corbyn poderá realmente acabar por ser o primeiro-ministro britânico. Dado que muitos especialistas estão a prever que o Partido Trabalhista se irá dividir se ele ganhar a liderança, e que o partido tem sido invariavelmente inelegível quando se inclina muito para a esquerda, é de pensar que as chances são pequenas. Mas, mesmo como líder da oposição, ele vai ganhar um púlpito com que só poderia ter sonhado há apenas uma década.

Ben Cohen, editor sénior de TheTower.org escreve uma coluna semanal para a JNS.org sobre assuntos judaicos e política do Médio Oriente. Os seus escritos foram publicados no Commentary, New York Post, Haaretz, The Wall Street Journal, e muitas outras publicações. Ele é o autor de  “Some of My Best Friends: A Journey Through Twenty-First Century Antisemitism”  (Critic Edition, 2014).

Deputado cristão sul-africano arrasa BDS


Nazis do BDS levam a pior com Matisyahu


Vimos recentemente como a organização antissemita BDS mostrou a sua verdadeira face em Espanha, ao boicotar a presença do cantor Matisyahu num festival de reggae, por este ser judeu. 


A BDS recorre frequentemente à propaganda de estilo nazi, sem quaisquer escrúpulos. Uma das estratégias é acusar Israel de apartheid, e nem se coíbe de usar o Photoshop para produzir medíocres montagens de Mandela com um lenço à moda do terrorista Arafat, a dizer mal de Israel. Tão ridículo... 



De apartheid percebia também Martin Luther King, um homem de Paz, um herói e um grande Amigo de Israel...

Na falta de melhor, os neo-nazis da BDS inventam citações antissemitas e atribuem-nas às mais diversas personalidades - de preferência já falecidas, como é o caso de... Einstein! Para além de ridículo!!!

Pessoas de bem de todo o mundo estão a condenar a BDS. Se mais gente se chegasse à frente, o terrorismo, o Nazismo, as ditaduras - o Mal, enfim - não vingariam.


Deputado sul-africano: "Nada em Israel se assemelha a 'apartheid'"
O membro do Parlamento Sul-Africano Kenneth Meshoe manifestou-se contra a alegação dos activistas do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), de que Israel é um "Estado de apartheid".
"Há muitos cristãos que apoiam Israel, mas que não se manifestam ... Aqueles que sabem o que  apartheid realmente é, como eu sei, sabem que não há nada em Israel que se pareça com apartheid", disse Meshoe, que é o presidente da Partido Democrata Cristão Africano, ao Canal 10. E acrescentou que aqueles que apoiam Israel na África do Sul frequentemente se deparam com "intimidação".
A visão de que Israel é um estado de apartheid, disse ele, "é uma declaração política vazia que não detém a verdade. Em Israel pode ver-se a coexistência entre pessoas de diferentes cores, origens e religiões".
"O movimento BDS é uma verdadeira dor para nós, os que na África do Sul amamos a verdade. O movimento BDS não é um movimento democrático; eles são um movimento de intimidação, um movimento que pratica o ódio. As pessoas que não acreditam no ódio não devem permitir que o movimento BDS as impeça de fazer o que está certo", acrescentou Meshoe ao Jerusalem Post.
Meshoe fez os comentários no contexto de uma discussão sobre a recente controvérsia envolvendo a estrela do reggae judaica Matisyahu, que foi banido de um festival de música em Espanha devido à pressão da BDS pela sua recusa em aderir à exigência do festival de que apoiasse publicamente um Estado palestino, mas mais tarde, foi re-convidado.
Por: JNS.org

Os judeus escondidos da Etiópia


Aqui está a história dos orgulhosos judeus  que vivem na Etiópia, onde lutam para preservar a sua identidade, num ambiente de hostilidade e perseguição.

Há 2000 anos, na época da destruição do Segundo Templo judaico, um grupo de judeus fugiu para a Etiópia. Infelizmente, como o passar dos anos, eles experimentaram grande hostilidade e perseguição por parte dos seus vizinhos, e foram forçados a esconder-
se.

Este vídeo, parte de um filme de Irene Orleansky, conta a comovente história dos judeus da região de North Shewa na Etiópia. A sua própria existência é um milagre e a sua força é inspiradora.
Via UNITED WITH ISRAEL

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Apartheid e escravatura no Líbano não incomodam


Já se tornou impossível aos media oficiais esconderem a greve dos trabalhadores de limpeza, públicos e domésticos, no Líbano. Desde há meses que o mal-estar se acumulava. Houve quem tivesse feito greve de fome e até quem se tivesse suicidado.

Na generalidade dos países islâmicos, os não muçulmanos são cidadãos de segunda (se estiverem de passagem e com dinheiro para gastar), são cidadãos de terceira se lá viverem e pagarem a jizyiia* para poderem viver, e são escravos, se forem para lá trabalhar. Esta cultura supremacista e bárbara não entende o conceito de Direitos Humanos.

* Releia o nosso post 
«O escritor líbio Mojahed Busify explica que a Segurança Social que os sustenta é vista por eles com naturalidade, como a jizya. Chegam-se ao caixa do banco onde vão buscar o que nós lhes pagamos, e dizem-lhe: "Converta-se ao Islão ou mato-o!". O caixa paga-lhes e eles vão-se embora felizes da vida. É este o fosso civilizacional entre o Islão e o Ocidente, entre o século VII e o século XXI. É o entrevistado muçulmano que o afirma, não somos nós.»

E agora o caso no Líbano fica ainda mais feio, pois os terroristas do Hezbollah estão a manipular o protesto. As primaveras democráticas no mundo islâmico acabam sempre assim...

Este é um de milhentos casos de espancamento e tortura de trabalhadores estrangeiros no Líbano; mas nos outros países muçulmanos é igual ou pior:

 Se estas coisas acontecessem (impunemente ainda por cima, e com aprovação cultural e religiosa) na Europa, na América do Norte ou em Israel, não faltaria...

Nada disto incomoda a Amnistia Internacional,  ONU, os jornalistas ou os partidos políticos.

AS HABITUAIS ACUSAÇÕES A ISRAEL E A REALIDADE NO MUNDO ISLÂMICO

Os árabes em Israel podem ser TUDO. Gozam dos mesmos direitos de quaisquer outros cidadãos do país, sejam estes judeus, beduínos, arameus, drusos ou quaisquer outros. Os judeus, em boa parte dos países árabes, nem podem entrar.

Uma pessoa tem que "rir" quando ouve dizer que Israel é um Estado de apartheid. Quem já tenha dado umas voltinhas pelo Médio Oriente, pelo Paquistão, pela Indonésia, pelo Norte de África - pelos países islâmicos, em suma - sabe bem que as minorias religiosas/étnicas são tratadas, na melhor das hipóteses, abaixo de cão. E os cães, nesses países, são tratados abaixo de cão, coitados...

Nem é preciso irmos para casos extremos como o da Indonésia, onde os próprios polícias e militares fazem tiro ao budista ou ao cristão por divertimento. Em Timor Leste, durante um quarto de século, vimos como os colonos muçulmanos massacraram os nossos então compatriotas timorenses cristãos.

Nem é preciso irmos para casos extremos como o do Sudão, onde o Governo central mantém as milícias "janjaweed", ou "demónios a cavalo", dedicadas ao extermínio das populações não muçulmanas.

Ali bem coladinho a Israel, no Líbano, os chamados "refugiados palestinos", são mantidos em condições infra-humanas pelos seus irmãos de fé islâmica. 

Esses colonos muçulmanos da Terra de Israel, que saíram do país de livre vontade para permitirem aos exércitos islâmicos "atirarem os judeus todos ao mar", são impedidos de exercer a maior parte das profissões, são mantidos à margem da Sociedade e mantidos num estado de miséria perpétua, para efeitos de propaganda antissemita - leia-se para culpar Israel de uma decisão que foi deles. Até os massacres nos campos de Sabra e Shatilla, cometidos pelos falangistas cristãos libaneses, foram atribuídos a Israel. Uma obsessão global, que não cessa de nos intrigar...

Vejamos por exemplo esta notícia, de hoje:
Dois mortos em violação de trégua num campo palestino no Líbano

Foto de arquivo mostra terroristas da Fatah, no campo de Ain al-Hilweh, nas cercanias da cidade portuária de Sídon (AFP/Mahmoud Zayyat, File)
SÍDON, Líbano (AFP) - Duas pessoas foram mortas quando homens armados abriram fogo no maior campo de refugiados palestinos do Líbano, violando um cessar-fogo tenso, disseram fontes palestinas na quinta-feira.

    Uma fonte da facção palestina Fatah, disse que uma autoridade da Fatah e um civil foram mortos num tiroteio iniciado por "homens armados não identificados" em Ain al-Hilweh no sul do Líbano.


    Esta violação do cessar-fogo segue-se a vários dias de confrontos entre a Fatah e um grupo islâmico no acampamento.

    Autoridades palestinas disseram que o cessar-fogo continua em vigor apesar da violação e que contactos de alto nível foram feitos durante a noite para garantir que será respeitado.


    Ain al-Hilweh é, um campo superlotado pobre perto da cidade costeira de Sídon, lar de cerca de 61.000 palestinianos, incluindo 6.000 que fugiram da guerra na Síria.

    Por convenção de longa data, o exército libanês não entra nos campos de refugiados palestinos, ou seja, muitos transformaram-se em áreas sem lei.

Por convenção de longa data, o Líbano não permite que os árabes palestinos se tornem cidadãos.

NO LÍBANO OS "PALESTINOS" VIVEM EM CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO

Campo de concentração no Líbano: nem o apartheid da África do Sul era assim.
No Líbano, os "palestinos" são obrigados a viver em "campos" sobrelotados, onde não podem sequer construir edifícios ou repará-los. Quanto mais miséria, melhor! Para culpar Israel dá um jeitão! 

Os "palestinos" fugidos da Síria são encaminhados para esses campos de concentração. Quanto mais sobrelotados, melhor!

Os "palestinos" fugidos da Síria já não podem sair desses campos de concentração.

No Líbano, os "palestinos" são proibidos de muitas profissões, incluindo médicos, jornalistas, farmacêuticos ou advogados.

No Líbano, os "palestinos" não podem comprar terras.
 No Líbano, os "palestinos" não podem obter cidadania, nem por via do casamento.
No Líbano, os "palestinos" são impedidos pelo Exército de abandonar esses guetos. Como os nazis faziam aos judeus.

No Líbano, os "palestinos" são autorizados a matar-se uns aos outros e as autoridades libanesas nada fazem. 

No Líbano, os "palestinos" são efectivamente vítimas de apartheid. Mas o que interessa isso ao Mundo?...


 O QUE QUEREM OS INIMIGOS DE ISRAEL?


Boaventura Sousa Santos posa junto de um lenço do bando terrorista Hamas - que ele apoia, como qualquer iluminado que se preze.

Os nazis, os comunistas e os islamistas chamam a Israel uma teocracia, um Estado fascista, um Estado de apartheid.


PORQUÊ? Em que se baseiam para fazerem afirmações tão graves? 

Simplesmente em que Israel mantém a sua vontade de continuar a existir, como único Estado Judaico do Mundo e não oferece a sua soberania e não se deixa massacrar pelos invasores e colonos muçulmanos! 

Se não está dentro do assunto leia sff:
INVENTANDO A PALESTINA E OS PALESTINOS - PARTES 1, 2 E 3.



A encarnado, estão os países muçulmanos. É provável que não consiga ver Israel no mapa sem uma lupa. Está a amarelo.

Teocracias, Estados fascistas e de apartheid são os que fazem parte do imenso continente islâmico que cobre grande parte do nosso planeta. Mas isso não incomoda os detractores de Israel, que, como o grande Noam Chomsky do Mondego, o inefável  Boaventura Sousa Santos, até chama a Israel um "abcesso".

Então, é por demais evidente que o que move esta gente não é o amor aos colonos árabes ditos "palestinos", que são meros peões no seu jogo diabólico. O que move esta gente é o ódio a Israel. Os islamistas, por uma tradição de antissemitismo de 1400 anos. A extrema-esquerda, porque é anti-democrática, e Israel é a única democracia do Médio Oriente. E os nazis, por motivos óbvios.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Gaza Goza



 A Gaza para ocidental ver, e a Gaza das elites terroristas...


Um ano após a Operação-Protecção-Limite, que levou as Forças de Defesa de Israel a entrarem em Gaza e abaterem centenas de terroristas, o New York Times e o Washington Post (que, como a generalidade da Imprensa se estão nas tintas para o genocídio dos cristãos e outras minorias no Médio Oriente) foram a Gaza ver como estão as coisas.

Para o New York Times, os habitantes de Gaza (vulgo "palestinos") estão ainda a viver entre as ruínas das casas destruídas no conflito  (lembramos que os terroristas do Hamas usam casas de habitação e outras estruturas civis como bases, armazéns de armas e munições, e depósitos de escudos humanos). 

Não há dinheiro, não há trabalho e a reconstrução tarda:


"Um ano após a guerra, o povo de Gaza ainda vive entre as ruínas" - é a manchete do New York Times

De facto, os edifícios que serviam de quartel-general aos terroristas continuam destruídos. Porque as lideranças terroristas continuam a abotoar-se com todo o dinheiro que a Europa e os Estados Unidos enviam. E que é muito! Os terroristas recebem mais dinheiro por ano do que a Europa recebeu durante o Plano Marshall.  

Os colonos árabes que vivem sob autoridade israelita vivem bem e querem ser israelitas. Os que estão nos territórios ocupados pelos terroristas do Hamas e da AP (Autoridade 'Palestina') são mortos se não apoiarem o terrorismo. E vivem na miséria, caso não pertençam às elites!

O New York Times não diz que os edifícios destruídos eram bases de lançamento de mísseis, armazéns de armas e munições, quartéis dos terroristas.

Lembramos o post 


«Os meios de comunicação simplesmente espalham falsas imagens de Gaza, que lhes são fornecidas pelo reinante movimento terrorista Hamas.... Nenhum jornalista tem o direito de filmar sem estar sob vigilância do Hamas.

Ninguém nunca vê os belos 4x4 de luxo, os grandes hotéis, os centros comerciais, os parques de diversões, a Maratona de Gaza (vedada a mulheres, claro!), etc ...
São pagos  a cada habitante de Gaza € 2.200 por mês de ajuda " humanitária " por parte da comunidade internacional, de que a Europa é o maior doador! Não ria, porque é com seus impostos, os nossos impostos»

Por exemplo; esta é uma das "casitas" do líder terrorista Mammoud Abbas:

Mas ele e os seus comparsas têm muito mais destas "casitas". Têm mansões espalhadas pelo Mundo, jactos particulares, bunkers de luxo, de onde vêem, repimpados, as guerras que criam (temo-lo mostrado em fotos neste blogue). E têm bilionárias contas bancárias. Com o NOSSO dinheiro!

As elites terroristas desfrutam de vida regalada. Hotéis de 5 estrelas, restaurantes de luxo, jactos particulares, tudo do bom e do melhor, que pode ser visto em artigos como ESTE.


Mas será que TODO o povo de Gaza "vive entre ruínas"?

Esta é a manchete do Washington Post:


"A classe média da Faixa de Gaza desfruta de aulas de 'spin', jantares gourmet, praias privadas" - é a manchete doWashington Post

O artigo descreve como a pequena classe média de Gaza (afecta ao Hamas) vive uma vida de luxo: os restaurantes de sushi, os spas, os carros de luxo, as mansões à beira-mar, as caçadas, são privilégio deste sector da população.


A luxuosa 'villa' de Mammoud Abbas em Gaza. uma de muitas em todo o Mundo.

O povoléu é usado como escudo humano, a sua "escolaridade" são campos de aprendizagem do terrorismo, e é ensinado desde o berço que toda a sua miséria é culpa dos judeus. As elites jantam confortavelmente nos restaurantes de luxo, frequentam os ginásios high-tech, não fazem a ponta de um chavo e gozam do dinheiro que os contribuintes ocidentais para lá enviam.


O incêndio do Parlamento Alemão pelos Nazis é um exemplo clássico de como se manipula a opinião pública, culpando os inimigos pelos próprios erros.


Manter o povo na miséria é essencial para o manter revoltado. Contra Israel. 

A estratégia é velha. Hitler mandou incendiar o Parlamento para culpar os seus opositores. O regime Chavista venezuelano também culpa os "imperialistas americanos" dos males que a sua corrupção endémica provoca. os exemplos seriam imensos.

Os que  nos territórios sob administração dos terroristas do Hamas e da AP, abrem os olhos e ousam protestar contra a ditadura do terrorismo são executados sumariamente. Sob a acusação de "colaboração com Israel". Mas disso contamos voltar a falar em futuro post, que este já vai longo.

Os bilionários Khaled Meshal e Mammoud Abbas, terroristas do Hamas e da AP, respectivamente, em peregrinação a Meca.

Daryl Jones é uma ex-activista anti-Israel, que teve a coragem de reportar o que é a realidade em Gaza. As crianças são doutrinadas no ódio, são treinadas para bombistas suicidas, são geradas para morrerem aos caprichos de uma elite fanática: