segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Melanie Phillips diz TUDO

Gostávamos que houvesse alguém que se dispusesse a traduzir este magnífico discurso. Esta senhora, num fórum promovido pela organização HONEST REPORTING, disse tudo, em menos de uma hora, com uma assinalável capacidade de síntese. Disse o que nós andamos há quase dois anos a dizer. Mas melhor.




Nós fazemos a nossa parte, tentando explicar às pessoas de boa vontade que Israel não é o mau da fita. Mas a quem não quer perceber, não adianta explicar. Um caso flagrante é o do pró terrorista islâmico, comunista e antissemita Boaventura Sousa Santos, que tem um conhecimento teórico e idealizado do Mundo, e adopta as narrativas mitológicas de demonização de Israel e santificação do Islão. Com bestas de tal calibre, não adianta explicar. Ele é a imagem da Esquerda dos nossos dias, mais o Chico Louçã, o Partido Socialista (que tentou fazer aprovar na Assembleia da República um voto de condenação contra Israel por este se defender). e uma multidão de ignorantes e doentes da Síndrome de Estocolmo.

Lei islâmica Sharia chega à Grã-Bretanha

Apedrejamento por adultério, amputação por roubo, morte para os apóstatas, e condição de segunda-classe para cristãos e judeus. Esse é o modo de vida sob a lei islâmica Sharia, que vai tomando conta da Grã-Bretanha.
Vídeo da CBN http://www.cbn.com com legendas em português.

Quantos Judeus existem hoje no Mundo?



O coral religioso Maranata interpreta "Aleluia", um original dos israelitas Milk and Honey, que venceu o Festival Eurovisão em 1979.

Algo que costuma causar alguma confusão, é a definição de judeu. O Judaísmo é uma religião. Mas é também uma nação e uma cultura. Como por exemplo o Hinduísmo, que, sendo a religião maioritária e original da Índia, é também uma nação e uma cultura. A Índia é o berço das religiões Dármicas, como Israel é o berço das religiões Abraâmicas. 

A Índia é um Estado hindu, como o Japão é um Estado xintoísta e Israel é um Estado judaico. São-no pela tradição, pela cultura e pela História. Não deixam de ser democracias plenas por causa disso. Portugal e Espanha são países tradicionalmente católicos, com valores cristãos, com feriados religiosos no Natal, na Páscoa, e outros, sem que as pessoas de outros credos gozem de qualquer direito a menos que os católicos.


Não fazemos a mínima ideia sobre se António Sala tem ascendência Hebraica, nem isso importa para o tema em apreço. Ocorreu-nos apontá-lo como um exemplo de que em Portugal (como em Israel ou qualquer outra democracia), todos os cidadãos gozam dos mesmíssimos direitos, independentemente da sua religião ou qualquer outra condição. António Sala, sendo Adventista do Sétimo Dia, foi durante muitos anos a "cara" da Rádio Renascença, a Emissora Católica Portuguesa. E ainda é a cara que toda a gente lhe associa.

Em Israel é assim, como em Portugal. Nos países muçulmanos seus vizinhos, os que professam outras religiões são perseguidos, obrigados a pagar impostos de «infiel», e sistematicamente assassinados, de formas ignóbeis (enterrados vivos, queimados vivos, etc.), como estamos a assistir no famigerado Estado Islâmico. Não se entende, por isso, tanto apoio às tiranias muçulmanas, por parte de muitos ocidentais.

Como a generalidade das pessoas tem uma ideia muito vaga sobre Israel e sobre os judeus, aqui vai uma lista das religiões mais conhecidas e praticadas no Mundo. Os judeus são aproximadamente 13.75 milhões, vivendo na maior parte em Israel e nos Estados Unidos. Nem todos os judeus são praticantes do Judaísmo, mas o número refere-se aos judeus étnicos, independentemente da religião. Totalizam 0,19% da Humanidade actual.

Os números não mentem, e ajudam-nos a ter uma perspectiva mais correcta das coisas.

Religião
Seguidores
Percentagem
Christianismo
2.1 biliões
31.5%
Islão
1.6 biliões
23.2%
Agnosticismo
1.1 biliões
16.3%
Hinduismo
1 bilião
15.0%
Religião Tradicional Chinesa
394 milhões

Budismo
376 milhões
7.1%
Religiões Tribais
300 milhões
5.9%
Sikhismo
23 milhões

Judaísmo
14 milhões
0.2%
Espiritismo
15 milhões

Fé Baha'i
7 milhões

Jainismo
4.2 milhões

Xintoismo
4 milhões

Cao Dai
4 milhões

Zoroastrianismo
2.6 milhões
Unitarismo-Universalismo
800,000 mil

Rastafari
600,000 mil

Cientologia
500,000 mil


Fontes: Adherents.com; ChartsBin; Wikipedia



domingo, 31 de agosto de 2014

Violadores de Rotherham - de quem é a culpa?

  
O gang muçulmano de violadores de crianças em Rotherham, Reino Unido, passou fugazmente nas notícias, com a omissão do mobile do crime: O ISLÃO!

1.400 crianças não-muçulmanos britânicas foram estupradas e brutalizadas por muçulmanos numa só cidade, no Reino Unido, e "vários funcionários descreveram o seu nervosismo sobre como identificar a origem étnica dos agressores por medo de serem tomados como racistas; outros lembraram que as suas chefias os proibiram de investigar o caso"

Por mero acaso, calhei a ver a notícia na TVI24, noutro dia. Foi dito que as crianças eram espancadas, ameaçadas de morte, regadas com gasolina, que eram sistematicamente violadas por estas bestas, e que a Polícia e as autoridades em geral foram proibidas de investigar, por receio de serem acusados de racismo.

Nem UMA ÚNICA VEZ foi dito o principal sobre os agressores: que eram TODOS MUÇULMANOS. Como acontece no resto da Europa, foram descritos como "asiáticos" e circunstancialmente como "paquistaneses". 

O repugnantemente islamista Al-Público não pôde deixar de dar a notícia, mas nem uma vez cita a origem dos bárbaros. Outra coisa não seria de esperar do órgão oficioso da jihad em Portugal. Cita os pormenores macabros, mas quem ler, fica a pensar que foram britânicos os autores1

Mas o que há de determinante nesta que é apenas uma de muitas redes muçulmanas de escravatura sexual, é a ideologia islâmica, que a aprova. Se tem dúvidas, ou estuda o caso ou simplesmente consulta as nossas secções CRIANÇAS  e MULHERES

Veja, por exemplo:

"Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

'Exército reconhece pedofilia como parte do Islão'

Obviamente que existe pedofilia fora do Islão. A diferença é que é combatida e condenada abertamente. Quando os perpetradores são muçulmanos, a Imprensa esconde e os cidadãos encolhem-se, com medo de serem decapitados pelos bárbaros.

Em países como a Suécia, a percentagem de violações cometidas por muçulmanos sobre mulheres e crianças é de 100% ou quase. A Esquerda, nomeadamente no Parlamento Europeu, continua a exigir a entrada de mais "imigrantes".  Provavelmente porque só assim conseguirão ganhar eleições. E a jihad demográfica vai avançando. Por este andar, a Europa, já era!

A Nigéria é o país do Mundo que regista maior índice de estupros. A SUÉCIA é o segundo. Os autores, são os mesmos. E o motivo é o mesmo: para os islamistas, nós somos LIXO HUMANO: Só servimos para escravos, nomeadamente sexuais-

A desgraça dos gangues de estupro na Suécia, apadrinhados pela  extrema-esquerdista  Cecilia Malmström:





Cecilia Malmström, eurodeputada sueca no Parlamento Europeu, providencia a entrada constante de muçulmanos na Europa. Os seus compatriotas, mulheres e crianças, são violados aos milhares. os homens são espancados nas ruas. Ela está-se nas tintas.

Interlúdio cómico-trágico: PALHAÇOS de Esquerda vão a bairro muçulmano na Suécia, e... esperavam ser bem recebidos :-)



No Telegraph de hoje, Sean Thomas pergunta:

     Nós não precisamos de recordar os factos. Nós todos lemos e nos horrorizámos. A questão importante é:
Como e porque é que um país civilizado permita que os gangues de estupro violem as suas próprias filhas?

     Porquê? Porque também no seu próprio país, muita gente, especialmente no lado da Esquerda, e a maioria no Partido Trabalhista, despreza o seu próprio povo comum: as classes trabalhadoras brancas.

Os gangues de estupro muçulmanos não são geralmente denunciados, nem acusados, continuam a violar e quando são apanhados têm penas leves, porque os organismos de extrema-esquerda como o Hope Not Hate, Faith Matters e Tell Mama, declararam guerra implacável contra toda e qualquer pessoa que fale sobre este assunto.
Os que falam sobre a onda de estupro islâmico são demonizados com termos como "islamofobia", "ódio" e "intolerância". Quem disser que existem gangues de estupro muçulmanos, passa a ser persegudio por estas organizações de extrema-esquerda.
Elas lideraram a campanha para banir Pamela Geller e Robert Spencer de  entrar no país, porque um dos eventos agendados era a manifestação contra as gangues de estupro.

Procure por "aliciamento"/ grooming (os gangues de de violadores islâmicos são geralmente chamados "gangues de aliciamento" na Imprensa britânica) e vai ver que a grande maioria dos artigos sobre esta prática atacam não os perpetradores, mas os que a denunciam!

O camarada Nick Lowles da Hope not Hate, está-se nas tintas para as crianças britânicas que são violadas pelos gangues islamistas. Acima de tudo, ele quer agradar ao Islão! Tal como cá o Chico Louçã & C.ia se estão nas tintas para as crianças israelitas assassinadas pelo Hamas.


Quem é responsável pelos gangues de violadores em massa dos meninos e das meninas britânicas, baseados na religião? A esquerda britânica - em especial, os "anti-ódio", cruzados Nick Lowles da Hope not Hate, Fiyaz Mughal da Faith Matters e Tell Mama, e os seus amigos, apoiantes e aliados.

As vidas de 1.400 meninas ficaram arruinadas para sempre por causa destes homens. Se a Grã-Bretanha de hoje estivesse pelo menos perto de ser uma sociedade sã, estas pessoas seriam alvo de crítica severa e haveria uma reavaliação completa de quanto a aliança da esquerda com o supremacismo islâmico e a campanha de difamação contra os inimigos do terrorismo jihadista tem prejudicado a nação e seu povo.
A Grã-Bretanha de hoje não é uma sociedade sã, e indivíduos  sinistros como Lowles, Mughal, e o resto deles, continuam a exercer poder e influência na sociedade britânica.

Curando o Inimigo



Os hospitais de Israel tratam todos os cidadãos - israelitas, «palestinos» e de outros países vizinhos, que, sem excepção, pretendem a morte de todos os judeus e o fim do Estado Judaico. A paga é mais terrorismo. A quantidade de terroristas e bombistas suicidas que os hospitais de Israel têm que assistir, começa  levantar a questão ética de ser esse o uso mais adequado dos recursos humanos e materiais.

Os judeus  são apenas 0,19% da Humanidade, vivendo sob perseguições terríveis pelo mundo fora, e no pequenino Estado Judaico, debaixo do terrorismo constante dos muçulmanos. Os contributos de Israel para a Humanidade são do tipo que se pode ver no post anterior. Os muçulmanos são 1 bilião e 600 milhões. O seu contributo para a Humanidade é terrorismo, perseguição, ódio, barbárie.



Em conflitos como a recente Operação Protecção Limite, Israel sacrifica os seus filhos para proteger ao máximo estas populações. Na imagem, cidadãos de Gaza recebem em triunfo os 1.027 terroristas libertados por troca com o soldado Gilad Shalit, capturado por eles. 

A terrorista Wafa al-Biss foi tratada num hospital de Israel, e, em consequência do ódio que lhe provocou ser assistida pelos judeus, voltou para assassinar «o maior numero de crianças possível»

Regressada a Gaza, exorta mulheres e crianças a fazerem-se matar, e jura que se fará explodir. Desta vez com êxito:


 

Esta mãe palestina (se é que se pode chamar mãe a uma «coisa» destas) teve o seu filho tratado com todo o desvelo, e de forma gratuita, num hospital israelita. O menino curou-se de um grave problema cardíaco. Ainda assim, ela espera que o seu filho venha a tornar-se um mártir. Este vídeo é um olhar sobre a mentalidade muçulmana, que idolatra a morte e a destruição:



É esta a diferença entre o Islão e o Mundo Livre. Entre Israel e os «palestinos». É a diferença entre a Civilização e a Barbárie, entre a Democracia e a Tirania, entre a Idade Média e o século XXI, entre o BEM e o MAL, como bem explica Wafa Sultan, árabe e ex-muçulmana, activista contra a barbárie que é o Islão:

Cientistas israelitas conseguem parar a Esclerose Lateral Amiotrófica

Stephen Hawking, inimigo assumido de Israel e apoiante dos terroristas sofre de esclerose lateral amiotrófica. Deus queira que possa vir a beneficiar deste tratamento antes de a destruição de Israel (que ele defende) ocorrer.
Um grupo de cientistas israelitas conseguiu interromper, pela primeira vez, o processo degenerativo que causa a esclerose lateral amiotrófica (ALS), com uma nova técnica de reinjecção de células-tronco do próprio paciente.

A pesquisa, realizada nos últimos anos no hospital Hadassah Ein Karem da Universidade de Jerusalém, conseguiu parar completamente a progressão da doença em alguns pacientes, e em outros conseguiu uma ligeira melhoria nos músculos degenerados.

"O problema com a ELA e doenças relacionadas é que um grupo de células nervosas degenera até à morte irremediavelmente", explicou o professor Eldad Melamed, um cientista da Universidade de Tel Aviv envolvido no projecto, incentivado pela empresa privada israelita Brainstorm.

A esclerose lateral amiotrófica, de que sofre por exemplo o cientista britânico Stephen Hawking, é causada quando os neurónios motores param de funcionar e causam paralisia muscular, que termina em morte, no prazo de poucos anos.

Melamed disse que a investigação tem sido difícil, porque as causas de esses neurónios pararem de trabalhar e começarem o processo degenerativo, são desconhecidas. Então, eles decidiram trabalhar com as células-tronco do próprio paciente. "Resolvemos tratá-los com a própria medula óssea, que reproduzimos em grandes quantidades. Depois de a tratarmos com um processo químico, injectamo-la na coluna e nos músculos afectados", explicou o investigador sobre a técnica que desenvolveu.

Os resultados variam. A técnica conseguiu retardar a doença em alguns pacientes e parar completamente a doença em outros. A pesquisa ainda está em estágios preliminares de e ensaios clínicos, que deverão ser concluídos em Israel e nos Estados Unidos, mas aqueles que sofrem da doença, começam a ter esperança.

Fonte: El Confidencial

Os nossos votos mais sinceros são de que a Medicina (israelita ou outra), possa poupar tantos seres humanos a essa provação terrível que a ELA, a todas as formas de paralisia, a todas as doenças. Que Deus permita que se LEVANTEM.

E que Stephen Hawking, para além de se levantar fisicamente, se levante também moralmente, e deixe o antissemitismo e o apoio ao terrorismo islâmico. Ele, que é a prova viva que o ódio e o preconceito independem do Q.I..

Que Deus nos levante a todos, cada vez mais.

Netanyahu: "Israel venceu, Hamas perdeu"


Israel saiu vencedor da guerra de 50 dias contra o Hamas, que terminou terça-feira com a assinatura de um cessar-fogo mediado pelos egípcios, disse primeiro-ministro Netanyahu.
A Operação Protecção Limite começou no dia 8 de Julho, e o Hamas na Faixa de Gaza "sofreu o maior golpe desde a fundação da organização", disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em conferência de imprensa na quarta-feira. 
Moradores de Gaza inspeccionam um veículo destruído por ataque aéreo israelita a 24 de Agosto (Foto: Emad Nassar / Flash90)

Com a assinatura do acordo de cessar-fogo na terça-feira, "o Hamas não conseguiu alcançar qualquer das suas demandas", disse Netanyahu. "Eles exigiram um porto marítimo e não o obtiveram. Eles exigiram um aeroporto e não o obtiveram. Eles exigiram a libertação dos prisioneiros colocados novamente sob prisão após o assassinato dos três meninos israelitas e não o obtiveram. Eles exigiram despesas e remunerações monetárias e não o obtiveram. Eles exigiram que as negociações fossem conduzidas pela Turquia ou pelo Qatar e não o obtiveram". 

Um israelita avalia os estragos causados em sua casa, após o intenso bombardeamento com que os terroristas do Hamas assinalaram a aceitação do cessar-fogo. Da última vez que contámos, o Hamas tinha quebrado o cessar-fogo 11 VEZES.

O Hamas sofreu graves danos

Foram destruídos 32 túneis de terrorismo que conduziam a Israel, 30 a 40% do arsenal de mísseis do Hamas foi destruído, mais de 750 terroristas foram eliminados.

Israel, por outro lado, alcançou todos os seus objectivos, que consistiam em "causar sérios danos ao Hamas e aos outros grupos terroristas, e ao fazê-lo, trazer um período de tranquilidade a todos os cidadãos de Israel", continuou ele.
"O Hamas e os outros organismos terroristas [em Gaza] sofreram um duro golpe nos últimos dias", acrescentou o ministro da Defesa, Moshe Yaalon. "Mais de 1.000 terroristas foram mortos, incluindo membros da ala militar. Nós atingimos e destruimos armamentos, incluindo os túneis que os terroristas escavavam há muitos anos. Quando a poeira baixar Hamas vai perceber que não ganhou nada".



Wolf Blitzer da CNN entra num dos túneis terroristas do Hamas perto da fronteira de Gaza com Israel.
A abertura era tão pequena que Wolf Blitzer, da CNN (que não é um gigante físicamente) teve de curvar-se circular lá dentro.
A sua visita, acompanhada pelo exército israelita, revelou como os terroristas do Hamas constroem a sua rede de túneis, a fim de raptar e matar civis inocentes.
As linhas de abastecimento vitais túneis são vitais para os palestinos em Gaza contrabandearem armas e atacarem Israel.

Prioridade de Abbas: "parar a guerra"

 

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, numa conferência em Junho (Foto: Issam Rimawi / Flash90)
Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, reconheceu o dano em comunicado divulgado quarta-feira para anunciar a aceitação palestina do acordo de cessar-fogo. Segundo Abbas, a "agressão bárbara" de Israel tornou "necessário exercer todos os esforços possíveis e impossíveis para acabar com a luta, particularmente a após os israelitas se terem retirado das negociações e a nossa delegação ter retornado e continuado os nossos esforços intensivos para negociações", disse Abbas.
"Na verdade, nós fomos capazes de anunciar a nossa aceitação da iniciativa de cessar-fogo egípcia, um cessar-fogo que corre em paralelo com a ajuda humanitária, médica, de alimentação e reconstrução. Depois disso, haverá conversações sobre todas as exigências que serão colocadas em cima da mesa. ... Acabar os combates foi o resultado  web discutido com a liderança d Hamas em Doha".

NOTA NOSSA: A desfaçatez e o cinismo de Mhamoud Abbas não têm limites. O Hamas tem exercido diariamente os mais bárbaros actos terroristas sobre os civis israelitas desde que Israel retirou unilateralmente de Gaza, em 2005. 

A Operação Protecção-Limite foi consequência directa e inevitável de duas semanas de bombardeamentos intensos que paralisaram a vida em Israel. O Hamas quebrou o cessar-fogo vezes sem conta. O Hamas chacinou a própria população.

Abbas é um notório terrorista, de longa data; foi, por exemplo, o cérebro e financiador dos ataques terroristas nos Jogos Olímpicos de Munique. Abbas recebe os terroristas que Israel liberta como heróis. Etc., etc., etc.. Reveja:

Abbas chama "ratos" aos adolescentes raptados

Abbas é um terrorista notório e assumido, mas no Ocidente é tido na conta de "parceiro para a paz". Aqui, em entrevista à TV da "Autoridade Palestina", defende  abertamente o terrorismo:

 



Cessar-fogo agora; falar mais tarde   

O Ministro da Defesa Moshe Yaalon falando em conferência de imprensa, a 27 de Agosto de 2014. (Foto: Yonatan Sindel / Flash90)
Os termos desta trégua não foram diferentes das propostas de cessar-fogo anteriores. Tudo que tinha sido aceite por Israel e rejeitado pela liderança palestina, segundo autoridades israelitas. O cessar-fogo é considerado em aberto por um período indefinido, mas as negociações terão lugar dentro do período de um mês.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros egípcio descreveu o acordo em comunicado: "O Egipto conclamou israelitas e palestinos a aceitarem um cessar-fogo abrangente, coincidindo com a reabertura da fronteira entre Gaza e Israel para a entrada acelerada de Ajuda Humanitária, materiais para a reconstrução, seis milhas náuticas de pesca e a continuação das negociações indirectas entre os dois lados sobre as condições do cessar-fogo".

Autor: Joanne Colina, Redactora, United With Israel

Comentário nosso: Foi indubitavelmente mais uma vitória de Israel. Infelizmente, perderam-se desnecessariamente muitas vidas de soldados do IDF e de civis israelitas, por excesso de zelo do Exército de Israel. Ser-se o Exército mais moral da História tem um preço demasiado elevado, na nossa opinião.

Foi pena Israel não ter levado a Operação até ao fim, retomando Gaza, esmagando o Hamas, e deportando ou prendendo todos os terroristas e seus apoiantes. Qualquer outro país do Mundo o faria. E mais nenhum país suportaria um ninho de terrorismo ao seu lado, a atacá-lo diariamente. Israel não tem sequer que argumentar com ninguém sobre o seu direito de legítima defesa ou de abater terroristas.



 QUE DEUS PROTEJA ISRAEL!

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Ore pelo Daniel



Ore pelo Daniel, uma das vítimas inocentes dos terroristas do Hamas 

Daniel Tregerman, um menino de 4 anos de idade, foi morto por um ataque com mísseis vindos de Gaza, e disparados pelos terroristas do Hamas. O trágico acidente ocorreu na sexta-feira à tarde, faz hoje uma semana, enquanto Daniel brincava na sala de estar da casa da sua família.



O míssil atingiu um carro nas proximidades da área de Sha'ar Hanegev, ferindo o menino com estilhaços. Daniel morreu devido aos ferimentos. 

De acordo com o IDF, o projéctil disparado do terreno da famosa escola administrada pela ONU; no bairro de Shejajiah, em Gaza. 

Nesta «escola» foram encontrados repetidamente mísseis do Hamas (que a ONU devolveu aos terroristas). Nesta «escola» ensina-se ódio, terrorismo, bombismo suicida, islamonazismo:


Esta «escola» foi palco de muitas encenações que a Imprensa internacional cobriu como se fossem verdades:

Lembramos, por exemplo:

Israel ataca escola da ONU, ou as tretas do costume

e

Haverá sempre palhaços!

com vídeo e fotos de ridículas encenações de ataques e de mortes, e dos terroristas a usarem as suas crianças como escudos humanos enquanto atacam as crianças israelitas.



 Daniel Turgerman tinha 4 anos

  
É ridículo, absurdo e revoltante, que Israel seja o ÚNICO país no Mundo que tenha que argumentar sobre o seu direito de se defender. Os bárbaros muçulmanos já despejaram mais de 14 mil mísseis sobre Israel desde que o Estado Judaico lhes deu Gaza. Vivem das fortunas doadas pelos contribuintes americanos, europeus, pelo banco Mundial e pelo mundo islâmico, e dedicam-se a chacinar judeus. É o projecto de vida e a razão de existir desta gente de Gaza.

Israel não pode tolerar, como nenhum outro país do Mundo faria, viver paredes meias com uma amálgama de terroristas. Que vão para a terra deles! Eles mesmos admitem que são egípcios e jordanos. Não há nem nunca houve nenhuma «Palestina» nem nenhuns «palestinos».

Israel tem que se deixar de contemplações e pulverizar o Hamas & C.ia de uma vez por todas! O Daniel e muitos outros inocentes poderiam ainda cá estar, se Israel já tivesse esmagado os terroristas. Se eles insistem em fazer dos filhos deles bombas humanas, é profundamente lamentável, mas é escolha deles. Os inocentes é que não têm culpa nenhuma.

Este blog não é confessional, mas acreditamos em Deus. Para todos os nossos leitores, Shabbat Shalom. Se for crente, ore por este menino.

Um NOJO chamado Boaventura Sousa Santos


Boaventura Sousa Santos: ódio, aldrabice, desonestidade intelectual, racismo, apologia do terrorismo, a lista é longa.

Boaventura: a possível extinção do Estado de Israel

- Começa logo com um apelo ao genocídio, como o Hamas, o ISIS, a Al-Qaeda, e todas essas belas organizações que os comunistas como ele tanto amam.

Criá-lo foi ato desumano de colonialismo. Extinto como Estado judaico, pode dar lugar a país plurinacional e secular, onde judeus e palestinos convivam pacífica e dignamente. 

- Idem e aldrabice. Os judeus têm presença contínua na SUA Terra há milénios!  Quanto à convivência pacífica, é o que se vê! Bombistas suicidas, mísseis sobre os infantários, famílias inteiras degoladas. etc., etc.. A esmagadora maioria dos muçulmanos aprova o terrorismo e a extinção de Israel e dos judeus. E tu também, Boaventura.

Podem simples cidadãos de todo o mundo organizar-se para propor em todas as instâncias de jurisdição universal possíveis uma ação popular contra o Estado de Israel no sentido de ser declarada a sua extinção, enquanto Estado judaico, não apenas por ao longo da sua existência ter cometido reiteradamente crimes contra a humanidade, mas sobretudo por a sua própria constituição, enquanto Estado judaico, constituir um crime contra a humanidade? Podem.
 - Mais aldrabices, mais apelo ao genocídio, e a omissão de todos os Estados islâmicos do Mundo;  esses já não constituem «crime».

O Japão não é um Estado Xintoísta? A Índia não é um Estado hindu? Têm uma matriz histórica e cultural que se entrelaça com uma religião, mas todos os cidadãos têm os mesmo direitos. No mundo muçulmano, as minorias religiosas são queimadas e enterradas vivas, mutiladas, estupradas, etc. etc.. temo-lo demonstrado milhares de vezes, com vídeos inclusive. Onde está a tua opinião sobre isso, Boaventura? Escreveste alguma coisa?

Como diz Olavo de Carvalho, "comunista é safado, mesmo!".

E como este tipo de crime não prescreve, estão a tempo de o fazer. Eis os argumentos e as soluções para restituir aos judeus e palestinos e ao mundo em geral a dignidade que lhes foi roubada por um dos atos mais violentos do colonialismo europeu no século XX, secundado pelo imperialismo norte-americano e pela má consciência europeia desde o fim da segunda guerra mundial.
 - Embrulha aí, ó Boaventura:
 - Não existe, nem nunca existiu nenhuma «Palestina» árabe, até o terrorista comunista Arafat ter vindo com essa aldrabice nos anos 60, a mando dos camaradas soviéticos.

Revelação: Criação de um povo palestino - documentos roubados no Kremlin ou como os russos decidiram com os árabes destruir Israel

O termo sionismo designa o movimento que apoia o “regresso” dos judeus à sua suposta pátria de que também supostamente foram expulsos no século V AC.

- Este miserável aldrabão escamoteia a expulsão dos Judeus no ano 70 da nossa Era. Situa a expulsão em V a.C.. E note-se que os judeus são foram todos expulsos. Muitos mantiveram-se na SUA Terra. E, ainda que tivessem sido todos expulsos, o direito de um povo à Sua Terra não prescreve.
 
Há, no entanto, que distinguir entre sionismo judaico e sionismo cristão. O sionismo judaico tem origem no antissemitismo que desgraçadamente sempre perseguiu os judeus na Europa e que viria a culminar no holocausto nazi.

- Tem muita pena dos judeus... mortos. As lágrimas de crocodilo do costume. O Tio Estaline, da mesma cor que o Boaventura, também fez o seu Holocausto, mas é menos falado. O ódio dos comunistas aos judeus e a Israel é lendário. O Boaventura é a prova viva disso mesmo.

O sonho de Theodor Herzl, judeu austríaco e grande poponente do sionismo, era a criação, não de um Estado judaico, mas de uma pátria segura para os judeus. O sionismo cristão, por sua vez, é antissemita, e a ideia de um Estado judaico deveu-se a políticos britânicos, sionistas e anglicanos devotos, como Lord Shaftesbury, que, acima de tudo, [1]desejavam ver o seu país livre dos judeus-enquanto-judeus. Eram tolerados os judeus cristianizados (como Benjamin Disraeli, que chegou a ser Primeiro Ministro), mas só esses. Esta tolerância estava de acordo com a profecia cristã de que é destino dos judeus converterem-se ao cristianismo. O mesmo sentimento se encontra hoje entre os evangélicos norte-americanos, que apoiam Israel como Estado judaico, bem como a sua desapiedada expansão colonialista contra os palestinos, por acreditarem que a redenção total ocorrerá no fim dos tempos, com a conversão dos judeus na Parusia (o regresso de Jesus Cristo).

- Ídem. Não há nem nunca houve «palestinos». Temos focado e  explicado isso sem cessar, nestes quase dois anos de blog, e só não o sabe quem não quer. Mas o Boaventura pode testar o seu Q.I. «palestino» - qual era a capital da «Palestina», qual era a sua Língua, a sua moeda, etc., etc.:

Test Your Palestine IQPart I

Test Your Palestine IQPart II


Terá sido Lord Shaftesbury quem, ainda no século XIX, formulou o pensamento “uma terra sem povo para um povo sem terra” que ajudaria mais tarde a justificar a criação do Estado de Israel na Palestina em 1948. E alguns anos mais tarde, foi outro sionista não judeu (Arthur James Balfour) quem propôs a criação de “uma pátria para os judeus” na Palestina, sem consultar os povos árabes que habitavam esse território há mais de mil anos.

 - Olha, Boaventura: não sejas ALDRABÃO, pá! Ganha VERGONHA nessa cara de terrorista! 

DA ALDRABICE E DA POUCA VERGONHA!



Este post tem TUDO para responder a este panfleto descaradamente nazi.

“Os Grandes Poderes” (Áustria, Rússia, França, Inglaterra), lê-se no Memorandum Balfour de 11 de Agosto de 1919, “estão comprometidos com o Sionismo. E o Sionismo, correto ou incorreto, bom ou mau, tem as suas raízes em antiquíssimas tradições, em necessidades atuais e em esperanças futuras, que são bem mais importantes do que os desejos de 700.000 árabes que neste momento habitam aquele antigo território”. Urgia, pois, transformar esses árabes em um não-povo. Em 1948, com o beneplácito dos poderes ocidentais, especialmente da Inglaterra, foi criado o Estado de Israel numa Palestina povoada de árabes e 10% de judeus imigrantes.

- Ídem aspas.  O que resta de Israel é menos que o Alentejo. O Médio Oriente é 100 vezes maior. Os árabes que saíram de Israel para deixar os exércitos aliados muçulmanos "atirarem os judeus todos ao mar", continuam nos campos de refugiados, para efeitos de PROPAGANDA.

A Transjordânia estava destinada ao Estado Árabe, e é hoje Jordânia. A Península do Sinai é hoje Egipto, e um paraíso do terrorismo islâmico e do banditismo.

O conflito não é, nem nunca foi, sobre terra. Israel é  ridiculamente pequeno. É sobre supremacismo islâmico. O que tens a dizer sobre o ISIS, o Hamas, a Al-Qaeda, a Irmandade Muçulmana, o Holocausto global islamista, camarada Boaventura?


 

Israel à lupa (literalmente)

Em todo o mundo islâmico perseguem-se e chacinam-se inocentes, cometem-se atrocidades que suplantam as dos nazis e seus irmãos comunistas. Mas a causa dos males do Mundo, para os comunistas como o Boaventura, é o ínfimo Israel. No mapa de cima, a amarelo está apenas uma parte do mundo muçulmano. Faltam o Paquistão, a Indonésia, e outros locais aprazíveis.

 


Assim, nem se consegue ver Israel. O mundo muçulmano é  o Inferno na Terra (juntamente com o mundo comunista). Mas, gajos como o Boaventura, marram para o lado dos judeus e de Israel. Têm a crença nas tábuas. Ainda noutro dia este camelo teve a lata de afirmar na TV, numa mesa redonda onde esteve o outro aldrabão-mor, o xeque David Munir (também abertamente apoiante do terrorismo islâmico), que a culpa do terrorismo islâmico global é de «um abcesso chamado Israel».

Argumentava-se então que havia de se encontrar um espaço para o povo judeu, que ninguém queria receber depois do genocídio alemão. Muito antes dessa catástrofe, os sionistas judeus tinham já pensado em vários locais para[2] o seu futuro Estado. No final do século XIX, a região do Uganda, no que é hoje o Quénia, então colónia inglesa, foi ponderada como um possível local para o futuro Estado de Israel. Um espaço na Argentina chegou também a ser considerado. Mais tarde, auscultado sobre um local no norte de África (no que é hoje a Líbia), o rei da Itália, Victor Emmanuel, terá recusado, respondendo: “Ma è ancora casa di altri”.


A História da Terra Santa desde 1516. Alguma vez existiu alguma «Palestina» Árabe?

-  O teu camarada Hitler também quis dar Madagáscar aos judeus, Boaventura. Mas os judeus sempre quiseram estar na SUA Terra, onde estão desde a aurora dos Tempos, percebes? São quatro milénios de História. Abraão, Isaac, Jacob, Moisés, os Reis Saul, David, Salomão, os profetas Isaías, Jeremias, Elias, eram o quê? Chineses? Viveram onde? Na Austrália?

Mas nenhum europeu, por mais preocupado com a situação dos judeus, jamais pensou num lugar dentro da própria Europa. Havia que inventar-se “uma terra sem povo para um povo sem terra”. Mesmo que fosse necessário obliterar um povo. E assim se vem paulatinamente eliminando um povo da face da terra desde há sessenta e seis anos. A Cisjordânia palestiniana vem sendo desmantelada pelos colonatos ilegais e a Faixa de Gaza transformada em prisão a céu aberto. A extrema-direita israelita é apenas mais estridente do que o governo ao reclamar que os “árabes fedorentos de Gaza sejam lançados ao mar”.

- Não existe nenhuma Cisjordânia. Existe a Judeia e Samaria, quadrimilenarmente judaicas, e ocupadas pelos terroristas muçulmanos teus amigos, ó Boaventura. Israel é a única democracia do Médio Oriente. Aliás, não existe nem UM Estado Islâmico que seja, ainda que remotamente, livre ou democrático. O que tens a dizer sobre isso? Nada! Afinal, tu és um apoiante dos regimes comunistas!

Usem as palavras CORRECTAS

"A resolução 181  da ONU, aprovada em 1947, ensina-nos que a Judeia e Samaria se chama Judeia e Samaria. No entanto, alguns israelitas e ocidentais teimosamente nomeiam essa região como "West Bank" ou Cisjordânia, quando não Territórios Ocupados.   

Aqui estão as fronteiras do país árabe, como descrito pela Resolução 181 (leia a resolução completa 181 da UN II):  

Fronteiras A. O Estado árabe. A área do Estado árabe dentro da Galileia ocidental é limitado ( ...) A fronteira sudoeste da parte do Estado árabe dentro da Galileia ( ... ) A fronteira da região montanhosa da Samaria e Judeia parte do Jordão, na confluência do aquífero de Malih a sudeste de Beissan e toma a direcção oeste para chegar à estrada de Bessaain para Jericó ( ... ). O limite norte da sceção árabe da planície costeira, começa num ponto localizado entre (...)"  

Após a rejeição árabe da partição da Palestina ocidental, a região árabe da Galileia tornou-se Israel, a região árabe da planície costeira tornou-se a Faixa de Gaza, e a  Judeia e Samaria, provavelmente, será dividida num lado "palestino" e numa parte  israelita, um dia em que a paz seja assinada."

Israel não «ocupa» absolutamente território nenhum! Israel cumpre integralmente o Direito Internacional! Os Árabes/Muçulmanos são INVASORES na Terra de Israel. Como o foram na Península Ibérica. Quando lhes cheirou que Israel poderia retomar a sua independência, redescobriram a «Palestina» à pressa. 

Ora vê ai, ó antissemita aldrabão 

1920 The year the Arabs discovered Palestine (part 1)

1920 - The year the Arabs discovered Palestine (part 2)



Contra FACTOS não há ARGUMENTOS propagandísticos, panfletários e mentirosos. Fica comprovado, neste post, com FACTOS, que Boaventura é um aldrabão antissemita.

O que é espantoso, comenta o historiador judeu israelita, Ilan Pappé em The Ethnic Cleansing of Palestine (2006), é ver como os judeus, em 1948, há tão pouco tempo expulsos das suas casas, espoliados dos seus pertences e por fim exterminados, procederam sem pestanejar à destruição de aldeias palestinianas, com expulsão dos seus habitantes e massacre daqueles que se recusaram a sair. O controverso comentário de José Saramago de há alguns anos de que o espírito de Auschwitz se reproduz em Israel faz hoje mais do que nunca.

- O que é espantoso é como se pode ALDRABAR tanto! Nessa altura, como agora, e desde que existe Islão, o objectivo nº 1 dos muçulmanos é extinguir os judeus. E quando os judeus se defendem, os canalhas como tu, Boaventura, encrespam-se! O invertebrado do teu camarada Saramago nunca se manifestou contra os regimes criminosos como a URSS, Cuba, China, Coreia do Norte, Albânia, etc.. E vais buscar as suas alegações criminosos como argumento de autoridade? Comunista é safado, mesmo!

Assim foi sacrificada a Palestina, invocadas razões bíblicas e históricas, que a Bíblia não sanciona e a história viria a desmistificar. Muitos judeus, como os que constituem a Jewish Voice for Peace, não são sionistas e consideram que o Estado de Israel, nas condições em que foi criado (um território, um povo, uma língua, uma religião) é uma arcaica aberração [3] colonialista fundada no mito de uma “terra de Israel” e de um “povo judaico”, que a Bíblia nem sequer confirma. Como bem demonstra, entre outros, o historiador judeu israelita, Shlomo Sand, a Palestina como a “terra de Israel” é uma invenção recente (The Invention of the Land of Israel, 2012). Aliás, ainda segundo o mesmo autor, também o conceito de “povo judaico” é uma invenção recente (The Invention of the Jewish People, 2009).

- Faltou-te citar os Protocolos dos Sábios do Sião, como um camarada teu no Avante!, há uns tempos.

TUDO O QUE ESCREVESTE NESTA PEÇA LAMENTÁVEL É PURA MITOLOGIA!

Quem for sério, ao contrário do Boaventura, pode confirmar:  
MITOS E FACTOS - UM GUIA PARA O CONFLITO ISRAELO-ÁRABE

A criação do Estado judaico de Israel configura um crime continuado cujos abismos mais desumanos se revelam nos dias de hoje. Declarada a sua extinção, os cidadãos do mundo propõem a criação na Palestina de um Estado secular, plurinacional e intercultural, onde judeus e palestinos possam viver pacifica e dignamente. A dignidade do mundo está hoje hipotecada à dignidade da convivência entre palestinos e judeus.

- O Hamas e todas as organizações islamistas do Mundo, abertamente terroristas ou não, a única solução que têm para os judeus é a que o Hitler quase conseguia.  É portanto isso que tu, Boaventura queres.

O teu colega Paquete de Oliveira, na sua torre de marfim, vê o mundo pelas lentes da sociologia, das teorias que são óptimas para fazer currículo e vender livros, mas que estão totalmente desfasadas da REALIDADE. Enquanto os islamistas enterram e queimam gente viva, enquanto chacinam, estupram, mutilam e canibalizam inocentes.

Tu, vês o mundo pelas lentes da ideologia comunista-islamista-antissemita. Condenas as vítimas e absolves os criminosos. És cúmplice do terrorismo. É gente como tu que alimenta o ódio a Israel e aos judeus, e dá o combustível da aprovação e das audiências a bandos como o Hamas, o Hezzbollah, a Fatah, e outros terroristas.

*Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

- Um BURRO carregado de livros é um doutor. Só faltou, com efeito, citar os Protocolos dos Sábios do Sião. Citou o delirante Shlomo Sand, que é a versão contemporânea. A esquerda dá destaque a este delirante e aos delirantes Finkelstein e Chomsky, por serem judeus. É curioso como o objecto do seu ódio - os judeus - valem logo ouro quando lhes servem os propósitos.

Mandar o canalha Boaventura ESTUDAR, ele que de certeza que lê pela cartilha comunista-islamista, não adianta.

A diferença entre bandos terroristas como o Hamas e o ISIS é que não existe diferença nenhuma. A palavra de ordem é exterminar os infiéis e tomar o planeta para a bandeira do Islão. Israel está lá no meio. É disto que o nosso Boaventura gosta:



No Mundo Livre, civilizado, democrático, não há lugar para o Islão, para o Comunismo nem para o Nazismo. Tolerar os intolerantes é um contra senso!