sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Pimenta no cu dos outros é refresco * (3)




* Provérbio português listado nos dicionários de provérbios. Acalmem-se senhores moralistas. Guardem a vossa indignação para as vítimas do Islão e de outras abominações.

Começámos esta série de posts há umas semanas, na sequência de uma das habituais orgias de ódio antissemita protagonizadas pela célula do PCP, perdão, pela Antena 1. Desta vez as honras estiveram a cargo da apoiante do terrorismo islâmico Marisa Matias e do propagandista, perdão, do jornalista, Luís Ochoa. 

A resposta vai a pouco e pouco, na medida da nossa reduzida disponibilidade (propagandeamos o Bem gratuitamente, eles proapgandeiam o Mal a troco de muito dinheirinho - a Marisa esfola 18 mil e tal euros para assentar as delicadas nádegas no Parlamento Europeu e para andar a passear pelos antros de terrorismo do Médio Oriente e por onde mais ela bem entende. Fora o resto que se adivinha. Mas apostamos que dá tudo ao povo. Pá.).

Pimenta no cu dos outros é refresco * (1)

Pimenta no cu dos outros é refresco * (2) 

No programa que motivou estes posts, assistimos a uma enxurrada de mentiras, a propósito da Operação Protecção-Limite. Batia-se na tecla da comparação de baixas. Uma tecla demagógica, já que o Exército de Israel protege os seus cidadãos, ao passo que os terroristas do Hamas usam os seus como escudos humanos. Mas a esquerda não democrática odeia Israel.

Ao contrário do que manda a ética jornalística, não foi dada a palavra a algum representante de Israel, que pudesse explicar que o seu país não pode ser o único no mundo a ter a obrigação de se deixar massacrar pelos terroristas islâmicos! 

Vamos deixar o Primeiro-Ministro de Israel responder por nós, interpolando alguns comentários e vídeos: 





Discurso do Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu perante a Assembleia Geral da ONU, 29 de Setembro de 2014

Obrigado, Sr. Presidente. Distintos delegados, vim de Jerusalém para falar em nome do meu povo, o povo de Israel. Estou aqui para falar sobre os perigos que enfrentamos e sobre as oportunidades que buscamos. Vim aqui para expor as mentiras proferidas nesta mesma tribuna contra o meu pais e contra os corajosos soldados que o defendem.

Senhoras e senhores, o povo de Israel reza pela paz, mas as nossas esperanças e as esperanças do mundo pela paz estão em perigo porque em toda parte para onde olhamos há militantes do Islão a caminho. Não são militantes. Não é Islão. São militantes islâmicos. E tipicamente as suas primeiras vítimas são outros muçulmanos, mas não poupam ninguém: cristãos, judeus, yazidis, curdos. Nenhum credo, nenhuma fé, nenhum grupo étnico está livre deles. E isso está a espalhar-se rapidamente por todo o mundo.

Vocês conhecem o famoso ditado americano, que diz que toda política é local? Para os militantes islâmicos, toda a política é global, porque o seu objectivo supremo é dominar o mundo. Ora, essa ameaça poderá parecer exagerada para alguns, pois começa pequena, como um câncer que ataca uma parte específica do corpo. Mas se não for tratado, o câncer cresce, sofre metástases, e ataca áreas cada vez maiores. Para proteger a paz e segurança do mundo, devemos remover este câncer antes que seja tarde demais.

Na semana passada, muitos dos países aqui representados aplaudiram o Presidente Obama por liderar o esforço para confrontar o Estado Islâmico, e, apesar disso, semanas antes, alguns desses mesmos países, os mesmos países que agora apoiam o combate ao Estado Islâmico, opuseram-se a Israel por combater o Hamas. Obviamente, eles não entendem que o Estado Islâmico e o Hamas são ramos da mesma árvore venenosa.

O Estado Islâmico e o Hamas partilham um credo fanático, que ambos procuram impor muito além do território sob seu controle. Ouçam o auto-declarado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi. Isto é o que ele disse há dois meses: “Em breve chegará o dia em qua o muçulmano caminhará em toda parte como um chefe. Os muçulmanos farão o mundo ouvir e entender o significado do terrorismo e destruirão o ídolo da democracia".

Agora ouçam Khaled Mashal, o líder do Hamas. Ele proclama uma visão similar do futuro, quando proclama: ”Dizemos isto ao Ocidente - por Alá vocês serão derrotados. Amanhã a nossa nação sentar-se-á no trono do mundo".

Como ficou claro, a meta imediata do Hamas é destruir Israel, mas o Hamas tem um objetivo mais amplo. Também desejam um califado. O Hamas partilha as ambições globais dos seus parceiros militantes islâmicos, e é por isso que os seus apoiantes celebraram ruidosamente nas ruas de Gaza quando milhares de americanos foram assassinados no 11 de Setembro, e é por isso que os seus líderes condenam os Estados Unidos por matarem Osama Bin Laden, que eles louvavam como um guerreiro sagrado.


Bárbaros de Gaza celebram os atentados de 11 de Setembro de 2001:


Portanto, quando se trata das suas maiores metas, o Hamas é o Estado Islâmico e o Estado Islâmico é o Hamas. E aquilo que eles compartilham é o que todos os militantes islâmicos têm em comum. O Boko Haram na Nigéria, a  al-Shabab na Somália, o Hezbollah no Líbano, a al-Nusra na Síria, o exército Mahdi no Iraque, e os ramos da al-Qaida no Iémen, Líbia, Filipinas, Índia e em outros países.

O mundo deplora o ISIS, mas adora o Hamas. PORQUÊ? Entre outras coisas, porque os partidos da esquerda não democrática e a generalidade da Imprensa operam à imagem do PCP; do Bloco de Esquerda, do Al-Público ou da Antena 1 (vulgo Rádio 'Avante!'):



Alguns são radicais sunitas, outros radicais xiitas, alguns desejam restaurar um califado pré-medieval do Século VII, outros querem desencadear o retorno apocalíptico de um imã do Século IX. Eles operam em países diferentes, almejam diferentes vítimas, e até se matam entre eles, na sua batalha pela supremacia. Mas todos partilham uma ideologia fanática. Todos procuram criar enclaves cada vez maiores de militantes onde não haja liberdade nem tolerância., onde as mulheres são tratadas como escravas, onde os cristãos são dizimados e as minorias subjugadas, e onde às vezes têm que optar: convertam-se ou morram. Para eles, qualquer um pode ser considerado um infiel, incluindo outros muçulmanos. 
Os cristãos, curdos e yazidis decapitados, crucificados, enterrados ou queimados vivos, são moeda corrente nas regiões dominadas pelos jihadistas. Mas nem os muçulmanos são poupados, se forem da confissão "errada":


Senhoras e Senhores, a ambição dos militantes islâmicos de dominar o mundo parece louca, mas também assim foi com as ambições globais de outra ideologia fanática que esteve no poder há oito décadas. Os nazis acreditavam numa raça superior. Os militantes islâmicos acreditam numa fé superior. Eles apenas discordam sobre quem dentre eles será o chefe da fé superior. É nisso que eles discordam. E portanto, a questão é se os militantes islâmicos terão o poder de concretizar as suas ambições desenfreadas. 


«O turbante e a suástica» é um documentário que aconselhamos. Nazis e islamistas sempre se deram muito bem. Hitler continua a ser um herói para os maometanos:







quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O assassínio de Chaya e o silêncio do Mundo

Este assassínio é fruto da famosa campanha da "jihad automóvel", em que os muçulmanos são encorajados a atropelar judeus e "infiéis" em geral. Este é um cartaz desta campanha.Em substituição do pedal do acelerador está um carregador e a frase «USA A TUA ARMA». No Facebook e outras redes sociais, o regozijo islamista e esquerdo-palestinianista é intenso. Como foi aquando do rapto, tortura e assassínio dos três jovens, Eyal, Gad e Naftali.

A Associated Press relata que a polícia israelita abateu um homem. O facto de esse homem estar a atropelar uma multidão de judeus, é irrelevante - se não meritório! - para a Imprensa internacional.
A Imprensa que dá a notícia, dá-a assim. De um modo geral, o assassínio de judeus (mesmo crianças) nem é notícia.


O terrorista Abdel Rahman Al-Shalud. A Fatah declara em comunicado que «O herói e mártir Abd al-Rahman al-Saloudi cumpriu um dever sagrado ao atropelar colonos  na Jerusalém ocupada". Lembramos os nosso leitores palestinianistas, que, perante o Islão, o estatuto de Portugal e Espanha é exactamente igual ao de Israel - terra conquistada pelos muçulmanos deve ser reconquistada.
O assassino terrorista do Hamas, como é habitual nestes casos, já está a ser efusivamente celebrado como "herói e mártir". O poster acima  é do grupo terrorista Fatah (rival sanguinário do Hamas) e considerado pelo Ocidente como "moderado" e "parceiro para a paz". Quando se trata de assassinar judeus, são todos amigos.


Quer a Fatah, quer o Hamas, quer qualquer associação islâmica, encarrega-se de instilar o ódio aos infiéis (mas em especial aos judeus), desde tenra idade.
Na TV repete-se a narrativa das "escolas" locais: Israel é invasor, Israel não tem direito a existir, etc.. Toda uma cultura de violência, fanatismo, ódio e suicídio. A Imprensa Ocidental passa ao lado da realidade e faz pior: INVERTE-A!
No primeiro clip, um jovem discípulo do mega-terrorista e Nobel da Paz Yasser Arafat, em transe diabólico, apela ao extermínio dos judeus. O segundo clip é de anteontem e a narrativa é a mesma. A ideia fixa de toda uma sociedade de 1 bilião e 600 milhões de almas é o ódio e a destruição dos "infiéis". Como estes clipes há milhares. Esta gente vive para isto.



Os políticos ocidentais afinam pelo mesmo diapasão. Se não apoiam abertamente estes bandos terroristas, pelo menos abstêm-se de os condenar. Todos anseiam pela eliminação de todos os judeus e pelo fim de Israel. Uns por ódio atávico, outros por conveniência estratégica.


Fazemos votos de que Israel regresse rapidamente às suas verdadeiras fronteiras. fazemos votos de que Israel adopte uma política de tolerância zero para com o terrorismo, abata tantos terroristas quantos puder e desmantele as suas estruturas quanto puder. Fazemos votos de que Israel repatrie todos os terroristas que abriga, alimenta e cumula de benesses, dentro das suas fronteiras.
Israel já sabe que não poderá contar jamais com a simpatia do Ocidente (que só gosta de judeus convenientemente mortos, e da pior maneira possível, de preferência). Nem Israel nem ninguém pode em sã consciência contar com a pacificação dos muçulmanos, que actuam do mesmo modo desde o século VII.
4 milénios de perseguição e martírio já são demais. Chega! Se é destino de Israel estar sozinho, antes só que mal acompanhado! Que viva Israel para sempre!

As prioridades do Mundo


Momentos finais da vida de uma criança infiel. O ISIS chacina sistematicamente os não muçulmanos.

Para onde quer que olhemos nos dias de hoje, deparamos com toda a espécie de atrocidades cometidas pelos muçulmanos jihadistas, as mais das vezes eufemisticamente apelidados de "militantes".

Na Síria, por exemplo, os cristãos e outros infiéis são queimados ou enterrados vivos, os homens são habitualmente enforcados ou crucificados, as mulheres estupradas e "comercializadas" e as crianças degoladas. As imagens são demasiado chocantes para as publicarmos aqui, mas se tiver estômago, clique por exemplo nesta hiperligação.

O Mundo, apático, aceita. Afinal, e como dizia a outra, "é a cultura deles...".

O que preocupa o Mundo é esta foto, em que, supostamente, um malandro de um judeu grita com uma pobre e inocente mulher muçulmana - boazinha e pura como todos os muçulmanos, os santos da nova religião ateísta global.


Combustível q.b. para muitos e bons anos de ódio! A imagem tem sido difundida  com a parte de baixo convenientemente cortada. Porque a mulher roubou um livro de orações da mão do homem judeu! Uma de muitas provocações (como por exemplo as celebrações de rua, em pleno Israel, dos ataques terroristas contra os judeus).

O judeu da imagem ficou indignado. Se fosse ao contrário, se um judeu roubasse um livro de orações das mãos de um muçulmano, seria a guerra. E nem pomos a possibilidade de tal ocorrer num país muçulmano, porque, na maior parte desses, os judeus já foram todos expulsos ou exterminados!

O vídeo:
 

Mas o que é que a realidade interessa aos palestinianistas, que odeiam as religiões todas, mas se arrojam aos pés do Islão?


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Jerusalém: ataque terrorista mata bebé

ACTUALIZADO 

 A cena do crime, hoje 
 
ATAQUE TERRORISTA, HOJE, EM JERUSALÉM
 

Vídeo vigilância registou o ataque 


Chaya Zisel Braun, de 3 meses, morreu; e o seu pai está em estado grave.
 
A jihad por atropelamento continua. No Canadá, por terroristas do ISIS, e em Israel, por terroristas do Hamas. 

Hoje, em Jerusalém, um bárbaro assassino do Hamas (que já serviu duas penas por terrorismo) matou uma bebé de 3 meses e feriu gravemente pelo menos sete adultos. O bando terrorista Hamas já reivindicou o ataque e está, como é habitual, a festejar a morte e a mutilação de judeus. Artigo completo e fotos no jornal The Algemeiner.

A esquerda palestinianista, fiel apoiante do Hamas (e até do ISIS!) naturalmente, junta-se aos festejos.




Os jihadistas matam crianças e culpam OS OUTROS de o fazerem!

O que a esquerda palestinianista queria era que a cerca de segurança entre Israel e Gaza fosse derrubada, ou que Israel não desmantelasse os túneis. Assim, em vez um atentado, teriam dúzias deles para festejar!
A ESQUIZOFRENIA ISLAMISTA E ESQUERDO-PALESTINIANISTA

O Hamas mata judeus. O ISIS mata cristãos, curdos, yazidis e muçulmanos não sunitas. Ambos os bandos terroristas, que disparam do meio dos civis, usam como argumento para os seus actos, a «morte de inocentes e de crianças».



A esquizofrenia islamista e esquerdo-palestinianista é assim: eles matam efectivamente crianças, mas dizem que os outros as matam!

O CÚMULO DO DESPUDOR


Como se não fosse suficientemente diabólico assassinarem crianças inocentes, os islamistas têm o inqualificável despudor de pegarem nas fotos das crianças que massacram e as apresentarem como vítimas... de Israel! Foi o que aconteceu com a foto da mesmíssima família Fogel. O site PaLIEstine dá conta destas e de outras atrocidades.

A IMPRENSA RAIVOSAMENTE TERRORISTA E ANTISSEMITA

O costume: o terrorista atira o carro para cima da multidão, mata um bebé e  deixa uma quantidade de pessoas feridas, e a Associated Press titula "POLÍCIA ISRAELiTA MATA HOMEM EM JERUSALÉM". Mais palavras para quê?


Na Imprensa portuguesa, ainda não encontrámos nada a respeito deste atentado.

O BEM TRIUNFARÁ
 

 Esta é uma amostra do horror que se seguiria a uma hipotética abertura de fronteiras e/ou regresso de "palestinos" e/ou anexação de Israel pelos islamistas e/ou cedência da Judeia e Samaria aos terroristas. Tal não acontecerá. Pelo menos como os terroristas e seus apoiantes o desejam.

Que Deus acolha a pequena hoje assassinada e dê o consolo possível à família. Que os feridos tenham rápidas melhoras. Que Deus proteja Israel e o Mundo Livre da barbárie islâmica. 

Algemeiner,
Algemeiner,
Algemeiner, October 22, 214
Algemeiner, October 22, 214

Canadá: ISIS já mata lá!

Uma mulher tenta, em vão, salvar a vida do soldado com respiração boca a boca. 

Foto de um dos terroristas muçulmanos, autores deste ataque. Michael Zehaf-Bibea é um convertido recente
Soldado atingido a tiro junto ao Parlamento do Canadá. Reféns dentro do Parlamento, deputados utilizam o Twitter para partilhar fotografias do aparato e tranquilizarem os familiares e amigos.

Vídeo mostra tiroteio dentro do Parlamento:

 
Este ataque ocorre apenas dois dias depois de um muçulmano convertido ter atropelado dois soldados canadianos, vitimando um mortalmente, perto de Montreal: 


 

Mensagem dos terroristas do ISIS
O tortuoso raciocínio é o mesmo que o Hamas & C.a usam em relação a Israel. Atacam canadianos porque o Canadá, na opinião deles, está a atacar inocentes na Síria e no Iraque. Ou seja: Os terroristas do ISIS atacam (como os do Hamas) no meio da população. Usam escudos humanos. A coligação internacional ataca os terroristas e estes acusam-na de matar inocentes!
E assim temos o outrora pacífico, seguro e civilizado Canadá, como todo o Mundo não muçulmano, sob a ira da jihad islâmica. Aqui, um corriqueiro ataque anti-semita:




Os sinais já eram evidentes há muito.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

"Judeus Ilustres de Portugal"

 
"Amanhã, em Ponta Delgada, não perca o lançamento do livro "Judeus Ilustres de Portugal: 14 homens e mulheres que marcaram a história do nosso país", da escritora Miriam Assor, a ter lugar na Biblioteca Municipal Ernesto do Canto, pelas 18h30, e que irá contar com a presença da autora."
Fonte: AMIZADE LUSO-ISRAELITA

Parabéns, Benjamin Netanyahu!

Faz hoje anos o Primeiro-Ministro de Israel. Algumas fotos de Benjamin e da Esposa Sara. Que Deus lhe dê muita saúde para desempenhar o espinhoso cargo que ocupa.

Mazel Tov!






Rindo da Jihad Sexual na Europa - 2

Conclusão de
 


Em grande parte de África persiste a superstição de que estuprando uma criança se cura o S.I.D.A.. A imigração africana na Europa está a vitimar agora as nossas crianças. O politicamente correcto manda ignorar esta REALIDADE. As vítimas, como sempre, podem esperar...


  Continuação da tradução do artigo de The Muslim Issue:

As estatísticas de estupro da Suécia tornaram-se incontroláveis na sequência da persistente importação de muçulmanos por parte do Governo. O nosso relatório de Outubro 2013 revelou que os muçulmanos tinham violentamente estuprado 300 crianças suecas e 700 mulheres suecas, num curto espaço de sete meses, em 2013 O governo não fez nada para resolver o problema. Em resposta à esquerda fascista extrema-socialista exigiu a importação de ainda mais muçulmanos!

A Suécia agora tem o segundo maior número de estupros no Mundo, depois da África do Sul, (...). As estatísticas sugerem agora que 1 em cada 4 mulheres suecas será violada. Este problema nunca teria esta gravidade se o governo sueco não estivesse a importar centenas de milhar de terroristas, espancadores de mulheres, estupradores de crianças e muçulmanos que odeiam mulheres.

Se você já se perguntou como é que um país supostamente educado se pode afundar assim, este é o fruto da mentalidade socialista induzida na psique sueca.


Um leitor sueco enviou-nos este link.




Ouça a ex-comissária da União Europeia, Margot Wallström, rir das mulheres e das crianças suecas que estão a ser brutalmente estupradas por criminosos imigrantes muçulmanos. 
Estes são criminosos que os inúteis burocratas de Bruxelas  importam para a UE e para o país. Nesta entrevista de rádio realizada em 23 de Março de 2014, você pode ouvir Wallström banalizar o estupro do seu povo, ao minuto 10:13  da transmissão. Este é o tipo de pessoas que determinam o cenário político de hoje. Infelizmente não temos uma transcrição da entrevista na íntegra.

"- Ahhh bem, isso é um bocado ... isso parece-me uma loucura completa. Não me parece possível... [risos]. Bem, eu não sei de onde é que esses números [de estupro] vêm ".
É desta forma vergonhosa que Margot Wallström, representante da Suécia na União Europeia e na ONU, reage às estatísticas de estupro muçulmano do Conselho de Prevenção da Criminalidade Nacional da Suécia.


 Margot Wallström acha a onda de estupro islâmico divertida
 
Os dados são do Conselho Nacional de Prevenção da Criminalidade (BRA), relatório de 1996: página 2 de 107. dados mais actuais que são muito mais chocantes,. O que dirá Wallström sobre eles, se ela nem sequer se preocupou em ler as estatísticas de 1996?

Mas, quando se fala de estupro em outros países, Wallström não tem nenhum problema em associar as ondas de estupro muçulmanas na Síria e a Primavera Árabe, como "uma ferramenta para busca de poder e domínio através da difusão do medo". Como é que ela é incapaz de conectar os pontos no seu próprio país, especialmente quando os autores têm o mesmo fundo e usam as mesmas ferramentas sobre o seu próprio povo?



Quando os muçulmanos estupram mulheres e crianças na Suécia, a extrema esquerda culpa os factores sociais e pinta os criminosos brutais como vítimas, às vezes até culpa as vítimas, mesmo que os muçulmanos não sejam mais pobres do que os suecos na mesma classe social, os quais nem por isso passam o seu tempo a estuprar pessoas.
Quão doentes são estes socialistas esquerdistas radicais fascistas ???!


Um cartaz que, em muitos meios, é considerado «racista»: "EU RECUSO-ME A SER ESTUPRADA E MORTA PELOS MUÇULMANOS, SÓ PARA PROVAR O QUÃO TOLERANTE SOU".

- Na opinião da nossa esquerda mais lunática, as nossas crianças e as nossas mulheres devem estar à disposição dos muçulmanos para esses e outros fins. Para o que eles entendam. A lavagem ao cérebro no Marxismo cultural, dita que «nós» somos culpados pelos males todos do mundo, que «nós» somos os únicos que não temos uma «cultura», e que as «culturas» propriamente ditas têm o pleno direito de fazer de nós o que bem lhes apeteça.

Confusas noções históricas sobre colonialismo e etnocentrismo acotovelam-se na acanhada mente esquerdopata, e o resultado é este. TRÁGICO! Pode bem ser o fim da nossa Civilização e dos nossos povos.

Associação de Amizade Portugal-Israel




A AAPI é uma Associação de pessoas livres e independentes sem fins lucrativos e visa o aprofundamento das relações entre Portugal e Israel.
Site:  http://aapi.org.pt/
Facebook: https://www.facebook.com/aaportugalisrael

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Rindo da Jihad Sexual na Europa - 1


O cartaz (comum no Senegal muçulmano) mostra um grupo de muçulmanos a violarem uma rapariga europeia, e a legenda é "ESTUPRO ESTUPRO ESTUPRO; PODES FAZER ISTO NA FINLÂNDIA! OS REFUGIADOS, LÁ, PODEM FAZER TUDO! NÃO SERÁS PUNIDO! CONTACTA A EMBAIXADA DA FINLÂNDIA!"


Lembramos que oportunamente este blog já deu uma pincelada do horror da jihad sexual na Suécia. E na Europa em geral. Cecilia Malmström, deputada sueca de extrema-esquerda e Comissária Europeia, não se preocupa com os números astronómicos dos crimes de estupro muçulmanos na Suécia - contra as crianças e as mulheres do seu próprio país.

Ver, por exemplo:

Recordistas Mundiais de Estupro!

Jihad Sexual - Lá e Cá

'Ela estava a pedi-las'

A Taqiyya e a Jihad Sexual

Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado

 

Na etiqueta MULHERES, temos abundantes relatos da ideologia (e da prática) islâmica da compra e venda de escravas infiéis, do estupro das mesmas, e de outras maravilhas das 1001 noites, de que a esquerda lunática tanto gosta.

Nas ruas da Suécia, como nas de muitas outras grandes cidades europeias, os muçulmanos têm luz verde para aterrorizar, estuprar, assaltar ou espancar os nativos. Na mentalidade de quem ocupa o Poder, o muçulmano é intrinsecamente bom, e inocente. É o semi-deus da nova religião do Politicamente Correcto. Não pode ser questionado. Em caso de agressão contra os nativos europeus, quem é detido, sob acusação de «racismo» são as vítimas.

No caso dos judeus europeus, o poder tem deixado campo aberto à perseguição antissemita por parte dos muçulmanos - quando não a apoia abertamente. O êxodo de judeus da Europa para Israel já faz lembrar o que antecedeu o Holocausto. Ao mesmo tempo, os mesmos políticos exigem que os judeus ofereçam Israel aos invasores e terroristas árabes.




  

Aqui vai a tradução do artigo de The Muslim Issue:


Ouça Margot Wallström, representante da União Europeia e da ONU, rir-se das suecas vítimas do estupro muçulmano
Os imigrantes muçulmanos africanos na Noruega não vêem nada de errado no estupro. Representantes da UE, como Margot Wallström, negam que o problema exista na Europa, ou até mesmo no seu próprio país, a Suécia, onde o índice de estupro islâmico é o segundo a nível mundial só atrás da Nigéria, devido às políticas de imigração que ela e outros como ela criaram.

Imigrante muçulmano africano:
... porque nós, africanos, não gostamos de falar com os rapazes noruegueses, mas nós gostamos de mulheres norueguesas. Como viemos do Senegal, gostamos das mulheres norueguesas, porque na cultura Africana nós respeitamos as mulheres, mas não os homens.

Jornalista norueguês:
Vocês respeitam as mulheres? Mas alguns noruegueses dizem que os africanos [muçulmanos] atacam [estupram] as mulheres norueguesas!

Africano muçulmano: Ahh ... sim, às vezes isso acontece. Nós atacamos [estupramos] quando bebemos muito. Então nós temos que atacar [estuprar], mas se não bebermos não as atacamos [estupramos]. Nós respeitamos.

Jornalista norueguês: Ok ... mas quando [vocês] as apalpam contra a vontade delas?

Muçulmano africano: Eu sinto-me bem, eu sinto-me bem,
eu sinto-me bem, eu sinto-me bem! (rindo e amigos rindo ao fundo).

- Imigrante muçulmano Africano do Senegal sendo entrevistado por jornalista norueguês.
Ouvir a conversa em Inglês, dos 13: 48 aos 14,32 minutos:

.
Se eles não merecem ser enviados de volta para o Senegal ou ser executados, não sabemos o que é que estes porcos feios merecem (sic). Mais habitação social, talvez? Mais benefícios da previdência social?

- Para quem não sabe o significado da abreviatura "sic", esclarecemos que estamos a CITAR. Este é um artigo do site THE MUSLIM ISSUE que estamos a traduzir. Não nos parece que seja errado chamar «porcos feios» a violadores. Somos, contudo, avessos a insultos, e, sobretudo, não defendemos a pena de morte. Lembramos, ainda assim, que o que aqui mais importa é a sorte dos milhares de crianças e mulheres que pela Europa e pelo mundo são vítimas dos gangues de estupro islâmicos. Ver, por exemplo (um dentre milhares):


A extrema-esquerda profundamente fascista é horrível na Suécia socialista. Se Hitler estivesse vivo correriam a votar nele. Os media e os políticos são partidários profundos da violações dos direitos humanos Não existe nenhum sistema de apoio à vítima para além de uma expressão idiota de que nada têm a ver com o sucedido, e, possivelmente, uma mudança de apartamento de um andar para outro, sem realmente lidarem com o agressor, que é o verdadeiro problema.


Na verdade, o governo sueco vai rapidamente começar a atirar subvenções e verificações de bem-estar para premiar os muçulmanos criminosos brutais e ajudá-los a construir mais mesquitas, para a doutrinação no ódio se expandir ainda mais no país. 
Os políticos europeus defendem enfaticamente os assassinatos de honra muçulmanos, o incesto, os crimes de drogas, o estupro, as burkas, os assassinatos, a tortura de animais, as decapitações - qualquer barbárie é aceitável, desde que venha da "cultura" islâmica. Os muçulmanos que aparecem nos meios de comunicação em casos de crime, diariamente, são rapidamente pixelizados, enquanto o nativo ocasional é imediatamente exposto.  
Os jornalistas suecos fazem tudo ao seu alcance para distorcer os factos perante os seus leitores. Por exemplo, quando um jornalista do segundo maior jornal do país, o Aftonbladet (profundamente socialista de esquerda fascista), foi confrontado com as estatísticas da polícia da Noruega que demonstram que 100 por cento dos estupros e agressões brutais cometidos em Oslo o foram por "imigrantes" (muçulmanos ), o jornalista Martin Aagard chamou aos dados "mentira de extrema-direita", baseada em "números fraudulentos". 
Isto apesar do facto de que as estatísticas vêm directamente da polícia norueguesa.

Cartaz  comum em países africanos com comunidade muçulmana: "ESTÁ A PENSAR EM VIOLAR UMA CRIANÇA HOJE? PENSE NAS CONSEQUÊNCIAS"

Apesar do facto de os imigrantes provirem de sociedades em que o estupro e o assassinato são habituais, a UE, incluindo o próprio governo sueco de Margot Wallström, encorajam a importação de mais e mais pessoas desses países.


(CONTINUA) 

POST-SCRIPTUM: Mas o que é verdadeiramente "engraçado", é que quem denuncia estas realidades, quem traduz e comenta um artigo desta importância, é apelidado de "incitador do ódio". Os violadores, esses, são apenas "pobres vítimas do colonialismo europeu, que expressam assim a sua cultura".