domingo, 7 de fevereiro de 2016

Somos todos judeus. E cristãos.

Salvando vidas de judeus num campo de prisioneiros de guerra - o heroísmo de um soldado cristão

Por Keith Davies, do site RESCUE CHRISTIANS (SALVEM OS CRISTÃOS)
Há setenta e um anos, um sargento-chefe cristão do Exército dos EUA arriscou a vida para salvar os seus soldados judeus num campo de prisioneiros nazi. 
Entre um grupo de 1.275 soldados norte-americanos que foram capturados e detidos no  campo Stalag IX-A, provavelmente não mais do que 200 eram judeus, mas os nazis queriam matar até ao último. O comandante alemão ordenou que os prisioneiros judeus - e somente os prisioneiros judeus - comparecessem à chamada. As razões eram óbvias.

   
O seu líder, o sargento Roddie Edmonds, sabia que, de acordo com a Convenção de Genebra, a única informação que os soldados tinham de fornecer era o nome, posto e número mecanográfico. Disse aos seus homens: "Nós somos todos judeus", e todo o grupo se apresentou à chamada. Quando pressionado, com uma arma apontada, a dizer aos soldados judeus para avançarem, o sargento Edmonds continuou a recusar-se a entregar os seus soldados judeus para uma morte certa.
Perante a nobreza de tal atitude, o comandante nazi não teve resposta. Virou-se e saiu. Alguns desses soldados judeus ainda estão vivos, e testemunham a integridade e coragem de Edmonds. O seu acto heróico só agora veio à luz do dia, trinta anos após a sua morte, devido à investigação conduzida pelo seu filho - a quem Edmonds não contou uma palavra da história. Edmonds foi postumamente homenageado pelo Yad Vashem, o Museu do Holocausto de Israel, como "Justo entre as Nações".

Imagine-se a força de carácter, o compromisso com os seus valores e a fé sólida, necessários para fazer a coisa certa, sob ameaça de morte. Você acha que seria capaz de fazer o mesmo?


Você pode.
Tal como os judeus na Europa nazi há setenta anos, os cristãos estão hoje a ser assassinados e perseguidos nos países muçulmanos por causa da sua fé. A organização RESCUE CHRISTIANS (SALVEM OS CRISTÃOS) envia heróis para o terreno, mas precisamos da ajuda daqueles que estão dispostos, apesar dos tempos económicos difíceis e apesar da pressão financeira desta época, a defender o que é certo.
Precisamos daqueles que sabem o que é a justiça e estão dispostos a fazer um esforço por ela. Precisamos do seu apoio. 
Este episódio, passado em 25 de Dezembro de 1944, repete-se hoje, em 25 de Dezembro de 2015. Vamos mostrar às pessoas que cometem o Mal que o Bem prevalecerá sempre.



A organização RESCUE CHRISTIANS foi fundada pelo ex-terrorista "palestino" Walid Shoebat, hoje convertido ao Cristianismo e refugiado nos Estados Unidos. Graças aos donativos de pessoas de Bem, muitos cristãos têm sido salvos da morte certa às mãos dos jihadistas. Se quiser doar, clique no logotipo abaixo e e siga as instruções. Se não puder doar, são bem-vindas as orações e a divulgação.

http://rescuechristians.org/purchasedonate/

Vale das Gazelas


O Vale das Gazelas é uma reserva natural urbana, situada em Jerusalém, perto do centro da cidade. 30 gazelas selvagens vagueiam livremente por todo o parque.

Diversas espécies adoptaram como lar este espaço aberto de mais de 1 quilómetro quadrado. Muitos residentes e visitantes vêm passar algum tempo neste belo parque rodeados pela Natureza, um local único para observar a vida animal.

Todo o escoamento da águas de Jerusalém é recolhido num grande reservatório situado no parque, a água é purificada e reciclada, e torna-se parte do habitat natural do Vale  das Gazelas.

Confirme neste breve vídeo como Israel está a preservar e enriquecer o ecossistema:


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Os Estupros de Ano Novo e a Lógica Islâmica

Resumo deste post: se para o Islão a culpa do Massacre de Paris foi da "islamofobia", a culpa da brutal onda de estupros cometidos por "refugiados" sobre mulheres europeias na Passagem de Ano... foi das mulheres estupradas!


O Grande Mufti da Austrália foi o ÚNICO líder religioso islâmico em todo o Mundo a pronunciar-se sobre o Massacre de Paris - para o aprovar!
Recapitulando, e raciocinando islamicamente:

A LÓGICA SEGUNDO O ISLÃO 

1 - Alá ordena: “E quando encontrares os infiéis, corta-lhes a garganta" (Alcorão 47:4)

2 - Porque o Alcorão é sagrado, é a palavra e Alá,  é indiscutível,  é interpretado e cumprido literalmente, os muçulmanos cortam diligentemente as gargantas dos infiéis, às centenas por dia, em todo o mundo (confira contabilidade em www.thereligionofpeace.com).
3 - Os infiéis têm o supremo atrevimento de ter medo dos muçulmanos, porque estes têm a obrigação religiosa de os degolar.
4 - Ora o medo dos infiéis é extremamente ofensivo para os muçulmanos (que se ofendem com TUDO o que seja não-muçulmano).
5 - O corolário lógico, em consequência da situação exposta, é enviar um comando suicida de "refugiados" muçulmanos ao Estádio de Paris, à sala de espectáculos Bataclan e aos cafés parisienses, matar tantos infiéis quanto possível, a tiro e à bomba.
6 - Perante as medidas de protecção tomadas pelas autoridades, o passo seguinte é mais indignação contra essas manifestações de "racismo", "xenofobia", "apartheid", "islamofobia", etc..
7 - O que conduz a mais ataques terroristas, em protesto contra o  "racismo", "xenofobia", "apartheid", "islamofobia", etc., num ciclo que durará até à submissão definitiva dos infiéis.
É assim que funciona há décadas em Israel, com a aprovação entusiástica do Mundo e das extremas esquerdas e direitas. Agora é a nossa vez.

O ESTUPRO SEGUNDO O ISLÃO



O Imã de Colónia, Alemanha, foi o ÚNICO líder religioso islâmico em todo o Mundo a pronunciar-se sobre o Festival de Estupros de Ano Novo - para o aprovar!


Tal como aconteceu no Massacre de Paris, a Imprensa também não conseguiu esconder a orgia de estupro colectivo que varreu as capitais europeias nas celebrações de Ano Novo. Os polícias (com medo de perderem o emprego (sob acusações de "racismo", "xenofobia", "apartheid", "islamofobia", etc.), iam relatando que estava tudo bem, enquanto hordas de bárbaros muçulmanos violavam as mulheres europeias (mais tarde admitiriam que nunca tinham visto selvajaria em tal grau e proporções).

Mas as queixas acumularam-se de tal forma, que a coisa teve que ser conhecida. Um pouco como aconteceu com as redes islâmicas de estupradores de crianças no Reino Unido, que a Polícia tentou esconder até aos limites, mesmo quando as crianças apareciam na esquadra ensanguentadas, acompanhadas dos pais desesperados.


ONDE ESTÃO AS MULHERES? - Do milhão de "migrantes" muçulmanos que entraram na Europa em 2015, quase 80% são homens. Da destruição causada temos dado breves amostras.



Via Breibart, a única declaração de um líder islâmico (de uma mesquita conhecida por abrigar terroristas e pregar a jihad) sobre os acontecimentos:

Falando ao  importante canal russo REN TV, o Imã Sami Abu-Yusuf, durante um segmento de 12 minutos, comentou os últimos desenvolvimentos da invasão de migrantes na Europa. 
Posto perante a evidência dos ataques de migrantes em Colónia, das mulheres agredidas sexualmente por gangues aparentemente árabes, e em resposta à súbita demanda de cursos de defesa pessoal na Alemanha, o Imã disse ao entrevistador: "Precisamos de reagir adequadamente, e não de atirar combustível para o fogo ".

Explicando a visão do Islão salafista sobre as centenas de mulheres vítimas de apalpadelas, agredidas sexualmente e em alguns casos estupradas por grupos de homens migrantes em cidades por toda a Alemanha, o Imã disse: "Os acontecimentos da véspera de Ano Novo foram culpa das próprias raparigas, porque estavam seminus e usavam perfume. Não é de surpreender que os homens as tenham atacado. Vestirem-se assim é deitarem combustível para o fogo".

A peça jornalística considerou previsível que a migração muçulmana em massa resultaria em violência e gangues de estupro. O narrador disse aos telespectadores que, após os acontecimentos de Véspera de Ano Novo,  tornou-se difícil dizer a quem pertence a Alemanha, se aos muçulmanos ou aos alemães. Também expressou a opinião de que estes ataques sexuais não são mais do que um ensaio para algo muito maior que está para vir. (...)
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Raciocinando islamicamente, é fora de dúvidas que os 7 passos da lógica islâmica acima expostos se seguirão a este primeiro festival de estupro islâmico verdadeiramente mediático e em escala continental da era moderna. Mais e maiores festivais se seguirão - caso a Europa não ACORDE!

O Islão manda-os estuprarem as mulheres infiéis. Eles estão ofendidos por causa de as mulheres infiéis andarem a ter aulas de defesa pessoal para não serem estupradas por eles. Consequentemente, vão estuprá-las.



Uma das vítimas da onda de estupros que varreu a Europa no Ano Novo.

VEJA OU REVEJA


E isto, caros amigos, é uma amostra ínfima...
 
(É verdade, é - somos um blogue muito "violento". Pacífico só mesmo o Islão.)


P.S. - Diversos vídeos (feitos pelos perpetradores) das agressões sexuais e dos muçulmanos a dispararem fogos de artifício contra os infiéis foram retirados das redes sociais. Restam pequenas amostras como esta:

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Chora, chora, que a gente fotografa...




Um dos vídeos que ilustram Pallywood: «Pallywood in the Shuhada Street - Let's fool the world» - Pallywood na Rua Shuhada - Vamos Lá Enganar o Mundo.

Um grupo de árabes escondia-se dia após dia numa loja e atirava cocktails molotov contra as casas de judeus do outro lado da rua. Como resultado, os militares selaram a loja.
Os activistas anti-Israel tentaram apresentar a situação como agressão contra os "inocentes" "palestinos".
Neste vídeo pode-se ver os directores profissionais de cinema "Pallywood" dizendo à mulher idosa para se sentar numa cadeira na frente da loja e começar a chorar, (enquanto a filha ri incontrolavelmente), criando assim uma cena narrativa enganosa, enganando telespectadores em todo o mundo.

Os repórteres, visivelmente divertidos com a cena, não deixam de a apresentar como se não fosse encenada. Faz parte da profissão difamar Israel e os judeus.
Este é apenas um de milhares de exemplos, das mentiras que são espalhadas pelos "palestinos" e, em seguida, relatadas como factos na Imprensa global, quase toda conivente.
Se a causa "palestina" é tão justa, porquê a necessidade de mentir, apagar vídeos, boicotar sites como o paLIEStine, que foi mais uma vez pirateado?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

ISIS volta a ameaçar Portugal (e agora, ainda somos doidos?)



Na Europa, em plena luz do dia, hordas de bárbaros islamistas ameaçam os europeus com a extinção, garantem que nos matarão e tomarão as nossas mulheres como troféus de guerra. Clérigos e líderes muçulmanos em todo o Mundo subscrevem a intenção do domínio global islâmico. Quem se insurge contra o terrorismo e a invasão, arrisca perder o emprego, ser processado e preso.
 

Quando nós, e muitos outros, divulgámos algumas das muitas ameaças de reconquista da Península Ibérica pelos bárbaros islamistas, e chamámos a atenção para que estamos a seguir a Israel na lista de territórios que eles querem reaver, muita gente nos chamou "doidos", "conspiracionistas", "alarmistas", e afins.
 
Porque somos media alternativa, "não temos credibilidade". Mas agora, que a Imprensa "séria" já é obrigada a admitir a realidade, ainda somos doidos?
 
A notícia abaixo vem hoje no Jornal de Notícias, mas não falta informação devidamente comprovada por vídeos, testemunhos credíveis, pelos mais diversos meios, de que o terrorismo islâmico avança, que o genocídio dos "infiéis" avança de forma brutal, que há gente atrozmente queimada e enterrada viva por não querer converter-se, e que Portugal e Espanha estão em lista de espera:
 


 
Estado Islâmico refere Portugal em nova ameaça 

Um vídeo difundido pelo autoproclamado Estado Islâmico (EI), que mostra a execução de cinco pessoas, no Iraque, mostra um terrorista a proferir uma ameaça à Península Ibérica.

"Juro que pagareis um preço muito alto e que o vosso final será muito doloroso. Se Deus quiser, recuperaremos Al Andalus", nome dado à Península Ibérica pelos conquistadores islâmicos, no século VIII.

Cidades que, ainda hoje têm uma forte marca muçulmana, são referidas no vídeo. "Nenhum muçulmano pode esquecer Córdova, Toledo e Játiva [em Valência]. Há muitos muçulmanos fieis que juram recuperar Al Andalus", diz um militante do EI. No vídeo, de cerca de oito minutos, garante que a "Península Ibérica jamais será esquecida".

O jiadista, de traços físicos ocidentais, fala em francês. "Al Andalus tem paciência. Não eras espanhola nem portuguesa, mas sim muçulmana", ouve-se no vídeo, filmado nos escombros de um edifício em Ninev, no norte do Iraque, aparentemente derrubado pelos ataques aéreos da coligação internacional.

"Vocês, os infiéis, achavam que acabavam com o Estado Islâmico com ataques aéreos, mas estão espantados e assustados com a força do califado", diz o jiadista, repetindo a ameaça de intensificação dos ataques terroristas.

"O que está para vir fará esquecer os ataques de 11 de setembro (de 2001, EUA) e de Paris (13 de novembro de 2015)", diz o terrorista, citado pela imprensa espanhola. "Vocês atacaram-nos no passado e agora somos nós que vos atacamos", acrescenta.

Esta não é a primeira vez que o EI cita Península Ibérica entre os objetivos. Em novembro, após os ataques de Paris, um vídeo dos terroristas de Abu Bakr al Bagdadi ameaçava Espanha. "Queremos conquistar Paris, antes de Roma e a Península Ibérica".


 

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O Ocidente está nem negação. Mais depressa as pessoas vão à Internet ver o resultado de um jogo de futebol ou quem foi expulso do Big Brother, do que o Holocausto global que o Islão está a realizar, mais uma vez. Há milhares de horas de filmagens de atrocidades cometidas pelos terroristas contra os infiéis, mas como a TV não mostra, não vale a pena a gente preocupar-se:
 

 
Eles invadiram a Península Ibérica e Israel; os povos nativos reconquistaram a independência, mas o Islão exige que terra que foi conquistada pelo Islão seja para sempre muçulmana. Tal como a morte é a punição para quem deixa de ser muçulmano. Mas é também a punição para quem não quer ser muçulmano.
 
"E mata-os onde quer que os encontres, e expulsa-os de onde te expulsaram"- Alcorão (2:191)
 
ALGUNS AVISOS QUE FIZEMOS:


 
 
 
 
 



 «O Islão NÃO É uma religião» - e não somos nós que o dizemos. São ELES!
"Temos de dizer ao Ocidente que estamos a estender-lhe a mão em paz, agora - mas que não será assim por muito tempo. Mesmo quando uma civilização está pronta a desmoronar-se (como está a acontecer agora no Ocidente, com todas as características de deterioração dos últimos impérios caídos), eles não cairão até que nós, os muçulmanos, nos esforcemos para lhes dar esse último empurrão, a última palha que vai dobrar as costas do camelo".
 Tareq al-Suwaidan, muçulmano «moderado».
 
 
"Está na hora meus irmãos. Está na hora de demonstrar ao mundo a força do islamismo e de combater os infiéis! O plano está traçado e preparado. Iremos tomar conta de portugal e deste povo fraco e levaremos o nosso Islão ao mais elevado patamar do desejo do Senhor!"

Proclamação no site da Comunidade Islâmica de Lisboa 



P.S. - Esta é apenas uma das mesquitas em projecto para Portugal - E em Palmela há uma escola que forma imãs.

P.P.S. - Para os leitores que possam estar menos a par destes assuntos, esclarecemos que o ISIS, o Estado Islâmico, o Daesh, o Califado Global, são uma e a mesma coisa: são um Estado Muçulmano, governado pela lei sharia, que já ocupa grande parte da Síria, do Iraque, da Líbia, e de outros países muçulmanos, e que tem já enclaves até aqui na Europa, ameaçando expandir-se ao globo inteiro. O modo de propagação é o terrorismo e o genocídio.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Obama MENTE, e só Trump desmente...


Donald Trump (o candidato maldito), apresentou mais provas de que Obama não é norte-americano nem cristão, como afirma ser. Aliás, nem sequer é Obama.

Nos tempos que correm, chamar racista, xenófobo, assassino, bruto, ignorante, atrasado mental, idiota, nazi, e todos os nomes que há no dicionário, a Donald Trump, não só é permitido, como é uma obrigação para quem queira estar alinhado com o bem-pensantismo. Donald Trump é o novo George Bush, é o homem a quem se pode chamar de tudo e culpar de tudo, e se tem aplauso garantido.

George Bush foi profusamente retratado como um chimpanzé. Ah, ah! Disto podemos (e devemos) rir!

Num exemplo ao acaso, citamos uma crónica recente de Rui Moreira no Correio da Manhã - o jornal mais lido de Portugal, e conotado com a direita - em que este político - de direita - acusa Donald Trump de ser radical, trauliteiro, populista, racista e xenófobo. Pelo menos! Tente ir lá comentar discordando. Eles não publicam.

Simetricamente, é obrigação bem-pensante louvar Barack Hussein Obama, adorar  Barack Hussein Obama, rastejar ante Barack Hussein Obama. Os media, nos últimos anos, atafulharam-nos de imagens da perfeição absoluta de Barack Hussein Obama. Um culto da personalidade de fazer inveja aos maiores ditadores da História.

Um cartoon que glosava um incidente recente sobre o abate de um chimpanzé e a inépcia legislativa do Governo, foi recebido por uma multidão furiosa de apoiantes  de Obama como "racismo".

E é pecado capital não apreciar Barack Hussein Obama, muito justamente conhecido como o terrorista da Casa  Branca. Se duvida da colaboração de Obama na jihadismo global, visite, por exemplo, a nossa secção OBAMA.

Nos Estados Unidos, várias pessoas perderam os seus empregos por terem simplesmente feito um gracejo sobre Obama. Ficou famoso o caso de Clint Pierce, um bombeiro com 20 anos de bom e leal serviço, que foi sumariamente despedido porque levou para o trabalho um rolo de papel higiénico com o retrato de Obama. Diga-se que os rolos de papel higiénico com imagens de políticos são um artigo popular em países como os Estados Unidos ou o Reino Unido. 

Nem sequer somos grandes fãs de Donald Trump. Se fosse norte-americano, votaria Ted Cruz. Mas esta parcialidade dos jornalistas, dos políticos e dos comentadores, é revoltante, é um linchamento moral. Critiquem-no no que ele merece ser criticado.

Donald Trump é culpado de ser branco, rico, empreendedor, trabalhador, cristão, heterossexual e patriota. E de não ser politicamente correcto.

É POR ISTO QUE TRUMP É MAL-AMADO:
Trump larga uma "OBAMABOMBA" ... democratas estão furiosos!
Via The Political Insider
No programa "Fox and Friends" da Fox News, o candidato presidencial conservador Donald Trump fez uma fortíssima revelação o sobre o presidente Barack Obama.
Primeiro foi apresentado um vídeo, em que Obama diz: "Eu adoro este emprego, e aqui está o que eu acho uma declaração justa: Quando uma pessoa se chama Barack Hussein Obama, é preciso gostar muito de política, para chegar a ocupar este cargo."
Então, Trump soltou uma verdadeira "bomba":
«Barack Obama não é o verdadeiro nome dele! Bem, pelo menos não era. Ele chamava-se Barry Soetoro, e mudou o nome para Barack Hussein Obama - o que revela tudo sobre este homem, e que as pessoas desconhecem. É inacreditável que ele afirme chamar-se assim. Ele faz essa afirmação, e seria justo fazê-la: se fosse esse o seu nome original. Mas esse era um nome muito diferente.»
Trump, em seguida, lembrou ao público o quanto Obama amou as regalias caras da Casa Branca. Afinal, Obama adora voar no Air Force One para ir jogar golfe por todo o Mundo, e gasta milhões de dólares em férias de luxo.
É por isso que muitos eleitores das primárias republicanas gostam de Trump ... ele diz a verdade!
Este vídeo é épico: 


Não esqueçamos que foi Hillary Clinton, em 2008, quem primeiro levantou questões sobre o passado de Obama e a sua certidão de nascimento. Trump está a abordar uma questão importante: Depois de sete anos, ainda sabemos muito pouco sobre o radical de esquerda que ocupa a Casa Branca.

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NUM MUNDO DEMENTE, OBAMA MENTE, E SÓ TRUMP DESMENTE!

Obama: um "cristão" que toda a vida foi muçulmano, que promove a jihad global, que tem o seu gabinete cheio de membros do bando terrorista Irmandade Muçulmana, que recebe o seu irmão (o líder terrorista Malik Obama) na Casa Branca, que permite campos de treino de jihadistas nos Estados Unidos (enquanto desarma a população civil), que usa um anel com a inscrição "Não Há Outro Deus Senão Alá", etc., etc....

Bill Clinton foi afastado do cargo por uma pequena inverdade relativa a um evento menor de um dos seus devaneios extra-conjugais. Algo que na Europa seria assunto a resolver entre ele a a Esposa. Nem notícia seria.
Obama  não é norte-americano, mentiu sobre a sua nacionalidade, e silêncio total.
Obama é muçulmano. Nasceu muçulmano, foi educado como muçulmano, e foi sempre conhecido como tal, e o Islão pune com a morte quem abandone a religião. Obama mentiu, ao apresentar-se aos eleitores como cristão, e silêncio total.
Obama é tão muçulmano que mudou o seu nome para um nome mais muçulmano, como fez Cassius Clay (eleito "O Desportista do Século" pela revista americana Sports Illustrated, em 1999) que mudou o nome para Muhammad Ali quando se converteu ao Islão (eis o quão "racistas" e "islamofóbicos" são os norte-americanos e os Ocidentais em geral...). Obama mentiu sobre o seu verdadeiro nome, e silêncio total. 

Passeio pela Reserva Natural de Ein Gedi


 

Olá amigos,

Vamos a mais uma pequena viagem pelo pequenino mas variado e belo território de Israel?
 
Este pequeno vídeo explora as inúmeras vistas e sons da Reserva Natural de Ein Gedi, situada perto do Mar Morto, em Israel.

Enquanto não junta umas coroas para lá ir, viaje connosco pelas encostas rochosas e refresque-se nas cascatas  de agua límpida.
O parque alberga centenas de espécies de aves e outros animais.

Esperamos um dia poder falar mais de coisas agradáveis, como este lugar, um pedacinho de Paraíso na Terra, que fica em Israel.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Vaticano para o Irão: Parem a propagação do terrorismo

Rouhani visitou o Vaticano, e a Imprensa oficial ignorou que se trata de um Estado tirânico, sem direitos humanos, e o primeiro financiador e promotor do terrorismo no Mundo. É sabido que o Irão não está a cumprir, nem aceitou internamente o acordo nuclear, e que continua a garantir que apagará Israel do mapa. Mas que interessa isso?...


Teerão não perde tempo em aproveitar a onda do pós acordo nuclear. O Presidente Rouhani é recebido nas capitais europeias como se de um velho amigo se tratasse.

Por: Associated Press e World Israel News

O Papa Francisco manteve conversações com o Presidente do Irão na passada terça-feira, tendo pedido o a Teerão que assuma as suas responsabilidades em parar a propagação do terrorismo, ao mesmo tempo que o Irão tenta melhorar a sua imagem, após o acordo nuclear.
 
O Pontífice apertou calorosamente a mão do Presidente Hassan Rouhani, nesta que é a primeira visita oficial de um líder do Irão ao Vaticano, desde 1999. Seguiram-se 40 minutos de conversa em privado, após os quais Rouhani se encontrou com outras altas figuras do Vaticano.
 
 

Nota nossa: Antes de se dirigir ao Vaticano, Rouhani disse num fórum de empresários que o Irão é o país mais seguro da região. Para além de ser o maior financiador e organizador do terrorismo a nível global, o Irão apresenta dos piores registos em termos de direitos humanos. A sharia (lei islâmica) é a lei nacional, e implica lapidação de supostas adúlteras, enforcamento de supostos homossexuais e outras atrocidades.


As conversações "versaram sobre a conclusão e a aplicação do acordo nuclear, e foi salientado o importante papel que o Irão é chamado a ter, juntamente com outros países da região, sublinhou a Santa Sé".
O comunicado oficial acrescenta que "o Irão deve alinhar com soluções políticas que combatam os problemas que assolam o Médio Oriente, nomeadamente a propagação do terrorismo e o tráfico de armas".
 
O apelo da Santa Sé é de alguma forma peculiar, pois o Irão gere as principais redes terroristas globais, com actividades no Iraque, nos Estados do Golfo, Iémen, Síria, Líbano, Gaza e diversos países de África.
 
As conversações "cordiais" também realçaram os valores espirituais comuns, segundo o comunicado.
 
 

 
 
No que a Israel diz respeito, a intenção iraniana de destruir o pequeno Estado Judaico é diariamente veiculada pela propaganda do regime, e saudada em delírio por multidões de muçulmanos no mundo inteiro.
 
Enquanto Israel envia para Gaza toneladas de bens de todos os tipos, água e electricidade, o pequeno território que Israel deu aos Árabes dedica-se a enviar para Israel bombistas suicidas, assassinos e mísseis. O principal fornecedor dos terroristas do Hamas, Hezbollah, Fatah, e de outros grupos jihadistas que se dedicam a massacrar civis israelitas é o Irão.
 
Aqui, a Marinha de Israel intercepta mais um carregamento de armas provenientes do Irão e destinadas a matar judeus:
 
 

 
 
Na nossa secção IRÃO temos dado breves pinceladas da dura realidade de uma das mais ferozes e fanáticas tiranias do Mundo.

POST-SCRIPTUM: Parece que a Itália cobriu as suas estátuas clássicas, para não ofender a sensibilidade do Presidente do Irão, enquanto ele estiver em solo italiano. Rouhani agradeceu o gesto, ainda que não o tenha pedido. A submissão europeia é total! O que o Irão acha ofensivo e o que acha aceitável, ilustra as diferenças irremediavelmente inconciliáveis entre a civilização judaico-cristã e a barbárie islâmica:

 
 
 
 
Lembram-se do post Ken Buda e o seu Joelho Pneumático? Leiam ou releiam, e digam-nos se esta gente anda a regular bem da cabeça!
 
 
"Segundo a edição de hoje do jornal "Financial Times", o Executivo italiano vai mobilizar um total de dois mil milhões de euros e ações de combate ao terrorismo. Metade desse valor será aplicado em medidas de segurança e defesa. Os restantes mil milhões de euros serão investidos em programas culturais.

Esse programa será dedicado nomeadamente a bairros de periferia de grandes cidades onde existem problemas de desinserção social. Além disso, serão distribuidos cheques no valor de €500 a jovens de 18 anos, que poderão ser gastos em museus, concertos e teatros. A ideia de Renzi é reforçar o sentimento de estes jocens serem "guardiões" do património cultural italiano. 

"Eles imaginam terror, nós respondemos com cultura. Eles destroem estátuas, nós amamos a arte. Eles destroem livros, nós somos o país das livrarias", afirmou o primeiro-ministro italiano, citado pelo Financial Times, referindo-se aos terroristas do Daesh, o autoproclamado Estado Islâmico, que perpetraram os atentados de Paris."
 
- EXPRESSO, 25/11/2015 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Ban Ki-Moon apoia a Intifacada em Israel. Intifacada chega à Europa.

Hoje, dia Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, continua o Holocausto dos cristãos no Médio Oriente, dos judeus em Israel e de todos os "infiéis" em todo o Mundo:

E A "INTIFACADA" CHEGA À EUROPA...


Alexandra Mezher, de 22 anos, morreu após ter sido esfaqueada por um Somali de 15 anos de idade, no centro de acolhimento de "migrantes" em trabalhava. Dan Eliasson, Chefe da Polícia sueca, manifestou solidariedade... com o assassino.

Alexandra estava a trabalhar no turno da noite, sozinha, numa instalação cheia de homens muçulmanos violentos, que vêem as mulheres sem um guardião masculino como "antílopes nuas perante leões", e acham perfeitamente legítimo o estupro e o assassinato de mulheres, de acordo com a ideologia islâmica e o respectivo Direito. Se duvida, leia o nosso post:

O chefe da Polícia sueca, Dan Eliasson, exprimiu simpatia pelo assassino. Desculpou o esfaqueamento mortal com frases como "Quem sabe o que o rapaz passou?", e outras de igual quilate, que estão a despoletar a indignação na Suécia.

Com a invasão islâmica, a Suécia tornou-se o país recordista europeu de estupros e o segundo a nível mundial, atrás da Nigéria. Em ambos os casos, e na generalidade dos países, os estupradores são muçulmanos. Quando se acham num país onde as mulheres têm liberdade e direitos, os muçulmanos sentem-se autorizados a estuprá-las e matá-las.

O abrigo onde a vítima trabalhava, enquanto preparava o seu regresso à Universidade para fazer o mestrado.

O site The Muslim Issue, de onde estamos a extrair mais esta notícia - uma entre milhares de tragédias com que o Islão nos brinda diariamente -  questiona:  
"E se um muçulmano esfaquear um filho, a Esposa ou os pais de Dan Eliasson até à morte e todos nós sentirmos pena do assassino, como irá ele reagir? Um indivíduo como este, um demente destituído de profissionalismo, deveria ser despedido imediatamente, se a Suécia ainda conservasse algum orgulho nacional e decência.".
Mais diz o mesmo site, que:
"A psique danificada destes esquerdistas não lhes permite porem-se no lugar das outras pessoas. Eles não têm capacidade de dar um passo fora da sua visão em túnel. A realidade não vai atingi-los até que eles pessoalmente passem pela experiência. E que maior evidência da forma mais baixa de raciocínio e capacidade intelectual é precisa, se alguém precisa da experiência pessoal para ser capaz de aplicar o bom senso ???".

VÍTIMAS EUROPEIAS: SOLIDARIEDADE

Alexandra Mezher, com a sua melhor amiga Lejla Filipovic, na sua festa de licenciatura, em 2012.

Os comentários do Chefe da Polícia provocaram reacções indignadas nas redes sociais, com algumas pessoas a dizerem que as suas declarações lhes deram "vontade de vomitar".

Jenny Sundelin escreveu no Twitter:  

"Apetece-me vomitar quando olho para a sua cara. É suposto que você seja a pessoa mais responsável pela nossa segurança, e você defende aqueles que nos matam".
 Billy The Britt acrescentou:  
"Será que Dan Eliasson sente a mesma pena por Breivik? E pelo assassino Trollhattan? Será que o coração de Dan sangra por eles também?".

Como vemos, "há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não" - quando as vítimas são compatriotas.

Quando as vítimas não são africanas, merecem a mais absoluta indiferença.

Quando são israelitas, os suecos regozijam-se, e apoiam os terroristas.


VÍTIMAS ISRAELITAS: REGOZIJO

Shlomit Krigman foi assassinada por terroristas "palestinos", para grande alegria de Ban Ki-Moon e de outros apoiantes da jihad global.


Shlomit Krigman, violentamente esfaqueada por terroristas "palestinos", em Beit Horon, Israel, morreu esta terça-feira, em consequência dos ferimentos graves que sofreu.
Shlomit Krigman, de 24 anos, e Adina Cohen, de 58 anos, foram esfaqueadas antes de as forças de segurança poderem intervir e abaterem os dois terroristas. Adina está a recuperar.
Krigman, filha de Yitzchak e Na'ama, veio de Shadmot Mehola, no Vale do Jordão, e era a mais velha de sete filhos.
Estudou design industrial na Universidade de Ariel, onde, como projecto de final de curso, desenhou uma biblioteca pública móvel que iria unir as pessoas e fomentar a comunicação no âmbito urbano.
Um amigo descreveu-a como pessoa de bom coração, carinhosa e muito criativa.
Este incidente é o mais recente de uma longa série de ataques terroristas "palestinos" quase diários, que têm atormentado os israelitas ao longo dos últimos três meses e meio, provocando a morte de 29 vítimas e ferindo mais de 280.
A Imprensa mundial, mais uma vez, lamentou a morte dos dois terroristas. 

BAN KI-MOON APOIA A "INTIFACADA"

Este ataque, e a onda de violência islamista em Israel que denominámos aqui como "Intifacada", mereceram nas Nações Unidas o apoio do respectivo secretário-geral, o senhor Ban Ki-Moon!

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, lamentou que o secretário-geral da ONU encorajasse o terrorismo, e declarou: 

"Não há justificação para o terrorismo. Os assassinos palestinos não querem construir um Estado - eles querem destruir um Estado, e dizem-no abertamente. Eles querem matar os judeus simplesmente porque são judeus, e dizem-no abertamente. Eles não matam pela paz e não assassinam pelos direitos humanos."

"A ONU perdeu a sua neutralidade e força moral há muito tempo, e estas observações do Secretário-Geral não melhoram a situação".