terça-feira, 27 de setembro de 2016

Porque é que os media diabolizam Trump - 1


As 7 propostas de Donald Trump que os grandes media escondem da população
 
Ainda há poucas semanas - a pouco mais de 2 meses da eleição presidencial de 8 de Novembro próximo nos Estados Unidos - todas as sondagens davam Hillary Clinton, a candidata do Partido Democrata, como vencedora. Parecia óbvio que, apesar dos preconceitos chauvinistas, Clinton seria a primeira mulher a ocupar o Salão Oval da Casa Branca e a segurar as rédeas da maior potência do nosso tempo.
 
O que aconteceu com o candidato republicano, o mediático Donald Trump, para quem se previa um sucesso "irresistível"? Porque é que ele caiu nas intenções de voto? Sete em cada dez americanos declararam não o querer como presidente; e apenas 43% o acharam "qualificado" para a corrida à Casa Branca (65% consideravam, no entanto, que a senhora Clinton é perfeitamente apta para executar essa tarefa). Lembramos que nos Estados Unidos, as eleições presidenciais não são nem nacionais nem directas. Trata-se de 50 eleições locais, uma por Estado, que designam os 538 eleitores responsáveis por eleger, a seu turno, o (ou a) Chefe de Estado. O que relativiza singularmente as sondagens a nível nacional.
 
Diante de tais maus resultados, no entanto, o candidato republicano Donald Trump decidiu em Agosto passado reformular a sua equipa, e nomeou um novo director de campanha, Steve Bannon, ultra conservador e director do Breitbart News Network. Trump também mudou o seu discurso para se dirigir a dois grupos críticos de eleitores: os afro-americanos e os hispânicos. Conseguirá ele inverter a tendência e vencer na recta final da campanha? Não é impossível. Na verdade, Trump já parece ter, em parte, recuperado o seu atraso em relação à senhora Clinton.
 
Personagem atípica, com propostas odiosas, grotescas ou sensacionalistas, Trump conseguiu já inverter as chances. Confrontado com pesos pesados como Jeb Bush, Ted Cruz e Marco Rubio, que contavam com o apoio de todo o establishment republicano, poucos analistas davam Trump como possível vencedor das primárias do Partido Republicano. E, no entanto, ele esmagou os seus oponentes, reduzindo-os a cinzas.

Após a devastadora crise de 2008 (de que ainda não saímos), nada será como dantes em nenhum lugar. Os cidadãos estão profundamente desapontados, desiludidos e desorientados. A própria democracia, como modelo, perdeu muito do seu apelo e credibilidade. Todos os sistemas políticos foram abalados até às raízes.
 
Na Europa, por exemplo, os terremotos eleitorais inéditos sucedem-se, desde a vitória da extrema direita na Áustria até ao Brexit Inglês ou à recente derrota da chanceler alemã, Angela Merkel, na sua Mecklenburg-Vorpommern.

Mas a agitação não se limita à Europa. Basta olhar para a esmagadora vitória eleitoral em Maio, do inclassificável e estrondoso Rodrigo Duterte nas Filipinas ... Todos os grandes partidos tradicionais estão em crise. Estamos a testemunhar em toda parte a subida das forças ruptura, sejam os partidos de extrema-direita (Áustria, países nórdicos, Alemanha, França) ou os partidos populistas e anti-sistema (Itália e Espanha).

Em toda a parte, a paisagem política está a mudar radicalmente. Esta metamorfose chegou agora aos Estados Unidos, um país que já experimentou, em 2010, um populismo devastador, consubstanciado no momento pelo Tea Party. O surgimento do bilionário Donald Trump na corrida para a Casa Branca continua essa onda e é uma revolução eleitoral que ninguém tinha sido capaz de prever. Embora, aparentemente, a velha bicefalia entre democratas e republicanos se mantenha, a ascensão de um candidato tão atípico quanto Trump é um verdadeiro terramoto.
 
O seu estilo directo, populista, e a sua mensagem maniqueísta e reducionista, buscando os mais baixos instintos de certas categorias sociais, está muito longe do tom habitual dos políticos americanos. Aos olhos dos mais decepcionados da sociedade, o seu discurso autoritário e identitário tem um caráter inaugural quase pioneiro. Um grande número de eleitores está realmente muito irritado com o "politicamente correto"; e acredita que não podemos dizer o que pensamos, por medo de sermos acusados de "racistas". Acham que Trump diz em voz alta o que eles pensam. E acolhem as "palavras livres" de Trump sobre os hispânicos, os afro-americanos, os imigrantes e os muçulmanos com alívio.
 
A este respeito, o candidato republicano tem sido capaz de interpretar, melhor que ninguém, o que pode ser chamado uma "rebelião das bases". Antes de qualquer outra pessoa, ele percebeu a divisão poderosa que agora separa, por um lado, as elites políticas, económicas, intelectuais e os meios de comunicação; e, por outro lado, a base popular dos eleitores americanos conservadores. O seu discurso anti-Washington, anti-anti-Wall Street, anti-imigração e anti-media, é particularmente atractivo para os eleitores brancos sem instrução, mas também - e isto é muito importante - para todos os que foram deixados para trás à conta a globalização económica.
 
A mensagem de Trump difere da dos líderes neofascistas europeus. Ele não é um ultra-direitista convencional. Ele define-se como um "conservador com senso comum". No espectro da política tradicional, ele situar-se-ia à direita da direita. Líder de negócios bilionários e estrela popular de reality-shows, Trump não é nem um militante anti-sistema, nem, é claro, um revolucionário. Ele não critica o modelo político em si, mas sim os funcionários que gerem esse modelo.

O seu discurso é emocional e espontâneo. Ele apela aos instintos, "à coragem", não à reflexão ou à razão. Dirige-se a essa porção do eleitorado americano tomado pelo desânimo e pelo descontentamento, às pessoas cansadas do antigo sistema político, dos "privilegiados", da "casta".

A todos aqueles que estão a protestar e a gritar "Fora com eles!" ou "São todos corruptos!", Trump promete injectar honestidade no sistema e renovar os costumes pessoais e políticos.


- Por Ignacio Ramonet via EUROPE-ISRAEL.


CONTINUA

domingo, 25 de setembro de 2016

O Politicamente Correto Mata! | Paul Joseph Watson

 Na sequência do post anterior:

Imprensa chora: terrorista de Burlington não era "um latino"

Enquanto George W. Bush fazia Guerra ao Terror, o deus das Esquerdas (o jihadista Obama) declarou o Politicamente Correcto. Questionar o deus Obama é sacrilégio.
Os cidadãos do Mundo Livre continuarão a morrer, todos os dias, em nome desta idolatria. A menos que ACORDEM! 

Imprensa chora: terrorista de Burlington não era "um latino"

De pouco adianta os Estados Unidos darem aos seus cidadãos o direito de se defenderem dos terroristas armados, se abater um bárbaro assassino destes pode dar direito a pena de morte. Os bárbaros, por seu lado, compram as armas na candonga, matam e depois são libertados pelo irmão Obama.
As nossas condolências e as nossas orações estão com as vítimas, com as suas famílias, e com Donald Trump, a última esperança para o Mundo Livre.

O "homem latino" era afinal um refujiadista turco.

Era palpável a excitação dos media ontem à noite. Depois dos dois ataques da semana passada nos Estados Unidos (à faca e à bomba, respectivamente), desta vez dizia-se que era um "homem latino".
A rogeirada já preparava os seus editoriais pomposos e as suas tiradas moralistas. 5 vítimas mortais no centro comercial, co'a breca! Não é muito, mas já chega para alimentar a propaganda islamizadora. Deve ter jorrado o champanhe. 
Afinal de contas, a PATRANHA Anders Breivik, já começa a estar um bocado gasta:

Breivik: Nazi e Islamista!


Anders Breivik é um nazi e um supremacista islâmico. A Imprensa, sempre alinhada à esquerda e politicamente correcta, esconde-o!

Para grande desapontamento da jornaleirada, o terrorista era o "refugiado" turco, o senhor Arcan Cetin.
Hoje a jornaleirada assobia para o lado, e dedica escassas linhas ao ocorrido, declarando, como sempre, que "as motivações não são conhecidas".
Nas caixas de comentários dos jornais, a matilha esquerdista parou de ladrar as costumeiras imprecações: "Só na América...". "É o que dá deixarem as pessoas terem armas!". "Ah, Ah! Os cow-boys andam sempre a matar-se uns aos outros!". "Está contente, senhor George Bush?", etc..

Aqui está o guerreiro de Alá em acção, cortesia do site DREUZ.INFO:

ESTÁ TUDO BEM! SÃO APENAS DOIDOS!
Como bem sabemos, para cada massacre cometido pelo Islão, os jornalistas e comentadores (verdadeiros taliban ao serviço de Alá, também eles), tratam de arranjar uma estupidez qualquer para ilibar o Islão de responsabilidades.
Na semana passada, na Al-SIC Notícias, um tipo qualquer do Al-Expresso,  um indivíduo com uns bigodes cómicos, parecido com o lendário Luís Pereira de Sousa, decretava, na sua qualidade de "especialista", que:
- o ataque à facada num centro comercial nos Estados Unidos, tinha sido reivindicado pelo ISIS, mas "obviamente que é impossível ao ISIS dar ordens a partir do Iraque ou da Síria para os Estados Unidos". E que portanto, o indivíduo só podia ser "apenas um louco".
- os ataques à bomba em Nova Jérsia, também nos Estados Unidos, tinham sido feitos por outro "doido" e "aprendiz de terrorista", porque "as bombas estavam muito mal feitas e viam-se os fios".


Uma estranha epidemia de loucura que só ataca muçulmanos! Bizarro!

Para o nosso especialista (um tal Rui Cardoso, se não me falha a memória), a única coisa que interessava era "demonstrar" que o terrorismo islâmico não existe. Que são sempre e só "apenas uns doidos" que matam inocentes todos os dias.
Deve ser muito animador para quem é ferido, estropiado ou morto, saber que se tratou apenas de uns doidos!

DITADURA PURA E DURA


O "aprendiz de terrorista" (sic) Ahmad Khan Rahami.

Desde o 11 de Setembro de 2001  registaram-se até agora, contabilizados, 29290 ataques terroristas islâmicos.
Em Agosto deste ano foram 203 ataques, 1637 mortos, 1734 feridos, 29 bombistas suicidas, 33 países atingidos.
Dados do site A RELIGIÃO DA PAZ.

Nenhum - ouviu bem? NENHUM!!! - destes ataques, teve fosse o que fosse a ver com o Islão! São "apenas doidos". Os 270 milhões de mortos que o Islão já causou, foram todos por "doidos".


A nossa compatriota Palmira Silva, emigrada em Londres, foi decapitada por um muçulmano,em nome de Alá, perdão, por "um doido qualquer". Quem disser a VERDADE arrisca pena de prisão.



TV sueca apela à substituição populacional


Vemos diariamente nas Televisões uma propaganda em massa à invasão islâmica da Europa, mascarada de "refugiados sírios" - que de sírios e de refugiados não têm nada, e que não se "refugiam" nos vastíssimos e riquíssimos países islâmicos.
A campanha de islamização e substituição populacional da Europa já é oficial. O governo de extrema-esquerda hippie da Suécia é um dos que têm dado todo o apoio a esta campanha de engenharia demográfica e genocídio cultural.
Há muito que avisamos que a Esquerda vê nos colonos muçulmanos o novo "proletariado" para a sua Revolução.
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Na TV sueca passa agora esta campanha de propaganda, que é apenas mais um capítulo desta lamentável história:



Segundo o site "O Novo País" eis o que será a Suécia (tradução do vídeo):
- Não há como voltar atrás. A Suécia nunca será como dantes. Esta é uma constatação sobre o mundo que nos rodeia.
- A Suécia é um lugar seguro para os perseguidos. O que fazia falta a alguns. Pensar sobre o passado é bom, e falar também...
- Mas temos de seguir em frente, encontrar uma maneira de viver juntos. Hoje em dia, na Europa e na Suécia, as coisas mudaram.
- É hora de perceber que os novos suecos terão uma nova cultura, língua e tradições, e é hora de ver isso como uma força positiva. Este "novo país" moldará um novo futuro.
- Ser sueco não deve uma questão de cor da pele e local de nascimento. Deve ser tu, eu e todos juntos. 
- Não são apenas os novos suecos que devem ser ser integrados. Todos devem ser integrados, mesmo os suecos étnicos.
- Integração não significa que um deve adaptar-se ao outro, ou que todos devem pensar, fazer e reagir da mesma forma.

- A integração é uma questão de reuniões e encontros reais que requerem reciprocidade.
- Criemos um futuro baseado tanto na realidade quanto nas esperanças para o futuro.
- Formulemos um maior sentido de "nós" e construamos um país onde o ódio e o medo sejam postos de lado. Temos todo o novo país dentro de nós, no nosso modo de ver as coisas, nos nossos pensamentos e acções. É hora de construirmos juntos um país que se orgulhe de ser inclusivo e sustentável.
- Algo de novo.

Le nouveau pays.

Agradecimentos à EUROPE-ISRAEL.

- Esta cantata hippie-comunista, na prática, tornou a Suécia o segundo país do Mundo com maior número de estupros de crianças e mulheres, perdendo apenas para a Nigéria:
Os perpetradores são os colonos muçulmanos. Com o aplauso do governo sueco, que até se ri do facto:
Islamizar é preciso: Asa Romson, vice-primeira-ministra sueca, entre os seus irmãos hippies. Talvez esta gente tenha ficado assim por causa das drogas, mas os outros não têm a culpa.

  Releia também:

Hippies e Terroristas - paixão assolapada!

Matar à facada NÃO É terrorismo! *

* - Dependendo de quem são as vítimas...

sábado, 24 de setembro de 2016

Crianças sírias feridas são tratadas em Israel

Uma operação coordenada pela organização humanitária "Amaliah" em conjunto com o Exército de Israel, está a transferir dezenas de crianças feridas na região de Quneitra, Síria, para hospitais israelitas em Safed e Nahariya.

Fazer o bem sem olhar a quem. Infelizmente, devido à doutrinação jihadista que recebem desde o berço, virão para fazer explodir os hospitais onde foram tratadas, como temos mostrado exaustivamente.

As crianças são alojadas num kibutz no norte e, uma vez curadas, são devolvidas à Síria, com pacotes de comida e medicamentos. 
Os primeiros sírios feridos chegaram a Israel em Fevereiro de 2013. Mais de 2.500 feridos da guerra da Síria foram já tratados em hospitais israelitas. 

No nosso blogue, dedicámos alguns posts ao assunto. Por exemplo:

Israel trata sírios feridos na guerra

Eles não temem os "sionistas"?!...

Este casal sírio ficou muito surpreendido por os judeus serem pessoas:


A organização judaica norte-americana "Amaliah", com sede em Nova Iorque, acolhe presentemente 21 crianças sírias vindas da região de Quneitra, juntamente com os seus pais, estando todos a receber tratamento médico. 
As crianças vêm de várias regiões da Síria, são agrupados num ponto de encontro, e são então transferidas para Israel, em coordenação com as forças de segurança israelitas.


O presidente da "Amaliah", Moti Kahana, disse:
"Estas crianças não vão a um hospital há mais de cinco anos. É terrível. O objectivo da nossa organização é ajudar os sírios que estão do outro lado da fronteira. 
"No passado, as crianças sírias recebiam tratamento nos hospitais às custas do contribuinte de Israel, mas actualmente é a organização 'Amaliah' que cobre os custos dos tratamentos. Trabalhámos no duro para angariar os donativos necessários".
"É difícil apagar o ódio aos judeus que está enraizado na Síria há décadas, mas estamos a mostrar quem realmente somos."

Benjamin Netanyahu reunido com refugiados sírios (Foto: Kobi Gideon / GPO). 
 
"No final do tratamento, as crianças e seus pais regressam ao território sírio com pacotes de ajuda humanitária fornecidos pela organização".
"Crianças e pais estão alojados num kibutz no norte de Israel, desfrutando das mesmas actividades de lazer que os residentes, como numas férias em família. Assim, os feridos de guerra esquecem um pouco os horrores que experimentaram no seu país".

- Esta notícia, que tentámos traduzir correctamente, consta da newsletter da organização EUROPE-ISRAEL. Convidamos os nossos leitores e amigos a visitarem este excelente site e a subscreverem a newsletter, para estarem sempre bem informados. É em Francês ou em Inglês.

 ENQUANTO ISSO...




Enquanto isso, na Síria, degladiam-se os terroristas financiados por Barack Hussein Obama (uma amálgama jihadista de al-Qaeda, ISIS e afins); as forças governamentais (que também massacram alegremente o povo sírio); e as milícias curdas, que protegem o seu povo do genocídio que os dois anteriores tentam levar a cabo.
Enquanto isso, quem é que o vulgo culpa, por esta, e por todas as guerras do Mundo, desde sempre? 
Talvez porque o conceito de fazer o bem a quem nos odeia e nos pretende destruir seja "suspeito" aos olhos de alguns, Israel é acusado de "mexer os cordelinhos" para beneficiar com esta guerra. Como é que os mexe e como é que lucra, ninguém explica.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Palestinianistas do BDS investem no Banco "Sionista" Rothschild

Mais dois destacados líderes do movimento pró-terrorista, islamista e neonazi BDS (que pretende a erradicação de Israel e dos judeus).
Mais dois "pobres" comunistas milionários.
Mais dois HIPÓCRITAS.


O casal Jocelyne Shashahani aliás Olivia Zemor, e Nicolas Shashahani.
 

Os líderes do movimento anti-semita Europalestine são ricos, muito ricos. De onde provirão por exemplo os 3 milhões de euros da senhora Olivia Zemor, a presidente, e do seu marido Nicolas Shashahani, atendendo a que se trata de uma simples sindicalista?...  E quantas mais outras contas e activos terão eles?

Não são necessárias apresentações para a porta-voz do Europalestine, a nossa tão dedicada à causa Jocelyne Shashahani aliás Olivia Zemor, e o seu terno companheiro, Nicolas Shashahani.

"BOICOTE O SIONISTA CARREFOUR ... BOICOTE O SIONISTA ORANGE ...".

Enquanto se gritam os habituais slogans... as contas bancárias são geridas, a liquidez é investida, e, como qualquer bom capitalista, ESPECULA-SE.

Dir-nos-ão: Para investir ou especular, é preciso dinheiro. E para bem gerir e bem investir, é preciso aconselhamento especializado. Assim, é fácil de descobrir que as Jeannes e os Serges da causa palestina têm contas no banco Rothschild, o banco "sionista" - pelo qual eles, aliás, não escondem o seu ódio.

Nesta conta de mais de 3 milhões de euros o casal teve o cuidado de investir num bouqet de ações de empresas que pretende boicotar porque comercializam produtos israelitas.

Duas questões se põem:
- De onde vieram estes 3 milhões de euros destes dois militantes do movimento anti-semita BDS?
- Porque é que eles fazem render esse dinheiro em instituições que tanto criticam, e às escondidas dos seus camaradas?
 
Parece que para estes dois, como para o terrorista Mahmoud Abbas - seu mentor - o dinheiro afinal tem um cheiro: o da má-fé.

Para os que queiram verificar em pormenor, está AQUI o arquivo completo.

Para os que creiam na nossa palavra, a
qui está o total de activos do casal depositado no Banco "sionista" Rothschild:


- Este texto foi traduzido e condensado do site EUROPE-ISRAEL.  Um excelente site que recomendamos vivamente.


As elites terroristas desfrutam de vida regalada. Hotéis de 5 estrelas, restaurantes de luxo, jactos particulares, tudo do bom e do melhor, que pode ser visto em artigos como ESTE.
Aqui no nosso blog aconselhamos por exemplo estes posts:



  
O Mundo Livre envia milhões para o mega-terrorista Mahmoud Abbas, líder da organização terrorista Fatah e presidente da Autoridade "Palestina". Abbas gasta tudo em terrorismo contra Israel e em vida faustosa. Vai construir mais um palácio, em Surda, Ramallah, com uma área total de 27,000m2 e o módico custo de 13 milhões de dólares. Não é notícia.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

VÍDEO: Terrorista ataca polícias à facada em Jerusalém

Esta segunda-feira, um terrorista atacou à facada dois polícias em Jerusalém. Um dos agentes da autoridade é uma mulher, mãe de dois filhos, de 38 anos, que está entre a vida e a morte. O outro agente é um homem de 47 anos. Os polícias conseguiram neutralizar o terrorista sem o abaterem.

O ataque foi captado pelas câmaras de segurança:



 
 
Nos locais públicos, em Israel, há câmaras de segurança, que permitem evitar, tanto quanto possível, os ataques terroristas.
 
As imagens - como neste caso - estão disponíveis para o mundo inteiro ver quem ataca quem. No entanto, como o preconceito é muito maior que a racionalidade, muita gente teima que são os judeus que atacam os muçulmanos. Acredite: há quem assista ao vídeo acima e ache que o atacante dos polícias é a vítima.
 
Na Idade Média diziam que os judeus envenenavam poços e comiam crianças; no tempo dos Hitler e do Stalin diziam que transmitiam doenças, como os ratos, e que por isso tinham que ser exterminados; hoje dizem que matam "palestinos".
 
Este sábado, um terrorista tentou matar um soldado israelita:
A Imprensa mundial (como sempre) acusou o soldado de ter atacado o terrorista:
Quando é noutros países que não Israel, já ninguém contesta:
 
UM ANO DE INTIFACADA

Com o aproximar do Ano Novo Judaico, os ataques multiplicam-se. Nós falamos de um aqui e outro ali, apenas para ilustrar e tentar limpar os cérebros intoxicados pela campanha difamatória contra Israel.
 

Os ataques têm sido constantes nos últimos dias. Polícias e soldados têm conseguido evitar a maior parte deles.

A sociedade israelita já lida com os cruéis colonos muçulmanos há muito tempo. Nós aqui na Europa, após 4 séculos livres de muçulmanos, voltamos a experimentar o que os judeus já sofrem há 1,400 anos.

Como Israel teve que se tornar muito eficaz a prevenir ataques à bomba e a tiro (a cerca de segurança tem travado o genocídio dos judeus, graças a Deus), então os colonos islamistas recorreram à  INTIFACADA:

Sabe o que é a INTIFACADA?
 
É a campanha de assassinato de judeus promovida pelos líderes religiosos e políticos muçulmanos, com destaque para o mega-terrorista Mammoud Abbas, que o Mundo teima em considerar um "moderado", apesar de não diferir em nada de Osama bin Laden ou de qualquer outro terrorista.
 
Vale a pena consultar os posts com a etiqueta INTIFACADA. Não são exaustivos, mas são esclarecedores.
 
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O ISLÃO É ISTO
 
 
Mas judeus e cristãos também são considerados seres supérfluos pelos donos do poder político e mediático.
 
Os actuais Donos do Mundo (ONUS, UNESCOS, Uniões Europeias, Obamas, Papas Franciscos, Dilmas, Costas, plutocratas anti-semitas Soros, islamófilas Angelas Merkels, quase todos os JORNALISTAS, etc., etc.) não podem estar-se mais nas tintas para o genocídio dos cristãos e dos judeus.
 
Nos países islâmicos (como nesta imagem, no Paquistão) é assassinado em média 1 cristão a cada 5 minutos. Os muçulmanos esquartejam bebés das famílias cristãs que recusam converter-se. Os judeus ainda têm o seu micro-Estado (apesar de infiltrado pelos islamistas e demonizado pela Imprensa e pelos políticos de esquerda), mas as minorias religiosas nos países islâmicos, estão a ser dizimadas. E nós, no Ocidente, abrimos as portas a milhões de colonos muçulmanos!


- Quando os muçulmanos atacam judeus, são considerados "heróis", "combatentes da liberdade""vítimas inocentes". Quando atacam outras pessoas, são considerados "cidadãos mentalmente instáveis devido ao stress".

terça-feira, 20 de setembro de 2016

"O terrorista é um bom companheiro"...

Na sequência do post de ontem:

Ataque surpresa: terrorista islâmico tenta matar soldado israelita

em que vos assegurámos que os JORNALISTAS se apressariam a canonizar o terrorista e a demonizar o soldado israelita.


Recordamos:
 
 

Um ataque terrorista islâmico igual aos que vemos todos os dias, em todo o Mundo. Felizmente que foi o terrorista a morrer, e não a vítima do ataque.

Como sempre acontece (consulte a nossa secção INTIFACADA) as manchetes e as notícias omitiram o ataque terrorista e apresentaram a acção das autoridades de Israel como arbitrária.
 
Não vamos alongar-nos. Vamos só mostrar o vencedor destacado do cobiçado Prémio Difamação de Israel, que foi o conhecido Channel 9 News, da Austrália:


 

Em Português seria:

"Palestino 'executado' após ataque à facada em posto de controlo israelita".

Quem atacou quem? A "notícia" faz crer que foi o israelita a atacar, e que o terrorista foi abatido sem motivo.

Mas a coisa não fica por aqui. Os terroristas árabes que atacam judeus são habitualmente descritos pelos jornalistas como "militantes", activistas" ou "combatentes da liberdade".

Desta vez, o Channel 9 News, conhecido pela sua militância islamista e anti-semita conseguiu ultrapassar-se e apelidou o terrorista de "companheiro" ("fellow"):




Faz lembrar a famosa canção tradicional "Porque Ele é Um Bom Companheiro":

 
 
No corpo da "notícia" declara-se repetidamente que se tratou de uma "execução extra-judicial".
 
Compreende-se a frustração dos jornalistas. O seu "companheiro" não conseguiu matar o soldado judeu.
 
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Há 80 anos, o Nazismo a linha da frente de perseguição Amalequita aos judeus. Hoje são os terroristas islâmicos, a extrema-esquerda e os jornalistas, que usam o absurdo argumento a "Palestina Árabe" para tentarem o objectivo que perseguem à 6 mil anos.
 
O Channel 9 News está ao nível da propaganda islamista ou nazi.
 
A Brigada das Mártires da Mesquita do Al-Público, a Frente Al-Expresso, o Boko Al-SIC, o Al-Farinha Notícias magazine, que se ponham a pau, que estes australianos ainda lhes começam a morder os calcanhares (que Alá não o permita...).
 
 
 
Redigido com recursos da HONEST REPORTING, um site que recomendamos a quem queira saber a verdade sobre o que se passa em Israel, em vez da propaganda divulgada pelos media.