quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Islão significa "Paz"?


A "Paz" islâmica: Minutos após os atentados na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, o Hamas, a Jihad Islâmica e o Hezzbollah celebravam efusivamente. Como é habitual, foram distribuídos doces aos transeuntes. Sempre que há um atentado em Israel ou em qualquer parte do Mundo Livre, os islamistas rejubilam. O Ocidente, continua embalado, na  doce ilusão de que, se se portar muito bem e cumprir as ordens dos jihadistas, eles serão misericordiosos.

Uma das patranhas mais divulgadas pela Imprensa complacente e medrosa, pelos políticos maleáveis ao Islão, pela extrema-esquerda e pelos filo-muçulmanos em geral, é a de que Islão significa "Paz".

O Islão tornou-se um verdadeiro elefante na sala. Na Imprensa e na vida de todos os dias, o MEDO de chamar as coisas pelos nomes está a tornar-se sufocante.

O terrorismo e a barbárie islâmicos são quase sempre apresentados como "incidentes isolados", como "obra de pessoas desequilibradas" que "não compreendem o Islão", etc.. Sempre que há mais um atentado daqueles que a Imprensa não pode esconder, nem mascarar com as palavras "asiáticos", "militantes", "separatistas", "radicais", a regra é convidar um "académico" ou um clérigo islâmico e deixá-lo mentir até se fartar.

É das aldrabices preferidas (e muito usada pelo inefável aldrabão xeque David Munir) a de que a palavra Islão significa "Paz".




E, como deu na televisão e foi o xeque Munir que disse, de cada vez que a patranha é expelida, temos mais umas centenas de milhar de incautos enganados, repetindo uma grossa ALDRABICE. Que nem papagaios, coitados.
  
Pretendem os doutores em Islão que a raiz da palavra Islão é "al-Salaam", que é "paz" em Árabe.  

A raiz da palavra Islão é "al-Silm", que significa "submissão" ou "rendição". E os muçulmanos que percebem alguma coisa da religião que professam (e/ou que obrigam os outros a professar), sabem bem que é assim. A famosa "mentira sagrada", a taquyiia, de que já falámos muitas vezes, é que os manda aldrabar o infiel.

O termo al-Silm (a submissão) não significa a mesma coisa que al-Salaam (a paz).

Na óptica medieval e bárbara do Islão, não deixa de ser uma religião de paz. Mesmo que a jihad, a guerra santa muçulmana, imponha que o muçulmano tem o dever de submeter o infiel e de o obrigar a aceitar o Islão. Se este não aceitar, é morto, e... fica em paz! 

O encantador estudioso islâmico moderno Ibrahim Sulaiman afirma: "A Jihad não é desumana. Apesar da sua violência e do necessário derramamento de sangue, o seu último desejo é a paz, que é protegida e reforçada pelo Estado de Direito."

O "Direito" a que o grande "académico" se refere é a Sharia, que prescreve maravilhas tais como a pena de morte para quem abandone o Islão ("crime de apostasia"), o estupro, a escravização e massacre dos infiéis, etc., o terrorismo em nome do deus Alá, etc..   

O Alcorão não só obriga os muçulmanos a submeterem-se ao deus Alá, como também lhes ordena que subjuguem as pessoas de outras religiões, até que elas fiquem num estado completo de submissão ao domínio islâmico. Essa obrigação inspirou a história agressiva do Islão e o seu sucesso na conquista de outras culturas.
Este foi um post da série:


Fontes: 
COMO SERÁ O FUTURO DOS SEUS FILHOS?

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

O seu filho sempre à vista


Tecnologia israelita garante que o seu filho está sempre à vista

A BTrace é uma empresa localizada em Israel que desenvolveu uma solução de monitorização baseada no smartphone. Usando uma pequena etiqueta de identificação, você pode manter o que quiser sob vigilância, através do seu smartphone.

Se já foi às compras e perdeu o seu filho, ou se o seu animal de companhia de repente desapareceu do quintal, sabe o quão importante é esta tecnologia. A etiqueta de identificação pode ser afixada na roupa do seu filho, na coleira do seu animal de companhia ou em qualquer objecto valioso. A etiqueta é conectada ao seu smartphone e usa uma aplicação que lhe permite controlar onde está o que deseja vigiar, a cada momento.

Esta tecnologia é um exemplo do tipo de inovações que chegam de Israel. A tecnologia está a ser desenvolvida com a intenção de tornar o mundo um lugar melhor, mais seguro e mais saudável. Há uma boa razão pela qual um israelita recebeu a mais alta honra concedida pelos EUA no campo da tecnologia e inovação. Israel ajuda a construir um mundo novo!

Israel está determinado a mostrar o seu valor ao mundo. Exemplos como o da BTrace bastam para mostrar quão estúpido e mal intencionado é boicote do
movimento Sanção e Alienação  (BDS) contra Israel.
Via United With Israel

Actriz de Harry Potter em libelo antissemita


Um imigrante bem sucedido, costuma ser, em muitas sociedades, motivo de inveja e ressentimento. Os judeus, como os portugueses, são imigrantes de longa data em muitas partes do mundo. E, como os portugueses, não raras vezes têm sucesso. 
Em tempos de crise, os ressentimentos vêm à tona. E os judeus são as vítimas ideais. Foi assim no Alemanha nazi, é assim na Europa da crise actual.
Leia ou releia a crónica Israelismo, de Eça de Queirós.
No caso que hoje vos trazemos, mais uma vez fica demonstrado que talento para as Artes e estupidez, andam muitas vezes a par. Ela é judia, ela é lésbica, ela seria imediatamente morta pelo Hamas por ambas as razões, mas ela apoia o Hamas!

Miriam Margolyes (no meio) interpreta a personagem Professora Sprout em "Harry Potter". Miriam nasceu na Austrália, e, entre outras distinções, possui a Mui Excelente Ordem do Império Britânico.

Actriz  de Harry Potter culpa "estúpido Israel" pelo anti-semitismo
"Eu não acho que as pessoas gostem de judeus. Nunca gostaram. A Literatura Inglesa, o meu grande amor, está cheio de judeus gordurosos e traiçoeiros"- Actriz Miriam Margolyes.

Miriam Margolyes, uma actriz britânica-judia, especialmente conhecida por interpretar a minúscula Professora Sprout na série de filmes Harry Potter, deixou o público "estupefacto"  com os seus comentários sobre o "estúpido Israel."

Durante o Verão passado, o IDF lançou a Operação Protecção-Limite, em defesa contra os terroristas do Hamas, que dispararam mísseis continuamente contra todo o sul e centro de Israel.
"Eu detesto o Hamas, mas eles foram eleitos democraticamente", disse a actriz sobre a organização terrorista numa entrevista à revista britânica, Radio Times, a  como relatado pela Sky News. "O comportamento de Israel não é aceitável. Houve uma reacção preocupante."

Margolyes estaria em grave perigo se entrasse em Gaza, controlada pelo Hamas, ou em qualquer território governado por islâmicos - por duas razões: ela é judia e é lésbica.
"Eu não acho que as pessoas gostem de judeus. Nunca gostaram. A Literatura Inglesa, o meu grande amor, está cheio de judeus gordurosos e traiçoeiros".
Para além do Anti-Sionismo: classifica os judeus como acumuladores de dinheiro

A julgar pelo comentário, deveria ser óbvio para a actriz que o anti-semitismo está presente, pelo menos, há séculos, mas ela ainda acusa Israel por provocar ódio aos judeus.

"Eu tenho a sorte de eles gostarem de mim; é que qualquer pessoa precisa de um contabilista judeu", disse Margolyes - um comentário que vai além de anti-Sionismo e retrata os judeus como acumuladores de dinheiro.
Não é a primeira vez

Esta não é a primeira vez que Margolyes fez acusações ultrajantes contra o povo judeu. Em Novembro de 2010, por exemplo, de acordo com um artigo da CIF Watch, que monitoriza o anti-semitismo, ela revelou a sua ignorância sobre o conflito israelo-árabe e difamou o Estado de Israel, numa entrevista à BBC Radio.
Via United With Israel

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Esposa portuguesa de Kerry patrocina Jihad


A portuguesa Maria Teresa Thierstein Simões-Ferreira Heinz Kerry (Lourenço Marques, 5 de Outubro de 1938), e o maridão John.

Que o muçulmano queniano Barack Hussein Obama é um apoiante activo e declarado do terrorismo islâmico, não é novidade para ninguém, como temos sucessivamente demonstrado na nossa etiqueta

Esposa de Kerry  patrocina Incitamento à Violência  Anti-Israel

A fundação presidida pela esposa de John Kerry financia um restaurante promovendo a incitação ao ódio
anti-Israel, que só vende produtos de países em conflito com a América.
Pelo casamento com  H. John Heinz III, Teresa tornou-se cidadã norte-americana. Com o falecimento do marido, tornou-se herdeira do império Heinz. Com o casamento com John Kerry ter-se-á tornado anti-americana.

A fundação presidida por Teresa Heinz Kerry, esposa do secretário de Estado americano John Kerry, financia um restaurante que promove uma agenda anti-Israel, relata o Free Beacon.

O restaurante, chamado Conflict Kitchen, recebeu uma doação de 50.000 dólares da Heinz Endowment, em Abril, para ajudar a pagar o custo da mudança. Está agora situado perto da Universidade de Carnegie Mellon  e da Universidade de Pittsburgh.


O restaurante, que serve comida popular do Médio Oriente, como humus e baba ghannoush, afirma que usa produtos de países em guerra com os EUA, como o Afeganistão, a Coreia do Norte, Cuba, Irão e Venezuela. "O nosso foco actual é na comida, cultura e política palestina", diz o site da Conflict Kitchen.


O site, decorado com um logotipo em letras árabes, está cheio de sofisticada propaganda anti-Israel 
Sanduíches embrulhadas em Propaganda
As sanduíches do restaurante estão envoltas em mensagens que levam citações de árabes palestinos de luto pela criação do Estado de Israel.

 
John Kerry com o líder terrorista Mahmoud Abbas em Ramallah a 23 de Julho de 2014 (Photo: Issam Rimawi/FLASH90)

Um invólucro refere-se à criação de Israel como "uma ofensiva intencional e contínua". E afirma que Israel "deliberadamente impede os palestinos de obterem água potável, impede que os não-judeus se tornem cidadãos, e que prendeu ou assassinou todos os líderes palestinos não-corruptos".
- No nosso post  KO ao Mito dos "Palestinos" Sedentos - 1  falámos sobre esse absurdo dos "palestinos" sedentos, que está ao nível das acusações medievais aos judeus, que se dizia que tinham cornos e envenenavam poços. Sobre o resto, daria para rir se não fosse tão triste.


Outro invólucro inclui a seguinte mensagem de incitação ao ódio e ao terrorismo: "Os palestinos não vão permitir
de braços caídos que Israel os invada. Não, eles vão matar e eles vão morrer".
Um assalto à liberdade de expressão?
O restaurante não apenas organizou debates com oradores anti-Israel como os proprietários também barraram apoiantes da comunidade judaica e de Israel de participarem nesses eventos, de acordo com vários meios de comunicação.
- A tradicional capacidade de diálogo e de enfrentar a VERDADE, que caracterizam a extrema-esquerda e a extrema-direita.

A nova localização do restaurante é ideal para inflamar a atmosfera anti-Israel, que já é explosiva nos campi universitários. Como o Times of Israel lembra,"as actividades anti-Israel nos campi norte-americanos cresceram cerca de 50% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com Jacob Baime, director-executivo em Washington da Israel on Campus Coalition (ICC)".

As manifestações antissemitas nas universidades norte-americanas, e os ataques aos estudantes judeus, têm-se multiplicado. É a extrema-esquerda em acção, sempre aliada ao Islão.

Milhões de dólares para a Esquerda Radical

Um porta-voz da Heinz Endowment confirmou
ao Free Beacon que a Fundação tem vindo a financiar o Conflict Kitchen, acrescentando: "As opiniões do Conflict Kitchen não representam as da Heinz Endowment." Mas recusou dizer se iriam continuar a apoiar o grupo no futuro.
O Capital Research Center, que monitora fundações americanas, numa reportagem sobre o movimento para a esquerda entre as organizações sem fins lucrativos, relata que Teresa Heinz Kerry canalizou milhões de dólares para os ambientalistas de esquerda radicais.
Kerry é um mediador imparcial?

O Secretário de Estado Kerry, um actor-chave nas negociações Israel-Palestina, fez declarações polémicas em relação a Israel. Recentemente, ele afirmou que a falta de progresso nas negociações foi a causa para o fortalecimento do
grupo terrorista Estado Islâmico (EI ou ISIS)na região, aparentemente apontando Israel como responsável pela falta de um acordo.
Num outro incidente, Kerry afirmou que Israel estava a caminho de se tornar um "Estado de apartheid".

À luz destas novas revelações, parece justo perguntar se Kerry será um mediador imparcial nas falhadas negociações de paz, mediadas pelos EUA .

Autor: Unidos com Israel

O Mar Morto como nunca o viu

 
A elevada salinidade do Mar Morto torna fácil boiar...

Ori Aloni lançou recentemente este vídeo que mostra a beleza do Mar Morto, que, com o Rio Jordão, é fronteira entre Israel e a Jordânia. É famoso por ser o lugar onde o Rei David procurou refúgio e por ter sido usado como um recurso de saúde pelo Rei Herodes.

Além de ser um grande fornecedor de bálsamos e suprimentos médicos, descobriu-se recentemente que há, de facto, a vida no Mar Morto.
 


O Mar Morto é, na realidade, um lago. É abastecido pelo Rio Jordão e é o ponto mais baixo da Terra. Mais acima, pode-se ver o Mar da Galileia, mais pequeno:
  


Pesquisadores descobriram microorganismos e nascentes subterrâneas nos níveis mais profundos do ponto mais baixo da Terra.

Chamar 
"morto" ao Mar Morto é um termo impróprio. Este lago salgado localizado no ponto mais baixo na terra, abrangendo Israel e Jordânia, contém vida. Não tem peixes grandes, nem atrai gaivotas sedentas, mas um novo estudo sugere que é palco de vida e rico em microrganismos, alguns nunca antes descritos pela ciência.

Mil israelitas tiraram a roupa no Mar Morto, em nome da arte de Spencer Tunick, que também já cá fotografou.

Poucos dias depois de o fotógrafo americano Spencer Tunick ter fotografado o "strip" de 1.000 voluntários no Mar Morto, uma equipa de pesquisadores israelitas e alemães anunciou algumas descobertas emocionantes de uma expedição de pesquisa de Verão: micro organismos que se apresentam como tapetes microbianos fotossintéticos sobre 150 metros da costa, a 30 metros de profundidade desse mar rico em minerais.


 Beleza e Vida
 

Depois de uma proliferação de algas em 1992, após uma forte chuvada, os cientistas já sabiam que poderia haver vida no Mar Morto, mas onde e como, não sabiam.
 
O Mar Morto é um ambiente hostil para as formas de vida, e alguns biólogos estavam interessados ​​em estudar os limites inferiores, de difícil acesso. Somente mergulhadores especializados podem ir até às partes mais profundas do Mar Morto; mesmo na superfície, os nadadores são advertidos para não colocarem a cabeça debaixo de água.  



Trabalho em condições extremas
 
Pesquisadores do Instituto Max Planck de Microbiologia Marinha de Bremen, na Alemanha; da Universidade Hebraica de Jerusalém e da Universidade Ben-Gurion, em Beersheva, localizaram uma nova série de fontes subaquáticas no Mar Morto. E em torno delas descobriram novas formas de vida.

A descoberta, diz Danny Ionescu do Instituto Max Planck, abre uma série de novas questões para os microbiologistas que estudam a sobrevivência de organismos em ambientes agressivos.

"Estou interessado em ambientes extremos, e já estudei nascentes termais na Jordânia", disse Ionescu. "O Mar Morto é um ambiente extremo devido à sua alta salinidade e composição do sal. Estamos sempre a aprender como é que os organismos, especialmente em micro ambientes, lidam com o ambiente do Mar Morto. Até agora, tem sido quase sempre um trabalho aborrecido".

Vale a pena lutar

O Mar Morto está a perder a sua água a uma taxa rápida, devido à secagem do rio Jordão e às indústrias químicas de mineração no extremo sul do mar, que buscam brometo e fósforo.
 

"O nível da água do Mar Morto está definitivamente em declínio, e isso é devido a causas humanas", diz Ionescu. "Se vai secar até tornar-se um pequeno lago, é discutível. Eventualmente, alcançar-se-á algum equilíbrio, daqui a uns cem anos. Mas é definitivamente um ambiente que vale a pena preservar e pesquisar".

Os resultados destas pesquisas podem ter relevância nos estudos de viabilidade, que sugerem que a diminuição do nível das águas pode ser invertida com água bombeada do Mar Vermelho, a sul. Esse projecto potencial, o "Canal Morto-Vermelho", está a ser investigado pelo Banco Mundial como um projecto de paz para impulsionar os laços económicos entre Israel e a sua vizinha Jordânia.
 

Os ambientalistas temem que a água do Mar Vermelho possa conter outros microorganismos que possam prejudicar o frágil equilíbrio do Mar Morto.


Conciliar conservação e actividade económica é o desafio 

De acordo com Ionescu, tem havido vários estudos sobre o impacto da mistura das duas águas. Alguns nutrientes provavelmente chegarão ao Mar Morto através das futuras unidades de dessalinização do Mar Vermelho. Desde há muito que se sabe que a introdução de novas espécies em ambientes sem factores concorrentes pode ter consequências destrutivas.

"Estamos perante uma fonte adicional de água e microorganismos
", diz Ionescu. "É verdade que eles provavelmente não sobreviverão no Mar Morto, porque é hostil. Mas, após cinco anos de reabastecimento, o Mar Morto ficará como era antes de 1979. Isso significará menos salinidade em cima, onde as novas águas poderão alterar o equilíbrio microbiano no Mar Morto".

Estas são as questões a que as pesquisas de Ionescu e seus homólogos israelitas procuram responder, enquanto os estudos continuam.

Por Rivka Borochov 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Depois de Chaya, Karen


 Karen Yemima Mosquera

Morreu mais uma das vítimas do ataque terrorista de Jerusalém. Karen Yemima Mosquera, de 22 anos, sucumbiu aos ferimentos causados pelo ataque terrorista levado a cabo pelo elemento do Hamas Abdel Rahman Al-Shalud - saudado como herói pelos muçulmanos e pela extrema esquerda.

Karen estava há 1 ano a viver e estudar em Israel, e em processo de conversão ao Judaísmo.

Mais uma vez, a Imprensa mundial, se falar no caso, será para dizer que a Polícia israelita "matou um palestino". Não dirão que a única solução para parar o massacre foi abater o terrorista. Nem que morreu uma bebé de 3 meses e uma jovem de 22 anos, para além dos feridos.

 A cena do crime: 


Enquanto isso, em Lisboa, o monumento de homenagem aos judeus vítimas do massacre de 1506, foi novamente vandalizado:


A Imprensa é a principal responsável pela persistência deste ódio atávico e absurdo. É a responsável por os terroristas islâmicos do Hamas terem audiência e continuarem a satisfazer-lhe os instintos de voyeurismo assassino.

 As nossas orações para Chaya e para Karen.

Umas pedrinhas de nada! - 2



"Criancinhas" muçulmanas de Jerusalém em acção, logo a seguir ao assassínio de Chaya Zissel Braum, de 3 meses.


Continuação de

Umas pedrinhas de nada! - 1


Quem vive em torre de marfim, e só conhece a realidade através de "filmes muito giros, pá", não sabe do que falamos. Quem nunca teve que viver ou trabalhar paredes meias com criminosos, marginais e vagabundos, bem pode conservar as ideias românticas dos "bons selvagens", que são sempre "vítimas das desigualdades sociais". E conversas da treta afins.

No código amoral dos bandidos, as forças da ordem são odiadas. Não porque não tenham razão, quando protegem os cidadãos indefesos desses predadores humanos. Mas porque não deixam estes últimos matar, assaltar, roubar, traficar, violar, etc., etc., a seu bel-prazer.

Na sequência do assassínio da pequena Chaya, os celebradíssimos "meninos palestinos" vieram de imediato para rua atacar judeus. E porquê? Porque a Polícia de Jerusalém abateu o terrorista do Hamas Abdel Rahman Al-Shalud. E, na opinião dos terroristas, da extrema-esquerda e da generalidade da Imprensa, os polícias agiram mal. Deviam ter deixado o terrorista (que continua a ser louvado como "herói e mártir"), ceifar judeus a eito com o seu automóvel!

Entre as heróicas tropelias desses cheguevaras de keffieh, podemos citar por exemplo o ataque a uma bomba de gasolina e loja adjacente (o que vale é que os donos já estão habituados a ter a loja incendiada, pilhada e vandalizada):


Daí, cerca de 150 destes encantadores meninos, todos mascarados com o precioso lencinho a la Arafat, atacaram o jardim infantil do bairro de Ma’ale Zeitim, situado no Monte das Oliveiras, e a seguir uma  escola na Cidade Velha - por sorte, os alunos tinham acabado de sair.

Os "palestinos", apesar (ou talvez por isso) de serem bombardeados com milhões de dólares por parte do Mundo Livre (e do Mundo Muçulmano) nada constroem, nada edificam, seja literal ou figurativamente. Em compensação, o seu  talento na destruição é indiscutível. Os românticos e heróicos apedrejadores conseguiram, na sequência destes protestos, reduzir o número de comboios do metro de superfície de 23 para 16! Só com as suas ricas pedrinhas (e umas fisgas e uns cocktails molotov):


Enquanto a Dilma, a Marisa Matias, o Chico Louçã e outros terroristas e fãs do terrorismo ululavam, os lindos meninos continuaram, com o empenho que se pode ver:


Alguns, apesar de tão novinhos, até já têm bigode, benza-os Alá...


Os carros não foram poupados, como é regra entre os valentes revolucionários de todo o mundo.


Mas eis que chega a Boa-Nova!


Para conter os protestos, que à hora a que vos escrevemos continuam, a Polícia saiu à rua. É o festim habitual da Imprensa! Depois de vários dias a lamentarem a morte do terrorista do Hamas e a ignorarem os feridos e a bebé que ele assassinou, agora têm um prato cheio!

"ARMAS CONTRA PEDRAS"! "UM DOS EXÉRCITOS MAIS PODEROSOS DO MUNDO CONTRA GENTE DE MÃOS NUAS"! "SIONISTAS COBARDES ATACAM CRIANÇAS QUE ATIRAM PEDRINHAS AO OCUPANTE"!

Um fartote!
Os terroristas da Imprensa não mostram imagens como esta, dos ataques que decorrem agora mesmo em Jerusalém:


Esperam que a Polícia leve um bandalho destes preso para darem largas à imaginação.
Aqui, os mesmos "meninos" muçulmanos atacam casas de habitação em Jerusalém, com bombas incendiárias:





E tudo isto porque as autoridades de Israel, esses malandros!, não deixaram o menino Abdel Rahman Al-Shalud, de 26 aninhos, dar largas à sua legítima matança de judeus, que faz parte da sua cultura e deve ser respeitada como tal! Pá.

domingo, 26 de outubro de 2014

A Disneyficação do Tibete


 Turismo chinês no Tibete: para além da liberdade, os tibetanos não têm direito à dignidade.
 
Fazemos este blog sobre Israel, mas amanhã podemos estar a fazer um sobre a Finlândia ou sobre o Japão. O Mundo atrai-nos. Infelizmente, quando se fala de um país, fala-se de coisas más, a par com muitas coisas boas. Um dia, quem sabe, só haverá coisas boas a relatar. 

Um país de que gostamos especialmente é o Tibete (actualmente sob ocupação chinesa). Os tibetanos, povo nativo, milenarmente ligado a esse território, não conseguiram conter o poder esmagador da China comunista, potência expansionista, colonialista e ditatorial. Há quem chame à China comunista o Império do Mal. E com razão.

Sob o domínio chinês comunista, as aspirações tibetanas de restauração da independência são esmagadas pela força. Os assassínios, raptos, tortura, o genocídio dos tibetanos, são dos maiores dramas da actualidade. Mas, como a China é o novo gigante económico mundial, o mundo livre fecha os olhos. Como fecha em relação a outras tiranias, porque, por exemplo, produzem petróleo.

Convidamos os nossos leitores e amigos a visitarem regularmente, como nós, o site FREE TIBET, e a contribuírem para esta causa como queiram e possam.

Actualmente o Tibete é um óptimo local para os chineses encontrarem empregos (a que os tibetanos não podem aspirar) e para fazerem férias. A etnia Han, a dominante, vê os tibetanos como animais num zoo, ou como bonecos numa Disneylândia.
 
Aqui, turistas chineses fotografam um peregrino em oração, com um desrespeito que dispensa mais comentários:


Os lugares sagrados são calcados a pés (literalmente) pelos chineses, que, doutrinados no Comunismo, encaram as religiões como manifestações supersticiosas e de inferioridade intelectual (no que são entusiasticamente apoiados pela Esquerda ocidental, que se regozija com a ocupação). Aqui, calcam bandeiras de oração tibetanas:

Esta é mais uma foto que dispensa comentários. Isto será o equivalente a alguém que se vá pôr às cavalitas da imagem do Senhor dos Passos, para termos uma ideia:


Se um tibetano fizesse o mesmo na estátua do monstro genocida Mao Tzé Tung (um dos deuses das esquerdas, apesar de menos "borracho" que o "Che"), seria sumariamente abatido.

A última foto de Chaya




As últimas horas de Chaya Zisel Braun, a menina 3 meses brutalmente assassinada pelo Hamas, foram passadas no Muro das Lamentações com os seus pais. Esta foi a sua primeira e última visita ao local mais sagrado de Israel.
A última imagem de Chaya Zisel Braun, a menina assassinada quando um terrorista árabe ceifou pessoas inocentes numa estação ferroviária de Jerusalém, foi tirada no local mais sagrado do judaísmo - o Muro das Lamentações. Os pais da criança foram orar no Kotel (Muro das Lamentações), poucas horas antes de a sua vida ter sido tragicamente interrompida quando a família fazia o caminho de casa.

O avô da bebé, Shimon Halperin, contou que o casal não tinha podido ter filhos por muitos anos e que ficaram muito felizes quando finalmente tiveram uma filha.

"Os pais esperaram por um filho por muitos anos", disse ele aos jornalistas, contando como gostava de brincar com ela. "Eles estavam de volta, depois de terem ido orar no Kotel, e um terrorista veio e atropelou-lhes a bebé."  (...)

No funeral, o pai, Shmuel Elimelech, proferiu um elogio emocionado à sua filha recém-nascida. "Tu eras pura. Quero que olhes para baixo e sorrias. Amanhã é o aniversário de três meses. Agora, tudo está nas mãos de Deus. Vamos lembrar-nos de ti", disse Shmuel, em lágrimas.

O ataque foi elogiado pelo Hamas, bem como, pelo menos, por uma figura sénior da Autoridade Palestina, que elogiou o assassino, Abdelrahman Shaludi, como "mártir heróico".
 Artigo completo no Israel National News.

O assassínio de Chaya e o silêncio do Mundo


-  Os media NADA dizem sobre mais este acto de terror islamista em Israel. É preciso manter o mito de que os judeus matam criancinhas. E de que os muçulmanos são absolutamente pacíficos.

Uma força pró Aécio