segunda-feira, 2 de maio de 2016

Rejeição francesa da tecnologia israelita de segurança pode ter tido consequências trágicas

 
O Massacre de Paris vitimou 130 pessoas e causou centenas de feridos.
 
Um especialista em segurança acredita que muitas vidas poderiam ter sido salvas, não fora a política anti-Israel, que impediu a França de usar a tecnologia israelita de rastreio de terroristas.

Não muito tempo depois do ataque terrorista islâmico contra o semanário satírico Charlie Hebdo, em Paris, em Janeiro de 2015, e quase um ano antes dos ataques terroristas islâmicos simultâneos na cidade em Novembro passado, que mataram 130 pessoas e feriram centenas mais, os responsáveis pelos serviços de segurança franceses rejeitaram a oferta de tecnologia de rastreio  feita por uma empresa israelita. A informação vem da FoxNews.com, e cita um especialista em segurança.

"A oferta de tecnologia de busca e análise de dados que permitiria às autoridades francesas 'ligar os pontos' na comunidade extremista islâmica, foi feita à Direcção-Geral da Segurança Interna (DGSI), a principal agência de informações da França. Esta tecnologia é usada para analisar e comparar relatórios de informações fragmentados, provenientes de diversos bancos de dados nacionais e internacionais, dando aos agentes antiterroristas as informações mais actualizadas sobre potenciais ataques terroristas", noticiou o site.

A oferta foi rejeitada. "As autoridades francesas gostaram, mas o seu representante disse que havia ordens superiores para não comprar tecnologia israelita", disse um especialista  israelita em contra-terrorismo, bem colocado e familiarizado com a tecnologia e com a empresa responsável, em declarações à FoxNews.com. "E não houve mais conversas".


Uma pessoa ferida é levado para o hospital em Paris na sequência do ataque terrorista islâmico na sede da Charlie Hebdo janeiro de 2015. (AP / Thibault Camus).


O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ofereceu assistência na luta contra o terrorismo islâmico, apelando a que "todo o mundo civilizado se unisse para derrotar a praga do terrorismo global".

"Um ataque a qualquer um de nós deve ser visto como um ataque contra todos nós. Todo o terrorismo deve ser condenado e combatido igualmente com determinação inabalável. Somente com esta clareza moral as forças da civilização poderão derrotar a selvageria do terrorismo", declarou Netanyahu após os atentados de Novembro, em Paris.

Nenhuma razão oficial foi dada para a rejeição da oferta pela França, disse a fonte, acrescentando que pode ter havido preocupações legítimas sobre pirataria e vulnerabilidade, embora pareça mais provável que a razão tenha sido política.

"A União Europeia culpa Israel por tudo o que acontece no  Médio Oriente, e parou a cooperação militar e policial, o treino de serviços de segurança, e proibiu a cooperação universitária que gera muito da tecnologia para combater o terrorismo", disse Itamar Gelbman, um ex-agente das forças especiais do IDF e que agora é um consultor de contra-terrorismo.

A DGSI francesa não respondeu aos pedidos de um comentário por parte da FoxNews.com.

Kamal Nawash, um advogado americano e presidente da Liça Livre de Muçulmanos, disse que a política europeia em relação a Israel, incluindo a partilha de tecnologia, é um "exemplo da comunidade global enviando uma mensagem a Israel de que o seu tratamento dos palestinos é inaceitável".

"Israel seria sábio em mudar o seu tratamento dos palestinos, fornecendo-lhes direitos civis e humanos e prosseguindo com uma política de dessegregação em geral", afirmou Nawash. "Caso contrário, Israel pode enfrentar o mesmo destino que a África do Sul durante o apartheid, com todos os países do mundo a boicotarem Israel."
 



O advogado americano anti-Israel Kamal Nawash legitima a campanha do grupo BDS, classificando Israel como um Estado de apartheid. (Centro Universitário Ariel).
 

Tal afirmação demonstra claro preconceito anti-Israel, considerando o facto de que Israel não é um Estado de apartheid, tratando todos os seus cidadãos de forma igual. Comparar Israel com a era do apartheid na África do Sulseguir os apelos do grupo BDS (boicote, desinvestimento e sanções) contra o Estado judeu tem sido classificado por muitos como o anti-semitismo.

"Israel tem vindo a enfrentar ameaças terroristas desde a sua criação em 1948", disse Gilles Perez, gestor da Unidade Aeroespacial do Instituto de Exportações de Israel. "Na década de 1970, a companhia aérea nacional de Israel foi pioneira no conceito de um oficial de segurança à paisana em todos os voos comerciais, muito antes de tal procedimento ser adoptado por outros países, após  o11 de Setembro, quase 40 anos mais tarde".

Menos de uma semana depois dos ataques em Bruxelas, as forças de segurança belgas compraram tecnologia de vigilância avançada e tecnologia de visão rápida ,à empresa israelita BriefCam. A tecnologia já está em uso na Estátua da Liberdade e em vários aeroportos norte-americanos, disse Dror Irani, presidente e CEO da empresa.

"Israel é líder no campo de tecnologia de combate ao terrorismo, mas não é um país popular", disse Ari Zoldan, CEO da empresa de segurança Quantum Network. "É improvável que Israel, de repente, se torne popular, mas a necessidade de uma melhor segurança nacional vai forçar as pessoas a trabalharem com soluções israelitas".

"Quando estão em apuros, correm para Israel"

O especialista em treino de segurança Daniel Sharon, de Israel, disse que desde os ataques de Bruxelas tem havido interesse em dispositivos de segurança de aeroportos e de prevenção e segurança da Aviação, e que o interesse que transcende o protesto popular.

"As nossas mercadorias são boicotadas nos supermercados europeus", disse Sharon. "Mas quando eles estão em apuros, eles correm para Israel para obter ajuda".

Por: UNITED WITH ISRAEL(Com arquivos de FoxNews.com)


- Lembramos que nos últimos anos a França, sob a batuta de François Hollande, tem tido uma política diplomática muito agressiva em relação a Israel, com iniciativas tão absurdas como as de promover "negociações de paz" com o grupo terrorista Fatah, de Mammoud Abbas, sem informar Israel. Infelizmente, o preconceito anti-israelita e o desejo de agradar aos muçulmanos, são superiores à preocupação com a segurança dos cidadãos franceses (se é que existe alguma).

sábado, 30 de abril de 2016

Porque é que a Esquerda Odeia Israel - BREIBART

Nota: respeitámos o título original deste artigo, mas fazemos uma distinção entre esquerda democrática e esquerda islamófila.

A ESQUERDA ODEIA ISRAEL PORQUE ISRAEL É TUDO QUE A ESQUERDA DESPREZA: CAPITALISTA, CONSERVADOR E PATRIÓTICO


- por Russell Taylor para o BREIBART, 31 Jul 2014 - durante a Operação Protecção-Limite

Toda a gente, desde os jornalistas liberais a um membro da equipa de cricket de Inglaterra, estão a  atacar Israel neste momento. O Independent descreve o país como "Estado pária". O Guardian considera a 'ocupação' israelita de Gaza como uma 'vergonhosa injustiça'. Enquanto isso, o jogador de críquete Moeen Ali prometeu o seu apoio aos palestinos ostentando pulseiras 'Free Gaza'. A opinião respeitável sabe quem são os maus neste conflito.
 
O que é  que em Israel desperta tanta raiva? Será que é porque é um estado teocrático, empenhado em destruir o seu vizinho, que usa civis como escudos humanos, tortura e mata os seus opositores políticos, persegue os homossexuais, e despreza a liberdade de expressão e o Estado de Direito?

Não, espera aí, isso é o Hamas, e todos nós sabemos que eles são os bons da fita. Não importa o quão terrivelmente eles tratam os seus próprios povos e quantos inocentes eles explodem, abatem ou sequestram, nada é suficiente para que mereçam reparos.


O que não significa que Israel se pudesse safasse, se tivesse o mesmo comportamento, é claro. Israel não pode nem mesmo proteger o seu próprio povo sem atrair críticas. Israel é como o irmão mais velho de quem se espera sempre bom comportamento. Os irmãos mais novos podem fazer todas as loucuras, porque eles são julgados segundo diferentes padrões, enquanto o irmão mais velho deve permanecer calado e quieto, não importa quantas vezes seja pontapeado.



Um exemplo do gritante duplo padrão  da esquerda: O 'Figaro' noticiou o ataque terrorista por bombista suicida a um autocarro em Jerusalém como podem ver acima: disse que houve um atentado e que um "palestiniano" morreu. Quem lê, fica naturalmente a pensar que o bombista foi a vítima e que os judeus (as vítimas) foram os atacantes. Enquanto os terroristas celebravam o ataque, os jornalistas de todo o Mundo celebravam à sua maneira: MENTINDO!

Não que os media informem quando Israel é pontapeado. Os media preferem lamentar as perdas palestinas significativamente mais elevadas, assumindo automaticamente que Israel não tem razão e absolvendo o Hamas por este ter iniciado a contenda. Israel, ao que parece, deve mostrar uma contenção que ninguém iria esperar realisticamente do Hamas se este possuísse o mesmo poder militar. Os relativistas que não vêem nenhuma diferença moral entre uma democracia liberal e um regime terrorista, não têm nenhum problema em esperar que os dois lados se comportem de forma diferente.

Uma coisa é certa, se Israel fosse apenas mais um inferno islâmico,  teria uma vida muito mais fácil no cenário mundial. Mais sangue é derramado a cada ano na Somália, no Paquistão ou na Nigéria, do que em Gaza, mas a indignação com esses horrores empalidece ao lado da indignação que as acções de Israel provocam. Enterra-se a cabeça na areia, retorcem-se os critérios, fecham-se os olhos, e arranjam-se pretextos para atacar o país que todos adoram odiar.



A Agência de Notícias France Press é uma das maiores centrais de difamação de Israel.  Foi hoje mesmo divulgado que o único site do mundo a quem a famigerada AFP não permite que divulgue os seus vídeos é o EUROPE-ISRAEL. Cá em Portugal temos por exemplo o Al-Público, um bastião do anti-semitismo mais abjecto.

Tratar-se-á apenas de anti-semitismo? O anti-semitismo grassa no mundo árabe, e os eternos críticos de Israel, provavelmente, contagiaram-se com um pouco desse proverbial ódio aos judeus. Mas não acho que resida aí o maior motivo da antipatia liberal ocidental. Se o anti-semitismo fosse o culpado, seria dirigido a Israel onde quer que estivesse no mundo. No entanto, é difícil imaginar que tivesse tantos problemas com os seus vizinhos, ou atraísse tanto ódio, se fosse um Estado europeu. Provavelmente seria uma outra na Suíça, e despertaria o mesmo desconforto.


No mundo muçulmano (nomeadamente em Gaza) as execuções de homossexuais são espectáculo público muito apreciado. O Irão (tão querido da esquerda) executou 700 infelizes em 6 meses. O deus-Obama e a esquerda em geral indignam-se porque o Quénia não aprova o casamento gay! Nem uma palavra sobre o massacre dos homossexuais sob o Islamismo.

O facto é que, quando se trata de Israel, ninguém parece estar interessado na verdade. Ninguém se importa que Israel tenha desistido das terras conquistadas durante a Guerra do Yom Kippur, na esperança de garantir a paz. Nem que tenha presenteado os palestinos com 3.000 estufas, aberto postos de fronteira e incentivado o comércio. Nem que os habitantes de Gaza tivessem respondido destruindo as estufas e elegendo um governo comprometido com a erradicação dos judeus, que tivessem disparado centenas de milhar de mísseis contra Israel, e cavado túneis sob o território israelita a partir dos quais lançaram ataques de surpresa.


Ninguém se importa que Israel dê aos habitantes de Gaza aviso prévio dos seus raides, enquanto o Hamas deliberadamente dirige os seus ataques contra os civis israelitas. Nem que o Hamas coloque as suas armas em escolas, mesquitas, hospitais e casas particulares, para maximizar a chance de baixas civis. Nem que Israel tenha prendido os culpados pelo assassinato de um jovem palestino, e oferecido reparações à família da vítima, enquanto o Hamas não fez nada para capturar ou punir os assassinos de três adolescentes israelitas. Nem que não haja quaisquer soldados israelitas em Gaza, apesar da narrativa de uma "força de ocupação", propalada pelos apologistas do Hamas.


Ninguém leva os factos em consideração, porque os factos são inúteis para a narrativa propagada pela esquerda pró-palestina - ou seja, de que esta é uma batalha entre um opressor macho e forte, contra um opositor fraco e oprimido, que os esquerdistas se sentem virtuosos em apoiar.
Israel é uma destilação de tudo o que os esquerdistas odeiam nas nações ocidentais: capitalista, conservador e ferozmente patriótico. É uma projecção dos seus próprios preconceitos sobre as supostas injustiças das sociedades que prezam os valores "errados" e as pessoas "erradas". Os esquerdistas ocidentais não compartilham as crenças espirituais dos palestinos, mas compartilham um inimigo comum. Na verdade, se Israel fosse retirado da equação, os seus críticos teriam pouco para dizer sobre Gaza ou sobre o Hamas. Trata-se de um casamento de conveniência.

O uso que a esquerda faz da situação árabe-israelita como plataforma para a a manifestação da sua auto-proclamada superioridade moral, e como metáfora das suas próprias inibições, cega-a para os males do Hamas e do resto da Irmandade Muçulmana. Parece alheia ao conflito ideológico entre os fundamentalistas islâmicos e os progressistas ocidentais, porque persiste em considerar os primeiros como vítimas de estimação. Poderão vir a descobrir a maneira mais dolorosa o quanto custa apoiar um inimigo que não faz distinção entre esquerdistas ocidentais e quaisquer outros infiéis.





sexta-feira, 29 de abril de 2016

Os "refugiados" e o Holocausto dos Cristãos

 
Lei Islâmica em Ação
 
Um vídeo sobre a visita do Papa a Lesbos mostra que existiam cristãos e iázides no meio dos refugiados. Mas eles foram preteridos na escolha do papa.


Como os media manipulam a "crise dos 'refugiados'". 
 
 
Os cristãos estão ser perseguidos até à extinção por todo o mundo muçulmano. Judeus, já não há, na maior parte desses países. Tiveram o mesmo destino.  
Enquanto isso, a Europa abre os braços para receber indivíduos que alegadamente chegam da Síria, e sobre os quais não há qualquer prova de que sejam efectivamente refugiados. São sobretudo homens jovens, fortes e bem nutridos, que em caso algum poderiam ser sírios (por razões tão óbvias como serem africanos ou paquistaneses), acompanhados de algumas mulheres e crianças  - para alimentar o jornaleirismo cúmplice da invasão.
Ataques terroristas, estupros em massa, crimes a esmo, são cometidos por muitos desses "refugiados" (veja este blog e os que mais em baixo indicamos).
Quantos refugiados são recebidos nos países muçulmanos? NENHUM! 

Fragmentos do genocídio dos cristãos, que os media e os políticos ESCONDEM: 



Muçulmanos sírios fazem sacrifícios humanos de cristãos

Fellowship of the Minds
"In a time of universal deceit, telling the truth is a revolutionary act."
  
Esses nobres jihadistas da Síria, em defesa dos quais Obama queria ir para a guerra e que são financiados e treinados pela CIA, sob as ordens de Obama,  começaram por se celebrizar ao matarem cristãos e comerem-lhes o coração (sob os aplausos delirantes dos media ocidentais), passaram ao estágio seguinte e sacrificam-nos a Alá.
 
Walid Shoebat e Theodore Shoebat publicaram no site shoebat.com, a 11 de Março de 2014, um vídeo mostrando muçulmanos sírios a sacrificarem as suas vítimas a Alá. Este é o vídeo (CUIDADO!!!):
 
 
Instituto Gatestone

"Mais de 500 camponeses cristãos foram massacrados em uma única noite". — Emmanuel Ogebe, advogado nigeriano engajado em direitos humanos, 2 de março de 2016
O que os cristãos da Nigéria estão atravessando é um vislumbre instantâneo, ao vivo, pelo que milhões de cristãos e demais não muçulmanos passaram desde o século VII, quando o Islã "migrou" para as suas fronteiras: violência, perseguição, escravidão e destruição de igrejas.

A Administração Obama se recusa a associar o Boko Haram, uma organização que se autodefine em termos puramente islâmicos, com o Islã, da mesma maneira que ela se recusa a associar o ISIS com o Islã.

Em todos os casos a Administração Obama faz vista grossa, insistindo, ao mesmo tempo, que a jihad é produto da "desigualdade", "miséria" e "falta de oportunidades de emprego" jamais dos ensinamentos islâmicos.

 
Muçulmanos chacinando cristãos no Paquistão.
O horror é inimaginável.
 
 
 

"Pelo menos 100.000 cristãos são mortos a cada ano por causa de sua fé, o que equivale a 273 por dia, ou 11 a cada hora."
"Sem contar com os que estão a ser torturados, presos, exilados, ameaçados, excluídos, atacados e discriminados, numa escala generalizada " - acrescentou.
 


Só na Síria foram mortos mais cristãos em 2013 do que em todo o mundo em 2012

 Direita Política
“Na Síria, outra guerra avança na sombra da guerra civil – a guerra contra a Igreja” (...) . Cerca de 10% dos sírios são cristãos. Muitos deles tornaram-se alvos de rebeldes islamistas que os vêem como apoiantes do líder do regime, Bashar al-Assad.
 


 

 Direita Política
Segundo a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), 75% dos ataques motivados por intolerância religiosa têm como alvos os… cristãos. Mundo afora, no entanto, o tema quente, o tema da hora — e não é diferente na imprensa brasileira —, é a chamada ‘islamofobia’”.
 


Foto do site de Raymond Ibrahim, cristão e especialista em Islão. 
 
 Mais alguns artigos de Raymond Ibrahim em Português:
 

De terrorista a "refugiado" enquanto o Diabo esfrega um olho!
 

De terrorista a "refugiado sensível" com"adereço infantil" para comover europeu.
 

Lá, corta cabeças de "infiéis", cá é um pobre "refugiado"!
 
 
ETC., ETC., ETC..
 

 Não islamófilo? Não refugiadófilo?


 


quarta-feira, 27 de abril de 2016

O Mito da Minoria Radical Muçulmana


"Refugiados sírios" (viúvas e órfãos, como é patente) retribuindo a hospitalidade europeia.

Os "refugiados sírios" vêm de todo o lado menos da Síria. São homens, são jovens, não vão para os países islâmicos (nem estes os recebem!). Vergada à ditadura do politicamente correcto (quem disser a VERDADE sobre o Islão está tramado!), intoxicada pela propaganda mediática, a Europa cava a sua sepultura.
* - mas o Governo e o Presidente da República têm esperanças de receber mais, sosseguem!...
 
«A "minoria radical" muçulmana tem o apoio direto ou indireto da maioria da população ou da liderança politica e da elite deles. Não vemos manifestações contrárias à sharia e aos crimes cometidos em nome de Alá e Maomé em nenhuma parte do mundo pelos muçulmanos. O islã não é uma religião de paz, tolerância e justiça - é o contrário. Quem ainda não entendeu isso é desinformado e ingênuo ou desonesto intelectualmente.»

Veja os quatro vídeos da playlist, que são ESSENCIAIS:


Não é só Abdesalam que tem a inteligência de um cinzeiro vazio. Os IDIOTAS que apoiam a islamização da Europa e que vociferam que o islão é pacífico estão ao mesmo nível:

O TERRORISMO GLOBAL


Islamófilo? Refugiadófilo? Eis  a medida da sua inteligência:


Não islamófilo? Não refugiadófilo?

Proteja-se, proteja a sua família, proteja o seu país!






 

ETC., ETC., ETC...

terça-feira, 26 de abril de 2016

(Mais) evidências Históricas do Êxodo do Egipto



"Joshua atravessa o Rio Jordão com a Arca da Aliança"- Benjamin West
 
Evidências antigas do Êxodo do Egipto

Embora o assunto ainda seja objecto de debate, há evidências que indicam que o Êxodo pode ter ocorrido mais cedo do que defendem muitos arqueólogos.
- A Páscoa judaica ('Páscoa' significa 'Passagem') comemora a saída dos Judeus do Egipto, onde eram escravos.
Alguns historiadores definem a época do Êxodo dos Israelitas do Egipto, que é recitado a cada ano na mesa da Páscoa judaica, por volta da época de Ramsés II (1303 ACE-1213 AEC).
- "AEC" significa "Antes da Era Cristã".
O Tanakh (A Bíblia) afirma que os Israelitas construíram a Cidade de Ramsés, mas uma inscrição de todo o tempo de Ramsés II afirma: "Distribuí as rações de cereais aos soldados e aos habiru que constroem a grande Ramsés".
- A palavra 'habiru' designa escravos, estrangeiros, gente de baixa condição social.


A Cidade de Ramsés seria assim, no auge da sua glória. 
Da mesma forma, uma estela de vitória do faraó Amenhotep II (1427 ACC-1401 AEC), lista vários prisioneiros enviados para o Egipto, e 3600 Habiru são listados como escravos egípcios, o que implica que os escravos Habiru já estavam na terra do Egipto na época de Ramsés II. Alguns estudiosos acreditam que os Habiru eram os Hebreus.  
- Além do mais, note-se a semelhança fonética.
O "timing" é tudo

Christian Bale no papel de Moisés, "o primeiro anti-herói do mundo".

No entanto, registos Egípcios Antigos afirmam que nada que se assemelhe à história do Êxodo ocorreu durante a época de Ramsés II. Esse facto levou alguns a questionarem a existência da história do Êxodo. 
No entanto, Immanuel Velikovsky, escrevendo em 1952, afirmou que o aparente conflito entre a Arqueologia e a Tanakh relacionado com a história do Êxodo é baseado no facto de que a história do Êxodo foi mal datada, e que se a história do Êxodo for datada correctamente, todas essas contradições desaparecem. 
O arqueólogo Emmanuel Anati também afirmou: "O nome de Ramsés, no Livro do Êxodo e no do Génesis, surge como uma indicação geográfica: indica o local onde, segundo a tradição, os Hebreus estavam no Egipto. Não é necessariamente o mesmo nome que o local deve ter tido na época dos Patriarcas ou no tempo de Moisés ". 


A oitava praga, a dos gafanhotos (imagem do filme "Êxodo: Deuses e Reis").

Na verdade, de acordo com o Midrash (literatura rabínica), o Faraó da história do Êxodo foi nomeado Adikam, e não Ramsés II, e teve um curto reinado de quatro anos antes de se afogar no Mar Vermelho. 
O Faraó que precedeu Adikam, de acordo com o Midrash, foi nomeado Malul, e reinou dos seis anos de idade a 100. Curiosamente, o sacerdote e historiador egípcio, Manetho, escrevendo no século 3 AEC, bem como um papiro egípcio antigo conhecido como Papiro de Turim (imagem abaixo) menciona um Faraó que governou da idade de seis a 100 anos, conhecido como Pepi II (2284 AEC-2184 AEC).


O (que resta do) Papiro lista cerca de 300 Faraós.
Durante a Sexta Dinastia, da qual Pepi II faz parte, os Egípcios realizaram muitos ataques punitivos. De acordo com Anati, "um comandante chamado Uni imortalizou as acções contra os asiáticos que viviam no território da areia", e descreve situações comparáveis ​​às do Livro de Êxodo. A partir desses relatos temos uma imagem de um mundo conceptual e contextualmente muito próximo do descrito nas narrações bíblicas. O exército de Uni "devastou os recintos dos animais, destruiu as barracas, cortou os figos e as videiras e voltou para o Egipto em segurança".

Além disso, o Papiro de Ipuur, datado de entre 2345 AEC a 2181 AEC, descreve muitos eventos muito semelhantes às dez pragas. 
É dito que "o rio é sangue", o que corresponde ao Êxodo 7:20: "todas as águas que estavam no rio se transformaram em sangue"; é dito também que "na terra não há luz", o que é semelhante ao Êxodo 10:22 - "e houve trevas espessas em toda a terra do Egipto". 


  Imagem do filme "Êxodo: Deuses e Reis".

Continuando a citar o Papiro: "Em verdade, portas, colunas e paredes foram consumidas pelo fogo" o que é semelhante ao Êxodo 9: 23-24: "O fogo desceu à terra e foi granizo e fogo misturado com granizo".
Quando Moisés estendeu a vara para o céu, o Senhor fez vir trovões e granizo, e raios caíam sobre a terra. Assim o Senhor fez chover granizo sobre a terra do Egito.
Caiu granizo, e raios cortavam o céu em todas as direções.
Êxodo 9:23,24"O fogo desceu à terra (...) não foi saraiva e fogo misturado com saraiva, tão grave ".
É também dito que as árvores foram "destruídas. Nem frutas nem ervas foram encontradas". Êxodo 09:25 afirma: "E o granizo feriu toda a erva do campo, e quebrou todas as árvores do campo". 
E mesmo a morte dos primogénitos é mencionada: "Em verdade, os filhos de príncipes são lançados contra as paredes. Em verdade, os filhos de príncipes são lançados para as ruas". Êxodo 12:29 declara: "E sucedeu que, à meia-noite, o Senhor feriu a todos os primogénitos na terra do Egipto, desde o primogénito do Faraó, que se sentava no trono, até ao primogénito do cativo que estava no cárcere".

Embora o assunto ainda seja objecto de muito debate, tendo em conta esta evidência, a história do Êxodo poderá ter ocorrido mais cedo do que o que muitos arqueólogos afirmam.

Por Rachel Avraham