sexta-feira, 1 de julho de 2016

VÍDEO: terrorista 'palestino' esfaqueia israelitas no mercado de Netanya

Leia sff o nosso comentário, a seguir ao vídeo.


Dois israelitas foram esfaqueados num ataque terrorista perto do mercado central de Netanya na quinta-feira noite. As câmaras de segurança registaram o ataque.

Este foi o segundo ataque terrorista do dia. Uma vítima, um israelita ultra-ortodoxo de aproximadamente 30 anos, está a receber tratamento médico. A outra vítima, uma mulher de cerca de 62 anos, tem ferimentos leves.

O terrorista foi abatido - o que provocará as habituais reacções de indignação e a classificação de "execução arbitrária". Porque abater terroristas islâmicos que estão a esfaquear, a atropelar ou a alvejar judeus, é uma ofensa! A Polícia deve deixá-los matar inocentes, até se cansarem!


Este ataque ocorreu simultaneamente com o funeral do Hallel Ariel, uma menina israelita de 13 anos de idade, assassinada à facada na quinta-feira por um terrorista 'palestino' que invadiu sua casa em Kiryat Arba, perto de Hebron:

VÍTIMAS DE 1ª, 2ª e 3ª CLASSE


A UEFA, que proibiu minuto de silêncio pelas vítimas do massacre na discoteca em Orlando, autorizou o minuto de aplauso pelas vítimas do massacre do aeroporto de Istambul. Algumas vítimas valem mais que outras...

Hoje resolvermos fazer três posts sobre a INTIFACADA, a "Intifada das Facas" em Israel. Se fôssemos fazer um blog apenas para vos darmos conta das ocorrências desta "intifada", não conseguiríamos  cobrir todas as notícias. A Polícia israelita desmonta ataques 24 horas por dia, como a Polícia francesa e belga fazem agora, especialmente durante o EURO 2016.
Se quiséssemos dar-vos conta dos ataques terroristas islâmicos que ocorrem diariamente, teríamos que criar um super site como A Religião da Paz, que compila as notícias de todo o Mundo para dar uma ideia aproximada da matança islâmica.
Nos cinco continentes, todos os dias, inocentes são assassinados em nome do Islão. Os horrores são tantos que não conseguimos sequer escolher.
Há quem tente (veja lista de sites no final deste post).
Uma menina de 13 anos  assassinada na sua cama é uma vítima.
Quem a mata à facada é um terrorista.

Só mentalidades pseudo-sofisticadas não percebem a diferença!


Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! -  Isaías 5:20

A Imprensa, os profissionais da Informação (e não nós, simples "civis", que roubamos ao nosso descanso para fazer o trabalho para o qual eles são pagos) está a falhar DELIBERADAMENTE na cobertura do jihad islâmica global:
- Quando os ataques matam muita gente (como esta semana no aeroporto de Istambul), a Imprensa faz uma cobertura falsamente ingénua, não se atrevendo a mencionar sequer a palavra Islão - a verdadeira  causa do terrorismo!

 Muçulmanos chacinando cristãos no Paquistão.
O horror é inimaginável.

 
"Pelo menos 100.000 cristãos são mortos a cada ano por causa de sua fé, o que equivale a 273 por dia, ou 11 a cada hora."
"Sem contar com os que estão a ser torturados, presos, exilados, ameaçados, excluídos, atacados e discriminados, numa escala generalizada."

11 cristãos assassinados por hora

 

- Quando são cristãos do Médio Oriente, do Paquistão ou de África, que são assassinados a um ritmo de 11 a cada hora - um verdadeiro HOLOCAUSTO a que ninguém liga! - a Imprensa omite, ou mascara os factos com palavras vagas como "confrontos entre facções rivais". A prioridade da agenda mediática é a invasão islâmica do Mundo Livre:

Os "refugiados" e o Holocausto dos Cristãos

Lá, corta cabeças de "infiéis"; cá, é um pobre "refugiado"! 
A Imprensa ama  esta gente!

- Quando são judeus assassinados pelos mesmos islamistas, a Imprensa consegue ainda transformar os terroristas em vítimas e a matança islâmica em bandeira anti-Israel (veja sff a INTIFACADA, que exemplos não faltam).


Alguns sites que vão fazendo a compilação possível do terror islâmico, ideologia genocida e bárbara, que não muda desde há 1400 anos, e que já matou mais de 270 milhões de inocentes (recorde absoluto):

Netanyahu: 'Ver a manchas de sangue na sua cama é chocante'




O primeiro-ministro Netanyahu fez uma visita de condolências à família de Hallel-Yaffa Ariel, de 13 anos, que foi executada por um terrorista 'palestino' enquanto dormia.
O ministro da Defesa Avigdor Liberman juntou-se primeiro-ministro Netanyahu para uma dolorosa visita à família da jovem que foi massacrada enquanto dormia, na sua cama, na sua casa, em Kiryat Arba.Netanyahu ouviu as histórias partilhadas pelos pais de Hallel, sobre a sua filha de 13 anos, que foi ontem brutalmente assassinada em sua casa por um terrorista 'palestino' que invadiu a comunidade.

Intifacada - terrorista executa menina israelita de 13 anos


"Vamos reforçar as defesas desta comunidade", disse Netanyahu. "Além da luta anti-terrorista, vamos tornar a defesa desta comunidade mais forte. Eu vou sentar-me com o ministro da Defesa, e vamos decidir como fortalecer a comunidade".

"Ver o quarto da Hallel, ver as manchas de sangue ao lado da sua cama, ver os seus livros e roupas de criança... isto é chocante. E lembra-nos novamente do que estamos a enfrentar. Eles querem arrancar o que foi plantado, mas nós vamos aprofundar as raízes. Eles não vão fazer-nos sair daqui".

Netanyahu disse estar "muito impressionado com esta família maravilhosa" e que "os terroristas não vão quebrar o seu espírito e não vão ter sucesso em quebrar o nosso espírito."Oremos para que esta seja a última tragédia a atingir o povo judeu.
Via UNITED WITH ISRAEL

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As crianças cristãs e judias assassinadas pelos terroristas islâmicos, não despertam as ondas de comoção popular que despertou o menino Aylan Kurdi, que se afogou  no Mediterrâneo.
É que o pobre Aylan foi despudoradamente usado para legitimar a invasão islâmica da Europa - ao passo que os meninos judeus assassinados em Israel, e os meninos cristãos assassinados nos países islâmicos, desmontam a narrativa da natureza "pacífica" do Islão.


Aylan Kurdi e a indignação artificial

A foto manipulada do menino na praia

A Profecia de Kaddafi


Para ter uma perspectiva desta onda de terrorismo, visite a nossa secção  INTIFACADA.
Se é novo por aqui, é provável que "compre" a narrativa de que os terroristas islâmicos em Israel (ao contrário do que acontece em todos os outros países do Mundo), têm razão e estão a lutar pela "sua" terra. 
Não é verdade. Jamais existiu uma "Palestina" árabe (e ainda que tivesse existido, o terrorismo não é a via para o entendimento):



FORÇA, ISRAEL!
FORÇA MUNDO LIVRE!

Israel: assassinado em frente dos 10 filhos




Família alvejada enquanto circulava na estrada 60.

Um israelita foi assassinado em frente dos seus 10 filhos, e três outros ficaram feridos num ataque a tiro por um terrorista palestino perto de Hebron.

Um israelita foi morto e três outros ficaram feridos num ataque a tiro, em Adorayim, a sul de Hebron, na Judeia.

A vítima fatal foi identificada como Michael "Micki" Marc, de 40 anos, da cidade vizinha de Otniel, que viajava no seu carro com sua família, quando foi alvejado.


A sua esposa Chavi ficou gravemente ferida no ataque, e foi evacuada para o hospital Hadassah Ein Kerem de Jerusalém, com múltiplos ferimentos de bala na parte superior do corpo.

Dois outros membros da família também foram feridos no ataque. Paramédicos dizem que, além da mãe da família, trataram uma menina de 13 anos de idade, em estado entre moderado e grave, que sofreu ferimentos de bala na parte superior do corpo, e um menino de 15 anos de idade, que ficou levemente ferido, presumivelmente do acidente.

De acordo com relatos iniciais, um carro da marca "Kia" ultrapassou a família, e os ocupantes abriram fogo, atingindo ambos os pais e causando o despiste.

Pelo menos 20 tiros foram disparados contra o carro, dizem os investigadores.

Via UNITED WITH ISRAEL

Este é mais um capítulo da INTIFACADA (clique na palavra realçada a laranja para visitar a nossa secção dedicada ao tema), uma investida racista terrorista ordenada pela chamada "Autoridade Palestina" de Mammoud Abbas.
Os comentários que temos a fazer são os mesmos do post anterior:

Intifacada - terrorista executa menina israelita de 13 anos

Os media, como de costume, nem vão falar de mais este acto hediondo. E vão continuar a dizer que são os nativos judeus que matam os invasores árabes. A opinião pública continuará a abençoar os terroristas e a odiar as vítimas.

Na nossa opinião, e nem sendo nós judeus, entendemos que os israelitas e os judeus não devem resignar-se a serem os cidadãos de segunda classe do planeta. 

Qualquer outro país do mundo tomaria medidas adequadas para capturar, prender e expulsar os invasores e terroristas islâmicos (ainda agora o Reino Unido começou a preparar o caminho para expulsar os seus invasores islamistas). 

Israel deve CORTAR O MAL PELA RAIZ! ACORDA, ISRAEL! 



Ao 26º dia de Ramadão, a Religião da Paz cometeu 197 ataques terroristas, matando 1396 inocentes em diversos países, incluindo Israel.
No mesmo período, neste século e neste milénio, nenhuma outra religião matou ninguém:


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Intifacada - terrorista executa menina israelita de 13 anos



 Hallel Yaffa Ariel

Hallel Yaffa Ariel, de 13 anos, a menina israelita da imagem, foi mortalmente esfaqueada no seu quarto esta manhã.

O assassino, Muhammad Taraireh, "palestino" de 17 anos, foi alvejado pela Polícia e morreu.
A notícia do YNet relata que Taraireh conseguiu escalar a cerca de segurança que defende a povoação de Kiryat Arba, perto de Hebron.

O IDF (Forças de Defesa de Israel) fechou os acessos à aldeia onde residia o terrorista, situada perto de Bani Naim.

Um civil, segurança de profissão, chamado Yehoshua Gilboa, foi também ferido. O YNet relata que a esposa de Yehoshua Gilboa,  Shlomit, é paramédica voluntária e acompanhou ela mesma o marido ferido ao hospital.

Ariel será sepultada em Hebron ainda hoje.

Via HONEST REPORTING
- Lamentamos profundamente mais esta jovem vida barbaramente ceifada pelo Islão.

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Autoridade 'Palestina': "Onde quer que vejam um israelita, cortem-lhe o pescoço".


- Agora seguir-se-á o habitual festival de má-fé por parte dos jornalistas de todo o mundo, na costumeira operação de ocultar o sucedido, ou pelo menos fazer parecer que foi um judeu que matou um árabe, e não o contrário. É sempre assim, Temo-lo relatado e demonstrado vezes sem conta.

Para a NBC (por exemplo) o assassino é apenas um "suspeito": NBC News: “Suspected” Terrorist Murders Israeli Teen.

 - As imagens da israelita menina assassinada, em breve circularão pelas redes sociais islamistas e esquerdopatas, com a legenda "Criança árabe morta por Israel":

"Israel mata crianças!" - disse ela.

Estes são os 5 membros JUDEUS ISRAELITAS da família Fogel, assassinados durante o sono, por serem judeus. Imagens e vídeo explícitos AQUI. A propaganda islamista-comunista espalha as imagens (com bandeiras e dizeres, afirmando que se trata de Árabes mortos pelo Exército de Israel em Gaza!


- A chefia da chamada  Autoridade 'Palestina', do "moderado" Mammoud Abbas, ainda anteontem emitiu o apelo: "Onde quer que vejam um israelita, cortem-lhe o pescoço".

A Imprensa e os políticos do Mundo, não tugiram nem mugiram. Abbas continua a ser visto como se fosse uma pessoa normal e não um terrorista do calibre de Bin Laden.

- Esta execução sumária de uma criança inocente, por ser judia, é apenas mais um capitulo da INTIFACADA.

Exasperados com as medidas de segurança tomadas por Israel para impedir a matança dos seus cidadãos (p. ex. a famosa cerca que defende as fronteiras de Israel, como tantos países têm) os líderes terroristas apelam a que os colonos árabes matem judeus à facada, atropelando-os ou por qualquer meio disponível. Como o ISIS.




“Pela parte que me toca, não existem diferenças entre as nossas políticas e as do Hamas.” Mahmoud Abbas, Março 15, 2013
Abbas (líder da Autoridade 'Palestina') e Haniyeh (líder do Hamas). Dois terroristas e duas organizações terroristas. Mas o mundo insiste que Abbas é bonzinho.


- Na nossa secção  INTIFACADA encontrará com facilidade os vídeos dos clérigos muçulmanos a apelarem à matança de judeus (que descrevem como forma sublime de adoração a Alá) e o próprio Abbas a apelar à matança, declarando que os judeus "não têm o direito" de "profanar o Monte do Templo com os seus 'pés sujos'".

- As nações árabes e muçulmanas tornarão a fazer o escândalo do costume. Radiantes pela criança de 13 anos assassinada, e a espumarem ódio pelo terrorista de 17 anos que foi abatido, acusarão Israel de mais uma "execução arbitrária de uma criança":


Dia do Ódio a Israel na ONU - 1

Dia do Ódio a Israel na ONU - 2

Dia do Ódio a Israel na ONU -3



- Assim vai o Ramadão em Israel, com os invasores, os terroristas, os colonos islamistas, a matarem os nativos judeus e a expulsarem-nos do seu lugar mais sagrado:

  

Alguém imagina por exemplo os muçulmanos a invadirem a Cidade do Vaticano e a expulsarem de lá os católicos? Não é por acaso que as muralhas do Vaticano protegem desde há séculos a sede do Catolicismo dos invasores muçulmanos. Israel fez o erro de não lhes seguir o exemplo e de não os expulsar todos.


FORÇA, ISRAEL!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

ISIS - Turquia criou o Monstro

Sem a Turquia, o ISIS não existiria 


Ancara sempre apoiou economicamente e militarmente o Estado islâmico. A evidência hoje é inegável.

No Afeganistão, os taliban tinham o apoio oculto do Paquistão; na Síria e no Iraque, o ISIS/Estado Islâmico/Daech tem tido o da Turquia. Em ambos os casos, um dos principais aliados da coligação formada para lutar contra os islamitas jogou e joga um jogo duplo.

O Daily Mail  foi dos poucos jornais que divulgou o financiamento do ISIS pela Turquia. Outros líderes terroristas foram abatidos pelas forças aliadas.

A prova do jogo duplo de Ankara foi revelada durante o ataque contra Abu Sayyaf, na Síria, em Maio, por forças especiais dos EUA.

Passaportes de terroristas do ISIS com carimbo de Istambul, Turquia!

Abu Sayyaf, que foi morto durante o ataque, foi um dos principais líderes do Estado Islâmico e de alguma forma o seu ministro das Finanças. Os documentos encontrados durante a operação mostram claramente que ele estava directamente relacionado com funcionários turcos, diz o Guardian.

Instalações abandonadas pelos terroristas do ISIS/Estado Islâmico, no norte da Síria.


Abu Sayyaf tinha uma responsabilidade especial no Daech/ISIS/Estado Islâmico, que consistia venda de petróleo e gás
no mercado negro, o que representou uma receita de até 10 milhões de dólares por dia.
Documentos e discos rígidos de computadores apreendidos no ataque revelam como "claras" e "inegáveis" as ligações entre a Turquia e o Daech e isso pode ter profundas consequências para as relações entre Ancara e seus aliados ocidentais.
Documentos abandonados pelos terroristas.
 

Isto provavelmente explica a decisão finalmente tomada pela Turquia, de lançar ataques contra o Daech, embora a sua intervenção militar seja dirigido principalmente contra os curdos... que lutam contra o Daech. "Os turcos não mudaram a sua mentalidade, é simplesmente uma reação à pressão dos norte-americanos e outros", disse um diplomata ao Guardian. 

"A Turquia criou um monstro"


Membro da NATO, a Turquia tem sido de há muito acusada por especialistas curdos, e até mesmo pelo vice-presidente dos EUA, Joe Biden, pelo que era então considerado uma gaffe diplomática: não fazer nada para impedir o fornecimento de armas e combatentes voluntários ao Daech através da fronteira com a Síria.


Mas a cumplicidade e a colaboração atingiu níveis muito mais elevados e nunca antes imaginados. Em Novembro de 2014, um veterano da Daech explicou que o Estado Islâmico considera a Turquia como um aliado:

    "Os comandantes do Daech disseram-nos que não temos nada a temer, porque a cooperação com os turcos é completa ...

    O Daech considera o exército turco como seu aliado, especialmente quando se trata de atacar os curdos na Síria".


A Turquia denunciou-se. Como foi explicado por um diplomata ocidental ao Wall Street Journal no início deste ano:

    "A Turquia criou um monstro e não sabe como se livrar dele."

Essa protecção ao ISIS é motivada pela luta contra os curdos e o medo de um Curdistão independente.


Capa de um folheto de propaganda anti-Assad impresso na Turquia para o ISIS.


Texto: SLATE


Vamos no 24º dia do Ramadão.  A Religião da Paz realizou 181 ataques, matou 1294 pessoas e deixou incontáveis feridos, mutilados e outras desgraças.
No mesmo período, e este ano, esta década e este milénio, nenhuma outra religião a não ser a da Paz matou ninguém.
Neste mês de Maio, a Religião da Paz já realizou 231 ataques em 31 países (ontem na Turquia foram mais 50 pelos ares) matou 1883 pessoas, causou 2206 feridos. 54 ataques foram por bombistas suicidas.


Todos vimos ontem à noite, este monstro, já atingido, depois de metralhar inocentes, a rabiar, no chão, para se fazer explodir e matar mais alguns. MILHARES destes indivíduos estão na Europa.

História de Israel - O Sionismo Moderno (2)

História de Israel - O Sionismo Moderno (1)



 Sir Moses Haim Montefiore
A simpatia pela causa Sionista contou com figuras políticas de relevo, como Sir Moses Haim Montefiore, um judeu britânico, banqueiro, empresário e filantropo, e o Barão Edmond Benjamin James de Rothschild, um judeu francês, banqueiro, filantropo, artista e figura de destaque na Sociedade.
  
Barão Edmond Benjamin James de Rothschild
Kalischer (ver post anterior) viajou pela Alemanha, angariando simpatizantes para irem para Israel cultivar a terra. O filho do rabino Kalischer, Wolf Kalischer, fundou a escola agrícola Mikve Israel, localizada perto de Tel Aviv, apoiada financeiramente pelo Barão Rothschild. O zelo de Kalischer e  a sua devoção incessante pela sua causa, combinados com as suas boas relações com homens poderosos da época, fizeram dele um dos pilares do moderno Estado de Israel.

Embora a maioria dos influentes Sionistas iniciais fosse de ascendência asquenazita, os judeus sefarditas* tiveram também papel de relevo. Judá ben Solomon Hai Alkalai, nascido em Sarajevo, escreveu um livro cujo tema da redenção através do regresso à Terra de Israel teve grande impacto nos escritos de Kalischer.
 * - Judeus sefarditas são os que, após a destruição do Sendo Templo de Jerusalém, vieram instalar-se no Ocidente da Europa e Norte de África.



Moses Hess, francês, filósofo e judeu secular, activo no início dos anos de 1860,  viu a ascensão do nacionalismo na Itália e na Alemanha, e previu que os alemães acabariam por ser intolerantes com as aspirações nacionalistas dos outros povos.
No seu livro, "Roma e Jerusalém: A Última Questão Nacional", que passou relativamente despercebido no seu tempo, declarava que o estabelecimento de uma pátria para os judeus na Palestina era a única solução duradoura para o anti-semitismo. Hess foi homenageado posteriormente pelo seu papel no estabelecimento do Estado de Israel.

"A época do domínio racial está a chegar ao fim. Mesmo os mais pequenos povos, sejam eles germânicos ou românicos, eslavos ou nórdicos, célticos ou semitas, assim que avançarem com as suas reivindicações a um lugar entre as nações históricas, vão encontrar apoiantes e simpatizantes entre as poderosas nações ocidentais civilizadas".
Moses Hess - "Moses Hess, Rome and Jerusalem" via Zionism on the Web

Os pogroms (ataques anti-semitas) na Rússia, de 1881 a 1884, destruíram milhares de lares judeus em 166 cidades em todo o Império do Sul. Ao princípio, as mortes não eram em número elevado, mas as famílias foram reduzidos à pobreza. 


O czar culpou os judeus pelos pogroms (como hoje os islamistas matam judeus e afirmam que são os judeus os atacam) e promulgou duras restrições contra eles. Nos anos 1903 a 1906, um pogrom muito mais brutal eclodiu, matando cerca de 2.000 judeus. Outros motins eclodiram em Odessa entre 1859 e 1905, causando centenas de mortos.


Os pogroms foram parte do plano de russificação do Czar Alexandre III. Alexandre acreditava que a Rússia só poderia ser forte se fosse "verdadeiramente russa". Tentou forçar a saída de todas as minorias étnicas da Rússia. Um grupo que Alexandre queria fora da Rússia eram os judeus. Os pogroms são o nome dos cossacos enviados para destruir as aldeias judaicas. Pogrom tornou-se uma palavra que significa um motim dirigido contra um grupo particular de pessoas. Aparentemente, a ideia de russificação não funcionou muito bem. Não muito depois, a Rússia foi derrotada pelo Japão na Guerra Russo-Japonesa - via pgawaorld.

"Não creio que fosse jamais popular em França a aliança com um povo estúpido e sem livros. Todo o ser de alta civilização espiritual gosta que os amigos, com quem se mostra perante o mundo, pertençam à mesma alta elite" - Eça de Queirós sobre a aliança francesa com a Rússia de Alexandre III (na imagem).

Estes ataques obrigaram os judeus a modificar a percepção do seu estatuto na Rússia; a imigração para os Estados Unidos e a ideologia Sionista experimentaram um crescimento, no seguimento destes ataques anti-semitas. Embora a maioria dos judeus que fugiam da Rússia tenha ido para os EUA, alguns grupos decidiram fazer aliá (ir para Israel, a Terra dos seus ancestrais).
Bibliografia: Stand With Us.

Jewish Virtual Library



Vida quotidiana judaica na Ucrânia: pessoas humildes, honestas e trabalhadoras como estas, por serem judeus, têm sido ao longo da História acusadas, sem jamais ter sido apresentada qualquer prova, de "dominarem secretamente o Mundo" e outros absurdos. Ainda hoje, na Internet, o velho mito se reveste de novas e sofisticadas formas. Dantes, eram acusados de envenenarem os poços, hoje são acusados de serem lagartos do Espaço que dirigem secretamente a suposta sociedade secreta Illuminati.
Em baixo: Filmes caseiros raros descrevem a vida em família, as festas de aniversário, as férias, e muito mais, um vislumbre da vida dos indivíduos judeus na Europa, que logo depois foram arrastados para a destruição do Holocausto - United States Holocaust Memorial Museum

Em baixo: uma entre muitas histórias de heroísmo: Corrie ten Boom (1892-1983), cristã, fiel da Igreja Reformada Holandesa, protestou contra a perseguição nazi aos judeus, escondeu e salvou muitas vidas, acabando por ser presa. As diferenças de crença religiosa não a impediram de ver em cada ser humano um irmão. É esse o ideal que o Mundo conheceu através dos Judeus, precisamente.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Dia do Ódio a Israel na ONU - 3




Conclusão de

Dia do Ódio a Israel na ONU - 1

Dia do Ódio a Israel na ONU - 2


Democracias ocidentais BOICOTAM o Dia de Ódio a Israel na ONU
Sr. presidente,
Os cidadãos de todo o mundo, ao ouvirem o debate de hoje, têm razões para ficar confusos. Nunca antes na História das Nações Unidas os pronunciamentos aqui feitos foram mais desconectados da realidade.
Foi-nos dito aqui, por várias nações do Médio Oriente, que Israel é o maior violador dos direitos de saúde, das mulheres, da igualdade e do meio ambiente.
Na realidade, Israel, com todos os seus defeitos, é o único país no Médio Oriente cujos hospitais tratam palestinos e israelitas; judeus, muçulmanos e cristãos; o único país no Médio Oriente que respeita os direitos das mulheres; o único país no Médio Oriente que respeita os direitos das minorias; e o único país do Médio Oriente que é líder mundial no desenvolvimento de tecnologias vitais, tais como a dessalinização, tratamento de água e irrigação por gotejamento.
Tivemos aqui a Síria, a Líbia, o Iémen, alguns dos países que vieram dar lições sobre direitos humanos. Na realidade, muitos destes já não são sequer países.
Sr. Presidente, Vamos ser claros. Israel deve ser sujeito a críticas como qualquer outro país. Mas Israel não é tratado como os outros países. Nenhum outro país tem um item permanente da agenda da ONU inteiramente dedicado a ele - nem mesmo a Síria, nem mesmo a Coreia do Norte.Há, no entanto, uma janela de esperança hoje: os países que não falaram.
Democracias, como a França, Alemanha, Reino Unido, EUA, Canadá, tomaram a decisão de não fazer uso da palavra, porque esta agenda destaca um país, Israel, a quem o Secretário-Geral Ban-se Ki-moon denunciou como sendo alvo de tratamento selectivo e injusto. Hoje assistimos a mais um dos muitos dispositivos utilizados aqui na ONU que cruzam a linha de críticas legítimas das políticas de Israel e são tentativas de deslegitimar o Estado de Israel.
Aqui, nas Nações Unidas, onde a facção maioritária tem o poder de decidir o que quer, e onde a facção minoritária não tem recurso judicial, não tem direito de recurso, não tem nenhuma defesa, as democracias protestaram contra esta injustiça da única maneira possível.
Em 1968, René Cassin, no 20º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que ele ajudou a criar, abandonou a sala em protesto contra a discriminação contra Israel.Hoje, no 10º aniversário do Conselho de Direitos Humanos, o mundo livre protestou contra a difamação de Israel, não comparecendo.
Obrigado, senhor presidente.

Mais posts com a etiqueta UN Watch.


CHEGA DE CULPAR OS JUDEUS!



Nós apoiamos Israel. Nós apoiamos a Liberdade, a Democracia, a Paz, o Bem!

Dia do Ódio a Israel na ONU - 2


Continuação de 

Dia do Ódio a Israel na ONU - 1

Democracias ocidentais BOICOTAM o Dia de Ódio a Israel na ONU
A Argélia disse que, embora "não sejamos capazes de enumerar as violações dos direitos humanos, devido ao seu elevado número, devemos, pelo menos, mencionar algumas delas."
Mas não "enumerou" nenhuma violação, a Argélia. Porque não tem nenhuma para mostrar.

A última grande "atrocidade" cometida por Israel foi  a que a imagem acima retrata. A famosa Shirley Temper, uma menina que faz vida (ela e a família) de provocar soldados israelitas, atacou um deles, e o malandro não se deixou morder até a morte:

Um Óscar para Shirley Temper!

"Um soldado árabe teria disparado sobre todos eles"

Sempre o Duplo Padrão...

Um burro p'ra mim!


A Venezuela reprovou Israel pela sua "política colonialista, bem como pelo assédio e discriminação contra as pessoas que vivem nos territórios ocupados."
Diariamente demonstramos aqui que Israel é dos judeus como Portugal é dos portugueses. Quem ocupou Israel foram os Árabes, que lhe levaram 88% do território - a Jordânia! - e se mantêm em Israel como invasores e colonos.
Na Era da Informação, só anda desinformado quem quer. Ainda assim:

Mas o regime comunista da Venezuela, que deixa o seu povo morrer à fome e assassina quem protesta, alinha com os países islâmicos contra  única democracia do Médio Oriente:



O Egipto denunciou a recusa de Israel em participar na discussão como "vergonhosa".
E porque não Israel participar nos comícios, encontros e congressos que por todo o Mundo Islâmico visam organizar a Solução Final, trazer as câmaras de gás de novo? Melhor: porque não fazem os judeus a vontade aos muçulmanos e não se atiram todos ao mar? É que é má-vontade...
O Kuwait condenou "categoricamente" os "crimes hediondos de Israel".
Que "crimes hediondos" são esses, o Kuwait não disse. Serão por exemplo os israelitas não se deixarem exterminar pelos terroristas da INTIFACADA?... 
O Iraque denunciou a "política de discriminação, punição colectiva e assassinatos" de Israel.
A demência anti-semita do Islão é de tal monta, que eles fabricam as mentiras e acreditam nelas. PALLYWOOD é a indústria de encenação de mentiras contra Israel.
Nesta imagem podemos ver uma aldeia inteira que vem assistir ao teatrinho. Um terrorista faz-se passar por soldado israelita a pisar uma menina árabe, para as fotos:

Depois põem isto na Internet e ACREDITAM (!!!!!) na mentira que acabaram de forjar!!! E os comunistas ocidentais (enganados pelos seus líderes) também!
Os sites sobre PALLYWOOD estão permanentemente a ser deitados abaixo.

O Bahrein disse que "Israel continua a matar 'palestinos' de forma arbitrária, confiscando terras e destruindo casas."
Israel destrói as casas dos terroristas que matam civis israelitas. E muito bem! Infelizmente, Israel ainda não aprovou a pena de morte para esses demónios. É o único país do Médio Oriente que não tem pena de morte. Os outros países têm pena de morte e executam pessoas por serem homossexuais, não muçulmanos, e outros "crimes"...
O Irão investiu contra o "uso indiscriminado da força pelas forças israelitas contra os 'palestinos' e a destruição de infra-estruturas palestinianas vitais" por Israel, bem como "matança extra judicial de civis 'palestinos', incluindo crianças."
Do Irão, o país líder do terrorismo global, o Inferno na Terra, já falámos no post anterior. Para além de que as PROVAS destas acusações continuam por aparecer. Mas na ideologia islâmica isso não importa.
A Líbia criticou Israel por "homicídio generalizado" e "Judaização de Jerusalém".
Quanto aos "homicídios", não vamos repetir-nos. Quanto à "judaização de Jerusalém" está ao mesmo nível de insanidade. Para o Islão, todo o planeta não muçulmano está em pecado. E só o Islão pode corrigi-lo! Ver, se necessário:  Islão - O que o Ocidente Precisa Saber.
O Líbano censurou Israel por continuar "a desprezar todos os valores humanitários e instrumentos internacionais", chamando-lhe "um verdadeiro inimigo da paz e segurança".
Tudo isto é um teatro do absurdo. Ditaduras, tiranias, Estados terroristas, acusam um minúsculo país democrático de tudo e mais alguma coisa, sem provas!
Mas logo o Estado terrorista do Líbano, a dizer estas enormidades... seria de rir, se não fosse de chorar:

Apartheid e escravatura no Líbano não incomodam

É por isto que não há paz! 

O bando terrorista islâmico e NAZI Hezzbollah, treina crianças no terrorismo, como  por exemplo o Hamas, que usa as crianças como bombistas suicidas e escavadores de túneis (PARA AS EXECUTAR A SEGUIR). Nada disto preocupa a esquerda, que até acha bonito e glorioso!

Recém nascido libanês envergando o uniforme do bando terrorista Hezzbollah.

TERRORISMO - OK! MAMINHAS - KO!

E tanto, mas tanto, que haveria para dizer sobre o Líbano...

Oman culpou Israel por todos os males do Médio Oriente, sugerindo que "a paz e a guerra na região têm o problema 'palestino' no seu núcleo."

Veja neste mapa Israel a amarelo (amplie para ver) e o mundo islâmico, a encarnado:


Apenas 0,3% dos 11 milhões de muçulmanos mortos no Médio Oriente  desde 1948 foram TERRORISTAS mortos por Israel, em combate.
Desde o século 7, o Islão já matou mais de 270 milhões de inocentes, nos quatro cantos do Mundo! Mas a "culpa" é de Israel...
É engraçado sobretudo quando eles chamam a Israel expansionista e imperialista! Eles, muçulmanos, que dizimaram povos para ampliarem o seu Império do Mal, ao passo que Israel lhes deu 88% da sua terra e vive num cantinho que mal se vê num mapa.
Sem nenhum sinal de ironia, Oman condenou a ausência da UE como evidência de "uma aliança politizada em apoio de uma das partes."
Releia o parágrafo anterior, que em si mesmo, na sua triste ironia, é uma explicação de toda esta situação. Os países comunistas e islamistas do Mundo juntam-se na ONU para demonizarem Israel, e "acusam" a União Europeia de boicotar tal evento!
No Alcorão, em todos os livros "sagrados" do Islamismo, o ódio aos cristãos e aos judeus é uma constante. 
Desde crianças, os muçulmanos são ensinados que os judeus são macacos e porcos, que comem crianças e que são a fonte do Mal. Para o Islão, antes de converter o Mundo inteiro (pela espada, sempre!) há que exterminar judeus - e cristãos:

Temos pena que não esteja traduzido.

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