domingo, 15 de janeiro de 2017

A Solução de 50 Estados!


No dia em que François Hollande reuniu representantes de 70 países em Paris, para tentarem (mais uma vez) extinguir Israel e os judeus, país e povo ínfimos, mas que ocupam as atenções do Mundo. Enquanto o Mundo arde.


A Solução de Um Estado. A Solução de Dois Estados. A Solução de Três Estados... A Solução de 50 Estados! 

Recentemente, ouvimos todo o Mundo a falar sobre os assentamentos israelitas e sobre a solução de dois Estados. De acordo com John Kerry, os assentamentos são a razão para todos os problemas da Terra. Isto vem de um homem que fez pouco, ou nada, enquanto 500.000 homens, mulheres e crianças foram massacrados apenas algumas milhas ao norte de Israel, na Síria.

Os assentamentos são a raiz de todo o mal, de acordo com a administração Obama. Esta é a mesma administração que assistiu e não fez praticamente nada relativamente à Primavera Árabe (ou, como deveria ter sido chamado, o Inverno Árabe) que se espalhou e causou turbulência em todo o Médio Oriente.

A propósito, nenhuma das revoluções desses países teve nada a ver com assentamentos, com uma solução de dois Estados ou com palestinos.

Ouvimos tanta propaganda da ONU e desta administração que tomamos tudo como um dado adquirido.

Talvez esteja na altura de uma pequena perspectiva.

Há 50 estados de maioria muçulmana no mundo. Esses Estados têm mais de 1 bilião - BILIÃO, com um 'B' maiúsculo – de muçulmanos.

Há 22 estados puramente islâmicos no mundo. Isso significa que a ONU tem pelo menos 22 Estados que votam automaticamente contra Israel.

Existem 50 países com maioria muçulmana. Mais 50 votos automáticos contra Israel.

Isto sem contar com a crescente influência das comunidades muçulmanas na Inglaterra, França, Suécia e outros lugares. O nome de bebé mais escolhido em Londres é agora Mohammad.

É por isso que temos as tais resoluções "justas" contra Israel na ONU.

"Israel como o principal violador dos direitos humanos", é um exemplo. "Israel como o principal violador dos direitos das mulheres no mundo", outro.

Somente em 2015 e 2016 houve 20 resoluções anti-israelitas. Todo o resto do mundo - incluindo a Coreia do Norte, a Síria, o Sudão, a Rússia, o Irão, a Arábia Saudita e muitos outros bastiões dos "Direitos Humanos" - tiveram a soma total de .... três resoluções.




Alguém poderia explicar-me porque é que o Mundo precisa de outro Estado muçulmano virtualmente sobre o único Estado judeu que existe? Esse Estado estar bem em cima de outro Estado não é um acidente. Os conquistadores muçulmanos muitas vezes construíram mesquitas directamente no lugar mais sagrado dos conquistados como uma demonstração de domínio.

Eu não vou voltar à História e relembrar as leis, as promessas, a matança de judeus por milénios (OK, já o fiz). Vamos apenas abordar isto de um ponto de vista lógico.

Vamos falar de senso-comum e justiça. Pense nisto por um minuto. A China tem mais de 1,35 biliões de chineses. Taiwan tem 23 milhões. Os chineses ficaram aborrecidos com um telefonema ao presidente eleito dos EUA do presidente daquele pedaço de poeira que é Taiwan.

Você quer explicar-me porque é que a China, com os seus 1.35 BILIÕES de CHINESES, precisa de MAIS 23 MILHÕES? Eles não têm chineses suficientes?

EU NÃO. PENSO. ASSIM.

Temos mais de um bilião de muçulmanos em 50 países muçulmanos. A massa de terra abrange uma grande área do mundo. Os árabes têm petróleo, terra e enormes riquezas. Israel tem .... israelitas e bom falafel (OK, os israelitas pediram-no emprestado aos árabes, mas na minha opinião tornaram-no melhor). Será que os árabes realmente precisam dessa pequena faixa truncada de terra?

EU. NÃO. PENSO. ASSIM.

Para ser justo, acho que devemos também considerar o seguinte:

Quantos judeus existem na Arábia Saudita, Kuwait, Líbano, Síria, Egipto, Iémen e Sudão? Você já entendeu meu ponto aqui, não é?

A resposta está perto de zero, se não zero.

Há mais jogadores de hóquei judeus no mundo do que há judeus que vivem em todos os países muçulmanos combinados.

Agora, para os inimigos de Israel, que vou colocar em algumas categorias.

1. Muitos árabes.

2. Os europeus, especialmente os da esquerda. Sabemos como os europeus tratam os seus judeus.

3. Muita gente no novo Partido Democrata (dos Estados Unidos), bem como a esquerda em geral.

4. Alguns dos nossos próprios judeus que andam a fumar alguma coisa. Eles não pensam que são inimigos, mas são.

5. Muitos dos escritores do Ha'aretz (jornal israelita de esquerda).  Colunistas como Gideon Levy, que apelou aos árabes para dispararem mais mísseis contra Israel a partir de Gaza.

6. A organização J Street e qualquer pessoa que ainda a apoie.

O mantra destas pessoas é: "Israel precisa fazer mais sacrifícios pela paz". Sim, claro. Quero dizer, quem pode argumentar contra qualquer coisa que termine em "paz"?

Acho que o Árabe anda a ser mal traduzido desde há alguns anos. "Paz" realmente significa "pedaço". Eu quero este pedaço, aquele pedaço, e quando terminar, eu quero ainda mais um pedaço. 

É pura e simplesmente uma monumental campanha de propaganda, de proporções épicas, toda concebida para convencer o Mundo de que a batalha é entre judeus e os árabes locais, em vez da guerra árabe e islâmica contra Israel.

Então, aqui está o meu plano de paz e a minha resposta a John Kerry:

50 Estados para muçulmanos e árabes. Sem contar a Faixa de Gaza, que de facto pertence ao Egipto.

Um pequeno Estado para os judeus (com árabes incluídos), e 50 Estados para os árabes com praticamente nenhum judeu neles.


Eu acho que 50-para-1 é suficientemente justo, não é?




Tradução nossa de um artigo de Larry Levine, publicado no site UNITED WITH ISRAEL.  Larry nasceu em Long Island, Nova Iorque, e vive em Columbus, Ohio. É um empresário premiado, activista pró-Israel e escritor. Também um comediante de stand-up e apresentador de um talk-show cujos convidados incluem Jay Leno, Alexander Haig e Paul Reiser. O site de Larry Levine é http://israelwatch.com/

sábado, 14 de janeiro de 2017

Onde fica Israel, senhor Ezequiel?

CAPÍTULO 1 - O SENHOR EZEQUIEL ODEIA



"Aqueles 'agiotas'!!! (ele adora essa palavra) "Aqueles assassinos!!! Todos os dias levantam os aviões F-16 e vão fazer tiro ao alvo contra as crianças 'palestinas'!".  
Assim berrava, tremia, espumava e lançava perdigotos para a minha cara, o bom do senhor Ezequiel, um valente militante de Esquerda, que, como é próprio da sua ideologia, odeia Israel e os judeus.
"Todos os dias! Todos os dias aqueles malditos roubam terra aos 'palestinos'! TODOS OS DIAS!!!". 
Bastante experimentado nestas explosões de ódio do senhor Ezequiel, há alguns anos que lhe forneço vídeos, documentários, mapas, esquemas, documentos históricos, fotos, sites, informação, informação, informação e mais informação. 
E volto a perguntar-lhe:
"Ó senhor Ezequiel, já viu algum dos documentos que lhe enviei? É que, até hoje, o senhor nem uma prova me deu das suas graves acusações! E nunca se dignou analisar as refutações que lhe apresento".
Como sempre, ele responde:
"Não está esquecido! Hei-de ver... hei-de ver...". 
 Mas nunca vê. Nunca viu. Nunca verá. 


 CAPÍTULO 2 -  ZERO A GEOGRAFIA



Como milhões de esquerdopatas como ele, o senhor Ezequiel evita propositadamente os FACTOS.  Está apaixonado pelo ÓDIO, e não quer que a chata da VERDADE lhe venha estragar o idílio. Não é diferente dos seus primos nazis e islamistas. É gente que sempre se deu bem, aliás.
E foi aqui que eu passei ao segundo acto destas cenas tristes, cujo guião já conheço de olhos fechados. Os actores é que mudam.
"Ó senhor Ezequiel, o senhor que está sempre a dizer que Israel todos os dias  rouba território aos 'palestinos', sabe ao menos em que continente fica Israel? É capaz de o localizar num mapa?".
Silêncio embaraçado do senhor Ezequiel, pouco condizente com a gritaria Hitleriana que vinha mantendo.
"Outra coisa: se Israel todos os dias rouba terra e todos os dias cresce, o mapa do país deve aumentar a olhos vistos. É capaz de me dizer com que países Israel faz fronteira?". 
Silêncio embaraçado do senhor Ezequiel, pouco condizente com a gritaria Hitleriana que vinha mantendo.
"O senhor sabe ao menos de que tamanho é Israel? Se cresce assim tanto e todos os dias, à custa de tanta 'terra roubada',  Israel já deve ser pelo menos do tamanho do Mundo!".
Silêncio embaraçado do senhor Ezequiel, pouco condizente com a gritaria Hitleriana que vinha mantendo.
Como ainda não ganhei juízo e teimo em malhar o ferro frio, pergunto:
"O senhor sabe ao menos dizer-me se Israel é maior ou mais pequeno que Portugal?". 
Aqui o nosso homem não hesita, e, com o proverbial sorriso de superioridade que caracteriza o "primeiro escalão da espécie humana" (leia-se os esquerdistas), o raivoso atira:
"Claro que é maior!".
E eu,  vitaliciamente incorrigível:
"'Maior', quanto? O dobro?... 100 vezes?...". 
 Novo sorriso embaraçado, uns segundos de hesitação, e um decidido:
"Pelo menos 100 vezes!". 


Israel e as organizações terroristas islâmicas que o cercam. Não estão aqui contabilizados países como o Irão, que fazem da destruição de Israel a prioridade nº 1 da sua política.


CAPÍTULO 3 - TAMANHO RELATIVO DE ISRAEL E OUTROS PAÍSES


O senhor Ezequiel nunca olhou nem nunca irá olhar para os documentos que lhe ofereço, dentro de envelopes formato A4, impressos com a minha impressora e com a minha tinta, traduzidos e anotados por mim. Nunca viu, por isso, uma compilação que lhe enviei, de mapas comparados do tamanho de Israel e de alguns países do Mundo.
Aqui vai o resumo do documento comparativo das dimensões de Israel e de alguns países. O mapa dos países está amarelo e o mapa de Israel está a azul (não é nenhum lago):




















E como falámos em lagos, Israel cabe no lago Michigan:


Mais mapas AQUI.
Para que não pense que os mapas acima mentem (alguma conspiração "Zionista"), fica aqui um mapa do mundo Árabe e do pequenino Israel. Israel é 0,5% da área do Médio Oriente e 0,02% da área do mundo islâmico  



O mundo islâmico é muito maior:


Este mapa representa a percentagem de muçulmanos por país:



E fica aqui um mapa do Mundo, para ter a certeza de que não o estamos a enganar:




Ainda que fosse verdadeira a patranha islamo-soviética de que "os judeus roubaram a terra aos Árabes", o que obrigaria milhões de muçulmanos a viverem em Israel e a entrarem todos os dias em Israel vindos dos países limítrofes. Seriam masoquistas? Porque não ficariam no paraíso terreno que são os restantes 99, 98% de território islâmico? E no resto do Mundo em geral, pois é bem sabido que todo o planeta é um Jardim do Éden, e o Diabo mora em Israel!




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A Mentira Soviético-Palestina

DA ALDRABICE E DA POUCA VERGONHA!



Mas afinal quem são os "palestinos"?

 Inventando a Palestina e os palestinos - 3




1. Quando é que o país foi fundado e por quem? 
2. Quais foram as suas fronteiras? 
3. Qual foi a sua capital? 
4Quais foram as suas cidades mais importantes? 
5. Quais foram as bases de sua economia? 
6. Qual foi a sua forma de governo? 
7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat? 
8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agoranão deixa margem a interpretação? 
9. O que era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome de sua moedaEscolha uma data qualquer na história ediga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmenteque é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o"afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?

Nunca os senhores Ezequiéis deste Mundo lerão este artigo ou seja o que for que os possa privar do ódio que tanto amam.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Carro que funciona a ar é agua - invenção israelita

Um carro que funciona a ar e a água? Só em Israel!



A empresa israelita Phinergy desenvolveu uma tecnologia que pode revolucionar o uso da energia. Entre outras aplicações, esta tecnologia permite locomover um carro usando apenas metal, ar e água.
Grande parte do mundo ocidental sonha há muito com o desenvolvimento de um carro eléctrico, que eliminaria a necessidade de gasolina, reduzindo os custos operacionais, reduzindo a dependência do petróleo e reduzindo drasticamente o impacto negativo sobre o meio ambiente. O slogan de hoje é "energia sustentável".



O primeiro carro eléctrico. Foto: electriccarsforsale.biz

Desde que o primeiro carro inteiramente eléctrico foi criado em 1837, e até recentemente, os custos de produção elevados, a baixa velocidade e o raio de utilização limitado, fizeram desta uma opção impraticável para a maioria dos condutores.

No entanto, nos últimos 18 anos, a tecnologia de carros eléctricos avançou, apesar das vicissitudes, primeiro com a vaga de carros híbridos a gás/elétricos, que chegou ao mercado em 1997, e depois com o totalmente eléctrico Tesla Roadster, nos EUA.

O Tesla Roadster foi o primeiro veículo inteiramente eléctrico  nos EUA capaz de circular sem dificuldade na auto-estrada. No entanto, com um preço superior 80.000 dólares, continua fora do alcance de todos, só é acessível aos consumidores mais ricos, e ainda requer a recarga com menos de cem milhas percorridas. A maioria dos veículos totalmente eléctricos no mercado ainda enfrenta pelo menos uma das três barreiras - preço, velocidade e / ou raio de utilização.

Energia a partir do Metal, do Ar e da Água

Uma empresa israelita chamada Phinergy criou uma tecnologia que usa metal, ar e água para alimentar um veículo. Esta tecnologia metal-ar tem estado na vanguarda da investigação durante anos, devido ao seu enorme potencial para revolucionar o uso da energia no mundo.

Criada em 2008, a Phinergy, beneficia de mais de uma década de pesquisa académica na Universidade Bar-Ilan, perto de Tel Aviv, e vem desenvolvendo com sucesso esta tecnologia que utiliza a energia armazenada no metal.



Bateria especial de metal-ar da Phinergy. De: Phinergy.com

A bateria da Phinergy cria energia combinando alumínio e ar ambiente com água. A diferença entre este processo e outros veículos eléctricos é comparável à diferença entre um mergulhador humano que deve levar seu oxigénio numa botija, e um peixe, que simplesmente utiliza o oxigénio contido na água, respirando através das suas guelras.

Devido à tecnologia única, a bateria é imune a problemas relacionados com o CO2, que, segundo a Phinergy, tem sido a principal causa de falha das baterias metal-ar no passado.

Enquanto para o consumidor diário, o transporte pode ser o aspecto mais atraente desta tecnologia, existem muitas outras aplicações relevantes nas áreas de armazenamento de energia, defesa e electrónica.

Para o consumidor de veículos, um dos aspectos mais atraentes desta tecnologia é que em vez de ter que reabastecer com gasolina a cada várias centenas de milhas, ou ter que recarregar ou trocar a bateria, o único ingrediente necessário para reabastecimento é a água - um recurso amplamente disponível, dando a estes carros um raio de utilização praticamente ilimitado e tornando-os muito rentáveis.

A Phinergy é outro exemplo de uma empresa israelita que trabalha para tornar o mundo um lugar melhor.



Uma notícia de WORLD ISRAEL NEWS.


https://worldisraelnews.com/

'Allahu Akbar' - gritou o refugiado marroquino da Síria, aos tiros!




A estratégia islâmica é sempre a mesma: 


1 - Estabelecer uma mesquita
2 - Criar um enclave.
3- Fazer crescer a sua população.
4 - Resistir à autoridade do país colonizado.
5 - Instituir a lei sharia.
6 - Separar-se do país colonizado.
7 - Assumir o controlo.





 "DEUS MANDA-NOS O' REFUGIADOS"...

Dizia-me certo amigo muito religioso, que "temos que receber mai' refugiados da Síria em Portugal, porque é Deus que os manda para cá" 
Não o sabia tão íntimo e confidente do Eterno. Perguntei-lhe se eram "refugiados da Síria" como por exemplo estes que chegam de Marrocos (ver mais abaixo). Não percebeu a ironia.
Perguntei-lhe se é Deus ou Alá que os manda pegar em armas, vestir coletes suicidas, e matar, roubar, torturar e estuprar quem tão piamente os recebe. Para não falar das exigências, da hostilidade e da guerra demográfica. Ficou a olhar para mim, inexpressivamente, o meu bem intencionado amigo.
Um caso banal, aqui mesmo em Espanha:

LOUVANDO ALÁ NO SUPERMERCADO ESPANHOL 


Ninguém morreu, mas o susto foi grande. 

Um muçulmano armado, aos gritos de  'Allahu Akbar' abriu fogo num supermercado espanhol. Envergava um colete suicida cheio de gasolina e pólvora. Fontes policiais dizem que tem problemas psicológicos (mas é claro!!!).


Aparato policial. Porque alguém disse que o seu deus é grande. Que deus este!...

O La Region, devidamente amestrado, diz que foi um "jovem".  O Mail Online não é tão politicamente correcto. Por isso é tão detestado e ridicularizado pela Esquerda.



Um polícia presente no local, temendo ser acusado de "racismo" e perder o emprego, acha que o "jovem" gritou qualquer coisa em Basco. França é mesmo ao lado:

França: 2 anos de cadeia para quem criticar o Islão!

Os empregados não negam que o "jovem" gritou o famoso "Alá é Grande", que costuma anteceder as matanças islamistas (áudio):



REFUGIADOS DA SÍRIA MARROQUINA 
Neste Ano Novo, mais 1.100 marroquinos "fugitivos da Síria" voltaram a tomar de assalto a fronteira em Ceuta (a propósito: quando é que Espanha se desfaz dos seus COLONATOS em África?).
50 polícias ficaram feridos e um deles perdeu uma vista. Os marroquinos são refugiados da Síria? Não! São migrantes normais? Não! São muçulmanos, na sua eterna senda de ocupação, guerra demográfica, violência e conquista.




Um cristão assassinado a cada 5 minutos, mais de 300 mil ataques terroristas desde o 11 de Setembro, um genocídio global levado a cabo pelos islamistas, e este querido amigo, doutrinado pela Televisão, pede "mai' refugiados"... 
Este caso (graças a Deus sem consequências graves), é um dentre MILHARES diários. Se duvida, confira, sff:

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

François Hollande prometeu o Inferno a Israel


François Hollande prometeu o Inferno. A diplomacia francesa comanda uma guerra diplomática impiedosa contra Israel.
Por Jean-Pierre Bensimon via EUROPE-ISRAEL.
Há apenas alguns meses, a França aprovou uma resolução na UNESCO apagando as relações históricas entre o judaísmo e Jerusalém. Em seguida, a França absteve-se clamorosamente, numa segunda versão do mesmo documento negacionista. A 23 de Dezembro, no Conselho de Segurança da ONU, a França votou a resolução 2334. 


A infame chuva de acusações, um texto escrito por Ramallah, que retira a Israel a cidade velha Jerusalém e até mesmo o Kotel (o Muro das Lamentações), não incomodou o Eliseu. É que a diplomacia francesa há muito tempo que move uma guerra diplomática impiedosa contra Israel, na verdade, uma guerra contra a paz no Médio Oriente, como vamos ver. Nos próximos dias, a guerra vai conhecer um novo ponto alto. Em 15 de Janeiro, um enorme julgamento público contra Israel, com a presença de 70 países, será realizado em Paris, no que é chamado é a "Iniciativa Francesa".  
No dia seguinte, dia 16, a acusação aprovada por unanimidade será provavelmente ratificada pelo Conselho dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, sob a forma de uma declaração conjunta, e a 17 de Janeiro poderá fornecer matéria para uma nova resolução, nas Nações Unidas, com a bênção de Obama, três dias antes de este abandonar o cargo.
O que é surpreendente é o vigor com que o Eliseu persiste no fracasso. A sua teoria é esta: os assentamentos judaicos nos territórios são o verdadeiro obstáculo à paz. Eles quebram a perspectiva de uma solução de dois Estados e de qualquer processo de negociação.
Esta teoria é falsa. Desde Camp David, em Setembro de 2000, que os palestinos recusaram todas as propostas, incluindo a de Ehud Olmert em 2008, que concordava com todas as suas exigências.
É preciso usar uns óculos bem opacos para não ver que, na era Obama, os palestinos se recusaram a negociar, apesar dos pré-requisitos humilhantes a que as autoridades israelitas se resignaram. A atitude dos palestinos é clara: obter uma retirada de Israel para as linhas 67, por via diplomática, sem negociação, sem compromisso, sem reconhecer Israel como um Estado judeu, e sem compromisso sobre o fim do conflito. Seria, depois de Oslo, a segunda etapa de um processo previsto pela resolução da OLP de 9 de Junho de 1974, levando ao colapso de Israel. Em contraste, os assentamentos israelitas no Sinai não impediram nem a assinatura de um acordo de paz com o Egipto, nem a retirada israelita, porque o Egipto se mostrou realmente disposto a terminar as hostilidades. A tese dos assentamentos culpados falha.

O verdadeiro diagnóstico do que impede a paz, é que os representantes palestinos desde Arafat não querem a paz com Israel, mas o seu desaparecimento, e eles têm implementado uma estratégia de desgaste, incentivada pelo Ocidente, que sabe que eles têm o tempo do seu lado. Estamos agora numa "zona de paz impossível". Enquanto os líderes palestinos estão empenhados numa estratégia de confronto, os israelitas são empurrados para uma estratégia de sobrevivência. Retirar de Jerusalém e do Jordão seria o equivalente a um suicídio; a retirada de Gaza demonstrou que qualquer território dado aos caciques palestinos actuais transforma o território em base de guerra jihadista ipso facto. Três guerras em uma década. A negociação da paz verdadeira é impossível hoje.

O que é preciso para tornar possível a paz amanhã, ou seja, para passar de uma "zona de paz impossível" para uma "zona de paz possível"?
1)      Primeiro deve-se conter o expansionismo iraniano, que desperta conflitos dentro do mundo sunita e fez da eliminação de Israel a alavanca ideológica da sua penetração no eixo Teerão-Beirute. Ao contrário da crença francesa, o nosso principal inimigo não é o jihadismo sunita, mas a jihadismo xiita, de uma espessura diferente, e que excita o extremismo na maioria sunita, que tanto mal causa.

2)      É preciso neutralizar as facções jihadistas palestinas que detêm o poder tanto em Gaza como em Ramallah, o que pode ser obtido com a ajuda do Egipto, e dos sunitas árabes. Os apoiantes palestinos da coexistência poderiam então surgir, sem arriscarem a vida imediatamente.

3)      É preciso reparar os danos do incentivo ao terror, a pedra angular da ascensão política dos extremistas palestinos. Trata-se do culto dos heróis terroristas, omnipresente, da propaganda anti-semita, Dantesca, dos programas escolares, e dos sermões. É uma população inteira, mais doutrinada do que os alemães durante o nazismo, que deve ser "desformatada", descontaminada, para ser possível considerar um acordo de cooperação entre israelitas e palestinos. Este é um pré-requisito.
4) Finalmente, deve haver uma transformação radical das políticas euro-americanas, que alimentaram a praga quanto deveriam ter limpo a ferida.

Perante esta enorme pressão, Israel não tem escolha. Para sobreviver, deve manter Jerusalém e o rio Jordão, deve neutralizar a jihad palestina, e deve assegurar a sua defesa em profundidade. É isso ou o suicídio.

Mas é preciso ir mais longe. A França, que desempenha o papel de vanguarda, e algumas jurisdições dos EUA, especialmente a de Obama, deliberadamente acenderam as chamas da guerra jihadista palestina em todas as suas formas.

- Como imaginar que os ocidentais que votaram a favor da resolução 2334 não estão plenamente conscientes de que tornaram impossível qualquer negociação, na medida em que os palestinos não vão pedir menos do que o que lhes foi concedido, ou seja, tudo?
- Como podem eles acreditar de boa-fé que os israelitas vão aceitar qualquer concessão que seja, quando eles deixaram adoptar 18 resoluções anti-israelitas na Assembleia Geral da ONU e 12 no Conselho dos Direitos Humanos em 2016, mais do que a Síria, Coreia do Norte, Irão e Sudão do Sul combinados? Quando eles inspiraram uma resolução humilhante e acusam violentamente Israel pelos seus assentamentos (já existem 465 condenações da ONU!) sem serem levantadas uma única vez em 2016, as mesmas perguntas no caso de Cachemira, Chipre, Taiwan, Curdistão, Balochistão, Marrocos Espanhol e 200 outros casos de territórios em disputa?
- Como imaginar que os ocidentais não sabem que os seus enormes subsídios servem  para financiar os palestinos na guerra jihadista, que vai da propaganda contra Israel às acções armadas? Que eles transformam esse dinheiro em subsídios para famílias de terroristas, que gozam desse rendimento vitalício? O Reino Unido, a Austrália, a Suécia, a Alemanha, parece  que perceberam.
- Como imaginar que Mr. Hollande e seus pares não estão cientes de que a sua palestinofilia irredutível é a causa raiz do isolamento de Israel no cenário mundial? Ela promove a penetração da ideologia esquerdo-jihadista do BDS nas universidades e campi, infectando mais e mais o cérebro da elite de amanhã, os jovens e vulneráveis. Que esta ideologia inunda os subúrbios e abre o caminho as salafismo.

Em vez verem que eles e os seus antecessores criaram o impasse no conflito israelo-palestiniano, Hollande, como Obama, prometeram o inferno a Israel, ou seja, ao projecto judaico do nosso tempo.

Esta é realmente uma antiga tradição, uma paixão antiga, nascido em fogões franceses, que cega e atordoa. A de Voltaire, Proudhon, Edouard Drumont, dos acusadores do Capitão Dreyfus, Brasillach, e muitos outros.

Todos prometeram o inferno aos judeus. Hollande promete um grande corte mundial e sanções venenosas contra Israel. Mas os líderes ocidentais comprometidos como ele nessa actividade malsã, devem ter em mente as lições da História. Aqueles que têm prometido o inferno aos judeus sofreram um destino devastador.

Jean-Pierre Bensimon
07 de Janeiro de 2017
Tradução nossa.

Apoie o site EUROPE-ISRAEL.


http://www.europe-israel.org/2017/01/francois-hollande-a-promis-lenfer-la-diplomatie-francaise-a-pris-depuis-longtemps-la-tete-dune-guerre-diplomatique-impitoyable-contre-israel/


Com atenções sobre o bode expiatório do costume, avança a islamização da Europa.

Família do terrorista e Hamas em Gaza celebram matança

Mãe e irmã do terrorista celebram em êxtase 
Como sempre acontece nestes casos, a mãe e a irmã do terrorista que matou israelitas, e que foi abatido, exprimem a sua intensa alegria. Veja os vídeos: 
AQUI.
Os ocidentais racionalizam assim: "Ser esta gente se mata, é decerto porque sofre muito às mãos dos israelitas!". E quando os mesmos terroristas, e pelos mesmos motivos (doutrinação islamista no ódio) esmagam franceses ou alemães com os seus camiões, será porquê? Porque alguém lhes serviu inadvertidamente uma sandes de fiambre? 


3 em 1: família do terrorista festeja a morte de judeus, a morte do filho e a choruda pensão vitalícia que Mammoud Abbas lhes vai pagar com o SEU (dos SEUS impostos) dinheiro! É isto a INTIFACADA.

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E se fosse ao contrário? Se um israelita tivesse esmagado com um camião um grupo de colonos Árabes? E se os israelitas viessem para a rua celebrar? Abriria todos os telejornais e seria o início de novo Holocausto para os Judeus. Mas assim, é apenas o que se espera desta gente.
Há uma admissão implícita da parte da Esquerda (que domina os media e o mundo intelectual e cultural) de que os Árabes têm todo o direito se serem violentos e bárbaros, por causa da acção do famigerado "Homem Branco". Daí que lhes queiram entregar Israel. O que o "Homem Não Branco" peça, deve ser satisfeito sem questionar. Os Árabes exigem, mais uma vez, a obliteração de Israel e a extinção dos Judeus? Pois decerto! Tomem lá! 
É RACISMO, mas do bom, do positivo...

Os partidários do Hamas em Gaza celebram o ataque terrorista de Jerusalém

As ruas de Gaza foram tomadas pelos festejos efusivos assim que se soube da notícia de que quatro jovens israelitas foram mortos e muitos mais feridos num ataque terrorista islâmico.
Ver:

Shira. Shir. Erez. Yael. Jamais vos esqueceremos.



Erez Orbach, Yael Yakutiel, Shir Hajaj e Shira Tzur. Assassinados a mando de Mammoud Abbas, o terrorista que o Mundo venera.

Os partidários do Hamas reuniram-se no centro de Jabalia, na Faixa de Gaza, no domingo, em homenagem ao terrorista Fadi al-Qanbar, que esmagou um grupo de cadetes do IDF em Jerusalém no início do dia, matando 4 e ferindo 15.

O terrorista, de 28 anos, atacou uma multidão de soldados das Forças de Defesa de Israel no bairro de Armon Hanatziv, no leste de Jerusalém. As vítimas mortas tinham idade entre 20 e 22 anos.
 
Os líderes israelitas confirmaram que o terrorista era um simpatizante do Estado Islâmico (ISIS), observando que o ataque foi semelhante aos recentes actos de terrorismo em massa cometidos pelo ISIS na Europa.

   
  

É a estas pessoas, doutrinadas no ódio,  que Obama e o Mundo Livre em peso querem entregar metade do microscópico Israel, para que façam como em Gaza, e usem toda a Judeia, Samaria e as Colinas de Golan, como base de terrorismo e plataforma de lançamento de mísseis contra Israel. 
Hitler, pelo menos, assumia que queria extinguir os Judeus. Obama, Hollande & Companhia, não têm essa frontalidade.