sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Ore pelo Daniel



Ore pelo Daniel, uma das vítimas inocentes dos terroristas do Hamas 

Daniel Tregerman, um menino de 4 anos de idade, foi morto por um ataque com mísseis vindos de Gaza, e disparados pelos terroristas do Hamas. O trágico acidente ocorreu na sexta-feira à tarde, faz hoje uma semana, enquanto Daniel brincava na sala de estar da casa da sua família.



O míssil atingiu um carro nas proximidades da área de Sha'ar Hanegev, ferindo o menino com estilhaços. Daniel morreu devido aos ferimentos. 

De acordo com o IDF, o projéctil disparado do terreno da famosa escola administrada pela ONU; no bairro de Shejajiah, em Gaza. 

Nesta «escola» foram encontrados repetidamente mísseis do Hamas (que a ONU devolveu aos terroristas). Nesta «escola» ensina-se ódio, terrorismo, bombismo suicida, islamonazismo:


Esta «escola» foi palco de muitas encenações que a Imprensa internacional cobriu como se fossem verdades:

Lembramos, por exemplo:

Israel ataca escola da ONU, ou as tretas do costume

e

Haverá sempre palhaços!

com vídeo e fotos de ridículas encenações de ataques e de mortes, e dos terroristas a usarem as suas crianças como escudos humanos enquanto atacam as crianças israelitas.



 Daniel Turgerman tinha 4 anos

  
É ridículo, absurdo e revoltante, que Israel seja o ÚNICO país no Mundo que tenha que argumentar sobre o seu direito de se defender. Os bárbaros muçulmanos já despejaram mais de 14 mil mísseis sobre Israel desde que o Estado Judaico lhes deu Gaza. Vivem das fortunas doadas pelos contribuintes americanos, europeus, pelo banco Mundial e pelo mundo islâmico, e dedicam-se a chacinar judeus. É o projecto de vida e a razão de existir desta gente de Gaza.

Israel não pode tolerar, como nenhum outro país do Mundo faria, viver paredes meias com uma amálgama de terroristas. Que vão para a terra deles! Eles mesmos admitem que são egípcios e jordanos. Não há nem nunca houve nenhuma «Palestina» nem nenhuns «palestinos».

Israel tem que se deixar de contemplações e pulverizar o Hamas & C.ia de uma vez por todas! O Daniel e muitos outros inocentes poderiam ainda cá estar, se Israel já tivesse esmagado os terroristas. Se eles insistem em fazer dos filhos deles bombas humanas, é profundamente lamentável, mas é escolha deles. Os inocentes é que não têm culpa nenhuma.

Este blog não é confessional, mas acreditamos em Deus. Para todos os nossos leitores, Shabbat Shalom. Se for crente, ore por este menino.

Um NOJO chamado Boaventura Sousa Santos


Boaventura Sousa Santos: ódio, aldrabice, desonestidade intelectual, racismo, apologia do terrorismo, a lista é longa.

Boaventura: a possível extinção do Estado de Israel

- Começa logo com um apelo ao genocídio, como o Hamas, o ISIS, a Al-Qaeda, e todas essas belas organizações que os comunistas como ele tanto amam.

Criá-lo foi ato desumano de colonialismo. Extinto como Estado judaico, pode dar lugar a país plurinacional e secular, onde judeus e palestinos convivam pacífica e dignamente. 

- Idem e aldrabice. Os judeus têm presença contínua na SUA Terra há milénios!  Quanto à convivência pacífica, é o que se vê! Bombistas suicidas, mísseis sobre os infantários, famílias inteiras degoladas. etc., etc.. A esmagadora maioria dos muçulmanos aprova o terrorismo e a extinção de Israel e dos judeus. E tu também, Boaventura.

Podem simples cidadãos de todo o mundo organizar-se para propor em todas as instâncias de jurisdição universal possíveis uma ação popular contra o Estado de Israel no sentido de ser declarada a sua extinção, enquanto Estado judaico, não apenas por ao longo da sua existência ter cometido reiteradamente crimes contra a humanidade, mas sobretudo por a sua própria constituição, enquanto Estado judaico, constituir um crime contra a humanidade? Podem.
 - Mais aldrabices, mais apelo ao genocídio, e a omissão de todos os Estados islâmicos do Mundo;  esses já não constituem «crime».

O Japão não é um Estado Xintoísta? A Índia não é um Estado hindu? Têm uma matriz histórica e cultural que se entrelaça com uma religião, mas todos os cidadãos têm os mesmo direitos. No mundo muçulmano, as minorias religiosas são queimadas e enterradas vivas, mutiladas, estupradas, etc. etc.. temo-lo demonstrado milhares de vezes, com vídeos inclusive. Onde está a tua opinião sobre isso, Boaventura? Escreveste alguma coisa?

Como diz Olavo de Carvalho, "comunista é safado, mesmo!".

E como este tipo de crime não prescreve, estão a tempo de o fazer. Eis os argumentos e as soluções para restituir aos judeus e palestinos e ao mundo em geral a dignidade que lhes foi roubada por um dos atos mais violentos do colonialismo europeu no século XX, secundado pelo imperialismo norte-americano e pela má consciência europeia desde o fim da segunda guerra mundial.
 - Embrulha aí, ó Boaventura:
 - Não existe, nem nunca existiu nenhuma «Palestina» árabe, até o terrorista comunista Arafat ter vindo com essa aldrabice nos anos 60, a mando dos camaradas soviéticos.

Revelação: Criação de um povo palestino - documentos roubados no Kremlin ou como os russos decidiram com os árabes destruir Israel

O termo sionismo designa o movimento que apoia o “regresso” dos judeus à sua suposta pátria de que também supostamente foram expulsos no século V AC.

- Este miserável aldrabão escamoteia a expulsão dos Judeus no ano 70 da nossa Era. Situa a expulsão em V a.C.. E note-se que os judeus são foram todos expulsos. Muitos mantiveram-se na SUA Terra. E, ainda que tivessem sido todos expulsos, o direito de um povo à Sua Terra não prescreve.
 
Há, no entanto, que distinguir entre sionismo judaico e sionismo cristão. O sionismo judaico tem origem no antissemitismo que desgraçadamente sempre perseguiu os judeus na Europa e que viria a culminar no holocausto nazi.

- Tem muita pena dos judeus... mortos. As lágrimas de crocodilo do costume. O Tio Estaline, da mesma cor que o Boaventura, também fez o seu Holocausto, mas é menos falado. O ódio dos comunistas aos judeus e a Israel é lendário. O Boaventura é a prova viva disso mesmo.

O sonho de Theodor Herzl, judeu austríaco e grande poponente do sionismo, era a criação, não de um Estado judaico, mas de uma pátria segura para os judeus. O sionismo cristão, por sua vez, é antissemita, e a ideia de um Estado judaico deveu-se a políticos britânicos, sionistas e anglicanos devotos, como Lord Shaftesbury, que, acima de tudo, [1]desejavam ver o seu país livre dos judeus-enquanto-judeus. Eram tolerados os judeus cristianizados (como Benjamin Disraeli, que chegou a ser Primeiro Ministro), mas só esses. Esta tolerância estava de acordo com a profecia cristã de que é destino dos judeus converterem-se ao cristianismo. O mesmo sentimento se encontra hoje entre os evangélicos norte-americanos, que apoiam Israel como Estado judaico, bem como a sua desapiedada expansão colonialista contra os palestinos, por acreditarem que a redenção total ocorrerá no fim dos tempos, com a conversão dos judeus na Parusia (o regresso de Jesus Cristo).

- Ídem. Não há nem nunca houve «palestinos». Temos focado e  explicado isso sem cessar, nestes quase dois anos de blog, e só não o sabe quem não quer. Mas o Boaventura pode testar o seu Q.I. «palestino» - qual era a capital da «Palestina», qual era a sua Língua, a sua moeda, etc., etc.:

Test Your Palestine IQPart I

Test Your Palestine IQPart II


Terá sido Lord Shaftesbury quem, ainda no século XIX, formulou o pensamento “uma terra sem povo para um povo sem terra” que ajudaria mais tarde a justificar a criação do Estado de Israel na Palestina em 1948. E alguns anos mais tarde, foi outro sionista não judeu (Arthur James Balfour) quem propôs a criação de “uma pátria para os judeus” na Palestina, sem consultar os povos árabes que habitavam esse território há mais de mil anos.

 - Olha, Boaventura: não sejas ALDRABÃO, pá! Ganha VERGONHA nessa cara de terrorista! 

DA ALDRABICE E DA POUCA VERGONHA!



Este post tem TUDO para responder a este panfleto descaradamente nazi.

“Os Grandes Poderes” (Áustria, Rússia, França, Inglaterra), lê-se no Memorandum Balfour de 11 de Agosto de 1919, “estão comprometidos com o Sionismo. E o Sionismo, correto ou incorreto, bom ou mau, tem as suas raízes em antiquíssimas tradições, em necessidades atuais e em esperanças futuras, que são bem mais importantes do que os desejos de 700.000 árabes que neste momento habitam aquele antigo território”. Urgia, pois, transformar esses árabes em um não-povo. Em 1948, com o beneplácito dos poderes ocidentais, especialmente da Inglaterra, foi criado o Estado de Israel numa Palestina povoada de árabes e 10% de judeus imigrantes.

- Ídem aspas.  O que resta de Israel é menos que o Alentejo. O Médio Oriente é 100 vezes maior. Os árabes que saíram de Israel para deixar os exércitos aliados muçulmanos "atirarem os judeus todos ao mar", continuam nos campos de refugiados, para efeitos de PROPAGANDA.

A Transjordânia estava destinada ao Estado Árabe, e é hoje Jordânia. A Península do Sinai é hoje Egipto, e um paraíso do terrorismo islâmico e do banditismo.

O conflito não é, nem nunca foi, sobre terra. Israel é  ridiculamente pequeno. É sobre supremacismo islâmico. O que tens a dizer sobre o ISIS, o Hamas, a Al-Qaeda, a Irmandade Muçulmana, o Holocausto global islamista, camarada Boaventura?


 

Israel à lupa (literalmente)

Em todo o mundo islâmico perseguem-se e chacinam-se inocentes, cometem-se atrocidades que suplantam as dos nazis e seus irmãos comunistas. Mas a causa dos males do Mundo, para os comunistas como o Boaventura, é o ínfimo Israel. No mapa de cima, a amarelo está apenas uma parte do mundo muçulmano. Faltam o Paquistão, a Indonésia, e outros locais aprazíveis.

 


Assim, nem se consegue ver Israel. O mundo muçulmano é  o Inferno na Terra (juntamente com o mundo comunista). Mas, gajos como o Boaventura, marram para o lado dos judeus e de Israel. Têm a crença nas tábuas. Ainda noutro dia este camelo teve a lata de afirmar na TV, numa mesa redonda onde esteve o outro aldrabão-mor, o xeque David Munir (também abertamente apoiante do terrorismo islâmico), que a culpa do terrorismo islâmico global é de «um abcesso chamado Israel».

Argumentava-se então que havia de se encontrar um espaço para o povo judeu, que ninguém queria receber depois do genocídio alemão. Muito antes dessa catástrofe, os sionistas judeus tinham já pensado em vários locais para[2] o seu futuro Estado. No final do século XIX, a região do Uganda, no que é hoje o Quénia, então colónia inglesa, foi ponderada como um possível local para o futuro Estado de Israel. Um espaço na Argentina chegou também a ser considerado. Mais tarde, auscultado sobre um local no norte de África (no que é hoje a Líbia), o rei da Itália, Victor Emmanuel, terá recusado, respondendo: “Ma è ancora casa di altri”.


A História da Terra Santa desde 1516. Alguma vez existiu alguma «Palestina» Árabe?

-  O teu camarada Hitler também quis dar Madagáscar aos judeus, Boaventura. Mas os judeus sempre quiseram estar na SUA Terra, onde estão desde a aurora dos Tempos, percebes? São quatro milénios de História. Abraão, Isaac, Jacob, Moisés, os Reis Saul, David, Salomão, os profetas Isaías, Jeremias, Elias, eram o quê? Chineses? Viveram onde? Na Austrália?

Mas nenhum europeu, por mais preocupado com a situação dos judeus, jamais pensou num lugar dentro da própria Europa. Havia que inventar-se “uma terra sem povo para um povo sem terra”. Mesmo que fosse necessário obliterar um povo. E assim se vem paulatinamente eliminando um povo da face da terra desde há sessenta e seis anos. A Cisjordânia palestiniana vem sendo desmantelada pelos colonatos ilegais e a Faixa de Gaza transformada em prisão a céu aberto. A extrema-direita israelita é apenas mais estridente do que o governo ao reclamar que os “árabes fedorentos de Gaza sejam lançados ao mar”.

- Não existe nenhuma Cisjordânia. Existe a Judeia e Samaria, quadrimilenarmente judaicas, e ocupadas pelos terroristas muçulmanos teus amigos, ó Boaventura. Israel é a única democracia do Médio Oriente. Aliás, não existe nem UM Estado Islâmico que seja, ainda que remotamente, livre ou democrático. O que tens a dizer sobre isso? Nada! Afinal, tu és um apoiante dos regimes comunistas!

Usem as palavras CORRECTAS

"A resolução 181  da ONU, aprovada em 1947, ensina-nos que a Judeia e Samaria se chama Judeia e Samaria. No entanto, alguns israelitas e ocidentais teimosamente nomeiam essa região como "West Bank" ou Cisjordânia, quando não Territórios Ocupados.   

Aqui estão as fronteiras do país árabe, como descrito pela Resolução 181 (leia a resolução completa 181 da UN II):  

Fronteiras A. O Estado árabe. A área do Estado árabe dentro da Galileia ocidental é limitado ( ...) A fronteira sudoeste da parte do Estado árabe dentro da Galileia ( ... ) A fronteira da região montanhosa da Samaria e Judeia parte do Jordão, na confluência do aquífero de Malih a sudeste de Beissan e toma a direcção oeste para chegar à estrada de Bessaain para Jericó ( ... ). O limite norte da sceção árabe da planície costeira, começa num ponto localizado entre (...)"  

Após a rejeição árabe da partição da Palestina ocidental, a região árabe da Galileia tornou-se Israel, a região árabe da planície costeira tornou-se a Faixa de Gaza, e a  Judeia e Samaria, provavelmente, será dividida num lado "palestino" e numa parte  israelita, um dia em que a paz seja assinada."

Israel não «ocupa» absolutamente território nenhum! Israel cumpre integralmente o Direito Internacional! Os Árabes/Muçulmanos são INVASORES na Terra de Israel. Como o foram na Península Ibérica. Quando lhes cheirou que Israel poderia retomar a sua independência, redescobriram a «Palestina» à pressa. 

Ora vê ai, ó antissemita aldrabão 

1920 The year the Arabs discovered Palestine (part 1)

1920 - The year the Arabs discovered Palestine (part 2)



Contra FACTOS não há ARGUMENTOS propagandísticos, panfletários e mentirosos. Fica comprovado, neste post, com FACTOS, que Boaventura é um aldrabão antissemita.

O que é espantoso, comenta o historiador judeu israelita, Ilan Pappé em The Ethnic Cleansing of Palestine (2006), é ver como os judeus, em 1948, há tão pouco tempo expulsos das suas casas, espoliados dos seus pertences e por fim exterminados, procederam sem pestanejar à destruição de aldeias palestinianas, com expulsão dos seus habitantes e massacre daqueles que se recusaram a sair. O controverso comentário de José Saramago de há alguns anos de que o espírito de Auschwitz se reproduz em Israel faz hoje mais do que nunca.

- O que é espantoso é como se pode ALDRABAR tanto! Nessa altura, como agora, e desde que existe Islão, o objectivo nº 1 dos muçulmanos é extinguir os judeus. E quando os judeus se defendem, os canalhas como tu, Boaventura, encrespam-se! O invertebrado do teu camarada Saramago nunca se manifestou contra os regimes criminosos como a URSS, Cuba, China, Coreia do Norte, Albânia, etc.. E vais buscar as suas alegações criminosos como argumento de autoridade? Comunista é safado, mesmo!

Assim foi sacrificada a Palestina, invocadas razões bíblicas e históricas, que a Bíblia não sanciona e a história viria a desmistificar. Muitos judeus, como os que constituem a Jewish Voice for Peace, não são sionistas e consideram que o Estado de Israel, nas condições em que foi criado (um território, um povo, uma língua, uma religião) é uma arcaica aberração [3] colonialista fundada no mito de uma “terra de Israel” e de um “povo judaico”, que a Bíblia nem sequer confirma. Como bem demonstra, entre outros, o historiador judeu israelita, Shlomo Sand, a Palestina como a “terra de Israel” é uma invenção recente (The Invention of the Land of Israel, 2012). Aliás, ainda segundo o mesmo autor, também o conceito de “povo judaico” é uma invenção recente (The Invention of the Jewish People, 2009).

- Faltou-te citar os Protocolos dos Sábios do Sião, como um camarada teu no Avante!, há uns tempos.

TUDO O QUE ESCREVESTE NESTA PEÇA LAMENTÁVEL É PURA MITOLOGIA!

Quem for sério, ao contrário do Boaventura, pode confirmar:  
MITOS E FACTOS - UM GUIA PARA O CONFLITO ISRAELO-ÁRABE

A criação do Estado judaico de Israel configura um crime continuado cujos abismos mais desumanos se revelam nos dias de hoje. Declarada a sua extinção, os cidadãos do mundo propõem a criação na Palestina de um Estado secular, plurinacional e intercultural, onde judeus e palestinos possam viver pacifica e dignamente. A dignidade do mundo está hoje hipotecada à dignidade da convivência entre palestinos e judeus.

- O Hamas e todas as organizações islamistas do Mundo, abertamente terroristas ou não, a única solução que têm para os judeus é a que o Hitler quase conseguia.  É portanto isso que tu, Boaventura queres.

O teu colega Paquete de Oliveira, na sua torre de marfim, vê o mundo pelas lentes da sociologia, das teorias que são óptimas para fazer currículo e vender livros, mas que estão totalmente desfasadas da REALIDADE. Enquanto os islamistas enterram e queimam gente viva, enquanto chacinam, estupram, mutilam e canibalizam inocentes.

Tu, vês o mundo pelas lentes da ideologia comunista-islamista-antissemita. Condenas as vítimas e absolves os criminosos. És cúmplice do terrorismo. É gente como tu que alimenta o ódio a Israel e aos judeus, e dá o combustível da aprovação e das audiências a bandos como o Hamas, o Hezzbollah, a Fatah, e outros terroristas.

*Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

- Um BURRO carregado de livros é um doutor. Só faltou, com efeito, citar os Protocolos dos Sábios do Sião. Citou o delirante Shlomo Sand, que é a versão contemporânea. A esquerda dá destaque a este delirante e aos delirantes Finkelstein e Chomsky, por serem judeus. É curioso como o objecto do seu ódio - os judeus - valem logo ouro quando lhes servem os propósitos.

Mandar o canalha Boaventura ESTUDAR, ele que de certeza que lê pela cartilha comunista-islamista, não adianta.

A diferença entre bandos terroristas como o Hamas e o ISIS é que não existe diferença nenhuma. A palavra de ordem é exterminar os infiéis e tomar o planeta para a bandeira do Islão. Israel está lá no meio. É disto que o nosso Boaventura gosta:



No Mundo Livre, civilizado, democrático, não há lugar para o Islão, para o Comunismo nem para o Nazismo. Tolerar os intolerantes é um contra senso!

Obama "ainda não tem estratégia" para o ISIS...


  Em que estado estará o Mundo no final do mandato desta criatura?

"Um raro momento de franqueza. Não só ele "ainda não tem uma estratégia", como não tem a coragem de chamar à ameaça o que ela realmente é, ou de reconhecer que a acção do Estado Islâmico (ISIS) tem raízes profundas na teologia e na lei islâmica.  

Não há nenhuma maneira de derrotar um inimigo que não entendemos, e Obama recusa-se a entender este inimigo."
Robert Spencer


"Obama:" Ainda não temos uma estratégia relativamente ao ISIS "
de Brett LoGiurato, Business Insider, 28 de Agosto de 2014:

     O Presidente dos EUA, Barack Obama, comentou o agravamento das crises mundiais na tarde de quinta-feira. Culpou a Rússia pela escalada da violência nas regiões orientais da Ucrânia e admitiu não ter uma estratégia para confrontar o grupo extremista auto denominado Estado Islâmico no Iraque e na Síria (também conhecido como ISIS ou ISIL).

     A sua declaração foi feita a partir da Casa Branca, a meio de um dia de significativa escalada na crise na Ucrânia, com o presidente da Ucrânia a acusar a Rússia de enviar tropas para a fronteira para lutar com os separatistas pró-russos em regiões do sudeste da Ucrânia. Obama disse que a violência em curso foi "encorajada" pela Rússia, que disse ter treinado separatistas armados nas áreas atingidas pela violência.

     "A Rússia é responsável pela violência no leste da Ucrânia", disse Obama. "Esta incursão russa sobre a Ucrânia vai trazer custos e consequências para a Rússia".

     Obama reunirá quinta-feira com os membros do seu Conselho de Segurança Nacional, assim como o vice-presidente Joe Biden. Questionado sobre a estratégia para enfrentar o grupo extremista ISIS no Iraque e na Síria, o inquilino da Casa Branca disse que novas decisões são esperados sobre como proceder, esta quinta-feira.

     "Eu não quero colocar a carroça na frente
dos bois", disse Obama, sobre os próximos passos no confronto com o grupo.

     "Nós não temos ainda uma estratégia
", disse ele ....

Ter estratégia, ele até é capaz de ter. E é capaz de ser a mesma que tem com o Hamas, a Irmandade Muçulmana e a Al-Qaeda: APOIO!

O Estado Islâmico já domina a maior parte dos territórios anteriormente conhecidos como Síria e Iraque, e avança diariamente. A Líbia já está parcialmente nas mãos dos bárbaros. Há canibalismo, crucificações, decapitações, gente enterrada e queimada viva por não ser muçulmana, ou ser e não agradar aos padrões do ISIS. Por todo o Mundo, os muçulmanos ditos «radicais» manifestam-se pelo Califado Global. E o terrorista/idiota (você decide qual dos dois ou quiçá ambos), «ainda não tem uma estratégia. Joga golfe...

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Esoterismo



Num texto pouco menos que esotérico, Paquete de Oliveira, Provedor do leitor do Público, o órgão da informação mais aberta e despudoradamente antissemita e filo-muçulmano de Portugal, termina com esta intrigante frase:

"E por tudo, o primeiro radicalismo a evitar ou a combater é o que emerge do jornalismo, do sectarismo informativo".

Para começar, não entendemos o que faz uma pessoa que temos na conta de séria e íntegra, em tal folha.

Alguns exemplos de antologia da propaganda promovida pelo tenebroso Al-Público:

Publiwood, 1933-2014 

Público sempre igual a si mesmo

Um exemplo do que é o Al-Público

  
Até temos uma secção chamada PUBLIWOOD, em que comentamos o ódio do Público a Israel e o seu amor ao terrorismo islâmico. Mas é como secar uma inundação com uma esponja.   

Até apelos explícitos ao terrorismo contra Israel esta publicação tem dado à estampa.

Um exemplo da prosa ambígua de Paquete de Oliveira:

«Como dizia o politólogo norte-americano, Max Abrahms, citado no artigo do PÚBLICO, (edição de 21.08.14), da autoria de Ana Fonseca Pereira, “o terrorismo é por definição uma estratégia de comunicação” e “se as maiorias das pessoas no mundo se sentem horrorizadas, ela atrai os elementos radicalizados da sociedade”. E aliás, como anota Ana Fonseca, não é por acaso que Foley é mostrado ao mundo, ajoelhado, de cabeça rapada e vestido com um uniforme de cor laranja a fazer lembrar os presos de Guantánamo.»

Não se pode servir a dois senhores, caro Paquete de Oliveira. Ou se serve a VERDADE... ou não!

O Jornalismo deve relatar os FACTOS e procurar a VERDADE. O que o Al-Público faz é escamotear e "justificar" o terrorismo islâmico. Por muitas elipses, parábolas e hipérboles que se use, por muitas citações de sociólogos com que se cubra o cerne da mensagem, a VERDADE é que o Islão é uma ideologia terrorista, supremacista e bárbara, que está neste momento e mais uma vez, à conquista do Mundo, com a inominável crueldade de sempre. E com a cumplicidade cobarde ou militante da Imprensa. Do jornal em que o senhor é a autoridade moral por excelência, Paquete de Oliveira.

Obama pressinou Israel a não destruir o Hamas




O objectivo inicial de Israel na  Operação Protecção Limite era a destruição total  do Hamas. Barack Obama persuadiu (como?) os israelitas a tolerar a existência do Hamas, que ainda está fortemente armado.

É bastante claro de que lado está o terrorista da Casa Branca


Há muitos anos que não há quaisquer dúvidas de que o muçulmano Obama é um agente da islamização global. A nossa etiqueta OBAMA mostra alguns apontamentos da cumplicidade e apoio activo de Obama ao terrorismo e supremacismo islâmico. 

Segundo a islamista  Agência de Notícias Ma'an, hoje, 28 Agosto de 2014, Nabil Shaath Ma'an, da liderança do grupo terrorista Fatah, "Israel aceitou o acordo de cessar fogo sem a desmilitarização do Hamas, após pressão dos Estados Unidos".

Mais disse o terrorista, que o Primeiro-Ministro e o Ministro da Defesa de Israel poderão ser levados a Tribunal Penal Internacional, por «agressão devastadora contra Gaza». Obviamente que, para esta gente, como para as esquerdas e os nazis, Israel não tem o direito de se defender. Na nossa etiqueta OPERAÇÃO PROTECÇÃO-LIMITE mostrámos, ainda que na modesta escala deste blog, a evolução das agressões dos terroristas contra Israel, até não restar alternativa senão RESPONDER. Ou seria impossível Israel sobreviver.


Por que difamam Nigel Farage?

Nigel Farage? Ai qu' horror!!! Um islamofóbico gorduroso! Nigel Farage, Geert Wilders, e uns tantos outros, são a vanguarda da Civilização, numa Europa em plano inclinado para a barbárie. E por isso mesmo, são alvos a abater. Há que os calar. Enquanto não chega o ISIS com os seus métodos mais expeditos, a difamação vai servindo. 

Um exemplo de porque é que estes políticos são incómodos:

 

Lembramos que em França, 1 em cada 6 habitantes apoia o ISIS, e que os socialistas ganharam com os votos dos muçulmanos (ver post Adeus França; adeus Portugal?).

A (extrema?) esquerda também apoia o terrorismo do ISIS, como apoia o Hamas, o Hezzbollah, a Irmandade Muçulmana, etc.. E como outrora apoiava as Brigadas Vermelhas, as FP-25, o Baader-Meinhof, etc..

Aos proxenetas do Poder, qualquer voto serve. Desde que lhes garanta o poleiro. Pouco se lhes dá se a Europa, o Ocidente, o Mundo Livre, vão por água (ou por sangue) abaixo.

Está tudo dito (18)

A dose diária de cartoons para pôr a massa cinzenta a carburar.




Adeus França; adeus Portugal?

Ontem, pela bela prosa de Maria João Marques, falámos do trágico presente da Grã-Bretanha, ao qual se poderia ter referido o drama (consentido e aplaudido pelo politicamente correcto de uma Inglaterra trabalhista que abriu as portas a uma maciça imigração de muçulmanos para desvitalizar o poder do conservadorismo judaico-cristão) de 1400 crianças que foram bárbara e selvaticamente usadas sexualmente por gangs de pedófilos muçulmanos (que nada mais fazem do que seguir o exemplo do, para eles, moralmente irrepreensível, Maomé). 1400 crianças que não foram ajudadas precisamente para, não só não se passar por islamofóbicos (embora eu goste mais do termo islamorealistas ou islamonauseados), não se ferir a sensibilidade, os costumes e a cultura dos seus (na minha opinião, nada mentecaptos, antes perfeitamente lúcidos ante a realidade circundante) abusadores. Ai se tivessem sido padres ou rabis. Ai! Era o fim do mundo. Como eram muçulmanos, todos foram fechando os olhos e, assim, permitindo o perpetuar desses crimes. Mesmo cá em Portugal, ao não fazer referência à religião dos abusadores (elemento essencial para se compreender o que se passou, pois tais actos são sancionados pela sua crença religiosa) o nojento Al-Público, sempre preocupado pelo branquear o islão, está a ser cúmplice desses trágicos eventos.



branco, mais branco (no que diz respeito a "limpar" o islão) nem o OMO

Mas hoje foquemo-nos na França. Essa França em que mr. Hollande venceu as passadas eleições graças ao apoio dos muçulmanos e em que, segundo uma sondagem, 1 em 6 franceses apoia o ISIS. Repito: 1 em 6! Adeus França! 


o futuro presente da França

Adeus França da liberdade, fraternidade e igualdade. Mal-vinda sejas França da sharia e de um islão que, contrário ao que disse David "Aldrabão" Munir recentemente na RTP Informação, tem tudo a ver com o ISIS. Tudo. Esse ISIS que está a servir-se da Áustria para levar por diante o seu plano para, em 5 anos, instalar o Califado na Europa.



Áustria: a Tróia do ISIS

"Ridículo", dirão alguns. Talvez. Mas pelo menos estão a tentar o suficiente para preocuparem os serviços de informação de toda a Europa. "Estamos longe disso", dirão outros. Não, não estamos. Aqui ao lado, em Espanha, um iman, tão moderado como David "o islão é uma religião moderada" Munir, já apela à morte de todos os judeus e, cá em Portugal, um membro dos Burrada Som Sistema (não, não é um erro) diz que as mães da "Palestina", que todos sabemos serem imensamente pacíficas e defensoras da vida, merecem o prémio nobel da paz. Adeus Grã-Bretanha. Adeus França. Adeus Portugal?



o iluminado da Burrada

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Hamas - vitória em (quase) toda a linha!


Alegria! O Hamas não acabou! O terrorismo continua! Quanto pior, MELHOR! - foto Times of Israel

Nas ruas de Gaza, onde há poucos dias as multidões exigiam massivamente a continuação das hostilidades contra Israel, decorrem agora mesmo manifestações de regozijo pela «vitória». O Hamas quebrou os sucessivos cessar-fogo vezes sem conta, e neste último despediu-se com um ataque particularmente violento com mísseis, que só cessou horas após o momento acordado. Já está calado há umas horas e passou à fase da celebração - como destaca, radiante, o Público..

Na verdade, e com a excepção da derrota militar, trata-se de uma vitória em toda a linha para os terroristas islâmicos:
1 - O Hamas não foi esmagado e erradicado de Gaza, como era o objectivo inicial da operação. Vai poder continuar a matar, sabotar e aterrorizar.

2 - Os terroristas que morreram, foram todos, segundo a crença muçulmana, para o paraíso eterno, onde poderão fazer tudo o que lhes é proibido nesta vida (basicamente tudo o que é agradável e normal).
3 - A ofensiva do Hamas contra Israel obrigou o Estado Judaico a defender-se, o que foi um banquete de antissemtismo para a  Imprensa, para a Esquerda, para os neo nazis, para os hippies conspiratórios new age e outros odiadores. Vicejaram as encenações de bombardeamentos, de mortes, de baixas. A indústria Pallywood floreceu.
4 - O conflito deu oportunidade a que uma nova onda de antissemitismo explodisse no Mundo - agora que a crise financeira global tem as pessoas no estado de espírito ideal para descarregarem nos bodes expiatórios do costume, e com a cumplicidade criminosa da Imprensa global.
5 - O Hamas usou (como sempre faz) civis como escudos humanos; hospitais, casas de habitação, escolas, mesquitas e ambulâncias, como bases para atacar o IDF. A população civil, maioritariamente apoiante do terrorismo, teve algumas baixas, inevitáveis, nas condições em que os terroristas actuam. Melhor para o Hamas, é mais ódio contra Israel. O Hamas quer morte e destruição entre os seus, porque o ódio perpetua a guerra.
6 -  Nas últimas sete semanas, os terroristas dispararam mais de 4500 mísseis contra Israel, mataram 64 soldados e 5 civis.  Para uma organização que pretende a destruição total de Israel e o extermínio dos judeus, é ganho!

Para Israel, ganhar guerras não chega para ganhar guerras. No caso presente, Israel deveria ter esmagado totalmente o Hamas em Gaza e ter retomado a soberania do território. A vida, com esse ninho de terrorismo e sorvedouro de dinheiro ali apegado, é impossível.

Para além dos ataques "menores", diários, em velocidade de cruzeiro, dentro de 2 anos, com a regularidade de um relógio suíço, o Hamas voltará exuberantemente a dar prova de vida. Nunca falha.


Os terroristas operacionais, a população que os apoia, e os bilionários mandantes, que cobardemente mandam os outros fazer-se matar, estão todos de parabéns! Alá está contente!


P.S. - No Al-Público, na rotineira propaganda:

 http://www.publico.pt/mundo/noticia/hamas-declara-vitoria-com-acordo-de-cessarfogo-1667670

O título oficial é

'Israelitas e palestinianos entram em "fase de teste" com cessar-fogo'

e o resto é a desgraça do costume...

Mentecaptos ou Assassinos?


Na nossa opinião, são assassinos.