terça-feira, 26 de setembro de 2017

"Muçulmano simpático" assassina três israelitas em Har Adar

Or Arish, Solomon Gabrieh e Youssef Othman, assassinados hoje por um terrorista islâmico em Har Adar, Israel.

3 israelitas mortos e 1 ferido grave em Jerusalém


O homem que trabalhou em nossa casa durante 2 anos e meio era um terrorista
O residente de Har Adar, Michal Avidor, diz que Nimer Jamal, que matou três israelitas em Har Adar, parecia "completamente normal" e "simpático".
Times of Israel


Residentes de Har Adar, perto de Jerusalém, em 26 de Setembro de 2017, retratados depois de um terrorista palestino ter assassinado dois agentes de segurança e um polícia de fronteira e ferido gravemente outro homem. (Hadas Parush / FLASH90).
O "palestino" pai de quatro filhos que matou três israelitas em Har Adar na manhã desta terça-feira era um homem "completamente normal" e "simpático" que trabalhava em limpezas na povoação, disse um dos residentes logo após o tiroteio.

Em entrevista à rádio de Israel, Michal Avidor disse que "ia para a escola para dizer aos filhos que o homem que tinha trabalhado na nossa casa nos últimos dois anos e meio era o terrorista". O homem armado foi identificado como Nimer Jamal, 37 anos, da aldeia adjacente de Bayt Surik.


Nimr Mahmoud Ahmed Jamal, que realizou o ataque terrorista na povoação de Har Adar em 26 de Setembro de 2017 (Facebook).

Avidor disse que ficou surpreso quando percebeu quem era o terrorista. "Comecei a descobrir quando eles disseram que ele era um pai de quatro filhos e morador da aldeia próxima".

"Era um homem com quem costumávamos conversar", disse ele, "e a quem os meus filhos davam bebidas e comida". (...)

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E se quer ter a noção do terror islâmico diário, visite os sites de contra-jihad:

"Filho do Hamas" fala na ONU - e causa sensação...

O ex-membro do Hamas, Mosab Hassan Yousef, dirigiu-se às Nações Unidas, em 25 de Setembro de 2017. 


GENEBRA, 25 de Setembro de 2017 - Um ex-membro do Hamas tomou a palavra no Conselho de Direitos Humanos da ONU hoje e chamou à Autoridade Palestina o "maior inimigo do povo palestino". Veja o discurso completo abaixo.

"Se Israel não existisse, você não teriam ninguém para culpar; assumam a responsabilidade pelo resultado de vossas próprias acções", disse Mosab Hassan Yousef, cujo pai era membro fundador do Hamas.

Conforme relatado no filme O Príncipe Verde, Yousef tornou-se amigo ​​de Israel, evitando ataques letais e fazendo com que células terroristas fossem descobertas.

Yousef falou hoje em nome da UN Watch, uma organização de direitos humanos com sede em Genebra, tomando a palavra numa reunião sobre alegadas violações israelitas dos direitos humanos palestinos. Em contrapartida, o Conselho não tem nenhum item especial na agenda sobre a Síria, o Sudão, o Irão, a Coreia do Norte ou qualquer outro país ou região.

"Por uma boa razão, as democracias ocidentais mais uma vez boicotaram o debate de hoje", disse o director executivo da UN Watch, Hillel Neuer.

"No universo distópico de 1984 de George Orwell, todos foram obrigados a sofrer 'dois minutos de ódio'diários. No universo distópico do Conselho dos Direitos Humanos da ONU - de que Arábia Saudita, Qatar, Cuba e a Venezuela são membros - o cronograma incorporado de cada sessão inclui um dia dedicado unicamente ao ódio contra o Estado judeu".




Declaração da UN Watch  
para a 36ª Sessão, Conselho de Direitos Humanos da U.N.
Entregue por Mosab Hassan Yousef 
Obrigado, Senhor Presidente. 
Tomo a palavra em nome da UN Watch. 
O meu nome é Mosab Hassan Yousef. Cresci em Ramallah como membro do Hamas. 
Dirijo as minhas palavras à Autoridade Palestiniana, que afirma ser o "único representante legítimo" do povo palestino. 
Pergunto: de onde vem a vossa legitimidade? 
O povo palestino não vos escolheu, e não vos nomeou para o representarem.   
Vocês auto-nomearam-se. 
A vossa responsabilidade não é para com o vosso próprio povo. Isso é evidenciado por vossa violação total dos seus direitos humanos. 
Na verdade, o indivíduo palestino e o seu desenvolvimento humano são o que menos vos preocupa. 
Você sequestram estudantes palestinos do campus e torturam-nos nas vossas prisões. 
Vocês torturam os vossos rivais políticos. O sofrimento do povo palestino é o resultado dos vossos interesses políticos egoístas. Vocês são o maior inimigo do povo palestino. 
Se Israel não existisse, vocês não teriam ninguém para culpar. Assumam a responsabilidade pelo resultado das vossas próprias acções. 
Vocês sopram as chamas do conflito para manterem o vosso poder abusivo. 
Finalmente, vocês usam esta plataforma para enganar a comunidade internacional e confundir a sociedade palestina, fazendo crer que Israel é responsável pelos problemas que vocês criam. 
Obrigado.

Via UN Watch 
Canal YouTube da UN Watch.




Viste as nossas secções Hamas  e Gaza

Os líderes dos grupos terroristas Hamas e "Autoridade Palestina" são bilionários que coleccionam mansões de luxo em todo o mundo, aviões particulares, e levam uma vida cosmopolita opulenta, regada a álcool e não só. 
Quem paga são os contribuintes europeus, americanos e outros que são obrigados a pagar "ajuda humanitária" destinada às contas bancárieas destes senhores e a armas e munições para matar judeus. 
Enquanto isso, permitem que o povo seja fanatizado e se expluda, matando judeus. É porque se dedicam em especial a matar judeus que estes bandos são tolerados, ao contrário do ISIS, do Boko-Haram ou da Al-Qaeda.





  


Etc..

3 israelitas mortos e 1 ferido grave em Jerusalém


Três agentes de segurança israelitas foram mortos e um está gravemente ferido num ataque terrorista nas imediações da povoação de Har Adar, perto de Jerusalém, na manhã desta terça-feira, informou a Polícia. 
Mais um capítulo da INTIFACADA a campanha  islamista subsidiada pelo Mundo inteiro, para exterminar os judeus na sua minúscula Pátria de Israel. Se alguma coisa deste episódio chegar às notícias fora de Israel, será com o título "1 'palestino' morto em Israel". Os jornalistas são cúmplices deste genocídio por procuração.
O agressor abriu fogo contra um grupo de pessoal de segurança, incluindo agentes da Polícia de Fronteira e os guardas privados da comunidade, que abriam as portas aos trabalhadores 'palestinos'.


O terrorista, um trabalhador da aldeia de Bayt Surik, nas proximidades, foi abatido por forças de segurança na cena do crime, disse a Polícia.
O jovem de 37 anos aproximou-se da entrada de Har Adar, pouco antes das 7 da manhã, como parte de um grupo de 'palestinos' que trabalham na povoação.
Ele "despertou as suspeitas" dos agentes, que lhe pediram que parasse. O terrorista sacou de uma pistola e disparou contra os israelitas, antes de ser morto a tiro, disse a Polícia.
Ele matou um polícia de fronteira e dois guardas de segurança privados, todos na casa dos 20 anos. Todos sofreram ferimentos de bala na parte superior do corpo. 


O oficial da polícia da fronteira morto foi identificado como Salomon Gavriyah, 20 anos, de Be'er Yaakov. Foi promovido póstumo ao sargento.
Um dos guardas de segurança morto no ataque, Yosef Ottman, era residente da vizinha comunidade árabe israelita de Abu Ghosh. O segundo era um residente de Har Adar. 

O agente da polícia de fronteira, Salomon Gavriyah, que foi morto num ataque a tiro em Har Adar, 26 de Setembro de 2017. (Polícia de Israel).

A vítima gravemente vítima foi identificada como o coordenador de segurança de Har Adar. Sofreu feridas de bala no estômago e no peito, e estava totalmente consciente quando foi levado para o Hospital Hadassah de Jerusalém, Ein Kerem. Ao chegar ao hospital, foi levado para uma sala de operações para cirurgia, disse um porta-voz do Hadassah. 


A Polícia disse que o terrorista, um de quatro filhos, tinha uma autorização de trabalho legal, tornando-se um dos poucos "palestinos" com esse documento a cometer um ataque terrorista nos últimos anos. 
Tinha autorização de trabalho dentro das povoações israelitas, como Har Adar, que se situam ao longo da linha entre a Judeia e Samaria (a que alguns chamam Cisjordânia) e Israel, de acordo com o serviço de segurança Shin Bet
O terrorista foi identificado como Nimer Mahmoud Ahmad Jamal. O Shin Bet disse que ele não tinha uma história conhecida de envolvimento em actividades terroristas. 
O serviço de segurança disse que Jamal parecia estar a passar por "problemas pessoais e familiares significativos" e que há uma história de violência na família. 
O Shin Bet também observou que a esposa do terrorista o deixou há várias semanas e mudou-se para a Jordânia, deixando-o com as crianças. 
Antes de realizar o ataque, Nimer Mahmoud Ahmad Jamal deixou uma nota dizendo ser "um marido terrível" e que a sua esposa não tinha "nada a ver com o que acontecerá", informou a Rádio Israel.


O terrorista  Nimer Mahmoud Ahmad Jamal.

Nas horas após o ataque, as forças de segurança invadiram a casa do atacante. A Forças de Defesa de Israel montaram um cordão de segurança em torno de Bayt Surik, permitindo que os residentes entrem livremente, mas saiam apenas por razões "humanitárias". 
Har Adar está localizada no trajecto da estrada principal que liga Jerusalém a Tel Aviv. A comunidade não tem sido alvo comum de ataques terroristas. Uma excepção foi em Outubro de 2016, quando um polícia de fronteira foi esfaqueado no braço perto da povoação.

O comissário de polícia israelita, Roni Alsheich, falando no local de um ataque terrorista em Har Adar, perto de Jerusalém, em 26 de Setembro de 2017 (Yonatan Sindel / FLASH90). 

O comissário da Polícia de Israel, Roni Alsheich, que chegou à cena do ataque, disse que o terrorista "era conhecido por aqueles que cumprimentavam os trabalhadores pela manhã". 
Ele elogiou a resposta do pessoal de segurança na cena, dizendo que um polícia de fronteira e um polícia num jipe ​​próximo abriram fogo contra o atacante, "de outra forma ele poderia ter entrado na cidade e continuado com a sua missão assassina". 
Respondendo a perguntas sobre a raridade de ataques de "palestinos" com permissão de trabalho, Alsheich disse: "Lamentavelmente, não há perfil para um terrorista". 
"Pode ser apenas alguém que está farto de tudo e decide descarregar a sua raiva num ataque", disse ele, acrescentando: "O incitamento [contra Israel] é constante".



Chen Filipovitz, chefe do conselho local, elogiou os agentes de segurança pela sua rápida reacção.
"Os nossos trabalhadores e coordenador de segurança trabalharam conforme necessário", disse Filipovitz ao Canal 2 após o ataque. "O terrorista ainda não estava dentro da comunidade, mas no portão onde os trabalhadores entram. Existem centenas de trabalhadores que entram todos os dias para trabalhar em Har Adar e nas comunidades vizinhas".
O grupo terrorista Hamas elogiou o ataque, dizendo: "Mais uma vez, Jerusalém prova que está no cerne do conflito com a ocupação e que não há como removê-la da equação do conflito".
O ataque terrorista ocorre dois anos depois de uma onda de agitação irromper, principalmente na Judeia e Samaria e em Jerusalém.

 
A pistola usada no ataque terrorista em Har Adar perto de Jerusalém em 26 de Setembro de 2017. (Polícia de Israel)

A violência diminuiu grandemente nos últimos meses.
Desde Setembro de 2015, cerca de 51 israelitas, dois turistas americanos, um cidadão eritreano, um "palestino" e um estudante britânico foram mortos em esfaqueamentos, tiroteios e ataques com veículos por terroristas "palestinos". 
No mesmo período, cerca de 300 terroristas "palestinos" e um terrorista sudanês foram abatidos pelas forças de segurança.
O governo israelita condenou o terrorismo e a violência provocados pelo incitamento dos líderes políticos e religiosos "palestinos", que é reproduzido em sites e redes sociais que glorificam a violência e incentivam os ataques.

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- A fonte para este post foi o Times of Israel, mas a redacção do mesmo é nossa. 


COMENTÁRIO
Assistimos em todo o Mundo a ataques terroristas islâmicos diários. 
Porque os muçulmanos são 25% dos habitantes do nosso planeta, e os seus 55 países (todos eles ditaduras islâmicas, governadas pela lei islâmica) tendem a possuir petróleo, os poderes instituídos não chamam o terrorismo islâmico pelo seu nome. Usam eufemismos e fingem que a causa é outra que não o Islão.
Quando os muçulmanos matam aqui na Europa ou nas Américas em nome do seu deus Alá,  e da obrigação religiosa de conquistar e submeter os "infiéis", o pensamento oficial declara que se trata sempre de "casos isolados de pessoas emocionalmente instáveis".
Mas quando os muçulmanos matam em Israel, aí já é "uma reacção heróica e gloriosa à ocupação".  É essa a narrativa islâmica, que os nossos jornalistas e os nosso políticos - geralmente comprados com petro-dólares (1) ou pelo senhor Soros (2) - alardeiam.
(1) Como a Arábia Saudita controla os media

(2) Polvo Soros controla 1/3 do Parlamento Europeu





 Os "heróis", segundo a nossa Imprensa e os nosso políticos.

A narrativa de que Israel "ocupa" a sua própria Terra, onde vive há mais de 5 mil anos, é de um absurdo equivalente às acusações medievais de que os judeus bebiam sangue de crianças cristãs para celebrarem a Páscoa, ou de que envenenavam os poços.  
Ou ainda, mais recentemente, as acusações dos nazis, de que os judeus possuíam um plano para dominar o Mundo.
Mudam-se os tempos, muda-se a forma do ódio anti-semita.  O conteúdo é o mesmo.
Na realidade,  os judeus são povo nativo de Israel e são o Povo da Bíblia, que é "só" o livro mais popular e mais influente da História humana. Os judeus estão há milénios, ininterruptamente, em Israel. 
Os Árabes muçulmanos invadiram Israel pela última vez em 1920, ainda durante o Mandato Britânico da Palestina (sim, os Britânicos, como os Romanos, chamaram "Palestina" à Terra Santa) - já havia cinema e a invasão foi filmada. 
Os Árabes invadiram Israel em 1920 como agora estão a invadir a Europa, e com o mesmo propósito: conquistar, submeter, exterminar, consagrar o planeta ao deus Alá. O que vêm fazendo desde há 1400 anos, pois é sua única razão de viver.
Pode-se ser totalmente indiferente ao sofrimento dos judeus, que são mortos na sua Pátria por terroristas a quem o Mundo paga para o fazer. Mas ao menos por egoísmo, vale a pena estudar a história do terrorismo islâmico contra Israel, porque, queiramos ou não, para os muçulmanos, Israel, a Península Ibérica, Roma, Londres e o globo terráqueo, são deles! 
Olhando para Israel, vemos o nosso futuro, que já é presente:

História de Israel - Porque é que não há paz?


Quanto a Israel, todos os colonos muçulmanos, todos os que são hostis ao Estado judaico, todos os que apoiam o terrorismo, todos os que pretendem destruir Israel, devem ser expulsos e devolvidos à procedência (Egipto, Jordânia, Líbia, etc.).
A maior parte dos países islâmicos expulsou e/ou exterminou os seus judeus. Israel, que é apenas 0,02% do mundo islâmico, deve expulsar todos os terroristas. 
Nunca mais, nunca!, jamais!, Israel verá a sua soberania sobre a sua Terra usurpada. Aquele pedacinho de terra, sem nascentes de água e sem petróleo, quatro vezes mais pequenino que o pequenino Portugal, não mais será ocupado. Deus assim o determina, e quem discorda que argumente com Ele.
Mas  Israel deve fazer todo o possível para que vidas como a do jovem Salomon Gavriyah, de apenas 20 anos, não sejam ceifadas pelos terroristas. Os judeus ainda não interiorizaram que são finalmente, de novo, LIVRES!


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A AfD (Aliança pela Alemanha) é anti-semita?


O AfD celebra a sua entrada no Parlamento alemão.

Após a entrada do Partido AfD - Aliança pela Alemanha - no Parlamento alemão, com cerca de 13% dos votos, a Imprensa global toca a rebate. Não há um jornal, uma TV, uma rádio que hoje não gritem alarmados que a extrema-direita chegou ao Parlamento.
E os mesmos jornalistas que regurgitam anti-semitismo todos os dias, vêm hoje até com "preocupações" de que a Afd seja anti-semita. 
É certo que a AfD, nas suas origens, albergou elementos e opiniões anti-semitas. Mas outros partidos há que omitem publicamente tais opiniões, mas tomam posições e adoptam políticas manifestamente anti-semitas. 
As apreensões dos judeus alemães parecem, felizmente, ter pouca razão de ser. E as prevenções dos jornalistas são mera hipocrisia e oportunismo. 
Um partido como a AfD é susceptível de atrair racistas, anti-semitas, nazis e outras pessoas menos recomendáveis. No entanto, a invasão islâmica promovida por Angela Merkel  é a primeira responsável pela ascensão deste partido.
Segundo algumas opiniões, Merkel deseja mesmo reabilitar a aliança Islão-Alemanha da Segunda Grande Guerra: 

O lado nazi de Angela Merkel


O Times of Israel publicou ontem um artigo de que transcrevemos alguns trechos:

Temido pelos judeus, o AfD de extrema-direita da Alemanha ama o Estado judaico, e os candidatos da alternativa nacionalista para a Alemanha, ridicularizados como anti-semitas, professam predominantemente posições pro-israelitas.

Manifestação de vários grupos de esquerda contra o partido de direita da Alemanha AfD (Alternativa para a Alemanha) em Berlim, Alemanha, 23 de Setembro de 2017. (AP Photo / Michael Probst).

O partido, ridicularizado e acusado de ter opiniões anti-semitas, xenófobas e nazis, apoia firmemente Israel, e é um dos vários partidos populistas de direita na Europa que tentaram fazer causa comum com Israel em relação ao terrorismo, valorizando o Estado judaico como um baluarte diante do extremismo islâmico. 
A maioria dos judeus alemães repudia o AfD como anti-semita, apontando para sua plataforma anti-imigração e anti-muçulmana e argumentando que quem é contra os muçulmanos e outras minorias, mais cedo ou mais tarde, procurará prejudicar as liberdades religiosas dos judeus. 
"É abominável que o partido do AfD, um movimento reaccionário lamentável, que recorda o pior do passado da Alemanha e que deveria ser proscrito, agora tenha lugar no Parlamento alemão de promover a sua vil plataforma", disse o presidente do Congresso Judaico Mundial, Ron Lauder. 
"Este resultado é um pesadelo tornado realidade", declarou Charlotte Knobloch, presidente da comunidade judaica de Munique e ex-presidente do Conselho Central de Judeus na Alemanha. 
"Com o AfD, a exclusão, o interiorismo, a agressão, o desprezo pela Humanidade, as teorias da conspiração, o nacionalismo 'volkisch', o neo-nazismo, a violação da Constituição, a negação do Holocausto, o anti-semitismo, o racismo, a anti-religiosidade, a hostilidade para os media e para a Europa, o revisionismo e o relativismo histórico passam para o Bundestag e seus órgãos nacionais e internacionais", disse ela.

Um apoiante do partido nacionalista AfD ergue um cartaz com os dizeres: "Protejam a Constituição de Merkel", enquanto a chanceler alemã Angela Merkel fala na campanha eleitoral do seu partido CDU em Bitterfeld, na Alemanha, em 29 de Agosto de 2017. (AFP Foto / Odess Andersen).

As declarações de altos funcionários da AfD sugerem o desejo de mudar a posição sobre a admissão de culpas da Alemanha pelo Holocausto e as opiniões outrora expressas , de admiração pelos soldados da Wehrmacht durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar dos intensos esforços, os responsáveis do partido nunca conseguiram livrar-se da impressão de que este se tornou uma plataforma para anti-semitas, racistas e outros xenófobos.
No entanto, como muitos partidos de extrema-direita na Europa e em outros lugares, a AfD apresenta-se solidamente solidária com Israel.
De acordo com uma ampla sondagem encomendada por um grupo que promove as relações germano-israelitas, a maioria dos políticos da AfD professam preocupar-se profundamente com a segurança de Israel, apoiam a demanda do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de que os 'palestinos' reconheçam Israel como um Estado judeu, rejeitam reconhecer unilateralmente um Estado 'palestino', e, no geral, apoiam uma relação mais forte entre Jerusalém e Berlim.

Um cartaz de campanha Alternativa para Alemanha  vandalizado, em Berlim  em 21 de Setembro de 2017. (AFP Photo / John Macdougall).

Mais de metade dos entrevistados da AfD disseram que concordam  "totalmente" com a afirmação de que o apoio ao movimento anti-Israel de Boicote, Desinvestimento e Sanções é anti-semita; nenhum outro grande partido teve uma tão forte oposição ao BDS. 
77% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que o anti-sionismo é uma forma de anti-semitismo; 23% discordaram.

Cerca de 88% disseram que o 70º aniversário de Israel no próximo ano é um motivo para os alemães celebrarem, enquanto menos de 4% discordaram dessa afirmação. (Para comparação, nos social-democratas de Martin Schulz - que ficou em segundo lugar nas eleições nacionais, antes do AfD - 11% sentiram que o aniversário de Israel não era motivo para comemorar.) 
"As relações germano-israelitas são especiais, não só por causa da História, mas também porque Israel é a única democracia que funciona realmente na região", afirmou um membro do AfD. "Israel é a única democracia no Médio Oriente e tanto politicamente como de uma perspectiva cristã, é um país fraternal", opinou outro.
A grande maioria dos candidatos policiais do AfD (86%) também apoiam as exportações alemãs de armas para Israel. 
"Enquanto a Alemanha fornecer regimes islâmicos como a Turquia ou a Arábia Saudita com armas, não há razão para que Israel, como um estado democrático pró-ocidental, deva ser excluído das negociações de armas", disse Beatrix von Storch, porta-voz do partido.

Beatrix Von Storch da Alternativa para a Alemanha. (CC BY-SA, Wikimedia)

Jerusalém tem um relacionamento complicado com os partidos populistas europeus de extrema-direita, que prosperam no sentimento anti-muçulmano, mas abraçam com entusiasmo o Estado judeu.
MK Nachman Shai, um legislador da oposição que preside o Grupo de Amizade Parlamentar Israel-Alemanha, disse que as eleições democráticas da Alemanha devem ser respeitadas, mas, ao mesmo tempo, classificou-as como "um grande sinal de alerta" para Israel e para o povo judeu.
"O surgimento da extrema-direita na Alemanha é indicativo de humores perigosos que estão a crescer e a ficar mais fortes", disse ele. "A xenofobia, o racismo e o extremismo conquistaram uma parte significativa do público alemão e provam que o estrato democrático é frágil e vulnerável". 
Dois terços dos candidatos da AfD não acreditam que a presença israelita na Judeia e Samaria sejam o principal obstáculo para a paz. 
Três quartos dos políticos da AfD não querem que a Alemanha reconheça o 'Estado da Palestina' antes de que um acordo de paz com Israel seja assinado, enquanto 11% tendem a favorecer um reconhecimento unilateral. (Para comparar, 77% dos Verdes e 28% dos social-democratas tendem a apoiar o reconhecimento unilateral). 
Todos os candidatos da AfD disseram que a Alemanha deveria usar a sua ajuda financeira aos 'palestinos' para os pressionar a cessarem a sua incitação e glorificação do terrorismo. 
Dois terços disseram que "totalmente" não concordam com a decisão da União Europeia de rotular os produtos israelitas provenientes da Judeia e Samaria - ninguém expressou apoio à ideia (21% tendem a discordar da política e 12% não tinham opinião). 
69% "absolutamente" concordaram com a afirmação de que um tratado de paz abrangente deve incluir o reconhecimento de Israel como um Estado judeu. Apenas 3% "absolutamente" discordaram.

"O reconhecimento do direito de Israel a existir é pré-condição para toda solução pacífica do conflito árabe-israelita. Isso inclui enfaticamente o reconhecimento de Israel como um Estado judeu", disse von Storch. "Como qualquer outra nação, Israel tem o direito natural de proteger os seus cidadãos, garantir as suas fronteiras e salvaguardar a sua identidade cultural". 
No que diz respeito ao ensino do Holocausto, no entanto, a pontuação da AfD não parece tão grande. Enquanto 100% dos entrevistados do centro-esquerda, dos partidos de centro-direita e dos Verdes, disseram que "totalmente" concordam que é importante ensinar a geração jovem sobre a Shoah, na AfD, 38% "tendem a" concordar e 6% "tendem a" discordar.

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Nota sobre o último parágrafo do artigo do Times of Israel: 
Os partidos da Esquerda têm muito apreço pelos judeus... mortos. Mas só por aqueles que foram mortos pelos nazis, e a partir do momento em que a União Soviética deixou de ser aliada de Hitler. 
Já relativamente aos judeus mortos em massa pelos soviéticos ou aos cristãos mortos em massa pelos turcos, os partidos de Esquerda assobiam para o lado. Como assobiam com o presente Holocausto dos Cristãos.

 

domingo, 24 de setembro de 2017

Destruição da Alemanha em curso: Merkel ganha quarto mandato


A chanceler alemã mais popular desde Adolf Hitler mantém-se no lugar, rumo ao futuro previsível. 
Esta vitória significa mais imigrantes muçulmanos e mais crime que os acompanha, incluindo o assalto sexual por atacado de mulheres infiéis que se atrevem a sair de casa, e uma censura mais autoritária de vozes dissidentes, não apenas na Alemanha, mas em todo o mundo.

     A destruição da Alemanha está no horizonte, e aqueles que se opõem a ela ganharam 13,5% dos votos.



"Eleição de Alemanha: Merkel ganha quarto mandato"
BBC, 24 de Setembro de 2017:

     A chanceler alemã Angela Merkel foi reeleita para um quarto mandato nas eleições federais.

     A aliança conservadora CDU / CSU ganhou 32,5% dos votos, permanecendo o maior partido no Parlamento da Alemanha, de acordo com a sondagem da ARD.

     O seu parceiro de coligação, o SPD social-democrata, ganhou 20%.

     Enquanto isso, o AfD, um partido nacionalista anti-islâmico de direita, obterá 13,5%, emergindo como a terceira festa mais forte da Alemanha ....
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Os camisas castanhas nazis estão de volta à Alemanha, desta vez sob a forma de patrulhas-sharia islâmicas:



Chanceler alemã CORTEJA a Irmandade Muçulmana pró-nazi enquanto pede tolerância
 

A chanceler alemã, Angela Merkel, está a trair a sua nação e a juntar-se aos descendentes dos aliados muçulmanos de Hitler.
Merkel combate o movimento anti-islamização PEGIDA, ao qual chama racista, e participa em manifestações de apoio a líderes terroristas como Mahmoud Abbas e o primeiro ministro da Turquia, Ahmet Davutoglu.
Como se não fosse suficiente, Merkel participa em reuniões da organização terrorista Irmandade Muçulmana para mostrar a sua oposição aos protestos do PEGIDA.
Em nome da tolerância, Merkel alia-se a um grupo cuja história inclui uma aliança com os nazis. Neste vídeo, Arzu Merali fala sobre a decisão de Merkel de se opor ao PEGIDA. Merali é presença frequente no site da Irmandade Muçulmana:

De acordo com o The Guardian, Merkel aliou-se Conselho Central de Muçulmanos da Alemanha, um grupo da Irmandade Muçulmana:
    Angela Merkel juntou-se à comunidade muçulmana em Berlim para promover a tolerância, condenar os ataques em Paris e enviar uma repreensão ao crescente movimento anti-islâmico da Alemanha.

    "O ódio, o racismo e o extremismo não têm lugar neste país", disse ela num discurso hoje. "Somos um país baseado na democracia, tolerância e abertura ao mundo".

    A vigília na Porta de Brandemburgo em Berlim na terça-feira à noite é organizada pelo Conselho Central de Muçulmanos na Alemanha sob a bandeira "Vamos estar unidos. Terror: não em nosso nome! "

    A cerimónia começa com uma coroa de flores à porta da embaixada francesa, onde o chão está coberto com flores, velas e cartões de condolências.

    A coroa de flores é feita de canetas coloridas, símbolo da liberdade de expressão em homenagem às 17 vítimas do ataque ao jornal satírico Charlie Hebdo e posterior derramamento de sangue que abalou a França na semana passada.

Mais uma vez, Merkel está ao lado dos nazis, sob o pretexto de estar contra eles.



Hitler com o seu amigo e aliado líder da Irmandade Muçulmana Hajj Amin al-Husseini.

 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O lado nazi de Angela Merkel


"Muttie! Muttie!" - os alemães voltam a encantar-se com uma "Mãezinha" que pensa por eles...

Conclusão de:
Nota: Escolhemos para título deste post o título do artigo original de Theodore Shoebat. Não concordamos necessariamente com todas as opiniões do filho do ex-terrorista islâmico e hoje cristão Walid Shoebat ("Salvem os Cristãos"), mas achamos que merecem atenção.
PAZ FALSA  
A opinião geral é que a Alemanha é hoje uma nação de paz - o mesmo tipo de sentimento que existia antes da erupção da Segunda Guerra Mundial.  
Theodore Shoebat 
Após a Primeira Guerra Mundial, a Alemanha foi completamente reduzida à pobreza extrema. A nação alemã tornou-se um lugar absolutamente devastado.
A Alemanha, por toda a destruição que os seus soldados causaram na Primeira Guerra, ficou a dever biliões de dólares. Como os alemães não pagaram, os franceses invadiram o centro industrial da Alemanha, o Ruhr.  
Em 11 de Janeiro de 1923, dezenas de milhar de militares franceses entraram no Ruhr. 
Os civis alemães, aterrorizados e enfurecidos, viram-se diante de sessenta mil soldados franceses. Em Março desse ano, os franceses haviam cortado o Ruhr e a Renânia do resto da Alemanha.

Soldados franceses no Ruhr.

De volta à França, o veterano de guerra e parlamentar francês, Andre Maginot, exigiu que toda a área do Ruhr fosse queimada, como a Alemanha fez na França. 
Mas os franceses não estavam interessados ​​em destruir o centro industrial da Alemanha, eles estavam interessados ​​em apropriar-se do seu carvão. Os franceses exigiram que os alemães no Ruhr trabalhassem para abastecer a França com carvão. Mas os alemães resistiram, recusando-se a trabalhar. 
Os mineiros declararam que não cavavam, e não trabalharam. De 170 mil trabalhadores, apenas 357 concordaram em trabalhar. Os franceses tiveram que usar a força, e 147 mil homens, mulheres e crianças alemãs foram exilados. 
Centenas de trabalhadores ferroviários revoltaram-se, cometendo actos de sabotagem. Quatrocentos trabalhadores ferroviários foram presos e 120 alemães perderam a vida. 
Agora, há muitas pessoas que dirão que o que os franceses fizeram foi injusto. Mas, quando os alemães invadiram a França na Primeira Guerra Mundial, eles executaram milhares de civis franceses e atacaram até as igrejas. 
O que os franceses fizeram, fazendo com que alguns dos alemães trabalhassem para pagar a compensação por todos os horrores que a Alemanha cometeu contra os franceses, foi até bastante civilizado.
A ocupação francesa da terra alemã era efectiva; a taxa de câmbio foi reduzida de 7.260 para o dólar, para 49.000 pontos para o dólar. Em Junho desse ano, caiu para mais para 150 mil pontos para o dólar, e em Agosto, caiu para um milhão.
A fome foi desenfreada no Ruhr e dezenas de pessoas foram mortas em distúrbios por causa de pão. Foi tão mau que trezentas mil crianças famintas foram transportadas do Ruhr ocupado francês, para a Alemanha continental. 
Os alemães ficaram tão desesperados que começaram a pedir ajuda aos americanos e aos britânicos.
Os americanos estavam muito hesitantes em agir, com o secretário de Estado, Charles Evans Hughes, dizendo: "A América tem sido o único ponto de estabilidade do mundo e por esse motivo, absolutamente não conseguimos fazer nenhum movimento, a menos que com a certeza de que seja bem sucedido"
O presidente Harding não estava muito interessado em ajudar, porque ele não queria que a sua administração ficasse presa entre o Congresso e a Europa. Evans disse ao embaixador britânico, Lord D'Abernon, que os franceses e os alemães teriam que "gerir o seu próprio caos" até chegarem a um acordo. 
Em 20 de Julho, os britânicos fizeram a sugestão de que talvez pudesse ser feito algum tipo de cooperação entre Londres e Washington para ajudar com a controvérsia das reparações à França por parte da agora faminta Alemanha. Mas, as tensões ainda estavam altas entre a Alemanha e a França. Berlim encorajava os alemães do Ruhr a resistir suavemente aos franceses. E quando o primeiro-ministro francês, Raymond Poincaré, disse à Alemanha que pedisse a paragem das actividades da resistência, e Berlim se recusou, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha decidiram retirar-se da tensão. 
Em 1923, Gustav Stresemann tornou-se chanceler da Alemanha. Stresemann acreditava que a ascensão do império americano trouxera uma nova ordem mundial, em que o poder económico americano dominava a Terra. 
Stresemann, assim como os japoneses antes da Segunda Guerra Mundial, acreditava que, para que a Alemanha sobrevivesse, precisava de se conformar com a hegemonia americana e criar "uma esfera económica de tamanho americano na Europa Central"
Em 26 de Setembro, a Alemanha não poderia por mais tempo suportar a ocupação francesa do Ruhr, e chegou a acordo. A Alemanha, fraca e patética, mergulhou tão profundamente num estado lúgubre, longe do seu antigo poder, e teve que se submeter aos Estados Unidos e ao Entente para sobreviver.


Gustav Stresemann. 

A direita na Alemanha estava furiosa, abandonando o chanceler Streseman, tal era o seu ódio por ele. Não só isso, Streseman também foi abandonado pelo Partido Socialista. O partido de centro-direita de Stresemann, o Partido do Povo Alemão, foi deixado governar sozinho. 
Nessa altura, havia muitas facções na Alemanha. Os comunistas alemães estavam a tentar a conquista revolucionária do país, com os Marxistas estabelecendo o seu próprio estado dentro da Saxónia.
A extrema direita estava em alta na Baviera, onde os admiradores de Mussolini se congregaram, e um verborreico austríaco chamado Adolf Hitler começou a conspirar rebelião, numa ira violenta contra os franceses. 
Hitler começou por pedir aos nacional-socialistas que atacassem o Estado marxista da Saxónia. A guerra civil estava a ser fomentada, e Stresemann precisava acalmar a situação. 
Ele enviou as forças de defesa alemãs (Reichswehr), contra os comunistas e os nacional-socialistas. O chefe do Reichswehr, general Hans von Seeckt, respondeu que não se importaria em atacar os marxistas, mas que não iria contra os nacional-socialistas. 
O que é mais interessante é que von Seeckt estava fortemente envolvido na facilitação do genocídio dos arménios pelo Império Otomano. Enquanto os turcos chacinavam os cristãos, von Seeckt escreveu: "É impossível ser aliado dos turcos e defender os arménios. Na minha opinião, qualquer consideração, cristã, sentimental ou política, deve ser eclipsada pela clara necessidade do esforço de guerra".
General Hans von Seeckt com os seus soldados, 1925.

Von Seeckt apoiou os otomanos no seu genocídio e não desejava detê-los, e também não queria parar os nacional-socialistas na sua violência. 
O que  significa isto? Isto significa que os fascistas - os nacional-socialistas - viram os muçulmanos otomanos como outros fascistas. 
Quando Hitler invadiu a Polónia,  ordenou o extermínio dos polacos, e referiu tanto os mongóis quanto os otomanos - ambos os povos do sangue turco - como sua inspiração. 
Numa carta de 1939, Hitler escreveu:
"A nossa força consiste na nossa velocidade e na nossa brutalidade. Genghis Khan matou milhões de mulheres e crianças - com premeditação e um coração feliz. A História vê nele apenas o fundador de um Estado.
É-me indiferente o que uma fraca civilização da Europa Ocidental vai dizer sobre mim.
Eu emiti a ordem de que o nosso objectivo de guerra não consiste em alcançar certas linhas, mas na destruição física do inimigo. Consequentemente, coloquei as minhas as formações em prontidão - apenas no Oriente - com ordens para que enviassem a morte sem piedade e sem compaixão, a homens, mulheres e crianças de ascendência e linguagem polacas.
Só assim podermos obter o espaço vital (Lebensraum) que precisamos. Quem, afinal, fala hoje sobre a aniquilação dos arménios?".


 Um soldado do Terceiro Reich ao lado de civis mortos a tiros na Jugoslávia.

Os arménios foram destruídos pelos otomanos, e Genghis Khan e seus bárbaros passaram seis meses matando e saqueando a China. Estas foram as inspirações de Hitler, e ambas eram turcas.
O que torna isto interessante é que os alemães foram os que destruíram a parte ocidental do Império Romano, sob o guerreiro germânico Odoacer, no ano 476, e foram os turcos, no ano 1453, que destruíram a parte oriental do Império Romano. 
Em 1923, o principal barão de carvão e aço do Ruhr, Hugo Stinnes, e o estadista alemão, Konrad Adenauer, concluíram que os Estados Unidos não se preocupavam com a Alemanha e que nenhuma "ajuda significativa" deveria ser "esperada tanto da América ou a Inglaterra". 
Stinnes queria criar um "bloco continental" baseado no Ruhr e na Renânia, que seria capaz de resistir ao poder "anglo-saxão". O que isso me lembra é como as autoridades alemãs estão a falar hoje em relação aos Estados Unidos: eles dizem que os EUA já não estão interessados ​​em garantir a segurança da Europa e, portanto, uma nova ordem de política militar deve ser configurada.

Quando os alemães começaram a falar assim na década de 1920, os Estados Unidos ficaram com medo de uma Alemanha em ascensão, com uma economia que poderia ofuscar a dos EUA. Os americanos começaram então a tentar manter boas relações com os alemães.
Os britânicos também começaram a expressar a sua simpatia pelos alemães. O primeiro-ministro britânico Ramsay MacDonald chegou mesmo a condenar os franceses, chamando a ocupação da Alemanha pela França uma conquista de um país "debilitado e desarmado" por um "país bem armado e poderoso", e até mesmo como o triunfo do "mal". Para MacDonald, o único caminho para a prosperidade da paz era que a França cessasse "a sua política de vaidade egoísta".

Philip Snowden, o primeiro chanceler do Tesouro do Partido Trabalhista, condenou a ocupação francesa do Ruhr como a tentativa de "escravização" por parte da França "de sessenta ou setenta milhões das pessoas mais instruídas, mais industriosas e científicas".
Olhe-se para esta maneira de falar, para este elogio do povo alemão como uma espécie de raça elevada. É uma reminiscência do tipo de vã exaltação que você ouviria dos fanáticos da extrema-direita de hoje. Há outra situação que ocorreu na Europa, que também tem paralelo com o jargão de hoje. Quando os franceses ocuparam a Alemanha, não foram apenas tropas francesas, mas também auxiliares senegaleses. Algumas histórias começaram a espalhar-se sobre como os soldados senegaleses supostamente violavam mulheres alemãs. As histórias tiveram uma grande propaganda e provocaram a raiva dos nacionalistas. Um dos propagandistas foi um britânico chamado E.D. Morel, que retrataria os episódios como "Black Horror on the Rhine" ("Horror Negro no Reno"). Não surpreendentemente, Morel usou os episódios na propaganda contra a ocupação francesa da Alemanha, afirmando que a França queria "rasgar os pulmões e o coração do corpo vivo da Alemanha".

Simpatia pela Alemanha como uma nação cujas mulheres estão a ser estupradas por estrangeiros para despejar combustível nos incêndios do nacionalismo foi o que aconteceu então, e estamos a ver uma situação bastante semelhante hoje, com os casos de mulheres alemãs agredidas sexualmente por migrantes a serem usados ​​como meio de propaganda por neo-nazis.

Em Março de 1924, o chanceler Stresemann falou contra Hitler, cujo movimento nacional-socialista cresceu em popularidade. Falando para o Partido Popular Nacional Alemão de Direita (DNVP) em Hanôver, Stresemann disse que, embora fosse a coisa mais fácil tornar-se o homem mais popular da Europa ao juntar-se a Hitler, o populismo não era um caminho prudente. 
O "apelo por um ditador" era o pior "diletantismo político" para Stresemann. Mas, quando o DNVP concorreu às eleições em Maio de 1924, tornou-se o segundo partido no Reichstag. Mais de um quarto do eleitorado alemão votou na extrema direita. 19% dos votos foram para o DNVP e 7% foram para o Partido Nacional dos Trabalhadores da Alemanha Socialista (NSDAP) de Hitler. Stresemann rejeitou a sugestão de unir forças com os radicais nacionalistas do DNVP pois para ele pan-germanismo e o anti-semitismo não eram "adequados para exportação".

Hitler obteve 7% dos votos em 1924, e o chanceler da Alemanha expressou o seu desgosto com o nacional-socialismo. Se estivéssemos a viver naqueles tempos, a ideia de que a Alemanha voltaria ao militarismo teria sido inconcebível, porque a maré do nacionalismo teria parecido tão minúscula. Mas aconteceu, com a ascensão do nacional-socialismo a dominar o país.
Então, quem pode dizer que não acontecerá novamente? Os sentimentos dos poderes mundiais de desarmamento militar e paz perpétua impregnaram o mundo após a Primeira Guerra Mundial, como fazem hoje, sempre que se fala de  harmonia entre os países ocidentais.

Em 14 de Setembro de 1926, a Alemanha, a Itália, a Grã-Bretanha, a França e a Bélgica, ratificaram o Pacto de Segurança de Locarno, segundo o qual esses países concordaram em manter uma paz perpétua. Em 1927, o chanceler Stresemann recebeu o Prémio Nobel da Paz e, na sua aceitação em Oslo, declarou que o Pacto de Locarno era a realização de um sonho europeu comum, a visão carolíngia de que "Treuga Dei, a paz de Deus" que iria prevalecer

Da esquerda para a direita, Gustav Stresemann, Austen Chamberlain e Aristide Briand durante as negociações de Locarno.

Em 27 de Agosto de 1928, quinze nações, incluindo a Alemanha, reuniram em Paris para endossar um tratado que exigia que os seus signatários "condenassem o recurso à guerra para a solução de controvérsias internacionais e renunciassem a ela como um instrumento de política nacional nas suas relações com outras nações".

Após estes acordos e conversações de paz, houve verdadeiramente paz? Não. A Alemanha quebrou a sua palavra de paz. Então, o que nos faz pensar que a Alemanha não retornará à guerra?
Se as conversações de paz e a diplomacia são razões para acreditar que a Alemanha nunca voltará ao militarismo, então você cometerá o mesmo erro que os que  acreditaram que a diplomacia que foi realizada antes da Segunda Guerra Mundial era realmente credível.
Na destruição do Império Romano, houve alemães e turcos. Um da terra do Reno e o outro dos vales de Orkhon e Selenga. Belisário combateu os primeiros, enquanto muitos dos imperadores de Bizâncio combateram os segundos. Um dia, os escravos de Odin invadiram Roma e o trono do Ocidente caiu.

E depois de algumas centenas de anos, o povo de Osman esmagou a última sede do Império. Sob as mãos turcas morreu a civilização, deixando o mundo para reconstruir na tempestade do caos, com o conhecimento que tinha sido preservado. 
Antes de o Império otomano colapsar, os filhos de Caim desejavam atacar os indefesos filhos de Abel. Os otomanos mataram milhões de transportadores da Cruz - Arménios e Assírios, os cristãos da Grécia - e atrás do turco, veio o alemão. O primeiro foi batido, enquanto o último conseguiu um banho de sangue.

Muitas flores murcharam, muitas nascentes secaram, muitos Invernos foram e voltaram, e a espada de Odoacer e a espada de Mehmet voltarão a aparecer, prontas para destruir o mundo novamente, na sua guerra contra a Humanidade.

A questão que assoma na alma é: o que será da Cristandade?

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Com um Papa alinhado à esquerda e aparentemente indiferente ao Holocausto dos Cristãos, as perspectivas não são boas, Theodore Shoebat...