terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Alemanha: "Refugiados" fazem disparar a criminalidade em 92%

GOVERNO ALEMÃO admite finalmente que o aumento de 92% na criminalidade é proveniente exclusivamente da comunidade muçulmana de migrantes. 
Os números oficiais do governo alemão agora revelados mostram que o enorme aumento de 92% no crime e na violência na Alemanha é o resultado directo da invasão maciça de de saqueadores, estupradores, bandidos e jihadistas maometanos, que fingem ser refugiados, e que foram acolhidos no país pela chanceler Angela Merkel desde 2015. 

Invasores maometanos avisam que os dias dos europeus estão contados:


New Observer - De acordo com um estudo financiado pelo governo e realizado pelo criminologista Christian Pfeiffer, a invasão maciça de homens muçulmanos, na sua maioria jovens, "provocou um aumento do crime violento na Alemanha"
Usando o Estado da Baixa Saxónia como exemplo, o estudo revelou que, entre 2015 e 2016, houve um aumento de 10,4% na criminalidade, e que quase todos os crimes cometidos por não-brancos recém-chegados do norte da África, da África subsaariana e do Médio Oriente.

Invasores maometanos estupram crianças alemãs:


Os do norte de África são os mais propensos a cometer delitos, seguidos pelos sírios, afegãos e iraquianos. 

Invasores maometanos tomam liberdades com rapariga alemã (as escravas sexuais louras sempre foram muito cobiçadas pelos maometanos) e desta vez têm quem lhes responda:


As ruas da Alemanha nos dias de hoje estão dominadas pelos maometanos:



Como é comprovado pelas estatísticas referentes a roubos, Pfeiffer disse à ZDF que na Baixa Saxónia, os norte-africanos representam 31% de todos os "refugiados" presos por esse crime, apesar de representarem apenas 0,9%do número total de invasores que alegam ser "refugiados".

Confrontos entre facções maometanas rivais em Frankfurt:

Pfeiffer disse que o governo já não tem escolha senão iniciar um programa de repatriamento que ele estimou custará um bilião de euros.

Estatísticas do crime maometano na Alemanha em Agosto de 2016:

Christian Pfeiffer é um dos autores do estudo e é ex-director do Instituto de Pesquisa Criminal da  Baixa Saxónia.



BARE NAKED ISLAM

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ALEMÃ EM DESESPERO: "JÁ NÃO POSSO SAIR DE CASA SEM VERIFICAR SE LEVO SPRAY PIMENTA E UMA FACA!". 
Neste apelo de 7 minutos, esta mulher explica como está a ser impedida de viver na cidade onde nasceu. Por uma razão apenas, que ela não nomeia: por medo de ser chamada nazi.
Tem medo de ser atacada ou estuprada, especialmente à noite. Tem medo pelos filhos adultos caso estes sejam obrigados a andar na rua à noite. Pede que se organize uma marcha para protestar contra o crime fora de controlo e o estupro desenfreado de meninas e mulheres jovens. 
A Polícia não faz nada, porque a Polícia não se atreve a fazer seja o que for...  por medo de acusações de racismo anti-maometanos (embora os maometanos não sejam uma raça).  
A própria autora do vídeo  não nomeia a causa dos seus problemas, ou arriscaria prisão. A Polícia tens ordens de Angela Merkel para prender quem faça a mínima crítica aos maometanos. 
Apenas 13% dos eleitores votaram no único partido que teria feito algo para resolver este problema - a AfD (Alternative for Germany). Angela Merkel prometeu trazer menos migrantes maometanos este ano - apenas 220 mil - para juntar aos quase dois milhões que já trouxe desde 2015. 
As Marchas não vão mudar nada. Quanta miséria o povo alemão será forçado a suportar até que uma guerra civil estale?
BARE NAKED ISLAM



JÁ ESTA SENHORA ALEMÃ IDOSA, CHAMA OS BEZERROS PELOS NOMES: "SAIAM DO NOSSO PAÍS, FILHOS DA PUTA! E NÃO NOS CHAMEM INFIÉIS!":
Esta jovem alemã mostra que as mulheres são os novos homens: "Vocês querem que o nosso país se transforme nos países de onde eles vieram?".



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 COMENTÁRIO

É muito frustrante escrever num blogue como este. Poderíamos fazer diariamente centenas largas de posts como este e ficaria muito por contar. Mesmo um blogue apenas sobre, neste caso, a islamização da Alemanha, teria toneladas de material que não conseguiria tratar.
A invasão maometana está ser imposta às populações europeias, e quem se opõe, é preso, perde o emprego, corre risco de vida e em muitos casos é sacrificado ao deus Alá (vide caso Charlie Hebdo) - mas quem colabora com o Islão também é sacrificado (vide caso Padre Hamel). 
Os jornalistas são colaboradores activos na lavagem cerebral das populações e na popularização do estigma de que quem se opõe a ser invadido e exterminado é "racista,"nazi", "fascista", etc..


A nova Europa que os nossos líderes escolheram.

Está a ter lugar uma substituição populacional sistemática e está em germe uma guerra civil na Europa.  

Quem, como nós, apresenta objecções à invasão maometana, é catalogado como "nazi".  O que é tragicamente irónico, pois é precisamente a senhora Merkel que está a importar os velhos aliados maometanos, presumivelmente para fazer reviver o Nazismo:  
Destruição da Alemanha em curso: Merkel ganha quarto mandato
Merkel reeleita - Prepare-se para a ascensão do 4º Reich

Os maometanos na Europa (e em todo o lado) atacam prioritariamente judeus. 

Mais irónico ainda, é que o Nazismo é proibido, mas o Islamismo, que é muito pior, é permitido, louvado, promovido e imposto aos europeus e a outros povos:



ATREVA-SE A ABIR OS OLHOS:





ESTES CANAIS YOUTUBE SÃO UM TESOURO:


domingo, 21 de janeiro de 2018

Trump: 5 razões básicas para a embaixada em Jerusalém



Fez ontem 1 ano que Donald Trump tomou posse. Os jornalistas abriram os telejornais a difamar Trump sem o mínimo pudor (o jornalismo nos dias de hoje consiste basicamente nisso). 
Os jornalistas elegeram como a maior maldade do "Trâmpe" até agora, a transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém.
Os jornalistas nem fazem qualquer esforço para esconder a sua preferência pelo lado dos terroristas no conflito que opõe Israel ao mundo islâmico.
Os maometanos, por imposição religiosa, simplesmente não podem admitir a existência de Israel e dos judeus. Nem  a de todos os outros infiéis e respectivos países, como atesta a sangrenta História islâmica de 1400 anos.
A reivindicação maometana sobre Israel tem tanta razão de ser como a que eles fazem sobre Portugal e Espanha. E sobre o mundo inteiro.
Os jornalistas (visite a secção respectiva neste blogue) simpatizam abertamente com o terrorismo islâmico, mas quando esse terrorismo é contra Israel, são cúmplices activos e entusiastas. Mais do que Trump, mais do que tudo, os jornalistas odeiam Israel:

Tamanho relativo dos Estados Unidos e de Israel, a minúscula democracia do Médio Oriente.


Fazendo nossas as palavras do Counter Jihad, enumeramos as
5 razões pelas quais Donald Trump deve aplicar a Lei da Embaixada de Jerusalém e mudar a embaixada dos EUA para a capital da capital de Israel
Desde 1995, três administrações sucessivas usaram uma renúncia presidencial para impedir a embaixada dos Estados Unidos na capital de Israel. Isso acabou.
Jerusalém é a capital do Estado de Israel, um dos aliados mais importantes da América. Apesar disso, a Embaixada dos Estados Unidos está na cidade de Tel Aviv. Desde 1995, quando a Lei da Embaixada de Jerusalém foi aprovada esmagadoramente, três administrações sucessivas prorrogaram a transferência da embaixada dos Estados Unidos para a capital de Israel. O presidente deve transferir a embaixada para Jerusalém.

Aqui estão cinco razões:

1. Mudar a embaixada dos EUA reconhece que Israel, como qualquer outra nação soberana, é livre para designar a sua própria capital.
A Lei da Embaixada de Jerusalém reconheceu que "cada nação soberana, de acordo com o Direito Internacional e a prática universalmente adoptada, pode designar a sua própria capital". Para esse fim, o Acto exige que Jerusalém permaneça como uma "cidade indivisa" e que os Estados Unidos a reconheçam como a capital do Estado de Israel, que Israel declarou em 1949. Além disso, o Acto da Embaixada de Jerusalém foi aprovado com apoio bipartidário esmagador, passando em 1995 com 93-5 votos no Senado e 374-37 na Câmara.

2. Mudar a embaixada dos EUA para a capital de Israel diz ao mundo que apoiamos os nossos aliados.
Os países que se opõem a Israel interpretaram a recusa dos EUA de mudar a embaixada para Jerusalém como uma falta de legitimidade para a reivindicação de Israel sobre a Cidade Velha. Os Estados Unidos não devem continuar cúmplices dessa negligência grosseira para com o nosso aliado mais próximo da região.

3. A embaixada dos EUA em Jerusalém não será um "obstáculo para a paz", pois ficará sempre situada dentro de Israel seja qual for o acordo com a Autoridade Palestina.

O local proposto para a embaixada é um bairro em Jerusalém Ocidental que faz parte de Israel desde 1948. Não está numa área contestada pós-1967 e continuará a ser uma parte de Israel sob qualquer acordo futuro concebível.


4. Jerusalém é a capital religiosa e histórica do povo judeu e do Estado judeu de Israel.
 
Jerusalém é mencionada mais de 700 vezes nos livros sagrados judaicos; ao contrário, não é mencionada nem uma vez no Alcorão, nem é mencionada na Carta da OLP. Estejam onde estiverem, em todo o Mundo, os judeus rezam virados para de Jerusalém. Ao contrário, todos os muçulmanos se viram para Meca quando rezam. Jerusalém é a cidade mais sagrada da fé judaica e é a capital espiritual e política do povo judeu. Além disso, Jerusalém nunca foi o capital de qualquer outra nação excepto Israel - nem foi nunca uma cidade santa para os muçulmanos. Nenhum governante árabe a não ser o rei Hussein de Jordânia jamais visitou Jerusalém durante o período de 1948-1967 em que o regime jordano teve a soberania sem restrições sobre a parte oriental da cidade.


5. Jerusalém deve permanecer unida sob o controle israelita, porque somente Israel assegurará o acesso a todas as religiões.

Sob o domínio muçulmano (1948-1967), os judeus não podiam visitar ou praticar a sua religião em Jerusalém, e mais de 70% dos cristãos de Jerusalém foram forçados a fugir da cidade por causa da perseguição árabe. Hoje, a liberdade religiosa é concedida e garantida a todos pelo Estado de I
srael.

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COMENTÁRIO

- As 5 razões supracitadas são um resumo do óbvio. Se se interessa pelo assunto, pode consultar as nossas secções Jerusalém, História de Israel e Mitos sobre Israel
- Israel é o único país do Mundo a quem a ONU (hoje dominada pelas ditaduras islamistas e esquerdistas) nega o direito de existir - quanto mais o de escolher onde é a própria capital. A ONU, hoje em dia, existe quase exclusivamente para destruir Israel.


- Donald Trump, além de ter chegado para drenar o gigantesco pântano de Obama, Hillary, Kerry e Companhia, é particularmente detestável aos olhos dos bem-pensantes. É branco, é do sexo masculino, é heterossexual, é rico, é cristão, é popular, é conservador... e ainda por cima é amigo de Israel!
- Na nossa secção TRUMP temos dedicado algumas dezenas de posts a este homem, que representa talvez a última esperança contra a investida da Nova Ordem Mundial comunista-islamista-globalista:

Trump venceu - Contra a Nova Ordem Mundial

 Etc..


Um vídeo que está sempre a ser retirado:

 

- Trump foi eleito, apesar da fraude eleitoral em massa (vide os ilegais que votaram e as máquinas de votos do senhor Soros).
O mandato de Trump está a saldar-se por um enorme sucesso. 

 

  .
- Enumerámos as principais conquistas de Trump:

Em 2018, que Trump continue a sua caminhada triunfal!

Etc....



- A campanha global anti-Trump é a maior caça às bruxas da História moderna. O Pântano está em PÂNICO!
- A loucura está a chegar a um ponto em que as universidades (feudos tradicionais da esquerda, juntamente com os media e a "cultura"), estão a oferecer cursos de anti-Trumpismo:



Não estamos particularmente espantados:

“OH! VEJAM! UMA GALINHA!” - o curso universitário

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

AVAAZ - Tentáculos de Soros



A AVAAZ é mais uma farsa da esquerda radical organizada.

A esquerda colecciona grupos de activistas da mesma maneira que algumas pessoas coleccionam selos ou navios em garrafas.  É difícil imaginar a esquerda sem a série de grupos de activistas. Esses grupos têm sido uma das tácticas mais usadas e mais bem sucedidas da esquerda.

Esses grupos são um modo de vida para a esquerda, porque, como a maioria dos movimentos extremistas, cujos pontos de vista reais não seriam tão apelativos para a maioria dos seus apoiantes, a esquerda tem que disfarçar as suas verdadeiras crenças.

O exército de grupos que a esquerda coloniza permite-lhe também separar os moderados dos verdadeiros crentes. Além disso, a segmentação numa série infinita de grupos permite que a esquerda colecte ​​dados demográficos muito específicos e organize os seus grupos de aparência independente num grande movimento.

Essas técnicas foram largamente usadas pelo Partido Comunista Americano na década de 1930 e pela campanha de Obama em 2012.

Entre nos meandros da esquerda e desembocará numa sala de espelhos, onde cada organização é uma frente para outra organização, onde o dinheiro dos subsídios é transferido através de uma rede complexa de grupos de activistas, fundações familiares e diversas organizações sem fins lucrativos que compartilham escritórios e servidores web com algumas das mesmas organizações que financiam, onde os funcionários se movem à vontade, das organizações que financiam para as organizações que gerem.

A Avaaz é mais do que apenas outra palavra estrangeira na moda transformada em nome de organização. Mas também é muito menos do que isso. É apenas mais um reflexo no enorme salão de espelhos da esquerda.

No seu site, a Avaaz afirma possuir 17 milhões de membros, que se mobilizam por causas como a destruição de Israel e a luta contra corporações e ditadores em vários lugares. Os megafones da Avaaz nos media descrevem a organização como a maior rede de activistas online do mundo. Essa afirmação, como muitas mais sobre a Avaaz, é altamente duvidosa.

As prioridades da Avaaz são internacionais e a organização afirma ser totalmente administrada pelos seus membros, de tal forma que nem sequer se preocupa em listar os seus administradores ou membros do conselho directivo. Em vez de uma lista de pessoal, há apenas uma conversa vazia sobre "liderança pelos membros". Mas, claro, a Avaaz não é “liderada pelos membros”. Nem é a organização independente de base que finge ser.

Para começar, a Avaaz não é um grupo activista. É um lobby com meio milhão de salários pagos aos seus "membros-líderes", que não são nomeados no site.

Como a maioria dos grupos testa de ferro, a Avaaz tem uma história escondida. A  Avaaz foi co-fundada por Ricken Patel, que anteriormente trabalhava para o International Crisis Group de George Soros.

Patel trabalhava então para o MoveOn.org, cujo presidente, Eli Pariser, também é presidente do conselho e co-fundador da Avaaz. Tanto Patel quanto Pariser serviram na direcção da J Street, pelo que tudo indica que a Avaaz é apenas mais um braço do império de Soros, com uma fachada moderna para disfarçar o colaborador nazi bilionário que está por trás.

A Avaaz foi criada através da Res Publica, um grupo testa de ferro destinado a mobilizar a esquerda religiosa. A Res Publica não foi a lugar algum, mas a Avaaz retomou a tentativa da Res Publica de fazer a defesa on-line do MoveOn.org e fê-lo globalmente. A Avaaz não só recebe dinheiro de Soros, como angaria dinheiro para a máquina de Soros, através de esforços como uma campanha de angariação de fundos para a democracia birmanesa, onde as doações seriam administradas pelo Open Society Institute.

Soros e a sua Open Society Institute são o mastodonte da esquerda, e a pretensão desonesta da Avaaz de que é uma organização independente dedicada a dar voz aos seus membros, quando é afinal um projecto de veteranos experientes em manipulação da opinião pública, financiados por alguns dos maiores nomes da esquerda, é uma tentativa sem vergonha de enganar os seus membros, fazendo-os acreditar que eles são jogadores, em vez de peões.

Mas a verdadeira questão é se existe mesmo uma Avaaz. Certamente, há um site com esse nome cheio de petições, e são pagos salários aos seus funcionários, mas a organização em si parece ser mais ficção do que realidade.

As credenciais da Avaaz e as reivindicações de ser uma rede global de activistas que coordenam a advocacia internacional raramente foram questionadas, até a organização ter afirmado estar envolvida no terreno na Síria. Em Maio, a Avaaz afirmou ter desempenhado um papel de liderança no resgate de Paul Conroy, um fotógrafo ferido, da Síria. Mas Conroy afirmou nunca ter ouvido falar da Avaaz ou ter tido algum contacto com a mesma.

A Avaaz construiu a sua imagem de ter uma rede extensa na Síria ao descrever os membros do exército sírio livre como seus activistas. Wissam Tarif, o seu principal activista na Síria, é na verdade um homem libanês que foi apresentado como sírio em várias ocasiões. Mentiras como esta levantam questões reais sobre se a Avaaz é mais alguma coisa além de um site, alguns vídeos virais e algumas acrobacias desagradáveis.

O documentário Kony 2012 mostrou quão efectivamente uma pequena organização com uma presença na Internet exagerada pode criar a ilusão de representar um movimento maior. A Avaaz parece ser Kony 2012 num nível global, sem qualquer foco real, excepto a obsessão habitual da esquerda com o Estado judeu. A Avaaz não é um movimento. É uma propaganda online para os toxicodependentes esquerdistas do clique.

O que é a Avaaz realmente? O seu nome pode significar "Voz" em Persa, mas também pode significar auto-importância. A Avaaz mete-se em todas as questões da actualidade, não conseguindo nada, mas colhendo doações e endereços de e-mail que provavelmente serão úteis em projectos muito maiores para os grupos que estão a montante.

A Avaaz na verdade não faz nada de positivo, nem se destina a tal. A Avaaz garante a Ricken Patel um cheque mensal e mantém o dinheiro a entrar para um movimento que na verdade não é maior do que um site. O foco da Avaaz  é acompanhar as tendências da Internet, angariar fundos e reclamar protagonismo através de uma rede de activistas da Avaaz que na verdade não são activistas da Avaaz.

O salão dos espelhos da esquerda tem reflexos tão estranhos, que a luz se transforma em sombra, homens pequenos parecem grandes e grandes homens parecendo pequenos. Grupos testa de ferro como a Avaaz são criados pela esquerda para enganar os ingénuos, mas às vezes, como em todos os salões de espelhos, eles acabam por enganar até os enganadores.



Daniel Greenfield, FrontPageMag


Aconselhamos muito muito muito o blog do escritor Nova Iorquino Daniel Greenfield, o Sultan Knish.
Active o tradutor automático e aprecie a lucidez das análises deste membro incansável do Freedom Center. Também  no Gatestone.



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Aconselhamos também a leitura do artigo do Mídia Sem Máscara:

Você sabe o que é a AVAAZ? Ou: Do globalismo, Soros e o ativismo imbecil


http://midiasemmascara.org/

Este site é, para nós, obrigatório, e está em destaque na barra lateral. De vez em quando é alvo de ataque informático pelos Donos Disto Tudo...


Provavelmente quem nos lê também se preocupa, como nós, com a destruição da floresta nativa de Madagáscar para plantar palma, e com a consequente morte dos orangotangos e a perda do património biológico. 
Amigos dos animais, amantes da Natureza, também nós caímos na esparrela de subscrever as petições da Avaaz. Por causa dos orangotangos, das tartarugas, das florestas, dos rios e dos mares. 


É possível apoiar os orangotangos sem apoiar o terrorismo!

Cedo verificámos, contudo, que esta é mais uma organização da extrema-esquerda mais radical e pró-terrorista, que tem como objectivo principal a destruição de Israel. Indiferentes às atrocidades islâmicas globais (que apoiam, embora não o digam, para não perderem clientes), os patrões da AVAAZ usam tudo o que podem para difamar Israel.
Agora, por exemplo, todos os esforços da AVAAZ estão concentrados em beatificar a famosa Shirley Temper, uma rapariga árabe de 17 anos que faz vida de atacar soldados israelitas para as câmaras:


Apoiante da Indiferente à jihad global (e felicíssima com a 'INTIFACADA' contra os judeus) a AVAAZ visa acima de tudo a difamação e a destruição de Israel.
Para a AVAAZ, estas doces meninas são "vítimas" do exército israelita:

 


Acerca de George Soros: os anti-semitas batem bastante na tecla de que ele é judeu. De facto, o Soros nasceu judeu. Foi nazi na sua juventude (os tempos mais felizes da sua vida, segundo ele), mandou centenas de judeus para as câmaras de gás, e é dos maiores inimigos de Israel a nível global, empregando a sua fortuna e o seu génio maléfico na tentativa de erradicar Israel e os judeus da face da Terra.



Soros nos "tempos mais felizes da sua vida".


É um dos maiores patrocinadores da extrema-esquerda e de movimentos como a invasão islâmica do Mundo Livre.
Às vezes recebemos umas provocações dos que nos acusam do gravíssimo pecado de não odiarmos os judeus. O argumento preferido é a existência do anti-semita Soros.
Há pessoas assim. Se um judeu é canalha, aproveitam para clamar que todos o são. Como se não houvesse canalhas em todos os grupos humanos.
Soros é judeu e é dos seres humanos menos recomendáveis que por aí andam. Também são judeus tantos que o combatem. David Horowitz, Daniel Pipes, Dennis Prager,  Ben Shapiro, Pamela Geller, Andrew Klavan, Daniel Greenfield (autor deste artigo), etc., etc..
"Ah, mas isso é só para despistar!", dizem eles. Até teria graça, se não fosse triste. É o anti-semitismo-doença, que não tem cura.

- Temos uma pequena secção dedicada ao canalha global George Soros.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Netanyahu aprofunda os laços com a Índia, olhando para o futuro


Netanyahu disse que é importante para Israel que a Índia, uma das principais potências do mundo, queira estreitar laços com o Estado judeu. 
Por: Aryeh Savir, World Israel News 

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu concluiu o primeiro dia da sua visita de Estado histórica de seis dias à Índia no domingo, onde foi recebido calorosamente pelo primeiro-ministro indiano Narendra Modi no aeroporto. 
A visita oficial de Netanyahu celebra os 25 anos desde o estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países e ocorre cerca de seis meses após a histórica visita de Modi a Israel em Julho.

  
Netanyahu desembarcou em Deli, onde recebeu uma 'saudação surpresa' do Primeiro-Ministro Modi.


Reunido com o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Índia, Sushma Swaraj, Netanyahu disse que era "uma verdadeira honra e uma verdadeira alegria estar aqui"
"Há muito entusiasmo, não só nas nossas reuniões ao nível de governos e líderes, mas também nas pessoas. Eu vejo isso e é reconfortante", afirmou Netanyahu, dizendo que estava ansioso para melhorar ainda mais os laços entre os dois países. 
Em Hebraico, Netanyahu disse que é importante para o Estado de Israel que uma das principais potências do mundo, a Índia, queira desenvolver uma colaboração próxima em muitas áreas, incluindo economia, comércio, segurança e agricultura
Swaraj disse que os sentimentos positivos em torno da visita de Netanyahu eram "mútuos".

"Esse sonho tornou-se realidade" 
"Estávamos ansiosos pela vossa visita. Depois da visita do primeiro-ministro Modi, todos nós queríamos muito receber-vos na Índia. E hoje, esse sonho tornou-se realidade", disse o ministro. 
Swaraj enfatizou a amizade especial entre os dois países, lembrando as visitas recíprocas do ano passado, que reflectem o aprofundamento dos vínculos. 

O Presidente da República de Israel, Reuven Rivlin, e o Primeiro-Ministro da Índia, Narendra Modi.

Os laços entre os dois países estreitaram-se consideravelmente nos últimos anos, especialmente desde que Modi assumiu o cargo. 
O relacionamento teve um novo impulso durante a visita do presidente indiano Pranab Mukherjee a Israel em 2015 e a visita recíproca do presidente Reuven Rivlin à Índia em Dezembro passado. 
À noite, Modi deu um jantar em honra de Netanyahu e sua esposa Sara, na sua residência oficial em Nova Deli. 
Durante a visita oficial, serão realizadas reuniões profissionais entre as duas partes e serão assinados acordos bilaterais nos campos da energia, ciber-tecnologia e aviação.


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"Os judeus nunca experimentaram a perseguição na Índia" - lembra Netanyahu.
Numa conferência de imprensa conjunta em Nova Deli, Netanyahu chamou ao seu homólogo indiano "um líder revolucionário no melhor sentido da palavra" revolução":


"Durante 2.000 anos, o povo judeu sofreu a perseguição em muitos países, mas nunca na Índia", disse o primeiro-ministro israelita ao seu homólogo em Nova Deli. 
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu agradeceu a Narendra Modi, "não só pela honra que me deu, mas também ao povo de Israel e ao Estado de Israel". 
Modi foi o primeiro líder da Índia a visitar Israel, disse Netanyahu, chamando a essa visita um evento histórico, especialmente para os israelitas de origem indiana. 
Em 2.000 anos, judeus na Índia nunca experimentaram anti-semitismo, observou o primeiro-ministro israelita.

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Órfão sobrevivente do ataque terrorista de Bombaim regressa ao local de ataque


Quase 10 anos depois de os seus pais, os emissários do movimento Chabad, o rabino Gavriel e a esposa Rivka Holtzberg, terem sido assassinados por terroristas islâmicos na Índia, Moshe Holtzberg, de 12 anos, regressou ao local pela primeira vez.  
Moshe Holtzberg retornou pela primeira vez ao local do ataque em Mumbai, na Índia, onde os seus pais foram assassinados. Moshe juntou-se ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu numa cerimónia para descerrar uma placa memorial que homenageia os seus pais no Centro Chabad de Bombaim, onde foram mortos num ataque terrorista islâmico. 
A placa servirá como primeira pedra para o memorial planeado para o local, que incluirá o apartamento onde viviam os Holtzberg e o sítio exacto onde ocorreram os assassinatos. 



Moshe tinha apenas dois anos quando os seus pais foram assassinados, juntamente com outras seis pessoas, no Centro Chabad, que foi um dos alvos de 10 islamistas radicais que se infiltraram Mumbai e abateram 166 pessoas durante três dias de terror. 


Sandra SamuelMoshe Holtzberg.


Moshe foi salvo pela sua ama indiana, Sandra Samuel, que o protegeu durante o a matança, e viajou com ele para Israel, onde recebeu cidadania em 2010. Ela permanece em contacto directo com Moshe, que vive com os seus avós maternos em Afula.





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Quando Modi esteve em Israel, foi saudado na sua Língua natal:


Agora, os indianos retribuíram. Vídeo aqui.


"Temos encontrado aqui muito amor", diz Netanyahu no Taj Mahal
"Na Índia, temos encontrado muito amor, amor por Israel, e aqui estamos no templo do amor", disse Netanyahu ao visitar o famoso Taj Mahal.


O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e sua esposa, Sara, chegaram a Nova Deli para uma histórica visita de seis dias à Índia, onde o líder israelita e o seu homólogo, Narandra Modi, estão a reforçar os laços entre os dois países em muitas áreas. 
Acompanhado pelo monge e político Yogi Adityanath, ministro-chefe do Uttah Pradesh, um Estado no norte da Índia, o primeiro-ministro israelitae sua esposa fizeram escala para visitar o magnífico Taj Mahal. 
"Este é um momento de descontracção numa visita muito intensiva. Gostaria de agradecer ao primeiro-ministro indiano Modi também por nos proporcionar este momento. Na Índia, temos encontrado muito amor, amor por Israel, e aqui estamos no templo do amor".

Fontes: United With Israel e World Israel News


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Israel e a Índia são desde sempre alvos primordiais da política islâmica de invasão e genocídio. Ambos os países foram obrigados pelas potências coloniais europeias a dar grande parte aos muçulmanos (a Jordânia e Gaza; e o Paquistão, respectivamente). Israel e a Índia vivem cercados de países islâmicos (todos ditaduras, obviamente), que lhes negam o direito de existir. Ambos os países são obrigados a manter dentro das suas fronteiras uma população hostil, que não é leal ao Estado e que apoia a aspiração islâmica do Califado Global. Israel e Índia só têm a ganhar em se unirem.

A aliança do Leão Israelita com o Tigre Indiano:



Israel e Índia inovam, para um futuro melhor:

 

Longa vida a esta aliança!