terça-feira, 3 de março de 2015

Discurso de Netanyahu no Congresso, hoje


 

Hoje, perante o Congresso norte-americano, o primeiro-ministro de Israel avisou o Mundo para o perigo que o Irão representa para o Mundo, não apenas para Israel.
Uma semi transcrição do seu discurso:
O regime islamista iraniano anuncia abertamente, nas redes sociais, em discursos internos e externos, a intenção de destruir Israel e exterminar os judeus.
Desde a deposição do Xá e da instalação do regime dos aiatolas que o Irão ambiciona ser o líder do mundo islâmico, e, por extensão, de todo o Mundo, pois o Islão visa o Califado Global.
O Irão tem um regime brutal, onde não existem direitos humanos, e é o fornecedor destacado de terroristas, armas, treino terrorista, para atacar alvos de todo o Mundo Livre. O primeiro-ministro de Israel enumerou alguns dos ataques mais conhecidos.
Metade do Médio Oriente  está nas mãos do regime iraniano, que continua a sua marcha triunfante rumo ao domínio global.
Mudanças, moderação, têm sido tentadas. Mas o regime prossegue, cada vez mais feroz, quer dentro quer fora de fronteiras. O Irão dos aiatolas matou mais gente que Osama bin Laden
A ideologia do regime xiita do Irão é da jihad mais sangrenta, e  compete com o ISIS (sunita) pela liderança do Califado Global. O Irão é uma ameaça para o Mundo tanto quanto o é o ISIS. A maior ameaça do mundo de hoje é o Islão radical e o poder nuclear. Disso depende o nosso futuro.
Se o acordo que está a ser negociado for avante, o Irão vai obter bombas atómicas. Toda a gente pode acompanhar estas realidades em sites fidedignos de notícias na Internet. O Irão está a preparar-se para ser uma potência nuclear, com milhares de unidades fabris. O Irão anuncia a sua intenção de as usar.
O tempo já escasseia para deter o Irão. Os inspectores internacionais não fazem NADA para deter a escalada nuclear do Irão, apenas documentam. O Irão brinca com os inspectores, esconde os pormenores que lhe interessam, mostra e esconde o que bem lhe  apraz. Israel monitoriza toda a actividade, à distância.
O Irão é um regime terrorista, em que não é possível ter um parceiro sério e fiável. O Irão pode obter a bomba atómica em breve, mesmo observando as restrições em vigor. É apenas uma questão de tempo. Daqui a 10 anos, na pior das hipóteses, o Irão pode ser uma potência nuclear globalmente letal.
John Kerry confirma-o. O maior patrocinador do terrorismo global pode estar a semanas de ter urânio enriquecido suficiente para ter arsenal atómico. E continua a esconder e a mostrar apenas o que lhe interessa, a jogar ao gato e ao rato.
O acordo em vigor não impede o Irão de ter a bomba - pelo contrário, abre-lhe caminho para tal.
Há 36 anos que os aiatolas governam o Irão, e a  sua apetência pelo terror só tem crescido. É utópico esperar que mude. A política ocidental para com o Irão permite-lhe o melhor de dois mundos: prosperidade interna, agressão externa.
Se as potências do Médio Oriente tiverem aceso ao poder nuclear, um pesadelo global atómico estará à vista. Se sem esse armamento reina o caos e o terror, é de prever que as coisas só piorem
 O Irão deve parar de ameaçar os seus vizinhos no Médio Oriente, deve parar de fomentar o terrorismo islâmico global e deve parar de tentar extinguir o Estado de Israel, o único Estado Judaico do Mundo!
Se o Irão mudar o seu comportamento, as restrições devem ser levantadas. Se o Irão quiser ser tratado como um país normal, deve proceder como um país normal.
Há quem diga que é inevitável que o Irão seja uma potência nuclear. Não é verdade. Sem as suas centrais o Irão tem a tecnologia mas não tem os meios. O Irão pode e deve ser travado.
Se o Irão ameaçar abandonar as negociações, tal será apenas um bluff. Eles precisam das negociações, mais do que o Mundo Livre. 
Há um ano que Netanyahu diz que nenhum acordo é melhor que um mau acordo. E este é um mau acordo. A alternativa a um não acordo não é a guerra: é um acordo muito melhor.
Um acordo que não deixe o Irão com capacidade nuclear até que a sua agressão global acabe.
Podemos escolher uma ou outra opção. Um Irão não nuclear é uma melhor opção para o futuro da Humanidade. Não só a sobrevivência de Israel está em jogo, mas a paz global que todos desejamos.
Enfrentar regimes obscurantistas e assassinos não é fácil, como pode testemunhar o sobrevivente do Holocausto e Prémio Nobel Elie Wiesel - referiu Netanyahu. Wiesel esteve presente e o primeiro-ministro de Israel garantiu-lhe que fará todo o possível para evitar um novo Holocausto.
Os dias em que os judeus tinham que se resignar a serem chacinados, acabaram. Os judeus têm direito à vida, e a viver em paz na sua Terra. Os judeus têm o direito de se defender dos que os querem exterminar.
Mesmo que fique sozinho, Israel defender-se-á. Mas Netanyahu conta com a aliança com os Estados Unidos, porque a História de Israel não é apenas a História dos Judeus, mas do espírito humano que se recusa  a submeter-se.
Moisés conduziu os judeus de regresso à sua Terra. "Sejam fortes e decididos. Não temam." - disse Moisés ao seu povo. O mesmo disse Netanyahu, pedindo que Deus abençoe Israel e os Estados Unidos.
Uma ovação tremenda saudou estas palavras.

Purim: Envie um abraço às vítimas do terrorismo


Caros amigos,
Tal como acontece um pouco por todo o mundo, os terroristas islâmicos não poupam os cidadãos de Israel. As crianças são os alvos preferenciais, e as escolas e infantários são atingidos diariamente pelos mísseis do Hamas, do Hezzbollah e de outros bandos de assassinos.


Em Março de 2013, Adva Biton conduzia o carro levando as suas três filhas a caminho de casa . O carro foi atacado à pedrada. As filhas de cinco e quatro anos de idade ficaram levemente feridas, mas a sua filha Adele, de três anos de idade, ficou gravemente ferida. Morreu no dia 17 de Fevereiro deste ano, depois de quase dois ano em coma.

Os hospitais, as sinagogas, os bairros residenciais, os transportes públicos, e todos os locais onde as vítimas civis possam ser em maior número possível, são atingidos por mísseis, atiradores, bombistas, ataques por atropelamento, à pedrada ou à facada (mostramos um ou outro ataque, dos muitos que os terroristas cometem, só para terem uma ideia).
Jardim de infância bombardeado pelos terroristas - o dia a dia em Israel:


Os ataques contra cidadãos israelitas partem de Gaza, dos terroristas do Hamas, ou são cometidos dentro de Israel, pelos colonos árabes, sob o incitamento de organizações terroristas como a Autoridade "Palestina" e clérigos islamistas de todo o mundo.

Milhares de vítimas civis, com destaque para as crianças, sofrerem ataques ou perderam os seus entes queridos, às mãos do terrorismo islâmico

No dia 22 de Fevereiro deste ano, o presidente da câmara da cidade de Jerusalém, capital de Israel,  Nir Barkat, enfrentou um esfaqueador árabe, em plena Praça Tzahal, à luz do dia.
Este jovem colono árabe muçulmano é dos muitos que respondem aos apelos do bando islamista Fatah, liderado pelo terrorista Mammoud Abbas, presidente da Autoridade "Palestina". As câmaras de vigilância captaram a intervenção corajosa do presidente, que dominou o criminoso:

A organização United With Israel todos os anos distribui cestos de Purim pelas vítimas e seus familiares. Purim é uma festividade tradicional judaica, que explicámos sucintamente neste post.
Vítima do terrorismo com cestos de Purim, fornecidos pela United With Israel, graças à generosidade dos doadores.
Se tiver uns tostões de que possa dispor, o seu contributo pode levar um cesto de Purim a uma criança vítima do terror. E se lhe quiser acrescentar uma mensagem pessoal, vai saber-lhes ainda melhor.
Se puder e quiser enviar um presente a uma destas vítimas inocentes, clique aqui, sff.. Se não puder dar um contributo financeiro, dê o seu contributo orando pela Paz, defendendo a causa da Verdade contra o ódio, a difamação antissemita e a deslegitimação de Israel.
Se ainda não é membro da família United With Israel, basta ir ao site e clicar para receber a newsletter. A união faz a força!
Crianças da cidade de Sderot sob fogo terrorista. Isto o seu telejornal não mostra. Só lhe mostra quando Israel, após muito sofrimento, vai de peito aberto destruir os redutos dos terroristas, que por sua vez usam as próprias crianças como escudos humanos:


Não feche os olhos à realidade. Não odeie as vítimas nem idolatre os criminosos, como fazem a Imprensa e largos sectores da sociedade, ainda presos a um inconsciente colectivo de antissemitismo irracional. Se der esse passo na sua consciência, esse será um precioso cesto de Purim. Que Deus nos abençoe a todos.


segunda-feira, 2 de março de 2015

Discurso de Benjamin Netanyahu na AIPAC


 AIPAC,(American Israel Public Afairs Committee )

Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu: "Obrigado! Uau, 16.000 pessoas! Alguém aqui é da Califórnia? Florida? Nova Iorque..???

Bem, essas são as mais fáceis.  Colorado? Indiana? Montana?
Texas?

Vocês estão aqui em número recorde. Você estão aqui de costa a costa, de todas as partes desta grande Terra. E vocês estão aqui num momento crítico. Vocês estão aqui para dizer ao mundo que os relatos sobre o fim das relações Israel-EUA não só são prematuros, como estão errados.

Vocês estão aqui para dizer ao mundo que a nossa aliança está mais forte do que nunca.

E por causa de vocês, e de milhões como vocês, em todo este grande País, vão ficar ainda mais fortes nos próximos anos.

Obrigado Bob Cohen, Michael Kassen, Howard Kohr e toda a liderança da AIPAC. Obrigado pelo vosso incansável trabalho, dedicado a reforçar a parceria entre Israel e os Estados Unidos.

Quero agradecer, mais especialmente, aos membros do Congresso - aos democratas e aos republicanos. Aprecio profundamente o vosso apoio constante a Israel. Vocês têm a nossa gratidão sem limites.

Quero agradecer ao presidente Zeman da República Checa. Sr. Presidente, Israel nunca se esquece dos seus amigos. E o povo checo sempre foi amigo leal de Israel e do povo judeu, desde os dias de Thomas Masaryk, no início do Sionismo.
Você sabe, Sr. Presidente, quando eu entrei no exército de Israel, em 1967, recebi uma espingarda Checa. Essa foi uma das espingardas que nos foram dadas pelo seu povo em tempos de necessidade, em 1948. Por isso, obrigado por estar aqui hoje.


Netanyahu e Obama aos 23 anos. Netanyahu servia nas Forças Especiais do IDF. Obama fazia parte de um grupo de consumidores de drogas, o Choom Gang.

Também aqui estão dois grandes amigos de Israel, o ex-primeiro-ministro de Espanha, José Maria Aznar, e, o desde o mês passado ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros canadiano, John Baird. Muito obrigado pelo vosso apoio inabalável. Você são verdadeiros campeões de Israel, e são, também, campeões da Verdade.

Também quero agradecer ao embaixador dos EUA em Israel, Dan Shapiro, pela sua amizade genuína, e, Dan, pelo grande trabalho que você está a fazer, representando os Estados Unidos no Estado de Israel.

E quero agradecer aos dois Rons. Quero agradecer ao embaixador Ron Prosor pelo trabalho exemplar que ele está a fazer na ONU, um fórum muito difícil. E quero agradecer ao outro Ron, um homem que sabe como enfrentar a adversidade, o embaixador de Israel nos Estados Unidos, Ron Dermer. Ron, eu não poderia estar mais orgulhoso de tê-lo a representar Israel em Washington.

E, finalmente, quero agradecer à minha esposa, Sara, cujo coragem diante das dificuldades é uma inspiração para mim. Sara divide o seu tempo como psicóloga infantil, como mãe amorosa, e nos seus deveres públicos como esposa do primeiro-ministro. Sara, eu estou tão orgulhoso de ter-te aqui comigo hoje, por te ter ao meu lado, sempre.
Benjamin e Sara  Netanyahu no Aeroporto Ben-Gurion, este sábdo à noite, antes de partida para  Washington.

Meus amigos, eu trago saudações para vós desde Jerusalém, a nossa capital indivisível e eterna.

E também trago uma notícia que podem não ter ouvido: falarei no Congresso amanhã.
Nunca se escreveu tanto sobre um discurso antes de este ter sido proferido. Não vou falar hoje sobre o conteúdo desse discurso, mas quero dizer algumas palavras sobre o seu propósito.

Primeiro, deixem-me esclarecer que o objectivo não é o que se diz. O meu discurso não se destina a mostrar qualquer desrespeito ao presidente Obama ou à popular administração que ele lidera. Tenho um grande respeito por ambos.

Aprecio profundamente tudo o que o presidente Obama tem feito por Israel, a cooperação em segurança, a partilha de informação, o apoio na ONU, e muito mais, coisas que eu, como primeiro-ministro de Israel, não posso divulgar, nem mesmo a vós, porque isso permanece no reino das confidências que são mantidas entre um presidente americano e um primeiro-ministro israelita. Estou profundamente grato por este apoio, e por isso você devem estar também.
O meu discurso também não se destina a injectar Israel no debate partidário americano. Uma razão importante pela qual a nossa aliança tem crescido década após década é que ela tem sido defendida por ambas as partes, e assim deve permanecer.
Presidentes, tanto democratas e republicanos, têm trabalhado em conjunto com os amigos de ambos os lados do corredor no Congresso, para fortalecer Israel e a aliança entre os nossos dois países, e, trabalhando juntos, eles forneceram assistência militar a Israel e apoio nos contra mísseis. Vimos como isso é importante no Verão passado.

Trabalhando juntos, eles fizeram de Israel o primeiro parceiro de comércio livre  da América, há 30 anos, e o seu primeiro parceiro estratégico oficial no ano passado.

Apoiaram Israel na sua Defesa em tempo de guerra e nos nossos esforços para alcançar uma paz duradoura com os nossos vizinhos. Trabalhando juntos fizemos Israel mais forte; trabalhando juntos temos feito a nossa aliança mais forte.
E é por isso que a última coisa que quer qualquer pessoa que se preocupe com Israel, a última coisa que eu quero, é que Israel se torne uma questão partidária. E lamento que algumas pessoas tenham entendido mal  a minha visita desta semana. Israel sempre foi uma questão bipartidária. Israel deve permanecer sempre uma questão bipartidária.

Senhoras e senhores, o propósito do meu discurso ao Congresso amanhã é falar sobre um possível acordo com o Irão que poderia ameaçar a sobrevivência de Israel. O Irão é o Estado patrocinador principal do terrorismo no mundo. Olhem para este gráfico. Olhem para esse mapa. Ele revela que o Irão arma e envia terroristas para os cinco continentes. O Irão envolve todo o mundo com os seus tentáculos de terror. Isto é o que o Irão está a fazer agora sem armas nucleares. Imaginem o que o Irão fará com armas nucleares.
É este mesmo Irão que promete aniquilar Israel. Se ele desenvolver armas nucleares, terá os meios para atingir esse objectivo. Não podemos deixar que isso aconteça.

Agora mesmo: enquanto a administração Obama continua a negociar a nuclearização do Irão e a considerar  Israel um inimigo, líder iraniano Ali Shirazi  ameaça hastear a bandeira do Islão na Casa Branca. (Ver nota final).
Como primeiro-ministro de Israel, tenho a obrigação moral de falar desses perigos, enquanto ainda há tempo para os evitar. Por dois mil anos, o meu povo, o povo judeu, foi apátrida, indefeso, sem voz. Estávamos totalmente impotentes contra os nossos inimigos que juraram destruir-nos. Sofremos implacável perseguição e ataques horríveis. Não podíamos falar em nosso próprio nome, e não nos podíamos defender.
Isso não acontecerá mais. Nunca mais.

Os dias em que o povo judeu suportava passivamente as ameaças de nos aniquilarem, esses dias acabaram. Hoje, no nosso Estado soberano de Israel, nós defendemo-nos. Somos capazes de nos defender, nós aliados com outros, e, o mais importante, com os Estados Unidos da América, somos capazes de defender a nossa civilização comum contra as ameaças comuns.
Na nossa parte do mundo, e, cada vez mais, em todas as partes do mundo, ninguém faz alianças com os fracos. Todos procuram aqueles que têm força, aqueles que têm vontade, aqueles que têm a determinação de lutar por si mesmos. É assim que as alianças são formadas.

Nós defendemo-nos, e ao fazê-lo, criamos as bases de uma aliança mais ampla.

E hoje, já não somos forçados ao silêncio; hoje, temos uma voz. E amanhã, como primeiro-ministro do primeiro e único Estado judeu, eu pretendo usar essa voz.

Eu pretendo falar sobre um regime iraniano que ameaça destruir Israel, que devora país após país no
Médio Oriente, que exporta terror para todo o mundo e que está a desenvolver a capacidade de fabricar armas nucleares.

Senhoras e senhores, Israel e os Estados Unidos concordam que o Irão não deve ter armas nucleares, mas discordam sobre a melhor maneira de impedir o Irão de desenvolver essas armas.

As divergências entre os aliados são naturais ao longo do tempo, mesmo entre os mais próximos dos aliados. Porque há importantes diferenças entre a América e Israel.

Os Estados Unidos da América são um país grande, um dos maiores. Israel é um país pequeno, um dos menores.

A América vive numa das regiões mais seguras do mundo. Israel vive na região mais perigoso do mundo. A América é o poder mais forte do mundo. Israel é forte, mas é muito mais vulnerável. Os líderes americanos preocupam-se com a segurança do seu país. Os líderes israelitas preocupam-se com a sobrevivência do seu país.

Acho que estão aqui as diferenças. Sou primeiro-ministro de Israel há nove anos. Não houve um único dia em que não me ocupasse com a sobrevivência do meu país e com as acções a tomar para garantir que essa sobrevivência, nem um dia.
E por causa dessas diferenças, América e Israel tiveram alguns desentendimentos graves ao longo dos nossos quase 70 anos de amizade.

Começaram em 1948. O secretário de Estado Marshall opôs-se à intenção de David Ben-Gurion de declarar a independência do Estado. Isto é um eufemismo - ele opôs-se veementemente. Mas Ben-Gurion, entendendo o que estava em jogo, fui em frente e declarou a independência de Israel.
Em 1967, quando um laço árabe foi apertado em torno do pescoço de Israel, os Estados Unidos advertiram o primeiro-ministro Levi Eshkol de que, se Israel agisse sozinho, estaria sozinho. Mas Israel agiu - agiu sozinho para se defender.

Em 1981, sob a liderança do primeiro-ministro Menachem Begin, Israel destruiu o reactor nuclear em Osirak. Os Estados Unidos criticaram Israel e suspenderam as transferências de armas por três meses. E, em 2002, após a pior onda de ataques terroristas palestinos na história de Israel, o primeiro-ministro Sharon lançou a Operação Escudo Defensivo. Os Estados Unidos exigiram que Israel retirasse as suas tropas imediatamente, mas Sharon continuou até que a operação foi concluída.

Há uma razão para eu mencionar tudo isto. Eu menciono-o porque apesar de discordâncias pontuais, a amizade entre os EUA e Israel ficou mais e mais forte, década após década.

E a nossa amizade vai superar o desacordo actual, e ficar ainda mais forte no futuro. E digo-vos porquê; porque partilhamos os mesmos sonhos. Porque nós oramos e esperamos e aspiramos a um mesmo mundo melhor; porque os valores que nos unem são muito mais fortes do que as diferenças que nos dividem. Valores como a liberdade, a igualdade, a justiça, a tolerância, a compaixão.

Enquanto a nossa região se afunda na barbárie medieval, Israel é a única nação que defende esses valores comuns para nós e para nós.
Enquanto Assad bombardeia o seu próprio povo, os médicos israelitas tratam as suas vítimas nos nossos hospitais do outro lado da fronteira, nos Montes Golan.
Enquanto os cristãos no Médio Oriente são decapitados e as suas comunidades antigas são dizimados, a comunidade cristã de Israel está a crescer e a prosperar. É a  única comunidade cristã em que tal acontece, no Médio Oriente.
Enquanto as mulheres da região são reprimidas, escravizadas e estupradas, as mulheres em Israel são ministras, CEOs, pilotos de caça, e duas mulheres chefiam consecutivamente o Supremo Tribunal. Isso é muito bom.

Num escuro, selvagem, e desesperado Médio Oriente, Israel é um farol de humanidade, de luz e de esperança.
Senhoras e senhores, Israel e os Estados Unidos vão continuar a estar juntos, porque a América e Israel são mais do que amigos. Nós somos como uma família. Somos praticamente 'mishpocha' *.

- Em Iídiche, uma rede familiar que inclui parentes de sangue, por casamento, e às vezes amigos chegados; um clã. 
 


As divergências na família são sempre desconfortáveis, mas devemos sempre lembrar que somos uma família. 
Partilhamos uma herança comum, a defesa dos valores comuns, um destino comum. E essa é a mensagem que eu vim aqui trazer hoje. A nossa aliança é sólida. A nossa amizade é forte. E com os vossos esforços ela vai ficar ainda mais forte nos próximos anos.
Obrigado, AIPAC. Obrigado, América. Que Deus vos abençoe a todos. "


NOTA - Os acontecimentos estão a precipitar-se, a poucas horas do discurso de Netanyahu. Algumas fontes afirmam que Obama deu ordem para abater os aviões israelitas se estes atacarem as instalações nucleares do Estado terrorista do Irão.
O líder iraniano Ali Shirazi faz eco das declarações de  Abu Mosa do Estado Islâmico e ameaça hastear a bandeira do Califado na Casa Branca, segundo a agência de notícias árabe Al Arabiya:
“Eu digo à América que o Califado Islâmico foi restabelecido e não recuará. Não sejam cobardes e deixem de nos atacar com drones. Mandem-nos os vossos soldados, os mesmos que nós humilhámos no Iraque. vamos humilhá-los em todo o lado, por Alá. E vamos hastear a bandeira de Alá na Casa Branca".
Junte-se aos que oram pela Paz.

O Pior Inimigo de Israel





O pior inimigo de Israel à face da Terra está na Casa Branca

Nunca pensei que um dia iria escrever um título como este que dei a este artigo.
Mas hoje, tenho que reconhecer a realidade como ela é.

Esperava o pior de Barack Obama, a partir do momento em que ele foi eleito. Barack Obama foi ainda pior do que eu imaginava. E tem ainda dois anos de mandato.

Eu sabia que Obama odiava Israel, e escrevi-o.
Barack Obama odeia Israel mais do que eu pensava.

Considero agora que, sob a sua presidência, as engrenagens estão montadas para levar à destruição de Israel.

O acordo iminente entre Obama e os mulás iranianos* parece prestes a ser finalizado. Se este for o caso, isso significará que o Irão será uma potência com armas nucleares,  totalmente livre para usar o terrorismo para atingir os seus fins.

* Nota nossa: O autor refere-se às negociações do grupo P5+1, que estão prestes a conceder armas nucleares ao Irão, Ver etiqueta IRÃO. O Irão anda há anos a ameaçar destruir Israel e nós temo-lo demonstrado, com vídeos de discursos dos líderes, manifestações em massa e estudo da escatologia muçulmana.
Os mulás sabem que o país muçulmano que destruir Israel tornar-se-á a grande potência indiscutível no mundo muçulmano para as próximas décadas. Eles querem estar lá. E, é terrível de se dizer, Obama sabe disso, e aceita-o.

- Muitas vezes o temos lembrado...

Obama está disposto a sacrificar Israel no altar da reconciliação EUA-Irão. Esta reconciliação também é prejudicial para os Estados Unidos, é claro, mas o único país que Obama  odeia (quase) tanto quanto Israel são os Estados Unidos.


Obama e sua administração escondem de Israel dados essenciais do acordo que está a tomar forma. Os mulás iranianos são tratados como parceiros por Obama. Israel é tratado como uma potência inimiga.

Obama fez todos os possíveis para que Netanyahu não fosse falar perante o Congresso dos Estados Unidos, pressionou os democratas no Congresso para boicotarem o discurso de Netanyahu, enviou os seus principais conselheiros de comunicação a Israel para contrariarem a popularidade de Netanyahu e instalarem um governo a seu soldo em Jerusalém, e pretende agora  boicotar a conferência anual da AIPAC. Nada disto é ignorado pelos mulás.

 Conferência anual da AIPAC,(American Israel Public Afairs Committee )2013.
 
Obama tem a intenção de desestabilizar o máximo que puder o poder do inimigo.

Porque ele é a cabeça do que resta da primeira potência mundial, porque ele age como age, porque ele faz o que faz, porque ele quer um Irão nuclear, porque trata Israel desta forma, Obama é mais perigoso para Israel do que os mulás. É mais perigoso para Israel do que todos os movimentos islâmicos. Na verdade, ele é hoje o pior inimigo de Israel à face da Terra.
É deplorável que haja políticos israelitas a soldo de Obama (a lista Herzog-Livni), é vergonhoso para eles e demonstra que são gente sem honra nem escrúpulos. Que esses políticos ousem nomear a sua lista anti-israel como "sionista" vai para além da desonra e ausência de escrúpulos.
Que, com base num relatório ridículo e preconceituoso sobre as despesas do primeiro-ministro e sobre depósitos de garrafas* com a cumplicidade dos grandes meios de comunicação israelitas, esses políticos esperem ganhar as eleições, que demonstra que tomam os eleitores israelitas por cegos e suicidas.
 - Ficou famosa, em 2013, uma célebre e surrealista campanha contra as despesas de Netanyahu em gelados!
Porque amo Israel e o povo israelita, espero por um momento de lucidez antes das eleições. E estou ansioso pelo discurso de Binyamin Netanyahu no Congresso. Há homens que marcam a história do mundo. Binyamin Netanyahu é um desses.

 Guy Millière, 27 de Fevereiro de 2015



"Uma nação pode sobreviver aos seus idiotas, e até mesmo aos seus gananciosos. Mas não pode sobreviver aos seus traidores. Um inimigo fora de portas é menos temível, porque é conhecido e erqgue a sua bandeira abertamente. Mas o traidor que se move dentro de portas livremente, os seus sussurros manhosos espalham-se pelos becos, e são ouvidos nos próprios corredores do governo. Esse traidor não parece um traidor; ele fala em tom familiar às suas vítimas, eexpõe a sua face e os seus argumentos, e apela para a baixeza que se encontra no ais profundo do  coração de todos os homens. Ele apodrece a alma de uma nação, ele trabalha em segredo, e no meio da noite para minar os pilares da cidade, ele infecta o corpo político para que ele não possa mais resistir. Um assassino é menos de temer. O traidor é uma praga."

Marco Túlio Cicero, 106 aC-43 dC



 - Netanyahu está nos Estados Unidos, numa acção decisiva para o futuro do Mundo Livre, uma última tentativa para parar a nuclearização do Estado terrorista do Irão, que significaria a extinção de Israel, conforme repetidamente anunciado pelo regime islâmico do Irão.

Apelamos aos nossos leitores crentes em Deus para que dirijam as suas orações para esta missão do Primeiro-Ministro de Israel. Será o discurso mais importante após a II Guerra Mundial. O êxito de Netanyahu poderá evitar uma guerra de proporções e consequências incalculáveis.

"Você acabou de comer o seu filho"




Jihadistas dão filho para mãe comer
História revelada por ex-combatente contra o Estado Islâmico.


Por T.P. 
Pergunta CM Estado Islâmico deve ser combatido no terreno? SIM NÃO Um homem britânico de 36 anos, que viajou para o Iraque para combater o Estado Islâmico, conta que os terroristas deram um filho para a própria mãe comer. O homem teria sido raptado pelo grupo e terá sido servido como refeição à sua mãe. 
Yasir Abdulla decidiu ir lutar para o Iraque quando o grupo se encontrava a combater já a cerca de 6 quilómetros da sua aldeia natal no Curdistão, de onde saiu em 2000. 
Abdulla regressou ao Reino Unido na semana passada e, em entrevista ao The Sun, contou a história de uma idosa curda cujo filho tinha sido capturado pelos terroristas e levado para Mossul. A mulher, determinada a encontrar o seu filho foi até à sede do ISIS e pediu para o ver. Os terroristas disseram para a idosa se sentar, porque tinha "percorrido um longo caminho, e trouxeram-lhe comida". "Trouxeram-lhe chávenas de chá, um prato de carne cozida com arroz e uma sopa. Ela pensou que estavam a ser amáveis", conta Abdulla. 
Quando a mulher terminou a refeição e pediu para ver o filho, os terroristas disseram: "Você acabou de comer o seu filho".
CORREIO DA MANHÃ

Este relato é diabólico demais para merecer comentários. E é apenas uma das muitas atrocidades (cuidado ao clicar) que são a norma no Califado islâmico.


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OS IDIOTAS E OS TRAIDORES

O reverendo padre Chico Louçã, na manifestação (islamo)nazi de Lisboa. Nunca vimos nenhuma preocupação da extrema-esquerda com o terrorismo islâmico. Só apoio apaixonado.


Não temos falado quase nada acerca do terrorismo islâmico que voltou a assolar o globo desde 11 de Setembro de 2001, início de mais uma fase de Casa da Guerra do Islão. Não o temos feito por duas razões:

- As matanças e outras atrocidades estão a ocorrer a um ritmo tal, que se torna incomportável fazer uma cobertura, ainda que muito ligeira. O que está a passar-se não fica atrás do horror nazi de há 70 anos, ou dos horrores comunistas da Revolução Cultural chinesa e outras manifestações de barbárie análogas.

- Finalmente, o grande público já tem acesso a alguma coisa do que se passa. Tornou-se tão evidente, tão intenso e tão próximo de nós, que os media mainstream (com muito capital islâmico e muita gente da esquerda pró muçulmana) já não conseguem encobrir. 

O canibalismo, as pessoas enterradas e queimadas vivas, as decapitações, o estupro, as mutilações, a escravatura sexual, têm sido filmados e testemunhados, são apoiados pelas Escrituras islâmicas e louvadas por parte dos líderes do Islão. De tudo isto temos aqui falado, mostrado vídeos e apontando hiperligações.

Quando é que a "Grande Imprensa" mostrará, por exemplo, os leilões de meninas "infiéis" a partir de 1 ano de idade para escravas sexuais, a colheita de órgãos a crianças "infiéis" vivas, ou os matadouros de "infiéis" no Califado? Não mostra. É mau demais para as pessoas acreditarem, mesmo que vejam os vídeos.

Os jihadistas dizem abertamente querer conquistar a Europa e exterminar 500 milhões de europeus.  O que vemos na Síria, no Iraque, na Nigéria, na Líbia, em Israel, no Sudão, no Paquistão, é o que nos espera no Mundo Livre, se continuarmos na nossa estratégia de meter a cabeça na areia.


Ana Gomes, eurodeputada pelo Partido Socialista, a dormir...

Muitos políticos de esquerda, contudo, continuam a dar largas à sua aversão à democracia. Para eles, a culpa da jihad e das suas atrocidades, é "nossa"! Mas o que é que não é culpa do Mundo Livre, neste mundo tão pouco livre?...

Ana Gomes afirma sem rodeios que o terrorismo é culpa da austeridade na Europa. Outros políticos europeus, igualmente gente sofisticada de esquerda, tem defendido a mesma tese.



 Marie Harf, porta-voz da administração Obama

Marie Harf, porta-voz da administração Obama, também defende que se "nós" proporcionássemos bons empregos aos terroristas do Estado Islâmico, eles já não andariam a decapitar cristãos. E quem diz decapitar, diz queimar ou enterrar vivos, às dezenas, como vemos diariamente na TV. Ou diz dar de comer os filhos às próprias mães!


John Kerry, Secretário de Estado de Obama

John Kerry, um idiota notório, que não faz a mínima ideia do que é a política global, não só nega que os Estados Unidos estejam em guerra com o Estado Islâmico, como atribui as culpas pela sua existência a... Israel! (A quem mais haveria de ser?).



Barack Hussein Obama, o terrorista islâmico queniano que é actualmente o líder do Mundo Livre, esconde (mal) que é muçulmano, mas não esconde a sua submissão ao Islão.

"Uma nação pode sobreviver aos seus idiotas, e até mesmo aos seus gananciosos. Mas não pode sobreviver aos seus traidores. Um inimigo fora de portas é menos temível, porque é conhecido e erqgue a sua bandeira abertamente. Mas o traidor que se move dentro de portas livremente, os seus sussurros manhosos espalham-se pelos becos, e são ouvidos nos próprios corredores do governo. Esse traidor não parece um traidor; ele fala em tom familiar às suas vítimas, e expõe a sua face e os seus argumentos, e apela para a baixeza que se encontra no mais profundo do  coração de todos os homens. Ele apodrece a alma de uma nação, ele trabalha em segredo, e no meio da noite para minar os pilares da cidade, ele infecta o corpo político para que ele não possa mais resistir. Um assassino é menos de temer. O traidor é uma praga."
Marco Túlio Cicero, 106 aC-43 dC

Aos idiotas acima citados, talvez sobrevivamos. Ao islamista Barack Hussein Obama, talvez não.

P.S. - Aos "iluminados" como Ana Gomes ou John Kerry, esta citação do mesmo autor não cairia mal:

 "Não tenho vergonha de confessar a minha ignorância sobre o que desconheço"

Assim falava um sábio.



Marco Túlio Cicero, 106 aC-43 dC