quarta-feira, 29 de julho de 2015

Judeus franceses rumam a Israel




Mais de 200 judeus franceses chegaram a Israel esta semana, juntando-se aos mais de 20 mil que emigraram ao longo dos últimos 5 anos. 

A onda de Aliyha (imigração) proveniente de França continua. Mais de 200 judeus, metades dos quais crianças, chegaram a Israel na segunda-feira, a bordo de um voo especial organizado pela Agência Judaica para Israel (presidida por Natan Sharansky; imagem à direita) e pelo Ministério da Aliyha e da Integração de Imigrantes. A Europa tem sido palco de um ressurgimento de ataques anti-semitas, e a situação em França, país onde vivem 500 a 600 mil judeus, é extremamente difícil.


O CRIF (Conselho Representativo das Instituições Judaicas Francesas) reportou, citando números do Ministério da Administração Interna de França, um total de 529 ataques anti-semitas no mês de Julho de 2014, o dobro dos registados no ano anterior.

Os incidentes, que incluem violência contra indivíduos, queima de propriedade e vandalismo, "têm aumentado o sentimento de insegurança que oprime os judeus em França a cada dia, e lançam nuvens negras sobre o seu futuro", disse o CRIF em comunicado.

CRESCE ALIYHA DE FRANÇA  


Mais de 7200 judeus franceses fizeram Aliyah em 2014 – um recorde absoluto. A cidade costeira de   Netanya é o destino principal dos imigrantes franceses para Israel, seguida por Tel Aviv-Yafo, Jerusalém, Ashdod e Ra’anana.

Este ano chegaram a Israel 4260 imigrantes provenientes de França, um aumento de 11% em relação aos 3830 que chegaram no ano passado no mesmo período.

O Ministro da Aliyha e da Integração de Imigrantes, Ze’ev Elkin, deu as boas-vindas aos recém-chegados à sua terra ancestral. E declarou: "Este avião com 200 imigrantes de França é apenas um dos muitos que chegam a Israel neste Verão. Este é o segundo ano consecutivo em que estamos a assistir a um aumento significativo da Aliyah em França, e por isso o Ministério e todo o Governo estão a trabalhar para aumentar ainda mais a taxa de Aliyah, e a dedicar mais recursos para melhorar a absorção de imigrantes. Este ano estamos a preparar-nos para receber entre 30.000 e 35.000 imigrantes de todo o mundo, o maior número da década."

  
Ze’ev Elkin com o Primeiro-Ministro Benjamin Netanhyahu


Natan Sharansky, Presidente da Agência Judaica para Israel, disse:  

"Estamos a assistir a uma onda sem precedentes de Aliyah dos países europeus, o que não indica apenas como a Europa se está a tornar um lugar desconfortável para os judeus, mas, ainda mais importante, que Israel está a atrair os judeus interessados numa vida judaica significativa, em liberdade, com segurança pessoal e um sentimento de pertença a um país que é parte integrante do futuro do povo judeu."

UM EXEMPLO DENTRE MUITOS


Um espancamento público em França, actividade habitual da "racaille".

Em Dhimmi contra Dhimmi - 1, fizemos alusão a que a população muçulmana em França já ultrapassa os 10%, e só em Paris vivem mais de 6 milhões de muçulmanos.

O anti-semitismo islâmico é a causa da debandada dos judeus franceses, que eram apenas 500 a 600 mil, mas que em breve serão talvez... ZERO.

Tivemos, ainda este ano, os ataques ao Charlie Hebdo e à mercearia Hyper Cacher, em Paris. Em 2012 houve outra onda de ataques mediáticos, nomeadamente os de Toulouse e Montauban, levados a cabo pelo muçulmano Mohammed Merah. A 1 de Dezembro de 2014, um grupo de muçulmanos invadiu e assaltou uma casa nos arredores de Paris, estuprou uma jovem de 19 anos, e disse-lhe o motivo: "porque tu és judia".


Seria impossível detalharmos num simples blogue cada um das centenas de milhar de ataques  islamistas contra judeus em França. Ao acaso, aqui vai um, recente, tal como saiu no Jihad Watch:

“Dêem no porco judeu”: Muçulmanos em Paris espancam rapaz de 13 anos por este usar kipá
"Certamente verás que a mais intensa animosidade contra os crentes vem dos judeus ... " - Alcorão 5:82

Na prática, esse versículo normalmente funciona da maneira oposta: os muçulmanos são os mais intensos na animosidade contra os judeus.


"Jovem judeu de 13 anos atacado em Paris por usar kipá", por Joseph Byron, Jewish Press Europeia, 07 de Julho de 2015:


     PARIS (EJP) - O Organismo Nacional de Vigilância contra o Anti-Semitismo (BNVCA) condenou a agressão anti-semita de segunda-feira contra um menino de 13 anos de idade, que usava uma ki, no distrito 19 de Paris.


     O menino foi espancado por um grupo de seis jovens descritos como sendo de ''origem Africana'' que o atacaram quando ele saia da sua escola judaica.


     Um dos agressores gritava: ''Dêem no porco judeu!''. Antes de fugir, roubaram telefone da vítima ....

RAMADÃO EM PARIS

Os indivíduos que governam actualmente o Mundo Livre insistem em dispensar aos muçulmanos um tratamento diferenciado. 

Este é um episódio do Ramadão deste ano, que ainda há pouco terminou (com o habitual saldo global de milhares de mortos, feridos e as atrocidades costumeiras). Em Paris, um "jovem africano" (a Imprensa nunca diz que se trata de um muçulmano), resolve virar as mesas dos restaurantes, porque no Ramadão não se pode comer durante o dia:





É claro que nem todos nem cada um dos 6 milhões de muçulmanos que vivem em Paris andaram a virar mesas no Ramadão. Mas como seria tratado pelas Autoridades e pela Imprensa um não-muçulmano que resolvesse impor desta forma as suas crenças aos outros?

- Verde Submissão, Obama & Ramadão - Este ano, o "Bombatão de Ramadão" foi o mais variado de sempre. Quase 3000 (três mil) pessoas foram  baleadas, decapitadas, explodidas, afogadas, queimadas vivas ou espancadas até à morte em nome do Islão, enquanto que as religiões não cognominadas "A Religião da Paz" não lograram alcançar um único episódio de violência.


Com muita pena nossa, pois gostaríamos todos que o Islão se reformasse, a chamada "religião da paz", tal como está, é incompatível com os valores que o resto do Mundo preza: direitos humanos, democracia, liberdade!

Primeiro-Ministro de Itália visita (e apoia) Israel



Benjamin Netanyahu e Matteo Renzi

Na passada quarta-feira, o Primeiro-Ministro de Itália, Matteo Renzi, dirigiu-se ao Knesset (o Parlamento israelita), e exprimiu o seu forte apoio a Israel e aos seus direitos históricos à sua Terra, que têm precedente sobre qualquer acordo internacional. O discurso fez parte da sua visita oficial a Israel. 

"A paz que queremos para Jerusalém só será possível quando houver dois Estados para dois povos. Isso só vai acontecer estiver garantida a segurança de todos", disse Renzi, acrescentando que vai exortar os 'palestinos' a reconhecerem Israel, a pedra angular de qualquer processo diplomático - o que os 'palestinos' têm recusado até agora:

 

"A paz significa que os palestinos terão o seu Estado-nação e os judeus terão o seu Estado-nação", declarou Renzi. "Reconhecer Israel significa reconhecer a realidade .... A existência do Estado de Israel não é um gesto da comunidade internacional depois do Holocausto, mas um facto que antecede qualquer acordo internacional em centenas de anos.... Israel existe, apesar do Holocausto, não em virtude do Holocausto".

(Sobre estas palavras de Renzi queremos sublinhar que Israel existe há milhares de anos, e não há centenas de anos; e que o Estado-nação árabe e muçulmano previsto para os colonos árabes muçulmanos de Israel já existe: é a Jordânia. Mas, ainda, assim, Israel está e esteve sempre disposto a procurar acordos, apesar de o seu território actual perfazer meros 0,5% do Médio Oriente. É ridiculamente pequeno, o Israel que alguns acusam de ser "expansionista", "imperialista" e o diabo a sete!!!).

 
"A SEGURANÇA DE ISRAEL É A NOSSA SEGURANÇA TAMBÉM"


O primeiro-ministro italiano, falando no plenário do Knesset, atacou as tentativas de isolar e boicotar Israel, dizendo que qualquer um que pense em boicotar Israel, "não percebe que ele está a boicotar-se a si mesmo, a trair o futuro."

"A Itália vai sempre estar na vanguarda da cooperação, e não do boicote", prometeu. "É estúpido e inútil."

O primeiro-ministro italiano visitou Yad Vashem, o Museu e Centro de Pesquisas do Holocausto.

Em relação ao acordo nuclear entre as potências P5 + 1 poderes e o Irão, Renzi disse que "é possível discordar sobre o compromisso com o Irão", mas esclareceu que "nunca haverá qualquer cedência sobre o futuro de Israel. A segurança de Israel é a nossa segurança também."

E concluiu afirmando que "a paz para Jerusalém é a paz para o mundo inteiro. O nosso destino é o vosso destino. Juntos, vamos construir um mundo mais justo ".

(Que Deus o ouça, senhor Renzi.)

"Você é um verdadeiro amigo de Israel, da verdade e da paz, contra os boicotes. Nós sempre vimos Itália como um aliado importante e central no
Médio Oriente", respondeu o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Renzi chegou a Israel na terça-feira para uma visita oficial, durante a qual participou num painel de discussão na Universidade de Tel Aviv, intitulado "Itália-Israel: Conhecimento como motor para o crescimento."

Israel e Itália cooperam numa ampla gama de projectos científicos, como o Laboratório de Estudo do Cérebro da Universidade de Tel Aviv. Também foram apresentadas novas empresas desenvolvidas por empresários italianos e israelitas.

Na sequência de uma visita ao memorial do Holocausto, Yad Vashem, o P.M. italiano encontrou-se com Netanyahu, na sua residência. Também realizou uma reunião de trabalho com o porta-voz do Knesset, Yuli Edelstein.

Na quinta-feira, Renzi reuniu com líderes 'palestinos'.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Mais 3 judeus mortos quando fugiam do Irão

As comunidades não muçulmanas nos países muçulmanos, vivem sempre numa situação de privação de direitos - maior ou menor, consoante o rigor na aplicação da sharia. Na República Islâmica do Irão, os judeus não podem sair do país livremente, caso o desejem. O triste resultado é o que hoje vos trazemos, de gente que morre quando tenta "dar o salto". Faz lembrar o Muro de Berlim, no tempo do Comunismo.
 


Fotos e dados pessoais de judeus iranianos desaparecidos, publicadas há quatro meses no site ketab.com (foto: ketab.com)

Mossad: Os 3 judeus iranianos desaparecidos desde 1990 foram mortos quando fugiam para Israel 

O Serviço de Informações israelita acabou com as especulações sobre o destino dos homens que desapareceram quando a sua fuga, organizada por Israel, não resultou.

, 27 de Julho, 2015

Duas décadas de mistério envolvendo o destino de três judeus iranianos que desapareceram em 1997 chegaram ao fim, depois de a Mossad ter confirmado que estes foram mortos pelas autoridades iranianas durante a tentativa de emigrar para Israel.
 

A Mossad não disse ainda, no entanto, como foram mortos, nem por quem. 

Nourollah Rabi-Zade, de Shiraz, e os irmãos Syrous e Ibrahim Ghahremani, de Kermanshah, foram instruídos por agentes israelitas para se aproximarem da fronteira Irão-Paquistão para se encontrarem com um agente de ligação que iria levá-los para fora do país. No entanto, os três homens nunca apareceram no ponto de encontro, e nunca mais foram vistos, informou hoje o diário Yedioth Ahronoth.

O anúncio chega um ano depois de a agência de informações ter anunciado que uma outra tentativa fracassada de emigração orquestrada por Israel e supervisionada por funcionários da Mossad e da Agência Judaica, resultou na morte de oito judeus iranianos em fuga para Israel, em 1994. 

À luz das novas informações, um tribunal rabínico israelita disse que as conclusões do Mossad são confiáveis, e determinou que as esposas das vítimas podem casar novamente.Sob a lei judaica, mulheres cujos maridos estão desaparecidos estão impedidas de se casar novamente até que a sua morte seja confirmada. O Rabino chefe sefardita Shlomo Amar proferiu uma decisão semelhante em relação às viúvas dos oito judeus que foram dados como mortos no ano passado. 

De acordo com um relatório do Canal 10 no ano passado, os oito homens que desapareceram em 1994 tinham sido informados por contactos israelitas de que se deviam dirigir para o leste, para atravessarem a fronteira paquistanesa em três grupos. No que pareceu ser um caso de identidade equivocada, dois dos grupos foram confundidos com rebeldes anti-governo e mortos por forças iranianas, enquanto o terceiro grupo foi detido pelo governo, disse o relatório. Foram libertados mais tarde e mortos por membros de tribos locais. 

Há alguns anos, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pediu à Mossad para reabrir a investigação sobre o destino dos judeus iranianos desaparecidos. Em Março passado, o gabinete do Primeiro-Ministro confirmou a morte de oito judeus, afirmando que eles "foram capturados durante a fuga e assassinados."

Famílias dos oito judeus iranianos reunidas David Meidan em 20 de Março de 2014. (foto: Courtesy) 

O gabinete do Primeiro-Ministro não detalhou quando ou onde os oito foram mortos, ou por quem, mas disse que a Mossad tinha recebido a informação de uma "fonte confiável".

Na época, alguns membros da família expressaram indignação perante o Estado, por este não revelar o seu papel no desaparecimento, e por reter informações que poderiam ter libertado as esposas das vítimas dos seus laços de matrimónio.


Yoel Ram, filho de uma das oito vítimas, disse ao Canal 10 que a pressão intensa das famílias tinha levado as autoridades estatais a divulgar as informações sobre as mortes. Yehuda Kassif, um activista que fez campanha em nome das famílias, acusou o estado de planear e dirigir a tentativa de fuga dos homens e, em seguida, "se ter esquivado da responsabilidade quando a fuga teve um desfecho negativo."


Yehuda Kasif, um representante de longa data das famílias das vítimas, disse ao The Times of Israel que a silhueta do homem da última fotografia (ver em cima) dos desaparecidos é de um judeu iraniano que provavelmente foi morto no Irão, num incidente não relacionado com a tentativa de fuga da República Islâmica.


Traduzido de The Times of Israel

domingo, 26 de julho de 2015

Os Filhos de Israel estão prontos




Falámos ontem das celebrações do Tisha B’av, o 9º dia do mês hebreu de Av, o dia mais triste do calendário hebraico. Terminámos com uma nota de esperança e alegria, e assim queremos continuar.

O vídeo que hoje vos trazemos, contém uma proposta de esperança em tempos de escuridão. Os judeus, nesta data, fazem luto pela destruição do 1º e do 2º templos, mas oram pela construção do 3º templo.

(Quem estiver menos familiarizado com o tema dos templos de Israel pode ler ou reler "Um Templo, Dois Templos, Três Templos".)

Este belo vídeo documenta desde logo um milagre, uma profecia cumprida: o povo judeu está de regresso à sua Terra ancestral, onde, aliás, a presença judaica é ininterrupta desde há quatro milénios. 

As crianças voltaram a brincar livremente, a terra é fértil, Israel é de novo independente e o seu povo não vive na opressão e na pobreza abjecta dos últimos 2 mil anos. Mais importante ainda, o povo está a regressar ao estudo da Torá. As orações dos judeus, ao longo de 2 mil anos - desde a destruição do 2º templo - foram atendidas.

sábado, 25 de julho de 2015

O Dia Mais Triste do Ano


Foto de "História de Israel em Imagens": Jerusalém circa 1870


(Nenhum de nós, neste blogue, é especialista em Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, and so on. Caso  cometamos alguma imprecisão, nesta ou noutra matéria, agradecemos que nos corrijam.)

Estamos na véspera do dia mais triste do calendário hebraico, denominado Tisha B’av, o 9º dia do mês hebreu de Av. Aqui vai uma breve súmula dos acontecimentos infelizes ocorridos nesta data:

- No Livro dos Números, lemos que Moisés mandou emissários para espiar a Terra de Israel antes da chegada do Povo Judeu. Os espiões trouxeram um relatório deturpado, visando persuadir o povo a não entrar na Terra Prometida. Tão assustador foi o seu relatório, que o povo chorou naquela noite. Em resultado deste evento, Deus decretou que o povo judeu seria forçado a vagar pelo deserto por 40 anos. 

Não nos pronunciamos a favor nem contra a exactidão histórica desta narrativa, pois o Pentateuco, ou Torá (os 5 primeiros Livros do Antigo Testamento) são matéria complexa e permeada de simbolismos. 
- Essa noite foi a 9 de Av. Os judeus são ensinados que Deus disse ao povo que, uma vez que chorou sem motivo nesse nono dia de Av, iria chorar no nono dia de Av para sempre.


- A Primeira Cruzada começou no nono dia de Av, correspondendo a 15 de Agosto de 1096. Mais de 1,2 milhões de judeus foram mortos.

- Os judeus foram expulsos da Inglaterra no nono dia de Av, correspondendo a 18 de Julho de 1290.


- Os judeus foram expulsos da França no nono dia de Av, correspondendo a 22 de Julho de 1306.


- Os judeus foram expulsos da Espanha no nono dia de Av, correspondendo a 31 de Julho de 1492.


- A Alemanha entrou na Primeira Guerra Mundial no nono dia de Av, correspondendo a 1 de Agosto de 1914. Foram nessa data lançadas oficialmente as sementes do Holocausto.


- Heinrich Himmler, comandante das
SS, recebeu formalmente a aprovação do Partido Nazi para a "Solução Final" no nono dia de Av, correspondendo a 02 de Agosto de 1941.

- A deportação dos judeus do Gueto de Varsóvia, a maioria dos quais foram levados para as câmaras de gás em Treblinka, teve lugar no nono dia de Av, correspondendo a 23 de Julho de 1942.


- O dia seguinte, 10 de Av (que tradicionalmente é continuação do luto) também tem sido associado com tragédia, pelo menos desde os tempos talmúdicos. Em tempos mais recentes, foi no dia 10 de Av, o que corresponde a 18 de Julho de 1994, que o Centro da Comunidade Judaica de Buenos Aires foi bombardeado por terroristas do Hezbollah, que mataram 85 judeus e feriram 300. E, para terminar a nossa lista de calamidades, a funesta retirada unilateral de Israel da Faixa de Gaza, que tem valido dezenas de milhares de mísseis disparados contra Israel pelos terroristas do Hamas, teve lugar no dia 10 de Av, correspondendo a 15 de Agosto de 2005.


Judeus no Muro das Lamentações em 1905 - foto do site Israel Frontline


SERÁ SEMPRE ASSIM?

Impressiona a quantidade de eventos calamitosos na mesma data. Será coincidência, ou haverá um padrão a carecer de estudo e interpretação? 


Quando olhamos para a História dos Judeus, ficamos de facto impressionados com a quantidade e intensidade das calamidades que têm atingido um povo tão pequeno, desde há tanto tempo. Os sábios da História do Judaísmo, peritos na interpretação das Escrituras, afirmam que o 9 de Av, o ano inteiro e a vida na Terra, deixarão de ser marcados por tragédias quando chegar o Messias, uma profecia com milhares de anos que anuncia uma era de paz global. 

Não sabemos se o Messias será uma pessoa que anuncia uma Era, ou uma Era em si. Como as profecias bíblicas costumam cumprir-se (tanto quanto sabemos), os nossos votos são de que a Era messiânica não tarde. Se os judeus são um povo que sabe rir na adversidade, eles e todos nós muito mais riremos na Felicidade!


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Filosofias de Mérida


O rapaz estava às voltas com uma pequena avaria na sua Merida. Eu ia a passar e dei uma rápida ajuda na mecânica ciclística. Pela minha t-shirt I LOVE ISRAEL, depreendeu que eu fosse israelita e saudou-me com um Shalom!. Retribuí - porque não? 

Depressa a conversa resvalou para a recente resposta israelita a mais um ataque de mísseis disparados desde Gaza pelo Hamas

Fiz-lhe notar que ele estava a citar apenas a resposta de  Israel contra alvos terroristas, mas a omitir o que a originou: a agressão terrorista contra civis israelitas. Disse-lhe dos milhares de mísseis disparados desde Gaza contra residências, hospitais, escolas, postos de combustível, etc., etc.. 

A avaria já estava solucionada, e o nosso ciclista, subitamente apressado, despediu-se e deixou a sua posta filosófica: "DOS NO SE PELEAN SI UNO NO QUIERE".

"Dois não lutam se um deles não quiser?"... Será que o princípio se manteria caso o alvo dos mísseis do Hamas  fossem os civis de Madrid? Ou de Mérida? Ou ele mesmo, a pedalar tranquilamente na sua Merida, sem fazer mal a ninguém?

Teria sido preferível deixar que o domínio muçulmano se tivesse mantido na nossa Península Ibérica, só para não pelearmos? Os Aliados não deveriam ter combatido Hitler? Deveriam ter aceite a invasão e o III Reich?

Em 2002, 6 soldados marroquinos desembarcaram no ilhéu da Salsa, situado a 250 metros da costa de Marrocos e a 8 km de Ceuta. Espanha respondeu de imediato com Exército, Marinha, Aviação, Operações Especiais (28 unidades de comandos), e mais que houvesse. Para reivindicar a sua soberania sobre a ilhota desabitada.




Só posso imaginar como é que o simpático nuestro hermano teria conciliado este caso e a sua filosofia tão elevada. "Pues hombre, mira que el Derecho Internacional...". Mas ele já lá ia.

Melhor ainda teria sido fugir-lhe com a Merida, a ver se ele não peleava! Só me lembro destas coisas quando é tarde demais...

quinta-feira, 23 de julho de 2015

"Stop Iran Now" - manifestação em NY


 

Comício em Nova Iorque reúne milhares de pessoas que exigem que o Congresso rejeite o acordo nuclear com o Irão

Dezenas de organizações, incluindo a United With Israel, reuniram 12.000 pessoas
comício "Stop Iran Now"  em Nova Iorque, em protesto contra o acordo nuclear.

Cerca de 12.000 manifestantes reuniram-se na Times Square em Nova Iorque para exigir que o Congresso rejeite o acordo nuclear iraniano. Foi a maior manifestação na História da Times Square.O protesto contou com alguns dos principais nomes da política dos EUA no Médio Oriente e da política de Nova Iorque, incluindo o professor emérito de Direito de Harvard, Alan Dershowitz  e o ex-Diretor da CIA, James Woolsey.
A United With Israel esteve entre as dezenas de organizações participantes.
Dirigindo-se à manifestação "Stop Iran Now", Dershowitz disse: "Eu estou aqui como democrata e liberal, e exorto os meus colegas democratas e liberais a estarem juntos, ombro a ombro." 
Dershowitz criticou a administração Obama por ter ignorado o Congresso durante as negociações com o Irão, dizendo: "Essa não é a forma como a democracia deve funcionar." E elogiou o comício como uma "grande demonstração de democracia em acção."
- Lembramos que, numa acção inédita, Obama levou o acordo nuclear à ONU (onde mandam as ditaduras comunistas e islamistas) em vez de o levar ao Congresso primeiro, como é norma.

O ex-Procurador distrital de Manhattan, Robert Morgenthau, descreveu a oposição ao acordo nuclear como "não apenas uma questão estratégica, mas uma questão moral", acrescentando: "Em face das ameaças iranianas, este acordo pode trazer-nos mais segurança, a nós e aos nossos aliados? Eu acredito que não".

"Este governo está a doar centenas de milhares de milhões, sabendo alguns vão para crimes contra a Humanidade. Quão mau é isso?" - perguntou o ex-Governador de Nova Iorque, George Pataki. "Há que rejeitar este acordo. Proteger a América. Proteger Israel e proteger o Mundo". 
Membros da United With Israel, incluindo o fundador Michael Gerbitz, estiveram entre os milhares de apoiantes de Israel que participaram no comício. Gerbitz disse que estava "impressionado com a incrível onda de apoio para esta causa monumental que tem impacto não só em Israel, mas no mundo inteiro."
E prometeu que UWI vai "continuar a fazer tudo o que estiver ao seu alcance, com todo o vigor, para exortar os defensores americanos de Israel a exigirem dos seus representantes no Congresso que rejeitam este acordo perigoso com o Irão."

(...)  Os leitores são convidados a clicar aqui para compartilhar a petição com os respectivos contactos.

Uma ausência notada no comício "Stop Iran Now" foi a do Senador de Nova Iorque, Charles Schumer, que levou os participantes a cantar: "Onde está o Chuck? Não a este acordo!". Schumer indicou em comunicado nesta quarta-feira que ainda estava indeciso sobre o acordo nuclear: "Eu li o acordo e estou a procurar respostas para as muitas perguntas que eu tenho. Antes de tomar uma decisão,  vou falar longamente com especialistas de ambos os lados", disse ele.

Por: United With Israel



APOCALIPSE NOW?
O que pode acontecer se o Irão obtiver armas de destruição em massa? Eis um olhar realista sobre a recente caminhada do Irão rumo à bomba, e sobre as suas tendências apocalípticas.

Este vídeo assustador dá-nos um olhar realista sobre o Irão, com dados, manchetes e clipes que ilustram o terror que o Irão espalhou no
Médio Oriente, quer através da aplicação da sharia no seu território, quer através do financiamento e armamento de grupos e regimes terroristas.

Do que se trata é de um regime terrorista radical com tendências apocalípticas que colocam não só Israel, mas o mundo inteiro, em grave perigo.

Khamenei volta a ameaçar Israel

A Imprensa internacional (com destaque para CNNNew York Times e BBC), continuam a querer convencer o Mundo de que o Irão tem um regime fiável e inofensivo, enquanto escondem as ameaças diárias de destruição de Israel e do Mundo Livre:


Irão publica vídeo satirizando Obama e Netanyahu, e ameaçando Israel com um ataque de mísseis

Khamenei, o Líder Supremo do Irão, emitiu uma ameaça em vídeo contra Israel, avisando que, com ou sem acordo nucleara segurança de Israel
nunca estará garantida.

O vídeo mostra zombeteiramente Netanyahu explicando com recurso a um gráfico o quanto o Irão está próximo de uma bomba nuclear, e Obama prometendo proteger a segurança de Israel. Depois aparece uma montagem em que são mostrados disparos de mísseis - presumivelmente contra Israel. Em seguida, vem a ameaça de Khamenei.
Ao abrirem o caminho para o Irão possuir armas nucleares, os Estados Unidos e as outras potências mundiais colocaram Israel numa situação muito perigosa.


http://unitedwithisrael.org/es/

VERSÃO EM ESPANHOL

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Irão NÃO cumprirá o acordo

Por mais que a Imprensa e os políticos ocidentais pintem o Irão em tons de cor-de-rosa, a realidade é que a tirania teocrática iraniana não recuou nem um milímetro nas actividades terroristas e no projecto de domínio global que a caracterizam, desde o início. 

Não são "apenas" as constantes proclamações de vitória sobre os "infiéis" e a promessas de destruir Israel, os Estados Unidos e o Mundo Livre. Nem dois dias passaram até o Irão proclamar que NÃO VAI CUMPRIR O ACORDO!

IRÃO RECUA NOS SEUS COMPROMISSOS NUCLEARES


Na sequência da resolução da ONU que aprovou o acordo nuclear, o Irão prometeu continuar a melhorar as capacidades dos seus mísseis e garantiu que os inspectores da ONU não terão acesso a instalações de mísseis.
O Irão parece estar já a recuar no seu compromisso de transparência sobre o acordo nuclear no desenvolvimento de mísseis balísticos. O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, o Ministro da Defesa e o Comandante da Guarda Revolucionária Iraniana, todos se opuseram à resolução do Conselho de Segurança da ONU que aprovou o acordo nuclear, mas não removeu os limites ao programa de mísseis balísticos do Irão.
Os mesmos responsáveis também indicaram que não tinham a intenção de conceder aos inspectores nucleares da AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica) acesso às instalações militares convencionais.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou o acordo nuclear com o Irão. (AP / Craig Ruttle)

A resolução do Conselho de Segurança desta segunda-feira observou que outra resolução será necessária para levantar as restrições sobre o programa de mísseis balísticos do Irão após oito anos. O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano respondeu num comunicado, dizendo: "As capacidades militares do Irão,
especialmente os mísseis balísticos, são estritamente defensivos, e, como não foram concebidos para transportar armas nucleares, estão fora do âmbito e competência da resolução do Conselho de Segurança."
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão também insistiu que não haveria necessidade de inspectores nucleares para examinarem as instalações utilizadas para desenvolver o seu programa de mísseis balísticos, alegando que "uma vez que nunca houve actividade nuclear em qualquer local militar, o Irão toma como certo que não haverá qualquer pedido para inspeccionar esses locais."
O acordo nuclear com o P5 + 1 obriga o Irão a permitir que inspectores nucleares tenham acesso a instalações militares convencionais, caso a AIEA entenda que há indícios de actividades nucleares. O Irão também está proibido de desenvolver mísseis balísticos capazes de transportar ogivas nucleares.
 
Mísseis iranianos em exposição no mausoléu do aiatolá Khomeini. (AP / Ebrahim Noroozi).

"Teerão não vai permitir que qualquer estrangeiro a descubra as capacidades defensivas e de mísseis do Irão, inspeccionando instalações militares do país", afirmou o ministro da Defesa iraniano Hossein Dehghanhe à agência de notícias Fars.
Por sua parte, chefe da Guarda Revolucionária do Irão, o Maj. Gen. Mohammed Ali Jafari disse à agência de notícias Tansim que "alguns pontos inseridos no projecto de [resolução da ONU] ultrapassam claramente as 'linhas vermelhas' da República Islâmica do Irão, e violam-nas, especialmente em relação às capacidades das armas do Irão. Nunca iremos aceitá-lo."
O Irão está a investir fortemente no seu programa de mísseis balísticos, incluindo o desenvolvimento de mísseis capazes de atingir Israel. O Irão é também o principal fornecedor de mísseis para os inimigos de Israel - os grupos terroristas o Hamas e Hezbollah. O IDF acredita que o Hezbollah tem actualmente um arsenal de 100.000 mísseis, incluindo alguns capazes de atingir qualquer lugar dentro do território israelita.
Por: Sara Abramowicz, United With Israel

UNITED WITH ISRAEL

http://unitedwithisrael.org/es/

   
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O Congresso dos EUA deve rejeitar acordo perigoso com o Irão e garantir que as sanções permanecerão em vigor até que a ameaça nuclear seja completamente eliminada. 

Oponho-me firmemente a qualquer acordo com o Irão que permita aliviar as sanções antes que a ameaça nuclear ter sido completamente eliminada.
Permitir que o Irão enriqueça urânio sem estar sujeito a inspecções em qualquer altura e em qualquer lugar, é extremamente perigoso e inaceitável. Este mau acordo com o Irão é muito pior do que nenhum acordo, e deve ser rejeitado.