terça-feira, 23 de agosto de 2016

Quais as duas bandeiras mais queimadas na campanha do Partido Democrata?

 Queima de bandeiras de Israel: um 'must' no Partido Democrata!

Na Convenção do Partido Democrata dos Estados Unidos e nos comícios e manifestações, já tinham sido queimadas muitas bandeiras de Israel:

Muitas bandeiras do grupo terrorista conhecido como "Palestina" - e do também muito modernaço ISIS, ou Estado Islâmico - têm estado também presentes nas campanhas de Hillary Clinton e de Bernie Sanders.
O que não admira, se pensarmos que ela é financiada por grupos terroristas islâmicos como a Irmandade Muçulmana e ele é visceralmente anti-semita (sim, nós sabemos que ele é judeu).
Mas bandeiras dos Estados Unidos não têm sido vistas na campanha do Partido Democrata!

Os idiotas úteis do costume, com a t-shirt do assassino psicopata, homofóbico e racista Che Guevara.

A ausência foi finalmente colmatada! Numa manifestação violenta contra os apoiantes de Trump, este fim de semana em Minneapolis, os manifestantes cuspiram numa senhora de idade, queimaram a bandeira americana e gritaram o quanto odeiam o seu país (ou o país que os recebeu e lhes matou a fome):


Imagens destas não passam nos Telejornais. Aí, só passam louvaminhas aos terroristas Hillary, Barack Hussein & C.ia. Ficámos a saber de mais este tristíssimo episódio através do WORLD ISRAEL NEWS:


https://worldisraelnews.com/


Israel e os Estados Unidos são as duas soberanias mais odiadas pelos neo-nazis, pela Esquerda não democrática e pelo Islão. Porque são os maiores obstáculos aos respectivos projectos de ditadura global.


Bandeira dos Estados Unidos pisada e o cartaz "OS MUÇULMANOS SÃO NOSSOS AMIGOS". Ver  Mundo às avessas é um prazer sofisticado para esta gente.
 

Porque é que a Esquerda odeia Israel

Porque é que a Esquerda Odeia Israel - BREIBART

MRPP apoia o Massacre de Paris (estes nem disfarçam)!

"Um Vestido Novo Para Um Ódio Antigo" - Pilar Rahola

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Políticos alemães celebram a extinção dos alemães


Uma famosa especialista no Islão celebra a extinção dos alemães com cabelo louro.
A estudiosa do islamismo Lamya Kaddor disse num debate televisivo:
"Ser alemão no futuro não será ser loiro com olhos azuis, mas ser migrante e usar hijab".
A especialista também aplaudiu a introdução da educação islâmica nas escolas públicas alemãs.
Esquerdistas e muçulmanos a comemorarem o suicídio demográfico de uma nação é um tema comum na Alemanha.
A política ambientalista Stefanie Von Berg disse que é uma coisa boa que os alemães estejam a tornar-se uma minoria nas maiores cidades.
Déborah para Europe-Israel.org

O genocídio dos "infiéis" e os ataques terroristas islâmicos (assassínios, estupros, vandalismo, mutilação, tortura, etc.) não abrandaram, apesar do presente black-out da jornaleiragem. A islamização da Europa avança.
Esta notícia é uma gota de água num oceano de loucura. Os Ocidentais foram amestrados durante décadas pelo Marxismo cultural para se odiarem a si mesmos.
As alemãs ideais, segundo as pessoas evoluídas, e não porcos fassssistas como nós. Adeus Oktoberfest, adeus canto tirolês, adeus Liberdade, adeus Civilização...

A Paixão da Esquerda pelo Terrorismo Islâmico

 Islamização da Europa   


A CADA HORA, A CADA MINUTO, O HORROR ISLÂMICO GLOBAL:

Rio 2016 - a delegação em falta no desfile




O desfile das delegações, que abre os Jogos Olímpicos, é um dos momentos mais emocionantes deste evento de escala global. Entre as dezenas de delegações, de tamanho altamente variável, algumas vezes descobre-se um país que não se sabia que existia. É o caso, por exemplo, da República do Kiribati, localizada no Oceano Pacífico, com uma área de 811 km e uma população de 102 mil habitantes. Ou de Tuvalu, na mesma região, com uma área de 21km2 e uma população de 9800 habitantes! 

Vimos também, pela primeira vez na História olímpica, uma delegação composta por refugiados sírios, afegãos, do Sul do Sudão, da Etiópia e do Congo. 

Houve também uma delegação síria "oficial", que não teve direito a vaias, ainda que o regime de Damasco não esteja muito em sintonia com os valores dos Jogos Olímpicos ... 

E houve uma delegação de um Estado que não existe, nunca existiu e esperamos que nunca venha existir: a "Palestina", que a comunidade internacional quer impor à força, incluindo-o até nos Jogos Olímpicos, onde as disciplinas de esfaqueamentos, ataques à bomba, lançamento de pedras, ataques suicidas, ataques por atropelamento ou tiro ao carro, não fazem parte do programa olímpico. 

E, finalmente, houve a falta de uma delegação. A de um verdadeiro povo, que muito tem  procurado a sua independência ou, pelo menos, autonomia: o povo curdo. Os curdos, o maior povo do mundo - quarenta milhões de pessoas - que não tem o seu próprio Estado. Qualquer um que acha normal que a presença da delegação do Estado virtual da "Palestina" levantaria as sobrancelhas se disséssemos que deveria haver uma delegação curda. 

Este é mais um sinal da imensa hipocrisia da comunidade internacional. O desmantelamento do Médio Oriente, que resultou dos acordos Sykes-Picot, que criaram estados árabes artificiais, deixaram os curdos esquecidos. Seria aconselhável e sábio fomentar o surgimento de uma entidade curda, especialmente porque este povo hoje está na vanguarda da luta contra o Estado Islâmico. 

Mas a comunidade internacional e os Jogos Olímpicos preferem celebrar e aplaudir a "Palestina" artificial e inteiramente fabricada, em vez do Curdistão histórico. 

© por Shraga Blum para Europe-Israel.org


http://www.europe-israel.org/


- Só um Mundo cada vez mais louco, e ainda visceralmente anti-semita, se lembraria de reconhecer e levar aos Jogos Olímpicos um Estado inexistente,  essencialmente um bando terrorista, que reivindica como seu território os 0,5% do Médio Oriente que constituem (o que resta de) Israel.

- Só um Mundo hipócrita e cobarde continua a não permitir que o Curdistão ou o Tibete não tenham, pelo menos, uma delegação olímpica. Timor-Leste conquistou esse lugar a duras penas, conseguindo sacudir o jugo do terror islamista indonésio...

- Matar judeus à facada (que é adorar Alá), é uma modalidade em que a "Palestina" se distinguiria... Fora disso, a participação do bando terrorista conhecido como a "Palestina", destinou-se apenas a provocação e propaganda anti-semita.

Se ainda não leu, não perca:
 

Mas afinal quem são os "palestinos"?





A razão para esta obsessão islâmica com Israel é que O Islão vê-se a si mesmo como "Din al-Haqq", a verdadeira religião, e ao Judaísmo e ao Cristianismo como "Din al-Batil" - falsas religiões. Estamos no mesmo barco, não esqueça...
 Aproveite e resolva o seguinte questionário:

 
1. Quando é que o país foi fundado e por quem?  
2. Quais foram as suas fronteiras?  
3. Qual foi a sua capital?  
4. Quais foram as suas cidades mais importantes?  
5. Quais foram as bases de sua economia?  
6. Qual foi a sua forma de governo?  
7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?  
8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixa margem a interpretação?  
9. O que era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na história e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação ", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?


APOIE ISRAEL. APOIE A VERDADE.

domingo, 21 de agosto de 2016

Ellen DeGeneres às cavalitas de Usain Bolt


A comediante e apresentadora Ellen DeGeneres divulgou a montagem acima, em homenagem aos feitos de Usain Bolt, o relâmpago jamaicano que continua a incandescer o mundo do Atletismo.
A montagem está a provocar polémica (que esperamos seja pouco mais que marketing jornalístico). Porque ela é branca e ele é negro, e uma branca às cavalitas de um negro "evoca a escravatura e o racismo".
Antes de mais: As últimas décadas de doutrinação de massas no Marxismo cultural inculcaram nos ocidentais a ideia de que na História só houve colonialismo, racismo e escravatura, por parte de Brancos, tendo como vítimas os Negros. É FALSO. Houve E HÁ outros colonialismos, racismos e escravaturas. Mas isso fica para outra altura. Mas se quiser lançar-se no estudo, aqui vai:

Negros escravizaram portugueses por mais de 741 anos

Durante estes Jogos Olímpicos, tivemos oportunidade de ver as transmissões em espaços públicos e privados, em casas de ricos, remediados e pobres, junto de pessoas muito cultas e menos cultas, e nunca ouvimos nenhuma referência racista. Da nossa experiência de vida e dos dados estatísticos disponíveis, diremos que os Ocidentais e Brancos são as pessoas menos racistas do Mundo.
Quando nós, pessoas de pele branca, nos juntamos para ver as actuações de atletas como Usain Bolt, Mo Farrah, Ashton Eaton ou Renaud Lavillenie, não estamos a ver "um preto", "um branco", "um mestiço", etc.. Estamos a ver atletas de excepção e seres humanos multifacetados, de que a cor da pele é apenas uma característica - e que por sinal nem foi escolhida por eles, ao contrário da de serem atletas.
Não passou pela cabeça de Ellen DeGeneres a ideia de que a sua fotomontagem poderia ter tão estúpida interpretação.
Ellen DeGeneres é norte-americana, e - como qualquer artista ocidental que se preze - é da área da Esquerda, no caso do Partido Democrata. Historicamente, o Partido Democrata (embora os seus militantes não sonhem) foi sempre contra a emancipação dos cidadãos Negros. Foi-lhe sempre mais agradável e útil mantê-los como uma minoria de "coitadinhos", que eles se encarregariam de proteger. Em vez de lhes atribuírem os direitos e deveres de qualquer outro cidadão. Em vez de lhes reconhecerem igualdade plena.
O Marxismo cultural é uma terceira reencarnação do Marxismo, que toma sob a sua asa protectora todas as minorias descontentes. Mas trata primeiro de lhes injectar o descontentamento, fazendo-lhes crer que são segregados e discriminados. 
Assim se capta o voto de certas minorias (muitas delas cada vez menos minoritárias...) da juventude idealista, dos aziados incuráveis e de todos os descontentes. Assim se divide para reinar.
Assim de ataca as bases da nossa Civilização, gerando o caos primeiro, e aparecendo como solução para o caos a seguir. A eficácia da receita que eles nos propõem pode ser visto por exemplo na Coreia do Norte, no Irão ou na Venezuela.

Demonizando Israel, arruinando a Venezuela

E assim continuaremos a ter acusações absurdas de racismo (e de homofobia, e de islamofobia e de outras fobias), continuaremos a ter garotos do jardim infantil suspensos por terem usado o dedo indicador para apontar para um colega, continuaremos a ter homens detidos por causa de um piropo, continuaremos a ter propostas de diminuição do tamanho dos chapéus das bruxas nos contos infantis (para não serem "símbolos fálicos, logo falocráticos"), continuaremos a ter propostas de abolição da palavra "preto" (nomeadamente na toponímia), etc., etc.. Um cortejo de loucura.

- A coisa é mais séria do que parece. A nata do mundo cultural, jornalístico e académico trabalha dia e noite para impor a sua tresloucada visão do Mundo:

Enquanto isso, no mundo real...

'Se chegassem ao poder era o diabo!'

sábado, 20 de agosto de 2016

Cura para a cegueira Made in Israel?


A tecnologia israelita melhora constantemente o mundo, mas este novo tratamento para a cegueira é simplesmente notável.

Um dos fatos da vida é que à medida que envelhecem, os seus olhos podem ficar mais fracos.

Uma empresa israelita encontrou uma maneira de mudar isso...

Depois de compreenderem as causas do enfraquecimento da visão, os pesquisadores da "
Cellcure Neurosciences" desenvolveram um tratamento que mantém os olhos saudáveis e fortes.
Veja  como esta pesquisa pode ajudar a melhorar tantas vidas.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Rio 2016 - Quem é o terrorista psicopata Jibril Rajoub?

Resumo do post -  Para "Ministro do Desporto" da organização terrorista estilo ISIS, o país imaginário da "Palestina", e para a Imprensa Internacional, matar judeus é um acto meritório e sagrado. Os judeus tentarem não ser mortos é uma provocação inaceitável.
(Mas leia o postezinho, que não é grande, lê-se bem e demonstra na perfeição o que é a irracionalidade de certos seres humanos e ideologias).

Na sequência de:

Já tínhamos falado do terrorista Jibril Rahjoub (foto acima) neste post:


  Quem é Jibril Rajoub?
O artigo do respeitado e conceituado The Economist, que motivou o post "Israelitas devem festejar... não serem mortos!", vai ainda mais longe:
Citamos um trecho da peça de antologia do The Economist:

    "O Yisrael Hayom, o principal jornal de Israel, é um porta-voz de Netanyahu, e deu espaço abundante a uma campanha exigindo que o Comité Olímpico Internacional (COI) cortasse os laços com Jibril Rajoub, chefe do Comité Olímpico da Palestina. Ex-chefe das forças de segurança palestinas, o Sr. Rajoub tem cooperou estreitamente com Israel no passado. No entanto, o jornal chamou-lhe 'terrorista'."

O The Economist, numa estratégia amplamente usada pela mais podre Imprensa, pegou apenas num facto: que Rajoub "cooperou estreitamente com Israel no passado", referindo-se ao seu papel como chefe da Força Preventiva de Segurança da "Palestina" - até 2002.
Presumivelmente, esse facto coloca-o acima de qualquer crítica e incapaz de fazer algo de errado.
Aqui está o que o The Economist não disse:


Rajoub é "a favor" e "incentiva" os terroristas "palestinos" na onda de violência a que chamamos INTIFACADA, e chama a esses terroristas "heróis".
• Consistentemente honra e glorifica terroristas, felicitando-os na televisão "palestina".
• Jurou que se os "palestinos" obtiverem armas nucleares, irão usá-las imediatamente contra Israel.
• Ameaçou pôr Israel fora dos Jogos Olímpicos.
• Chama à normalização das relações desportivas com Israel um "crime contra a Humanidade".
• Presidiu a um torneio de boxe nomeado em homenagem a um dos terroristas responsáveis pelo massacre de atletas israelitas nas Olimpíadas de Munique (de que outro mega-terrorista, o "moderado" Mahmoud Abbas, foi o cérebro).
• Disse que a solicitação para manter um minuto de silêncio pelas vítimas israelitas do Massacre islamista das Olimpíadas de Munique é "racismo".
• E disse o seguinte:
    "A comunidade internacional não aceita quando um autocarro explode em Tel Aviv, mas não questiona o que acontece a um colono ou a um soldado, que estejam nos territórios ocupados no lugar errado à hora errada. Ninguém questiona sobre isso. Portanto, devemos lutar de uma forma que mantenha a comunidade internacional do nosso lado."

Depois de menosprezar a intolerância árabe contra Israel no Rio 2016, o The Economist ainda se lança em considerações sobre supostas "barreiras" que Israel ergue - referindo-se à cerca de segurança (que muitos outros países têm) e que finalmente conseguiu aplacar o ritmo frenético da matança de judeus por terroristas islâmicos vindos do exterior.

No que toca aos Jogos, os israelitas devem alegrar-se, porque "pelo menos eles não estão a ser mortos". Em Israel, devem imediatamente demolir a cerca de segurança, que todos os países da região possuem (e muitos outros, até aqui na Europa. também).
Dificultar o próprio genocídio é uma grave ofensa à sensibilidade islâmica, não é, The Economist? E isso é pecado.




Este post foi feito com recurso a dados da HONEST REPORTING, especialmente de .



Clique no logótipo abaixo para aceder ao site da HONEST REPORTING em Português:

http://honestreporting.com/defendendo-israel-da-midia-tendenciosa/

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

VÍDEO: Gaza como nunca a viu


Os media e a propaganda anti-semita passam a ideia de que Gaza é um monte de ruínas, onde os israelitas confinaram população árabe muçulmana. A realidade é bem diferente. Gaza foi dada aos Árabes (tal como mais de 2/3 do território de Israel e tal como a maior parte de Israel, que é ao Estado artificial da Jordânia).
Os Árabes, assim que tomaram o controle de Gaza, transformaram-na numa plataforma de terrorismo para destruir Israel.
Ainda assim, Israel fornece todo o tipo de bens e serviços a Gaza, nomeadamente apoio médico - aos próprios terroristas, quando se lesionam a treinar para destruir Israel. Temo-lo aqui mostrado profusamente, com vídeos, não vamos cansar-vos.

Para saber mais, visite a nossa secção GAZA. Estes dois posts, por exemplo:

Banco Mundial financia terrorismo do Hamas

Os Corruptilionários de Gaza


Embora seja verdade que o grupo terrorista Hamas (que governa o território) redirecciona os fundos destinados à população civil para actividades terroristas, ainda sobra muito para a construção de algumas áreas bonitas. Não esqueçamos que Gaza recebe milhões vindos de todo o Mundo!
Vale a pena visitar também a nossa secção HAMAS. O Hamas não difere em nada do Daech, mas o Mundo ama o Hamas. Porque será?...

No conforto do bunker...

Um novo vídeo do Hamas - produzido para as próximas eleições locais - mostra Gaza como um lugar de impressionantes edifíciosbairros novos, parques, lagos, praças, praias banhadas pelo sol e pessoas sorridentes segurando cartazes dizendo: "Obrigado Hamas."

 
 
O Mundo sente-se obrigado a financiar o grupo terrorista Hamas, que ataca Israel diariamente. O Mundo não tem coragem de exigir que o Hamas pare de desviar a ajuda humanitária para comprar armas e munições, para atacar Israel. O Mundo prefere que o Hamas ataque Israel, em vez de fazer de Gaza um lugar pacífico, além de bonito, como este vídeo mostra. PORQUE SERÁ?...

O Senhor Politicamente Correcto

Sátira irremediavelmente aquém da realidade:


 Ridendo Castigat Moris
Embaixada da Resistência

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Rio 2016: Israelitas devem festejar... não serem mortos!


Já tivemos vários incidentes anti-semitas por parte de muçulmanos nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Por exemplo:



Houve outros.
Não obstante, a Imprensa internacional consegue culpar... Israel!
A mesma Imprensa que não se cansa de nos martelar que o Islão é pacífico (apesar de essencialmente uma seita genocida, com mais de 270 milhões de mortos e atrocidades sem nome).
A mesma Imprensa que não se cansa de nos intimar a todos a submeter-mo-nos ao Islão, sob pena de sermos "islamofóbicos"!
Alguns apontamentos sobre a abjecção da classe profissional dos jornaleiros, pode ser vista na nossa secção JORNALISMO.
O exemplo que vos trazemos hoje vem do famoso e conceituado The Economist, que não considera que o tratamento dado aos atletas israelitas seja anti-desportivo. Pelo contrário, afirma que a culpa é de Israel!



Judoca islamista recusa apertar a mão de judeu. A culpa é do judeu, por ter ousado querer saudar um membro da Raça Superior!

Referindo-se ao judoca egípcio que se recusou a apertar a mão do ganhador da medalha de Bronze, o israelita Or Sasson, o The Economist explora com um despudor chocante o massacre Jogos Olímpicos de Munique, dizendo que "o desprezo do Sr. El Shahaby pouco significa, em comparação com as balas que mataram 11 atletas israelitas nas Olimpíadas de Munique em 1972"; mas, continua o jornal, "mesmo assim, Israel criticou o seu mau desportivismo".
Os israelitas e os judeus devem portanto aceitar, aos pulos de alegria, o desprezo e o racismo, e darem graças por não serem assassinados!

Será que o The Economist aprova a discriminação baseada na raça, religião ou nacionalidade? Não aprova se se tratar de pessoas, claro! Se se tratar de judeus, aprova!

Este post foi feito com recurso a dados da HONEST REPORTING, especialmente de .



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Porque é que a "mesquita al-Aqsa" é tão "importante" para o Islão - CONCLUSÃO



A obsessão islâmica dos muçulmanos contra os judeus no Monte do Templo.

Conclusão de:

A verdadeira mesquita de Al Aqsa não fica em Jerusalém - 1

A verdadeira mesquita de Al Aqsa não fica em Jerusalém - 2

A verdadeira mesquita de Al Aqsa não fica em Jerusalém - 3

Esta é a última parte do artigo-choque do Dreuz.Info:

PORQUE É QUE A "MESQUITA AL-AQSA" É TÃO "IMPORTANTE" PARA O ISLÃO 

Porque é que a "mesquita de Al Aqsa" é tão importante para os muçulmanos, e porque é que começaram a dar-lhe tanta importância, tendo-se tornado um dos princípios básicos da sua fé?
A resposta reside no facto de que o Islão se define como uma religião que não veio à Terra para viver em paz com o Judaísmo e o Cristianismo, as religiões que o precederam, mas como uma religião universal que pretende extinguir as outras duas, e conquistar o Mundo inteiro.
O Islão vê-se a si mesma como "Din al-Haqq", a verdadeira religião, e ao Judaísmo e ao Cristianismo como "Din al-Batil" - falsas religiões.
Os muçulmanos temem que, se o povo judeu voltar à sua terra, às suas cidades e aos  locais dos seus Templos, isso fará com que o status do Judaísmo como religião verdadeira e activa se torne uma ameaça teológica à existência e razão de ser do Islão.
Portanto, toda a actividade judaica no Monte do Templo, e, especialmente as orações, enraivecem os muçulmanos, e tornam-nos capazes de qualquer coisa, não hesitando em espalhar mentiras e desinformação para impedir que os judeus regressem ao local de onde foram exilados há quase 2000 anos.
Esta é a razão pela qual eles fazem do conflito sobre Jerusalém a base das suas batalhas teológicas: é a sua total incapacidade de reconhecer os direitos históricos e religiosos dos crentes não-muçulmanos, que estão todos  destinados a desaparecer, de acordo com o Islão.
Todos os outros aspectos do conflito: nacionalistas, políticos ou legais, são apenas cortinas de fumo destinadas a camuflar o verdadeiro aborrecimento, a questão teológica entre Israel e os seus vizinhos.

A (FALSA) mesquita de Al-Aqsa só deixou de ser um monte de ruínas, onde pastavam cabras, quando Israel reconquistou a sua independência. A partir daí passou a ser mais um pretexto islâmico para atacar Israel.

Na nossa época, fomos abençoados pelo início do retorno a Sião, e lembramos a destruição dos Templos e a dispersão do nosso povo entre as nações do mundo.
Podemos ver com nossos próprios olhos o retorno do povo judeu à sua terra, à sua capital em Jerusalém, e aos locais dos seus templos sagrados. Isto é um anátema para muitos, especialmente para os nossos vizinhos muçulmanos.
A questão é se vamos ter de viver com a farsa que os muçulmanos criaram sobre o Monte do Templo, ou se conseguimos libertar a nossa Terra e a nossa capital, da ocupação islâmica.
Ou se devemos informá-los do que eles sabem perfeitamente bem, mas tentam esconder:
Os nossos ancestrais já viviam aqui há mais de 3000 anos, e oravam a Deus, enquanto os antepassados deles eram tribos pagãs do deserto da Arábia, que bebiam vinho, enterravam os seus filhos vivos e adoravam ídolos.
Quando nos respeitarmos realmente a nós mesmos, quando respeitarmos suficientemente o nosso património para defendermos os nossos direitos, os muçulmanos respeitar-nos-ão, e deixar-nos-ão em paz.
Que o povo judeu seja abençoada para completar em breve a sua redenção.
Tradução e adaptação © Jean-Patrick Grumberg para Dreuz.info.

Nesta lista de reprodução, com a chancela do Instituto do Templo, pode ver filmagens dos ataques muçulmanos contra os judeus, no local mais sagrado do Judaísmo, ainda invadido e profanado pelos colonos islamistas e pelos terroristas:

Junte-se ao Bem! Clique na imagem abaixo e assine a petição para manter Jerusalém unida, uma iniciativa da organização Unidos Com Israel:

https://unitedwithisrael.org/declaration/

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Quem mantém a segurança nos Jogos Olímpicos?


Quem mantém a segurança nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, Brasil? A resposta é bastante irónica.

Vários atletas nos Jogos Olímpicos Rio demonstraram orgulhosamente o seu anti-semitismo e ódio ao Estado judeu.

Uma equipa libanesa recusou-se a permitir que os israelitas entrassem no autocarro destinado pela organização ao transporte de ambas as equipas.
Anti-semitismo islâmico nos Jogos Olímpicos do Rio
Uma atleta da Arábia Saudita preferiu perder o combate de judo por falta de comparência a competir contra um israelita.
Um judoca egípcio que perdeu com um israelita recusou a apertar a mão do vencedor.
Judoca egípcio vaiado por recusar cumprimentar israelita
Enquanto isso, quem mantém os Jogos Olímpicos seguros?
Fonte: UNITED WITH ISRAEL
- É o mesmo país que assegurou que o Europeu de França tivesse decorrido sem ataques terroristas, tendo a sua tecnologia e know-how frustrado muitas tentativas. É o país mais odiado, caluniado e perseguido do Mundo. É Israel.
- Lamentamos que o vídeo não esteja traduzido:

Porque é que o burkini (e o Islão) devem ser BANIDOS


Visite a nossa secção MULHERES (sobretudo se for Mulher e islamófila)

Poder-se-ia enumerar mil e uma razões, ao longo de mil e uma noites, para legitimar a proibição da campanha islâmica do "burkini" nas praias europeias.
Aqui vão quatro algumas das mais evidentes:

1 - Na presente invasão colonizadora e terrorista do Islão sobre a Europa, a campanha pelo "burkini" é mais uma provocação supremacista.
2 - O uso de hijab é legal. As sacas de batatas que se podem ver na imagem acima é que não são permitidas nas praias. 
3 - Na generalidade dos países islâmicos, as mulheres ocidentais não podem andar de bikini, cabelo descoberto, saia curta, etc.. Se não forem imediatamente estupradas ou mortas, sofrem pesadas penas da lei islâmica sharia.
4 - A burqa (e o Islão, todo ele) é uma afronta aos nossos valores e está em flagrante violação das nossas leis, que já aboliram a escravatura, garantem igualdade entre os sexos e proíbem a violência - nomeadamente sobre as mulheres.

A senhora que podeis ver no vídeo abaixo está a ser punida por ter optado por vestir umas calças em vez da burqa. É no Sudão, podia ser noutro país islâmico.
Este vídeo apenas, chega para explicar porque é que a burqa, o "burquini" (e o Islão) devem ser totalmente, incondicionalmente, BANIDOS do Mundo Livre.
Se o Nazismo é proibido (e bem!), então o Comunismo (que é ainda pior!!) e o Islão (que é pior que os dois anteriores juntos!!!) devem sê-lo também.
Este vídeo (um de muitos do género) resume a questão da burqa e do "burkini" e a incompatibilidade absoluta entre Islão, e Liberdade, Democracia e Direitos Humanos:

As camaradas bloquistas e comunistas que gostam do "burkini" e do Islão, são livres de irem todas para o Sudão! Apanhem o próximo avião! 

Boa viagem Adriana Lopera! Boa viagem, Marisa Matias! Boa viagem, Isabel Moreira! Boa viagem, Isabel G.! Boa viagem, jornaleiras do Al-Público!

(Claro, que os muçulmanos lançaram a provocação do "burkini" este Verão apenas como pretexto para mais caos. Onde o "burkini" foi autorizado, é mais um passo na islamização da Europa. Onde não foi, está a haver violência islâmica nas praias, por parte de hordas de colonos bárbaros, perpetuamente "ofendidos". Percebeis agora Israel?).

 A PROPÓSITO:

Como ficou o caso da cotovelada islâmica?

Trata bem as mulheres, pois elas são como animais domésticos - Tabari IX- 113

Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3 

Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30 

Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34 
Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13

VAMOS ACORDAR?...HMMM?...


Mohamed Abdulah violava com adaga (comentadores omitem Islão) *

* - Vale a pena reler e rever os vídeos.