terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Sabe quem era Zemir Begic?

"É uma regra não escrita da Imprensa bem-pensante, da Política bem-pensante e das pessoas bem-pensantes, que certos grupos humanos têm sempre razão. E de que outros nunca têm razão. A realidade não conta para nada. A ideologia e o preconceito são soberanos."

Zemir Begic, ninguém conhece. A sua epiderme não permite. Há umas semanas, o jovem Michael Brown foi abatido pela Polícia, em Ferguson, Estados Unidos da América. Os media mainstream (Al Público & C.ia), que se arvoram sempre em proprietários exclusivos de toda Virtude e toda a Verdade, tem repisado até à exaustão que se trata de um "jovem negro", de "brutalidade e racismo policial". Assim mesmo, sem cerimónias.


 Se a pigmentação de Brown fosse outra, seria retratado como herói e vítima?

Imaginemos que tinha sido um jovem de outra pigmentação que tinha morrido. Será que os media também martelariam essa característica no cérebro do público? Será que o elegeriam como herói e mártir? Será que as multidões de Donos da Verdade e da Virtude, como o racista Al Sharpton, andariam aí numa roda viva, a acicatar o ódio? 

 
O Reverendo Al Sharpton, eterno pregador de ódio


Mas não foram apenas gangsters notórios como Sharpton que deitaram gasolina no fogo. O próprio Obama himself, subiu para a carruagem. Por inépcia ou deliberadamente, fica a dúvida do costume.


 O APROVEITAMENTO ISLÂMICO

O mundo islâmico não perdeu tempo e deu de imediato largas à sua obsessão preferida: Israel! Em Ferguson circularam bandeiras do ISIS e cartazes a condenar... Israel! O aiatola Khameini, supremacista religioso, pregador de ódio e líder de uma das mais brutais ditaduras do Mundo, tem usado os meios de comunicação dos infiéis para acusar os Estados Unidos de "brutalidade" e chamar-lhes... Israel. Que é o pior insulto que existe para aquela boa gente.

Uma estratégia óbvia de dividir para reinar, tentando reanimar o fantasma do racismo nos Estados Unidos. Tudo serve ao Mundo Islâmico (e às forças do Mal em geral) para combaterem o Mundo Livre.

Um twitter do pacífico aiatola Khameni é acompanhado da imagem de propaganda acima, e compara Ferguson a Gaza. Os muçulmanos acham normal chacinar judeus e um crime quando estes ripostam. E querem que os afro-americanos pensem da mesma forma.

Bandeiras do ISIS nas ruas de Ferguson. O ISIS enviou uma mensagem bizarra aos protestatários: "Ei, Negros! O ISIS vai salvar-vos!".

O QUE SE PASSOU COM MICHAEL BROWN


O jovem criminoso Michael Brown durante o assalto à mão armada, agredindo o dono da loja. Este assalto (e outros) estão documentados em vídeo.

Seria uma rematada estupidez afirmar que não existem polícias racistas nos Estados Unidos. Ou em qualquer outro país. Como os há noutras profissões e em todas as "raças". Mas o que se passou com Michael Brown nada teve a ver com racismo. O delinquente de 18 anos assaltou uma loja, empurrou o funcionário à saída, passeou-se pela rua com a calma de quem está habituado a estas vidas, ignorou descaradamente o agente Darren Wilson, que o abordou, insultou o agente, agrediu-o e tentou roubar-lhe a arma.

Está tudo registado em vídeo e há testemunhas oculares. 


A "CARNIFICINA" JÁ COMEÇOU

O agente foi ilibado e os protestos têm enchido as ruas.  Já há ameaças de "carnificina". E a carnificina já começou.  

O imigrante bósnio Zemir Begic foi assassinado este domingo de manhã perto de Ferguson. Testemunhas oculares afirmam que uma multidão de afro-americanos percorria as ruas com cânticos e gritos de "F**** OS BRANCOS! MATEM OS BRANCOS!", antes de assassinar Begic à martelada:


Como é óbvio, os media estão a ignorar este linchamento racista, os políticos estão calados, ou já vieram dizer que se trata de um "incidente isolado" - onde é que já ouvimos isto?...   

É uma regra não escrita da Imprensa bem-pensante, da Política bem-pensante e do público bem-pensante, que certos grupos humanos têm sempre razão. E de que outros nunca têm razão. A realidade não conta para nada. A ideologia e o preconceito são soberanos.


A multidão de racistas em fúria e a vítima, Zemir Begic, que deu a sua vida para salvar a da namorada, Arijana Mujkanovic.

Um dos movimentos racistas anti-brancos (mas que integram muitos, muitos brancos!) que está a ameaçar uma "carnificina" para a noite da Passagem de Ano chama-se  “Stop Mass Incarceration”, e, como o nome indica, acha-se encarcerado em massa. Acha-se prisioneiro da sociedade capitalista e essas grandiloquências todas a que estamos habituados.

Os "Encarcerados em Massa" querem uma revolução comunista nos Estados Unidos. Seria tão fácil fugirem do "cárcere". Cuba é já ali. A Coreia do Norte é outra possibilidade.

QUEM ERA MICHAEL BROWN

Neste vídeo, Michael Brown, o herói, a vítima, o mártir, o Che Guevara, o menino adorável, a pobre criança abatida pelos porcos racistas dos polícias, espanca e rouba um velhinho, na via pública, para gáudio dos amigos, que filmam e riem.




Era esta a vida de Brown. É esta a vida de milhões de indivíduos que os media e certos sectores políticos idolatram.

Temos por todo este mundo Ocidental milhões de garotos, de todas as cores, que contam com a complacência da Sociedade para levarem vidas de crime e marginalidade. A ideologia oficial determinou que a culpa é da Sociedade. Que é como quem diz: é nossa, é de quem trabalha, cumpre leis e anda pelas ruas com medo de encontrar um Michael Brown qualquer e levar uma sova deste calibre, porque ele viu uns ténis de que gostou, porque lhe apetece "dar na branca" ou por qualquer outro motivo. Uma coisa é certa: a culpa é nossa!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

"NÃO AO FUNDAMENTALISMO ISLÂMICO"

ACTUALIZADO E CORRIGIDO 


Terrorista do Estado Islâmico degola um "infiel", como o Islão ordena
"Maomé é o apóstolo de Alá. Os que o seguem são impiedosos para com os infiéis e misericordiosos uns para com os outros" - Alcorão   48:29

Excelente página de Facebook e blogue pessoal é o LEI ISLÂMICA EM AÇÃO.

Completíssimo, incansável, profundo, é o trabalho deste activista anti-jihad do Brasil. A propaganda islamista desmontada sistematicamente, com todas as fontes devidamente citadas. Os relatos da guerra demográfica, da imposição da Sharia (a tenebrosa Lei Islâmica) ao Mundo Livre, da colonização islâmica sobre o Ocidente e do terrorismo diário.

Facebook AQUI.

Blog AQUI.

Não perca!

NÃO AO FUNDAMENTALISMO ISLÂMICO é um grupo do Facebook que tem a difícil tarefa de relatar o que de mais atroz o Islão dito "fundamentalista" espalha diariamente pelo mundo, bem como a propaganda massiva e bilionária com que os media as branqueiam e ocultam : AQUI.

Boas leituras para esta semana em que alguns disporão de um dia ou dois de pausa nas suas actividades profissionais. Informe-se sobre o que temos à porta - e também cá dentro, ali bem à saída da Mesquita de Lisboa:



Em Português, destacamos também:

Algumas Coisas Acerca do Islão
E em Inglês:
 Há milhares mais, e todos juntos não conseguem cobrir as atrocidades contínuas da "Religião da Paz".

domingo, 28 de dezembro de 2014

Obviamente, despediram-no!


A Jihad contra o Natal tem varrido a França. A Imprensa e o Governo negam ligação entre o terrorismo islâmico e a onda de ataques em que muçulmanos têm atropelado, espancado e esfaqueado "infiéis", aos gritos de "Allah Akbar!".

A França já  estava dolorosamente familiarizada com as queimas de carros na passagem de ano, levadas a cabo pelos muçulmanos, que a Imprensa designa pelo nome de código de "jovens". Porque se disser muçulmanos, ou racaille, é politicamente incorrecto.

Agora, o Natal passou a estar também sob ataque declarado. Afinal de contas, para o Islão, "desejar Feliz Natal é pior que matar alguém":




Está tudo bem em França, assegura a Imprensa e o Governo socialista (eleito com os votos decisivos dos muçulmanos). As coisas estão tão bem que mais de 1000 soldados estão a patrulhar as ruas mais frequentadas pelos adeptos da Religião da Paz!


Em França a percentagem de muçulmanos já ultrapassou o ponto crítico em que a vida normal de torna impossível. Pessoas corajosas e lúcidas como Geert Wilders têm vindo a público dizer o óbvio: que a Europa e o Mundo Livre não podem continuar a existir como tal se não se deportarem os muçulmanos. De Wilders têm dito o que o Mafoma não disse do toucinho. Processos judiciais têm-lhe chovido em cima, têm tentado matá-lo.


Eric Zemmou, mais uma vítima da perseguição islamófila

Perante os recentes acontecimentos, que são a resposta ao apelo do ISIS para ataques em França, o jornalista Eric Zemmour atreveu-se a dizer o que sempre aqui dissemos, que é óbvio para toda a gente mas não se pode dizer: só deportando os muçulmanos poderemos evitar a guerra civil e o caos! Obviamente, despediram-no!




Muçulmanos, perdão, "jovens", atacam católicos à saída da missa. A França já era.

sábado, 27 de dezembro de 2014

ISIS colhe órgãos de crianças VIVAS

Sugestão para quem não gosta ou não tem disponibilidade para posts longos: a versão "curta" do post está avivada a amarelo forte.


 Os islamistas do ISIS retiram os órgãos a um menino cristão. VIVO!


A Síria,  Iraque, e o resto do Mundo, estão a viver um novo Nazismo, uma nova Guerra Mundial. E não é "apenas" de assassínios em massa de inocentes que se trata. Entre outras monstruosidades que raramente chegam à Imprensa de massas, (como os abatedouros e o canibalismo de cristãos, como as escravas sexuais de 1 ano de idade) o ISIS está a capturar crianças cristãs, yazidis e xiitas, e a retirar-lhes os órgãos - enquanto estas estão ainda vivas.

Os órgãos são enviados para a Arábia Saudita e para a Turquia. Esta prática serve para financiar o Califado Global, ou Estado Islâmico.

Os relatos já vinham de há algum tempo, mas não tínhamos ainda a certeza da sua veracidade. Dos matadouros e do canibalismo de cristãos, ou dos leilões de meninas "infiéis" a partir de 1 ano de idade para escravatura sexual, também só falámos quando chegaram vídeos, testemunhos fiáveis e quando os casos passarem pelo crivo de analistas sérios e conhecedores dos menadros do Islão, como o ex-terrorista - agora valente activista cristão - Walid Shoebat.  

O activista cristão Theodore Shoebat (filho de Walid) fala sobre mais esta monstruosidade jihadista


 

 

As crucificações em massa, o enterramento e queima de pessoas vivas, os mercados de escravos, as decapitações e amputações - tudo ao abrigo da Sharia, a famosa Lei Islâmica (consultar Alcorão) - são em tão grande número que temos até dificuldade em escolher casos para vos relatar. Aconselhamos que consultem os sites sugeridos na barra lateral, em O TERRORISMO GLOBAL.

 
Terrorista do ISIS (encapuçado, talvez para não ser reconhecido aqui no Ocidente, de onde tantos são originários), anuncia à população de Tabqa que a base aérea da cidade caiu nas mãos do Estado Islâmico. 24 de Agosto de 2014. (Foto REUTERS).

 

Os órgãos estão a ser colhidos não apenas de soldados iraquianos e sírios caídos em combate, mas também de reféns VIVOS, com preferência pelas crianças. Os jovens cristãos, mas também os jovens yazidis e muçulmanos xiitas, estão a ser capturados para esta prática diabólica. 

O otorrinolaringologista Dr. Siruwan al-Mosuli, pessoa idónea e respeitada, confirma:

"Temos notado ultimamente um movimento fora do habitual nas instalações médicas de Mosul. Cirurgiões árabes e estrangeiros têm sido contratados, mas estão proibidos de se misturarem com os médicos locais. Temos informações de que estão a traficar órgãos. As cirurgias têm lugar no hospital e os órgãos são imediatamente transportados através de redes especializadas no contrabando de órgãos humanos.

Os órgãos são colhidos de combatentes mortos, que são rapidamente levados para o hospital, de pessoas que ficam feridas nos combates e de pessoas raptadas. A venda destes órgãos rende elevadas somas ao Estado Islâmico.
Há uma máfia especializada que está envolvida nestas operações, em ligação estreita com instituições médicas nos países que compram os órgãos. De outra forma, o tráfico não seria tão rentável.
De acordo com o Office of the High Commissioner for Human Rights (OHCHR) o Estado Islâmico vende corpos completos, e órgãos de pessoas feridas que captura."

O Times of London expôs a rede de tráfico, montada pelo Estado Islâmico e com base em Mosul, onde mulheres e crianças cristãs, yazidis e de outras minorias étnicas e religiosas, são vendidas e compradas como se fossem gado. Há cerca de um mês, Shoebat tinha entrevistado Lazar, veterano das Forças Especiais Sérvias, que revelou a existência de uma rede idêntica no Kosovo, onde muçulmanos raptam homens, mulheres e crianças sérvias, e vendem os respectivos órgãos para a Turquia e para a Arábia Saudita, os mesmos países para onde o ISIS trafica.

Aqui está a entrevista, que lamentamos não ser legendada: 




O ISIS NÃO É DIFERENTE DO HAMAS, QUE A EUROPA JÁ  NÃO CONSIDERA TERRORISTA

O bando terrorista ISIS, à semelhança dos seus congéneres Hamas, Hezzbollah, fatah, Al-Shabab. Al-Nushra e tantos outros, continua a ser tratado pela Imprensa Ocidental com punhos de renda. Os jornaleiros da nossa praça falam eufemisticamente em "combates", "combatentes", "militantes", e outros termos suavizantes da realidade nua e crua: este é, como os outros que citámos, um bando terrorista, que segue à risca o Alcorão, o exemplo do fundador da seita e as fatwas, os decretos religiosos dos seus clérigos. 

O Hamas tem um lugar especial no coração de muitos europeus, porque tem como prioridade a destruição de Israel. Só depois é que tratarão de nós, que estamos a seguir na lista.


Numa primeira fase, o ISIS pretende retomar os domínios do Islão, conseguidos no século VII da mesma forma que hoje: matança, barbárie, atrocidades, crueldade sem limites. O Islão é e sempre foi isto. Se tem dúvidas, leia o Alcorão, estude a vida de Maomé, e releia este post

A religião do CRIME 

Compreensivelmente aterrorizados (ou perdidos de amores pelos terroristas, no caso de se tratar de malta de extrema-esquerda, tipo Chico Louçã, Marisa Matias e assim), as pessoas bem pensantes continuam a insistir na narrativa Davidmuniresca de que o ISIS, tal como todos os terroristas islâmicos do Mundo, são pessoas que "não compreendem o Islão".  

Consequentemente, Maomé também "não compreendia o Islão". Se calhar nem era muçulmano... 

Temos consciência de que a maioria dos muçulmanos não segue o Alcorão à risca, como os cristãos e os judeus não seguem à risca todos os preceitos bíblicos, antigos de milhares de anos, muitos deles já totalmente desadequados aos tempos de hoje. Que a maioria dos muçulmanos não anda por aí a fazer atentados, a matar, torturar e violar pessoas. Que a maioria dos muçulmanos não põe em prática as  fatwas e as declarações dos doutores do Islão que mandam exterminar, escravizar e submeter os "infiéis" - alguns casos mandam mesmo COMÊ-LOS, literalmente. 

A questão não é essa. Antes fosse apenas um intrincado novelo semiótico, cujas consequências não passassem de algumas justas verbais. A questão é que se essa minoria islâmica belicosa for de apenas 10% dos muçulmanos, trata-se de 10% de 1 bilião e 600 milhões de pessoas, com recursos financeiros, bélicos e de fanatismo, capazes de causar o fim do mundo como o conhecemos


 
 "As mesquitas no Brasil são TODAS lideradas por radicais muçulmanos - pela Irmandade Muçulmana".

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Natal... Na província neva



Natal... Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.
Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
Estou só e sonho saudade.
E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!


Fernando Pessoa, ilustre judeu português




NATAL AMARGO

A TV mostra como foi a Noite de Natal pelo Mundo fora. Cristãos iraquianos dizem não compreender como é que os seus irmãos de crença, aqui no Ocidente, podem estar a celebrar, enquanto eles são perseguidos e dizimados pelos terroristas islâmicos. 

Os que sobreviveram, estão refugiados em áreas onde o ISIS ainda não chegou. Não têm nada para além da roupa do corpo. Explicam que não conseguem sentir o espírito natalício, no meio de tanta amargura. As crianças, desenham anjos e cantam o Jingle Bells numa língua que me é desconhecida.



 Os cristãos são hoje o grupo humano mais perseguido do Mundo - RESCUE CHRISTIANS

 NATAL DE INDIFERENÇA

Como é possível continuarmos a mastigar rabanadas, com olhar longínquo,  como se se tratasse de uma ficção, de uma tragédia ida, de algo que não nos diz respeito? Vista de um avião, a Terra não tem linhas divisórias de países, como nos mapas. Se um cidadão se puser a andar para Nascente umas quantas centenas de quilómetros, sobrevoa o Mediterrâneo, passa pelo micro-Israel, chega à Síria e depois ao Iraque. O Sol e o ar são os mesmos. As pessoas que lá moram são gente como nós. Os meninos são iguais aos que na Noite de Natal, aqui em Portugal, dormiram numa caminha quente, e esperaram ansiosamente pelo alvorecer, e pelo que o Menino Jesus lhes deixou no sapatinho.



 O Estado Islâmico e o Mundo Islâmico existem no nosso planeta.

Qual o critério que um humilde blogger, com disponibilidade de tempo limitada, deve usar para noticiar e comentar as acções da jihad islâmica? Diariamente, imparável, a «guerra santa» dos muçulmanos continua, numa  espiral de crueldade que está a ultrapassar o pior que possamos imaginar. 

Nos jornais, na TV, na Rádio, nos sites da Imprensa institucional, os terroristas islâmicos são chamados «combatentes» e equiparados moralmente às suas vítimas. E isto quando a Imprensa se lhes refere. As mais das vezes fala-se de «ataques», mas não se diz quem atacou. 

O ISIS - Demónios chacinadores, torturadores e violadores de mulheres e crianças, cobardes mascarados, a quem a nossa Imprensa chama, reverentemente, «combatentes».

ESTATÍSTICAS 

A morte de uma pessoa é uma tragédia; a de milhões, uma estatística.
Joseph Stalin (foto à direita), genocida





Aos nossos media só chega o que é absolutamente impossível de encobrir ou de ignorar. O sequestro e assassínio de inocentes na Austrália, os esfaqueamentos e  atropelamentos em Paris, a chacina de 152 pessoas (133 delas crianças) numa escola no Paquistão, o terrorista do ISIS que bateu um recorde diabólico qualquer, assassinando mais de 150 mulheres (muitas delas grávidas) e meninas, sozinho, porque estas preferiram a morte à escravatura sexual.

Mulheres, meninas e crianças yazidis, vítimas dos terroristas e moralmente equiparadas a estes pelos media

Em Israel, continuam os ataques terroristas. Pessoas alvejadas, atropeladas, assaltadas com machados, facas, chaves de parafusos, regadas com ácido. Mais bombas lançadas desde Gaza. E o mesmo silêncio cúmplice dos políticos e dos jornalistas, que estão de alma e coração com os terroristas - como se viu noutro dia naquela deplorável orgia islamonazi que decorreu na Assembleia da República. Dos 230 deputados, 9 tiveram a coragem de não advogar tacitamente a destruição de Israel e dos judeus, lembramos.

Qual o critério que um humilde blogger, com disponibilidade de tempo limitada, deve usar para noticiar e comentar as acções da jihad islâmica, se em Novembro, por exemplo, 5042 pessoas foram mortas pelos muçulmanos ditos radicais, à média de 7 pessoas por hora, 168 pessoas por dia?

Para as estatísticas vai que em primeiro lugar entre os 16 grupos terroristas islâmicos mais violentos esteve em Novembro o ISIS, o Estado Islâmico, com 44% do total de assassínios, totalizando 2206 pessoas no Iraque e na Síria.

O Top 5 da matança:


Iraque                       1770 mortes       
Nigéria                      786 mortes              
Afeganistão             782 mortes       
Síria                           693 mortes             
Iémen                        410 mortes       

Pode conferir os dados aqui, e na fonte original, o Centro Internacional para o Estudo da Radicalização.

E não são «apenas» mortes. São sofrimentos sem nome infligidos a inocentes. É perseguição, tortura, estupro, crucificações, decapitações, gente enterrada e queimada viva. É a jihad, é o Islão. Como há 70 anos foi o Nazismo (em colaboração com o Islão, de resto).


Esta é a capa do manual recentemente editado pelo ISIS, que ensina a estuprar as mulheres e as crianças «infiéis».

Qual o critério que um humilde blogger, com disponibilidade de tempo limitada, deve usar para noticiar e comentar as acções da jihad islâmica, se as notícias de horror chegam a cada minuto? Enquanto me ledes, há talvez uma Anne Frank cristã ou yazidi, curda ou judia, escondida, a escrever um diário, enquanto os seus conhecidos e a sua família são extintos. paulatinamente. E nós, paulatinamente, vamos mastigando as rabanadas. 

Cartão de Natal do ISIS: "FELIZ NATAL, INFIÉIS!"


Esta obra de Photoshop não é apenas humor negro. É a  expressão da visão Mundo islâmica do Mundo: todas as crenças que não o Islão devem ser extintas

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL!


Natal e Chanuká convivem pacificamente em Israel


Sou português, fui criado num lar cristão, frequentei a Catequese, fiz a Primeiro Comunhão, tive a educação religiosa de qualquer jovem da minha geração. Quando eu era pequeno, o pior insulto que havia era "judeu". Mas nenhum de nós fazia a mais pequena ideia do que fosse um judeu. 

Não estabelecíamos a mínima ligação entre os judeus-insulto e os judeus que enchiam as nossas tardes de Sábado com encanto, paz e sincero sentimento religioso. E como gostávamos de ouvir as histórias e aprender as lições dos Patriarcas (Abraão, Isaac, Jacob); das figuras aventureiras e heróicas do nosso Catecismo (José do Egipto, o Rei Salomão, o impressionante Jonas, dentro da baleia); dos respeitados Profetas (Elias, Isaías, João Baptista); dos Apóstolos; dos Evangelistas; e do próprio Jesus, que nos foi apresentado como Deus, juntamente com o Pai e o Espírito-Santo.

Sou grato a meus pais, que me deram uma educação religiosa. E aos meus catequistas, que me deram as primeiras noções de espiritualidade e moral. Se sou menos bom, não é culpa deles. A formação católica não me tolheu a liberdade de ser hoje um universalista, alguém que, embora no grau modesto da sua cultura e intelecto, gosta de estudar e aprender com todas as religiões.

Uma das primeiras vezes que levantei as orelhas para as palavras "Israel" e "judeus" foi há uns anos, quando, por esta altura, escutava uma emissão de Rádio, e o repórter, lá na Terra Santa, perguntava aos habitantes o que pensavam do Natal. Naturalmente, pensavam o que nós, em Portugal, país predominantemente cristão, pensamos do Hanuká. Sabiam mais ou menos o que era, mas não celebravam. O repórter, em estado de exaltação mística (para não dizer histérica), respondia-lhes aos gritos, verdadeiramente indignado com tal indiferença: "Mas Ele é o Messias! Mas Ele é o Messias".

Embora por essa altura ainda não estivesse familiarizado com o conceito de Messias, não deixei de ficar chocado com tamanha manifestação de desrespeito. Comecei cá a pensar se o repórter faria tamanho aranzel, se, ao interrogar os brâmanes à beira do Ganges a 23 de Dezembro, estes lhe declarassem honestamente não saber ao certo o que é o Natal. Se este gritaria assim aos xintoístas, aos animistas, aos muçulmanos ou aos budistas.

E que responderia o mesmo repórter se um homólogo israelita e judeu lhe fosse gritar, em Lisboa, acerca da sua indiferença em relação ao Hanuká, "Mas foi o Milagre da Luz! Mas foi o Milagre da Luz!"?

Há, na verdade, quase dois milénios de ressentimento da parte da Cristandade para com os judeus. É que o Messias dos cristãos nasceu lá, em Israel, e os judeus afiguram-se-lhes uns cabeçudos, uns teimosos, que deveriam ser os primeiros a converter-se, pois que são compatriotas do próprio Deus feito homem!

Não lhes ocorre, aos amuados detractores, que o enfoque judaico é diferente, como é diferente a perspectiva de duas pessoas que vejam o mesmo evento, devido ao ponto diferente do qual o observam. Mesmo hoje, que a liberdade religiosa é um dado adquirido por uma Humanidade intelectualmente e moralmente amadurecida, persiste a velha pecha de que "eles" deviam converter-se!

Para o vulgo, a ligação de Jesus com o povo judeu e com o Judaísmo, é a mesma que eu tinha aos 6 anos, em época de TV a preto e branco e só um canal. Pouco se lhes dá que Yeshua (romanizado como Jesus Cristo),  tenha sido um judeu, praticante do Judaísmo, e que, segundo as próprias palavras, até tenha vindo "para as ovelhas perdidas da Casa de Israel".

Em Israel celebra-se o Natal abertamente, como se celebra qualquer festividade religiosa em qualquer país livre e democrático. Ali a toda a volta, Norte de África e Médio Oriente, o Islão é hegemónico, e como tal não há liberdade religiosa, nem liberdade de espécie alguma. Há cristãos perseguidos, raptados, torturados e executados, apenas por serem cristãos.

Os judeus, por seu lado, não têm muitas razões para euforias natalícias. Durante séculos, esta era a ocasião em que milícias de fanáticos religiosos iam de porta em porta "caçar" judeus, pelo alegado "deicídio" alegadamente cometido pelos seus antepassados. Destruíam-lhes casa e bens, espancavam-nos, matavam-nos. Ainda hoje, grupos folclóricos europeus, executam publicamente cantos natalícios que celebram o Holocausto. A violência cometida em nome da religião é a negação do próprio conceito de religião.

Esta despretenciosa crónica natalícia poderia ser um festim de lugares-comuns próprios da quadra. Optei por revisitar a minha perplexidade para com a fricção que ainda causam as opiniões diferentes. Ainda por cima em termos de religião. Desde os meus tempos de catequese que trago gravadas as palavras de Yeshua: "Amai a Deus acima de todas coisas, e ao próximo como a vós mesmos".

Celebremos então o aniversário do judeu mais famoso de sempre.


- A TODOS OS LEITORES E AMIGOS, DESEJAMOS UM FELIZ NATAL! QUE SEJAMOS SEMPRE "SIM, SIM, NÃO, NÃO", COMO ENSINOU YESHUA/JESUS, E NUNCA TEMAMOS ESTAR DO LADO DO BEM, CONTRA TODO O MAL!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Hanuká e Natal, Dreidel e Rapa

Que nos desculpem os nossos leitores e amigos que não falam Inglês, mas estes dois vídeos são encantadores:

O Hanuká explicado por cristãos:



O rapaz do hoodie cinzento, por exemplo, acha que um dreidel (uma espécie de pião dos que usamos em Portugal no jogo do "rapa"*) é um concha que os judeus usam no Hanuká para retirar bolas de matzah de dentro de uma panela. :)

O Natal explicado por judeus:

 

A rapariga de óculos e camisola azul acha que os cristãos no Natal comem presunto, ananás e (possivelmente) azevinho. :)

Hoje em dia, com a Internet, não é preciso irmos comprar um livro sobre tradições judaicas, ou cristãs, respectivamente; ou viajarmos a terras distantes, para sabermos mais sobre outras culturas. Mas, mesmo antes do advento deste extraordinário meio de comunicação, nós já tínhamos suspeitado que o "rapa" dos Natais da nossa infância tinha certamente a sua raiz na tradição judaica.



O rapa - RTDP; Rapa, Tira, Deixa, Põe

 
O dreidel -  נ (Nun), ג (Gimel), ה (Hay), ש (Shin), "נס גדול היה שם" (Nes Gadol Hayah Sham – "Um Grande Milagre Aconteceu Lá"). Em Íidiche, Nun é a inicial de nisht ("nada"), Hei de halb ("metade"), Gimel de gants ("tudo"), e Shin de shtel ayn ("põe").

Em Israel o dreidel tem uma letra diferente, pois o acrónimo é de "Um Grande Milagre Aconteceu AQUI" :-)

domingo, 21 de dezembro de 2014

Judaísmo - História e Origens

Frisando, como habitualmente, que este não é um blog de Religião nem de Teologia, nem se encontra filiado em nenhuma delas, para compreensão da História e da Cultura de Israel e dos judeus, vale muito a pena assistir a este documentário:


 

"Origens do Judaísmo

Ainda que o Judaísmo só vá ser chamado como tal apenas após o retorno do Cativeiro na Babilónia, de acordo com a tradição judaica, a origem do Judaísmo estaria associada ao chamamento de Avram (Abrão) e à promessa de YHWH. Avram, originário de Ur da Caldéia, teria sido um defensor do monoteísmo num mundo de idolatria, e pela sua fidelidade a YHWH teria sido recompensado com a promessa de que teria um filho, Yitschak, do qual levantaria um povo que herdaria uma Terra da Promessa e que seria uma nação sacerdotal entre os povos da Humanidade. Avram, posteriormente chamado de Avraham (Abraão), é considerado o primeiro hebreu (do hebraico עִבְרִי ivrit aquele que vem do outro lado), e passou à viver uma vida nómada entre os povos de Canaã.

De acordo com a Torá, YHWH não seria apenas o Senhor de Yisrael, mas sim o Príncipio Uno que criou o Mundo, e que já se havia revelado a outros justos antes de Avraham. Mas com Avraham inicia-se um pacto de obediência, que deveria ser seguido por todos os seus descendentes, se quisessem usufruir das bençãos de YHWH. Alguns rituais tribais seguidos pelos membros da família de Avraham serão incorporados na legislação religiosa judaica."

- Texto de apresentação (com algumas adaptações ao Português de Portugal).

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Hanuká em Lisboa

ACENDIMENTO PÚBLICO DA 3ª VELA DE CHANUKA 5775
Acendimento pelo 4º ano consecutivo da Grande Chanukiá em Praça Pública - Pq. Eduardo VII.

Com as presenças da Embaixadora de Israel - Sra. Tzipora Rimon, Embaixador da Argentina - Sr. Jorge Arguello , Deputados Adão Silva e Duarte Pacheco do GRUPO PARLAMENTAR DE AMIZADE PORTUGAL - ISRAEL, membros da CIL, amigos e simpatizantes.

Nem o forte frio em Lisboa impediu que várias dezenas de pessoas estivessem presentes mais este ano !!!

Realização : Comunidade Israelita de Lisboa / Chabad Portugal .
 

Apoio : Câmara Municipal de Lisboa



O Festival das Luzes é uma festa do calendário religioso Hebraico, mas qualquer pessoa pode participar. Estamos em época de festa, em época de Luz.

Mais fotos no Facebook da Amizade Luso-Israelita.


Chag Urim Sameach!

Um Templo, Dois Templos, Três Templos

A propósito deste post, um amigo perguntou-nos quantos Templos tiveram afinal  os judeus - dois ou três? Vamos lá então:

O TABERNÁCULO

O primeiro templo judaico foi o Tabernáculo.


 Recriação do Tabernáculo, o templo portátil dos judeus durante o Êxodo

O Tabernáculo era um templo portátil, com que os judeus viajavam, na sua peregrinação pelo deserto, após a famosa fuga do cativeiro egípcio, comandada por Moisés e pelo seu irmão Aarão. No Livro do Êxodo (um dos cinco livros da Torá, e o segundo do Antigo Testamento) encontram-se as instruções para a construção do Tabernáculo, seus artefactos e vestuário dos sacerdotes. Este belíssimo vídeo mostra como era o Tabernáculo:




Não está aqui em causa se foi Deus que criou o Judaísmo (como defendem os judeus e os cristãos mais tradicionalistas) ou se o Judaísmo é uma criação dos judeus (como defendem por exemplo as correntes do Judaísmo Reconstrucionista ou do Judaísmo Humanista).  O blogue não é sobre religião, teologia ou filosofia, interessa-nos o aspecto cultural, genérico. E há que convir que isto é absolutamente 'cool'! Um povo cria/recebe a revelação da primeira religião estritamente monoteísta da História, quando se encontra em fuga pelo deserto (carente de água, de comida e de quase tudo), e leva o seu templo às costas... Não é por acaso que há mais de 3 mil anos que esta epopeia inspira o Mundo.


O PRIMEIRO TEMPLO 

O Primeiro Templo de Jerusalém foi construído no reinado de Salomão, no local onde Abraão havia oferecido o seu filho Isaac como sacrifício. Foi arrasado por Nabucodonosor II da Babilónia, em 586 a.C.. Os seus tesouros foram saqueados e transportados para a Babilónia, e grande parte dos judeus foram feitos cativos. O Exílio Babilónico ou Cativeiro em Babilónia, foi um período particularmente doloroso na História judaica.



Seria assim o Primeiro Templo de Jerusalém

Se falarmos no Salmo 137, possivelmente não se vos acenderá nenhuma luzinha. Mas experimentemos a transcrição da sua passagem mais conhecida:


Junto aos rios da Babilónia- Balada do Exílio


1 Sentados junto aos rios da Babilónia, chorámos, recordando-nos de ti, Sião.
2 Nos salgueiros que lá havia pendurámos nossas harpas.
3 Os que nos levaram cativos pediam-nos uma canção; os que nos tinham oprimido pediam que os alegrássemos e diziam: "Cantem-nos uma cantiga de Sião!"
4 Mas como podíamos nós cantar um cântico do Senhor, estando numa terra estranha?
5 Se me esquecer de ti, Jerusalém, fique inutilizada a minha mão direita.
6 Se de ti me não lembrar, Jerusalém, se não fizer de ti a minha suprema alegria, que a língua se me pegue ao céu-da-boca.

Se não estão a reconhecer, experimentem escutar este clássico de reggae, cuja letra foi extraída do Salmo 137:


A rapaziada que viveu a euforia do disco-sound deve lembrar-se disto...

 O SEGUNDO TEMPLO

Em 516 a.C., após o regresso de mais de 40.000 judeus do Cativeiro Babilónico, foi iniciada a construção, no mesmo local, do Segundo Templo. Este foi destruído em 70 d.C., pelos Romanos, sob o comando do general Tito, como represália pela Grande Revolta Judaica.

Desde há mais de 4 mil anos que a Terra de Israel conhece periodicamente invasões e chacinas, mas os judeus sempre se bateram bravamente, sempre houve resistentes que ficaram, e dos que partiram, muitos tiveram a felicidade de voltar.


Os Romanos arrasaram o Templo, saquearam as suas riquezas, e levaram (um)a Menorá, como ficou imortalizado no famoso Arco do Triunfo de Tito, em Roma.


Esta é a mais famosa das pinturas que retratam a destruição do Segundo Templo. É da autoria de Francesco Hayez (1791 - 1882), considerado um mestre do Romantismo histórico.



Tito deu ordens pouparam um dos muros de suporte do Templo, de modo a que as gerações vindouras fizessem uma ideia da dimensão da construção. A porção de muralha é conhecida como Muro das Lamentações, e é ainda hoje usado como lugar de oração. 



 Jerusalém em tempo real, via Internet, para todo o Mundo

Graças às maravilhas da tecnologia, esse resto de muralha (chamado Kotel), pode ser visto em directo em qualquer parte do mundo, através da KOTEL CAM. Há outras câmaras em Jerusalém, neste e em outros sites, onde qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, pode ver o que lá se passa, em tempo real.


 O TERCEIRO TEMPLO


 Jovem judeu no Instituto do Templo, junto à maqueta do Segundo Templo

Desde o ano 70 da nossa era que o Templo aguarda a reconstrução. Romanos, Persas, Bizantinos, Árabes, Turcos, Cruzados, Mamelucos, Mongóis, Franceses, Aliados da I Grande Guerra, Britânicos, e mais uns quantos, foram invasores da Terra de Israel, também conhecida como a Terra Santa. Apenas sob o domínio judeu Israel e Jerusalém conheceram paz e convívio harmonioso entre credos e povos.

 Antevisão: este terceiro milénio, erguer-se-á em Jerusalém o Terceiro Templo.

Em 1948, a Jordânia - criação pós colonial britânica - invadiu e arrebatou 80% da Terra de Israel. Israel consentiu, em nome da paz... Dos 20% que restaram e após muitas concessões territoriais, muitas tentativas de anexação, muitas guerras desiguais movidas pelo mundo islâmico, os judeus não abrirão mão. Porque ceder mais território tornaria indefensável o pequeno Estado.


Pelo contrário, neste terceiro milénio, Israel construirá o seu Terceiro Templo. O Instituto do Templo está a tratar disso.


Actualmente, é praticamente proibido aos judeus o acesso ao Monte do Templo, o local mais sagrado do Judaísmo e de Israel. Os colonos muçulmanos ocupam o local, com a ajuda dos terroristas do Hamas e do ISIS. Mas este lamentável estado de coisas não será eterno. A famosa Mesquita de Al-Aqsa, que é uma profanação e de um local sagrado, pode ficar no seu lugar. Mas o Templo será reerguido no seu devido local também. Esperemos que se cumpra o velho ditado luso, e que às três, seja de vez!


Chaim Richman, director internacional do Instituto do Templo, com uma réplica da réplica da Arca da Aliança.

Na ficção, muitos têm sido os aventureiros que, como Indiana Jones, procuraram a Arca da Aliança. Os seus colegas do mundo real, não tiveram ainda a sorte de encontrar. Mas quem nos diz que um dia destes não aparece? Seria realmente a cereja em cima do bolo, reconduzir a Arca ao seu devido lugar. 

Que o Terceiro Templo marque uma era de  Paz para toda a Humanidade são os nossos votos.

Shabbat Shalom!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Europa volta a legalizar o Mal

O NAZISMO QUE VEM DE LONGE


Sob o lema “Gott mitt uns” ("Deus connosco") em 1935, o sistema judicial nazi legitimou a perseguição aos judeus. No 27º aniversário do bando terrorista Hamas, o sistema judicial da União Europeia repete a proeza, sob o lema "Allah U Akbar".

A Europa já não considera o Hamas um grupo terrorista. Para a União Europeia, um bando que rapta, tortura e assassina judeus - crianças e adultos; que bombardeia Israel diariamente (com preferência pelas escolas e infantários); que escraviza as suas próprias crianças na escavação de túneis de terrorismo e as abate a seguir; que executa sumariamente suspeitos de não-antissemitismo; que usa as suas crianças como escudos e bombas humanas; etc., etc., etc.. é um grupo político legítimo.

Vejas as nossas etiquetas HAMAS e OPERAÇÃO PROTECÇÃO LIMITE

Pessoas intoxicadas pelos media cúmplices, não sabem porque morrem os 'palestinos'.

O Hamas tem como objectivo a destruição de Israel e a extinção dos judeus. Ao legitimar tal organização, a União Europeia acaba de dar o tiro de partida oficial para a caça ao judeu na Europa. Outra vez.

GIVE THE DOG A BONE

Sem comentários: a "justificação" do Tribunal da UE foi que a inclusão do Hamas na lista, em 2001, foi influenciada pelos media e pela Internet.

Quem, como nós, gosta de andar pela serra de mountain-bike,  conhece a estratégia de atirar a nossa merenda ao cão que nos salta ao caminho, pronto a atacar. Mais vale ficar com fome do que levar uma dentada. A União Europeia atirou esta "merenda" aos muçulmanos que invadem actualmente a Europa, na esperança de que estes não lhes mordam. De nada vai adiantar.



Como é que o Hamas celebrou o seu 27.º Aniversário? Discursos de incentivo à paz? Tolerância entre os povos? As imagens da "festa" em Gaza são todas deste calibre. Imaginemos que Israel fazia coisas destas, o que não iria por aí de indignação...

Temos actualmente 52 milhões de muçulmanos a a viver na Europa (sem contar o número cada vez maior de convertidos e fãs - com destaque para a extrema-esquerda e para os neo-nazis).

80% destes muçulmanos vivem à custa dos contribuintes europeus - tal como os seus irmãos do Hamas

Um número indeterminado destes muçulmanos dedica-se às mais variadas actividades criminosas, que vão dos gangues de abusadores de crianças ao terrorismo de bomba e faca - tal como os seus irmãos do Hamas.

Um número indeterminado desses muçulmanos (que deve cifrar-se em 100%) tem como objectivo supremo de vida a destruição total de Israel e o genocídio definitivo dos judeus - tal como os seus irmãos do Hamas.

Nos últimos 2 anos, multiplicaram-se as manifestações antissemitas, os ataques contra judeus, os ataques a casas e lojas de judeus, os ataques contra sinagogas:


Armados de machados e barras de ferro, muçulmanos, nazis e extrema-esquerdistas, têm atacado sinagogas. Neste caso (entre outros) se não tivessem sido os valentes jovens da Liga de Defesa Judaica e da Betar, teria havido um massacre.

Os políticos europeus têm esperança de que os colonos muçulmanos satisfaçam a sua sede de sangue nos poucos judeus que restam na Europa. Nunca estudaram filosofia budista, ou saberiam que é impossível saciar certas sedes...


QUANTO MAIS ME DÁS, MAIS TE ODEIO


Esta mole de adeptos da ideologia mais cruel e sanguinária que a Humanidade já conheceu, está a transformar a Europa num sítio decadente, em acelerada desagregação. Há regiões, bairros e cidades completamente perdidos, onde habitam multidões de beneficiários do Estado Social, onde vigora a Sharia e não entram «infiéis» nem Polícia.
Quanto mais se lhes dá, maior é o ódio que os muçulmanos dedicam aos «infiéis»:



O Islão ordena que os seus seguidores executem, escravizem e  submetam os «infiéis».

Nos cinco continentes, a ofensiva islâmica é avassaladora. O Islão está presentemente na "Casa da Guerra", em Jihad Global. Em Novembro morreram 7 pessoas por hora, vítimas da guerra que o Islão está de novo a mover ao Mundo. E falamos apenas de mortes. Não incluimos a persguição, tortura, estupro, e outros horrores.

Timidamente, uma coligação internacional liderada pelo terrorista muçulmano Baarck Hussein  Obama, lança umas bombas para os lados da Síria e do Iraque. O Holocausto prossegue.
Uma compilação de uma hora que demonstra como o Islão está a arruinar a Europa e a América:



 EUROPA DE REGRESSO AO CRESCENTE?


A natalidade dos europeus, decresce, a dos invasores muçulmanos, aumenta exponencialmente. A procriação é a sua principal ocupação, a sua fonte de rendimento e a sua arma de guerra contra os infiéis. 

Se tiver dúvidas, consulte a nossa secção GUERRA DEMOGRÁFICA.

Os políticos europeus, para se manterem no poder, tentam por todos os meios agradar aos muçulmanos. Em França, o voto muçulmano valeu ao PS a eleição. 16% dos franceses (muçulmanos, extrema-esquerda e neo-nazis), apoiam o ISIS, essa encarnação do Mal que dá pelo nome de Estado Islâmico.

David Cameron, o Primeiro-Ministro conservador (!) do Reino Unido, com o seu país em acelerado colapso social e os seus concidadãos vítimas do terror islamista, declarou recentemente que "há demasiados brancos e cristãos na Grã-Bretanha":

Estes líderes interessam aos muçulmanos enquanto marionetas. Na devida altura, pagar-lhes-ão os seus distintos serviços como têm pago aos jornalistas e trabalhadores humanitários ocidentais, lá no Califado. 

E se a esses apoiantes convictos, cujo zelo na submissão os levou até a converterem-se ao Islão, cortam  a cabeça, aqui o amigo Cameron que não tenha ilusões. Os muçulmanos não nutrem quaisquer sentimentos pelos não muçulmanos. Não os consideram humanos, sequer. O pregador muçulmano Anjem Choudary, terrorista assumido e sanguessuga do contribuinte britânico, grita-o alto e bom som pelas ruas todos os dias. Evoca a democracia para pregar o fim da democracia.

Ainda assim, a malta que gosta de cenas e assim, bem como os media, não param de ir a correr, a dar ao rabo, lamber as babouches ao xeque David Munir (outro grande apoiante do Hamas) e a tudo quanto cheire a Islão.


Benjamin Netanyahu, líder do Mundo Livre

Há pormenores pendentes que estão a entravar a plena aplicação desta resolução da União Europeia. Benjamin Netanyahu pediu que a União reconsidere e volte a integrar o Hamas na lista. 

A concretizar-se a legalização do Hamas na Europa, pode muito bem ser lida pelos islamistas como o derradeiro sinal de capitulação, o que lhes falta para quebrarem as últimas barreiras e hastearem aqui a bandeira negra do Califado, à luz do dia. Se assim for, a Europa entrará numa nova Idade das Trevas. 

Demorámos séculos, derramámos rios de sangue, suor e lágrimas, para reconquistar a nossa Terra. Os actuais líderes estão a dá-la de mão beijada aos bárbaros.

Esperemos que no nosso cantinho lusitano haja dignos descendentes de D. Afonso Henriques.