domingo, 18 de agosto de 2013

Mais contos de fadas, não!

As nossas preces parece que estão a ser ouvidas. O Egipto já percebeu que a Irmandade Muçulmana não é uma organização comum, que é uma organização terrorista, e prepara-se para a ilegalizar, ao mesmo tempo que reafirma a sua decisão de não se vergar ao supremacismo islamista.

Não esqueçamos que o fim do regime de Morsi e da Irmandade foi exigido nas ruas por milhões de egípcios que, sendo muçulmanos, querem que o seu país continue laico e não se torne numa teocracia.

Segundo o jornal Egypt Independent, "o Ministro da Solidariedade Social Ahmed al-Borai, confirmou a decisão governamental de desmantelar a Irmandade, o que vai obrigar a que sejam reveladas as fontes do seu financiamento, a sua verdadeira identidade e a sua agenda. Dadas as presentes circunstâncias, uma ordem judicial será supérflua, dada a magnitude dos crimes cometidos pela organização, e que estão à vista de todos".

E estão:

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A verdadeira natureza da Irmandade (organização inspiradora do terrorismo islamista global), também está e sempre esteve à vista de todos. Acontece que ainda há gente ingénua que julga ser possível converter terroristas à Democracia:



Resta que a Europa e o Mundo Livre deixem de acreditar em contos de fadas, e de caminho dêem um bocadinho de atenção às vítimas, em vez de esbanjarem cuidados e compreensão com os agressores. Resta que Imprensa Ocidental mostre o que é a brutalidade da Irmandade e deixe de a retratar como pacífica e estritamente política. Os cristãos no Egipto estão a ser chacinados. Os muçulmanos partidários da Democracia e do Estado laico, idem aspas. E ninguém fala disso.

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