quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Entendendo o Ramadão!


- Ó Alá, destrói os judeus e quem os apoiar. É o Morsi em oração. Não sabemos se Alá lhe vai atender as preces, mas sabemos pelo Público que a pretexto do fim do Ramadão, Irmandade volta a manifestar-se no Cairo. O que é uma lufada de ar fresco, já que durante o Ramadão se manifestou na mesma. A Irmandade Muçulmana, organização terrorista a que Morsi pertence e que é como que a mãe de todos os grupos terroristas islâmicos, para usar a maternal e imortal expressão do grande Saddam.

O Islão é nº 1 Mundial Absoluto em TERRORISMO!


Agora que chegou o fim do Ramadão, o balanço provisório das vítimas cifra-se em:

310 ataques terroristas

28 ataques suicidas

1651 mortos

3048 feridos graves


Números capazes de impressionar o multiculturalista, dos que juram a pés juntos que se trata de "casos isolados"? Dos que desejam Allah Akhbar aos seus "semelhantes" islamistas? Decerto que não! Mesmo que no mesmo período ninguém tenha sido morto ou ferido por qualquer outra religião! 

Informações completas e actualizações constantes no site www.thereligionofpeace.com. Contabilidades semanais, mensais, anuais das vítimas do terrorismo islâmico.


- E depois, não é só matar por matar! Há engenho, há arte! Na Síria, por exemplo, não se limitam a decapitar cristãos! Não! Três curdos foram queimados vivos pelos terroristas islamistas da Al-Nusra! Ver aqui. Quase sempre são grupos filiados na al-Qaeda, filha querida da Irmandade! No fundo é tudo uma grande irmandade...



- E esta? "Bombistas suicida num funeral mata 29 pessoas em Quetta, Paquistão" por Mujeeb Ahmed para a  NBC News,8 de Agosto. Além dos que matou, deixou feridos outros 62, o que é um índice de eficácia fabuloso!



- No mesmo dia, no Afeganistão, uma bomba posta num cemitério matou 14 mulheres e crianças que estavam a fazer um pic-nic. Ver NBC. Quem criticar este modo de celebrar o Ramadão é um racista ignorante, claro!



- Entretanto, o terrorista Mohammad Abdul Rahman Abukhdair, de 25 anos, declarou-se culpado e declarou na audiência o seguinte (ver AL.com):
 “I don’t know if you guys understand the greatness of a jihad operation in the United States, man,”
(Não sei vocês, pá, percebem a grandeza de uma operação de guerra santa nos Estados Unidos, man!)

Então não percebemos, man! Aliás, a operação não correu como ele queria, mas segundo as suas palavras, pelo menos mataram uns polícias! Ah, valente!...



- Para quem é um racista empedernido, de extrema-direita, cornos, rabo e forquilha, é difícil entender a subtileza do Islão, de facto. Por exemplo, no dia 6, a guerra entre xiitas e sunitas no Iraque para ver quem ama mais Alá, ofereceu um vistoso espectáculo de explosões em carros armadilhados em Bagdad, que se saldou em 51 mortos, mais de 100 feridos, muita chapa amolgada e sangue pelo chão! Ver Reuters.



- No sábado, em Toronto, felizmente ninguém  morreu, mas o famoso Elias Hazineh - ex-Presidente da Casa da Palestina, cheio de amor e Ramadão no coração, clamou pela destruição total dos israelitas. Declarou: "Temos de lhes dar um ultimato! Têm que deixar Jerusalém. Têm que deixar a Palestina! Quando alguém tenta assaltar um banco a polícia entra e não negoceia. Nós andamos a negociar há 65 anos. Temos é que dizer: "Saiam ou morrem! Damos-lhes dois minutos e desatamos a matá-los, pois é a única forma de eles entenderem!". (Ver aqui).

Para abrilhantar a festa até estiveram uns tipos patuscos de chapéu à cossaco mascarados de judeus ortodoxos! :-) Imaginamos o que não seria de algum israelita dissesse coisa parecida em relação aos muçulmanos, que em Israel são invasores e que desde há 65 anos tentam por todos os meios (guerras, terrorismo, propaganda), acabar com o quadrimilenar Estado Judaico! Já estava preso por incitação ao ódio e ao terrorismo! Assim, é só paz e... Ramadão!



- Menos sorte tiveram os católicos nigerianos, que foram bombardeados em duas igrejas pelos extremistas islâmicos do Boko Haram, que em observância do Ramadão ceifaram 45 vidas. Notícia aqui.
No vídeo acima, os islamistas do Boko Haram explicam que gostam de matar cristãos como gostam de matar galinhas ou outros animais. Esta malta gosta de matar. É cultural. E se você não aceita e não respeita, é um racista e um extremista de Direita e um incitador do ódio! As famílias das vítimas e os líderes católicos do país, exaltam o perdão e recusam-se a responder à violência com violência.



- Na Guiné, pelos finais de Julho, também se perseguiu e matou cristãos, se incendiaram e destruíram as suas casas e os seus templos. É Ramadão, há que celebrar... (notícia aqui).




- Beber álcool é pecado. matar os que o bebem não é. E foi por isso que na Nigéria, em Kano, uma série de bombas numa região cosmopolita de bares matou 28 infiéis e deixou muitos outros feridos, para aprenderem que beber é mau para o fígado! A notícia está aqui, mas não se pense que foi ocorrência isolada. Muçulmanos ou não, muitos foram presos, mortos ou espancados por todo o mundo, por não observarem o jejum ramadânico. 

Na Noruega, por exemplo, já há muçulmanos a pedir a decapitação dos alunos das escolas que não jejuem como deve ser:
 

 

E muito mais haveria a contar. Talvez continue este post, talvez não. É impossível descrever tudo o que encerram os números acima apresentados. Recordamos:


310 ataques terroristas

28 ataques suicidas

1651 mortos

3048 feridos graves

São os números do Ramadão de 2013. Ficam de fora outros crimes cometidos em nome da Religião da Paz, até porque tudo isto já se torna rotineiro.

5 comentários:

  1. Aguarda-se a todo o momento a intervenção de Quem Nós sabemos, que vem aqui explicar que «há sempre duas maneiras de ver as coisas».

    Se calhar os 1651 mortos não morreram! «Há sempre duas maneiras de ver as coisas» e os gajos afinal estão escondidos atrás de uma moita a brincar às escondidas!

    Tal como os da Maratona de Boston, onde a «maneira de ver as coisas» dos muçulmanos e seus fãs afirma que foi tudo uma encenação e que «não era sangue, era tinta»!

    I.B.

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  2. Como é possível que um guerreiro violento, assassino, pedófilo, implacável com amigos e inimigos seduza esta gente?

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    1. Creio que é a pusilanimidade por um lado, e por outro as décadas de doutrinação do marxismo cultural, que pregaram um enorme complexo de inferioridade na nossa Civilização.

      «Eles», os outros, os não europeus e Ocidentais, podem fazer o que querem, porque ao contrário de nós, «têm sempre razão» e também porque «agora é a vez deles». A vez deles nos chacinarem, entenda-se.

      Uma coisa é sempre certa: «Nós» somos SEMPRE os culpados!

      Abraço,

      I.B.

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    2. É simples: apela aos sentimentos mais básicos. Ensina aos seus seguidores que eles são as melhores pessoas do mundo e que os não-muçulmanos são seres execráveis que no além serão alvo da fúria de Alá no Inferno mas que em vida devem ser humilhados pelos muçulmanos para que não se esqueçam da sua condição de infiéis execráveis e desprezíveis.

      Na Arábia do século 7 era carta aberta para atacar outras tribos ou nações, roubar-lhes as riquezas, escravizar-lhes as crianças e ficar com as mulheres (e crianças) como escravas sexuais. Basta ver que durante quase 15 anos a pregar paz e tolerância em Meca Maomé conseguiu menos de 200 seguidores. Em Medina começou a pregar violência e o número aumentou exponencialmente.

      Hoje em dia nos países de história muçulmana é ensinado às crianças comuns (as que não têm posses para ir estudar para uma escola privada e estão limitadas a estudar em madrassas) que os infiéis sabem que estão a desobedecer a Deus mas insistem por motivos egoístas e portanto estão a rebelar-se contra Deus, que são seres execráveis, que são os culpados de tudo o que acontece de mal a muçulmanos, que em todos os países que se converteram ao islamismo os muçulmanos foram recebidos como libertadores e a população sempre se converteu de livre vontade, que é o dever divino dos muçulmanos derrubar os governos ocidentais e substituí-los por governos teocráticos muçulmanos, que apenas quem morrer a lutar para expandir o islão tem entrada assegurada no paraíso, que mal conquistem os países ocidentais ficarão com a suas riquezas, escravizarão as suas crianças e ficarão com as mulheres (e crianças) como escravas sexuais, que os cristãos começam guerras por motivos religiosos tal como as duas guerras mundiais, a guerra do Vietname, a guerra da Coreia, que o bombardeamento de Hiroxima e Nagasaki foi um ato de imperialismo cristão, que as cruzadas foram um ataque imperialista e conquistador a árabes inocentes por parte dos cristãos, que embora o islão proíba mentir pode-se mentir para avançar a religião - a chamada mentira religiosa, taqqyia -, que os cristãos mataram os nativos americanos e aborígenes australianos por motivos religiosos, que a bíblia é uma coleção de textos supremacistas judaico-cristãos onde está escrito que os judeus e cristãos devem matar todos os não judeus e cristãos e violar bebés, etc, etc, etc. Não há mal neste mundo pelo qual eles não culpem os não muçulmanos. Isto (e muito mais) explica o ódio que muitos muçulmanos têm contra não muçulmanos, pese embora nunca tenham conhecido nenhum.

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    3. Já quanto aos novos convertidos em países ocidentais, pessoas que nasceram e cresceram na nossa cultura judaico-cristã e que assim que se convertem acabam por perceber mal o islão (a auto-intitulada "religião da paz") e cometer atos de violência contra não-muçulmanos justificando-se com o corão aplica-se o mesmo raciocínio. Na sua maioria são pessoas provenientes de estratos sociais baixos, com dificuldades, olhadas com desconfiança pelo resto da sociedade ou pela raça (emigrantes) ou por serem provenientes de zonas com elevados níveis de pobreza e criminalidade. A esses a conversa do "os brancos ricos não te deixam ser ninguém, é teu dever religioso matá-los, roubar-lhes a riqueza e ficar com as mulheres deles" (e nesse aspeto a imprensa cor-de-rosa só lhes aguça o apetite) encontra muitos aderentes em prisões e favelas. Quanto aos que se convertem vindos de extratos sociais superiores, é-lhes feito ver que os cristãos brancos fizeram muito mal ao mundo, que eles não devem ser como eles, que devem fazer o possível para acabar com as diferenças entre classes e repararem as ofensas cometidas pelos antepassados. E, coincidência das coincidências, o islão é uma religião de paz (e são-lhes apresentados os versos pacíficos do corão de Meca, sem lhes ser dito que os violentos de Medina os substituem) que trata todos os seguidores como iguais (sem lhes dizerem como são tratados os não seguidores). Assim, adolescentes e jovens adultos rebeldes provenientes de famílias endinheiradas e influentes servem como porta-vozes e relações públicas de uma doutrina política e religiosa que tem como objetivo acabar com a cultura em que eles foram criados e que permitiu aos pais deles sustentar-lhes o estilo de vida que levam.

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