sexta-feira, 22 de julho de 2016

Obama é um apologista da ideologia tóxica do Islão

Os colonos muçulmanos que aportam ao Mundo Livre avisam explicitamente que não aceitam a nossa cultura e que vêm para nos dominar. Os lideres políticos e religiosos muçulmanos avisam que a nossa Civilização tem os dias contados e que o Islão vai dominar-nos. Os ex-muçulmanos avisam-nos do perigo que corremos.
Vemos todos os dias novos massacres, agressões, estupros, motins, o sofrimento, o caos e o medo generalizado nos nossos países.Vemos todos os dias cristãos, budistas, judeus, sikhs - não-muçulmanos, em suma - a serem trucidados pelo mundo fora.
E ainda assim, os jornalistas ignoram o óbvio e injectam-nos doses cavalares de Obamismo. E ainda assim, os comentadores e os políticos insistem em nos anestesiar com vacuidades rectóricas. E ainda assim NÃO ACORDAMOS!


 Obama - "O meu trabalho aqui está terminado!"

Obama é um "apologista" da ideologia tóxica do Islão, diz um professor muçulmano que foi violado e espancado por  ser gay.

Eu estou aqui para o recrutar para lutar contra a intolerância islâmica. Eu não quero que você continue silencioso. Quero que grite comigo um NÃO à ideologia islâmica.


Eu sou agora um ex "moose" (termo usado para designar ex-muçulmanos), uma bicha, um maricas, que está faz soar a campainha de alarme. Estou triste, mas não surpreendido pelo Massacre de Orlando. Não me surpreende porque  conheço muito bem a rectórica de ódio que está por detrás (a tóxica ideologia islâmica).

No meu país de origem, o Paquistão, quando eu ainda não era tão fabuloso como sou hoje – eu era um menino assustado. Eu fui estuprado, torturado e espancado por homens como Omar Mateen e Farrokh Sekaleshfar, porque eu era homossexual e porque o Islão precisava ser salvaguardado de animais sujos como eu. Eu era um cidadão da República Islâmica, um país cujos cidadãos pedem fervorosamente a implementação da Sharia, ou lei islâmica, que exige que sodomitas como eu (e alguns de vocês) sejam condenados à morte "por lapidação, que sejam atirados de um lugar alto, ou de um edifício em ruínas ".

Isso fez-me detestar o Islão - a sede de sangue, o ódio, a hipocrisia. Enquanto estava ainda no Paquistão, renunciei ao Islão, mas mantive a boca fechada. Tive que ficar em silêncio, ou teria sido silenciado. Matar-me teria sido um duplo deleite para uma jihadista muçulmano. Não só porque eu sou um pervertido sexual, mas um apóstata, que, de acordo com o Islão, não merece outra coisa que não a morte.

O Alcorão conta aos seus seguidores o terrível destino do povo de Lot, os homossexuais de Sodoma.
    
Na verdade, vocês aproximaram-se de homens com desejo, em vez de mulheres. Por isso, vocês são um povo transgressor. (7:81)

    E desencadeámos sobre eles uma chuva [de pedras]. Em seguida, vede como foi o fim dos criminosos. (7:84)

Em seguida, o Alcorão diz aos seus seguidores:  
   Se dois homens entre vós são culpado de lascívia, puni-os a ambos. Se eles se arrependerem e mudarem, deixai-os em paz; porque Alá é Remissório Misericordiosíssimo. (4:16)
Os apologistas islâmicos vão dizer-lhe que essas leis são contra a violação homossexual. Eles vão dizer-lhe que o problema é a sua má interpretação, preconceituosa, do texto do Alcorão, que não olha ao contexto. Você deve responder-lhes que não é você que prescreve as punições severas para os homossexuais, mas os preciosos estudiosos islâmicos que sabem o Alcorão melhor do que os apologistas.
Você deve, então, mostrar-lhes as injunções da Sharia contra a homossexualidade. O único debate no Islão sobre a homossexualidade é que como é que um homossexual deve ser morto.
Os companheiros de Maomé, Abu Bakr e Ali, consideravam que as bichas deviam ser queimadas até à morte. Ibn Abbas, primo de Maomé, era da opinião de que deveriam ser atiradas do topo do edifício mais alto da cidade (imagine uma chuva de homens vinda da Estátua da Liberdade, uma fantasia islâmica tornada realidade).
Se os apologistas ainda insistirem que essas interpretações são falaciosas quanto à natureza do Alcorão, você deve apenas dizer-lhes:
"Eu apresento-vos o que é dito no Alcorão e o que os crentes mais fiéis do Islão prescrevem. Se vocês acreditam que essas interpretações estão erradas, não discutam comigo, discutam com os chamados estudiosos que interpretam o Islão desta maneira. Estou apenas a mostrar-vos o que o Islão diz sobre a homossexualidade".

E se um apologista, como Barack Obama, tentar silenciá-lo dizendo que condenar o radicalismo islâmico não vai servir de nada, diga-lhe que o silêncio é igual à morte.
O primeiro passo para combater uma ideologia viciosa é nomeá-la, para torná-la visível. Se uma ideologia não é nomeada, ela não pode ser criticada. Se ela não pode ser criticada, ela ganha poder. Quando se ganha poder, o derramamento de sangue acontece. Conte a um apologista a minha história.
Candidatei-me e obtive asilo nos Estados Unidos, e juntei-me à Academia.
E tornei-me o menino bonito dos justiceiros sociais de esquerda do Departamento de Humanidades. Pensei que os meus camaradas de esquerda se juntariam a mim na luta contra a regra hegemónica patriarcal islâmica, mas tive uma decepção.
Eu queria contar a minha história como um conto preventivo, mas fui proibido e silenciado. Foi-me dito que eu não entendia os meandros do Islão. Foi-me dito que eu tinha herdado a islamofobia dos meus amos imperialistas. Foi-me dito que eu sou Fox News. O Islão nunca fez nada de mal, disseram-me eles – o problema é a pobreza, a privação de direitos, o imperialismo ocidental, a reacção contra o colonialismo cisgénero branco, até mesmo o aquecimento global. Mas nunca o Islão.
Enquanto milhares de pessoas em todo o mundo são assassinadas porque o Islão inspirou os seus assassinos, a culpa nunca foi do Islão.
Eles já tentaram fazer da tragédia Orlando um problema de controle de armas, de masculinidade tóxica, de homofobia do assassino, eles querem fazer desta tragédia  qualquer coisa, menos consequência da ideologia tóxica do Islão.


Os seus detractores vão dizer que a maioria dos muçulmanos são boas pessoas. Sim! A maioria dos muçulmanos são pessoas boas, porque a maioria dos muçulmanos não segue o Islão correctamente.
Não os deixe desviar a conversa, não deixe que o silenciem. Eduque-se sobre o Islão. Critique essa ideologia.

Por Uzi Fasadi

 Uzi Fasadi é o pseudónimo literário de um ex-muçulmano
gay

Publicação original: “Obama Is ‘Apologist’ for Islam’s Toxic Ideology, Says Muslim Teacher Who Was Raped, Beaten for Being Gay,” by Uzi Fasadi, Heat Street, June 22, 2016

Diversos sites reproduziram este artigo. Por exemplo: 

Gay ex-Muslim: “Toxic Islamic ideology” behind Orlando jihad massacre

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Nunca na História houve acesso a tanta informação, documentada com testemunhos, fotos, vídeos, espectadores directos que estão vivos e contam o que presenciaram. Nunca, na História,  houve tanta gente a fazer absoluta questão de ser enganada.
O site The Religion of Peace regista os ataques que ocorrem todos os dias em nome do Islão. Estão disponíveis, com todos os dados, a cada dia, cada semana, cada mês e cada ano.
Em Junho deste ano, por exemplo, registaram-se 238 ataques islâmicos, morreram 2055 vítimas e 2006 ficaram gravemente feridas. Os ataques suicidas foram 43 e os países atingidos foram 33.
Desde o século 7, o Islão já ceifou mais de 270 milhões de vidas inocentes (entre estupros, torturas, mutilações e atrocidades de toda a ordem). O Islão é a ideologia mais imperialista, supremacista e assassina que a Humanidade já conheceu. 
Confira a actividade terrorista islâmica nos últimos 30 dias, deste ano e dos anos precedentes:
 Last 30 Days
2016
2015
2014
2013
2012
2011
2010
2009
2008
2007
2006
2005
2004
2003
2002
2001 (Post 9/11)

Não há justificação para que a ignorância continue. Devemos exigir novos líderes, que salvem o Mundo Livre.
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