terça-feira, 28 de junho de 2016

Dia do Ódio a Israel na ONU - 3




Conclusão de

Dia do Ódio a Israel na ONU - 1

Dia do Ódio a Israel na ONU - 2


Democracias ocidentais BOICOTAM o Dia de Ódio a Israel na ONU
Sr. presidente,
Os cidadãos de todo o mundo, ao ouvirem o debate de hoje, têm razões para ficar confusos. Nunca antes na História das Nações Unidas os pronunciamentos aqui feitos foram mais desconectados da realidade.
Foi-nos dito aqui, por várias nações do Médio Oriente, que Israel é o maior violador dos direitos de saúde, das mulheres, da igualdade e do meio ambiente.
Na realidade, Israel, com todos os seus defeitos, é o único país no Médio Oriente cujos hospitais tratam palestinos e israelitas; judeus, muçulmanos e cristãos; o único país no Médio Oriente que respeita os direitos das mulheres; o único país no Médio Oriente que respeita os direitos das minorias; e o único país do Médio Oriente que é líder mundial no desenvolvimento de tecnologias vitais, tais como a dessalinização, tratamento de água e irrigação por gotejamento.
Tivemos aqui a Síria, a Líbia, o Iémen, alguns dos países que vieram dar lições sobre direitos humanos. Na realidade, muitos destes já não são sequer países.
Sr. Presidente, Vamos ser claros. Israel deve ser sujeito a críticas como qualquer outro país. Mas Israel não é tratado como os outros países. Nenhum outro país tem um item permanente da agenda da ONU inteiramente dedicado a ele - nem mesmo a Síria, nem mesmo a Coreia do Norte.Há, no entanto, uma janela de esperança hoje: os países que não falaram.
Democracias, como a França, Alemanha, Reino Unido, EUA, Canadá, tomaram a decisão de não fazer uso da palavra, porque esta agenda destaca um país, Israel, a quem o Secretário-Geral Ban-se Ki-moon denunciou como sendo alvo de tratamento selectivo e injusto. Hoje assistimos a mais um dos muitos dispositivos utilizados aqui na ONU que cruzam a linha de críticas legítimas das políticas de Israel e são tentativas de deslegitimar o Estado de Israel.
Aqui, nas Nações Unidas, onde a facção maioritária tem o poder de decidir o que quer, e onde a facção minoritária não tem recurso judicial, não tem direito de recurso, não tem nenhuma defesa, as democracias protestaram contra esta injustiça da única maneira possível.
Em 1968, René Cassin, no 20º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que ele ajudou a criar, abandonou a sala em protesto contra a discriminação contra Israel.Hoje, no 10º aniversário do Conselho de Direitos Humanos, o mundo livre protestou contra a difamação de Israel, não comparecendo.
Obrigado, senhor presidente.

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CHEGA DE CULPAR OS JUDEUS!



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1 comentário:

  1. Aqui há tempos tivemos um conhecido troll, nazi semi envergonhado (e ao qual não damos publicidade) que foi bolsar inanidades e insultos anti-semitas ao nosso blog(o costume, que os judeus é que financiaram o Hitler para eles os matar todos no Holocausto, etc.), e que é incapaz de entender que:

    a) Por haver alguns judeus ricos, nem todos são ricos.

    b) Por haver alguns judeus que foram comunistas, nem todos os comunistas eram judeus (Stalin ou Mao, Hoxa ou Castro, Pol Pot ou os Kims, etc.).

    c) É doença a generalização sistemática e a visão dos judeus a mexerem na sombra os cordelinhos do Mundo há 6 mil anos (geralmente para se fazerem matar aos milhões).

    d) É tão obcecado pelo ódio anti-semita, que consegue ver numa declaração de fraternidade universalista uma proclamação imperialista (apesar de os judeus nunca terem tido nenhum Império, ao contrário de tantos outros, nós portugueses, por exemplo).

    e) Que tem um blog em que destila ódio e pura loucura.

    f) Etc..

    Isto chega:

    http://questomjudaica.blogspot.pt/2016/08/quatro-formas-do-mito-da-conspiracom.html

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