quarta-feira, 24 de junho de 2015

MAS!!!.. MAS!!!... MAS!!!... - 1



O Exército de Israel está a ser acusado de ter sido demasiado cuidadoso ao evitar baixas civis 
O IDF (Forças de Defesa de Israel) está a ser criticado por especialistas militares internacionais, devido aos seus esforços na protecção de civis, um "precedente perigoso", que outros Exércitos não podem atingir.

Centro de Comando da operação militar contra os terroristas do Hamas, em Gaza, no Verão passado. Esta operação militar seguiu-se a mais de 12 mil mísseis disparados de Gaza contra os civis israelitas, entre outros acções terroristas do Hamas contra civis.
Novos estudos sobre a acção do IDF durante a Operação Protecção-Limite, em Gaza, revelam que o Exército foi excepcionalmente cuidadoso quando se tratou de atacar alvos terroristas situados em áreas habitacionais.

Caça da Força Aérea de Israel em acção (Ofer Zidon/Flash90)

O The Weekly Standard publicou uma reportagem sobre a Unidade de Direito Internacional do IDF, descrevendo a acção desse departamento legal quando se trata de evitar vítimas civis, nos ataques aos alvos terroristas confirmados. 
"O IDF reúne informação detalhada sobre quem habita nos edifícios onde funcionam bases terroristas; telefona aos moradores, envia mensagens de texto e lança panfletos desde o ar, avisando que vai realizar um raide aéreo; usa drones com câmaras sofisticadas, para se certificar de que os civis foram evacuados; e finalmente dispara uma salva ligeira sobre o telhado, como aviso final; emprega apenas o armamento necessário, cuidadosamente escolhido, e de elevada precisão, para assegurar que apenas - esperam os Comandantes e os especialistas em Direito do IDF - apenas sejam destruídos os depósitos de armas (ou outros alvos terroristas) sejam destruídos, mas não os aposentos circundantes" - explica o artigo.
"É por demais evidente que os Comandantes do IDF vão muito para além de tudo quando o Direito Internacional exige quando se trata de proteger vítimas civis", explica Willy Stern, Professor da Faculdade de Direito de Vanderbilt.
O Hamas e os seus escudos humanos em Gaza, durante a referida operação militar. Os Comandantes do IDF cancelaram inúmeras operações, para evitar atingir civis.

Um dos posts que dedicámos a esta operação, sem paralelo na História, onde pode encontrar vídeos do uso de escudos humanos pelo Hamas, dos ataques dos terroristas, dos ataques selectivos de Israel e dos incentivos dos bilionários líderes do Hamas (em lugar seguro) para que os cidadãos se deixassem matar pelos bombardeamentos de retaliação:

Porque morrem os 'palestinos'


Também não têm paralelo na História as duas semanas que Israel esteve a ser bombardeado, com os cidadãos todos recolhidos em abrigos anti-bomba, até decidir responder ao bombardeamento massivo dos terroristas de Gaza.

 
À esquerda: cartaz do Hamas, incentivando os cidadãos a  irem para os telhados proteger as bases terroristas situadas em blocos habitacionais. À direita: os cidadãos, entusiasmados, cumprindo a exortação, agrupam-se nos telhados durante os bombardeamentos do IDF.

CONTINUA

terça-feira, 23 de junho de 2015

Sou judeu e...

ACTUALIZADO 


Adaptado de uma ilustração da Internet. Uma interpretação ligeira de um tema que contamos aprofundar. Não sou judeu de nascimento nem tenho credo religioso estandartizado. Identifico-me com quem seja alvo de preconceito; tanto mais quanto mais feroz e injusto este seja. Inspira-me sobretudo o  Rabino Yeshua ben Yosef
POST-SCRIPTUM - Este post foi pura silly season.  Não procurámos ser "científicos" na abordagem. Mas convenhamos que, "estatisticamente", este gráfico feito pelo amigo Rui, reflecte bem melhor a realidade:


segunda-feira, 22 de junho de 2015

Jerusalém by drone


Nir Barkat, presidente do município de Jerusalém,  partilhou este vídeo inédito da capital eterna de Israel, vista a partir do ar. 
Obtido com recurso a drones (veículos aéreos não tripulados), o vídeo mostra-nos Jerusalém de dia e de noite, ao longo do ano, e toda a beleza desta antiga cidade sagrada.
Jerusalém é uma cidade onde se encontram e convivem o antigo, o actual e o que está para vir. Em Jerusalém cruzam-se pessoas de todas as etnias e religiões, bem como todos os tipos de judeus, dos mais tradicionalistas aos indiferenciáveis de qualquer outro urbanita dos dias de hoje.
Todos os testemunhos históricos, e até a Bíblia (que é "apenas" o livro mais difundido do Mundo), atestam que Jerusalém é a capital eterna do povo judeu. No entanto, é a única cidade do Mundo a quem se exige que seja uma "cidade internacional". Bizarro, no mínimo.
Se o amigo leitor não é dos que alinham nesse ultimato, não deixe de assinar a Declaração de Jerusalém, a expressão da sua intenção de que Jerusalém continue livre, independente e capital eterna de Israel: AQUI

domingo, 21 de junho de 2015

O Terrorismo Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado



Hoje,  em Graz, Áustria, um muçulmano bósnio atropelou deliberadamente um grupo de pessoas, causando três mortos (um deles um menino de 7 anos) e 30 feridos. Saiu do carro, sacou de uma faca e atacou os transeuntes e a Polícia à facada.
Em Outubro passado, o Estado Islâmico (ISIS) emitiu este apelo aos muçulmanos no Ocidente:
"Se não forem capazes de encontrar um DEI [dispositivo explosivo improvisado] ou uma bala ... esmaguem a cabeça dos infiéis com uma pedra, matem-nos com uma faca, atirem-lhes com o carro para cima, atirem-nos de um lugar alto, estrangulem-nos, ou envenenem-nos. Incendeiem-lhes as casas, o carro e os negócios. E destruam-lhes as culturas."
A Polícia não investiga (porque está proibida de o fazer) e a versão oficial é sempre de que se trata de um doente mental.
O CORREIO DA MANHÃ, por exemplo, consegue dar a notícia inteirinha sem a mínima alusão a que se tratou de acto terrorista islâmico. Ainda se tivesse havido uma pistola israelita...


NO RAMADÃO É PIOR

Ainda vamos no 3º dia do Ramadão, o mês sagrado do Islão, e o saldo é de 20 ataques terroristas islâmicos, 205 mortos e 201 feridos. 

O site The Religion of Peace faz a contabilidade diária do pouco que chega ao conhecimento público. Os números reais são bem maiores.



Danny Gonen parou para ajudar os árabes, e eles mataram-no.

O israelita Danny Gonen, de 25 anos, é um dos 205 mortos contabilizados nestes três dias de Ramadão. Dois terroristas muçulmanos fingiram estar em dificuldades na estrada. Danny e o seu companheiro de viagem pararam para lhes dar assistência, e foram alvejados à queima-roupa. Seguiu-se um ataque a tiro contra todos os judeus que circulavam na área.

TERRORISMO E "ACASO"


Ontem, o terrorista Dylann Roof entrou numa famosa igreja Protestante de Charleston, Estados Unidos, e assassinou 9 pessoas a tiro. A Imprensa designou (e bem) o ataque como um crime de ódio e um acto de racismo.  

Obama também designou assim este ataque. E bem. Mas quando os autores são muçulmanos, Obama diz que se trata de actos tresloucados e isolados de desequilibrados mentais. Quando as vítimas são judeus, ainda é pior. O ataque terrorista islâmico de 9 de Janeiro  contra uma mercearia judaica em Paris, que causou 4 mortos, foi descrito por Obama como um ataque casual contra uns tipos numa mercearia. 


ASSIM SE PAGA O BEM


 
Em Israel, diversas organizações humanitárias estão a prestar todo o apoio aos fiéis muçulmanos para celebrarem condignamente o Ramadão. O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu, em  discurso à nação, desejou um feliz Ramadão aos muçulmanos e lembrou os muçulmanos israelitas de que são parte integrante de Israel

Israel é 0,5% do Médio Oriente, e é o único país livre e democrático da região, onde todos os credos são respeitados. 

O Mundo deseja que os muçulmanos passem bem o seu Ramadão. Infelizmente, para muitos deles, isso implica destruir os não-muçulmanos por todos os meios ao alcance.

A Imprensa, como sempre, tem um peso e duas medidas.

sábado, 20 de junho de 2015

LEVI'S - Jewish Style!

Ora o que temos aqui?... Levi's? Calças de ganga? Mas o que tem isso a ver com este blogue? Para já, um anúncio da marca, com música dos Clash, que são dos nossos preferidos:


 A HISTÓRIA

A marca Levi's é uma criação judaica, sabia? O senhor Levi Strauss, judeu nascido em território sob administração germânica, mudou-se para os Estados Unidos e naturalizou-se americano em 1853. Montou um negócio de fabrico e comercialização de roupa. A alfaiataria é uma profissão com longa tradição judaica. 

O senhor Jacob Davis, judeu nascido na Lituânia e emigrado para os Estados Unidos em 1854, com 23 anos, comprava lotes de roupa ao senhor Strauss para revender. Para aumentar a resistência das peças de vestuário, teve a ideia de lhes reforçar as costuras e incorporar rebites de metal.


 Levi Strauss e Jacob Davis

Davis levou a ideia a Strauss, que tinha o dinheiro necessário para o projecto, e assim nasceu a marca Levi's, que se tornou parte do uniforme de milhentas sub-culturas e um ícone do século XX. E agora vamos fazer uma pausa para publicidade. Veja, que vale a pena:




 AS ESTÓRIAS

A roupa Levi's, a marca das marcas em matéria de jeans, foi uma revolução dentro da revolução, em Portugal, a seguir ao 25 de Abril de 1974. Havia muito Lois, algum Wrangler, um ocasional Lee, mas Levi's era, e é, ainda hoje, com a concorrência multiplicada em centenas, o original e o melhor

Enquanto a Levi's era em Portugal um símbolo de Liberdade,  no Mundo Comunista era considerada um símbolo demoníaco do Capitalismo Ocidental, juntamente com outros bens de consumo banais no Mundo Livre.

Há quem afirme que a Levi's matou o Comunismo. Concordo e posso testemunhar.

Mesmo em Portugal, a Esquerda mais radical via a Levi's e outras marcas com maus olhos. Por ser um produto norte-americano e por ser uma roupa de trabalho usada pela "burguesia", o que equivalia a uma dessacralização do fato-macaco, veste sacerdotal da religião esquerdista.

Quem viajou pela Polónia ou pela Hungria na época em que a Cortina de Ferro já tinha começado a rasgar-se, sabe bem da "fome" que aquela gente tinha por calças Levi's, discos de rock'n'roll e outras coisas igualmente tóxicas!

No mundo islâmico, tais artigos eram queimados em grandes piras, e quem os possuía era considerado doente mental e delinquente. Levava uma rabecada das antigas e um valente corte de cabelo, para não andar por aí armado em Beatle!

Nos anos 80, já não se morria no Mundo Comunista por andar de calças de ganga. Custavam mais do que um vencimento mensal, mas havia quem passasse fome para as ter. Nos dias de hoje, vestir umas calças de ganga na Coreia do Norte é um passo tão arriscado como usar a bandeira nacional para limpar o rabo. O dilema do Comunismo é que o Partido decide que o povo deve usar calças de poliéster, mas o povo arrisca a vida para ter umas calças de algodão Levi's!

Mas engraçado, engraçado, é ver os nazis do pós-guerra com as suas indispensáveis calças Levi's! Se há tribo fashion-conscious, os nazis levam a palma. Como já não têm um Albert Speer para lhes desenhar umas roupitas catitas, lançam mão do que há de mais estiloso: Levi's!!!


Jovens nazis ingleses, 1980. Podem não ter juízo na cabecinha, mas estilo, têm!

OS LEVITAS

Os levitas não são os fãs da Levi's. O apelido Levi diz respeito aos descendentes da tribo de Levi, um dos filhos de Jacob, a quem Deus mudou o nome para Israel. Os levitas eram a única das 12 Tribos de Israel devotada ao sacerdócio.

Curiosamente, os fãs costumam dizer que a Levi's é uma religião.


'Levitas Transportando a Arca da Aliança', James Tissot (1836-1912)

sexta-feira, 19 de junho de 2015

10 invenções informáticas judaicas/israelitas


10 invenções informáticas judaicas/israelitas que todos conhecem, e sem as quais é difícil imaginar a nossa vida, nos tempos que correm:

- Com a invenção do Google por Sergey Mikhaylovich Brin (judeu), os nossos conhecimentos alargaram-se. Em caso de dúvida, "vamos ao Google". Ou vamos "googlar".
- O Facebook foi desenvolvido por  Mark Zuckerberg (judeu), a partir das sugestões de amigos que lhe pediram uma maneira de conhecer raparigas online. Mark doa metade dos seus proventos a causas de caridade.

- O Waze é uma aplicação de navegação GPS 100% móvel. Acede-se a partir do smartphone, é gratuita, ajuda a escolher rotas (sobretudo rotas com menos tráfego) e  os programadores recebem informação dos utilizadores que os ajuda a aperfeiçoar o sistema. É da autoria da empresa israelita Waze Mobile.


- Lembra-se dos telemóveis que pareciam um tijolo? Ainda seriam assim se não fossem os engenheiros da Motorola Israel, que desenvolveram a tecnologia que permitiu "encolher" os telemóveis. A tecnologia hoje presente em qualquer telemóvel tem o contributo israelita.

- Os sistemas operativos mais populares da Microsoft (NT e XP), foram desenvolvidos em Israel. A Microsoft tem uma forte presença em Israel, com dois importantes centros em Herzliya, que empregam 600 pessoas.

- O inventor israelita Benny Landa revolucionou o mundo da impressão digital (lembra-se de quando tinha que ir à casa de fotocópias mandar imprimir?). A sua empresa, a israelita Indigo,  baseada em Rehovot, deu ao mundo a E-Print 1000 em 1993.

- A Anobit Technologies, Ltd. (אנוביט‎) é uma empresa israelita de Informática que desenvolve chips responsáveis pela performance e preços acessíveis dos computadores pessoais. Está presente, por exemplo, nos produtos Apple iPhone, iPad e MacBook Air, e em muitos dispositivos Samsung.



 - A tecnologia dos jogos de computador, grande parte dela é Made in Israel.


- Dizemos hoje "porta USB" ou "pen" com a mesma naturalidade que dizíamos há uns anos "pasta" ou "dossier". Esta pequena maravilha, que usamos como porta-chaves e que transporta toneladas de informação, foi desenvolvida pela M-Systems, uma companhia fundada por três israelitas. Foi lançada em Setembro de 2000.

- Há uns anos havia aqueles gravadores  acoplados aos telefones fixos. Quando não estávamos em casa, os telefonemas eram gravados em fita. Depois, os engenheiros israelitas inventaram o Voice Mail. São eles que guardam as suas chamadinhas não atendidas.

A personagem George Costanza, interpretada por Jason Alexander em "Seinfeld", na icónica cena do atendedor de chamadas:


Por acaso, o actor Jason Alexander, o protagonista e argumentista Seinfeld e o argumentista Larry David (que inspira a personagem George Costanza), também são judeus. Os marotos produziram aquela que é para muitos (para nós, por exemplo), a sitcom mais genial de todos os tempos.

Fonte: JewsFacts 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Israel revoluciona computadores


Ora aqui está uma tecnologia impressionante, que permite transformar qualquer superfície num ecrã de computador. Coisas que a gente pensava que nunca sairiam do Star Trek:
É Made in Israel, e vai mudar as nossas vidas, como tantas outras ideias que de lá vieram.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Um jarro com 3000 anos


Descoberta rara atesta presença judaica em Israel até aos tempos bíblicos do Rei David
Um achado arqueológico raro oferece novas evidências sobre a Era bíblica do Rei David, como registado nas Escrituras e na História judaica antiga na Terra de Israel.

Esta inscrição única, do tempo do Rei David, foi descoberta em Khirbet Qeiyafa, no Vale de Elah,
anunciou terça-feira a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). 
O vale de Elah, localizado perto da cidade moderna de Beit Shemesh, é famoso como o lugar onde os israelitas estavam acampados quando David matou o gigante Golias, guerreiro filisteu.
Um jarro de cerâmica com cerca de 3.000 anos de idade, dividido em numerosos fragmentos, foi descoberto em 2012, em escavações realizadas pelo professor Yosef Garfinkel, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, e pelo conferencista Saar Ganor, ambos directores do Projecto Arqueológico do IAA de Khirbet Qeiyafa. 
Letras escritas no alfabeto cananeu podem ver-se em vários fragmentos, o que provocou a curiosidade dos pesquisadores.
Os trabalhos de restauração intensiva realizados nos laboratórios de artefactos do IAA, durante os quais centenas de fragmentos de cerâmica foram colados para reconstituir o recipiente inteiro, resolveram o enigma - o recipiente tem inscrito o nome Eshba'al Ben Bada.



A peça após o restauro. (Tal Rogovsky)

"Esta é a primeira vez que o nome Eshba'al aparece numa inscrição
antiga  no país", disseram Garfinkel e Ganor. "Eshba'al Ben Shaul, que governava Israel ao mesmo tempo que David [quando o Reino foi dividido], é conhecido da Bíblia. Eshba'al foi assassinado e decapitado, e a sua cabeça foi trazida a David em Hebron, tal como descrito no Livro de Samuel II, capítulos 3-4." 
"É interessante notar que o nome Eshba'al aparece na Bíblia, e agora também no registo arqueológico, somente durante o reinado do Rei David, na primeira metade do século 10 a.C.. Este nome não foi usado mais tarde no período do Primeiro Templo. A correlação entre a tradição bíblica e os achados arqueológicos indica que este era um nome comum usado somente durante esse período. O nome Bada é único e não aparece em inscrições antigas ou na tradição bíblica", acrescentaram os estudiosos.
O facto de que o nome Eshba'al foi gravado num jarro sugere que ele era uma pessoa importante, dizem os especialistas. Ele foi, aparentemente, o proprietário de uma grande propriedade agrícola, e os produtos aí recolhidos eram embalados e transportados em recipientes que levavam o seu nome. Esta é uma evidência clara de estratificação social e da criação de uma classe económica estabelecida, que ocorreu na época da formação do Reino de Judá.
"Em Samuel II houve aparentemente relutância em usar o nome Eshba'al, que era uma reminiscência do deus cananeu de destruição, Baal, e o nome original foi, portanto, alterado para Ish-Boshet, mas o nome original Eshba'al  foi preservado no Livro das Crónicas", disseram Garfinkel e Ganor. "Assim, por exemplo, o nome do senhor da guerra Gideon Ben Joás foi também alterado de Jerrubaal para Jerubesheth."

Uma cidade bíblica completamente revelada

  
Uma vista aérea de Khirbet Qeiyafa. (Universidade Hebraica)

Khirbet Qeiyafa é identificada como a cidade bíblica de Sha'arayim. Durante várias temporadas de escavações dirigidas por Garfinkel e Ganor, uma cidade fortificada, dois portões, um palácio, armazéns, habitações e salas de culto foram expostos.
A cidade data do tempo do Rei David, no final do século XI e início do século X a.C..
Artefactos únicos, até então desconhecidos, foram descobertos no local. Por exemplo, em 2008, a mais antiga inscrição hebraica do mundo foi aí descoberta. Outra inscrição do mesmo período é agora revelada.
Garfinkel e Ganor disseram: "Até há cerca de cinco anos, nós não sabíamos de inscrições que datassem do século X a.C. no antigo Reino de Judá. Nos últimos anos foram descobertas quatro inscrições: duas em Khirbet Qeiyafa, uma em Jerusalém e uma em Beit Shemesh. Isso muda completamente a nossa compreensão da distribuição da escrita no Reino de Judá, e é agora claro que a escrita era muito mais difundida do que se pensava anteriormente. Parece que na organização do Reino era necessário um quadro de funcionários e escribas, e a sua actividade é revelada nestas inscrições ".
       
Via United With Israel

P.S. - Vivemos tempos estranhos, sem dúvida.  Nunca houve tanta informação como hoje, mas ainda assim a desinformação multiplica-se. É com incredulidade que ouvimos às vezes algumas pessoas afirmarem que os Judeus são "um povo sem terra", que "nunca tiveram um país", etc., etc.. Poucos povos no mundo têm tanta legitimidade no direito ao seu território como o Estado Judaico. A sua História está registada, para além das fontes tradicionais, na obra literária mais famosa de todos os Tempos: a Bíblia!

terça-feira, 16 de junho de 2015

A ONU é uma VERGONHA!


Este gráfico mostra o número de condenações do "Conselho de Direitos Humanos" da ONU de 2006 a 2015. Como se pode constatar, grupos terroristas como o Hamas, a Jihad Islâmica, o Boko Haram, o Hezbollah, a Al-Qaeda, não tiveram nem uma condenação. 

O ISIS, que pensamos que dispensa apresentações, teve uma. Ainda recentemente divulgámos a intervenção do Bispo  católico  John McAreavey, Presidente do Conselho de Justiça e Paz da Conferência Episcopal Irlandesa, que veio lembrar ao Mundo que o ISIS assassina 11 cristãos por hora, em média. Fora as pessoas de outros grupos humanos (muçulmanos de outras seitas, yazidis, curdos, judeus, etc.).

O Irão, um verdadeiro Império do Mal, onde se executa arbitrariamente inocentes por "crimes" tais como serem homossexuais; o Irão, que é, de forma destacada, o país que mais financia e promove o terrorismo global, teve quatro condenações.

Já Israel, o único país livre e democrático do Médio Oriente, teve direito a 57 condenações. E porquê? Porque Israel tem o atrevimento de defender os seus cidadãos das investidas dos terroristas islâmicos.

Estes dados sob a forma de gráfico são divulgados pela organização UN WATCH, que continua a desmascarar a hegemonia que os países islâmicos e comunistas, de onde vêm as ditaduras mais sanguinárias, exercem sobre a ONU.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Israel, Imprensa, Inveja e Vingança

Para a generalidade da Esquerda, e para a generalidade dos jornalistas, os terroristas islâmicos que, só cristãos, abatem 11 por hora, nem são más pessoas. Quando abatem judeus, são heróis. Quando falham, são mártires.
 
UM CASO AO ACASO:


Eu não creio que as pessoas, no geral, sejam antissemitas. A propaganda antissemita é que as torna. Veja-se este exemplo, ao acaso, retirado do caudal diário e sem paralelo de difamação de Israel:

O QUE SE PASSOU:

Ontem de manhã, um terrorista islâmico atirou uma bomba incendiária contra um jipe das Forças Armadas de Israel, em Kfar Malik, a nordeste de Ramallah. O motorista assustou-se e deu uma guinada, atingindo o terrorista Abdallah Iyad Ghanayem, de 22 anos. As Forças Armadas de Israel tentaram salvar-lhe a vida, mas não conseguiram.

COMO A IMPRENSA DÁ A NOTÍCIA:

Aqui vão dois exemplos:

- O título da Reuters é "Raid das tropas israelitas da Cisjordânia matam homem do Hamas, e dizem que ele tinha uma bomba".

- O título do New York Times é "Cisjordânia: Palestiniano é Morto".

 
PORQUÊ?

a) INVEJA 

Chacina do ISIS na Síria. O ISIS não é diferente do Hamas, da Fatah ou do Hezzbollah, bandos tradicionalmente mais vocacionados para a chacina de judeus.
  
A generalidade dos jornalistas é de Esquerda, e a Esquerda odeia Israel. Porquê? Felipe Moura Brasil, num artigo lapidar, explica (veja AQUI o vídeo e o artigo completo):

O professor de psiquiatria Jorge Ignacio Szewkies, doutor em Medicina pela Universidade de Ulm, na Alemanha, esteve no Jornal da Pampa, do Rio Grande do Sul, no último dia 22 de julho, e detonou o ódio esquerdista anti-Israel expondo-o como de fato é: inveja de fracassados. Destaque para a frase final:
A esquerda odeia Israel por uma razão: a história do século XX mostrou que o socialismo tinha tudo pra dar certo, e deu errado. O estado de Israel, o sionismo, tinha tudo pra dar errado, e deu certo.”
O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. O seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria.
Winston Churchill
b) VINGANÇA

A generalidade dos jornalistas é de Esquerda, e boa parte da Esquerda vê no terrorismo islâmico a oportunidade de vingar o rotundo fracasso do Comunismo. O Comunismo, para além de se ter mostrado inviável, deixou uma contabilidade impressionante de mais de 100 milhões de mortos no século XX (leia ou releia O Livro Negro do Comunismo). O sofrimento provocado por essa calamidade só é comparável ao provocado pelo Islão. Aliados estiveram no Nazismo (Comunismo Alemão), aliados estão na jihad global.
 
 
Fundamentalistas islâmicos e extrema-esquerda: unidos pelo ódio. Aos Estados Unidos, a Israel, à Liberdade, à Democracia, a tudo! Gente muito doente...

Aconselhamos a (re)leitura deste brilhante artigo de Rui Ramos:

Quando os meios justificam os fins: a esquerda radical perante a jihad

domingo, 14 de junho de 2015

Que venha o Terceiro Templo!



Já falámos um pouco da História dos Templos de Israel, um assunto que tanta gente aprendeu na Catequese católica, mas de que na vida adulta já não se lembra. Para nós, aqui em Portugal, é uma coisa antiga, mas para os judeus em Israel é um assunto na ordem do dia. Se em Portugal, visualizamos a História do nosso país a partir de 1143, os judeus em Israel remontam a Abraão, Isaac e Jacob. Para eles, a fuga do Egipto, o cativeiro na Babilónia e a Diáspora pós invasão Romana, são acontecimentos com uma influência directa na vida do Israel de hoje. Portugal vai a caminho de mil anos de existência (e somos das nações mais antigas). Israel conta uns quantos milénios mais...

O Segundo Templo foi destruído no ano 70 da nossa Era, pelos Romanos, que aproveitaram para expulsar grande número de judeus, que se espalharam pelo Mundo inteiro, muitos aqui por Portugal. As profecias bíblicas foram cumpridas, Israel restaurou a sua independência, e grande parte dos judeus voltou a Israel. Faltam cumprir-se outras profecias, como a reconstrução do Templo.

Os obstáculos são mais do que muitos. O mundo islâmico continua a exigir a extinção de Israel e o extermínio dos judeus, como sempre exigiu. O Mundo contesta o direito de Israel construir casas de habitação, quanto mas o Terceiro Templo! O antissemitismo ressurge, revisto e aumentado, escassos 70 anos após o extermínio em massa levado a cabo pelos nazis e pelos comunistas.

Nada de novo.  As Trevas sempre combateram a Luz. Os nossos votos são de que o Terceiro Templo marque uma Era de Paz e Tranquilidade para Israel e para toda a Humanidade, conforme rezam as profecias. Que as Trevas dêem finalmente lugar à Luz.


sexta-feira, 12 de junho de 2015

Israel ataca barbaramente o câncer da pele!


Mais um avanço médico israelita: o Mau da Fita descobriu uma maneira de destruir o melanoma,  um tumor maligno associado ao câncer da pele.

Pessoas que haviam sido informadas de que não havia nenhuma esperança de recuperação, retomaram a sua vida normal, sem necessidade de medicação e completamente livres do melanoma!

A recente descoberta de Israel envolve um processo de tratamento que faz com que o corpo do paciente combata e destrua os tumores cancerosos.
Estes avanços científicos e tecnológicos são mais que muitos, e bem gostaríamos de falar deles mais amiúde, mas  a situação de guerra que Israel vive obriga-nos a ceder a outra prioridades.
Coerentemente com todo o tipo de condenações contra Israel, aguardamos manifestações de rua, tomadas de posição diplomáticas e pressões internacionais, contra mais este ataque bárbaro contra as pobres células cancerígenas!

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Quem mata quem?

 
Mais um ataque islamista. Uma menina apunhalada em Ramla. Leu alguma coisa na Imprensa?

Anteontem em Ramla, a sudeste de Tel-Aviv, um árabe israelita apunhalou uma menina quando esta saía de um centro comercial. Segundo testemunhas, o terrorista gritava palavras em Árabe antes de ter tentado assassinar a jovem.

O punhal cravou-se a milímetros da coluna vertebral, e a menina está no hospital, entre a vida e a morte. Este é um vídeo amador feito no local imediatamente a seguir à agressão:



 

Nada de novo debaixo do Sol. Na Idade Média os judeus eram acusados de amassar pão com sangue de crianças cristãs. Foram queimados vivos nas fogueiras, aos milhares, sob pretextos desses. O libelo de sangue dura até hoje. Pergunte-se a qualquer cidadão politicamente correcto, que dá uma vista de olhos pelas "gordas" dos jornais enquanto bebe a bica matinal no café da esquina, e ele, depois de assegurar que não tem nada contra os judeus (só os odeia e quer vê-los todos mortos), parte logo para a acusação velha de milénios: "os judeus matam crianças".

É tristemente irónico. Quando os Hebreus saíram do Egipto, de regresso à sua Terra, encontraram-na ocupada por povos que efectivamente sacrificavam as suas crianças aos deuses pagãos. Reconquistaram a Terra de Israel e aí restabeleceram uma das mais antigas nações do Mundo. Estabeleceram um código moral que impregnou todo o mundo civilizado. E que tem na infância o mais sagrado dos bens, que se deve proteger acima de todos.

Quando, no ano 70 d.C., foram expulsos de Israel em grande número pelos Romanos, os Judeus enfrentaram um exílio de quase dois milénios, sempre sob acusações de matarem crianças.

Hoje, os Árabes criam os seus filhos para se fazerem explodir em Israel, matando judeus. Os islamistas do Hamas usam as crianças para escavarem os túneis de terrorismo e a seguir executam-nas. Os islamistas do ISIS ou do Boko-Haram leiloam crianças tão jovens quanto 1 ano de idade para escravatura sexual. Etc., etc., etc.. Mas é Israel quem é acusado de matar crianças árabes.

Se não está familiarizado com o tema, agora, graças à Internet, pode num instante actualizar-se. Basta dar uma vista de olhos nas nossas secções HAMASCRIANÇAS, PALLYWOOD.

Se você é do calibre do meu cunhado João, e não quer educar-se, pelo menos pare de usar argumentos hipócritas e estúpidos. Seja um homenzinho e admita: Odeia os judeus e quer dar cabo deles todos. Fica-lhe melhor a honestidade.

 

Educando o meu cunhado


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Porque não fui ver Patti Smith


 A Bela e o Monstro

Patti Smith é magnética. É o único adjectivo que me ocorre. Funde-se com as canções, voa e leva-nos com ela, e nos intervalos abre os olhos, desfaz a expressão electrizada e abre um dos mais lindos sorrisos do mundo. Muitas vezes lamentei não ter vivido em Nova Iorque quando ela lá andava, no início de carreira. Coisas muito minhas...

Foi namorada de Bruce Springsteen (esse judeu horrendo, passe a redundância) que compôs a banda sonora do respectivo love affair, o hino que a lançou para o estrelato, para o estatuto de ícone, ídolo e culto - Because The Night

Quando regressou à música após um longo interregno, Bob Dylan - outro judeu infecto - deu-lhe a mão, levou-a em digressão e relançou-a. É muçulmana. Pelo menos era o que dizia aos quatro ventos até ao 11 de Setembro. 

Nunca calhou vê-la actuar. Este fim de  semana esteve no Porto. Não fui ver. Era mal empregada a expectativa e o preço do bilhete para ter que me vir embora quando ela começasse com a arenga loonie-leftie da praxe. 

Esta gente não sabe ficar-se pelo que sabe fazer genialmente, e quando abre a boca sem ser para cantar, ou entra mosca ou sai abelha!



Se acham que exagero, deixo-vos este excerto de entrevista, que, tal como Patti, é inadjectivável:

Pergunto-lhe se está optimista neste ano de eleição presidencial, e a resposta vem firme e rápida: "Não. Eu votei em Obama. Fiquei muito feliz quando ele ganhou. Mas Obama não tem sido capaz de efectivamente fazer qualquer coisa que me faça ... ". Smith, que não é de falinhas mansas, pára. E recomeça: "Ele não tem ajudado o meio ambiente. Ele não fechou Guantánamo Bay. Ele continuou no Afeganistão. "
Porque ele segue a política do "antigo regime". George W. Bush, afirma Patti, "adoptou totalmente a ideia de que a questão mais importante do mundo é o terrorismo. Não é a questão mais importante no mundo", diz ela com um aceno solene de cabeça. "Quando pensamos em quantas pessoas os terroristas matam, não são nada. Provavelmente matam tantas pessoas como as que morrem de acidentes de bicicleta na América num ano ou algo assim." Ela acredita que o ambiente é mais importante. "Eu já disse isto várias vezes, e vou dizê-lo um milhão de vezes mais - Estou mais preocupada com a morte de uma abelha do que como o terrorismo. "
"Porque nós estamos a perder colmeias e abelhas aos milhões, por causa dos pesticidas. Podemos viver com o terrorismo. Não podemos viver sem as abelhas".
Sentada em seu quarto de hotel em Covent Garden, Londres, Smith está vestida com o seu velho e usado uniforme - jeans, t-shirt, botas, jóias de prata, cabelo despenteado. O uniforme de um ícone eterno. Fala livremente, com confiança e muitas vezes com sabedoria. Smith, de 65 anos, tem o entusiasmo e envolvimento de alguém de um terço da sua idade, e duas vezes a sua energia. A sua erudição, porém, não tem idade.




A propósito, aqui fica um artigo recente do JewsNews sobre as abelhas...