domingo, 7 de janeiro de 2018

O conluio de Obama com o tráfico de drogas do Hezbollah

Obama deu luz verde ao tráfico de drogas do Hezbollah nos EUA e sabotou as investigações, para garantir o acordo nuclear com o Irão  

Na sequência de: 

Revolução no Irão: Obama de calças na mão!


Os media globais estão em êxtase porque um senhor escreveu um livro sobre Trump, dizendo que ele come MacDonald's com medo de ser envenenado (como se o receio não fosse justificado) e que a filha Ivanka Trump é "burra que nem uma porta" (como se fosse crime ser-se burro).
Enquanto isso, são desvendados cada vez mais motivos para que Obama e Hillary e o respectivo gangue sejam levados a Tribunal e julgados por alta traição. Mas nada disso interessa aos jornalistas, totalmente vendidos à Nova Ordem Mundial islamista/globalista/comunista.

Trump venceu - Contra a Nova Ordem Mundial

EUA e Israel - os maiores obstáculos à Nova Ordem Mundial


Que importa que o mandato de Obama tenha custado milhões de vidas inocentes e que os seus efeitos nefastos persistam? "O Trâmpe, pá! O Trâmpe é cor de abóbora! Ah, ah, ah, ah, ah! O Trâmpe!".



Obama deu luz verde às operações de tráfico de drogas do Hezbollah nos EUA, proibindo as investigações, para garantir que o acordo para dar de armas nucleares ao Irão se efectuasse.

"Quem falte aos deveres de lealdade para com os Estados Unidos, fazendo a guerra contra o país ou auxiliando os seus inimigos, dando-lhes ajuda e abrigo nos Estados Unidos ou em qualquer outro lugar, é culpado de traição e sofrerá a morte, ou será preso pelo menos cinco anos e multado em multa não inferior a 10.000 dólares; e ficará proibido de ocupar qualquer cargo nos Estados Unidos".
(Código Penal dos EUA, artigo 2381)

Num ambiente político são, Barack Obama seria julgado por alta traição.
Robert Spencer/Jihad Watch


"A história secreta de como Obama deixou o Hezbollah fora do alcance da lei"
por Josh Meyer, Politico, 17 de Dezembro de 2017:

Como Obama encobriu tráfico de cocaína e a lavagem de dinheiro pelo Hezbollah.

Na sua determinação em garantir um acordo nuclear com o Irão, a administração Obama sabotou uma ambiciosa campanha de aplicação da lei visando o tráfico de drogas pelo grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irão, mesmo quando o grupo terrorista canalizou cocaína para os Estados Unidos, de acordo com uma investigação da POLITICO.

A campanha, denominada Projecto Cassandra, foi lançada em 2008, depois de a Drug Enforcement Administration ter acumulado evidências de que o Hezbollah se transformou de uma organização militar e política focada no Médio Oriente, numa rede internacional de crime, que alguns investigadores acreditam ter 1 bilião de dólares de lucro por ano, no tráfico de droga e no tráfico de armas, lavagem de dinheiro e outras actividades criminosas.

Durante oito anos, os agentes que trabalharam numa instalação secreta de DEA em Chantilly, Virgínia, usaram escutas telefónicas, operações secretas e informadores para mapear as redes ilícitas do Hezbollah, com a ajuda de 30 agências de segurança nacionais e estrangeiras.

Os investigadores rastrearam os envios de cocaína, alguns da América Latina para a África Ocidental e para a Europa e para o Médio Oriente, e outros através da Venezuela e do México para os Estados Unidos.
Eles rastrearam os rios de dinheiro sujo, e como foi lavado, entre outras tácticas através da compra de carros usados ​​ americanos e seu envio para África. Com a ajuda de algumas testemunhas cooperantes, os agentes seguiram a conspiração até ao círculo mais íntimo do Hezbollah e seus patrocinadores estatais no Irão.

Porem, à medida que o Projecto Cassandra penetrava mais na hierarquia da criminosa, os funcionários da administração Obama lançaram uma série cada vez mais insuperável de bloqueios, de acordo com entrevistas com dezenas de participantes que, em muitos casos, falaram pela primeira vez sobre eventos envolvidos em segredo e de acordo com as perícias aos documentos do governo e registos judiciais.
Quando os líderes do Projecto Cassandra precisaram da aprovação governamental para investigações, processos, prisões e sanções financeiras significativas, funcionários dos departamentos de Justiça e Tesouraria atrasaram, impediram ou rejeitaram seus pedidos.

O Departamento de Justiça declinou os pedidos do Projecto Cassandra e de outras autoridades para denunciar acusações criminais contra grandes actores, como o enviado de alto nível do Hezbollah e do Irão, um banco libanês que alegadamente lavou biliões em supostos lucros de drogas, e um líder destacado de uma célula baseada nos EUA, pertencente à força Quds paramilitar iraniana. Sob Obama, o Departamento de Estado rejeitou pedidos para atrair os criminosos para países onde poderiam ser presos.

"Esta foi uma decisão política, foi uma decisão sistemática", disse David Asher, que ajudou a estabelecer e supervisionar o Projecto Cassandra como analista de finanças ilícitas do Departamento de Defesa. "Eles destruíram em série todo esse esforço sistemático, bem organizado e bem realizado".

A história oculta do Projecto Cassandra ilustra a imensa dificuldade em mapear e combater as redes ilícitas numa época em que o terrorismo global, o tráfico de drogas e o crime organizado se fundiram, mas também a medida em que as agendas concorrentes entre as agências governamentais - e a mudança de prioridades nos mais altos níveis - pode atrasar anos de progresso.

A perseguição aos criminosos é levada a cabo em segredo, desde hotéis de luxo da América Latina até parques de estacionamento em África, até aos bancos e campos de batalha no Médio Oriente. O impacto destas actividades criminosas  são cargas de cocaína de várias toneladas que entram nos Estados Unidos, e centenas de milhões de dólares para uma organização terrorista designada pelos EUA com de grande alcance.

Obama ocupou o cargo de Presidente dos Estados Unidos em 2009, prometendo melhorar as relações com o Irão como parte de uma aproximação mais ampla ao mundo muçulmano. Na campanha, ele afirmou repetidamente que a política da administração Bush de pressionar o Irão para parar o seu programa nuclear ilícito não estava a funcionar, e que ele iria a Teerão para reduzir as tensões.

O homem que se tornaria o principal assessor de contra-terrorismo de Obama e, em seguida, o director da CIA, John Brennan, foi mais longe. Ele recomendou num documento político que "o próximo presidente tem a oportunidade de estabelecer um novo curso para as relações entre os dois países", através não apenas de um diálogo directo, mas de "maior assimilação do Hezbollah no sistema político do Líbano".
Em Maio de 2010, Brennan, então assistente do presidente da segurança interna e do anti-terrorismo, confirmou num discurso que a administração procurava formas de construir "elementos moderados" no Hezbollah.


Obama e Brennan, colaboradores do Hezbollah.

"O Hezbollah é uma organização muito interessante", disse Brennan numa conferência em Washington, afirmando que o grupo evoluiu de "organização puramente terrorista" para uma milícia e, em última instância, um partido político com representantes no Parlamento e Gabinete libaneses, de acordo com um relatório da Reuters.

"Certamente, alguns elementos do Hezbollah são uma preocupação para nós", disse Brennan. E o que precisamos fazer é encontrar maneiras de diminuir a sua influência dentro da organização e tentar construir os elementos mais moderados".

Na prática, a vontade da administração de imaginar um novo papel para o Hezbollah no Médio Oriente, combinada com o desejo de uma solução negociada para o programa nuclear do Irão, traduziu-se numa relutância em avançar agressivamente contra os principais agentes do Hezbollah, de acordo com os membros do Projecto Cassandra e outros.



O traficante de armas Ali Fayad tinha foi indiciado em Março de 2014 por fornecer armas ao grupo terrorista FARC, para matar militares norte-americanos e colombianos. Relatório completo aqui.


O traficante de armas libanês, Ali Fayad, suspeito de ser um alto funcionário do Hezbollah, que os agentes acreditam ter denunciado o presidente russo Vladimir Putin como um fornecedor chave de armas para a Síria e para o Iraque, foi preso em Praga na Primavera de 2014.
Mas, durante os quase dois anos em que Fayad esteve sob custódia, os principais funcionários do governo de Obama negaram-se a aplicar uma pressão séria sobre o governo checo para o extraditar para os Estados Unidos, mesmo quando Putin estava a pressionar agressivamente contra isso ...

Obama deixou o fornecedor de armas preferido de Putin safar-se, de modo a poder dar a bomba atómica ao Irão:

 

Asher disse que os funcionários do governo de Obama expressaram as suas preocupações sobre a necessidade de agradar a Teerão antes, durante e após as negociações do acordo nuclear do Irão. Isto foi, disse ele, parte de um esforço para "defraudar, enfraquecer e minar as investigações envolvendo o Irão e o Hezbollah".
"Quanto mais nos aproximávamos do acordo nuclear com o Irão, mais essas actividades se intensificavam", disse Asher. "A nossa operacionalidade, em termos de operações especiais, de aplicação da lei, de dotação orçamental e mesmo do pessoal designado para esta missão - foi drenada sistematicamente, quase até a última gota, até ao fim da administração Obama". (...)


Katherine Bauer, ex-reponsável pelo Tesouro, expôs a sabotagem do Obama. Documento aqui.

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De há muito que denunciamos esta e outra actividade do grupo terrorista mais rico e mais perigoso do mundo (que é idolatrado pela extrema-esquerda e pelos neo-nazis):

O Hezbollah e o Tráfico de Drogas




Se ainda não conhece o melhor site do mundo sobre Obama, aqui vai:


(Nós temos apenas uma pequena secção Obama)

 P.S. - "Ah, ah, ah! O Trâmpe! É cor de laranja!"


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