quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

MITO 1 - «Israel ocupa a Palestina Árabe»



Fiéis à máxima de que «uma mentira mil vezes repetida para por verdade», alguns detractores de Israel têm construído uma narrativa falsa, composta de mitos destinados a ludibriar a opinião pública. Vamos desmontar esses mitos um por um, convidando os leitores a confirmarem as nossas afirmações, e a visitarem o site original que resumiu esta problemática, o «Muro da Verdade».



«Esta é uma reivindicação genocida feita pelos grupos pró-árabes. É genocida porque oblitera o Estado Judaico. Se Israel é realmente "Palestina ocupada", então não há nenhum estado legítimo judeu no Oriente Médio.

Desde os tempos romanos, quando os filisteus habitaram a região em torno do Jordão (daí o nome "Palestina"), nunca houve uma entidade política - nem uma província ou um Estado - chamado "Palestina" e ninguém o dizia que era até bem depois de os Estados Nações Unidas 
terem criado Israel, em 1948. O terreno em que Israel foi criado pela ONU também foi usado pelas potências coloniais para criar Síria, Iraque, Líbano e Jordânia. Era a terra que tinha pertencido à Turquia por 400 anos. Os turcos não são "palestinos" e não são sequer árabes.

Nunca houve um país árabe chamado "Palestina" ou habitados por "palestinos". Antes da criação da Organização de Libertação da Palestina em 1964, 16 anos após o nascimento de Israel, nenhuma entidade político árabe foi chamado por esse nome.»





Nota do nosso amigo João Monteiro: Os Filisteus já não existiam no tempo dos Romanos nem alguma vez habitaram a região em torno do Jordão. Eram um povo originário da área do mar Egeu, nomeadamente de Creta, portanto, europeu, que migrou para a parte sudoeste de Canaã e se fixou na área que hoje corresponde sensivelmente à Faixa de Gaza. Neste território fundaram as cidades de Gaza, Gath, Ashdod, Asquelon e Ekron. Após o Êxodo do Povo Judeu do Egipto para Canaã, os Filisteus foram um constante e feroz inimigo dos Israelitas mas nunca prevaleceram contra estes e acabaram por desaparecer no decurso da História. A relação entre os Romanos e os Filisteus (estes já tinham desaparecido vários séculos antes daqueles terem conquistaram a Terra de Israel) é apenas esta: após a vitória dos Romanos sobre os Judeus na Segunda Revolta Judaica em 135, O Imperador Adriano alterou o nome da Terra de Israel (as províncias da Judeia, Samaria e Galileia) para Siria Palestina com o objectivo claro da erradicação do nacionalismo judaico e de humilhar o Povo Judeu ao associar a Terra de Israel ao povo antigo e feroz inimigo de Israel, os Filisteus de onde a palavra “Palestina” deriva, procurando eliminar da terra todos os traços da sua herança histórica judaica (curiosamente, o mesmo que os Jordanos procuraram fazer quando dominaram a parte oriental de Jerusalém de 1948 a 1967, e os Palestinianos procuram fazer agora). O nome latino de Palestina acabou por ficar ligado à Terra de Israel e tem origem na palavra hebraica “peleshet” (cuja raiz é “palash”, um termo genérico para “movimento” ou “migração”) nome pelo qual os Israelitas conheciam os filisteus que tinham vindo do mar e fazia referência a essa sua origem. Este nome de Palestina foi retomado e institucionalizado pelos Britânicos após o derrube do Império Otomano em 1917 e, finalmente, aproveitado pelos Árabes da região a partir de 1967 para a criação do seu estado de ficção, como lhe chamou Golda Meir.

2 comentários:

  1. Caro IB.
    Relativamente ao Mito #1, devo corrigir o seguinte: Os Filisteus já não existiam no tempo dos Romanos nem alguma vez habitaram a região em torno do Jordão. Eram um povo originário da área do mar Egeu, nomeadamente de Creta, portanto, europeu, que migrou para a parte sudoeste de Canaã e se fixou na área que hoje corresponde sensivelmente à Faixa de Gaza. Neste território fundaram as cidades de Gaza, Gath, Ashdod, Asquelon e Ekron. Após o Êxodo do Povo Judeu do Egipto para Canaã, os Filisteus foram um constante e feroz inimigo dos Israelitas mas nunca prevaleceram contra estes e acabaram por desaparecer no decurso da História. A relação entre os Romanos e os Filisteus (estes já tinham desaparecido vários séculos antes daqueles terem conquistaram a Terra de Israel) é apenas esta: após a vitória dos Romanos sobre os Judeus na Segunda Revolta Judaica em 135, O Imperador Adriano alterou o nome da Terra de Israel (as províncias da Judeia, Samaria e Galileia) para Siria Palestina com o objectivo claro da erradicação do nacionalismo judaico e de humilhar o Povo Judeu ao associar a Terra de Israel ao povo antigo e feroz inimigo de Israel, os Filisteus de onde a palavra “Palestina” deriva, procurando eliminar da terra todos os traços da sua herança histórica judaica (curiosamente, o mesmo que os Jordanos procuraram fazer quando dominaram a parte oriental de Jerusalém de 1948 a 1967, e os Palestinianos procuram fazer agora). O nome latino de Palestina acabou por ficar ligado à Terra de Israel e tem origem na palavra hebraica “peleshet” (cuja raiz é “palash”, um termo genérico para “movimento” ou “migração”) nome pelo qual os Israelitas conheciam os filisteus que tinham vindo do mar e fazia referência a essa sua origem. Este nome de Palestina foi retomado e institucionalizado pelos Britânicos após o derrube do Império Otomano em 1917 e, finalmente, aproveitado pelos Árabes da região a partir de 1967 para a criação do seu estado de ficção, como lhe chamou Golda Meir.

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