domingo, 9 de fevereiro de 2014

Eurábia? Não, Obrigado!

O senhor da imagem é um muçulmano a viver na Europa. É casado com uma prima direita, não gosta de preservativos e não trabalha. A prole cresce. Nós pagamos - para já, em dinheiro...

O que quer a Esquerda Caviar? - Islamização da Europa, naturalmente!


A Suíça leva a referendo os limites à imigração. Nem o Al Público, com a sua costumeira parcialidade pró-islamista, consegue esconder que os limites são à imigração islâmica, e não à imigração em geral.

Numa peça de antologia, a jornalista que sabe escrever Saddam Hussein em Arábico, tenta injectar nos leitores a ideia de que só os ignorantes é que votaram contra os minaretes e que só os brutos é que se recusam a ser islamizados.

4% de muçulmanos numa comunidade, pode parecer pouco, mas são já números irreversíveis na quantidade de problemas ligados a doutrinação do ódio, ameaças terroristas, colonização cultural, violência, violações, escravatura sexual, terrorismo, criminalidade, assassínios, mutilação genital feminina, casamentos de crianças com adultos, guerra demográfica, colonização cultural e exploração financeira dos nativos.

Há 50 milhões de muçulmanos na Europa. Os ataques aos judeus (que são 1 milhão e meio na Europa), incluindo assassinatos e tortura, têm-se multiplicado. Os neo-nazis, a extrema esquerda europeia e lunáticos anti-semitas new-age como o Roger Waters, encontraram nos muçulmanos os aliados e os catalisadores para a nova Solução Final:


 
No dia 27 de Janeiro - dia da Memória do Holocausto -  uma manifestação anti-Hollande foi parasitada pelos muçulmanos, pela extrema-direita e pela extrema-esquerda, que cantou slogans nazis, nomeadamente a exigir o regresso das câmaras de gás. As imagens falam por si. Os judeus europeus vão fugindo para Israel. Os muçulmanos ficam. O horror nazi está de volta, só que desta vez vem de turbante.

 

"A única religião que respeito é o Islão. O único profeta que admiro é Maomé" - Adolf Hitler


Este muçulmano convertido, escocês, andava pela rua em «patrulhas islâmicas» a ameaçar e agredir cidadãos britânicos por comportamentos «errados» à luz do Islão, tais como beber cerveja, festejar ou as mulheres andarem sem véu islâmico.


Falamos de FACTOS, ainda que cientes de que a esquerda festiva, mal ouve falar de factos, desata a gritar histericamente "Racismo!" e outras palermices que tais - também muito usadas pelos islamistas para explorarem os complexos de inferioridade e de culpa dos ocidentais. 



O Islão não é compatível com a Democracia - nem quer ser!

O Islão não é uma "raça"; como o Comunismo e o Nazismo, é um sistema fascista, supremacista, opressor, totalitário, incompatível com a Liberdade, a Democracia, o progresso material e espiritual da Humanidade. Se o Islão não se reformar, não tem lugar num Mundo que todos queremos melhor, mais justo, mais pacífico, mais livre.

Islão; O Que o Ocidente Precisa de Saber - veja esta parte 1 e o documentário todo, que vale a pena.


Os ocidentais ainda não perceberam bem que o Islão despreza os nossos valores, e que na sua visão, impor a religião "certa" aos infiéis é uma obra de caridade:



A islamização da Europa é uma questão simples de matemática, e os muçulmanos estão assumidamente em guerra demográfica:


A islamização da Europa vista de Israel e o anti-semitismo islâmico na Europa, com o seu cortejo de horrores:



Os europeus tardam a compreender que o Islão é incompatível com qualquer outra cultura. O Islão é supremacista, e entende que são os anfitriões que se devem vergar aos seus costumes:



Em Londres, como em tantas outras cidades europeias, já há patrulhas islâmicas a imporem a lei sharia aos nativos. Só a esquerda-caviar é que não quer ver. O resto do público começa a acordar, não obstante os esforços desesperados dos media, quase todos pró-islamistas:


Um de muitos vídeos regularmente censurados na Internet:



No Islão, a escravatura sexual das mulheres infiéis é aceite e encorajada. Daí que em certas cidades europeias o total de violações seja cometido por muçulmanos, que vêem as nossas mulheres como prostitutas, por não serem muçulmanas. Abundam os gangues de violadores islâmicos, e nas ruas, em manifestações, já exigem as mulheres europeias como despojos de conquistadores - que é como muitos muçulmanos se vêem.

Ver  A Taqiyya e a Jihad Sexual

Uma coisa que nos surpreende sempre é haver tantas mulheres na Europa que odeiam Israel e o Mundo Livre em geral, e que acolhem bem a islamização. Ver a nossa etiqueta MULHERES.



Os muçulmanos trouxeram o anti-semitismo de volta para a Europa. Não apenas no campo da rectórica, mas na perseguição física, nos assassínios mesmo. Os judeus europeus estão na primeira linha das vítimas da trágica islamização da Europa, com a cumplicidade dos media, que calam a realidade e alimentam a visão romântica do Islão:
 

50 milhões de muçulmanos na Europa, e 80% deles não trabalham, vivendo à custa dos contribuintes e na criminalidade. Há na Europa 1 milhão e meio de judeus, que são cidadãos normais e cumpridores, trabalhadores e ordeiros, como por exemplo os portugueses emigrados. Em tempos de crise financeira, a ira popular vira-se contra os judeus. Vícios antigos...


As belas tradições islâmicas:  os muçulmanos só comem carne de animais abatidos com requintes de crueldade. E porque os muçulmanos assim exigem, o Mundo Livre é obrigado a comer desta carne. Os activistas dos direitos dos animais - geralmente de esquerda - não abrem a boca para falar destas atrocidades, que reverenciam como "tradições culturais superiores à nossa sociedade capitalista e degradante":




Londristão, Belgistão, a Europa vai-se islamizando:



Poderíamos estar aqui literalmente durante semanas, a postar evidências da colonização islâmica da Europa (e do Mundo Livre em geral). Isto é apenas uma amostra. Para saber mais, veja se faz favor o nosso separador ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA, com milhentas histórias ilustrativas. 

Não deixe de visitar o OBSERVATÓRIO DA ISLAMIZAÇÃO.

Veja também sites como estes:


E não esqueça que o Islão está em guerra aberta e assumida contra o Mundo, desde o 11 de Setembro de 2001, a caminho do almejado Califado Global. Desde essa data que se registaram 22418 atentados terroristas. cometidos pela Religião da Paz, com número incalculável de mortos e de feridos graves.

Alguns mais mediáticos que outros, como por exemplo o próprio 11 de Setembro, os atentados de 7 de Julho de 2003 em Londres, os de 11 de Março de 2004 em Madrid, os da Maratona de Boston no ano passado, as dezenas de pessoas que foram pelos ares em Volgogrado/Rússia em três ataques suicidas de protesto contra... os Jogos Olímpicos, os 80 católicos que noutro dia na Índia foram igualmente pelos ares à saída da Missa de Domingo, os aldeões do Mali, regularmente degolados por não se converterem ao Islão, etc., etc..

O site www.thereligionofpeace.com tem a contabilidade anual, mensal, semanal e diária do morticínio causado pela presente guerra do Islão contra O Mundo Livre.

22418 atentados até pode parecer pouca coisa. É um número. Mas é um número que representa um desastre para o Mundo e uma carga de sofrimento incalculável. Desde o 11 de Setembro que o Islão mata mais gente num ano do que a Inquisição matou em 350 anos, em tempos em que se matava por dá cá aquela palha. E os intelectualóides continuam a bramir contra a Inquisição, já morta e enterrada, mas não se lhes ouve uma palavra contra o Islão.

Aqui vão as contas semanais da jihad, a guerra santa islâmica. As outras religiões do mundo (milhares delas), todas juntas, mataram ZERO pessoas, feriram ZERO pessoas, cometeram ZERO ataques:

Contas semanais da Jihad Fevº 01 - Fevº 07
 Ataques Terroristas:
51
 Allahu Akbars*:
14
 Mortos:
273
 Feridos Graves:
469
 *Ataques Suicidas
Alguma Imprensa começa a acordar:

Que o referendo da Suíça possa ser bem sucedido na defesa dos valores da Democracia, da Liberdade, da Civilização!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

O Grinch islâmico que roubou as Olimpíadas



Bode Miller, esquiador da equipa olímpica dos Estados Unidos.


Hoje é o primeiro dia de competições nos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, na Rússia. Ao contrário do que é habitual durante todos os Jogos Olímpicos - sejam eles de Verão ou de Inverno - não se vive aquela atmosfera quase natalícia, em que até a Imprensa generalista conta histórias de entrega, glória, ternura e graça, focando dos mais modestos atletas (como a famosa e improvável equipa de bobsleigh da Jamaica) aos mais sérios candidatos ao pódium.

Este ano os Jogos Olímpicos foram precedidos de tragédia. As jovens terroristas islâmicas conhecidas como "viúvas brancas" encarregaram-se de vestir coletes de bombas e mandar dezenas de pessoas inocentes pelos ares na cidade de Volgogrado, perto da estância de Sochi. Este ano os Jogos Olímpicos disputam-se sob a ameaça constante de tragédia, com ameaças de morte contra os atletas e contra o público, por parte dos islamistas. Uma voltinha pela nossa etiqueta Rússia dá um breve panorama da carnificina já efectuada.

Jogos Olímpicos sob apertado controlo policial forças armadas mobilizadas em máxima força, navios de guerra estacionados nas proximidades para evacuar atletas... o que é isto? Serão isto Jogos Olímpicos?

A Imprensa escrita, a TV, a Rádio, que por esta altura deveriam estar a deliciar-nos com as últimas dos treinos, das provas, da Aldeia Olímpica, da diversidade e da alegria do público, estão ocupadas a divulgar as constantes ameaças dirigidas contra as delegações olímpicas, com os emailes que chegam constantemente aos jornais, a ameaçar abater os atletas. 

Nem a mentalidade Ocidental compreende, nem a Imprensa Ocidental se esforça para fazer entender o porquê deste ódio. Faz-se vagas alusões a "militantes", a "separatistas", aceita-se tacitamente que eles estão numa qualquer guerra, e, como são muçulmanos, lá terão as suas razões e estão desde logo absolvidos...

Estávamos nós decididos a escrever umas quantas linhas sobre esta tragédia, quando deparámos com um artigo que o faz, de forma perfeita - e que dá o título a este post. De uma assentada, explica as razões do ódio islâmico aos Jogos Olímpicos e a tudo o que não seja islâmico.



 O  Grinch islâmico que roubou as Olimpíadas
A cobertura das Olimpíadas de Inverno de 2014 em Sochi , na Rússia, tem até agora sido ofuscada pelas ameaças de terror dos jihadistas islâmicos. Vídeos ofensivos postados na internet pelos jihadistas prometem que o "demónio das Olimpíadas" vai ter uma "atmosfera de medo e terror" e dizem aos atletas que "Satanás está convosco".

O líder da Al-Qaeda nascido no Egipto, Ayman Al- Zawahiri, abençoou os terroristas e declarou uma "jihad global" contra os jogos de Sochi.
Enquanto o mundo aguarda os Jogos Olímpicos para comemorar as melhores qualidades da Humanidade - excelência, cooperação e competição respeitosa - os jihadistas muçulmanos assistem aos jogos com amargura, inveja e críticas. Desportos competitivos não são significativos para o sistema de valores islâmico, especialmente se comparados com o treino físico e mental dos jovens para a jihad islâmica. A cultura islâmica desencoraja desportos competitivos, canto, dança e auto-expressão, e esta é a razão pela qual existem poucos atletas muçulmanos proeminentes.
Nota nossa - E poucas pessoas notáveis em outras áreas que não sejam o terrorismo, a especialidade islâmica por excelência.
Poucas medalhas são ganhas por nações muçulmanas, que participam simbolicamente nos Jogos. Com excepção do futebol, os jovens muçulmano têm poucas actividades atlética, e a maioria de seus treinamento de futebol é feito em ruas estreitas com a interrupção constante de carros e pedestres.
Nota nossa - Dotados de uma genética única, os atletas norte-africanos têm-se mostrado imbatíveis nas provas de atletismo de fundo. Neste vídeo, o campeão dos 10000 metros Ibrahim Jeilan, da Etiópia, ganha corrida e podemos ouvi-lo ao minuto 2:35 a invectivar a assistência com os seus gritos supremacistas de Allahu Akhbar!, que, como sabemos, quer dizer que "o meu deus é o único e o maior, e por isso ou vocês se convertem ou eu tenho o direito de vos decapitar, porque vos sou superior":

 


Quanto às atletas muçulmanas, basta dar uma olhadela na equipa feminina da Arábia Saudita, tentando correr enquanto enverga o seu traje islâmico. As nações islâmicas afirmam ser irmãs próximas, mas as equipas femininas muçulmanas quase nunca competem entre si dentro de países islâmicos. Por que é que os países muçulmanos se preocupariam em participar com uma equipe feminina nos Jogos Olímpicos se os desportos femininos são desencorajados e são contrários às normas culturais islâmicas?
Nota nossa - sob o domínio dos terroristas islamistas do Hamas, a famosa Maratona de Gaza foi proibida a mulheres e cancelada.
Como muitas actividades islâmicas na arena internacional, as equipas olímpicas femininas islâmicas não são destinados ao desporto e a ganhar, mas destinam-se a provar ao mundo que as mulheres muçulmanas são livres. A participação de atletas do sexo feminino islâmicas nas Olimpíadas é uma farsa rejeitada como não-islâmica, dentro da cultura muçulmana.

Os Jogos Olímpicos evocam as deficiências das sociedades islâmicas, provocam a inveja do mundo exterior e alimentam a sua mentalidade de vítima - daí o silêncio dos muçulmanos de todo o mundo sobre as ameaças terroristas islâmicas aos Jogos Olímpicos.
Os jihadistas não compreendem nem se importam sobre o que as Olimpíadas representam para o resto do mundo: uma oportunidade para competir e o reconhecimento do trabalho árduo de nações e indivíduos que sacrificaram tempo, dinheiro e treino intenso, para se destacarem, e que esperam ganhar de forma justa.

Enquanto o mundo anseia pela esperança, unidade, harmonia e um futuro de paz que as Olimpíadas representam, os jihadistas muçulmanos tentam arruinar tudo isso para todos os outros.  Não é uma coincidência, porque os valores olímpicos de cooperação, fraternidade e respeito entre nações, independentemente de religião, cor, origem nacional e de género, atinge o coração da ideologia da supremacia islâmica.

Queixas falsas, reivindicações de opressão dos rebeldes chechenos e das suas viúvas negras, são desculpas para camuflar as aspirações dos jihadistas e a sua incapacidade de se expressarem, excepto através daquilo para que foram treinados para fazer, como quem treina para um desporto: terror. A concorrência leal não é o que os supremacistas islâmicos são treinados para entender ou fazer. O que eles querem é dominar o mundo e um tratamento especial, que acham que o mundo lhes deve, por serem muçulmanos.

Mesmo a cobertura dos media islâmicos dos Jogos Olímpicos é muitas vezes colorida com inveja e críticas, especialmente dos bikinis do vólei feminino e dos fatos de banho na natação. Frustração por não estarem à altura das equipas infiéis, impulsionam alguns líderes muçulmanos, como por Saddam Hussein e seus filhos, a ameaçarem os atletas de futebol que percam, com a tortura e assassinato.

A competição atlética, independentemente do sexo, e outros tabus islâmicos, são difíceis de conciliar com os valores islâmicos. É por isso que não é uma coincidência que a jihad islâmica seja dirigida contra muitas eventos desportivos no Ocidente: como a Maratona de Boston, onde foram mortos três atletas, e feridos e mutilados centenas de outros, por muçulmanos chechenos imigrantes nos EUA.

Nota nossa - Temos alguns posts sobre mais este ataque jihadista na nossa etiqueta Atentados de Boston. Alguns vídeos - como o da mãe (se é que neste caso se pode usar palavra tão sagrada) dos dois terroristas a regozijar-se - foram entretanto retirados pelo poderoso lódi islamista global.


Agora o mundo pode fazer uma pergunta legítima:

"Onde está a condenação enorme e sincera das ameaças terrorismo terrorismo islâmico contra as Olimpíadas, por parte dos "moderados" muçulmanos?"

No Ocidente é afirmado uma e outra vez que os muçulmanos moderados são a maioria, mas essa maioria nuca foi capaz de parar ou de controlar os jihadistas, que, dizem, são os que não compreendem o verdadeiro e pacífico Islão.

"Porque não havemos de lhes deixar os filhos órfãos?"- pergunta este terrorista islâmico russo, insensível aos apelos emocionados dos pais. Os Jogos Olímpicos de Sochi foram declarados "não-islâmicos", por isso, há que matar!...

O que será necessário para os muçulmanos assumam a responsabilidade pela jihad islâmica global e acabem com a sua constante cobertura das deficiências do Islão? Será que eles nunca abandonarão a atitude defensiva, que nunca serão honestos e verdadeiros sobre o efeito negativo do Islão como é praticado hoje, na paz mundial, na felicidade e na prosperidade? Será que vão continuar a optar por permanecer mentalmente isolados, não- assimilados, ofendidos e acusando o resto do mundo de não compreensão do Islão?
Será que os jihadistas nunca virão a abraçar a sua própria humanidade, como o Grinch fez com o Natal e, finalmente, juntar-se às celebrações  Ou permanecerão um fardo para a humanidade, como o Grinch islâmico que roubou os Jogos Olímpicos?
Nonie Darwish tem um novo livro, “The Devil We Don’t Know: The Dark Side of Revolutions in the Middle East” e é a presidente da FormerMuslimsUnited.org.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

'Boicotes, suborno e intimidação'

O título deste post e o artigo são uma tradução livre do artigo do rabi Ari Enkin, da organização United With Israel, que congrega cristãos, judeus e amigos de Israel em geral. Este blog não é confessional, mas estas reflexões são mais de âmbito moral do que religioso, pelo que as reproduzimos de vez em quando. Esta, por exemplo, vem a propósito do recente boicote (falhado) da SodaStream, e da ambígua diplomacia norte-americana em relação a Israel.
NÃO PERCA O VÍDEO, EM BAIXO, QUE MOSTRA O QUE É E COMO FUNCIONA A FÁBRICA SODASTREAM, ALVO DA IRA DOS CULTIVADORES DO ÓDIO. E BEBA SODATREAM, QUE É DELICIOSA, ECONÓMICA E AMIGA DO AMBIENTE! :-)

Abundam os boicotes, o suborno e a intimidação, mas não estão a ter sucesso.
Por Rabino Ari EnkinOlhando para as manchetes dos últimos dias, não podemos deixar de notar que a palavra "B" apareceu com grande frequência. Sim, a palavra "boicote" tem mostrado a sua cara feia. Acontece de vez em quando, em todos os aspectos da vida política e activista. Às vezes, é legítimo: como impedir que o Irão desenvolva armas nucleares, e às vezes é apenas frustração e imaturidade. Boicota isto, boicota aquilo. Agora é 'Boicote Israel'!

Há uma série de boicotes a decorrer. Um deles é o "Boicote a SodaStream", que tem sido ultimamente bastante falado. A SodaStream é uma empresa mundialmente famosa, situada na cidade de Ma'ale Adumim na Judeia.

 - Mamã! Papá! Vejam o que eu ando a aprender na Universidade!
A empresa emprega mais de 900 palestinos árabes e até construiu uma mesquita para eles no local. É um lugar onde judeus e árabes se dão bem e trabalham lado a lado. Um lugar onde as amizades são formadas e os eventos do ciclo de vida são comemorados em conjunto, quer os trabalhadores vivam em Tel Aviv ou Ramallah. No entanto, há pessoas que exercem pressão contra os clientes da Sodastream, porque a fábrica está localizada na "Margem Ocidental".


Em qualquer outro lugar, este seria reconhecido como um oásis de co-existência! Porque é na Judeia, em Israel, é rotulado por alguns como um "crime de guerra".

E depois, claro, há o secretário de Estado John Kerry, dos EUA. O seu alegado tacto e diplomacia não têm grande aceitação por aqui. Kerry está agora a usar palavra "B" como uma ameaça a Israel e ao povo judeu, advertindo que se as negociações de paz falharem, haverá consequências.
Boicote, suborno e intimidação. É esse o método de Kerry na diplomacia?
O que diz a Torá diz sobre boicotes, suborno e outras formas de intimidação e manipulação? 
A Torá diz-nos várias vezes que não se deve aceitar subornos nem ser influenciado por favores. Por exemplo, "O suborno cega o sábio e distorce as palavras dos justos." (Êxodo 23:08 . Veja também Deuteronómio 16:19).
O Talmud  amaldiçoa os que aceitam subornos, acrescentando que aqueles que o fazem "trazem a ira divina sobre o mundo". É um pecado terrível para um juiz, aceitar suborno, independentemente de o julgamento ser influenciado como resultado do suborno. É proibido dar ou aceitar um suborno, mesmo que este não tenha qualquer efeito sobre o veredicto.
Maimonides, o maior filósofo judeu do período medieval, cuja influência permanece até hoje, não só escreve que o suborno financeiro é proibido, mas que qualquer forma de favor é proibida também. 
Ele oferece uma série de exemplos históricos, como o de um juiz estava num barco e a quem uma pessoa ofereceu a mão, a fim de o ajudar a desembarcar. Algum tempo depois, a mesma pessoa apareceu no tribunal, e quando o juiz a viu, não se considerou qualificado para julgar o caso, para não fazer um julgamento tendencioso. Numa situação semelhante, um homem  limpou o casaco de um juiz local quando o viu na rua. Este homem também, acabou no tribunal, e o juiz recusou julgar o caso, para não favorecer inconscientemente a pessoa que lhe dera provas de bondade.
É interessante notar, porém, que, historicamente, os líderes políticos foram frequentemente envolvidos em subornos e boicotes. (Ver, por exemplo : I Reis 15:19 e II Reis 16:08).

Aparentemente, algumas coisas nunca mudam, e os jogos "B" de Kerry são apenas um exemplo. As palavras do rabino Yechiel Epstein, na sua famosa obra HaShulchan Aruch (uma compilação académica da lei judaica), não poderiam ser mais apropriadas:
" ... E não é só o juiz proibido de receber suborno, mas todas as pessoas e funcionários envolvidos em assuntos públicos estão proibidos de ser tendenciosos em qualquer assunto, como resultado de amizade ou de hostilidade, e mais ainda tomar suborno."

 
Secretário de Estado dos EUA John Kerry  e presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas. (Foto: Issam Rimawi / Flash90)

Wow! O Rabino Epstein escreveu, no início do século XX, que Kerry em mente?

Em qualquer caso, Sr. Kerry, ninguém quer a paz mais do que nós. Ninguém! Se as negociações de paz falharem, não será porque Israel não ofereceu concessões dolorosas. Será talvez, apenas talvez, será por causa da obstinação do lado palestino e de todos os que se recusam a reconhecer Israel como Estado judeu.

Autor: Rabino Ari Enkin
Diretor rabínico, United With Israel
Data: Fev. 5, 2014

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A realidade no terreno é que nem todos os árabes são terroristas desejosos de destruir Israel e os Judeus. Na SodaStream trabalham judeus, árabes, etíopes, druzos, gente normal que quer viver normalmente e em paz, como no resto do Mundo Livre. Esta realidade não cabe nas agendas islamistas e esquerdistas radicais, sedentas de imagens fortes de opressores e oprimidos, a malta do "quanto pior, melhor". São estes exemplos de paz, harmonia, progresso, que não saciam a sede de sangue dos nostálgicos das revoluções sangrentas. São estas vidas normais, prosaicas, que irritam os que não estão em paz consigo mesmos, e se agarram a qualquer "causa" para acirrarem a guerra - de preferência longe das suas portas, que isto o que é chique e esquerda-caviar é comprar as revistas caras e apreciar as fotos premiadas, de guerra e sofrimento - lá longe...



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Aproveitamos para vos desejar um bom-fim-de-semana, ou, na tradição dos nossos amigos judeus,  Shabbat Shalom. Não se cansem, caros amigos, de apoiar a causa de Israel e todas as boas causas. É reconfortante sabermos que a vitória do Bem é certa. Mais tarde ou mais cedo.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Apelidos Judaicos - Confira



Às vezes há coisas que têm a sua graça, mesmo não tendo graça nenhuma. Um conhecido neo-nazi de apelido Machado (nitidamente de ascendência judaica) a arengar sobre a "raça ariana", um neo-nazi menos conhecido de nome próprio Isaac (apanhado a vandalizar um cemitério judaico em Lisboa), e outros neo-nazis ainda menos conhecidos, a papaguearem alarvidades dos lagartos espaciais...

Se vai andar de suástica no braço, pelo sim pelo não, veja lá se no fim de contas os seus camaradas não o mandam também para o campo de concentração onde quer ver... a sua gente. Shalom! :-)

Por vezes os nomes de família e as terras de origem dizem tudo, e basta uma consulta rápida em dois ou três livros de história ou genealogia sefardita para confirmar uma conversão forçada ao catolicismo ou um julgamento perante os tribunais da Inquisição. Outras vezes é preciso trabalhar mais para conseguir desenterrar o que em muitas famílias portuguesas é o mais bem guardado dos segredos. Há uma extensa bibliografia que pode ajudar a traçar esta geografia da identidade pessoal de muitos descendentes de judeus portugueses. Aqui ficam alguns dos livros que considero fundamentais:
“A History of the Marranos”, Cecil Roth
“Sangre Judia”, Pere Bonnin
“Secrecy and Deceit: The Religion of the Crypto-Jews”, David Gitlitz
“Os Marranos em Portugal”, Arnold Diesendruck
“A Origem Judaica dos Brasileiros”, José Geraldo Rodrigues de Alckmin Filho
“Dicionário Sefaradi de Sobrenomes”, Guilherme Faiguenboim, Anna Rosa Campagnano e Paulo Valadares (ver Folha Online - Dicionário viaja ao passado dos sefaradis - 06/01/2004)
A título de referência breve, aqui seguem alguns nomes de família de “cripto-judeus”, prevalentes, mas não de forma exclusiva, nas regiões da Beira-Baixa, Trás-os-Montes e Alentejo*:
Amorim; Azevedo; Alvares; Avelar; Almeida; Barros; Basto; Belmonte; Bravo; Cáceres; Caetano; Campos; Carneiro; Carvalho; Crespo; Cruz; Dias; Duarte; Elias; Estrela; Ferreira; Franco; Gaiola; Gonçalves; Guerreiro; Henriques;Josué; Leão; Lemos; Lobo; Lombroso; Lopes; Lousada; Macias; Machado; Martins; Mascarenhas; Mattos; Meira; Mello e Canto; Mendes da Costa; Miranda; Montesino; Morão; Moreno; Morões; Mota; Moucada; Negro; Nunes; Oliveira; Ozório; Paiva; Pardo; Pilão; Pina; Pinto; Pessoa; Preto; Pizzarro; Ribeiro; Robles; Rodrigues; Rosa; Salvador; Souza; Torres; Vaz; Viana e Vargas.
Nomes de famílias judaicas portuguesas na Diáspora (Holanda, Reino Unido e Américas)**
Abrantes; Aguilar; Andrade; Brandão; Brito; Bueno; Cardoso; Carvalho; Castro; Costa; Coutinho; Dourado; Fonseca; Furtado; Gomes; Gouveia; Granjo; Henriques; Lara; Marques; Melo e Prado; Mesquita; Mendes; Neto; Nunes; Pereira; Pinheiro; Rodrigues; Rosa; Sarmento; Silva; Soares; Teixeira e Teles(entre muitos outros).
Sobrenomes judaicos de origem portuguesa na América Latina***:
Almeida; Avelar; Bravo; Carvajal; Crespo; Duarte; Ferreira; Franco; Gato; Gonçalves; Guerreiro; Léon; Leão; Lopes; Leiria; Lobo; Lousada; Machorro; Martins; Montesino; Moreno; Mota; Macias; Miranda; Oliveira; Osório; Pardo; Pina; Pinto; Pimentel; Pizzarro; Querido; Rei; Ribeiro; Robles; Salvador; Solva; Torres e Viana
*in “Os Marranos em Portugal”, Arnold Diensendruck
** in “Raízes Judaicas no Brasil”, Flávio Mendes de Carvalho
*** in “Os Nomes de Família dos Judeus Creolos”, estudo de Arturo Rab, publicado na revista “Juedische Familien Forschung”, Berlim, 1933
ADENDA:: Nomes de família citados com maior frequência nos documentos da Inquisição, relativos a “relapsos” condenados pelo “crime de judaísmo”:
Rodrigues_________453 pessoas
Nunes____________229 pessoas
Mendes___________224 pessoas
Lopes____________282 pessoas
Miranda__________190 pessoas
Gomes___________184 pessoas
Henriques_________174 pessoas
Costa____________138 pessoas
Fernandes_________132 pessoas
Pereira___________124 pessoas
Dias_____________124 pessoas
Segue uma listagem (reduzida) de nomes de familias judias e cripto-judias retirada do Dicionário Sefaradi de Sobrenomes:
A
Abreu Abrunhosa Affonseca Affonso Aguiar Ayres Alam Alberto Albuquerque Alfaro Almeida Alonso Alvade Alvarado Alvarenga Álvares/Alvarez Alvelos Alveres Alves Alvim Alvorada Alvres Amado Amaral Andrada Andrade Anta Antonio Antunes Araujo Arrabaca Arroyo Arroja Aspalhão Assumção Athayde Avila Avis Azeda Azeitado Azeredo Azevedo
B
Bacelar Balao Balboa Balieyro Baltiero Bandes Baptista Barata Barbalha Barboza /Barbosa Bareda Barrajas Barreira Baretta Baretto Barros Bastos Bautista Beirao Belinque Belmonte Bello Bentes Bernal Bernardes Bezzera Bicudo Bispo Bivar Boccoro Boned Bonsucesso Borges Borralho Botelho Braganca Brandao Bravo Brites Brito Brum Bueno Bulhao
C
Cabaco Cabral Cabreira Caceres Caetano Calassa Caldas Caldeira Caldeyrao Callado Camacho Camara Camejo Caminha Campo Campos Candeas Capote Carceres Cardozo/Cardoso Carlos Carneiro Carranca Carnide Carreira Carrilho Carrollo Carvalho Casado Casqueiro Casseres Castenheda Castanho Castelo Castelo branco Castelhano Castilho Castro Cazado Cazales Ceya Cespedes Chacla Chacon Chaves Chito Cid Cobilhos Coche Coelho Collaco Contreiras Cordeiro Corgenaga Coronel Correa Cortez Corujo Costa Coutinho Couto Covilha Crasto Cruz Cunha
D
Damas Daniel Datto Delgado Devet Diamante Dias Diniz Dionisio Dique Doria Dorta Dourado Drago Duarte Duraes
E
Eliate Escobar Espadilha Espinhosa Espinoza Esteves Évora
F
Faisca Falcao Faria Farinha Faro Farto Fatexa Febos Feijao Feijo Fernandes Ferrao Ferraz Ferreira Ferro Fialho Fidalgo Figueira Figueiredo Figueiro Figueiroa Flores Fogaca Fonseca Fontes Forro Fraga Fragozo Franca Frances Francisco Franco Freire Freitas Froes/Frois Furtado
G
Gabriel Gago Galante Galego Galeno Gallo Galvao Gama Gamboa Gancoso Ganso Garcia Gasto Gavilao Gil Godinho Godins Goes Gomes Goncalves Gouvea Gracia Gradis Gramacho Guadalupe Guedes Gueybara Gueiros Guerra Guerreiro Gusmao Guterres
H/I
Henriques Homem Idanha Iscol Isidro Jordao Jorge Jubim Juliao
L
Lafaia Lago Laguna Lamy Lara Lassa Leal Leao Ledesma Leitao Leite Lemos Lima Liz Lobo Lopes Loucao Loureiro Lourenco Louzada Lucena Luiz Luna Luzarte
M
Macedo Machado Machuca Madeira Madureira Magalhaes Maia Maioral Maj Maldonado Malheiro Manem Manganes Manhanas Manoel Manzona Marcal Marques Martins Mascarenhas Mattos Matoso Medalha Medeiros Medina Melao Mello Mendanha Mendes Mendonca Menezes Mesquita Mezas Milao Miles Miranda Moeda Mogadouro Mogo Molina Monforte Monguinho Moniz Monsanto Montearroyo Monteiro Montes Montezinhos Moraes Morales Morao Morato Moreas Moreira Moreno Motta Moura Mouzinho Munhoz
N
Nabo Nagera Navarro Negrão Neves Nicolao Nobre Nogueira Noronha Novaes Nunes
O
Oliva Olivares Oliveira Oróbio
P
Pacham/Pachão/Paixao Pacheco Paes Paiva Palancho Palhano Pantoja Pardo Paredes Parra Páscoa Passos Paz Pedrozo Pegado Peinado Penalvo Penha Penso Penteado Peralta Perdigão Pereira Peres Pessoa Pestana Picanço Pilar Pimentel Pina Pineda Pinhão Pinheiro Pinto Pires Pisco Pissarro Piteyra Pizarro Pombeiro Ponte Porto Pouzado Prado Preto Proenca
Q
Quadros Quaresma Queiroz Quental
R
Rabelo Rabocha Raphael Ramalho Ramires Ramos Rangel Raposo Rasquete Rebello Rego Reis Rezende Ribeiro Rios Robles Rocha Rodriguez Roldão Romão Romeiro Rosário Rosa Rosas Rozado Ruivo Ruiz
S
Sá Salvador Samora Sampaio Samuda Sanches Sandoval Santarem Santiago Santos Saraiva Sarilho Saro Sarzedas Seixas Sena Semedo Sequeira Seralvo Serpa Serqueira Serra Serrano Serrao Serveira Silva Silveira Simao Simoes Soares Siqueira Sodenha Sodre Soeyro Sueyro Soeiro Sola Solis Sondo Soutto Souza
T/U
Tagarro Tareu Tavares Taveira Teixeira Telles Thomas Toloza Torres Torrones Tota Tourinho Tovar Trigillos Trigueiros Tridade Uchôa
V/X/Z
Valladolid Vale Valle Valenca Valente Vareda Vargas Vasconcellos Vasques Vaz Veiga Veyga Velasco Velez Vellez Velho Veloso Vergueiro Viana Vicente Viegas Vieyra Viera Vigo Vilhalva Vilhegas Vilhena Villa Villalao Villa-Lobos Villanova Villar Villa Real Villella Vilela Vizeu Xavier Ximinez Zuriaga
Fonte:
http://judaismohumanista.ning.com/group/marranismo-anussim/forum/topics/sobrenomes-uma-busca-constante-coisas-judaicas
http://ruadajudiaria.com

P.S. - Pode dançar à vontade, que ninguém está a ver... ;-)

 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Islamomania

O filo-islamismo do Al Público já assume foros de islamomania. Há um leitor deste blog que até aventa a possibilidade de a publicação ser financiada por dinheiro islâmico. Vá lá a gente agora saber... Até pode ser só militância religiosa.


"A Igreja define a Quaresma, período de 40 dias entre a Quarta-feira de Cinzas e a Páscoa, como um momento de reflexão e penitência. Contudo, ao contrário do que fazem os muçulmanos nas suas celebrações, são poucos os fiéis que vivem este período de forma intensa ou cumprem os preceitos definidos de jejum ou de sacrifício."
in Público (numa notícia para a qual o Islão não é tido nem achado)
 - Escreve um leitor, com o qual não poderíamos estar mais de acordo:

Como é que a senhora sabe isto a respeito dos católicos e dos muçulmanos? Isto não é notícia. É especulação e desinformação. Mais: a Igreja Católica não define nenhum preceito de sacrifício. Informe-se, minha cara. E informe-se melhor sobre o que os muçulmanos fazem, ou não, pois eu fui muçulmano durante 30 anos e sei que o que diz não é verdade. Vá a Meca (ai não pode... ou é muçulmana?) e depois a Fátima e veja onde há mais verdade. 

 A senhora jornalista compara habilmente a prática católica do jejum com a muçulmana "nas suas celebrações". Que tal comparar aquela com a do jejum islâmico, que tem tantas excepções que na prática (salvo nos países onde a sharia é implementada no seu rigor) ninguém jejua. Ou então compare a vivência católica das suas celebrações com a do jejum islâmico (prática importada do paganismo) e veja quem tem mais devoção.

Questiono-me, ainda, se após uma notícia sobre as peregrinações a Meca alguém no PÚBLICO escreveria: «mas os muçulmanos são menos pacíficos do que os católicos que nas suas peregrinações ao Vaticano, a Jerusalém, etc., não se põem a gritar "morte ao Irão"; não apelam à morte dos "infiéis"; não matam os não-católicos que entraram nesses locais de peregrinação; etc.»

Um exemplo da piedade islâmica que as jornalistas do Al Público tanto enaltecem. Estes homens, na Síria, esqueceram-se de comparecer a uma das orações diárias que os sunitas preconizam - e muita sorte tiveram eles, que por pecados mais leves outros são mortos (estes três morreram por não saber quantas vezes um "bom muçulmano" deve orar):



O Al Público tem lá na Síria a jornalista que sabe escrever Saddam Hussein em Arábico, mas dos "combatentes" da Al-Qaeda só nos conta delícias. Gostávamos de saber o que diria a brigada islamista se algum cura em Trás-os-Montes desatasse a chicotear os aldeões que não rezassem o terço todos os dias...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

'Terrorismo e gasosas' - O "Caso" SodaStream



SODASTREAM é mais uma daquelas invenções israelitas que dão gosto. É por estas e por outras que eu gosto daqueles gajos. E vou comprar um SODASTREAM.

Confesso que não leio o DN. Não é pior que o Al Público e outros que tais, mas a perspectiva de dar de caras com as carantonhas dos Soares, da Câncio, do homem das Neves, do execrável Ferreira Fernandes ou outros que tais, é demais para a minha frágil saúde e para o meu estômago fraquinho. Por isso, ia perdendo este artigo. Agradeço a quem me chamou a atenção, e espero que não mo mandem retirar, pois tomei a liberdade de o transcrever.

Tenho acompanhado este "caso" do SODASTREAM, mais uma manifestação abjecta de anti-semitismo, que como de costume congrega os comunistas, os neo-nazis e os tarados do costume. Este artigo de Alberto Gonçalves, para além de tudo, representa um acto de coragem, pois ser-se por Israel, nos meios da Imprensa, onde é chique ser-se pelos terroristas, pode custar caro. Portugal ainda tem homens e mulheres com H e M maiúsculos, respectivamente.

Terrorismo e gasosas
 por ALBERTO GONÇALVES 02 fevereiro 2014

Até agora, a actriz Scarlett Johansson acumulava as funções de embaixadora da Oxfam, organização não governamental "contra a pobreza e a injustiça", com a publicidade à SodaStream, marca de uma geringonça que produz refrigerantes caseiros. A chatice é que a SodaStream é israelita e possui fábricas em colonatos, onde emprega centenas de palestinianos em condições e salários idênticos aos dos restantes funcionários, e a Oxfam, que na sua luta pelo "comércio justo" por acaso foi associada a empresas que exploram trabalhadores, abomina a única democracia do Médio Oriente. Assim, a Oxfam exigiu à menina Scarlett que renunciasse ao trabalho com a SodaStream. Em vez disso, a menina Scarlett renunciou ao trabalho com a Oxfam. Dado o ambiente de clichés infundamentados e pavor da impopularidade em que vivem as vedetas de Hollywood, a decisão de Scarlett Johansson é, pelo menos para mim, surpreendente. Dado o historial da coisa, os objectivos da Oxfam não surpreendem ninguém.


À imagem de tantas ONG neutrais e de tanta "inteligência" pacifista ocidental, uma boa parte dos esforços da Oxfam para salvar a Terra destina-se a erradicar Israel da face da mesma. Claro que, para consumo público, o discurso não é exactamente esse. Só os mais descarados - e, vá lá, coerentes - se afirmam anti-israelitas. Os "moderados", ou hipócritas, dizem-se "anti-sionistas", o que, na medida em que o sionismo é o movimento que postula a existência de um estado judaico, é igual a dizer-se que não se tem nada contra Israel mas apenas contra o facto de Israel existir. Caso abdicasse de se defender dos bandos genocidas que o rodeiam, Israel ganharia enfim o direito, infelizmente póstumo, à respeitabilidade internacional. 


Visto que Israel teima em sobreviver, o mundo responde com boicotes. É curioso que nenhum das dezenas de regimes torcionários em vigor sofre uma fracção dos boicotes, ameaçados ou consumados, que Israel, uma nação civilizada e livre, sofre. No máximo, os torcionários suscitam indiferença. Se, conforme é habitual, professarem uma ligeira, e tradicional, aversão aos judeus, os torcionários merecem simpatia. 


Até agora, a actriz Scarlett Johansson acumulava as funções de embaixadora da Oxfam, organização não governamental "contra a pobreza e a injustiça", com a publicidade à SodaStream, marca de uma geringonça que produz refrigerantes caseiros. A chatice é que a SodaStream é israelita e possui fábricas em colonatos, onde emprega centenas de palestinianos em condições e salários idênticos aos dos restantes funcionários, e a Oxfam, que na sua luta pelo "comércio justo" por acaso foi associada a empresas que exploram trabalhadores, abomina a única democracia do Médio Oriente. Assim, a Oxfam exigiu à menina Scarlett que renunciasse ao trabalho com a SodaStream. Em vez disso, a menina Scarlett renunciou ao trabalho com a Oxfam. Dado o ambiente de clichés infundamentados e pavor da impopularidade em que vivem as vedetas de Hollywood, a decisão de Scarlett Johansson é, pelo menos para mim, surpreendente. Dado o historial da coisa, os objectivos da Oxfam não surpreendem ninguém.


À imagem de tantas ONG neutrais e de tanta "inteligência" pacifista ocidental, uma boa parte dos esforços da Oxfam para salvar a Terra destina-se a erradicar Israel da face da mesma. Claro que, para consumo público, o discurso não é exactamente esse. Só os mais descarados - e, vá lá, coerentes - se afirmam anti-israelitas. Os "moderados", ou hipócritas, dizem-se "anti-sionistas", o que, na medida em que o sionismo é o movimento que postula a existência de um estado judaico, é igual a dizer-se que não se tem nada contra Israel mas apenas contra o facto de Israel existir. Caso abdicasse de se defender dos bandos genocidas que o rodeiam, Israel ganharia enfim o direito, infelizmente póstumo, à respeitabilidade internacional.


Visto que Israel teima em sobreviver, o mundo responde com boicotes. É curioso que nenhum das dezenas de regimes torcionários em vigor sofre uma fracção dos boicotes, ameaçados ou consumados, que Israel, uma nação civilizada e livre, sofre. No máximo, os torcionários suscitam indiferença. Se, conforme é habitual, professarem uma ligeira, e tradicional, aversão aos judeus, os torcionários merecem simpatia.

Tiro o meu chapéu a Alberto Gonçalves, e vou passar a publicitar o SODASTREAM o mais que possa!


"SODASTREAM é a melhor invenção a seguir à roda!" - Israel Bloom, crítico de refrescos.

HonestReporting; seja um Vigilante da Semana




A morte de Ariel Sharon foi festejada efusivamente por todos os anti-Israelitas, nomeadamente pelos media loonie-lefty pró terrorismo, que aproveitaram para difamar um homem de quem vivo fugiriam a sete pés, fazendo xixi nas calças. Coisas de cobardes, em suma. Outros não terão agido com tal baixeza, talvez o tenham feito apenas para ficarem bem na fotografia do anti-semitismo global.





Quando emissora irlandesa RTE se referiu ao "massacre que foi liderado por Sharon em Beirute" no seu noticiário, o ex-participante da missão HonestReporting, Stephen Franklin, bem como os seus colegas activistas britânicos Frank Baigel e Elliot Davis, entraram em contacto com a estação.

Ariel Sharon, é claro, não liderou, nem participou em nenhum um massacre nos campos de refugiados palestinos no Líbano, em 1982.

Os activistas receberam a seguinte resposta da
editora internacional do RTE Notícias, Cathy Milner:


Obrigado pelo e-mail sobre a nossa cobertura televisiva do rescaldo da morte de Ariel Sharon. Eu já analisei o relatório e falei com o repórter envolvido. Aceitamos que um erro foi cometido, na tentativa de economizar tempo no ar, e que a frase que alegava que o massacre foi levado a cabo pelo falecido Sr. Sharon estava incorreta. Em vez disso, deveriamos ter explicado as conclusões da comissão de inquérito do governo israelita, de que o Sr. Sharon teve uma responsabilidade indirecta nesses eventos.
Pedimos desculpas por este erro e vamos fazer a correção nos nossos noticiários das 6 e das 9 horas deste domingo, 26 de Janeiro.

E a correção foi para o ar no noticiário daquela noite:


  

Por terem agido e alcançado uma correção, o prémio de Vigilante da Semana é compartilhado entre Stephen Franklin, Frank Baigel e Elliot Davis.
 
Quer ser um Vigilante da Semana?
 
alcançou um sucesso na luta contra a parcialidade da imprensa anti-Israel? Quer compartilhar o seu sucesso com milhares de leitores do HonestReporting?

Se a resposta for sim, você pode ser o próximo Vigilante da Semana!

Aqui estão algumas das coisas que  pode fazer para se qualificar:


     O envio de uma denúncia para o HonestReporting através da nossa página de alerta vermelho;
 
     Obter uma carta publicada num meio de comunicação;
 
     Ou talvez você tenha conseguido alguma outra coisa para ser merecedor deste prêmio.

Deixe-nos saber, enviando um e-mail para action@honestreporting.com descrevendo uma sua realização recente e talvez você pode ser o próximo Vigilante da Semana.

Não é para sermos Vigilantes da Semana, que estas coisas, obviamente, têm apenas um valor  simbólico de confraternização por parte de quem luta pela Verdade, mas nós já esgotámos a paciência com o Al Público e já accionámos o nosso alerta vermelho. As moiras encantadas farão orelhas moucas, é claro, mas a Verdade vem sempre ao de cima. Se está do lado do Bem e da Verdade, contra o terrorismo e ódio, junte-se a nós. Eles são muitos, eles têm todo o dinheiro, todo o Poder, toda a influência, mas Deus não dorme.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Para quando a ilegalização do Comunismo?

Coreia do Norte aceita negociar reencontro de famílias com o Sul - Público

Dá gosto ver uma generosidade assim! E se os comunistas da Coreia do Norte libertassem os milhares de pessoas que raptam por todo o mundo - e para as quais o mundo se está nas tintas, como se não existissem? E para quando a ilegalização dos partidos comunistas, já agora? Se o Comunismo Alemão (vulgo Nazismo) é ilegal (e muito bem!), ilegalizar esta ideologia criminosa é pura lógica!