sexta-feira, 23 de março de 2018

Muçulmano aos gritos de "Allahu Akbar" tenta matar Angela Merkel


Claro que não teve nada a ver com o Islão. É apenas mais um caso de doença mental.

Um pacífico muçulmano afegão, exemplificando o proverbial sentido de gratidão islâmico, tentou assassinar quem lhe franqueou a entrada no país e na Europa
Consulte a nossa secção ALEMANHA. 
Por exemplo este post:
 Guarde o vídeo antes que seja retirado:


P. S. - Em quantos milhares de mortos irá já a contabilidade das vítimas do Islão na Europa?
Cá em Portugal, o inefável Professor Martelo das vichyssoises, depois de ter ido apresentar a sua submissão ao Islão (e a nossa, pois ele representa os portugueses todos):
resolveu agora condecorar a Comunidade Islâmica de Lisboa com a Ordem da Liberdade (!!!).
Sim, a Comunidade Islâmica de Lisboa (!!!):


"Está na hora meus irmãos. Está na hora de demonstrar ao mundo a força do islamismo e de combater os infiéis! O plano está traçado e preparado. Iremos tomar conta de portugal e deste povo fraco e levaremos o nosso Islão ao mais elevado patamar do desejo do Senhor!"

"Cá um abraço ao infiel!" - o Professor Martelo é o maior.

500 anos de sangue, suor e  lágrimas para rechaçarmos o domínio islâmico, para agora estes políticos indignos lhes darem Portugal. Visite a nossa secção PORTUGAL E ESPANHA.

Califado aponta baterias a Portugal e Espanha


Viagem a Israel


Dois amigos fazem uma viagem que liga o Israel histórico ao Estado moderno de Israel e mostram que grandes aventuras esperam pelos jovens de espírito! 
Neste vlog, produzido por Jerusalem U, dois amigos fazem uma viagem através de Israel, passando por túneis subterrâneos de 3.000 anos na cidade de David, em Jerusalém, praticando sandboard no deserto de Negev, visitando os jardins Baha'i em Haifa, e muito mais. 
Em Israel, eles concluem, aventura e significado juntam-se num lugar mágico. 
Clique abaixo e dê uma olhadela em alguns dos lugares mais antigos e interessantes do país.


- Via UNITED WITH ISRAEL, um site com versões em Espanhol, Inglês e Francês, que não fala apenas de coisas aborrecidas como a política, ou tristes, como a guerra e o terrorismo. 

quarta-feira, 21 de março de 2018

14 novos órfãos israelitas em um mês graças ao terrorismo "palestino"


Funeral de Adiel Kolman, assassinado à facada em Jerusalém. Não faz mal. São judeus. Nasceram para sofrer.

Por: Giulio Meotti  
Em apenas um mês em Israel, a mesma cena ocorreu três vezes em três lugares diferentes: Har Braja, Havat Gilad e Kojav Hashajar. 

Centenas de pessoas reuniram-se num cemitério, às vezes improvisado.  
As vítimas, todos jovens israelitas, civis, pais, maridos. 
Assassinados pelos terroristas árabes "palestinos" apenas porque eram judeus.  
Famílias em agonia. Jovens esposas e mães de luto, pequenas comunidades devastadas por mortes violentas que destroem o senso de segurança.  
Não há condenações para os "parceiros para a paz" "palestinos".  
Vozes ténues e inaudíveis da Europa.  
Horríveis títulos de jornal. 

As orelhas e os olhos ocidentais estão cheios de imagens de jovens árabes "palestinos", muitas vezes impostores como Ahed Tamimi, a menina mimada da "Intifada popular", mas nunca destes 14 órfãos israelitas. 
Duplos órfãos, porque os seus pais foram mortos duas vezes; primeiro pelos terroristas, e a seguir, pela indiferença ocidental. 
Um ataque estava ser realizado em Jerusalém, enquanto dois serviços funerários estavam a decorrer, pelos dois soldados mortos em Mevo Dotan, e as Forças de Defesa de Israel estavam ocupadas a demolir novos túneis em Gaza construídos pelo Hamas para atacar os israelitas. 
De manhã à noite, os árabes "palestinos" só pensam em como matar os israelitas. 
Eles vêem que a Europa está em silêncio após os massacres, a Imprensa submete-se às suas ideias alucinadas de pesadelo, e a ONU paga-lhes. 
Em suma, este é um dos únicos casos da História em que o terrorismo é universalmente louvado, especialmente se você for um terrorista que tenha a sorte de sobreviver ao ataque. Refeições quentes, televisão por cabo, artigos de jornal e 2.500 euros por mês oferecidos pela marioneta que vive em Ramallah à custa da ajuda internacional.
Que imagem mais sombria.
Qualquer guerra deve terminar com um perdedor. O "processo de paz" deu aos árabes a ilusão de que eles podem alcançar a vitória final sobre os judeus. A guerra terminará quando os árabes perceberemque perderam.
Infelizmente, os árabes "palestinos" ainda não entenderam que Israel está na sua terra para ficar, e nunca mais perderá a sua soberania.



COMENTÁRIO

A mentalidade geral funciona assim - por exemplo:

"Palestino" executa israelita, pai de 4 filhos




A reacção não existe, porque a Imprensa global ESCONDE o terrorismo que vitima os judeus. Mas se o mostrasse, a reacção seria: 
"- Valente cheguevara árabe que matou o porco do judeu à facada! Viva!"
Por outro lado:
Uma jovem estrela de cinema, profissional da provocação, ataca soldados israelitas ao pontapé e à bofetada, com uma bateria de jornalistas fotógrafos e cameramen de todo o mundo a recolherem as imagens. Os soldados levam pancada, são insultados, e calam-se: 
Soldados levam murros e pontapés de meninas, e calam-se



Passa em todos os telejornais do Mundo. As reacções são: 
" - Pobre menina! Que luta desigual! Os porcos dos judeus com armas de fogo e ela, coitadinha, desarmada!". 
Petições, condenações, marchas, judeus atacados em todo o mundo, acusações de que os judeus causaram o Holocausto apenas para aprenderem a maltratar as pessoas, etc., etc..
"E esse ganda porco do Amigo de Israel ainda defende esses nazis! Os judeus invadiram Israel e expulsaram os árabes, e eles estão apenas a defender-se!".

Não sabem - e sobretudo não querem saber:


1 - Que os judeus são o povo nativo de Israel, onde está ininterruptamente há quase 4 milénios. 
 Ver HISTÓRIA DE ISRAEL.  
2 - Que a INTIFACADA é a campanha lançada por Mammoud Abbas para chacinar os judeus por todos os meios - facada, machadada, atropelamento, tiros, bombas, etc., e que os terroristas e as famílias são pagos e canonizados como mártires.
3 - Que antes de 1920 a presença dos Árabes em Israel era esporádica. Israel foi ocupado por muitos povos ao longo da História. Os últimos ocupantes foram o Turcos Otomanos (e nessa altura Israel era um canto esquecido do Império, onde viviam os judeus, como sempre, e alguns esporádicos beduínos, arameus, samaritanos e árabes de passagem). 



4 - Que Israel cumpre todos os requisitos do Direito Internacional e tem ainda a particularidade de ser o único país fundado por Deus. Quem é ateu ri-se, e está no seu direito, mas os muçulmanos e os cristãos podem consultar o Alcorão e a Bíblia, respectivamente.
5 - Que quando os muçulmanos perceberam que Israel poderia ambicionar a restauração da sua independência, invadiram Israel em massa. Foi em 1920 e está bem documentado, inclusive em filmes.   Israel deu-lhes 88% da sua terra, que são hoje a Jordânia, mas não chega... 6 - Que Israel é o único país livre e democrático do Médio Oriente (de que é apenas 0,5% em área), e que tem o exército mais moral da História. E que é atacado por exércitos árabes coligados e por grupos terroristas poderosos, como o ISIS, o Hamas, ou o Hezzbollah.

7 - Que a opinião pública é enganada pela campanha global de demonização de Israel, financiada pelos países islâmicos, pela esquerda e pelos neo-nazis, conhecida como PALLYWOOD:

8 - Que a estória de "pedras contra armas" é uma estúpida falácia, pois não só Israel é permanentemente atacado por grupos terroristas e nações muçulmanas muitíssimo mais fortes, como os "românticos atiradores de pedras" matam civis desarmados.

Umas pedrinhas de nada! - 1

Umas pedrinhas de nada! - 2

Umas pedrinhas de nada! - 3

9 - Que Israel é o único país do Médio Oriente seguro para os não-muçulmanos. Nos outros, eles são perseguidos, torturados e chacinados. Em Israel todas as pessoas são iguais em direitos (os muçulmanos, lá como cá, não têm deveres), e os muçulmanos (ao contrário do que acontece nos seus países) ocupam os lugares que queiram na sociedade. Ao passo que na generalidade dos países islâmicos os judeus nem podem sequer entrar.

10 - Que a Palestina árabe é uma invenção dos soviéticos e antes disso jamais alguém falava de tal absurdo. Um de muitos MITOS SOBRE ISRAEL.
Etc.. A seguir à independência de Israel, a maioria dos países islâmicos expulsou os judeus lá residentes há séculos. Israel, pelo contrário, continua a absorver colonos muçulmanos empenhados em destruir Israel, pelas armas e pela demografia. É hora de Israel os expulsar. É justo. É sensato. E pior não fica.


terça-feira, 20 de março de 2018

Membros da Embaixada de França fornecem armas aos terroristas *

domingo, 18 de março de 2018

Intifacada - "100 Dias de Raiva" começam com 3 mortos

O terrorista Ala Qabha matou dois israelitas e feriu outros três, dois em estão em estado grave. Começou a comemoração dos "100 Dias de Raiva" decretados pela "Autoridade Palestina".

Nota: no vídeo do YnetNews disponível aqui, podemos ver que houve árabes que ajudaram as Forças de Defesa de Israel a tratar os feridos. Nem todos os muçulmanos em Israel se deixam levar pela propaganda do ódio jihadista. Que Deus os abençoe e os proteja de represálias dos terroristas.


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2 soldados israelitas mortos; terrorista atropelador admite que queria matar

O terrorista "palestino" que cometeu um ataque por atropelamento na sexta-feira, um ex-prisioneiro de alta segurança, admite que queria matar israelitas.

Por: Adina Katz, World Israel News

Dois soldados das Forças de Defesa de Israel foram mortos num ataque terrorista no norte de Samaria, na tarde de sexta-feira, perto da comunidade israelita de Mevo Dotan, quando Ala Qabha, de 26 anos, atirou o seu carro para cima de pessoal das forças de segurança e fugiu da cena do crime. Mais tarde, ele foi encontrado e preso.
As vítimas foram nomeadas na noite de sábado como Ziv Daos, 21 anos, e Netanel Kalahani, 20 anos.

Netanel Kahalani, 20, um motorista do exército da comunidade de Elyakim, no norte de Israel, deixa pais e quatro irmãos, um dos quais serve na Brigada de elite Golani.

Ziv Daos, 21 anos, da cidade de Azor, no distrito de Tel Aviv, servia numa equipa de resgate e deixa pais e duas irmãs.

Três outras vítimas, também nos seus 20 anos, foram feridas - uma leve, uma grave e outra muito gravemente.
 
Qabha foi libertado da prisão no ano passado depois de cumprir uma sentença de 17 meses por actividades relacionadas com o terrorismo.

As forças de segurança realizaram operações durante toda a noite na aldeia de Barta'a, cidade natal de Qabha, onde prenderam o seu irmão e  o seu tio, que suspeitam terem sido cúmplices no ataque.


O carro usado no ataque, na manhã de sábado.


O terrorista originalmente alegou que se tratou de um acidente de carro. Sob interrogatório, admitiu que realizou o ataque deliberadamente, com a intenção de matar israelitas, disse o Shin Bet (Agência de Segurança de Israel).

A família de Qabha continua a negar o motivo. "Foi um acidente de carro, como qualquer acidente que se ouve todos os dias", disseram à Walla News. "Este não é o primeiro nem o último acidente, e acontece todos os dias".

"Conheço o meu filho muito bem. É um rapaz que trabalha,  tem ambições de se casar e construir uma casa, ele não tem tais pensamentos, e compartilho a tristeza das famílias dos mortos".




A família também rejeitou a declaração de elogio pelo ataque vinda do grupo terrorista Hamas.
O porta-voz do Hamas, Hazem Qassem, observou que  o massacre ocorreu "100 dias após a decisão de Trump de transferir a embaixada para Jerusalém, e prova a prontidão do nosso povo para continuar a intifada até que a plena liberdade seja alcançada". 



Evacuação dos feridos.



IDF: "Sem dúvida, o ataque foi deliberado"

O porta-voz do IDF, Jonathan Conricus, confirmou que o ataque foi "de facto deliberado".

Após o ataque, Yoav Mordechai, chefe de Coordenação de Actividades Governamentais nos Territórios da Judeia e Samaria (COGAT), anunciou um congelamento imediato de licenças para que a família do terrorista entre em Israel, incluindo 67 licenças de trabalho, 26 comerciais e quatro licenças de trabalho.

"Das profundezas do meu coração, envio condolências às famílias do oficial e do soldado das Forças de Defesa de Israel que foram assassinados ontem por um terrorista, e os meus melhores desejos de uma rápida recuperação dos feridos", afirmou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na noite de sábado. "Trabalharemos para demolir a casa do terrorista e lidaremos com ele na maior extensão da lei".

"Em todo o Shabat, as nossas orações e pensamentos foram para as famílias das vítimas do terrível ataque terrorista ocorrido na tarde de sexta-feira. Envio um caloroso abraço de conforto e força às famílias dos mortos, e rezo pela rápida recuperação dos feridos. Que todas as forças de segurança sejam fortalecidas, operando em todas as arenas - no campo e na gestão das informações - para investigar aqueles que perpetraram e ajudaram no ataque. Não descansaremos até que tragam todos aqueles que cooperam com o terror à Justiça, não permitiremos que o terror se torne uma norma aceite", afirmou o presidente Reuven Rivlin. 

  
A família enlutada do jovem soldado Netanel Kahalani, ontem.



Liberman culpa a "Autoridade Palestina", apela à pena de morte

"Vamos agir para condenar o terrorista à morte, demolir a sua casa e punir qualquer um que tenha participado do ataque. Não é um 'terrorista solitário'. É um terrorista apoiado por Mahmoud Abbas e pela Autoridade Palestina (AP) que paga prémios em dinheiro às famílias dos terroristas", afirmou o Ministro da Defesa, Avigdor Liberman. "Nós vamos detê-los", prometeu.

O embaixador israelita na ONU, Danny Danon, disse que "enquanto a Autoridade Palestina continuar a pagar centenas de milhões de dólares aos terroristas que matam israelitas, continuaremos a ver ataques tão hediondos. A comunidade internacional deve condenar este odioso acto de terror e exigir que a liderança palestina finalmente acabe com a prática desprezível de 'pagar para matar'".

Terrorista Yassin Abu al-Qar’a, um dos muitos beneficiários dos pagamentos milionários concedidos por Mammoud Abbas a quem mate israelitas.
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As comemorações dos "100 Dias de Raiva" prosseguem, agora com um esfaqueamento, na Cidade Velha de Jerusalém, há momentos.



P.S. - O israelita esfaqueado mortalmente por um jihadista na cidade velha de Jerusalém foi identificado como Adiel Kolman, de 32 anos. 
Adiel Kolman, pai de quatro filhos, era de Kochav Hashajar, região de Binyamin. 


Kolman, que foi gravemente ferido no atentado terrorista da tarde, morreu de suas feridas no hospital horas mais tarde. 

Abd al-Rahman Bani Fadel.

Os jornalistas de todo o mundo estão a dar a notícia como é da praxe: titulam que a polícia israelita matou um "palestino". O terrorista é glorificado como "vítima inocente". 

O terrorista "palestino" Abd al-Rahman Bani Fadel, de 28 anos, foi morto a tiro no local por um polícia israelita.  

A faca usada no assassínio. 
Se o terrorista tinha "só uma faca" (com a qual matou um inocente) e o polícia tinha uma arma de fogo (malandros dos polícias israelitas, que andam armados), então o terrorista é que é o coitadinho. É assim que o raciocínio comum funciona. É pena que essas pessoas não experimentem levar as mesmas pacíficas facadas, só para verem como é.

Pouco antes das 17 horas, Fadel aproximou-se de Kolman na rua Hagai e apunhalou-o repetidamente na parte superior do corpo, ferindo-o gravemente.


Um médico corre para tentar salvar a vida de Adiel. E assim continuamos. Os maometanos até entre eles se matam sem cessar, há 1400 anos, mas a Israel é pedido que faça a paz com quem apenas deseja exterminar os judeus. 
COMENTÁRIO

Mais um capítulo da INTIFACADA, a campanha de extermínio dos judeus financiada pelo mundo islâmico, pelo mundo comunista e pelas potências ocidentais.
Para os islamistas e para grande parte do mundo, que desconhece a História de Israel e quase tudo sobre o país, e adopta a narrativa dos islamistas,  o assassino é um herói.
Porque essas pessoas têm uma "opinião". E se eu for da opinião de que uma galinha é um avião, pois é a minha opinião, pois tão válida pois como qualquer outra...
A propaganda de demonização de Israel (vulgo PALLYWOOD) arrebata corações já de si propensos ao anti-semitismo:

http://www.pallywood.com/

Clique na imagem para visitar o site homónimo.

Não perca este canal YouTube.


Quando os terroristas atacam aqui na Europa ou nas Américas, a opinião pública admite que se trata de terrorismo.
Quando  atacam em Israel, são louvados pelo seu "heroísmo", pois no imaginário ocidental, os terroristas que matam israelitas são uns "valentes que só têm paus e pedras" (e carros, e facas, e bombas, e pistolas, e metralhadoras), ao passo que Israel "tem um exército bem equipado". Portanto, os terroristas "têm razão".
Quando os mesmos terroristas atropelam, esfaqueiam, abatem a tiro ou à bomba seres humanos iguaizinhos aqui na Europa, os países europeus também têm exércitos bem equipados, mas o mesmo raciocínio não se põe.
Por acaso, Israel tem o Exército mais moral da História, mas não chega... Os soldados deveriam  matar o seu próprio povo e a seguir cometerem suicídio, para agradarem às pessoas que têm uma "opinião".


Ignoram os adoradores ocidentais do terrorismo, que o Islão não os poupará. Se forem portugueses, ignoram que a seguir a Israel é o nosso pais que está na lista das terras a conquistar para Alá.
E não adianta irem fazer-lhes tagatés, como o Professor Martelo.
Os muçulmanos olham para essas manifestações de submissão com um divertido desdém. Eles desprezam acima de tudo os COBARDES.


Para não mencionar que os protagonistas da INTIFACADA são afectos ou membros de grupos terroristas, alguns bastante sofisticados, como o Hezzbollah, a Fatah, o Hamas, etc..
Mas há sempre boas desculpas para o assassínio de judeus. Os nazis tiveram-nas, a Inquisição teve-as, então porque não a suprema imbecilidade de que Israel é dos Árabes, que invadiram a Terra Santa em 1920? Tudo serve.

E importa o que pensam as pessoas com "opiniões"?
Importa. Porque é a opinião pública cega pelo anti-semitismo que permite que continuem a ser despejados milhões nos cofres dos grupos terroristas que matam judeus em Israel.
Agora que os Estados Unidos cortaram os milhões Obamescos de subsídio aos terroristas, é ver a União Europeia aos saltinhos e a a dar ao rabinho, desejosa de se espojar (ainda mais) aos pés dos terroristas.
Porque a União Europeia sabe que a opinião pública europeia acha que é dinheiro bem gasto o que vai para armas, bombas, carros e subsídios para matar judeus em Israel.

O Senhor estará em guerra contra Amaleque de geração em geração
Êxodo 17:16

De resto, há quatro milénios que Amalek tenta obliterar Israel. Não conseguiu, não consegue, nunca conseguirá.
Cada um destes vis massacres só fortalece mais a determinação dos que confiam em Deus e na vitória do Bem.
Para além da legitimidade legal e histórica comum aos outros Estados, Israel é o único país do Mundo fundado por Deus, e os judeus são o povo nativo, que Ele escolheu para o habitar. Quem odeia o Deus de Israel... vinga-se nos judeus.
Mas podem os Amalequitas espernear quanto queiram, podem matar quanto possam.
As profecias estão cumpridas e se Deus quiser nunca mais os judeus perderão a soberania sobre a sua Terra.
Amen.



…Eu te abençoarei, engrandecerei teu nome; serás tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem, amaldiçoarei aquele que te amaldiçoar. Por teu intermédio abençoarei todos os povos sobre a face da terra!”
 Génesis 12

Alemanha - Merkel ameaça retirar filhos e empregos a quem FALE

ALEMANHA: Angela Merkel ameaça retirar os filhos a quem criticar falsos refugiados muçulmanos ou as políticas muçulmanas de imigração em massa

Qualquer pessoa que publique declarações "xenófobas" ou "islamofóbicas" no Facebook ou participe numa manifestação contra "centros de refugiados muçulmanos" pode perder o direito de contacto com os seus próprios filhos, mesmo que nenhuma infracção criminal tenha sido cometida, de acordo com A Ordem dos Advogados alemã.

AnonymousNews -  À medida que mais e mais pessoas falam e se manifestam contra a recepção e acomodação dos invasores muçulmanos (colocando as necessidades destes à frente das necessidades dos alemães nativos), arriscam ver os próprios filhos serem-lhes retirados, e os seus empregos também.

As crianças devem ser removidas de casas onde há pais xenófobos, por causa dos "valores errados" que lhes são transmitidos. Nem importa se o que os pais estão a fazer não é ilegal ou punível de acordo com a lei.
Qualquer pai que diga a uma criança que prefere viver no bairro sem nenhum refugiados muçulmanos sírios pode transformar a criança numa ameaça contra os refugiados que põem em perigo o bem-estar da criança. É por isso que o ministro da Justiça Federal, Heiko Maas (SPD) concordou em meados de Setembro com as autoridades do Facebook para intervir nas redes sociais, para tomarem medidas contra "slogans desumanos e de direita contra imigrantes" (ver penúltimo vídeo).
Portanto, os pais "de direita" que não concordarem em mudar o seu comportamento "xenófobo", perderão o direito de ver os seus próprios filhos. O ministro Haas está totalmente sob o controle da extrema-esquerda alemã.

http://barenakedislam.com/


COMENTÁRIO

Mais uma gota de água num oceano de  islamização do Ocidente. Esta notícia está aqui apenas porque representa mais um passo em direcção à implantação de um regime islamo-nazi na Europa.
O plano de islamização e substituição populacional da Europa é assumido pela União Europeia (apesar dos avisos de Israel para que não repita os seus erros):


Os políticos europeus estão a atraiçoar os seus povos em nome de uma utopia globalista (ver último vídeo da lista), mas também porque são bem pagos e não se atrevem a contestar a ideologia oficial endossa pala extrema-esquerda intelectualóide.
Para ter uma ideia do que mais vai pelo Merkelistão, visite a nossa secção ALEMANHA.


O Islão é promovido e imposto pela governo alemão. Verifique:
 

Será mentira, será "propaganda", o que lhe mostramos e os jornaleiros lhe escondem? Confira:


 



O que começa na Alemanha, chegará cá (Portugal, Brasil, etc.):




E o que é afinal o globalismo, de que tanto se fala?