sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A gente não lê

Pelo menos 250 exemplares de Diário de Anne Frank destruídos no Japão
 Se tivessem lido o livro, não o rasgariam. Paradoxal.
Como falar com um neo- nazi 
Por Rabino Hillel Goldberg


O  "mercador judeu" que fez a venda da sua vida  
 http://www.JewishWorldReview.com 
Nunca sabe quem nos vai entrar pela porta, costuma dizer Daniel Kravitz, proprietário da loja de móveis Home Again.
Kravitz conta a história do seu encontro com um cliente único:
"Recebi um telefonema a responder um anúncio que coloquei para vender um conjunto de móveis de quarto, por 250 dólares". 
"Durante a conversa, o rapaz do outro lado da linha diz que tem apenas 700 dólares - e pergunta se eu tenho móveis suficientes na minha loja para equipar todo o seu apartamento." 
"Perguto qual o tamanho do  apartamento e de que móveis ele precisa. Além do jogo de quarto, ele precisa de equipar uma pequena sala de jantar, de um sofá , mesas e um candeeiro. 
"Eu digo, se você não for exigente, eu posso equipar-lhe o apartamento por 700 dólares. 
"Ele apareceu no dia seguinte. 
"Um homem entra, chocando-me com a sua aparência. Ele é um neo nazi. Alto. 1 metro e 90. Cabelo rapado. Pouco mais de 20 anos. T-shirt sem mangas. Calças escuras. Botas Doc Marten's (originais da Inglaterra, muito populares entre as subculturas  punk, skinhead, etc.) 
"No braço, as tatuagens não passam despercebidas: "Morte aos pretos e aos judeus". 
"Percebo imediatamente que tipo de pessoa é."
Você é o Dan? Falámos ao telefone ontem. Ainda tem o conjunto de quarto preto? 
"Eu digo: Você é o jovem que diz que tem 700 dólares para mobiliar o apartamento.

E vou mostrar-lhe o conjunto de quarto. A minha loja tem cerca de 10.000 metros quadrados. Vamos dar uma volta. Sugiro-lhe sofás, mesas... e em 20 ou 30 minutos, descubro o que ele quer. 
"Incluo alguns pratos de brinde - contente de me livrar deles. 
"Voltamos para o meu balcão. O total chega a cerca de 1.000 dólares, mas faço-lhe 700. Entrego-lhe o recibo para ele assinar na parte inferior. Ele olha para a recepção e diz: Você realmente fez-me um grande desconto. 
"Eu digo: Era esse o negócio." 
Você não vai ter problemas por fazer um desconto destes? 
"Não, eu sou o dono da loja." 
Fico-lhe agradecido. 
"Eu digo: Eu sou um homem de palavra. 
"Ele paga em dinheiro. 
"Vou ajudá-lo a carregar os móveis numa camioneta. Era Julho ou Agosto, há cerca de seis anos. 
"Quando terminamos, pergunto -lhe se ele gostaria de tomar uma Coca-Cola, ou algo fresco. 
"Não tenho outros clientes e tenho tempo para sentar-me com ele. 
"Ofereci-lhe uma lata de refrigerante e tirei outra para mim. 
"Tinha estado sempre a observã-lo para ver se ele trazia uma arma de fogo ou uma faca. Com aquele tipo de tatuagens, ele não era propriamente um menino do coro. 
"Quando carregámos os móveis a camisa levantou-se, e eu vi que não tinha nehuma arma no bolso. Eu senti-me seguro, ele não tinha uma arma. 
"Então eu digo: não pude deixar de notar as suas tatuagens Você realmente acredita nisso? 
Mas concerteza! 
"Você já fez mal a alguém? 
Sim. 
"Quantos negros e judeus conhece?" 
Eu não preciso de conhecer nenhum. Eu sei que eles não prestam. Os negros querem ficar com as mulheres brancas. E os judeus controlam os bancos e o governo. 
"Eu digo: Eu odeio dizê-lo, mas discordo da sua propaganda. Eu cresci em Park Hill, com um monte de pessoas negras. A menos que você conheça alguém, você não pode fazer julgamentos sobre toda uma cultura... 
"Ele nem prestou atenção. Então eu disse: Aposto que você não fala com a sua mãe e o seu pai - se um filho meu usasse as tatuagens que você usa, eu não falaria com ele. Eu acho que você já não fala com os seus pais. 
Não, não nos falamos. 
"Percebi que atingi um ponto sensível. 
"Continuo: A sua mãe segurou-o nos braços, ela ama-o. Eu sou pai. Eu acho que os seus pais estão magoados, sentem a sua falta, e decerto não aprovam as suas atitudes.
"Então, eu digo: eu quero compartilhar uma coisa consigo... eu sou judeu. 
Não, você não é!
"Porque é que eu mentiria sobre isto?" 
Você não se parece com um judeu. 
"Com que é que um judeu se parece?" 
Não se parece consigo.
"Eu aponto para a minha porta da frente, mostro-lhe a minha mezuzá, e explico-lhe que os judeus a colocam nas suas portas.
"Tenho um siddur, vou abri-lo e digo: Veja, isto é o meu livro de orações em Hebraico.
"Mostro-lhe o horário da loja: Veja, eu estou fechado ao sábado, eu vivo como judeu.
"O que você acha dos judeus não está certo. Eu rezo com pessoas que têm números nos braços. Você faz parte de um grupo de pessoas que acreditam que o Holocausto não aconteceu. Não só perdi membros da minha família, como rezo com pessoas que têm números nos braços. 
Nãoé Holocausto, é uma "Holo-fraude". 
"Não é verdade. Acho que você é boa pessoa e ofereci-lhe um bom negócio. Sei que a sua mãe e o seu pai o criaram com bons valores. Porque é que você é neo nazi, isso não sei. 
"Uma de duas coisas vai acontecer consigo. Você vai acabar morto, ou você vai acabar na prisão e alguém o vai tomar como "esposa". Você devia reflectir sobre a sua vida. Estes são os dois únicos desfechos possíveis se você continuar nesse caminho. 
"Você disse-me que já atacou pessoas. Você vai atacar-me?" 
Não. Você foi bom para mim. 
"Eu só fui bom para si porque você me deu a oportunidade de ser bom para si. "Você feriu pessoas que nem sequer conhece, por causa da cor da pele ou da religião. "Você precisa de pensar sobre isso. As pessoas com que você anda não se importam se você está na cadeia ou morto. Mas a sua mãe e o seu pai importam-se." 
Em seguida, um outro cliente entrou.
"Olhe, eu não posso falar mais agora, mas se você quiser falar mais comigo, eu ficarei feliz por falar consigo. Pense sobre o que eu disse, porque tudo o que eu disse é verdade. 
"Fiquei sem saber o que ele decidiu. Ele aveio com o preconceito de que os judeus são gananciosos e agarrados ao dinheiro. Ele tinha que perceber, aqui está um judeu que lhe ofereceu um bom negócio, o ajudou a carregar o camião e suou com ele. Achei que consegui tocá-lo quando lhe lembrei que os pais o seguraram nos braços" 
Ele foi embora. 

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Meses mais tarde, talvez um ano mais tarde, ele voltou à loja de Kravitz. 
"Ele disse: Lembra-se de mim? 
"Eu digo: É claro." 
[Neste ponto da releitura , Kravitz comove-se] 
"Ele vinha vestido de forma diferente. O cabelo estava mais crescido.  Ele não se parecia com um neonazi. Trazia uma camisa de manga comprida, jeans e ténis Ele parecia uma pessoa totalmente diferente. 
"Eu pergunto: Será que você se reconciliou com os seus pais?" 
Sim. 
"Ele diz: Eu vim pedir-lhe desculpas. Percebi como são ofensivas as minhas tatuagens e vou apagá-las.
"Ele deu-me um abraço.  
Não voltei a vê-lo.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

'Se chegassem ao poder era o diabo!'

"Todo o comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade.
Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito.
São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana. Devemos respeitar seu direito à vida e à liberdade, como respeitamos o dos cães e das lagartixas, mas não devemos lhes conceder nada mais que isso. E seu direito à vida cessa no instante em que atentam contra a vida alheia"
OLAVO DE CARVALHO


Um dia, contudo, uma companheira deu à luz um nado-vivo. “Estávamos tão curiosas, era a primeira vez que víamos um bebé a nascer”, conta. Mas um guarda ouviu o choro da criança, veio à cela e ordenou à mãe que o afogasse numa tina de água. A mãe implorou pela vida do filho, mas o guarda continuou a espancá-la até que ela cedeu. “O bebé, que tinha acabado de nascer, estava a chorar. A mãe, de mãos a tremer, pegou nele e pô-lo de barriga para baixo na água. O bebé parou de chorar e vimos uma bolha de água a sair da boca dele”.

Excerto de um artigo do jornal Público sobre as maravilhas do regime norte-coreano, que o camarada Bernardino Soares, do Partido Comunista Português, diz ser uma democracia. E que os comunistas todos dizem ser um PARAÍSO.


Bernardino Soares

Através de raciocínios os mais aberrantes, há quem consiga culpar destas atrocidades... os Estados Unidos! Nem mais; o Papão, o Grande Satã!

Um hippie do Estoril (sic), com as suas sandálias, o seu patchouli, o seu comunismo e a sua higiene inexistente, leu a notícia acima e comentou:

"Os americanos não vão descansar enquanto o Mundo não ficar todo debaixo da sua manápula. Mas enquanto as pessoas puderem estudar, debater, e questionar a realidade à sua volta, sempre haverá resistência, e sempre haverá discordância, do seu projeto de império. Se há lição que pode ser retirada da História é que nenhum Povo gosta de ser governado a partir de fora, e todos os impérios se desmoronam com o passar do tempo. Os americanos não serão exceção à regra. Resta agora saber se querem desmoronar tudo o que conquistaram até aqui mais cedo, do que tarde."

Outro comunista produziu a refinada análise política que "justifica" este horror com os Estados Unidos:

" (...) se a Coreia do Norte não sofresse tanta pressão, assim como Cuba e outras ditaduras a situação seria de menos repressão, a repressão nesses países existe porque se deixarem a liberdade correr solta, os que se dizem policia do mundo aproveitam essa liberdade para provocar o caos no intuito de derrubar o governo que não lhe agrada."

Ou, como escreve um outro leitor do Público:

"(...) o fanatismo dificilmente tem cura, até porque oblitera o intelecto. Já em tempos idos, quando se falava do terror na União Soviética stalinista, tudo isso era desinformação das forças reasccionárias e nem mesmo as acusações feitas por líderes subsquentes os convenceram. Enfim, enquanro se ficam só pelo palavreado, ainda a coisa vai bem. Se chegassem ao poder era o diabo!"

E é o diabo. Onde  os comunistas, os nazis ou os islamistas estão no poder, é o diabo. O Nazismo foi uma variante do Comunismo, o Comunismo Alemão. E o Islamismo dito radical tem raízes nazis. E é efectivamente também o diabo.

Daqui a uns anos, como aconteceu após o Nazismo, vamos todos perguntar como foi possível o Comunismo. Como foi possível, por exemplo, ISTO:




Veja também 'COMUNISMO-SOCIALISMO, HISTÓRIA DE UMA ILUSÃO':

PARTE 1
PARTE 2 
PARTE 3

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Ataque jihadista na Península do Sinai

Ataque jihadista na Península do Sinai. Ontem, domingo. Quatro pessoas morreram e 14 ficaram feridas. Turistas coreanos. A Imprensa nacional não fala neste caso. A internacional também não. Andam mais ocupados na constante propaganda anti Israel, anti Estados Unidos, anti Ocidente. E no branqueamento de tudo o que tenha a ver com o expansionismo islamista.

Escreve um comentador da Internet:

"Talvez agora os coreanos comecem a ter sentimentos irracionais em relação ao Islão. Prevejo um surto do medo irracional que habitualmente acompanha o ser-se alvejado, ameaçado, espancado, sequestrado, cortado em pedaços, incendiado e bombardeado. Autêntica ISLAMOFOBIA!"



No site Jihad Watch pode encontrar o vídeo do momento da explosão. E o noticiário constante das atrocidades dos jihadistas por todo o globo. Isto caso seja também um islamofóbico, e não um politicamente correcto, como aquele meu amigo que me ia matando por eu ter ousado referir os actos de violência do "Ésbula" e do "Ámas". Segundo essas avis raras, formadas na escola superior de marxismo cultural, "referir a violência é ser igualmente violento". Nem mais!

Agora repare bem nesta:



As autoridades egípcias proibiram o acesso de ambulâncias israelitas ao local. O anti-semitismo árabe-islâmico não hesita em sacrificar vidas, desde que os odiados judeus não pisem o solo sagrado de Allah. Imaginemos que tudo isto tinha sido ao contrário. Terrorismo de qualquer outra religião, vítimas muçulmanas, etc.. Era um boom noticioso e medidas politico-militares a condizer.


A Peninsula do Sinai foi conquistada por Israel após o ataque de uma frente unida de países árabes, em 1967. Israel doou, sem contrapartidas, a Península do Sinai, para a instalação do Estado árabe palestino. O Egipto apossou-se desse território, que é hoje uma terra de ninguém, um antro de terrorismo.


Entretanto, a Irmandade Muçulmana, mãe de todos os grupos terroristas islamistas, congratulou-se publicamente com o ataque, por haver alegadamente três turistas coreanos Sionistas (defensores da legitimidade do Estado de Israel) entre as vítimas. 

Gente boa... Gente simpática... 

Gente quase tão boa e quase tão simpática como os que nos dirão na cara e sem problemas que nada disto aconteceu. Porque não veio no Público nem no DN, nem nos noticiários de Rádio e de TV.



Israel (a encarnado) tem 20.770 km². Portugal, tem 91.985 km². Sabia?


Os países que aparecem a cores diversas são ditaduras islâmicas (passe a redundância) vizinhas de Israel. Consegue descobrir Israel, em cor de rosa claro? É manifesta a exiguidade das dimensões da pequena democracia do Médio Oriente. Mas para alguma opinião pública, Israel é a "potência expansionista que ameaça a paz no Médio-Oriente"!

É caso para dizer:

LOL!

Como os jovens.

Um súbito zelo pela Arte...



Agora apareceu uma estátua de um Apolo em Gaza. O movimento terrorista Hamas parece que a quer usar como moeda de troca para ser reconhecido internacionalmente.
Assim é a vida em Gaza, sob o domínio dos terroristass do Hamas, que controlam ilegalmente o território, pelo terror:


 Isto é o Hamas, guerra total a Israel e ao Mundo inteiro, pela imposição do Islão e da Sharia:


Por todo o mundo, todos os dias, os islamistas profanam e destroem templos e símbolos de outras religiões. Por todo o mundo, não apenas no Médio Oriente, a jihad global destrói tudo o que não seja islâmico - incluindo as pessoas. Três exemplos breves entre milhares:
 

Alguns islamistas, durante o reinado da Irmandade Muçulmana no Egipto, apelaram à destruição das pirâmides e da esffinge, porque os consideram "ídolos pagãos". Valeu a coragem dos milhões de cristãos e muçulmanos seculares que correram com a Irmandade a tempo.



Os Budas do Afeganistão foram pelos ares.Este caso deu que falar, mas isto é o trivial.


No Egipto, igrejas e mosteiros foram atacados, queimados, profanados e destruidos. Agora é na Síria que a perseguição e limpeza étnico-religiosa está ter mais visibilidade.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

"Ah, seu judeu!"




(CLIQUE PARA AMPLIAR)

"Os judeus mataram um menino" capítulo de um livro de propaganda anti-semita presente nas escolas espanholas até pelo menos à década de 60. O livro chamava-se "Eu sou espanhol" e  foi  escrito por Agustín Serrano de Haro (inspetor-chefe de ensino primário do Ministerio da Educação do regime de Franco. Teve várias edições entre 1943 e 1968 e foi um dos muitos livros utilizados na doutrinação franquista. Não deve ser por acaso que a Espanha é dos países com a taxa de anti-semitismo mais alta da Europa. Via Galiza-Israel.

Quando eu era pequeno, o pior insulto que havia era "judeu". Não tenho a mínima ideia de alguém nos ter ensinado a odiar os judeus - nem sequer sabíamos o que era um judeu, quem eram os judeus, onde viviam, o que faziam, o que vestiam, com quem se pareciam, ou o que tinham exactamente feito para serem "maus".

Uma frase que alguns miúdos diziam muito era: "Os judeus cospem para o Céu". Não sei, de todo, onde íamos buscar tais ditos, tais ideias, só tenho uma vaga impressão de que se entendia "judeu" como inimigo de Deus. Éramos todos fervorosamente católicos, corríamos para a catequese, e queríamos ser dignos de Jesus, fazendo o bem, não pecando, cumprindo escrupulosamente as nossas obrigações religiosas. Nas longas tardes de Verão, os miúdos do bairro juntavam-se na rua, ou num quintal, e as meninas levavam o catecismo, que era para nós uma companhia tão natural como a bola de futebol. "Judeu" era um adjectivo impreciso. E um insulto.

Não conhecíamos, aliás, outras religiões. Na Catequese da Igreja Católica, as estatísticas referiam singelamente o número de cristãos e de "pagãos" - que eram todos os não-cristãos. Budismo, Hinduísmo, Judaísmo, Islamismo, Xintoísmo, nunca ouvíramos falar. Para os "pagãos", desejávamos que Deus os salvasse do Inferno. Tinhamos uma pena imensa das alminhas que se debatiam eternamente nas chamas, como viamos nas ilustrações do catecismo.


Na apresentação de um dos seus livros, o conhecido jornalista José Rodrigues dos Santos provocou reacções indignadas por ter referido que Jesus era judeu (!)...
Repito: nem em casa, nem na catequese, nem na rua, não me recordo de alguém nos ter ensinado absolutamente nada, nem de bom nem de mau, sobre os judeus. São coisas que persistem, misteriosamente, como o calendário dos jogos, que nos punha, nas alturas devidas, a jogar pião, berlinde ou carica, sem que ninguém no-lo lembrasse. Tão certo como as andorinhas chegarem e partirem. Tão certo como esse ódio inconsciente aos "judeus".

E no entanto, todos os dias nos cruzávamos com judeus. Como não tinham corninhos nem rabinhos, nem tão pouco andavam a distribuir panfletos sobre a respectiva origem étnica e/ou religiosa, naturalmente que não suspeitávmos do terrível segredo da família Abrunhosa da ourivesaria, da família  Pereira do cabeleireiro, da família Vilela do café, da família do dr. Macedo, o médico que morava na nossa rua, etc., etc., etc..
 
Carl Gustav Jung e os seus discípulos saberão explicar estas coisas do inconsciente colectivo. Não me admira que muitas pessoas ainda tremam e sintam uma hostilidade visceral ao escutarem palavras como "judeu", "Israel", "Sião", "Sionista", "Hebreu", "Hebraico", etc.. Ou que tenham tremido de medo com o post dos apelidos judaicos (não temam; o uso desses apelidos não é exclusivo dos judeus). Ou que me repreendam severamente por mencionar o Holocausto. Ou que racionalizem toscamente a aversão e odeiem os judeus porque Jesus terá chicoteado os "agiotas", os mercadores do Templo, e consequentemente TODOS os judeus são esses putativos "agiotas"

Esta aversão atávica, e a existência de Israel, formam uma combinação explosiva, que demora a extirpar. Os inimigos de Israel conhecem a psicologia das massas, e as encenações dos meninos "mortos por Israel" são um recurso frequente. Há uma indústria disso, chama-se "Pallywood". Ontem era nos manuais escolares. Hoje é na Internet. Hoje é no Facebook, que por acaso até foi criado por um judeu e Sionista...



Posando com a foto depois da encenação. Desta vez foi a mãe que "morreu", para variar. É preciso ter uma paciência de Job, e uma capacidade de perdão de Jesus...

Israel Ajuda África no Combate à Pobreza

Israel tem 20.770 km². Portugal, tem 91.985 km². Sabia?

Ora compare lá:


Os caminhos da emigração africana e do Médio-Oriente (regiões atingidas por guerras civis, perseguições religiosas e miséria generalizada) desembocam onde? Em Israel, naturalmente! 

Não é preciso ser-se um génio da Economia para se entender o peso que este fluxo migratório tem num país de dimensões exíguas, sem petróleo, cujo maior recurso é o trabalho. Mesmo assim, os media internacionais (que alguma opinião pública diz serem controlados pelos Judeus...), arranjam maneira de diabolizar Israel. Ainda não foi há muito tempo que certa Imprensa lançou mais um daqueles boatos que permanecerão para sempre, de que Israel teria esterilizado mulheres imigrantes etíopes. A história é falsa, obviamente. Publicámos um artigo de Alan Jonhson, a desmontar mais esta farsa, neste post:

'Denegrindo Israel de novo'

Mas para quem escolheu o ódio, os factos não demovem, e a calúnia será repetida por muitos e bons anos, como tantas outras.

É uma daquelas situações de preso por ter cão e preso por não ter, tão características da propaganda cega. Se Israel não aceitasse refugiados, ai Jesus que Israel era mau (apesar e os seus vizinhos lhes fecharem as fronteiras sem cerimónia). Como Israel os acolhe, inventaram esta.

Vamos a ver que sinistros propósitos encontrarão nesta iniciativa que une Alemanha e Israel na ajuda a África... O que nos faz verdadeiramente pena, é que o laborioso Estado de Israel tenha que viver em constante estado de alerta, pois não conheceu um dia de paz desde a restauração da sua independência há 65 anos. Faz-nos pena pelo sofrimento dos israelitas, e faz-nos pena pelos recursos intelectuais, financeiros e humanos, que vão para a Defesa, quando poderiam reverter para o bem de tanta gente.


 Israel Ajuda África no Combate à Pobreza
"Em homenagem ao 50 anos de relações diplomáticas entre Israel e Alemanha, os dois países anunciaram no domingo que o lançamento de um projecto conjunto para a ajuda humanitária aos países em desenvolvimento, especialmente em África", relata a Israel National News (DCI ).


                Criança em situação de pobreza em África. (Foto: Wikimedia )

De acordo com a TV israelita Channel One, o projecto, intitulado "A iniciativa África", inclui um compromisso israelita de 24 milhões de shekels (6.800 mil dólares) para a ajuda humanitária aos países em desenvolvimento, a empregar entre 2015 e 2020. O orçamento será distribuído em partes iguais entre o Gabinete do Primeiro-Ministro, o Ministério das Finanças e do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que está a trabalhar para apresentar um plano de cinco anos, juntamente com representantes do governo alemão."O Ministério dos Negócios Estrangeiros vai supervisionar os esforços de ajuda através do MASHAV (Centro de Cooperação Internacional), departamento com foco no desenvolvimento do continente em todas as áreas, incluindo agricultura, pescas, desenvolvimento rural e segurança alimentar, ambiente, gestão da água, irrigação e energia, saúde pública e saneamento, desenvolvimento comunitário, educação e emancipação das mulheres, e inovação e empreendedorismo", explica a INN.

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, chegam a uma conferência de imprensa conjunta em Berlim, em Dezembro de 2012. (Foto: Ben Amos Gershom/Flash90)

"As actividades
conjuntas de alemães e israelitas  vão ser lançadas em 2015, em ambos os países, para celebrar o relacionamento de 50 anos entre os dois Estados, já foi atribuído um orçamento de quatro milhões de shekels (cerca de 1,1 milhões de dólares) para a participação de Israel nos eventos", acrescenta a INN.
Munique e Jerusalém estabeleceram relações formais em 1965. A Alemanha é actualmente o segundo maior parceiro comercial de Israel, depois dos Estados Unidos.Data: 11 de Fevereiro de 2014
Unidos com Israel


Esperamos que não venha longe o dia em que a paz e bem comum sejam a prioridade das nações. Não está na mão dos políticos mais do que na nossa. Pense nisso.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Viva o AMOR!





Feliz Dia dos Namorados!

E...  Shabbat Shalom :)

Mas há alguma coisa que eles não odeiem?



"Muçulmanos - há alguma coisa que eles não odeiem?..."

No Islão basicamente tudo o que é agradável e natural é proibido. É proibida a música, a dança, as bebidas alcoólicas, o divertimento, o convívio entre os sexos, passear na rua (para as mulheres), o namoro, o amor, etc., etc., etc.. O Dia de São Valentim, como não poderia deixar de ser, está na lista das coisas pecaminosas e proibidas. Nesta série de entrevistas de rua, realizadas no Londristão (anteriormente conhecido como Londres), os jovens muçulmanos demonstram todo o seu desprezo pelo que consideram uma prática "pagã":



Pelo mundo todo, realizar-se-ão, como de costume, manifestações islamistas contra o São Valentim, como as há contra o Natal, contra a Democracia, contra TUDO o que não seja o Islão e a sua lei, a Sharia. E se não tomarmos cuidado, a capitulação das elites políticas continuará, e mais dia menos dia acabará também o Dia de São Valentim, como tem acabado tanta coisa, "para não ofender os muçulmanos". E como tudo o que não seja Islão os ofende, por este andar acabaremos por acabar nós mesmos.

O Islão, como o comunismo e o nazismo, é uma ideologia totalitária, terrorista e supremacista, que vê a diferença como imperfeição a corrigir - em último caso através da sua eliminação. Vemo-lo todos os dias, e a contabilidade não mente - 22443 ataques terroristas desde o início da presente Jihad (Guerra Santa), com a contabilidade a crescer hora a hora.

Chegados de países que vivem no século VII, os 50 milhões de emigrantes muçulmanos na Europa, o dobro deles nos Estados Unidos, e outros milhões pelo mundo fora, vêem a nossa cultura como decadente e pecaminosa. A liberdade de que as mulheres ocidentais gozam, é uma afronta, e uma aberração aos olhos islamistas. E há que a corrigir. Como? Em muitos casos através da violação, do abuso sexual de menores, dos gangues organizados de violadores. 

A violação das mulheres "infiéis" e a escravatura sexual são permitidas pelo Islão. Confira aqui, sff:

A Taqiyya e a Jihad Sexual

Escravatura Sexual Século XXI

 E veja a nossa etiqueta MULHERES

Ao abrigo da mentalidade que tenta desesperadamente agradar ao Islão e "apaziguar" os muçulmanos, os ocidentais estão a sacrificar as suas filhas. As estatísticas não mentem; em muitos países, o total das violações é da autoria de muçulmanos. Estupidamente, alarvemente, perante estatísticas como estas, muitos lunáticos multiculturalistas, em vez de protegerem as suas próprias filhas, desatam a berrar que divulgar a realidade é "incitar o ódio", que é "racismo" e outras alarvidades.


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No Islão, como no comunismo e no nazismo (que mais não é do que uma modalidade de comunismo), só há espaço para uma "verdade". É por isso que não existe um único país islâmico no mundo que seja livre e democrático. Mas é também por isso que os muçulmanos (que odeiam o mundo ocidental mas que desembarcam cá aos milhões), se sentem na obrigação moral de impor os seus pontos de vista aos "infiéis" - à bomba, ou cortando a cabeça aos interlocutores, se necessário. Ou de preferência...

Os muçulmanos que vivem no Ocidente, regra geral, radicalizam-se, aferram-se mais à ortodoxia religiosa. A mulher que podemos ver abaixo, é uma activista dos direitos das mulheres no Sudão. É muçulmana (e não nos cansamos de repetir que nem todos os muçulmanos são supremacistas e terroristas - obviamente!). É muçulmana mas é pelo secularismo, pelo progresso das mentalidades. Ousou vestir calças, e foi punida como o vídeo documenta. A viver ao nosso lado, no Ocidente livre e democrático, há muitos muçulmanos que concordam inteiramente com a punição, e que mal podem esperar pelo dia em que a Sharia reinará no mundo inteiro. Estranhamente, há mulheres ocidentais que apoiam isto!


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

TERRORISMO - OK! MAMINHAS - KO!

Senhor Ministro, não castigue a atleta! Estamos no século XXI, e não no século VII. Confira aqui, sff..

Jackie Chamoun, esquiadora libanesa a residir na Suíça, é capaz de estar metida em grandes sarilhos com o comité olímpico do seu país, por alegadamente ter posado em topless. Não posou coisa nenhuma, que a foto é a que se apresentamos em baixo. O que se passou foi que algum engraçadinho publicou filmagens da sessão de fotografias e a atleta aparece de seios à mostra.


Ministro do Desporto do Líbano manda procurar fotos de esquiadora olímpica em topless
BEIRUTE - O Ministro do Desporto e da Juventude ordenou uma investigação para encontrar fotografias e um vídeo em que uma esquiadora olímpica do país supostamente aparece em topless.
A ordem de Faisal Karameh foi noticiada pela Agência Nacional Notícias do Líbano na terça-feira, um dia depois de um vídeo ter aparecido na internet, mostrando Jacky Chamoun e outra rapariga em topless, com a esquiadora libanesa posando para um fotógrafo nas encostas do resort de Faraya, no Líbano. 
Chamoun é uma de dois atletas que competem pelo país árabe em Sochi. 
A esquiadora de 22 anos admitiu na sua página no Facebook que posou para um fotógrafo há três anos. Ela disse que o vídeo e as fotos pertencem a uma sessão de fotos para um calendário de esqui na Áustria. 
"Isto não deveria vir a público", escreveu Chamoun. "Eu sei que o Líbano é um país conservador e esta não é a imagem que reflecte a nossa cultura. Compreendo perfeitamente se me quiserem criticar por isso."

Chamoun também pediu para o vídeo e as fotos não serem compartilhados, agora que ela está nos Jogos Olímpicos.

"Não o fazerem vai ajudar-me a concentrar-me no que é realmente importante agora: os meus treinos e a corrida", disse ela.


O Líbano é um país vizinho de Israel, que regularmente ataca a única democracia do Médio Oriente e abriga grupos terroristas anti-Israel, como o Hezzbollah.  À luz da cultura oficial do país, os seios femininos são assunto de Estado e crime público. Enquanto isso, a TV nacional mostra com toda a naturalidade um bebé que mal nasceu envergou de imediato o uniforme do grupo terrorista Hezzbollah. A mãe deseja que o filho recém-nascido seja um terrorista e que morra na luta contra Israel, "geração após geração". E que destino melhor lhe pode desejar, senão o mais alto galardão do Islão? A doutrinação no ódio começa literalmente mal as crianças saem do ventre materno. 

Como disse Golda Meir, o problema do Médio Oriente só acabará quando os Árabes amarem os seus filhos mais do que odeiam Israel. Pela amostra, esse dia ainda vem longe. De momento, os seios da esquiadora são a prioridade.

Percebe agora (se ainda não tinha percebido) qual é o problema de Israel com os seus vizinhos?




É esta a simpática vizinhança de Israel. A rapaziada do Hamas (tida como gente boa por muita gente má, aqui no Ocidente), em cerimónia pública, apela à destruição de Israel, ao suicídio, ao terrorismo global, à imposição do Islão ao resto do Mundo. Não pensem pois, que, entregando Israel aos islamistas estes ficarão saciados. O Al Andaluz (a Península Ibérica) está a seguir na lista.

Atreva-se, e veja o que é o bom povo "palestino":

 

Apoiemos o Tibete!


"Entre os refugiados Tibetanos estamos sempre a dizer para nós mesmos que devemos aprender o segredo Judaico para mantermos as nossas tradições, mesmo sob as condições mais hostis." - Dalai Lama, um amigo de Israel.

https://www.studentsforafreetibet.org/

O regime comunista chinês está a pressionar a Espanha, que corajosamente se levantou pelos direitos da  ocupada e martirizada nação Tibetana. É altura de se dar força ao Tibete. Para que um dia, o Tibete, como Israel fez, possa sacudir a tirania dos ocupantes.
"O Tribunal espanhol ordenou mandados de prisão para ex-líderes chineses para seus crimes no Tibete,  num processo inovador.

ACTUE AGORA !


 


                                                      Os líderes chineses

O processo inovador que implica cinco líderes chineses no genocídio no Tibete está em perigo! Assine a petição ao primeiro-ministro da Espanha e apoie o Tibete contra a pressão da China.

Assine a petição para exortar o primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, a defender o Tibete contra a pressão da China e a manter a independência dos sistemas judiciais da interferência política.
 
Thupten Wangchen é um monge tibetano com nacionalidade espanhola, co-autor da acção judicial. Ele estará em Madrid, Espanha, hoje, para apelar ao Parlamento espanhol.

Ajude-nos na pressão global para o governo espanhol não se prostrar diante de pressão chinesa: http://bit.ly/SFT_SpanishTrial
 
No ano passado, num desenvolvimento inovador, Thupten Wangchen e o Comité de Apoio ao Tibete em Espanha venceram um processo judicial que indiciou cinco principais líderes chineses pelo genocídio no Tibete. Entre eles estão o ex-presidente da China Jiang Zemin e o ex-primeiro-ministro Li Peng, que são os responsáveis ​​pela repressão militar brutal no Tibete durante os anos 1980 e 1990.

Agora, este processo inovador está em perigo. Com a sua ajuda, podemos instar o governo espanhol a levantar-se pelo Tibete contra a pressão da China e ajudar a garantir que estes líderes chineses sejam responsabilizados pelos seus crimes no Tibete. Por favor, compartilhe a petição amplamente: http://bit.ly/SFT_SpanishTrial"
Com esperança e determinação,
Padma Dolma

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Poesia



Professor de bombistas suicidas explode na aula


Instrutor detonou bomba, morreu e matou dezenas de alunos por acidente.

Um professor de bombistas suicidas da Al Qaeda morreu, esta terça-feira, enquanto dava uma aula em Samarra, no Iraque. O instrutor detonou uma bomba sem querer e acabou por matar também mais de 20 alunos acidentalmente.
O barulho provocado pela explosão levou a que a polícia iraquiana se deslocasse ao local. Os 22 alunos que sobreviveram ao acidente foram detidos, mesmo os que estavam feridos. As autoridades encontraram, também no local, sete carros armadilhados preparados para explodir e cintos de explosivos.
O professor é descrito pelas forças de segurança do país como sendo um elemento da rede terrorista, com experiência no treino, e recruta de bombistas suicidas.

CORREIO DA MANHÃ

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"Sem Dados"


As execuções públicas de homossexuais no mundo islâmico são espectáculos bastante concorridos. Como "aceitação social da homossexualidade", não está mal...

O jornal Público traz hoje um pertinente artigo sobre a homossexualidade na Rússia, a propósito dos Jogos Olímpicos de Inverno a decorrer em Sochi. Compreende-se; após a mortandade provocada pelos terroristas islâmicos na Rússia em protesto contra os Jogos Olímpicos*, e com a ameaça de mais massacres islamistas a pairar, a Imprensa politicamente correcta tem que distrair as atenções...

* - O Grinch islâmico que roubou as Olimpíadas

O que achámos curioso neste infograma é a enorme percentagem de países "sem dados" relativamente à aceitação social de homossexualidade.


Israel aparecea laranja, no meio da tabela, o que é estranho, tendo em conta que Israel é um destino de eleição entre a chamada comunidade gay mundial, e tendo em conta a posição do próprio Presidente da República:

Em Israel, os casamentos entre pessoas do mesmo sexo celebrados fora do país são reconhecidos, e o Presidente Shimon Peres manifestou-se a favor da legalização das uniões gay no país, por entender que "todos os cidadãos têm os mesmo direitos". Estranhamente, as organizações de homossexuais são habitualmente contra Israel...
Mas não é esse o foco desta nossa humilde observação. A enorme mancha branca sem dados, no que toca ao mundo islâmico, é ainda mais estranha. No mundo islâmico a homossexualidade é habitualmente punida com a pena de morte (mas contém curiosas excepções, como pode consnatr-se no fim deste post...).

56 Estados islâmicos vetaram na ONU a discussão da violência contra os homossexuais - o que demonstra, mais uma vez, o total descrédito dessa organização.

Ver mais na nossa etiqueta HOMOSSEXUAIS.


A lei sharia exige a execução dos homossexuais


 "Morte aos homossexuias"

 Alguns artigos (nem todos os linques estarão permanentemente a funcionar, como é costume nestas coisas:

 Muçulmanos na Grã Bretanha têm ZERO tolerância para com a homossexualidade
http://www.theguardian.com/uk/2009/ma...

Homossexuais «piores que animais»
http://hurryupharry.org/2013/11/04/is...

Violência islâmica contra os gays
http://www.liveleak.com/view?i=617_13...

Países do Golfo introduzem o detector de gays
http://www.dailymail.co.uk/news/artic...

Visão global da homossexualidade
http://www.pewglobal.org/2013/06/04/t...

Governos não respeitam a orientação da ONU condenando execuções por orientação sexual
http://www.iglhrc.org/content/governm...

56 Estados Islâmicos rejeitam o debate contra violência anti-homossexuais
http://blog.unwatch.org/index.php/201...

Muçulmanos protestam contra o debate na ONU pelos direitos dos gays
http://english.alarabiya.net/articles...

ONU exclui gays da sua resolução contra a violência
http://www.reuters.com/article/2010/1...

Assembleia Geral da ONU vota para permitir a execução de gays sem outra causa
http://thenewcivilrightsmovement.com/...

OIC mostra homofobia crescente
http://www.libertiesalliance.org/2012...

Clérigo iraniano diz que homossexuais são inferiores a cães e porcos
http://www.theguardian.com/world/iran...

Perseguição aos homossexuais no Irão
http://wikiislam.net/wiki/Persecution...)

Pequeno vídeo para os que insistem que a violência islâmica partede uma minoria de extremistas
http://www.youtube.com/watch?v=dvk3kj...

Comício da esquerda pró muçulmana pelo activista gay Peter Tatchell.Audiência? Ele e o companheiro. Porque seria?
http://www.petertatchell.net/politics...

Horror em Dorchester: Jalal-ibn-Saeed e a assembleia do ódio
http://hurryupharry.org/2013/10/24/dr...

Sharia significa morte para os homossexuais
http://www.youtube.com/watch?v=Fxx08_...

Porque é que há quem boicote os Jogos Olímpicos de Sochi/Rússia por causa das leis anti-homossexuais, e e não boicote o Mundial do Qatar?
http://en.wikipedia.org/wiki/LGBT_rig...

Exemplo de rectórica absurda sobre gays e muçulmanos defenderem a mesma causa
http://www.salon.com/2013/04/02/stop_...

Pat Condell explica que a intolerância dos muçulmanos no Ocidente é igual à dos seus países de origem, senão pior, pois em contacto com os nossos costumes, os muçulmanos tendem a radicalizar-se, e acham-se na obrigação de corrigir a nossa "sociedade decadente":

'Exército reconhece pedofilia como parte do Islão'


Valores morais difíceis de entender para nós, pobres infiéis, que nada percebemos da excelência do Islão...