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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

A Internet AMORDAÇADA - 3


O Facebook, o Twitter, o Youtube, estão em mãos islamistas, e a lei sharia já é a regra: nenhuma crítica à ideologia islâmica (que é pior que o Nazismo e o Comunismo) é permitida.


A Internet AMORDAÇADA - 1


Concluímos a tradução livre de um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista):
A NOVA GUERRA À IMPRENSA CONSERVADORA
Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais.

A indignação e a frustração da Esquerda com a derrota de Hillary Clinton teve como consequência uma campanha de pressão contra o Facebook por parte das grandes potências noticiosas – quase todas de Esquerda.
O Google News já se rendeu às da Grande Imprensa. O Twitter foi completamente tomado pelos “justiceiros sociais” de Esquerda. Mas o Facebook é o maior prémio.


6 em cada 10 americanos adultos recebem a Informação através das redes sociais, e não dos media tradicionais (jornais, televisões, rádio). 

Quase metade dos americanos recebe as suas notícias através do Facebook. Quem conseguir dominar a narrativa do Facebook terá o poder na mão.

As redes sociais permitem que as pessoas formem as suas próprias comunidades e se tornem vigilantes sociais. Esse é um enorme poder.
A cruzada contra as “notícias falsas” consiste em devolver esse poder aos seus donos tradicionais: os grandes media, a Grande Imprensa.
Não há dúvida de que há lixo os montes a circular nas redes sociais, mas muito deste lixo vem do Vox, do Slate, do Huffington Post e ainda mais dos meios de comunicação mainstream, da Grande Imprensa.
Os media mainstream são facciosos, as suas manchetes são enganadoras, e, se por um lado movem cerrada perseguição aos seus opositores políticos, não fazem muito esforço para verificar se as suas próprias narrativas são verdadeiras.
Um exemplo do facciosismoda pura mentira e do jornaleirismo panfletário de Esquerda é a miserável folha de couve islamo-esquerdista conhecida como Al-Público.

Toda esta cruzada contra as "falsas notícias" só veio expor ainda mais a agenda dos media afectos à Esquerda (quase todos).
A Internet pode ser muito poderosa, quando liberta os seus usuários para encontrarem as suas próprias respostas. Os media tradicionais, a Grande Imprensa, insiste que deve ser a única autorizada a fornecer essas respostas.
Mas a Informação quer ser livre. Os media estão a lutar, mas não conseguem barrar o fluxo da Informação.
Banir as notícias conservadoras do Facebook não criará um espaço seguro para as mentiras dos media. Em vez disso, levará a um êxodo de conservadores do Facebook.
Tal como deixaram de confiar nos jornais e nas televisões, os conservadores abandonarão o Facebook.



Um jornalismo cada vez mais mentiroso e manipualdor foi a resposta mediática ao colapso da sua própria autoridade. Os media tradicionais estão em pânico, porque as suas tácticas podem ser copiadas e imitadas por qualquer um.
Se se tornou difícil distinguir as notícias falsas das notícias reais, é porque os media mergulharam de cabeça no negócio das notícias falsas.
Eles escolhem as narrativas, inventam as histórias em torno delas e mentem constantemente.
E isto não é apenas uma crítica dos conservadores. O próprio povo de Obama admite-o:
"Criámos uma câmara de eco", gabou-se Ben Rhodes, assessor adjunto de Segurança Nacional para Comunicações Estratégicas.


Por acaso fizemos um post sobre este caso, em que os media foram manipulados para venderem o "acordo nuclear" que permitirá ao Irão ter a bomba H e pulverizar Israel e os Estados Unidos - os maiores desejos do islamista Barack Hussein Obama, dos muçulmanos e da Esquerda:

Irão nuclear - Obama compra jornalistas e engana o Mundo


Disse Ben Rhodes:
"Os jornalistas dizem o que lhes mandamos dizer. O repórter médio de que falamos tem 27 anos, e a sua única experiência de reportagem consiste em acompanhar campanhas políticas. Eles literalmente não sabem nada".


Rhodes falava sobre o acordo nuclear com o Irão, e de como era fácil convencer os media a repetirem as mentiras da Casa Branca.
Os media mentiram aos americanos. As suas falsas agências de notícias continuam a debater alegremente o desastre, enquanto exigem que os dissidentes sejam removidos do Facebook.
Se os media querem realmente lutar contra as notícias falsas, pode começar por eles mesmos. A sua cruzada pelo espaço livre para as suas notícias falsas - proibindo os sites conservadores - não pode ter e não terá êxito.
Daniel Greenfield

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O NOSSO COMENTÁRIO



Na ascensão das sociedades totalitárias, a liberdade de expressão é sempre a primeira a cair. Até aqui eram apenas os judeus e a sua Pátria ancestral - Israel - os alvos da campanha terrorista dos media.
Na nossa secção PALLYWOOD pode admirar alguns exemplos da abjecção mediática anti-semita. O site homónimo PALLYWOOD é elucidativo, mas é em Inglês. Há muitos mais, mas estão geralmente sob ataque informático.
Hoje já é todo o Mundo Livre o alvo da DESINFORMAÇÃO que tem como objectivo permitir a ascensão e o domínio do Islamismo e do Comunismo.
"Primeiro levaram os judeus"... mas a gente não se ralava, porque não somos judeus. Hoje já é connosco também.
Todos os dias, em todo o Mundo, os jornaleiros mentem com quantos dentes têm na boca, e há um exército de censores a deitar abaixo, 24 horas por dia, tudo quanto exponha a natureza diabólica do Islamismo e do Comunismo.
Falaremos do assunto em posts próximos, se o Blogger não nos deitar abaixo também.
Não tenham os nossos leitores e amigos a menor dúvida de que estamos em vésperas de uma ameaça da proporção do Nazismo, há 70 anos. Se não abrirmos (ainda mais) a pestana, estamos condenados. Se lutarmos agora pela liberdade de expressão, não teremos que lutar mais tarde lutas sangrentas.
Pela Paz, pela Liberdade, pela Verdade,
Oliveira

 Em exemplo da abjecção que são os jornalistas de hoje:

Chora, chora, que a gente fotografa...


Neste vídeo pode-se ver os directores profissionais de cinema "Pallywood" dizendo à mulher idosa para se sentar numa cadeira na frente da loja e começar a chorar, (enquanto a filha ri incontrolavelmente), criando assim uma cena narrativa enganosa, enganando telespectadores em todo o mundo.

Os repórteres, visivelmente divertidos com a cena, não deixam de a apresentar como se não fosse encenada. Faz parte da profissão difamar Israel e os judeus.



A Internet AMORDAÇADA - 2



No século 21, a Inquisição é islâmica e global. Continuamos a traduzir livremente um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista): 

A Nova Guerra à Imprensa Conservadora 
Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais. 


O site FACEBOOK CENSORSHIP (CENSURA NO FACEBOOK) contém uma lista impressionante de acções arbitrárias dessa rede social contra a liberdade de expressão. Os alvos são, naturalmente, os conservadores e quem expõe a agenda da Esquerda e do Islamismo.  

USA Today e Los Angeles Times publicaram uma lista de sites de "notícias falsas" que é basicamente uma lista de sites conservadores, como o  RedState, o IJR e o The Blaze.  
O BuzzFeed direcionou a sua cólera contra o RightWingNews.
“Notícias falsas” é o eufemismo da Esquerda para atacar as opiniões das quais discorda, evocando falsas preocupações sobre o jornalismo e a virtude cívica. 
E as coisas estão a ir muito para além dos ataques verbais. O objectivo da Esquerda é proibir os sites conservadores e a expressão de opiniões conservadoras nas redes sociais. Ou pelo menos penalizá-los de modo a impossibilitar a concorrência com os meios de comunicação estabelecidos. 
Há óbvias razões ideológicas e financeiras por trás desta guerra às "notícias falsas". Os motivos financeiros são grosseiramente flagrantes. As vozes dos media convencionais que mais se erguem nesta guerra - BuzzFeedHuffington Post e Vox - dependem fortemente das redes sociais para alimentarem o seu número de visitantes e fazerem passar a sua agenda mentirosa e de Esquerda. 
Se alguém está no negócio das “ notícias falsas”, são estes sites que procuram cliques à conta de... notícias falsas!
Vox alegou que em Boulder, Colorado, cada habitante  tinha em média 102 casas de banho, e que havia uma ponte gigante a ligar Gaza e a Judeia e Samaria (a.k.a. “Cisjordânia”). Mas, segundo os critérios da Esquerda, essas notícias não são falsas.

Numa demonstração de como a guerra às "notícias falsas" é em si mesma falsa, os meios de comunicação publicaram notícias com os títulos: "A notícia falsa ameaça a democracia, diz Obama" (USA Today), “Obama, com Angela Merkel em Berlim, Declara Guerra às Notícias Falsas” (New York Times) e  “Barack Obama: Notícias Falsas no Facebook prejudicam a Democracia" (Huffington Post).
Ora Obama não disse NADA sobre esta falsa cruzada da Imprensa tradicional!
O que Obama disse foi que os Estados Unidos e a Rússia eram igualmente alvo de "desinformação" na Televisão e no Facebook, o que fazia ambos os países parecerem maus. O contexto alemão das observações sugere fortemente que ele de referiu a uma velha controvérsia sobre a NSA (National Security Agency). (...)

Experimente o leitor postar um retrato de Maomé no seu Facebook. É imediatamente censurado. Enquanto isso, os grupos terroristas islâmicos e os islamistas individuais postam todo o tipo de mensagens apelando e celebrando a matança dos "infiéis".

A ironia, mais uma vez, é que a guerra às "notícias falsas" está a ser travada com notícias muito falsas.
O que se está a passar nada tem a ver com preocupações com a integridade da informação. Ninguém pode olhar para as sondagens falsas prometendo uma vitória de Hillary Clinton, e acreditar que os jornalistas estão preocupados com as "notícias falsas".  
Os jornalistas estão apenas a tentar  eliminar a concorrência, intimidando o Facebook para esta rede social banir ou marginalizar notícias da Direita, que competem com as deles.
Daniel Greenfield
CONTINUA

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Três singelos exemplos da acção da Inquisição islamo-esquerdista no Facebook:

"O MAIOR HOLOCAUSTO DA HISTÓRIA FOI O QUE VITIMOU 80 MILHÕES DE HINDUS ÀS MÃOS DOS MUÇULMANOS" - FACTO CENSURADO no Facebook.


Papel higiénico com a bandeira do ISIS é censurado. Alá nos livre de ofender os genocidas que só cristãos matam 11 por hora!




"DIZEM QUE APENAS 10% DOS MUÇULMANOS SÃO EXTREMISTAS. EM 1940, APENAS 7% DOS ALEMÃES ERAM NAZIS."

- FACTOS CENSURADOS no Facebook.

Serão precisos mais exemplos?... 

A Internet AMORDAÇADA - 1


  
Após a derrota de Hillary Clinton (quando a Imprensa em peso assegurava a sua vitória folgada) a Esquerda volta a mostrar a sua verdadeira face. Ataques racistas, espancamentos de eleitores de Trump, assassínio de polícias, ataques terroristas, ameaças de morte contra Trump e apelos à guerra civil, vão sendo o pão nosso de cada di nos Estados Unidos, enquanto o terrorista islâmico Barack Hussein OBAMA esfrega as mãos, contente por deixar uma herança de caos ainda maior do que previa.
O poderoso lóbi dos jornalistas profissionais, por seu lado, enquanto continua a deitar gasolina na fogueira da agitação social, já encetou a perseguição aos media conservadores, feitos por amadores como nós.
Os jornalistas caíram no total descrédito e todos os dias caem mais um pouco A sua última  esperança é calar as vozes da VERDADE na Internet.
Vamos traduzir livremente um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista):
A Nova Guerra à Imprensa Conservadora
Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais.


Lembram-se de quando os media anunciavam que Hillary Clinton obteria uma vitória esmagadora? A Imprensa mentirosa que fez tal "previsão", a fim de diminuir a participação dos eleitores pró-Trump, de certeza que se lembra. Essa mesma Imprensa está agora numa campanha contra as "notícias falsas".

E por "notícias falsas", eles não designam a sua própria torrente furiosa de desinformação e mentiras.

A Imprensa entrou em guerra contra o Facebook. Enquanto vários partidários adeptos do Partido Democrata culparam tudo e todos pela derrota de Hillary, desde o FBI até à misoginia inconsciente, a Imprensa decidiu que o Facebook é o culpado.

Porquê o Facebook?


Os canais de notícias por cabo estão a morrer. Os jornais lutam pela sobrevivência, online e offline. A rentabilidade da Grande Imprensa está a acabar, devido às redes sociais. A essência das redes sociais é que elas permitem que as comunidades falem livremente do vêem. E essa é uma ideia terrível, para a Grande Imprensa.

Mas também é uma ideia assustadora para os esquerdistas que concorrem a cargos públicos em países que não concordam com os seus pontos de vista.

Obama responsabilizou a má qualidade da "narrativa" pelos resultados eleitorais. Mas a narrativa tem que ser capaz de alcançar as pessoas. E para isso a esquerda tem que asfixiar as vozes competitivas no espaço das redes sociais. Como? Proibindo que os conservadores se manifestem.

A guerra contra a Imprensa conservadora está a ser conduzida sob o pretexto de banir as "notícias falsas" do Facebook. Mas o diabo da ”notícia falsa” está nos detalhes. Notícias falsas podem significar sites de sátira como o The Onion ou o Daily Currant.
Como podem significar sites sensacionalistas que apenas procuram tráfego através de títulos enganadores e notícias efectivamente falsas. Mas também pode significar sites de que a Grande Imprensa não gosta, e cujas histórias são contestadas pela Esquerda, por motivos político-partidários.

A guerra contra as "notícias falsas" é a cortina de fumo para a campanha contra a Imprensa conservadora. É fácil ver que os sites conservadores o verdadeiro alvo da nova Inquisição esquerdista, actualmente em ataque cerrado ao Facebook.

O Buzzfeed, que depende fortemente do tráfego do Facebook, alimentou a histeria das "notícias falsas". A lista de sites considerados de "notícias falsas"  pelo Buzzfeed limita-se a agrupar os sites que simplesmente não são do agrado da esquerda. (...)

Considerando o longo cadastro do BuzzFeed em matéria de notícias realmente falsas, mas que se encaixam na sua narrativa política, a lista não tem qualquer credibilidade. A lista de sites de “noticias falsas” publicada pelo BuzzFeed acabou por ser, ironicamente, uma... “notícia falsa”.

A guerra não é contra “notícias falsas”, mas contra os sites conservadores, que superam, em credibilidade e audiência, a Imprensa estabelecida.
 Daniel Greenfield

CONTINUA

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Metade dos CENSORES do Facebook são maometanos marroquinos!

O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, prometeu apoiar a liberdade de expressão; duas semanas depois, proibiu as críticas ao Islão.


A seguir a cada ataque islamista, emite comunicados a expressar a sua preocupação com possíveis "represálias" sobre os muçulmanos. As páginas de grupos terroristas que matam judeus - como ele - são muito menos incomodadas que as que denunciam a verdadeira face do Islão.
O pobre Zuckerberg deve achar que, por ser judeu, deve mostrar uma "tolerância" a tudo, até à irracionalidade...

Facebook adopta política formal de censurar a crítica do Islão

Há muitos anos que o Facebook censura as críticas ao Islão. No entanto, agora é uma política formal.
O Facebook tem um exército de censores que trabalham em países do terceiro mundo por 1 dólar e meio à hora.
Quase metade dos censores do Facebook trabalham num edifício de escritórios em Marrocos, que é um país muçulmano. Mesmo que não fosse essa a política formal do Facebook, o resultado final seria  o mesmo: as críticas ao Islão seriam excluídas.

No entanto, o Facebook acaba de anunciar que está a introduzir uma política formal de apagar páginas que sejam críticas do Islão.

https://www.timesofisrael.com/erdogan-lashes-out-at-provocative-charlie-hebdo/

 O tirano Erdogan veio 'marchar' a Paris após o Massacre do Charlie Hebdo.


Imediatamente após o primeiro-ministro turco ter marchado pela "liberdade de expressão" em Paris, o governo turco bloqueou centenas de sites da Internet.
A principal razão para bloquear os sites foi a publicação dos desenhos do Charlie Hebdo.

O governo turco deu ao Facebook um ultimato. Ou proibia as críticas ao Islão, ou seria banido na Turquia. O site fundado por Zuckerberg respondeu que iria instituir uma proibição mundial de críticas ao Islão no Facebook

Actualmente, a Turquia bloqueia o Twitter e o Youtube por permitirem críticas ao Islão.

https://freespeechdebate.com/discuss/fear-farce-and-tragedy-how-turkey-reacted-to-the-charlie-hebdo-murders/

Muçulmanos turcos manifestam-se contra os desenhos de Maomé.


O Facebook censurou os conservadores desde que o site foi fundado. Recentemente, o Facebook apagou o Mês Americano da História Branca, uma página com 300.000 seguidores (uma nova versão da página podia ser encontrada aqui, mas também foi censurada).

Mark Zuckerberg contradisse a sua declaração pública sobre liberdade de expressão, em 1/9/15:

"Há alguns anos, um extremista do Paquistão tentou que eu fosse condenado à morte, porque o Facebook recusou proibir um conteúdo sobre Maomé que o ofendeu. 
Nós reagimos contra isso porque as vozes diferentes - mesmo que sejam às vezes ofensivas - podem tornar o mundo um lugar melhor e mais interessante. 
O Facebook sempre foi um lugar onde as pessoas em todo o mundo compartilham as suas opiniões e ideias. Seguimos as leis em cada país, mas nunca deixamos que um país ou grupo de pessoas dite o que as pessoas podem compartilhar em todo o mundo. 
Ao reflectir sobre o ataque de ontem e sobre a minha própria experiência com o extremismo, concluo que é isso que todos nós precisamos rejeitar - que um grupo de extremistas tente silenciar as vozes e opiniões de todos os outros ao redor do mundo. 
Eu não vou deixar isso acontecer no Facebook. Estou empenhado em construir um serviço onde cada um possa falar livremente, sem medo de violência.
Os meus pensamentos estão com as vítimas, com suas famílias, com o povo da França e com as pessoas de todo o mundo que optam por compartilhar suas opiniões e ideias, mesmo quando isso requer coragem. # JeSuisCharlie".

- Artigo de CONSERVATIVE HEADLINES, que há muito queríamos traduzir, mas o site está geralmente sob ataque informático islamo-esquerdista.

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PARA SE TER UMA NOÇÃO DO QUE É A CENSURA NO FACEBOOK:



O blogger d' O Ovo da Serpente foi bloqueado no Facebook por ter denunciado um racista, simpatizante nazi e negador do Holocausto... que usa o Facebook para promover as suas ideias.
Uma simples imagem que promove o casamento tradicional, foi censurada:


No entanto, o incitamento ao assassínio de polícias brancos, do grupo supremacista racista Black Lives Matter (a sua conhecida campanha "Fuck the Police") é permitida no Facebook:

Os casos de censura no Facebook são permanentes. A propaganda no terrorismo islâmico é autorizada, com toda a naturalidade. Mas quem se proponha debater o extremismo islâmico, a manipulação dos media pela extrema-esquerda islamófila, a ideologia de género e outros dogmas modernaços, é simplesmente CENSURADO.

Este é um site que se dedica a compilar casos de CENSURA exercida pelo Facebook:




domingo, 16 de dezembro de 2018

Google lança aplicação islâmica contra "blasfemos"


Google lança aplicação para muçulmanos denunciarem pessoas que cometem "blasfémia"

Enquanto isso, os gigantes das redes sociais estão ocupados a deplorar e silenciar os inimigos do terrorismo islâmico.
Tendo sido um dos alvos iniciais da censura nas redes sociais no Facebook, YouTube, etc., há muito tempo que defendo uma acção anti-monopólio contra esses monstros do bullying. Leia o meu artigo sobre isso no The American Thinker.
Estamos a assistir a uma erosão sem precedentes nos nossos direitos consagrados na Primeira Emenda, proibindo cada vez mais o fluxo de ideias e a liberdade de expressão na praça pública (redes sociais).
Geridos por meninos-bem de esquerda, os gigantes das redes sociais estão a mostrar os seus piores impulsos autocráticos. E porque eles podem, as coisas estão a piorar.
"O poder absoluto corrompe absolutamente."
Tendo crescido nos anos 70, posso dizer que este era um país muito diferente naquela época. Um país livre. Já não somos livres, e é hora de retomarmos o que é nosso - as nossas liberdades inalienáveis. Este aplicativo é para a Indonésia, mas é consistente com a política geral do Google de conformismo perante a lei islâmica sharia. Chegará cá dentro de pouco tempo.
Pamela Geller

Extrema-esquerdistas ateístas feministas anti-Trump arrojam-se no chão adorando  o deus Alá, aos gritos de Allahu Akbar:


Perante esta Inquisição cibernética do Google, onde estão os activistas de extrema-esquerda, que levam a cabo as maiores afrontas contra o Cristianismo e o Judaísmo, a quem culpam de todos os males do Mundo? Convivem muito bem com o Islão e a lei sharia, é claro!

Já de há muito que alertamos para que o Facebook é policiado por funcionários activistas de extrema-esquerda e por islamistas, que administram suspensões e censuram conteúdos a quem diz a verdade sobre o Comunismo e o Islamismo, ao mesmo tempo que deixam impunes a propaganda do terrorismo islâmico/jihadismo, nazismo, anti-semitismo e das ideologias terroristas comunistas.
Ver por exemplo:

Israel investiga o Facebook sobre possível violação da privacidade dos cidadãos

Facebook removeu as notícias sobre os Orang Rimba da Indonésia, forçados converter em-se ao Islão
 
"Ah, mas o Facebook foi inventado por um judeu!". Sim, infelizmente há muitos judeus que são de esquerda e islamófilos. Mas muitos outros não o são. Pamela Geller, autora dos artigos acima, também é norte-americana de origem judaica, tal como Zuckerberg, e opõe-se tenazmente à islamização. Os judeus não são um bloco único. Cada judeu, seja religioso ou não, é um ser autónomo e com ideias próprias.



"Google aprovou aplicativo para os muçulmanos denunciarem pessoas que cometem blasfémia"
Laura Loomer, Big League Politics, 9 de Dezembro de 2018:
Um novo aplicativo para Android foi lançado com o intuito de permitir que os muçulmanos denunciem pessoas que cometem blasfémia ou insultam o Islão.

Não, isto não é uma piada. O aplicativo "Smart Pakem", lançado na Indonésia no mês passado a pedido do governo indonésio, permitirá que usuários e funcionários do governo defendam a lei da Sharia e denunciem as pessoas que possuem crenças "equivocadas" em violação da lei islâmica, que proíbe insultos ao Islão, insultos contra o profeta Maomé ou o reconhecimento de qualquer outra religião além do islamismo.

Maometanos indonésios destroem igreja cristã:


Todos os portugueses se lembram do genocídio cometido pela Indonésia sobre os timorenses católicos em nome do deus Alá, durante 25 anos... A sharia proíbe todas as religiões menos o Islão.

A Indonésia é o maior país muçulmano do mundo, com uma população muçulmana estimada em 207 milhões.

O código penal da Indonésia proíbe a blasfémia, que é definida como “o acto ou ofensa de falar com sacrilégio sobre Alá ou coisas sagradas”.

O Artigo 156 (a) do Código Penal tem como alvo aqueles que deliberadamente, em público, “expressam sentimentos de hostilidade, ódio ou desprezo contra a religião”. A penalidade por violar o Artigo 156 (a) do Código Penal da Indonésia é um máximo de cinco anos de prisão.


 Rajan Anandan

Rajan Anandan
, que é vice-presidente do Google no sudeste da Ásia, não demonstrou resistência ao aplicativo, que está disponível na loja de aplicativos do Google.

A National Secular Society (NSS), desde então, escreveu a Anadan solicitando que o Google não disponibilizasse o aplicativo, argumentando que o mesmo terá consequências negativas para as minorias religiosas e minimizará ainda mais a liberdade de expressão….

A NSS, que trabalha para revogar leis de blasfémia em todo o mundo, condenou veementemente a lei de blasfémia da Indonésia:


    “A lei de blasfémia da Indonésia é uma ferramenta de repressão moralmente injustificável que deve ser revogada o mais rápido possível. Embora esta lei exista, qualquer pessoa que acredite na liberdade de expressão deve tornar o mais difícil possível para o governo indonésio aplicar a lei. O Google beneficiou muito da liberdade de compartilhar informações globalmente. Pedimos ao Google e a outras empresas multinacionais que considerem se podem lucrar com a repressão causada pela repressão dos governos à liberdade de expressão. ”

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Ajude a salvar Portugal do Islão:

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195