Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
já tínhamos mostrado uma ligeira compilação de como todos os governantes de esquerda do Mundo puseram o combate a um inexistente racismo acima das vidas dos seus concidadãos.
Todos os governos de esquerda andaram a exortar as pessoas a ignorarem o coronavírus - porque "o Trâmpe" insistia em fechar as fronteiras. Como continuam a boicotar o único tratamento eficaz para a doença - a hidroxicloroquina - porque "o Trâmpe" é favor. Com a cumplicidade de uma Imprensa cada vez mais abjecta.
A esquerda global está unida num único objectivo: impedir a reeleição de Trump (e Bolsonaro), para que o Pântano regresse.
Aqui é no Egipto. Mas há muito mais, que contamos ir divulgando:
Os muçulmanos são totalmente destituídos de capacidade para organizar seja o que for. A todos os lugares a que chegam, só trazem caos e violência, e quando entram em pânico adoptam uma mentalidade de multidão, gritando como crianças de dois anos, porque não têm inteligência para se comportarem como gente civilizada.
COMENTÁRIO
1. Enquanto isso, na Europa, os muçulmanos até têm prioridade no atendimento médico:
O SANGUE E AS PROPRIEDADES DOS INFIÉIS PERTENCEM AOS MUÇULMANOS:
2. TODA a Cultura, Ciência e Tecnologia que existe nos países islâmicos é fornecida por terceiros. Nos primórdios do Islão, importavam medicina dos Gregos e dos Judeus, como hoje importam carros do Japão ou pedreiros de Portugal. O sistema islâmico tolhe o pensamento e a iniciativa. Toda a energia é canalizada para a violência e para a luxúria.
Os muçulmanos são 1/4 da Humanidade, e, em 1400 anos, não trouxeram nada ao Mundo a não ser caos e violência.
3. Sim, umas culturas são melhores que outras. O Islão é bárbaro e intrinsecamente maléfico. Consulte por exemplo o nosso Dossier Islão.
4. Sim, há povos com QI que os coloca na faixa do atraso mental.
O QI médio nos países islâmicos é igual ao de um atrasado mental no Ocidente:
Não nos interpretem mal! Todos os seres humanos são iguais em dignidade e iguais perante Deus! A questão aqui é que as leis islâmicas propiciam a criação de gerações de atrasados mentais patologicamente violentos, que encontram na lei islâmica o combustível e a justificação "divina" para as atrocidades que cometem:
Família muçulmana no Reino Unido: ninguém trabalha, os dois primos
casaram e vivem da procriação, subsidiada pelo nativo britânico. Não sabemos se este senhor já arranjou mais primas para casar. É comum terem várias mulheres e dúzias de filhos. A guerra demográfica assim o exige, e os meninos, como pode ver-se na imagem, têm mesmo carinha de esclarecidos. Grandes contributos para a Sociedade que os acolheu e que os sustentará perpetuamente e aos seus descendentes.
Em nome do "humanitarismo", e fazendo por esquecer que o Islão é conquista, estamos aqui na Europa a deixar entrar milhões de colonos hostis, predominantemente jovens em idade militar, que espalham o crime, a violência, o estupro, o terrorismo, a quem nós alegremente sustentamos e a quem nós alegremente damos prioridade no tratamento em tempos de pandemia.
Os antissemitas atribuem TUDO de mau que acontece no mundo, aos judeus, obviamente. E o coronavírus não poderia ser excepção. Para ajudar a dar credibilidade às teorias da comspiração, os nomes Goldman Sachs e Rotschild evocam logo Everestes de ouro e judeus sanguinárias a fumar charuto e fazer ski sobre infindáveis colinas de dinheiro.
Um "pequeno pormenor" desta conspiração é que esses ditos "potentados bancários" são apenas pequenos bancos. Mas para bom antissemita, meio Goldman Sachs ou Rotschild bastam!
O Tio Patinhas não é Goldman Sachs nem Rotschild.
Boris Le Lay, é dos mais entusiastas conspiradores que atribuem aos judeus a responsabilidade pela pandemia do Covid 19.
Não consegue demonstrá-lo, é claro, porque não há nada para demonstrar, mas os antissemitas também atribuem aos judeus a responsabilidade por terramotos, tsunamis, cheias, secas, epidemias, guerras, terrorismo, pornografia, roubos, assaltos, declínio das civilizações, arte abstracta, cárie dentária, tubarões que atacam pessoas, excesso de gás na Coca-Cola (1) e desaparecimentos de sapatos (2) - entre muitas outras calamidades!!!
O "raciocínio" de Le Lay é tão estúpido como qualquer raciocínio antissemita, partindo de premissas falsas para chegar a conclusões erradas. Mas para o público a quem ele se dirige, a verdade não conta.
Já há muitos anos que este blogue demonstra que os "bancos judeus" são dos de mais modesta dimensão no mundo. Habitualmente nem gastamos muita energia com estes temas, pois sabemos que o antissemitismo é uma doença mental incurável. Só traduzimos este artigo porque foca uma ideia errada e muito instrumentalizada: a que atribui super-poderes e super-fortunas aos banqueiros judeus.
Nota: Não só nem todos os judeus são ricos, como a maior parte deles até é pobre. A IFJC (Parceria Internacional de Cristãos e Judeus) dedica-se a prestar auxílio a judeus muito pobres, em Israel, grande parte deles sobreviventes do Holocausto.
Todos os países têm pobres, mas quando os pobres são judeus é mais difícil angariar fundos para os alimentar, tratar e abrigar, pois a percepção social é de que os judeus são todos riquíssimos. Assim, não choca ninguém que, digamos, a Cáritas, ajude os pobres. Mas quem é que dá um tostão para ajudar judeus? "Esses gajos? Mas eles são todos ricos! Eles que ajudem!".
Para o anti-semita Boris Le Lay, "é seguro" que o coronavírus é uma conspiração dos banqueiros judeus ... e que Xi Jinping, Trump, Macron, Merkel, Boris Johnson, estão todos a soldo dos banqueiros judeus! O antissemita Boris Le Lay, condenado em várias ocasiões e refugiado no Japão, acaba de transmitir nas redes sociais um vídeo que se tornou viral, onde analisa as causas da pandemia e, obviamente, para ele, "com toda a certeza" que a culpa é dosbanqueiros judeus de Nova Iorque!
O blogger antissemita que afirma ser "bretão" é bem conhecido pelo sistema de justiça. Com mais de uma dúzia de condenações por "insultos públicos e raciais", "incitação ao ódio" e "ameaças de morte", ele tem antecedentes criminais, para dizer o mínimo. Boris Le Lay, que está em fuga há vários anos, escapou da Justiça, apesar de um mandato de prisão internacional emitido contra ele.
Nota do Tradutor: Há-se reparar, caro leitor, que TODOS os antissemitas são tipos anti-sociais, deliquentes e criminosos. Veja por exemplo o caso do assassino Mário Machado, que entre outras tropelias se dedicou já a matar "pretos" a pontapé na cabeça e a raptar e torturar toxicodependentes para extorquir dinheiro.
Segundo o jornal Le Monde, ele agora é suspeito de ser o administrador do site DemocratieParticipative, que se orgulha de ser "o mais lido pelos jovens brancos desinibidos". O site é abertamente racista, antissemita, anti-muçulmano e homofóbico.
As afirmações de Le Lay para acusar os judeus são baseadas em algumas verdades bem escolhidas, que ele pretende serem a "prova" das suas teses enevoadas.Neste novo vídeo, ele inicia a sua demonstração questionando habilmente as projecções do epidemiologista Neil Ferguson, aquele que influenciou Macron e as suas decisões. De facto, as projecções de Neil Ferguson eram falsas porque baseadas nos primeiros dados chineses. Daí, Le Lay deduz que toda a pandemia é falsa e que é apenas uma grande gripe que não mata muito mais.
Para Le Lay, a única motivação real por trás deste confinamento praticamente planetário é permitir que os banqueiros judeus de Nova Iorque enriqueçam!
Segundo Le Lay, todos os líderes do mundo, portanto, se uniram para enriquecer os banqueiros judeus de Nova Iorque: Ninguém antes dele tinha pensado nisso! Onde tínhamos nós a cabeça? É claro que o confinamento só pode ser para os "banqueiros judeus de Nova Iorque" enriquecerem!
Nota do Tradutor: Temos centenas de postagens que demonstram como todos esses líderes que Le Lay diz estarem a soldo dos judeus, são irredutíveis inimigos de Israel, antissemitas, aliados (e muitas vezes pagos) pelos países muçulmanos. A ONU; a União Europeia, a generalidade dos países, apoiam e financiam os terroristas islâmicos que combatem Israel e matam judeus. Veja, por exemplo:
Obviamente, tudo isto está errado: a Bolsa de Valores de Nova Iorque, como todos os outros mercados de acções, teve uma recuperação dramática após o anúncio de planos massivos para apoiar a economia nos Estados Unidos e na Alemanha. O CAC 40 recuperou 18% em cinco sessões. O índice de Paris caiu mais de 25% desde o início do ano.
Em Londres, Nova Iorque, Berlim, as mesmas recuperações foram observadas, mas não compensaram as quedas desde o início do ano. (Fonte Les Echos)
No entanto, Le Lay evoca, claro, apenas "banqueiros judeus de Nova Iorque" ... e banqueiros de Paris, Londres e Berlim que ganharam entre 18 e 20% em cinco dias? Eles não são judeus! Que pena ... E as decisões dos líderes mundiais: Xi Jinping, Macron, Trump, Johnson, Merkel, etc.? Tudo a serviço do "judaísmo" bancário? Teriam recebido ordens dos banqueiros judeus de Nova Iorque para decidirem confinar mais de metade do planeta!
E os 1,3 biliões de chineses? Também estão ao serviço da trama bancária judaica?
A propósito, e se os considerássemos os maiores bancos judeus americanos?
Aqui está o ranking dos maiores bancos americanos, nenhum dos quais é de propriedade dos judeus:
Mais estatísticas no siteStatista. Nenhum banco "judeu" no ranking dos maiores bancos mundiais, nem o Goldman Sachs ou o Rotschild têm dimensão para sequer figurar nos rankings... mas, visto que é o Boris Le Lay que diz, só podemos acreditar. E sabe porquê?Porque a pior parte dos usuários irracionais da Internet distribuem este vídeo, por mais abjecto, ridículo e estúpido que seja.Mas existem sempre milhares de ovelhas sem cérebro para espalhar este tipo de teses cheias de ódio.
Não lhes faremos o favor de colocar o vídeo neste artigo.
Apostamos que um dia em que ele não esperar, acreditando estar seguro no Japão, longe das preocupações dos franceses, alguém o fará pagar pelas suas ilusões cheias de ódio ... Parece que a vingança é comida fria.
O que é de lamentar é que as massas encarneiradas continuarão a acreditar na Televisão, e os mais "sabichões" continuarão a usar argumentos que começam com "Mas a ONU diz que...".
E as massas encarneiradas a ladrarem ao "Trâmpe, pá":
Porque "o Trâmpe, pá, é cor de laranja, pá"!
Se fosse amarelinho como o Xi Jinping, ou castanhinho como o Obama, a malta ainda lhe dava o benefício da dúvida. Mas, sendo cor de laranja, a malta odeia o "Trâmpe, pá"!
E para quem ainda acha que o Globalismo é uma ameaça menor que o Comunismo e o Islão:
já falámos um pouco de Israel e de como o coronavírus está a fustigar o país, em termos de mortes e em termos económicos (a companhia aérea El Al teve que despedir 80% do seu pessoal, por exemplo). Hoje trazemos uma boa notícia:
Um medicamento chamado Aviptadil mostra-se promissor ao derrotar a síndrome responsável por cerca de metade de todas as mortes relacionadas com o corona. Uma empresa israelita chamada Neurorx está actualmente a testar um medicamento chamado Aviptadil, que pode tratar a síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), responsável por cerca de 50% de todas as mortes por coronavírus.
No domingo, a Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA aprovou a NeuroRx para os ensaios de fase dois do Aviptadil.
Embora não seja ainda uma aprovação completa do medicamento para o uso relacionado ao Covid-19, isso significa que o tratamento está um passo mais perto de obter o sinal verde para o uso pelos pacientes.
Israel disse estar a progredinr em direcção à vacina contra o coronavírus, enquanto os trabalhadores médicos se concentram na terapia com plasma sanguíneo
Shapiro afirmou que o planeamento pré-vacinal já estava em andamento e um modelo havia sido desenvolvido para experimentar possíveis vacinas em animais.
Israel está a fazer progressos significativos no desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus, informou o site de notícias N12 esta terça-feira.
No início daquele dia, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu conversou com o director-geral do Instituto Israelita de Pesquisa Biológica, professor Shmuel Shapiro, e foi actualizado sobre os esforços actuais para desenvolver uma vacina contra o coronavírus.
Shapiro afirmou que o planeamento pré-vacinal estava em andamento, e que um modelo havia sido desenvolvido para experimentar possíveis vacinas em animais.
Outras etapas da pesquisa envolveriam, na verdade, testar as fórmulas em animais e depois passar para testes em humanos. Nem todos os ensaios que funcionam com animais seriam bem-sucedidos em testes em humanos.
Na ausência de uma vacina, os trabalhadores médicos israelitas estão a procurar medidas para eliminar a lacuna. Na terça-feira, o serviço de emergência de Israel, Magen David Adom (MDA), anunciou que estava a iniciar um esforço para colectar plasma sanguíneo daqueles que se recuperaram do coronavírus, acreditando que os anticorpos encontrados no sangue podem ajudar a combater a doença.
A professora Eilat Shinar, directora da Divisão de Serviços de Sangue da MDA, explicou: “Nos sistemas biológicos, quando somos expostos a vírus ou bactérias, o nosso sistema imunológico responde produzindo proteínas chamadas anticorpos. Essas proteínas são encontradas no plasma de cada um de nós após a exposição ao coronavírus.”
“Queremos solicitar
aqueles que se recuperaram do corona e avaliados como saudáveis”, disse ele, “e pedir que eles venham ao Serviço de Sangue da MDA 14 dias após a
cura e doem o líquido plasmático no qual esses anticorpos estão
concentrados."
Ela disse sobre o procedimento: “O
doador está conectado a uma máquina que extrai apenas plasma sem os
outros componentes sanguíneos que colectamos. A vantagem é que se pode um volume muito maior - quase meio litro de plasma.”
Desde os primeiros momentos da eclosão da gripe chinesa, a preocupação das elites esquerdistas/globalistas/pró-islamistas, foi "combater o racismo". Leia, sff:
Mas tem havido muito mais. Já há países europeus em que os muçulmanos jovens têm prioridade sobre os europeus idosos, a Alemanha não fechou as fronteiras a muçulmanos, etc., etc., contamos falar disso em detalhe - porque somos uns malandrões racistas que não compreendemos a beleza da submissão ao Islão e que devemos dar a vida em nome de "um mundo sem fronteiras".
Yá, meu. É bué de letras e cansa, tipo, a tola, meu, tás a ver?
Enquanto na televisão os jornaleiros rejubilam com as mortes no Brasil e nos Estados Unidos (que podem aproveitar para usar contra Bolsonaro e Trump), e se prosternam perante genocidas como Santa Merkel do Welcome Refugees, São Tedros Adhanom das Fronteiras Abertas ou São Xi Jinping do Genocídio Global:
20 citações sobre o coronavírus mostram como as fronteiras abertas e o politicamente correcto vieram antes da saúde pública
A crise do coronavírus, que matou mais de 22.000 pessoas e praticamente destruiu a economia global, tem-nos oferecido o espectáculo de governantes, jornalistas e autoridades de saúde a esforçarem-se ao máximo para promover as fronteiras abertas, apesar da ameaça global à saúde pública.
A questão agora é porque é que a Europa e o resto do mundo esperaram tanto tempo para fechar as suas fronteiras, especialmente a pessoas vindas de países tão atingidos como a China. A resposta para isso pode ter muito a ver com as próximas 20 citações.
Emmanuel Macron: "fechar fronteiras para a Itália é uma má decisão"
Em 10 de Março, o presidente francês Emmanuel Macron afirmou que a Eslovénia e a Áustria tomaram "más decisões" quando restringiram severamente as viagens à Itália, que também é vizinha da França. "Acredito sinceramente que essas são decisões más", observou Macron depois de participar em conversações sobre a crise do coronavírus com outros líderes da União Europeia (UE) durante uma videoconferência.
Apenas uma semana depois, a França fechou as suas fronteiras com todas as nações da Europa.
Macron disse que a UE deve evitar 'recuo nacionalista'
O presidente francês, Emmanuel Macron, alertou contra o fecho apressado das fronteiras, o que equivaleria a um "recuo nacionalista".
Alertando para o perigo de “isolamento nacionalista”, Macron disse: “Este vírus não tem passaporte.Devemos unificar as nossas forças, coordenar as nossas respostas e cooperar.A coordenação europeia é essencial e eu assegurarei que ela avance.”
Nota do Tradutor: a mesmíssima conversa de António Costa, primeiro-ministro português e socialista, que macaqueia sempre a França e é discípulo aplicado do federalismo europeu e do globalismo.
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen: "Proibições gerais de viagem são ineficazes"
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também disse em 13 de Março que "as proibições gerais de viagens não são consideradas as mais eficazes pela Organização Mundial da Saúde", depois de manifestar a sua oposição aos países que fecharam unilateralmente suas fronteiras.
Chefe da Organização Mundial de Saúde pede aos países que não fechem as fronteiras a estrangeiros vindos da China
Tedros Adhanom, director-geral da Organização Mundial da Saúde, à esquerda, participa numa reunião com o conselheiro de Estado chinês e o ministro dos Negócios Estrangeiros Wang Yi, na Diaoyutai State Guesthouse, em Pequim, terça-feira, 28 de Janeiro de 2020.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) manteve a sua determinação em deixar as fronteiras abertas até o fim, com o chefe a pedir aos países que mantivessem as suas fronteiras abertas à China, de onde se originou o coronavírus. “Não há razão para medidas que interfiram desnecessariamente nas viagens e no comércio internacional. Convidamos todos os países a implementarem decisões baseadas em evidências, e consistentes. A OMS está pronta para aconselhar qualquer país que esteja a considerar quais medidas tomar”, disse o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, no início de Fevereiro.
Nota do Tradutor: Tedros Adhanom esteve envolvido num enorme escândalo em 2017, quando camuflou a tremenda pidemia de cólera na Etiópia como "diarreia aguda", ver Guardian e NYT.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, à esquerda, director geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), posa para uma foto com o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês Wang Yi ao chegar para uma reunião no Ministério, em Pequim.
Angela Merkel diz que a Alemanha é contra o fecho de fronteiras
Durante o primeiro discurso público da chanceler alemã Angela Merkel sobre o surto, ela alertou para queo fecho de fronteiras não seria suficiente para impedir a propagação do vírus.
Ela disse: "Nós, na Alemanha, em qualquer caso, somos de opinião que o fecho de fronteiras não é uma resposta adequada ao desafio".
"Este é um teste para a nossa solidariedade, o nosso senso comum e cuidado um com o outro. E espero que passemos no teste", disse ela, acrescentando que descartou seguir a liderança da Áustria em proibir visitantes da Itália. Em 18 de Março, a Alemanha fechou as suas fronteiras a todos os viajantes da UE para ajudar a retardar a propagação do vírus no país e reduzir o número de novos surtos.
CONTINUA (se tivermos disponibilidade para traduzir)
A chanceler alemã Angela Merkel participando na reunião semanal do gabinete na chancelaria em Berlim, Alemanha, quarta-feira, 18 de Março de 2020.
* Não, não é mentira do 1º de Abril. Antes fosse *
Esta postagem fica na nossa animada secção TURQUIA.
Agora que o coronavírus e a determinação de gregos e búlgaros travou temporariamente a mais recente onda de invasão da Europa pelo ditador turco Erdogan (membro do grupo terrorista Irmandade Muçulmana, com parceiros como Obama), o esforço de esmagamento do Cristianismo e do Judaísmo não pára.
Imagine o que não seria se cristãos ou judeus desatassem a transformar mesquitas em igrejas e sinagogas...
“O Islão não quer simplesmente conquistar ou destruir as outras
religiões. O seu método, o seu objectivo, é converter tudo ao serviço de Alá. Esta
é a principal missão doIslão; converter o mundo inteiro ao Islão e
ao serviço de Alá, as pessoas e os lugares.”
"É
para eles como estuprar a filha do inimigo na frente dos seus olhos. Não basta
profanar ou usar a igreja. Eles querem convertê-lo ao serviço do Islão.”
Erdogan afirma domínio
muçulmano sobre o Cristianismo: transforma igreja icónica em mesquita activa
Eliyahu
aproximou-se de todas as pessoas e disse: “Quanto tempo vocês continuarão pulando
entre duas opiniões? Se Hashem é Hashem, sigam-nO; e se é Baal, sigam-nO! Mas o
povo não lhe respondeu uma palavra.
I Reis 18:21
Um pequeno evento com enormes
implicações espirituais ocorreu na semana passada: dois homens realizaram o muezzn (a chamada muçulmana à oração)
dentro da Hagia Sophia em Istambul
pela primeira vez desde a queda do Império Otomano.
O jornal pró-governo Yeni Akit informou
em 2 de Março que o adhan (chamada
islâmica para a oração) e os versos do Alcorão Surat Al-Fath e Surat An Nasr
foram recitados por dois imãs na “Grande
Mesquita Hagia Sophia”. "Pela primeira vez na História, o adhan e o Alcorão foram recitados na Hagia Sophia", disse o
jornal, afirmando de maneira errada que a "mesquita Hagia Sophia foi ilegalmente convertida em museu quando
era uma mesquita."
"Será
que o desejo do [sultão otomano] Fatih em relação à Hagia Sophia, será
finalmente cumprido?", pergunta o artigo.
A estrutura actual foi
concluída em 537 EC, por ordem do Imperador Bizantino Justiniano I, na então
chamada Constantinopla, a capital do Império Romano. Foi construída para
substituir uma igreja construída por Constantino, o Grande, que ardeu.
A Hagia Sophia foi a maior igreja do mundo
durante 1.000 anos, até que Constantinopla caiu para os Otomanos em 1453,
marcando a queda do Império Romano e a entrada do Islão na Europa.
A Basílica foi saqueada antes de ser
convertida em mesquita e minaretes foram adicionados. Constantinopla tornou-se a capital do Império Otomano
conquistador.
Com o estabelecimento da República Turca, em 1923, a capital da
Turquia foi transferida para Ancara e o nome original do Império Romano – Constantinopla
- foi oficialmente alterado para o nome turco Istambul.
Como parte das reformas para
modernizar e moderar o extremismo islâmico no país, o primeiro presidente turco
e fundador da República da Turquia, Mustafa Kemal Atatürk, transformou o prédio
em museu em 1935. O uso do complexo como local de culto, mesquita ou igreja,
era estritamente proibido.
Isso mudou sob o governo do presidente
turco Recep Tayyip Erdoğan, ex-presidente do município de Istambul. Em 2006, o governo de Erdogan permitiu que uma
pequena sala no complexo do museu fosse usada como sala de oração para os
funcionários cristãos e muçulmanos do museu. Em 2013, o muezzin foi novamente ouvido nos minaretes da Hagia Sophia e, em 2016, as orações
muçulmanas foram realizadas pela primeira vez em 85 anos.
“É
uma mesquita enorme e, mesmo que não esteja a ser usada dessa maneira hoje, é
assim que o povo turco a vê. Foi originalmente transformada em mesquita para
simbolizar a vitória do Islão sobre o Sacro Império Romano, ou seja, o Cristianismo,
e é assim que a oração islâmica em Hagia Sophia é vista hoje. ”
O
Dr. Kedar observou que é uma prática comum e aceite no Islão converter os
locais sagrados de outras religiões em locais muçulmanos.
Anjem Choudry, um imã paquistanês em Londres, pede abertamente a conversão da Abadia
de Westminster, uma das igrejas mais importantes da Inglaterra, em mesquita.
“A Hagia Sophia foi uma grande vitória para o Islão. O que o Islão fez
com a Hagia Sophia, é que pretende fazer
com todas as igrejas do mundo ”, disse Kedar. “Para os muçulmanos, essa é a
vitória final. O Islão não quer simplesmente conquistar ou destruir as outras
religiões. O seu método, o seu objectivo, é converter tudo ao serviço de Alá. Esta
é a principal missão doIslão; converter o mundo inteiro ao Islão e
ao serviço de Alá, as pessoas e os lugares. ”
"É
para eles como estuprar a filha do inimigo na frente dos seus olhos. Não basta
profanar ou usar a igreja. Eles querem convertê-lo ao serviço do Islão. Em todo
lugar onde o Islão chega, eles transformam as igrejas em mesquitas. ”
A Turquia moderna já foi o Império Otomano que governou grande parte do
mundo por mais de seiscentos anos.Mas,
em termos bíblicos, a Turquia é conhecida como a localização do Monte Ararat, o
local de descanso da arca de Noé.Essa
região foi colonizada pelos descendentes de Gomer, o filho mais velho de Jafé.
Os seus descendentes formaram as nações de Meseque, Tubal, Bete-Toma e Gomer,
todas encontradas no que hoje é a Turquia moderna. Todas essas nações foram
listadas por Ezequiel como parte da aliança Gog e Magog contra Israel.
"Ó mortal, vira o rosto para Gog, da terra de
Magog, o príncipe de Meseque e Tubal. profetiza contra ele ...
Entre eles estarão Pérsia, Núbia e Put, todos com escudo e capacete; Gomer e
todas as suas coortes, Bete-Togarma, nas partes mais remotas do norte e todas
as suas coortes - os muitos povos contigo". Ezequiel 38: 2-6
Como o Dr. Kedar apontou, usurpar os locais sagrados de outras religiões é um
acto digno de louvor no Islão, mas assume um significado mais sinistro na Turquia
quando direccionado ao Cristianismo.
Os cristãos vivem na região que é a Turquia
moderna desde o primeiro século, quando o Cristianismo surgiu com Constantinopla e fizeram da cidade um dos principais centros religiosos.
Mas entre 1894 e 1924, três
ondas de violência varreram o oeste da Ásia, atingindo as minorias cristãs da
região. Antes da violência, os cristãos representavam quase 25% da população.
Em 1924, os arménios, assírios e gregos haviam sido reduzidos para 2%.O número total de vítimas ao longo das três décadas pode ser superior a 1 milhão.Hoje, os cristãos representam menos de 0,5% da população.
Essa perseguição não parou com a queda do Império Otomano.Em 1942, o Estado turco taxou as minorias não muçulmanas com altas taxas.Deportou aqueles que não podiam pagar impostos para campos de trabalhos forçados no leste da Turquia.