domingo, 6 de agosto de 2017

Alemães mais preocupados com o clima do que com o terrorismo



Uma nova sondagem, antes das eleições nacionais em Setembro, mostra que os alemães estão mais preocupados com o futuro estado do meio ambiente do que com temas mais importantes como o terrorismo ou a crise dos refugiados.

    
A sondagem divulgada na terça-feira pelo grupo Kantar Emnid Institute em nome do grupo editorial Funke Mediengruppe, revelou que 71% dos entrevistados disseram que estavam mais preocupados com as mudanças climáticas. Essa preocupação está acima da possibilidade de novas guerras, listada em 65 por cento dos participantes da sondagem, e também acima dos ataques terroristas, listados em 63 por cento.

    
O crime foi notado como uma preocupação por 62 por cento dos 1.000 participantes inquiridos que foram capazes de listar mais de um medo.

    
Menos da metade dos entrevistados (45 por cento) disseram que estavam preocupados com a imigração de refugiados para o país, enquanto a menor preocupação era o desemprego (33 por cento) ....



O "Homem-Novo": o cidadão europeu-modelo!


    O facto de que a maioria dos entrevistados mostrou preocupação com questões de segurança como guerras, crimes e ataques terroristas, pode ter implicações em como as pessoas irão votar em Setembro, acrescentou Schneider-Haase.

    "Os tópicos de segurança desempenham um papel importante. Isso diz respeito à segurança externa, interna e social ", disse Schneider-Haase.
    O analista também observou que, porque a união dos partidos conservadores CDU e CSU é considerada competente na área de segurança, isso torna-a "bem posicionada" para as eleições do Parlamento alemão (Bundestag) em 24 de Setembro. Por conseguinte, a própria Merkel tem uma vantagem sobre o seu desafiador mais sério, o líder do SPD de centro-esquerda Martin Schulz ....




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A lavagem cerebral de massas faz maravilhas. O ambiente é importantíssimo, mas, se a comunidade científica não está certa acerca da influência humana no aquecimento global, a  invasão islâmica, o terrorismo subjacente e a guerra de civilizações que a colonização islâmica acarretará, deveriam ser prioritários.


Mas... assim vai a Alemanha:

1 milhão de empregos nos primeiros seis meses de Trump


A economia americana gerou mais de um milhão de empregos desde que o presidente Donald Trump assumiu o cargo.

Desafiando as expectativas de que a criação de emprego caísse neste ano, a América criou mais de 200 mil empregos em quatro dos seis meses do Trump no cargo. O número total de empregos criados desde o início de Fevereiro é de 1,07 milhões. Em média, a economia criou 179 mil empregos em cada um dos primeiros seis meses da presidência de Trump.

Muitos economistas pensavam que a criação de emprego desaceleraria este ano depois dos empregos que surgiram nos últimos dois anos do governo Obama. A queda do desemprego e o envelhecimento da população deveriam diminuir o crescimento da folha de pagamento mensal para entre 125,00 e 150 mil em média.

A taxa de desemprego caiu para 4,3 por cento, um nível que muitos economistas consideram perto do pleno emprego. Os salários, no entanto, não aumentaram tanto quanto a maioria dos economistas esperaria se a economia estivesse a operar no pleno emprego. Isso sugere que pode haver mais espaço para melhorias.
Via BREITBART
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Nunca um presidente norte-americano esteve sujeito a tanta perseguição e difamação, tanto interna como externa. Os esquerdistas (que aplaudem o regime Venezuelano e a miséria em geral, e que se babavam de adoração pelo islamista Obama, padroeiro da jihad global), redobram a sua fúria e não olham a meios para derrubar Trump. Porque Trump cria riqueza, e não a miséria que eles tanto amam.
Obama tentou criar uma população amorfa, desempregada, dependente de senhas para comer, e votante fiel em quem lhas dá. Os Americanos escolheram a dignidade. E de caminho, como de costume, enquanto são difamados globalmente (a seguir a Israel, o país mais sob escrutínio, porque é, com Israel, o garante da Liberdade) vão, tal como Israel, dando a vida, a vista, os braços, as pernas, para que os habitantes do Mundo Livre possam dormir descansados nas suas camas.
Odiadores, frequentadores do Festival Islâmico de Mértola, esquerdistas em geral, ponham esta no vosso cachimbo do haxixe, e FUMEM-NA:


sábado, 5 de agosto de 2017

Mais um pequeno esfaqueamento em Israel...

Porque mostramos este e não outros? Nem nós sabemos. A Intifacada ataca todos os dias. Mudam-se os tempos, mudam as maneiras de matar judeus, permanece o ódio obsessivo, atávico e irracional, que, como camaleão, muda de cor mas permanece o mesmo.



Há sempre um pretexto. Na Idade Média era porque os judeus recusavam converter-se a outras religiões. Há 100 anos, era porque havia demasiados judeus ricos e  influentes. Hoje, é por tudo isso e porque se os muçulmanos querem exterminar os judeus e anexar Israel (0,02% do mundo muçulmano em área), então, que se faça a vontade aos muçulmanos!
Chatos dos judeus, que não sabem morrer calados. Sempre a armarem-se em vítimas só porque são difamados, acossados e mortos! "Enquanto não se converterem, sofrerão sempre...", diz o zelota, sorrindo, deliciado com o cheiro do sangue judeu, cheio de paz e amor no coração...

Dois canais YouTube com vídeos de atrocidades islâmicas contra judeus, que os media (financiados pela Arábia Saudita & Companhia), omitem:

Israel na Volta a Portugal

  
Roy Goldstein


P.S. - Veja também:

Israel Cycling Academy - uma equipa muito especial


Volta a Portugal na TV. Vai um Roy Goldstein no grupo intermédio. Olha, o jersey dele é azul e  branco e tem uma Estrela de David! Será o campeão de Israel? Ele é o campeão de Israel (daí as cores nacionais) e a equipa é israelita: Israel Cycling Academy.

O equipamento oficial. Os campeões nacionais dos diversos países que alinham nesta formação de Israel levam as cores dos seus países.

O canal You Tube deles é este: Israel Cycling Academy.
Sejam bem-vindos!

Netanyahu e Viktor Orban unidos contra a jihad e o globalismo

Na sequência de:

George Soros - nazi desde pequenino


Netanyahu: "Hungria na vanguarda da luta contra o anti-semitismo"


Viktor Orbán disse aos media reunidos que os governos húngaros anteriores haviam "pecado" quando não conseguiram proteger a população judaica do país durante a Segunda Guerra Mundial, e "deixou claro ao primeiro-ministro Netanyahu que o governo garantirá a minoria judaica e que temos tolerância zero para com o anti-semitismo".

As palavras heróicas de Orban demonstram apreço pela democracia, conhecimento dos verdadeiros amigos e a liderança responsável na protecção dos seus próprios cidadãos contra a política de imigração prejudicial da União Europeia, diante da oposição crítica. 
Orban reconhece o inimigo comum de Israel e do Ocidente: os jihadistas e a ideologia da jihad, que buscam submeter os infiéis e substituir a democracia pela Sharia. Somente em Israel, entre todas as nações do Médio Oriente, todas as religiões e raças gozam de igualdade de oportunidades. 
Robert Spencer


"O primeiro-ministro israelita disse que a Hungria está na vanguarda da luta contra o antisemitismo"
Jack Montgomery, Breitbart, 18 de Julho de 2017:
    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, agradeceu à Hungria por "defender Israel repetidamente" durante uma visita oficial histórica a Budapeste.

    Netanyahu disse sentir-se "honrado por ser o primeiro primeiro-ministro israelita a fazer uma visita oficial à Hungria" numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.

    O primeiro-ministro Viktor Orbán disse aos media que os governos húngaros anteriores haviam "pecado" quando não conseguiram proteger a população judaica do país durante a Segunda Guerra Mundial e "deixou claro ao primeiro-ministro Netanyahu que o governo protegerá a minoria judaica e terá tolerância zero  para com o anti-semitismo".

    Netanyahu agradeceu o líder húngaro pelas suas "palavras importantes" e sugeriu que agora é hora de olhar para o futuro em vez de para o passado.

    "O povo judeu sofreu uma grande tragédia. Nós conseguimos superá-la ... e também o povo da Hungria enfrentou grandes lutas, e superou-as", disse ele.

    "Ambos construímos Estados modernos e vibrantes. Reconhecemos o passado quando aproveitamos o futuro".

    "Eu acho que há um futuro excelente para ambos", acrescentou, num discurso focado nas oportunidades para que os países construam laços culturais e cooperem em tecnologia, inovação e segurança.

    O primeiro-ministro Netanyahu também agradeceu ao primeiro-ministro Orbán pessoalmente pelo apoio constante do seu governo ao Estado judaico no cenário mundial.

    "Eu também quero agradecer, primeiro-ministro, por defender Israel em fóruns internacionais. O senhor tem-no feito uma e outra vez", disse ele.

    "Agradecemos essa posição não só porque o senhor está com Israel, mas também está com a verdade", continuou, aludindo ao "novo anti-semitismo que se expressa no anti-sionismo".

    "De vários modos, a Hungria está na vanguarda dos Estados que se opõem a esta política anti-judaica, e eu agradeço-o. Exprimo a apreciação do meu governo e de muitas pessoas em Israel por isso".

    Os críticos do governo conservador e resolutamente anti-migração em massa do primeiro-ministro Orbán, incluindo altos funcionários da União Euroepia, como o primeiro vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, mancharam o país da Europa Central como "anti-semita" por falar contra as actividades de George Soros, o bilionário e activista das fronteiras abertas.

    O governo húngaro repudiou essas acusações como "cínicas e desonestas", insistindo que a sua disputa com Soros se baseia no facto de que ele está a "desestabilizar governos nos Balcãs, a apoiar inimigos de Israel e a enviar para a Europa centenas de milhares de migrantes não controlados do Médio Oriente e África, alguns dos quais são lar de organizações terroristas "- e não a herança judaica.

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel divulgou uma declaração de apoio em relação às acusações, observando que é importante não "deslegitimar a crítica de George Soros ...".

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

George Soros - nazi desde pequenino *



 Retrato do artista quando jovem.


Recentemente, em vésperas da visita do primeiro-ministro de Israel à Hungria, foram afixados cartazes verberando George Soros (o que está muito bem), mas muita gente entendeu que ele é "o representante dos judeus" (o que está muito mal).
Por duas razões:

1 - "Os judeus" não são um bloco. Não são uma ideologia, uma religião ou um país. São uma família, ou uma tribo. Um pouco como por exemplo os japoneses.
Não existe uma doutrina comum aos judeus (ao contrário do que acontece com os comunistas, os nazis ou os muçulmanos). Os judeus são 0,17% da Humanidade (menos de uma pessoa em cada 2 mil) mas entre eles podemos encontrar uma diversidade de ideias assombrosa - "Onde há dois judeus há três opiniões", diz o provérbio. E nós, portugueses, muitos de nós cristãos-novos, somos também muito assim, graças a Deus...

2 - George Soros, que pelos vistos nasceu judeu, é o inimigo nº 1 de Israel e dos judeus. Militou nas fileiras do Nazismo e é o maior financiador global de organizações anti-semitas e anti-israelitas.

Os cartazes foram vandalizados com frases como "judeu malcheiroso".

O embaixador de Israel na Hungria chamou atenção para a injustiça dessa generalização, o que tem levado a uma chuva de críticas de evidente má-fé e evidente anti-semitismo (apesar de Israel subscrever as críticas Soros): "Olha! Criticar o Soros é ser anti-semita!".

É tão injusto fazer todos os judeus pagarem pelo mau carácter de Soros, como seria injusto fazer pagar todos os britânicos pelo mau carácter de Jack, o Estripador. Ou até todos os alemães pelas maldades de Hitler. Soros participou no Holocausto! É um criminoso que visa em primeiro lugar a destruição de Israel e dos judeus!
Este é apenas um episódio em que Soros é usado para atacar os judeus. Que amarga ironia...

Temos uma secção dedicada a SOROS.  

Não é exaustiva, mas dá a ideia de quão daninho é este indivíduo.

 
George Soros colaboracionista nazi?
Ao longo dos últimos anos, ouvimos bastante o nome de George Soros como o principal patrocinador financeiro de Barack Obama, Hillary Clinton e grupos como Moveon.org, Black Lives Matter, Media Matters e Open Society Foundation. [1] Na política, o dinheiro é poder. É por isso que, numa sociedade livre, é importante que o público tenha acesso à informação não só sobre funcionários "eleitos", mas também sobre os seus apoiantes financeiros nos bastidores. Muitos argumentariam que na verdade são os apoiantes financeiros que detêm o maior poder.

                 George Soros é um homem judeu, nascido em Budapeste, Hungria em 1930. [2] Soros permaneceu no país entre as idades de 9 a 14 anos, sob a ocupação nazi, durante a Segunda Guerra Mundial. Soros conseguiu sobreviver ao Holocausto posando como cristão e ajudando no perseguição e confisco de propriedades judaicas para o regime nazi. [3] Abaixo,  um video de uma entrevista que George Soros deu ao 60 minutos em 1998:


Na entrevista, George Soros discutiu abertamente como, quando era um adolescente nazi, ajudou no confisco de bens do povo judeu. George Soros descreve esses anos formativos como "os momentos mais felizes da minha vida". Isso pode ser visto no vídeo abaixo:


Repetimos:
Israel subscreve as críticas a Soros. O que o embaixador disse é que é injusto culpar Israel pelas más acções do seu maior inimigo!

Os autores deste tipo de artigos difamadores sabem bem que estão de má-fé. A história é perfeitamente clara.
Mas quem odeia não cuida da verdade. E quando se trata de ódio anti-semita, é dos piores. Por isso, não só não publicam refutações, como redobram na manipulação e na mentira. Esquecem-se de que Deus (o Deus de Israel, em que eles declaram crer) está a ver tudo, e a Justiça chegará.


O que de facto se passou (notícia de 7 de Julho, e quem quiser pode conferir em centenas de fontes):
Israel diz que suas críticas à campanha anti-George Soros da Hungria não são uma defesa do homem

JERUSALÉM (JTA) - Uma declaração do enviado de Israel na Hungria, denunciando uma campanha do governo contra o bilionário judeu americano George Soros, aborda o anti-semitismo resultante, não defende Soros, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel.
 
"Israel deplora qualquer expressão de anti-semitismo em qualquer país e encontra-se com comunidades judaicas em todos os lugares para enfrentar este ódio", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, Emmanuel Nachson, em comunicado emitido na noite de domingo, que foi rotulado de "esclarecimento".
"Este foi o único propósito da declaração emitida pelo embaixador de Israel na Hungria. De modo algum, a declaração significava deslegitimar a crítica a George Soros, que mina continuamente os governos democraticamente eleitos de Israel ao financiar organizações que difamam o Estado judeu e procuram negar o direito de este se defender".
Líderes judeus na Hungria dizem que a campanha contra Soros, que terá pedido à Hungria para permitir que os migrantes entrem no país, provocou sentimentos anti-semitas no país.
Os outdoors publicados a nível nacional mostram um sorridente Soros, que nasceu na Hungria, e as palavras "Não permitamos que Soros tenha a última risada". Muitos dos outdoors foram desfigurados com graffiti anti-semitas.

Judeus húngaros pediram ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, que cancele uma visita oficial à Hungria prevista para 18 de Julho, em protesto contra as declarações do primeiro-ministro Viktor Orban em elogio do líder anti-semita húngaro Miklós Horthy e da campanha contra Soros.


Seria a primeira visita do primeiro-ministro israelita desde que a Hungria rejeitou o comunismo em 1989.

Com certas pessoas*, os judeus simplesmente nunca podem estar certos. Se não tivessem dito nada, os mesmos escreveriam: "Quem cala, consente...".
* - (que aceitam os Protocolos dos Sábios de Sião como verdadeiros, e acolhem os louvores a Hitler com um silêncio cúmplice!).

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Muçulmano assassina namorada grávida - queria "matar todos os judeus"

Ora aqui está uma notícia para alegrar o Narciso Machado, a Wadi Shahd, toda a malta do Al-Público, a extrema-esquerda e os neo-nazis...


 Michal Halimi

Um 'palestino' que assassinou violentamente uma mulher israelita grávida, com quem a polícia diz que ele estava envolvido romanticamente, afirmou que se tratou de um acto de terrorismo. 
Um 'palestino', acusado na quarta-feira de assassinar a sua namorada israelita de 29 anos, que estava grávida de oito meses, diz que a matou para "libertar prisioneiros [palestinos]".
A vítima, Michal Halimi, desapareceu no final de Maio.
O suspeito, Mohammed Harouf, 29 anos, um 'palestino' de Siquém (Nablus), foi questionado sobre o seu desaparecimento e depois confessou, após prisão.
A investigação policial revela que o casal se conheceu em Holon, no centro de Israel, o local do assassinato. O corpo foi posteriormente recuperado.


Mohammed Harouf

Harouf admitiu ter cometido o assassínio, estrangulando Halimi e golpeando-lhe a cabeça com pedras. Depois, cobriu o corpo com areia e fugiu no seu carro.
 
Harouf foi levado perante um juiz em Jerusalém na quarta-feira e será indiciado nos próximos dias.

No Tribunal, ele afirmou que "queria matar todos os judeus" e assaltou um dos guardas.
 
A Polícia enfatizou que o assassinato foi criminoso, não politicamente motivado. A alegação de Harouf em contrário é provavelmente uma estratagema para se qualificar para um salário mensal pago pela Autoridade Palestina (PA) a terroristas.
Por: World Israel News

COMENTÁRIO

 Matar judeus é um modo de vida milionário para os "palestinos". VOCÊ paga!

1-  Mais de metade da "ajuda internacional" para os "palestinos" destina-se a pagar prémios aos terroristas que matem judeus. O resto vai para armas e munições para matar judeus e para construir mansões e comprar jactos particulares para os líderes (sobejamente documentado neste blogue).

2 - O assassinato de Halimi é mais um para as longas estatísticas de mulheres que se envolvem em relacionamentos românticos com muçulmanos, para descobrirem que estão numa situação violenta e sufocante:

"Os homens têm autoridade sobre as mulheres porque Alá os fez superiores a elas, e porque eles gastam as suas riquezas para as manter. As boas mulheres são obedientes. Elas tapam o corpo porque Alá o ordena. Quanto àquelas de quem temas desobediência, admoesta-as, expulsa-as do teu leito e bate-lhes." - Alcorão 4:34
Maomé  "bateu-me no peito e causou-me dor e depois disse: Tu achas que Alá e Seu Apóstolo iriam agir injustamente contigo?" - Aisha (Sahih Muslim 2127)


3 - Existe violência contra as Mulheres em todo o Mundo, mas no Islão é obrigatória! O Islão pune as mulheres vítimas de estupro, permite a poligamia e os haréns, a escravatura sexual, o casamento de meninas a partir de  1 ano, pratica a mutilação genital feminina, o espancamento de mulheres, os assassinatos de honra, e todo um cortejo de atrocidades contra as mulheres - até o canibalismo:

Coma a sua Mulher!!!




Por isso, quando ouvimos falar de "muçulmanas feministas", como a senhora Wadi do Bloco de Esquerda, farta-mo-nos de rir.



Quando D. José Policarpo chamou a atenção para o perigo de casamento com muçulmanos, foi o bom e o bonito. Mas ele sabia do que falava.

Visite a nossa secção MULHERES para ter uma pequena ideia.


Árabes apoiam Israel nas redes sociais

Iraquianos declaram apoio a Israel em mensagens nas redes sociais dirigidas ao porta-voz de Netanyahu



Conhecendo a verdade sobre o Médio Oriente, iraquianos expressaram o seu apoio a Israel na luta contra os 'palestinos'.

Por: Ben Cohen /
The Algemeiner

O porta-voz do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu para os media árabes, informou no domingo que recebeu várias mensagens nas redes sociais de cidadãos iraquianos e outros expressando apoio a Israel durante a violenta campanha 'palestina' para acabar com o controle do acesso ao Monte do Templo em Jerusalém. "Recebi muitas mensagens de apoio a Israel vindas de iraquianos que condenam o terrorismo 'palestino' porque eles também sofrem com isso", disse Ofir Gendelman, que representa o gabinete do primeiro-ministro em contactos com os media de língua Árabe.

Israel já retirou os detectores, mas os motins só se intensificaram.

O post de Gendelman foi acompanhado de fotos das mensagens de solidariedade em Árabe com passaportes iraquianos ao lado, como prova de origem:


Solidariedade do Iémen.

Em outro tweet em Árabe, Gendelman expressou os seus "agradecimentos e saudações" aos iraquianos que lhe enviaram mensagens.

Ao longo do quarto de século da ditadura Ba'athista de Saddam Hussein, grupos extremistas 'palestinos' beneficiaram de um rico apoio financeiro e operacional do regime de Bagdad. Os documentos descobertos pelas tropas dos EUA em Bagdad em 2003 demonstraram um amplo apoio ao apoio de Saddam ao terrorismo 'palestino' - incluindo pagamentos às famílias de terroristas suicidas e outros terroristas, como é a política actual da Autoridade Palestina (PA).

Do Iraque.

Nos anos 70 e 80, o Iraque e a sua rival da Síria competiram para apoiar alguns dos mais violentos grupos terroristas 'palestinos' - incluindo a organização Black September, que realizou o massacre de 11 atletas israelitas nas Olimpíadas de Munique de 1972 e o sombrio Conselho Revolucionário 
Fatah, de Abu Nidal, que assassinou seis comensais e feriu mais 22 pessoas num ataque armado a um restaurante kosher em Paris, em 1982.


Do Egipto.
Desde o derrube de Saddam em 2003, muitos iraquianos consideram a comunidade 'palestina' no Iraque como suspeita de apoiar Saddam, bem como as milícias terroristas xiitas, que desconfiam dos 'palestinos' muçulmanos, em grande parte sunitas. De acordo com um comentário de 2015 do jornalista 'palestino' Khaled Abu Toameh sobre o status dos 'palestinos' no mundo árabe, a vontade dos líderes 'palestinos' de aceitarem o apoio dos tiranos árabes simplesmente piorou a situação do seu povo.


De Marrocos.
"Não só os países árabes desprezam os 'palestinos', mas também querem que eles resolvam o problema com Israel sozinhos", escreveu Abu Toameh. "É por isso que, desde 1948, os governos árabes se recusam a permitir que 'palestinos' permaneçam permanentemente nos seus países e se tornem cidadãos iguais".



Também em Espanhol 


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

As MENTIRAS da bloquista Shahd Wadi no Al-Público (hordas islâmicas atacam crianças judias)

Mentira tem perna curta 

- a não ser que seja sobre judeus...


Há 17 anos, a foto de um adolescente judeu a sangrar, depois de ter sido espancado pelos muçulmanos, foi mostrada ao Mundo como sendo uma vítima "palestina" no Monte do Templo.
A estratégia Pallywood continua (clique no logo e visite o site que desmonta as propagandas Wadiescas):

http://www.pallywood.com/

As autoridades políticas e religiosas "palestinas" apelam continuamente ao assassinato de judeus e premeiam os terroristas que o fazem - ver INTIFACADA.
No caso recente, dois polícias drusos foram assassinados e Israel mandou instalar detectores de metais, o que levou a mais israelitas assassinados, como mostrámos em posts recentes.
A senhora Shahd Wadi, "feminista" (!!!) do do Bloco de Esquerda, apoia o terrorismo anti-semita nas páginas do Al-Público. Nada de espantar. Os seus camaradas -  - incluindo o embaixador* - fazem o mesmo na ONU!
 * ver

 

A senhora Wadi, representante dos terroristas da Fatah e do Hamas no Al-Público com a má-fé típica da sua ideologia, omite o terrorismo islâmico contra os israelitas (igual ao que vitima europeus aqui na Europa) e faz referência a "um soldado que atacou uma criança que estava a rezar". 
A senhora Wadi (a Linda Sarsour cá do pedaço) tem a lição bem estudada e evoca "crianças", que é sempre um tema que apela ao sentimento.
Mas as únicas crianças que são atacadas em Israel (e regularmente assassinadas) são as crianças judias, pelos correlegionários terroristas da senhora Wadi, cuja religião promete o paraíso a quem matar judeus e cristãos.
Aqui está um vídeo recente de ataques dos camaradas da senhora Wadi a famílias de judeus, COM CRIANÇAS, no Monte do Templo:


Mas a apoiante do bando terrorista islamista-nazi Hamas diz que foi ao contrário.
A VERDADE, os jornalistas não mostram. Mandam os árabes fingirem que estão a ser atacados, e fotografam - foi agora, no Monte do Templo:

O canal PALESTINA LIVRE tem muitos vídeos que mostram a realidade dos ataques e da matança de judeus pelos terroristas correlegionários da senhora Wadi.
E mostra como são fabricadas as MENTIRAS que ela debita. Aqui, podemos ver a Imprensa a mandar uma velhinha chorar, para depois contar uma estória qualquer inventada a denegrir Israel e os judeus:

 
(O que a Brigada das Mártires da Mesquita do Al-Público se deve divertir a imaginar aldrabices, nas mesas dos bares da moda do Bairro Alto...).
"Ai que o Monte do Templo também é sagrado para o Islão" - Muçulmanos fazem concurso de dança no Monte do Templo:


Os muçulmanos estão-se nas tintas para o Monte do Templo (o local mais sagrado do Judaísmo) e para a mesquita que lá está, a profanar o local. Dantes tinham por lá cabras a pastar. O Monte do Templo é apenas mais um pretexto para destruir Israel.
Aqui, podemos ver a alegria dos jovens muçulmanos (doutrinados na mentira e no ódio desde o berço, como a Wadi Shahd), quando judeus são assassinados:



Apedrejar judeus, passatempo das criancinhas muçulmanas:


Aqui temos um papá "palestino" que manda o filhote abusar sexualmente de uma mulher soldado israelita:

  

Crianças muçulmanas são mandadas pelos pais atacar soldados, enquanto os jornalistas ocidentais esperam por uma reacção para denegrir Israel:

  

Mas festa rija é quando os filhos matam crianças judias:

  

É isto a  senhora Wadi Shahd, apoiante do terrorismo. É isto o Bloco de Esquerda, apoiante do terrorismo.