domingo, 12 de julho de 2015

"ISRAEL, LAND OF CREATION"




A prestigiada revista Travel & Leisure (T&L) - ou Viagens e Lazer, em Português - recomendou Jerusalém, a capital de Israel, como uma das 10 cidades que importa visitar.

Numa lista em que constam Kyoto (Japão) e Barcelona (Espanha), Jerusalém foi classificada por esta publicação de referência como uma das cidades mais "espectaculares" do Mundo. A revista realça o carácter peculiar da cidade, que a distingue das outras metrópoles, bem como o esforço para preservar o património cultural e para valorizar toda a urbe. 

Esta lista é publicada uma vez por ano, e baseia-se nas avaliações de turistas e viajantes profissionais. A T&L comenta também que a atmosfera de espiritualidade da cidade e a sua importância para as três religiões monoteístas, a tornam única.

O conhecido "Muro das Lamentações", ao qual pode aceder em directo, 24 horas por dia, através deste site.
Situada na confluência de três continentes (África, Europa e Ásia), a Terra de Israel e a sua capital eterna testemunharam a passagem de muitos povos e impérios, ao longo de milhares de anos. O património cultural é riquíssimo. Mas a paisagem não o é menos. Israel, tal como Portugal, é pequeno mas diversificado em paisagem, e podemos lá encontrar desertos, vales férteis, metrópoles animadas, uma bela costa, rios, lagos, parques naturais, montanhas, e o que mais queira descobrir.

Quando puder, viaje até Israel. Caso tenha dúvidas, poderá verificar in loco que Israel é um país normal, e não o inferno ("Isra-Hell") que os seus inimigos islamistas, comunistas e nazis, querem fazer querer. Mas não acreditamos que alguém duvide seriamente de que Israel seja um país normal. Mesmo os seus mais assanhados difamadores, sabem que em Israel estão em segurança, que não correm perigo de vida por mostrarem o tornozelo, por terem uma orientação sexual menos comum, por terem a religião ou a opinião política que queiram...

  

(Neste livro, a United With Israel seleccionou os 10 melhores locais de Israel para visitar)

Se vê TV regularmente, já deve ter reparado na campanha publicitária "ISRAEL, LAND OF CREATION" (vale a pena explorar o respectivo canal de youtube e ver os vídeos). 


sábado, 11 de julho de 2015

Irão antecipa a Bomba



Enquanto decorriam as negociações nucleares do grupo P5+1 com a República Islâmica do Irão, milhões de iranianos tomavam hoje as ruas - liderados pelo presidente Rouhani - celebrando o Dia da Morte a Israel. Foram queimadas bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, bem como efígies do presidente Obama e do primeiro-ministro Netanyahu e entoados cânticos de "Morte aos Estados Unidos!" e "Morte a Israel!". As celebrações foram emitidas para todo o país via TV.

ASSINE E DIVULGUE:

www.NoBombForIran.com

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Irão - um ISIS atómico


Enquanto vos escrevemos, vão chegando notícias de um possível acordo final entre o Mundo Livre (cada vez menos livre, graças a Obama y sus muchachos) e a República Islâmica do Irão. Pessoas legalmente adultas e com direito de voto, vão defendendo que "o Irão deve ter os mesmos direitos que os outros países". É a opinião da Dona Lurdes da mercearia, a do Secretário de Estado John Kerry, a do ditador psicopata Kim Jong da Coreia do Norte, a do grupo terrorista Hezbollah, a do camarada Jerónimo de Sousa, a do abade Louçã, etc., etc..

O gabinete do Primeiro-Ministro de Israel - o único país livre e democrático do Médio-Oriente, que o Irão anuncia diariamente querer destruir por completo - pergunta aos defensores do Irão nuclear:

DARIAM A BOMBA ATÓMICA AO ISIS?

É que a única diferença entre o ISIS e o Irão, é que este último é muito maior e muito mais poderoso. No resto, na ânsia de destruir o Ocidente e os «infiéis» por todos os meios, são iguaizinhos!

 


AJUDE A PARAR O IRÃO

  Se ainda não o fez, CLIQUE AQUI e assine a PETIÇÃO PARA PARAR O IRÃO

P.S. - Hoje mesmo, no Dia Anual de «Morte a Israel», entre queimas de bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, e hordas fanáticas em delírio de ódio, a Guarda Revolucionária do Irão reafirmou que a prioridade nº1 do Mundo Islâmico é a destruição de Israel.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Ser judeu em Londres - uma experiência


Hoje em dia são comuns experiências sociológicas como esta. Os autores criam situações como por exemplo "grávida num transporte público", ou "atrito racial entre africano e caucasiano", e testam a reacção do público. Os vídeos são publicados em sites como o famoso youtube. Neste caso, a situação é "anti-semita ataca judeu", e passa-se em Londres. 

É notório que a presença massiva de muçulmanos na Europa fez crescer o anti-semitismo. É palpável também que o Nazismo volta a levantar a cabeça (veja-se por exemplo as actividades do tenebroso movimento BDS/Boicote, Desinvestimento e Sanções). Os próprios cidadãos comuns, que não professam ideologias anti-semitas, são permanentemente bombardeados por uma Imprensa que maioritariamente o é.

Neste caso podemos ver que a proverbial inclinação britânica para tomar o partido do mais fraco, continua de boa saúde. Apesar do porte imponente do atacante, houve quem tomasse a defesa do alvo do "ódio":


Só é pena que este louvável traço civilizacional britânico e judaico-cristão seja tantas vezes manipulado - nomeadamente para suscitar a simpatia pelos terroristas que atacam Israel, sob a alegação de que estes estão menos bem equipados que o Exército israelita...

Fica a atitude nobre destas pessoas, que parece demonstrar que nós, europeus, ainda não estamos todos embrutecidos.

A Casa e a Cozinha de Golda Meir



Esta casa, situada no nº 46 da Rua Ben Maimon em Jerusalém, foi a primeira residência oficial do Primeiro-Ministro do Estado de Israel após a restauração da independência.
Entre 1949 e 1974, três detentores do cargo residiram aqui - David Ben-Gurion, Levi Eshkol e Golda Meir

Estas paredes testemunharam os êxitos e os fracassos do primeiro quarto de século do Estado de Israel. Se compararmos a aparência desta residência oficial com a Casa Branca, o Kremlin, o Palácio da Alvorada ou o nosso Palácio de S. Bento, ficaremos surpreendidos com a sua modéstia. Durante os primeiros anos de vida do moderno Estado de Israel, as dificuldades financeiras eram enormes. Mas os lideres também primavam pela modéstia, e as habitações eram a condizer.

Como é do conhecimento geral, Israel foi dos primeiros países do mundo a ter uma mulher no cargo de Primeira-Ministra. Durante o seu mandato, a lendária Golda Meir reunia os membros mais próximos do Governo na sua cozinha, preparava-lhes café e bolos, e assim de discutiam assuntos de Estado.

Mas modéstia não significa forçosamente falta de qualidade. E os olhares conhecedores reconhecerão no estilo da habitação a marca da Bauhaus, a famosa escola de Artes alemã. Arquitectos judeus alemães que fugiram da perseguição nazi trouxeram para Israel a sua visão particular, que conciliava o modernismo e o classicismo.   Benjamin Chaikene assinou este edifício. E Richard Kaufman o bairro circundante. Procuravam uma síntese entre antigo e moderno, e conciliaram as grandes superfícies despojadas de ornamentação com elementos Romanos e Bizantinos.

Em 5 de Dezembro de 1949, Ben Gurion declarou Jerusalém como capital eterna do povo Judeu, e o Governo mudou-se de Tel Aviv para Jerusalém.

Em 1974, quando Yitzchak Rabin foi eleito Primeiro-Ministro, a esposa Leah visitou a casa e achou-a já em más condições, pelo que o casal requisitou outra residência. A casa atribuída situa-se mesma rua, e é onde vive hoje Benjamin Netanyahu e a família.

Discute-se hoje o que fazer com a casa. Tudo indica que a opção seja um edifício de apartamentos, com um traçado que homenageie a construção original.


- Baseado num artigo de Moshe Rothchild, guia turístico em Israel.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Boko-Haram continua a atacar cristãos e muçulmanos anti-jihad


O Boko-Haram está a realizar um genocídio em África
Dia 19 de Ramadão - 194 ataques terroristas. 35 ataques bombistas suicidas. 1899 mortos. 2410 feridos
(Contabilizado pelo site The Religion of Peace/A Religião da Paz)

Que desgraça destacar? Destacamos esta, do 19º dia do Ramadão, que teve a particularidade de atingir muçulmanos:
Em Jos, no Quénia, o clérigo muçulmano Sani Yahaya, da organização Jama'atu Izalatul Bidi, instava os fiéis à convivência pacífica com as outras religiões. A objecção do bando terrorista Boko-Haram fez-se sentir sob a forma de duas bombas que deixaram 44 mortos e 67 feridos.
Potiskum, Quénia: Uma das igrejas atingidas ontem por bombistas suicidas. 
Também ontem, o Boko-Haram (a filial do ISIS em África, os tais do 'BRING BACK OUR GIRLS') regressou às aldeias que atacara três dias antes, matou 9 pessoas e incendiou 32 igrejas e cerca de 300 casas de cristãos.  
Os aldeões mataram 3 terroristas (esperemos que a ONU não emita uma condenação...).
Não está contabilizado o número de pessoas assasinadas por mulheres bombistas suicidas leais ao Boko-Haram na aldeia de Zabarmari, este sábado à noite.

Zabarmari, Quénia: As bombistas suicidas mataram número indeterminado de pessoas.

Só na passada semana, o Boko-Haram matou mais de 200 inocentes no Quénia.Os jihadistas abateram cristãos a tiro antes das orações do crepúsculo do Ramadão, alvejaram mulheres em suas casas, arrancaram homens e rapazes da cama e assassinaram-nos a coberto da noite. Uma das bombistas suicidas fez-se explodir numa mesquita, matando 12 fiéis.
O Daily Mail é dos jornais ocidentais que falam desta tragédia.

Lembramos que entre 2006 e 2015, a ONU emitiu 57 condenações contra Israel (por se defender de monstros como estes). No mesmo período, os monstros do Boko-Haram foram condenados pela ONU... NEM UMA VEZ! 


 Imagens dos ataques de ontem:


Imagens dos ataques das bombistas suicidas: 

 
Esta menina foi dada pelo pai ao Boko-Haram para se fazer explodir.  Conseguiu escapar:

  
O nome Boko-Haram significa "A educação ocidental é pecado". Consequentemente (enquanto mandam meninas explodir-se) é frequente atacarem escolas e chacinarem estudantes. Este foi um dos massacres de que falámos - eram estudantes de Agricultura:


Documentário sobre a Nigéria debaixo do flagelo jihadista:

 

Palmira ontem e hoje



 Palmira ontem

(Desde há algum tempo que deixámos de vos trazer notícias da jihad global. É frustrante. É doloroso ver tanto sofrimento de um lado, e tanta indiferença do outro - um lado são as vítimas dos jihadistas, e o outro são as futuras vítimas dos jihadistas, que somos todos NÓS!).

Talvez aqui em Lisboa o nome da cidade de Palmira, na Síria, evoque apenas um nome feminino que já foi popular em Portugal. Talvez as imagens dos corpos de crianças, mulheres, homens, velhinhos, decapitados, entre rios de sangue, nas ruas de Palmira, não impressionem mais que os filmes do Stallone. Talvez os sofisticados metidos a intelectualeiros se deitem até a teorizar que são a CIA, a Mossad ou os lagartos extra-terrestres do Centro da Terra os responsáveis.

Hoje veio a público mais um vídeo de execuções colectivas no anfiteatro Romano de Palmira.  Perante numerosa assistência, desenrola-se o ritual diabólico da execução de 25 desgraçados. Os carrascos são crianças. 

Com algum trabalho consegue encontrar-se o vídeo não censurado. Nós dispensamos. Esta é uma versão resumida e suave. Se procurar pelas palavras-chave "ISIS child jihadis executing 25 captives Roman amphitheater in Palmyra" encontra várias versões, no youtube e congéneres. 



 Palmira hoje

Lembramos que entre 2006 e 2015, a ONU emitiu 57 condenações contra Israel (por se defender de monstros como estes). No mesmo período, os monstros do ISIS foram condenados pela ONU... UMA VEZ! 

domingo, 5 de julho de 2015

Contar estrelas faz verrugas



A minha geração ainda teve a fortuna de brincar na rua, sem medo de carros, raptores ou assassinos. Mas com medo de apontar para as estrelas. 

Contar estrelas ao anoitecer era uma diversão inocente a que os adultos, ou os amigos mais velhos, punham fim energicamente, anunciando que os dedos ficariam cobertos de verrugas. A punição suplementar era que cada estrela contada significaria um ano de atraso no casamento.

Se todas as superstições têm uma origem, esta também não foge à regra. E crê-se que a origem tem a ver com o Judaísmo e a população judaica portuguesa e brasileira. 

Como é sabido, no século XV os judeus sofreram duras perseguições na Península Ibérica. Os que optaram pela conversão forçada, passariam a ser conhecidos como cristãos-novos, designação que os mantinha sob vigilância popular e cercados de desconfiança. Nesses tempos em que os relógios não abundavam, o término do Shabbat (o Sábado, dia sagrado do Judaísmo) era assinalado pelo aparecimento das primeiras estrelas no firmamento. 

As crianças judias seriam mais entusiásticas na busca das primeiras três estrelinhas, e os pais, naturalmente, não queriam dar motivo a que se suspeitasse que havia na família resíduos de Judaísmo. 

Os não-judeus, por uma questão de sobrevivência (eles mesmos poderiam cair na alçada da Inquisição) cultivaram uma prática antissemita que se mantém até hoje. Ou conscientemente, pela aversão aos judeus, ou inconscientemente, nomeadamente no vocabulário - um menino "rabino" (que insiste em contar as estrelas sem medo das verrugas) é uma criança traquinas, que é comparada a um rabino (um professor, um mestre de Judaísmo).

Engraçado é que, nesta época em que a Internet teoricamente acabou com a possibilidade de não se saber alguma coisa, o debate prossegue - Será que contar estrelas faz verrugas?... 

Das muitas respostas hilariantes (sem ofensa) que encontrámos na Internet, destacamos esta, pelo seu cunho "científico":


Explico:
Quando apontamos o dedo para alguma estrela, a ponta do dedo normalmente é coberta por uma fina camada de sereno.... Este sereno pode estar contaminado com alguma substancia tóxica ou bactérias.
Criando assim a famosa verruga na ponta do dedo.
qualquer dúvida, pode perguntar!
Do Yahoo! Respostas

Os 'palestinos' têm que parar de matar judeus


Neste vídeo, o ex-director da CIA James Woolsey explica as tácticas usadas pelo Hamas, que causam o máximo de mortes de 'palestinos', incluindo crianças. O que é necessário para a paz? "Os palestinos têm que parar de matar judeus".

Woolsey explica repetidamente a este entrevistador
(anti-israelita tendencioso) como o Hamas opera, usando civis 'palestinos' inocentes como escudos humanos, com a intenção de inflacionar as suas próprias baixas, enquanto dispara contra civis israelitas.

As tácticas terroristas do Hamas resultam num número aparentemente desproporcional de mortes no lado palestino. E é exactamente isso que eles querem ...

 

A paciência de James Woolsey para com este entrevistador furiosamente idiota fez-nos lembrar a da Embaixadora de Israel em Portugal, numa entrevista a uma TV portuguesa, há cerca de 1 ano.
Tzipora  Rimon explica exactamente o que se pode ver neste vídeo, e o jovem jornaleiro dava saltos na cadeira e guinchava: "Mas mesmo com escudos humanos! Mas mesmo com escudos humanos".

sábado, 4 de julho de 2015

Pai de vítima do terrorismo canta para o filho pela última vez



O pai de Malechi Rosenfeld, de 26 anos de idade, que foi fatalmente ferido num ataque terrorista, cantou uma canção de despedida de seu filho no funeral.
 O pai de Malechi Rosenfeld, de 26 anos de idade, que foi fatalmente ferido num ataque terrorista, cantou uma canção de despedida de seu filho no funeral.

    Eliezer Rosenfeld descreveu seu filho como um jovem extrovertido e sensato, que "estava a encontrar-se".

    Como parte do elogio ao seu filho, Eliezer cantou uma canção declarando a sua fé em Deus. Enquanto os outros enlutados choravam, instou-os a juntarem-se a ele e cantarem também as palavras: "Mesmo quando as coisas mais duras te acontecem, Ele está contigo, Ele está - e vai ficar sempre contigo, Vamos ficar com D'us."
Via United With Israel

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Malachi sucumbiu! Não sucumbamos!



 Malachi Rosenfeld
Malachi Rosenfeld, a vítima mais recente do terrorismo islâmico-palestinianista em Israel, acabou por sucumbir aos ferimentos.  O IDF, por seu lado, continua a fazer o possível para combater a onda de atentados terroristas típicos do período do Ramadão, o mês "sagrado" do Islão, durante o qual os islamistas matam ainda mais que no resto do ano.

Malachi Rosenfeld, de 26 anos, e três outros israelitas que voltavam para casa após um jogo de basquetebol, foram atingidos a tiro por terroristas "palestinos" próximo de Shiloh.
Em 11 dias de Ramadão, os islamistas tinham já levado a cabo 11 ataques terroristas em Israel. Não temos disponibilidade para vos dar-mos as notícias. Falamos de um aqui, de outro ali.

ONDE ESTÁ A CONDENAÇÃO INTERNACIONAL? 
A Imprensa ignora por completo. A ONU, e todas essas instituições sempre de faca afiada contra Israel (sem motivo algum!) não condenam, ignoram e riem-se à socapa.

Onde estão os Pacifistas de trazer por casa quando os judeus são massacrados? A celebrar, decerto!
RAMADÃO - MATANÇA GLOBAL
No 16º dia do Ramadão, a nível global e do pouco que se sabe, registaram-se 160 ataques terroristas, 27 ataques bombistas suicidas, 1567 mortos e 1948 feridos.
Os dados são do site The Religion of Peace (A Religião da Paz), e não incluem a tortura, o estupro, o tráfico de pessoas (inclusive de crianças para escravatura sexual), a extracção de órgãos (com os infiéis ainda vivos), o canibalismo, etc., etc..
Colonos árabes atacam a Polícia israelita em Jerusalém. Estes ataques são incentivados e pagos por heróis do Ocidente, tais como Mammoud Abbas.
A generalidade da Imprensa consegue de tal modo adormecer a opinião pública, que pouca gente tem consciência do que se passa.
AUMENTO DO TERRORISMO DOS COLONOS ISLAMISTAS
Yoram Cohen (esq.), que chefia o Shin Bet (a agência de segurança de Israel), declarou esta terça-feira que desde 2012 tem havido um aumento anual de 50% no volume de ataques terroristas, com 683 ataques em 2012 e 1,834 em 2014. 
Os israelitas ainda não perceberam que têm que repatriar os colonos todos. Afinal de contas, e ainda que nenhum mal tenham feito, os judeus fugiram, foram expulsos ou chacinados na generalidade dos países islâmicos!
A DOUTRINAÇÃO DAS NOVAS GERAÇÕES

Nas "escolas" islãmicas que o Ocidente financia em Israel, a disciplina única é terrorismo, bombismo suicida e ódio aos judeus. Neste vídeo, transmitido na TV da "Autoridade 'Palestina'", uma crianças recita um poema que descreve os judeus como "macacos bárbaros, a mais vil das criações", etc.:

O resultado imediato é o que este vídeo documenta. Uma vida exclusivamente dedicada a um objectivo: matar judeus!

Mais tarde, meninas como esta crescem e tornam-se monstros assassinos, como a diabólica Ahlam Tamimi, que neste famoso vídeo se delicia por ter assassinado mais meninos judeus do que pensava:

 
São estas as heroínas do Bloco de Esquerda, do Partido Comunista, de grande parte da esquerda Ocidental. mais dos nazis, que andam aí, mais ou menos disfarçados.

ASSINE A PETIÇÃO 
Malachi Rosenfeld sucumbiu aos tiros. Não deixe que o Bem sucumba! FAÇA A SUA PARTE!


Os terroristas da Autoridade "Palestina" e do Hamas podem ser parados. Assine a petição para que os Estados Unidos e a União Europeia deixem de financiar estes assassinos!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

MAS!!!.. MAS!!!... MAS!!!... - Conclusão

 Conclusão de

MAS!!!.. MAS!!!... MAS!!!... - 1 

MAS!!!.. MAS!!!... MAS!!!... - 2


Quando se condena um país por este se defender do extermínio, e ainda por cima por fazer todo o possível por evitar vítimas civis, só podemos estar mesmo no Fim dos Tempos!
O Exército de Israel está a ser acusado de ter sido demasiado cuidadoso ao evitar baixas civis  
O IDF (Forças de Defesa de Israel) está a ser criticado por especialistas militares internacionais, devido aos seus esforços na protecção de civis, um "precedente perigoso", que outros Exércitos não podem atingir.
Operação Protecção-Limite - VITÓRIA, graças a Deus! Não tivesse sido o terrorista da Casa Branca e Israel tinha destruído completamente o Hamas.
Especialistas afirmam que os cuidados do IDF estabelecem precedente perigoso



O IDF foi mesmo criticado pelo seu excesso de sensibilidade. Stern, no artigo, cita Wolff von Heintschel Heinegg, especialista em Direito Militar distinguido a nível europeu pela Universidade Viadrina em Frankfurt, como tendo dito que o IDF tem "muito mais precauções do que as que são necessários (...) e está a estabelecer um precedente que não é razoável para os outros países democráticos do Mundo, que podem também  estar a lutar em guerras assimétricas contra actores não-estatais brutais que abusam dessas leis."


Michael Schmitt, Director do Centro de Stockton para o Estudo de Direito Internacional do Naval War College dos Estados Unidos, concorda que o IDF está a criar um precedente perigoso que pode prejudicar o Ocidente na sua luta contra o terrorismo.
"As precauções do IDF vão muito para além do que a Lei exige, mas também vão às vezes além do que seria razoável em outros teatros de operações, noutros lugares do Mundo", alertou. "As pessoas vão começar a pensar que os Estados Unidos e outras democracias ocidentais devem seguir os mesmos exemplos em diferentes tipos de conflito. Isso é um risco real", disse Schmitt.


Israel podia ter tido menos baixas se tivesse tido menos cuidados com o inimigo - As crianças, usadas pelos terroristas como isco, pediam ajuda. Maton Gotlib pôs de imediato a sua vida em risco para resgatar as crianças, filhas dos seus inimigos mortais. Foi assassinado.

Stern, em seguida, cita um relatório do Instituto Judaico para Assuntos de Segurança Nacional (JINSA), que analisou a conduta de Israel no conflito do Verão passado. O relatório observou que "contrariamente às acusações de conduta militar ilegal generalizada, observou-se que Israel sistematicamente aplicou as  regras de conduta estabelecidas que aderiram ou ultrapassaram a Lei de Conflito Armado (LOAC), num esforço sem precedentes para evitar infligir baixas civis, mesmo quando fazê-lo teria sido legalmente permitido, e para satisfazer as preocupações dos críticos. No entanto, é a conclusão desta 'task-force' que a contenção militar de Israel involuntariamente permite ao Hamas distorcer tanto a Lei como os factos, para os seus próprios propósitos, em detrimento final de segurança dos civis, pela qual o Hamas é o único responsável ".

 

Uma amostra de 60 segundos sobre como o Hamas usa escudos humanos. Se procurar no youtube por how hamas uses human shields (como o hamas usa escudos humanos), encontra muito mais.
A utilização que o Hamas faz da sua da população civil como escudos humanos tem sido bem documentada e criticada pela Amnistia Internacional: "O manual do Hamas manda matar os seus próprios civis, enquanto que o manual do IDF vai ao extremo - que alguns dizem ser inadequado - de tudo fazer para proteger as vidas inocentes durante a guerra", afirma o artigo.

A Magen David Adom tratou centenas de feridos durante a ofensiva do Hamas no Verão de 2014.
Algumas pessoas "acusam" Israel de ter poucas baixas durante a guerra do último Verão. Uma das razões é que Israel protege os seus civis (e os do inimigo), ao passo que o Hamas tenta ao máximo ter baixas! 

Leia ou releia, sff:

Comparar baixas é MANIPULAÇÃO

O Exército Mais Moral na História da Guerra



Ebook: 'Israel Defense Forces 24/7'

Por terra, mar e ar, os bravos soldados do IDF protegem os cidadãos de Israel contra qualquer perigo. Veja como é o IDF por dentro, neste ebook gratuito da United with Israel:


quarta-feira, 1 de julho de 2015

MAS!!!.. MAS!!!... MAS!!!... - 2

Continuação de

MAS!!!.. MAS!!!... MAS!!!... - 1 

 

O Exército de Israel está a ser acusado de ter sido demasiado cuidadoso ao evitar baixas civis   

O IDF (Forças de Defesa de Israel) está a ser criticado por especialistas militares internacionais, devido aos seus esforços na protecção de civis, um "precedente perigoso", que outros Exércitos não podem atingir. 


Soldados das Forças de Defesa de Israel operando na fronteira com Gaza.
(CONTINUAÇÃO) 
O comando do IDF foi ultra-sensível no planeamento e execução da campanha em Gaza, e, "embora a maioria dos ataques tenham sido realizados sem danos a pessoas inocentes, os comandantes de campo do IDF vetaram diversos raides sobre Gaza, apesar das múltiplas precauções para evitar baixas civis."
Os terroristas do Hamas instalam as suas bases de lançamento de mísseis, armazéns de munições e centros de operações, em edifícios civis. Depois obrigam a população a servir de escudos humanos, esperando ter o máximo de mortos para mostrar ao Mundo. Dentro dos círculos encarnados, podemos ver crianças.

"Não há simetria na lei internacional", afirma o tenente-coronel Robert Noyfield, advogado da DABLA [acrónimo hebraico para a divisão de Direito Internacional do IDF]. "Fazemo-lo por obrigação moral; fazemo-lo por nós mesmos. Nós somos um país democrático que cumpre as regras de um Estado de Direito. Ao fazer isto, é claro que esperamos também evitar críticas por parte da comunidade internacional. Como podemos ser criticados cumprimos a Lei?".
(CONTINUA)

Este vídeo do IDF mostra os ataques do Hamas contra a população civil de Israel a partir de edifícios civis. E explica a estratégia dos escudos humanos. A Imprensa global (poderosa cúmplice dos islamistas) omite tudo menos os edifícios de Gaza destruídos. O espectador incauto pensa que foi Israel que atacou, e que atacou civis. O estratagema resulta!

O terrorista Abu Bilal al Ja a'beer, destacado líder do Hamas, confessa orgulhosamente que usa escudos humanos:

AJUDE A PARAR O IRÃO

A Imprensa esconde quanto pode, mas o Irão anda há anos a ameaçar destruir Israel. Sob os aplausos dos fanáticos xiitas, os aiatolas estão a fazer todos os possíveis para que seja a seita muçulmana xiita a apagar Israel do mapa e a matar os judeus. Este vídeo mostra o que podemos esperar de um Irão nuclear:


Na nossa secção IRÃO temos escrito alguma coisa sobre mais esta ameaça que paira sobre Israel.
A administração Obama quer a todo o custo um Irão nuclear. A comunidade internacional fecha os olhos, está disposta a sacrificar Israel, para "apaziguar" o Irão. Israel, por seu lado, não está disposto a suicidar-se.
A guerra está iminente, mas VOCÊ pode dar uma ajudar a evitá-la. Eis como:
1. Se ainda não o fez, CLIQUE AQUI e assine a PETIÇÃO PARA PARAR O IRÃO.
2. CLIQUE AQUI PARA PARTILHAR esta iniciativa com os seus contactos.
3. Veja o vídeo, e junte-se a nós orando pela Paz.

 
Um Irão nuclear é uma ameaça global.

Meio milhão de barcos por ano para Gaza!

    "O melhor revolucionário é o jovem desprovido de qualquer moral".
 Lenine



No post anterior falámos da mais recente traquinice estival dos hippies que resolveram ir a Gaza "levar ajuda humanitária", material para o fabrico de rockets, e mais o que escapou...

Obviamente que o que move estes hippies não é qualquer tipo de preocupação com os habitantes de Gaza. Se tivessem tal preocupação dedicar-se-iam a denunciar a ditadura terrorista do Hamas, que não poupa nem o seu próprio povo, como temos repetidamente mostrado (ver por exemplo os marcadores GAZA e HAMAS).

Uma das acções mais repugnantes do Hamas é precisamente executar as crianças que constroem os túneis de terrorismo... que usam para assassinar as crianças israelitas. Sobre o assunto, pode ler ou reler este post

Se nos conseguirem ouvir por detrás da espessa cortina de fumo de cannabis, pilosidades exacerbadas, patchouli e "A Internacional" em loop dentro dos seus cérebros, os Gazistas podem tentar compreender a mais elementar aritmética, na continuação do artigo que traduzimos no post anterior.

Na imagem: o Anders, o Bjorn, a Annika e a Agnetha, todos contentes por terem "cenas" para contar aos camaradas, e para irritarem os pápis.
A ajuda israelita anual a Gaza equivale a 500.000 barcos cheios

Numa nota mais grave, o Primeiro-Ministro de Israel continuou: "Aqui em Israel estamos diante de uma realidade em que organizações terroristas como o Hamas tentam matar civis inocentes. Defendemos os nossos cidadãos contra essas tentativas, em conformidade com o Direito Internacional."
Camiões que transportam ajuda humanitária de Israel a Gaza. (Abed Rahim Khatib / Flash90)
"Apesar disso", acrescentou, "Israel transporta bens e ajuda humanitária para a Faixa de Gaza - até 800 camiões por dia. No ano passado, permitimos a entrada de mais de 1,6 milhões de toneladas de produtos, uma média de uma tonelada por pessoa na Faixa de Gaza. A propósito: esses fornecimentos são equivalentes a 500 mil barcos como aqueles em que vocês hoje vieram...".
"Não permitiremos que as organizações terroristas continuem a transferir armas para a Faixa de Gaza pelo mar. Há apenas um ano, frustrámos uma tentativa de contrabandear centenas de armas para a Faixa de Gaza por navio. Essas armas destinavam-se a atacar civis israelitas inocentes".
Algumas das armas enviadas pelo Irão por mar e apreendidas pela Marinha de Israel (foto IDF).

Apesar de a ONU ter deliberado que o bloqueio articulado a Gaza, por parte de Israel e do Egipto é legal perante a Lei Internacional, Israel enfrenta tentativas periódicas de violação do bloqueio por
auto-intitulados
activistas de direitos humanos.
O mais famoso destes incidentes ocorreu em 2010, quando os passageiros do navio  turco Mavi Marmara emboscaram os soldados israelitas que interceptaram o barco. O IDF encontrou armas a bordo do navio, e o relatório das Nações Unidas sobre o incidente observou "sérias questões sobre a conduta e verdadeira natureza e objectivos dos organizadores da flotilha, particularmente IHH" - uma organização islâmica que tem sido acusada de manter laços com a Irmandade Muçulmana e a al-Qaeda.
Por: Sara Abramowicz, United With Israel

- Independentemente de todas outras considerações igualmente relevantes, sublinhamos que Gaza faz fronteira com Israel e com o Egipto, e que o bloqueio é feito pelos dois países. O Egipto não usa de paninhos quentes e trata de demolir bairros inteiros em Gaza, para eliminar os túneis de terrorismo. Mas as acções de "indignação" só se verificam contra Israel.


- Estes jovens, doentes do tédio da fartura e da vida fácil, podem fazer em Israel tudo aquilo a que estão habituados, porque Israel é um país livre e democrático como qualquer país do Mundo Livre. Em Gaza, seriam sumariamente executados se ousassem consumir drogas ou álcool, ouvir música, exercer qualquer tipo de liberdade sexual, andar de perna ou seio à mostra, protestar contra o Poder, ser homossexual, etc., etc.. Mas é mais confortável afrontar quem sabemos que não nos vai tocar nem num cabelo.

- Claro que há quem apoie o Hamas de boa-fé. Era o caso desta australiana, até ver com os seus olhos a ditadura terrorista islâmica que governa Gaza, e que não poupa nem as próprias crianças: