segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Aliança Vaticano-Islão



Se não está a par das peculiaridades do actual Papa, aconselhamos o vídeo acima, e a nossa secção Papa Francisco
Confirmes, não creia em nós. Ouça o que mais John Paul Watson tem para dizer sobre o actual Papa (nomeado Defensor do Islão e admirador assumido do ISIS, que compara aos Apóstolos), e pense por si.

-----------------------------------
Erdogan e o Papa formam Aliança anti-Trump para controlar Jerusalém 
Breaking Israel News - as notícias sob a perspectiva Bíblica (hiperligações no artigo original).
A recente reunião entre o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan e o Papa Francisco pode ter graves implicações para Jerusalém, já que ambos os líderes parecem estar a construir uma agenda com base na sua oposição conjunta ao reconhecimento do presidente dos EUA, Donald Trump, da cidade como a capital de Israel.
A reunião, que aconteceu no Vaticano, foi significativa na medida em que foi a primeira visita de um chefe de Estado turco desde que as relações diplomáticas entre o Vaticano e a Turquia foram estabelecidas em 1960.
Um comunicado divulgado pelo Vaticano diz que ambos os líderes também usaram a ocasião para "discutir o estatuto de Jerusalém, destacando a necessidade de promover a paz e a estabilidade na região (Médio Oriente) através do diálogo e da negociação, no respeito dos direitos humanos e do direito internacional".


Curdos protestaram perto do Vaticano,  enquanto o Papa recebia o responsável pelo genocídio deste povo.

Tanto Erdogan como o Papa Francisco se opõem à decisão do presidente dos E.U.A. Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. Erdogan respondeu à iniciativa de Trump pedindo uma reunião de emergência da Organização de Cooperação Islâmica. A cimeira, realizada em Istambul, declarou "Jerusalém Oriental como a capital do Estado da Palestina" e exortou "todos os países a reconhecerem o Estado da Palestina e Jerusalém Oriental como sua capital ocupada".


Na corrida islâmica para re-estabelecer o Califado Global, interrompido há menos de um século, os turcos depositam grandes esperanças de que Erdogan reerga o Império Otomano.

A Organização de Cooperação Islâmica também declarou a decisão de Trump "nula e sem efeito legal" e "uma ameaça deliberada a todos os esforços de paz" que dará um ímpeto ao "extremismo e ao terrorismo".
Erdogan, que falou por telefone com o Papa nessa ocasião, expressando as suas preocupações sobre Jerusalém, exortou o Vaticano na reunião da passada segunda-feira  a ajudar a Turquia e o mundo muçulmano a "preservar o estatuto de Jerusalém".
"Precisamos de trabalhar juntos para preservar o estatuto de Jerusalém", disse Erdogan ao Papa Francisco. "As mensagens que transmitirá ao mundo católico sobre este assunto são importantes", disse Erdogan, enfatizando que ambos os líderes concordaram em continuar os esforços conjuntos.


Se o Papa Francisco admira Maomé e o ISIS, o ditador Erdogan admira abertamente Hitler. E age em conformidade:

 

Actualmente, a Turquia ocupa a presidência da Organização de Cooperação Islâmica (OIC), uma coligação de 57 Estados muçulmanos. O islamismo é actualmente a segunda maior religião do mundo com 1,6 biliões de seguidores, e uma aliança com o catolicismo, que tem 1,2 bilião de adeptos em todo o mundo, pode vir a exercer uma força formidável para promover uma agenda anti-israelita sobre Jerusalém.
Além disso, embora o Vaticano tenha uma influência enorme internacionalmente, não tem forças armadas. Essa deficiência poderia ser compensada por uma aliança com a Turquia, que tem o maior poderio militar da região.


"Islão não é terrorismo" - dizem Erdogan e o Papa Francisco, enquanto os cristãos estão a ser alvo de um Holocausto que ameaça suplantar o dos judeus sob o nazismo.

Prolífico autor e educador sobre o Fim dos Tempos, o rabino Pinchas Winston observou que uma aliança entre catolicismo e islamismo estava predita, como um passo essencial no processo de Mashiach (Messias).
O rabino Winston referenciou uma obra que detalha o processo da redenção messiânica, chamado Kol Hatur (Grito da Rola). Foi escrita no século 18 por Hillel Rivlin de Shklov, um discípulo próximo do rabino Elijah ben Solomon Zalman, o rabino principal dessa geração, conhecido como Vilna Gaon.
"Este encontro não faz sentido historicamente ou logicamente, visto que que o Islão e o Catolicismo estiveram em guerra por um milénio", disse o rabino Winston ao Breaking Israel News. "Especialmente não faz sentido já que eles lutaram em Jerusalém durante toda a Idade Média durante as Cruzadas".
"Mas, como estamos na era de Geula (Redenção), eles estão a aproximar-se, precisamente como descrito pelo Gaon de Vilna ".



O Rabino Winston explicou que a vinda de Mashiach consiste principalmente em duas etapas. O retorno a Israel ocorre durante a primeira etapa, com Moshiach ben Yosef (Messias da casa de José) e a segunda etapa com Mashiach ben David (Messias da casa de David).
"Moshaich ben Yosef e Moshiach ben David são descritos como o shor (touro) e o chamor (burro) para Mashiach, do lado da kedusha (santidade)", observou. "Os seus homólogos são Esaú e Ismael, que são o shor e o chamor do lado da tumah (impureza)".
"Assim como os dois Messias aparecerão no final dos dias, Esaú, que é representado pela Igreja Católica, e Ismael, que é representada pelo Islão, aparecerão juntos no fim dos dias".
Apesar do conflito entre eles durante um período de cerca de 1.500 anos, Ishmael e Esau realmente forjaram uma aliança há quase 4.000 anos, quando o último se casou com a filha do primeiro.

 Então Esaú foi a Ismael e levou Mahalath, filha do filho de Ismael, filho de Avraham, irmã de Nebaioth, para ser sua esposa.

O rabino Winston explicou que essa união improvável constituída por duas forças opostas será facilitada pelo erev rav (multidão mista), em grande parte constituída por judeus de extrema-esquerda.

"A função do erev rav é reunir Esaú e Ismael", acrescentou. "Hoje, eles são as pessoas que se opõem à conexão de Israel com Jerusalém. A extrema-esquerda deveria opor-se aos valores islâmicos, mas eles estão a aliar-se com o Islão e a reunir Oriente e Ocidente".

"O Gaon de Vilna disse que, no fim dos dias, haverá um grande número de judeus que aceitarão a causa de Esaú e Ismael às portas de Jerusalém".

O Papa Francisco pode realmente ver uma agenda global islâmica como digna de apoio.
O Papa na segunda-feira presenteou Erdogan com um "anjo da paz" num medalhão de bronze, que é visto abraçando os hemisférios do norte e do sul enquanto derrota um dragão.


O Papa recebe o mega-terrorista Mammoud Abbas no Vaticano com honras de Estado. O que diria o Mundo se o Papa recebesse o bin Laden?


"Este é o anjo da paz que estrangula o demónio da guerra", disse o Papa a Erdogan enquanto lhe dava o medalhão. "É um símbolo de um mundo baseado na paz e na justiça".

O Papa Francisco presenteou o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, com um medalhão similar no Vaticano em Maio de 2015. Nessa ocasião, o Papa disse que o "anjo da paz" estava a "destruir o malvado espírito de guerra" e elogiou Abbas por ser um "anjo da paz".

................................................

 LEI ISLÂMICA EM AÇÃO




sábado, 10 de fevereiro de 2018

Irão ataca Israel

A política oficial do Irão (e do Islão) é aniquilar o Mundo Livre.

A Força Aérea israelita identificou e abateu um drone iraniano não tripulado que operava no espaço aéreo israelita perto da fronteira com a Síria.

 As imagens da operação:

 WORLD ISRAEL NEWS

Hoje, o Irão atacou directamente Israel pela primeira vez. Dois pilotos israelitas estão no hospital e os temores da guerra aumentam.

No início da manhã, um drone militar iraniano invadiu o espaço aéreo israelita. Israel respondeu atacando a base na Síria que lançou o ataque - mas uma grande quantidade de mísseis antiaéreos estava preparada para emboscar a resposta de Israel. Um avião israelita foi derrubado.

Depois de ter assassinado milhares de civis na Síria, o Irão e o seu exército de terror viram-se para Israel.
Acabou há pouco o briefing com o Maj. Israel-Gen. Amos Yadlin, o ex-Chefe da Informações das Forças de Defesa de Israel. Ele deixou claro este episódio não será o fim e que uma guerra pode escalar a qualquer momento.

Hoje foi a primeira vez que o Irão atacou Israel, mas não será a última. O Irão gastou biliões a construir um exército de milícias e terroristas xiitas às portas de Israel por uma razão - uma guerra para destruir o Estado judeu.

O ataque do drone foi o primeiro teste. O Irão queria ver como Israel responderia. Se a Imprensa internacional conseguir permissão para culpar Israel, o Irão ganha.
THE ISRAEL PROJECT


Pelo menos seis pessoas foram mortas nos ataques aéreos israelitas dentro da Síria, provavelmente incluindo soldados iranianos.

Por: Aryeh Savir, World Israel News

(..) O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (SOHR), que tem pessoal dentro da Síria, informou que pelo menos seis "nacionalidades sírias e não-sírias", incluindo membros das forças do regime sírio, foram mortos nos ataques aéreos que foram realizados por aviões de guerra israelitas em diversas áreas sírias no sábado.

Outros ficaram feridos nos ataques aéreos, e o número de mortes deverá aumentar , pois algumas pessoas estão em situação crítica, informou o SOHR.
Os "não-sírios" provavelmente significa iranianos, possivelmente os operadores do drone que violaram o espaço aéreo israelita e foi abatido pela Força Aérea de Israel (IAF) e cuja unidade operacional foi atacada.
As Forças de Defesa de Israel declararam que as aeronaves da Força Aéria Israelita visou o Sistema de Defesa Aérea da Síria e os alvos iranianos na Síria. Um total de 12 alvos foram atingidos, incluindo três baterias de defesa aérea e quatro alvos militares iranianos. Mísseis antiaéreos foram disparados contra Israel, provocando alarmes no norte de Israel.

O SOHR informou que os ataques aéreos visaram a área entre os arredores da base aérea T4 e a área de al-Bayyarat, na zona leste de Homs, a área de al-Dimas, a noroeste de Rif Dimashq, e as fronteiras administrativas entre Daraa e Rif Dimashq.
O aeroporto T4 é o lar das forças iranianas, da organização terrorista libanesa do Hezbollah e das forças do regime sírio, disse a SOHR. 
"O IDF agirá de forma determinada contra violações tão graves da soberania israelita pelo Irão e Síria e continuará a agir como necessário. O IDF está pronto para vários cenários e continuará a agir de acordo com as avaliações da situação", declararam as Forças de Defesa de Israel após os raides aéreos na Síria,

"Estamos dispostos, preparados e capazes de exigir um preço pesado a qualquer um que nos ataque. No entanto, não procuramos uma escalada da situação", disse o porta-voz do IDF, tenente coronel Jonathan Conricus.
Num extenso briefing aos repórteres militares após o incidente, o Chefe do Estado Maior da IAF, general Tomer Bar, disse que o ataque israelita foi o maior desde a primeira guerra do Líbano em 1982.

"Nós atacámos mísseis terra-ar avançados de longo alcance, componentes do sistema de defesa aérea [sírio] e vários alvos iranianos", disse Bar. "Não permitiremos que o Irão se entricheire na Síria e faremos tudo o que for necessário para evitar isso".


Depois da derrota do ISIS, o Irão tenta a sorte atacando Israel

Os restos do drone iraniano que foi abatido pela Força Aérea israelita depois de ter penetrado no espaço aéreo israelita em 10 de Fevereiro de 2018.

Restos do F-16 israelita abatido. 


Partidários do Hezbollah em Kfar Kila, na fronteira do Líbano com Israel,comemoram a queda do avião  israelita.

Norte de Israel: restos de um míssil dos que são regularmente disparados contra Israel a partir do Líbano. O Hezbollah afirma que foi hoje inaugurada uma "nova era estratégica".


Respondendo a uma barragem de mísseis antiaéreos iranianos lançados da Síria em território israelita, a Força Aérea de Israel realizou o maior ataque aéreo desde a Primeira Guerra do Líbano em 1982.

World Israel News
(...) O incidente começou no início da manhã de sábado, quando um drone iraniano foi descoberto a caminho do espaço aéreo israelita e foi derrubado por um helicóptero de ataque Apache, assim que alcançou o território israelita dos Montes Golan. Em resposta à violação iraniana da soberania israelita, os jactos da Força Aérea israelita (IAF) entraram na Síria para atingir o centro de lançamento e controle do drone, perto de Palmyra, a cerca de 160 quilómetros a norte de Damasco.
Quando os jactos retornavam a casa, uma barragem de mísseis antiaéreos sírios foi disparada contra os aviões quando eles voavam sobre território israelita, atingindo um F-16. Um dos pilotos sofreu ferimentos graves como resultado do que os médicos descreveram como feridas de penetração, sugerindo que ele pode ter sido atingido por estilhaços de um míssil antiaéreo.
Num extenso briefing aos repórteres militares após o incidente, o Chefe do Estado Maior da IAF, general Tomer Bar, disse que o ataque israelita foi o maior desde a primeira guerra do Líbano em 1982.
"Nós atacámos mísseis terra-ar de longo alcance, componentes do sistema de defesa aérea [sírio] e vários alvos iranianos", disse Bar.

"Não permitiremos que o Irão se estabeleça na Síria e faremos tudo o que for necessário para evitar isso", afirmou.
Bar disse que era a primeira vez que um drone iraniano, operado por iranianos, havia atravessado o território israelita. Ele descreveu o drone como tendo uma "baixa impressão" e sendo difícil de detectar. A IAF destruiu o centro de controle móvel enquanto estava sob fogo de mísseis de terra- ar.
 
"A superioridade aérea da IAF não foi afectada"

"O drone está nas nossas mãos e vamos estudá-lo", disse Bar.
"A IAF está preparada para qualquer cenário e qualquer eventualidade, enquanto continua a proteger os céus de Israel e a manter a liberdade de operação", continuou.
"A superioridade aérea da IAF não foi afectada. Nós registámos um sucesso operacional em relação ao desafio iraniano e àqueles que operaram a missão".
O embaixador de Israel junto das Nações Unidas, Danny Danon, dirigiu-se aos membros do Conselho de Segurança por carta: "Esta não é a primeira vez que advertimos para as acções perigosas do Irão, que prejudicam a situação na nossa região. Este incidente prova que cada um desses avisos estava correcto. Israel defenderá os seus cidadãos e não tolerará qualquer violação da sua soberania", afirmou.
Danon convidou o Conselho de Segurança a "condenar este acto perigoso e pôr fim imediato às provocações iranianas. Os membros do Conselho de Segurança não devem permanecer ociosos, enquanto o Irão está a instigar escaladas perigosas e a violar as resoluções do Conselho de Segurança".




Israel  é a prioridade na lista de povos a aniquilar pelo Islão, porque os judeus foram os primeiros a rejeitar Maomé. Depois estão os cristãos. O Califado Global acabou há menos de 100 anos. O Irão lidera a corrida para o seu re-estabelecimento.


 

Consulte a nossa secção IRÃO



Em relação à mais recente agressão do Irão, Netanyahu disse que "as nossas advertências estavam 100% correctas", enfatizando que Israel continuará a proteger a sua soberania e segurança.



Por: World Israel News
Em resposta à aterragem de um drone iraniano que entrou da da Síria no território israelita, sábado pela manhã, a Força Aérea israelita realizou o maior ataque aéreo na Síria desde a Primeira Guerra do Líbano, que incluiu a neutralização de um centro de controle móvel iraniano.
Após o incidente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou:
"Tenho andado a advertir há algum tempo sobre os perigos do fortalecimento militar do Irão na Síria. O Irão procura usar o território sírio para atacar Israel, pelo seu objectivo assumido de destruir Israel. Esta manhã, o Irão violou violentamente a soberania de Israel. Eles enviaram um drone iraniano do território sírio para Israel. E isso demonstra que os nossos avisos estavam 100% correctos. Israel considera o Irão e os seus  anfitriões sírios responsáveis ​​pela agressão de hoje. Continuaremos a fazer o que for necessário para proteger a nossa soberania e a nossa segurança".




O líder israelita também disse que informou o presidente russo Vladimir Putin da determinação de Israel de continuar a defender-se contra a agressão iraniana vinda do território sírio. "Concordámos que a coordenação de segurança entre os nossos exércitos continuará", disse ele.
A Rússia apoia o regime de Assad e mantém uma grande presença militar no país.
O Pentágono apoia a resposta israelita.Netanyahu também discutiu os últimos desenvolvimentos com o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson.
"Israel é o nosso parceiro de segurança mais próximo na região e apoiamos plenamente o direito inerente de Israel de se defender contra ameaças ao seu território e ao seu povo", afirmou o porta-voz do Pentágono, Adrian Rankine-Galloway.
"Nós compartilhamos as preocupações de muitos em toda a região, de que as actividades desestabilizadoras do Irão ameaçam a paz e a segurança internacionais, e buscamos maior determinação internacional para combater as actividades malignas do Irão", disse Rankine-Galloway.

.....................................................

EIXO DO TERRORISMO - IRÃO, HEZBOLLAH E HAMAS:


Já antevemos as condenações internacionais contra Israel. Por ter abatido o drone inimigo que violou o seu espaço aéreo, e por ter retaliado contra a base que o lançou. E talvez porque os pilotos israelitas se ejectaram, em vez de se deixarem morrer a bordo.
O grupo terrorista islâmico xiita Hezbollah, financiado pelo Irão e sediado no Líbano, bombardeia regularmente Israel, disparando mísseis contra as populações civis, mas considera a retaliação selectiva de Israel "uma intolerável violação do seu espaço aéreo".
O Irão, patrocinador nº1 do terrorismo global, um Estado terrorista, já veio condenar a retaliação de Israel contra o Hezbollah e ameaçar com armas atómicas (as tais que jura aos ocidentais não querer e não possuir).
O Hamas celebra, e assume os seus laços com o Irão. 
A Arábia Saudita, temerosa do avanço do arqui-inimigo xiita, oferece-se para combater ao lado de Israel se o Irão a atacar.
O Irão, que só apoia terroristas bonzinhos como o Hezbollah e o Hamas,  lembra os laços da Arábia Saudita com a al-Qaida e o ISIS, tentando assim virar a opinião pública contra a Arábia Saudita e Israel.
Confuso? São apenas as peripécias de sempre da ideologia islâmica, que vive em perpétuo conflito, com tudo e com todos e até com ela mesma.

Na quinta-feira, os sírios dispararam contra o drone israelita que sobrevoava território israelita - e atingiram uma povoação Druza.

Uma casa na aldeia Druza de Majdal Shams foi atingida pela artilharia da Síria, informou o IDF nesta quinta-feira. 
World Israel News
De acordo com o IDF, houve danos numa casa em Majdam Shams, mas não houve feridos. A declaração do IDF observou que a casa foi atingida quando a artilharia síria disparava contra um drone israelita.
Bajat Abu Jabal, residente de Majdal Shams, disse que a casa da sua filha foi atingida por estilhaços.
"Os tiros atingiram a casa da minha filha", disse Abu Jabal. "Ela estava sozinha com os seus dois filhos, com três e quatro anos de idade. Claro, as crianças ficaram muito assustadas, gritaram muito depois do ataque - a sua casa fica a 20 metros da fronteira. É regularmente atingida. Não houve danos. Esperamos que a paz chegue depressa".

(...) A guerra civil síria colocou os moradores da cidade do norte de Israel, localizada nas encostas do sul do Monte Hermon ao longo da fronteira internacional com a Síria, numa situação complicada. Muitas pessoas dizem que se consideram sírias, em vez de israelitas, e quase todos na cidade têm família do outro lado da fronteira. Os combates são facilmente, e muitas vezes, audíveis no centro da cidade, tanto que uma mãe disse a um repórter em 2013 que os seus filhos podiam distinguir diferentes tipos de armas pelos sons das balas que ouviam.
No entanto, os drusos israelitas em outras áreas do país disseram a esse repórter que os moradores nos Montes Golan se encontram numa posição difícil, porque temem que a pressão internacional possa um dia forçar Israel a retirar da área, deixando-os à mercê do notoriamente brutal regime de Assad.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

VÍDEO: "Palestino" executa israelita, pai de 4 filhos

Itamar Ben-Gal, assassinado por um terrorista palestino em 5 de Fevereiro de 2018, retratado com sua esposa e família.

As câmaras de segurança captaram as imagens do terrorista a esfaquear Itamar Ben-Gal, um pai de quatro filhos. Ben-Gal foi atacado esta segunda-feira, numa paragem de autocarros perto da entrada da cidade de Ariel, na Samaria. Sucumbiu aos ferimentos.


Via WORLD ISRAEL NEWS.

Alguns comentários, que subscrevemos:
- O preço de uma vida judaica foi estabelecido aquando da troca de prisioneiros em que Shalit foi trocado por 1027 terroristas árabes. Comecem a cobrar a dívida dos judeus inocentes assassinados.
- Todos os judeus em Israel deveriam andar com armados. Implementem a pena de morte imediatamente. Um julgamento rápido em tribunal militar, sentença de morte e execução uma hora depois. Depositem corpo do assassino numa sepultura não marcada. Expulsem a família completa e confisquem todos os seus bens.
- Adicionem uma lei que torne o financiamento e o lucro financeiro com o terrorismo ilegais. Ponham fim aos benefícios da Autoridade Palestina, que recompensa os terroristas.
- Os judeus ainda se admiram com o que vai pelo mundo, quando em Israel são tratados assim?

O Holocausto não acabou. Os campos de extermínio fecharam, mas o Mundo continua a exterminar judeus financiando os seus algozes maometanos. Este ataque foi em Dezembro (são muitos, raramente falamos deles, e os media só falam quando os terroristas são abatidos e para condenar Israel):



- Se quiser saber mais acerca do Holocausto em câmara lenta que está a decorrer em Israel e é financiado pelo Mundo, consulte a nossa secção INTIFACADA.
Talvez você seja uma pessoa daquelas que acha que pimenta na língua dos outros é refresco. Está no seu direito, mas fique sabendo que, esteja onde estiver,  o Islão tem para si os mesmos planos que tem para os judeus em Israel.
Está em Portugal? Lembre-se de que os muçulmanos já nos invadiram, e saiba que nós estamos a seguir a Israel na lista de terras a reconquistar e a integrar o almejado Califado Global. Veja o que os bárbaros maometanos dizem (dos líderes ilustres ao mais vulgar):




Não acredita? Acha que eles estão só a brincar? Está no seu direito. Mas se se der ao trabalho de estudar a História e o Islão verdadeiro, e não o que os media lhe vendem, verá que temos razão. Consulte a nossa secção Islão - O que o Ocidente Precisa Saber, que já é um bom começo.
Também é possível que você seja daquelas pessoas que acham que os judeus, para não serem mortos como tordos, teriam "apenas" que abandonar a sua pequenina Terra, que Deus deu a Abraão há 5 mil anos, de onde são o povo nativo e onde permanecem ininterruptamente há mais de 3500 anos.


 Israel (vá buscar a lupa) e o mundo islâmico:


Não está mal visto. Nessa ordem de ideias, os franceses, os belgas, os americanos, os canadianos, os brasileiros, os portugueses, enfim, todas as nações não islâmicas que estão a ser colonizadas pelo Islão, devem fazer o mesmo!
Se o Islão reivindica para si uma terra, os nativos devem sair, por uma questão de boa educação e para evitar chatices. É certo que o Islão, desde as suas origens, se expande e visa o domínio global, mas que diabo, sempre temos a Lua, que até é perto e bom caminho. Ou o fundo do mar, se eles deixarem.


O Islão é Ódio.


Com a presente invasão islâmica do Mundo Livre, os judeus são atacados em qualquer parte do Mundo. No mesmo dia em que Ben-Gal era assassinado à facada em Israel, um anti-semita tentou atropelar um judeu ortodoxo e uma criança numa rua em Antuérpia:


Este ataque está longe de ser um casos isolado. Os ataques anti-semitas têm crescido exponencialmente na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá, em todos os países onde os judeus não foram exterminados e na proporção em que começaram a receber colonos muçulmanos.
De vez em quando noticiamos alguns casos, apenas a título de ilustração, de uma calamidade global que visa os judeus (isso era o menos, é claro!) mas também visa os seres humanos propriamente ditos. O que é um bocadinho aborrecido, parecendo que não.

Não diga mais! A culpa é dos judeus! Para evitar serem atacados deveriam era ir todos para Israel!

.........................................................................
 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

"Israel e o discurso de ódio da esquerda portuguesa" - João Lemos Esteves

Soberbo artigo no jornal i:


Israel e o discurso de ódio da esquerda portuguesa

Enquanto o Bloco de Esquerda canta hinos à sua amizade com grupos extremistas como o Hamas e o Hezbollah, nós devemos estar do lado daqueles que promovem a inovação, o desenvolvimento económico e social e a igualdade

1. Se há Estado que é tratado sistematicamente de forma injusta pelos meios de comunicação social portugueses, esse Estado é Israel. Na verdade, o Estado israelita é credor de destaque entre nós sobretudo por razões negativas: sempre que Israel provoca um dano colateral indesejado na defesa do seu território (por exemplo, a morte, por todos lamentada, de um civil palestiniano), começam a surgir, ululantes, as acusações ao Estado formado na sequência da ordem mundial emergente da ii Guerra Mundial, por resolução da ONU de 1948. Os críticos mais moderados do Estado israelita asseveram convictamente (com a convicção própria dos muitos que muito ignoram) que se tratou de uma cedência dos Estados Unidos ao poderoso “lóbi globalista” judeu que tinha (tem) um notável ascendente sobre a política norte-americana: o Estado de Israel seria, pois, uma criação puramente artificial, de natureza jurídica, para albergar os interesses de algumas “elites privilegiadas”. 
2. Ignora tal visão – dolosa ou negligentemente – que o povo judeu reivindica, com o devido respaldo histórico, os territórios que compõem hoje as suas fronteiras físicas como o berço da sua nação. Durante séculos, os judeus foram uma nação sem Estado, sem território fixo: com a agravante de que foram, ao longo da História, alvo de perseguições, vítimas de ódios com diversas motivações, que redundaram em programas bárbaros de genocídio aqui tão perto de nós. É fácil afirmar que lamentamos o que sucedeu sob a égide do regime nazi, que todos nos emocionamos com a história de Anne Frank – o difícil é depois concretizar tal consternação em defesa do direito fundamental do povo judeu de ter o território que reflete a sua história e que traduza a sua riqueza espiritual. O que não faltam por aí são aqueles que formulam discursos líricos muito belos e eficazes do ponto de vista retórico sobre o arrependimento europeu por aquilo que sucedeu nas décadas de 30 e 40 do século passado – mas que, ao mesmo tempo e com o mesmo à-vontade, atacam Israel com uma virulência pouco usual no discurso político português. E que, por vezes, até parecem legitimar os ataques – frequentemente muito mais letais do ponto de vista de perdas de vidas humanas – palestinianos contra o território e cidadãos israelitas. É, destarte, esta duplicidade moral (transversal, infelizmente, a vários setores e correntes de opinião em Portugal) que cumpre sublinhar – e, sem dúvidas ou hesitações, condenar. 
3. Por outro lado, temos aqueles que, motivados por dogmas político-ideológicos sectários, adotam um discurso de ódio anti-Israel. São na sua larguíssima maioria grupos ligados ao Bloco de Esquerda e ao PCP (com vasos comunicantes com alguns setores do PS) que destilam uma retórica de propagação da violência frequentemente para além do que deveria ser tolerado numa sociedade democrática e pluralista. Até de violência psíquica e emocional que se materializa em atos: pense-se, por exemplo, na recusa de um grupo de investigadores portugueses em aceitar o financiamento de um programa de cooperação académica israelita apenas porque… o dinheiro provém do Estado de Israel! Desse criminoso bárbaro, símbolo do capitalismo global, na visão dos extremistas de esquerda. Não deixa de ser curioso que são os mesmos que propagam os valores da tolerância, da fraternidade, do apelo à antidiscriminação no espaço público-mediático, que diabolizam o presidente Donald Trump como sendo racista, xenófobo e misógino, que depois praticam esse ato plenamente tolerante e nada discriminatório que é recusar qualquer contributo financeiro, qualquer ligação cultural provinda do Estado de Israel. Apenas por ser Israel! E nunca se revelam capazes de condenar a morte de cidadãos israelitas vítimas de atos de violência política perpetrados por palestinianos – ao invés do que sucede com as pessoas sensatas, moderadas, não necessariamente apoiantes de Israel, que condenam moralmente quer a morte de israelitas, quer a morte de palestinianos. 
4. O valor da vida humana não é contingente face às preferências político-ideológicas e às proveniências geográficas das vítimas: antes tem um valor absoluto, sendo suficiente para merecer a nossa repulsa moral saber que um ser humano foi vitimado. No meio académico – que deveria constituir um espaço de liberdade e tolerância exemplares, pressupostos essenciais da criatividade que deve animar o espírito dos nossos intelectuais –, a retórica anti-Israel não é menos estridente. De facto, numa das mais recentes deslocações do embaixador de Israel em exercício de funções no nosso país (que, entretanto, já deixou Portugal), um grupo de estudantes orquestrados pelo Bloco de Esquerda pretendeu a todo o custo impedir o acesso daquele representante diplomático ao auditório da faculdade (não faltaram mesmo os tradicionais e tão icónicos ovos – o que é estranho, visto que a esquerda normalmente também gosta de sinalizar a sua superioridade moral pelo combate ao desperdício alimentar; ora, perderam-se uns quantos belos ovos estrelados e omeletes com a brincadeira do BE…). Ora, isto é inadmissível. Entendamo-nos: o Bloco de Esquerda e o PCP podem, no exercício da sua liberdade de expressão constitucionalmente protegida, criticar o Estado de Israel ou decisões pontuais do governo de Israel, como qualquer um de nós o pode fazer. O que não podem é incitar à violência, ao ódio, branqueando atos de violência. 
5. Repare-se neste paradoxo: André Ventura, no âmbito da sua candidatura autárquica a Loures, criticou o facto de, na sua opinião, a comunidade cigana gozar de um estatuto de privilégio que não tem paralelo com qualquer outra categoria de cidadãos portugueses. O Bloco de Esquerda, no exercício de um direito que lhe assiste, apresentou uma queixa no Ministério Público contra André Ventura, alegando a prática de um crime de incitamento ao ódio. A justiça seguiu os seus trâmites e o Ministério Público atuou, neste caso, exemplarmente. No entanto, o mesmo Bloco de Esquerda incita os seus jovens militantes a lançarem a confusão e o caos nas universidades para impedir o discurso do embaixador de Israel e quase proíbe que investigadores recebam financiamento do mesmo Estado! Ora, isto não é incitamento ao ódio? À violência? Acaso houvesse coerência, o Ministério Público não teria sido chamado a intervir e investigar a eventual prática do crime de incitamento ao ódio? Basta ler, aliás, a esquerda.net e o jornal “Avante!” (embora este último com um registo ligeiramente diferente…). Mais uma vez se prova que a esquerda se mobiliza e domina as estruturas de poder, agindo e criando, com eficácia, a aparência de que a direita é sectária (o que é uma fantasia) – e a direita fica sempre quietinha, passiva perante o sectarismo (que é uma realidade) da esquerda que nos governa. Repetimos: que nos governa na atual conjuntura. O Bloco de Esquerda, com a anuência do PCP e deste PS, fez o que tinha a fazer: a direita, com muita pena nossa, falha vezes de mais na defesa das suas posições. 
6. Dito isto, a aversão a Israel fez-se sentir mais uma vez no espaço comunicacional português: desta feita, pela omissão relativa ou desvalorização da viagem histórica e com enorme sucesso do vice-presidente norte-americano, Mike Pence, ao Médio Oriente, a primeira após o anúncio pelo presidente Donald Trump da transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém. Nas suas intervenções e encontros com líderes políticos da região, Mike Pence reiterou que a transferência da embaixada já está decidida e vai mesmo concretizar-se (em parte) no próximo ano. Tal não implica, porém, qualquer inflexão na solução da coexistência pacífica de dois Estados soberanos na região: a transferência da embaixada é uma medida a favor do direito de Israel escolher, como qualquer outro Estado, a sua capital; não é uma decisão contra ninguém. Mike Pence – sensato, cordato e muito racional por natureza – conseguiu transmitir esta ideia mesmo a líderes renitentes, como o rei da Jordânia. De notar ainda que um dos momentos altos da deslocação a Israel do vice-presidente Pence foi a entrevista concedida à i24 pela mulher, Karen Pence, que revelou qualidades diplomáticas e de comunicação que não lhe eram reconhecidas. É que em Israel, ao contrário dos países amigos do Bloco de Esquerda e do PCP, a mulher tem um estatuto jurídico igual ao homem, sendo sujeito de direitos, que não apenas de deveres e proibições. 
7. Em jeito de conclusão, refira-se que Israel está na moda: com a aposta firme do presidente Trump na estabilização da região (é ver o livro que iremos publicar já no próximo mês – “DIA D – O Dia de The Donald” com a chancela da Ideia Fixa), Netanyahu mostrou que tem um instinto político exemplar. Em Davos foi estrela no programa de Fareed Zakaria , mostrando um país moderno, cosmopolita e que se prepara para o futuro. Israel – um Estado com uma história muito recente – é já o 10.o classificado no Index Bloomberg de Inovação. Enquanto o Bloco de Esquerda canta hinos à sua amizade com grupos extremistas como o Hamas e o Hezbollah, nós devemos estar do lado daqueles que promovem a inovação, o de-senvolvimento económico e social e a igualdade. Estranhamos, por conseguinte, que o PSD tenha votado ao lado da extrema-esquerda na condenação da decisão do presidente Trump de transferir a embaixada para Jerusalém: se tivéssemos responsabilidades no partido, pelo menos impor-se-ia a abstenção. Por uma questão de princípio e de valores.
Escreve à terça-feira

.........................................

UNIDOS PELO ÓDIO: Manife de apoio ao Hamas, em Lisboa,  unindo jihadistas, comunistas, hippies, nazis, feministas, gays, sob a égide do Louçã e do Arnaldo Matos do MRPP, apoiante assumidíssimo do ISIS:

Que mal fizeram os judeus à Humanidade?



Quem escolhe amar as ditaduras comunistas e islamistas e odiar o pequeno Israel, nunca estudará, mas os que odeiam de boa-fé, podem conhecer a VERDADE e mudar de ideias:



  
EXPLORE AS NOSSAS SECÇÕES

www.pallywood.com

Clique no logo acima para ver como se faz a propaganda anti-semita contra Israel.
Se a verdade passasse na TV e nos jornais... Mas eles são pagos para mentir...









Os nazis, os comunistas e os islamistas estão sempre unidos no ódio a Israel. Acusam Israel de ter "invadido a Palestina", o que é a mesma coisa que acusar os suíços de terem invadido a Confederação Helvética.
Acusam os judeus de não serem "os verdadeiros judeus"; onde será que os "falsos judeus" esconderam os "verdadeiros judeus"?, além de que a Ciência confirma que os judeus de hoje são descendentes dos da Bíblia, por assim dizer.
Acusam Israel de não ser democrático, mas não têm uma única prova de tal estupidez, e ao mesmo tempo apoiam Irões e Coreias do Norte, grandes democracias!!!
Acusam Israel de se defender dos terroristas, e Israel tem o exército mais moral da História, que até criticado por isso. Queriam que Israel se deixasse massacrar, e mesmo assim diriam que os israelitas eram cobardes.
Acusam Israel de "mutilar sexualmente as crianças", mas os muçulmanos também praticam a circuncisão (não só a masculina mas a feminina, que essa sim é um horror).
Acusam Israel de que o Talmude (um livro antigo de exegese) tem passagens condenáveis: além as passagens referidas são fabricadas e obviamente falsas, e de que há outras polémicas mas que pedem estudo e contextualização para serem entendidas, seria lógico por exemplo acusar a Alemanha da autoria do Mein Kampf ou a Inglaterra pela autoria do Martelo das Bruxas?
Acusam Israel de ser o "povo escolhido", mas ignoram propositadamente que essa designação Bíblica, da Idade do Bronze , não implica nenhum estatuto de privilégio, muito pelo contrário, como a História demonstra, os judeus foram de facto "escolhidos" mas para muito penar.
Acusam os judeus de serem todos comunistas acérrimos, ou todos capitalistas opulentos, conforme convenha à ideologia do acusador, mas esquecem-se de que não podem ser todos uma e outra coisa e que eles são pessoas como nós.
Acusam Israel de existir, apoiam os grupos terroristas e os regimes terroristas. Como não têm nada de concreto para acusar, inventam. Israel e os judeus são o canário na mina da Humanidade, como alguém disse.