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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Jihad em Estrasburgo - Robert Spencer


Robert Spencer em FRONPAGEMAG e JIHAD WATCH:
Emmanuel Macron, o menino-prodígio da França, o poster-boy da Europa para o globalismo e o socialismo, tem sido confrontado ultimamente com furiosos protestos contra um novo imposto confiscatório que ele criou sobre a gasolina, para combater o que ele considera a maior ameaça que a França e o mundo enfrentam hoje: As mudanças climáticas. 
Mas na terça-feira em Estrasburgo, um muçulmano chamado Cherif Chekatt lembrou a Macron que a França enfrenta outra ameaça, imensamente mais séria: a jihad. Chekatt abriu fogo em um mercado natalício em Estrasburgo, matando quatro pessoas e ferindo doze
No momento em que escrevo, Chekatt está ainda em fuga, e nota-se um afastamento da tendência recente de catalogar todos esses ataques como manifestações de “doença mental” e insistir que eles não são terrorismo, muito menos jihad. As autoridades francesas, de acordo com o Telegraph, estão a “tratar o ataque como um acto terrorista. Promotores antiterroristas abriram uma investigação ”


Na verdade, Chekatt constava de “uma lista de 'ameaças à segurança'”, a lista “Fiche S” da França de pessoas que representam uma séria ameaça terrorista. A RT informou que o governo regional anunciou: “O autor destes actos, listado como uma ameaça à segurança, foi procurado pela Polícia” na terça-feira, mas as autoridades não conseguiram alcançá-lo antes que de abrir fogo. 
Um ex-inspector da Polícia de Londres, Peter Kirkham, explicou à RT: “Há tantas pessoas envolvidas neste tipo de terrorismo, que não é possível manter nenhum tipo de vigilância eficaz sobre elas. Mesmo apenas monitorizar o uso de comunicações e redes sociais seria demais”


E isso é especialmente verdadeiro quando, como Macron, não se quer admitir que existe alguma ameaça significativa. Mas também é uma situação que o Estado Islâmico (ISIS) vem trabalhando activamente. Como explico detalhadamente no meu livro "O Guia Completo do ISIS para os Infiéis", em 2015 o Estado Islâmico (ISIS) publicou "Bandeiras Negras de Roma", detalhando a sua estratégia para conquistar a Europa 
O documento explica como, à medida que a população muçulmana da Europa aumenta, as agências de inteligência recolhem enormes quantidades de dados, “mas eles não os estudarão, a menos que você seja apanhado no radar”. Como os ataques da jihad se tornam mais comuns, as autoridades não serão capazes para continuar: 

"À medida que as nações ocidentais ficam mais pobres, as suas agências de recolha de informações continuarão a existir, mas elas simplesmente não terão mão de obra suficiente (muito menos empregos) para analisar tudo. Com menos ataques no Ocidente sendo ataques em grupo (em rede) e uma quantidade crescente de ataques de lobos solitários, será mais difícil para as agências de informações impedirem que uma quantidade crescente de violência e caos se espalhe no Ocidente". 


À medida que esta violência e caos se espalham, os europeus não-muçulmanos de esquerda ajudarão a pavimentar o caminho para a conquista islâmica da Europa: 

"uma crescente população de activistas de esquerda (pessoas que são contra os os maus tratos aos animais, o Sionismo, as medidas de austeridade, etc.) olham para os muçulmanos como uma força suficiente poderosa para lutar contra as injustiças do país e do mundo" ... 

Muitas dessas pessoas (que às vezes são parte dos movimentos anónimos e anárquicos) vão aliar-se aos muçulmanos para lutar contra os políticos neo-nazis e ricos. Eles vão dar informações, compartilhar armas e fazer um trabalho secreto para os muçulmanos abrirem o caminho para a conquista de Roma. 
Quando ficará esta aliança consolidada? Quando, mais cedo ou mais tarde, os manifestantes de esquerda perceberem que pegar em armas ao lado dos muçulmanos é a única maneira viável de alcançar seus objectivos: 

"Se você já esteve num protesto pró-Palestina/anti-Israel, verá muitos activistas que nem são muçulmanos, mas que apoiam o que os muçulmanos pedem (a queda do Sionismo). É mais provável aqui que as conexões entre muçulmanos e activistas de esquerda sejam feitas, e uma parte deles perceberá que os protestos não são eficazes e que o combate armado é a alternativa. Então, eles começarão a trabalhar juntos em pequenas células de grupos de luta e sabotagem contra a "elite financeira". 

Três anos depois, este plano está a funcionar maravilhosamente. E assim, Cherif Chekatt vai desaparecer rapidamente das manchetes, e a ameaça do jihad será novamente minimizada, até ao próximo ataque. Enquanto isso, observe nos próximos dias as histórias dos meios de comunicação sobre como a mesquita local em Estrasburgo teme uma "reação violenta" e que os muçulmanos são as vítimas reais dos ataques terroristas da jihad
Funciona sempre da mesma maneira, como um relógio. Ou seja, até ao dia em que isso não acontecer. Um dia, em breve, a falta de sinceridade e o cinismo dessa propaganda dos jornalistas do establishment serão óbvios para todos. Mas então provavelmente será tarde demais para Emmanuel Macron e para França.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Cheriff Chekatt e a "Europa das Liberdades"



O terrorista marroquino Cheriff Chekatt, nascido em França, já foi abatido pela Polícia.
Se o caso se tivesse dado em Israel, a esta hora estava meio mundo a condenar o Estado judaico por "desproporcionalidade de meios, uso excessivo da força e detenção arbitrária de familiares",  e  a Imprensa a dedicar artigos apaixonados ao "combatente da liberdade".
Aliás, hoje foram mortos mais dois israelitas, quatro estão gravemente feridos, e a Imprensa volta a culpar as vítimas. É para isso que lhes pagam...

Yosef Cohen, de 19 anos, e Yovel Moryosef, de 20, são as duas vítimas mortais dos ataques terroristas de hoje em Israel. O bebé da senhora grávida do ataque anterior não sobreviveu.

Por cá ainda não  se chegou ao ponto de festejar abertamente os terroristas, mas temos os comentadores, com os seus sorrisos de fuinha, absolutamente deliciados, a bolsarem o dogma de que "este é o novo 'normal' e temos de nos habituar, porque este é o preço de vivermos na 'Europa das Liberdades'".
E acrescentam que "o que os 'securitaristas' queriam era que se prendesse os terroristas".
Malandros dos "securitaristas"! Onde é que já se viu, prender e repatriar terroristas!!!


A "Europa das Liberdades" são 25 ataques islâmicos contra mercados de Natal desde 2015.
A "Europa das Liberdades" são 26 mil terroristas islâmicos identificados, afectos ao ISIS & Companhia, apenas em França, e todos à solta.
 A "Europa das Liberdades" é cadeia para quem questionar a tirania islâmica.


França: 2 anos de cadeia para quem criticar o Islão!


A "Europa das Liberdades" é uma besta sanguinária, condenada por 57 crimes violentos (assaltos a bancos, roubos com agressão, tentativas de homicídio, espancamentos, conspiração terrorista, etc., etc.) à solta.


Onde é que já se viu, prender e repatriar terroristas!!!


A "Europa das Liberdades" são, só em Estrasburgo, 720 polícias nas ruas e nos ares, Estado de emergência desde 2015, tropas e forças policiais mobilizadas para qualquer momento em que algum maometano resolva "radicalizar-se" (leia-se fazer o que o Islão e os seus imãs mandam).


A "Europa das Liberdades" está-se nas tintas para os milhares de mortos "infiéis" em solo europeu, pois decidiu que tem de ser invadida pelos maometanos.

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa


 

A "Europa das Liberdades" é receber dezenas de milhões de colonos maometanos, soldados do Islão, invasores puros, a coberto da falácia dos "migrantes" e dos "refugiados", quando os zilionários países islâmicos recebem ZERO!
A "Europa das Liberdades" é votar sistematicamente condenações contra Israel porque Israel faz o mesmo que a Europa: defende-se dos terroristas. É enviar milhões para os grupos terroristas que chacinam judeus. É receber em apoteose terroristas assassinos de judeus no Parlamento Europeu. É assistir, cinicamente quieta, aos ataques islamistas contra os judeus europeus. Os negócios de petróleo e das armas rendem muito...

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76702

A "Europa das Liberdades" é a construção de milhares de mesquitas, financiadas pelos países islâmicos (ou pagas pelos nossos governos, como em Portugal!!!), onde se prega uma ideologia genocida que rivaliza com o Nazismo.
A "Europa das Liberdades" ainda "não tem a certeza das motivações do terrorista". Os transeuntes dizem que ele "estava louco". Não conhecem o Islão. O senhor do cabelo empastado diz que é "aberrante" que alguém mate a gritar o nome de "Deus". Não conhece o Islão. Não sabe que o deus Alá manda matar todos os "infiéis".
A "Europa das Liberdades" insiste que a culpa do terrorismo islâmico é de não proporcionarmos suficiente conforto aos nossos parasitas maometanos. Não conhece o Islão. Os portugueses que dantes iam trabalhar para França e viviam nos bidonvilles, nunca andaram a assassinar pessoas em nome do Catolicismo. Os judeus que sobreviveram ao Holocausto, regressaram à uma pobreza ainda mais esquálida, mas nunca se vingaram dos alemães. Os indianos que migram para a Europa sem ajudas financeiras, e não andam a matar pessoas ou a fazer-se explodir. Guiam táxis, abrem restaurantes e consultórios, vendem flores, etc..

Alemanha, Suíça e Holanda: entre 80% e 99% dos "refugiados" vivem à custa dos infiéis



A teoria dos pobrezinhos, a teoria dos maluquinhos, ainda persistem, mas o senhor do cabelo empastado (que nem é dos comentadores mais islamófilos) arranjou uma nova maneira de culpar as vítimas: diz ele que a  culpa é do sistema prisional, que não recuperou convenientemente o Cheriff, que esteve preso na Suíça, na Alemanha e em França, e ainda assim não se regenerou! A prisão - diz ele - deveria ter sido a "Estrada de Damasco" do terrorista!

Consulte a nossa secção:

Alemão é atacado por colonos muçulmanos por dizer o óbvio: O Alcorão é o Mein Kampf de Maomé.

Via OBSERVADOR:

Que fazer com o Islão?

  • Guilherme Valente   
Não é por se sentirem humilhados e ofendidos que os islamitas se radicalizam e matam, cómoda ideia que evita o essencial: o factor religião é autónomo e determinante, só ele pode explicar o fanatismo.

"Um intelectual é tão frequentemente um imbecil que devíamos sempre, à partida, tê-lo como tal, até que tenha provado o contrário"

Georges Bernanos

 1. Não há dois Islãos. Está tudo no mesmo, a face tolerante e a intolerante, guerreira e sanguinária. Há um só Islão, que os muçulmanos — e só eles, não “nós”, não o “outro” — têm de libertar do que contém de obscurantista, obsoleto e intolerável.
Ignorarmos ou fingir que a tragédia do Islão e dos muçulmanos não é marcada por essa dimensão religiosa só contribui para adiar a consciência e prolongar a passividade relativamente a uma realidade que os muçulmanos têm de enfrentar.
Se o Islão não contivesse essa dimensão de intolerância, violência e guerra santa, não era possível a fanatização em massa a que se assiste. É essa dimensão de um Islão desde sempre refém de poderes e ambições políticas, que que seja usado por líderes, bem esclarecidos e pragmáticos esses, com projectos políticos coerentes e historicamente sustentados. Um desses projectos sempre recorrente é o sonho fantasmático do regresso ao califado. É à luz dessa ambição e desse projecto que se pode compreender toda o quadro da guerra na Síria, no Iraque e na Líbia conduzida pelo Exército Islâmico e a atracção de tantos combatentes às suas hostes.
Não é, pois, por se sentirem humilhados e ofendidos pelo Ocidente que se radicalizam e matam, cómoda ideia feita do politicamente correcto, que evita aos intelectuais ocidentais afirmar o que é evidente e aos políticos enfrentar eficazmente o nazismo islamita: o factor religião é autónomo e determinante, só ele pode explicar o fanatismo dos que se entregam ao autossacrifício.
É pelo Islão que matam e morrem. Só por uma promessa transcendente se mata e se morre assim, neste caso pela crença obscena num deus odioso e absurdo. Ossama Bin Laden: “Nós amamos a morte mais do que vós, ocidentais, amais a vida”.


Induzida pelo marxismo, cimentou-se no Ocidente a visão da religião como um epifenómeno, uma manifestação superestrutural não determinante. Por isso o desaparecimento ou a desvalorização nas Universidades dos estudos sobre as religiões. Como observou alguém com argúcia, “laicizou-se a religião e teologizou-se a política”.
Ora, a dimensão religiosa, deliberadamente ignorada pelas elites académicas e pelos políticos, é um factor determinante e explicativo essencial da tragédia do Islão, que alastra ao Ocidente e ao Mundo, começando a explodir dentro das nossas fronteiras. A incompreensão desse factor bloqueia nos vários países do Ocidente a contenção e intervenção eficazes no terreno e junto das comunidades emigrantes.
2. No passado e no presente, milhares e milhares de muçulmanos morreram e morrem por viverem, por quererem viver, uma fé, um Islão pacífico e tolerante.
Esses muçulmanos foram e são o primeiro alvo do ódio, do projecto e ambições políticas desse Islão integrista que tem devastado os países do Médio Oriente e da África.
Hoje como ao longo da História, inúmeros intelectuais islâmicos, nos vários países do Médio Oriente, foram assassinados e são perseguidos por combaterem por um Islão iluminado, livre desse passado original, um Islão que não divida o mundo entre crentes e não crentes, que conviva com as outras religiões, que permita o progresso e o desenvolvimento das sociedades muçulmanas.



Sāo esses combatentes que o Ocidente tem de apoiar. Apoiar em vez de enfraquecer, como, afinal, fazem (também entre nós) muitos intelectuais, quando tentam, depois de cada atentado sanguinário num país europeu, culpabilizar-nos a nós próprios pela tragédia, quase pedindo desculpa aos assassinos, que pintam como vitimas do passado colonial ou das nossas sociedades desintegradoras. “Como se se tratasse de terrorismo social”. Todos os indicadores desmentem essa explicação sociológica.

3. Os muçulmanos têm dois problemas a enfrentar.
Um é reforma do Islāo, enfrentarem o que no Islāo o torna uma ameaça para todo o mundo e vencer os que estão a levá-la a todas as latitudes, parando o pavor e a repulsa global crescentes, humanamente compreensíveis, por esta religião.
O outro é compatibilizar o Islão reformado, extirpado da intolerância, inspiração e guia, mas não lei civil, com a modernização e o desenvolvimento. Enquanto este último desafio não for vencido, o outro não será ganho, mantendo-se o circulo vicioso — social-político-religioso — que está na origem e tem determinado o beco sem saída da tragédia das sociedades islâmicas do Médio Oriente e da África. A Turquia progrediu e desenvolveu-se porque se laicisou…
4. “Que fazer com os muçulmanos?” (a frase é de Sarkozy num outro contexto) Um grande intelectual árabe, Kamel Daoud, combatente de um Islão iluminado perseguido pelo poder religioso no seu país, a Argélia, na coluna que assina na revista liberal Le Point, prolongava esta pergunta para terminar com uma formulação arrepiante: que fazer com o Islão, que fazer com os islâmicos, que fazer com o outro, que fazer… de mim e dos meus?
No impacto das notícias assustadoras do dia, na torrente de fait divers que os média não param de despejar, no torvelinho deste tempo sem tempo para reflexão, esquece-se que este Islão com que o mundo se confronta, sendo fé, é também identidade – alma, cimento, substracto agregador que dá sentido à existência de milhões de seres humanos. O emaranhado confessional desliza para o identitário…
“O Islão interdita que se verta o sangue de outrem”, afirma o Cheikh Ahmed al-Tayeb, grande íman de Al-Azhar, a instituição mais antiga e respeitada do islão sunita. Como conjugar e digerir a contradição desta afirmação com as outras, igualmente apoiadas no Alcorão, que levam ao sacrifício e ao assassinato sanguinário, em nome da mesma religião, de milhares de vítimas*? Crimes ordenados por poderes religiosos que se apresentam com igual legitimidade, recorrendo a textos e ao exemplo de actos igualmente atribuídos ao Profeta? Como viver com esta contradição, como têm de viver com ela milhões de homens, mulheres e crianças crentes inocentes espalhados pelo planeta? Como convivem com o pavor e a animosidade crescentes, justificadíssimas, contra esta religião que tarda em civilizar-se?



5. Que fazer com os islamitas? Sigamos o texto de Kamel Daoud, que refere soluções diferentes conforme os países, mas sempre, explica, mantendo-se todas elas num círculo que arrasta o problema: em vez de atacar as causas que produzem os islamitas, as instâncias que os fabricam — as escolas, os media e as mesquitas — tenta-se erradicá-los depois. E porquê? Porque, diz Daoud, as reformas que deveriam ser implementadas para acabar com o aparecimento de extremistas, ameaçariam também esses regimes, levando a médio prazo à sua contestação e à sua queda.
Isto é, esse compromisso entre os regimes desses países e os clérigos conservadores e integristas cujo poder impede a reforma do Islão, imobiliza também a sociedade civil, condenando esses países à pobreza e ao atraso. Segundo Daoud é, por exemplo, o caso do Egipto.
E reencontramos assim o circulo vicioso, social-político-religioso, que parece fazer do Islão um problema insolúvel, um drama interminável. “Que fazer com o Islão?”.

6. A situação no Médio Oriente, interna e nas suas projeções externas, é um emaranhado de manifestações e determinações que tornam impossível a exposição e visão sistemáticas. Várias dessas manifestações e determinações exigem, para serem compreendidas (e enfrentadas) conhecimento e reflexão histórica laboriosos. Outras exigem conhecimento profundo da realidade religiosa, do seu cruzamento com a complexidade e a diversidade dos cenários políticos, com o entendimento do labirinto dos desígnios de poder, com a realidade social, a pobreza, o atraso educativo, o subdesenvolvimento endémico, aparentemente sem saída.
É esta dificuldade que explica a redundância dos textos da generalidade dos comentadores e a irrelevância da generalidade das interpretações. Explica também em grande medida, o desastre da intervenção dos países ocidentais. Posição e intervenção condicionadas também pelo jogo dos interesses económicos e estratégicos imediatos, mas também pelas visões deterministas e sociológicas explicativas que remetem para uma má consciência cujas razões os factos contrariam (nomeadamente a origem nacional e social dos terroristas e o seu nível educativo; e também a sua situação familiar). José Manuel Fernandes referia como “os nossos eleitos, os nossos políticos, não sabem o que fazer e ainda menos o que dizer, pois quase só proferem inanidades que nada adiantam”.

7. Numa entrevista que é um testamento político (Le Point, 23-6), Michel Rocard dizia que para dirigir uma sociedade é preciso compreendê-la, ora os políticos são uma categoria da população que fustigada pela falta de tempo e o fim da cultura na escola deixou de ler, “Nem serāo nem fim de semana tranquilo, sem um único momento para lerem e reflectirem, e a leitura é a chave da reflexão. (A reflexão só lhes revelaria, aliás, serem eles e os seus actos, em grande medida, os responsáveis pelos desastres…)
Não inventam, portanto, nada”. As eleições sucedem-se, mas não há projectos políticos transformadores.
Que fazer com as disfunções crescentes do nosso modelo político?

* Do mesmo modo que se conjugaram e foram sendo resolvidas, na História e também com muitos conflitos e sofrimento, muitas das contradições da Igreja cristã. Apesar do Cristianismo ter na sua origem a separação luminosa entre o que é de Deus e o que é de César, a palavra fundadora de Cristo de que o seu reino não é deste mundo. Como diz o Padre Anselmo Borges no seu último livro: «a Igreja e a Cúria Romana fizeram mais ateus que Marx, Nietzsche e Freud”.

A inefável Ana Gomes afirma sem rodeios que o terrorismo é culpa da austeridade na Europa. É esta a classe política que temos hoje em dia, formada na ignorância e no panfletarismo adolescente rebelde-burguês:


 Marie Harf, porta-voz da administração Obama
Não têm tempo nem paciência, nem literacia, para assistir a este documentário, o mais esclarecedor que já foi produzido sobre o Islamismo. Além disso, muitos estão COMPRADOS pelo Islão:

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Estrasburgo: Mais um massacre islâmico de Natal


O atirador estava na lista dos terroristas a viver em França. Claro!
O argumento deste filme estafado é o mesmo de sempre:
Os vídeos (como este acima) serão retirados em breve. Estes do Express talvez resistam mais tempo. Tudo para não prejudicar a imagem do Islão.
Os media adiam a divulgação da identidade do soldado do Islão, vulgo "migrante", ou "refugiado".


ACTUALIZAÇÃO - Cá está o jihadista. O muçulmano marroquino Cherif Chekatt, filho de Abdelkrim e Rouag Raoudja. Disparou sobre a multidão  e esfaqueou as pessoas os urros de "Allahu Akbar!"
Nascido em França. Criminoso condenado e reincidente (assaltos a bancos, agressões, tentativas de homicídio, etc.) e na lista de terroristas islâmicos que andam à solta, porque senão era "racismo". Tinha um arsenal em casa, até granadas!
Que surpresa! Toda a gente pensava que era um "extremista de direita". Talvez "o Trâmpe, pá"! Agora está em fuga, e a Europa em sobressalto, com tropa e polícia nas ruas, helicópteros no ar, comércio fechado, etc..
Que giro, pá! "Islão significa 'Paz'"! O Munir já deve estar a caminho das televisões todas, para dizer que "quem foi prejudicado foi o Islão"...

- Nas televisões, os políticos islamizadores, com a maior cara de pau do mundo, arrotam as estafadas hipocrisias e imbecilidades.
- O senhor deputado Carlos Moedas (PSD), regouga que o maior problema é que estes ataques promovem os partidos de direita.


Marisa (puffffff...) Matias com Ana (hic!) Gomes (PS). Ambas pertencem à vasta armada de Soros no Parlamento Europeu.

A senhora deputada apoiante da jihad, anti-semita e comunista, Marisa Matias (Bloco de Esquerda), vomita que o problema são as causas estruturais da pobreza e blablabla a culpa é das armas e da extrema-direita e do populismo blablabla a culpa é nossa por não acarinharmos os muçulmanos o suficiente blablabla.
Os jornaleiros e os analistas relincham as costumeiras alarvidades anestesiantes - do género "é fundamental conhecer a identidade do atirador para circunscrever o perigo", como expele aquele senhor de cabelo branco empastado da CMTV.
Eu diria mesmo mais: "Para se circunscrever o perigo, conhecer a identidade do atirador, é absolutamente essencial!".
Os hippies-halal preparam as velinhas, os ursinhos de peluche, e  afinam a garganta para cantar o "Imagine" e o "Don't Look Back in Anger".
A malta do Facebook talvez até ponha uma bandeira francesa no perfil. Mas isso já é tão 2015... 
Os neo-nazis regurgitam as costumeiras teorias da conspiração, e, para não variar, irão alegar que foi "false-flag", que o rapaz é inocente e que foram "os judeus".
Os políticos vão arrotar mais palavras de circunstância, fingir muitas condolências, e sobretudo abraçar muitos muçulmanos. As feministas já devem estar nas ruas a oferecer-lhes flores, como é costume após cada massacre. A extrema-esquerda prepara as costumeiras manifestações de apoio ao Islão.
Nas suas mesquitas, nas suas casa, os maometanos festejam mais esta vitória sobre os "infiéis", cujo sangue o deus Alá exige.
Foi hoje assinado o Pacto de Marraqueche, que assinala o fim da Europa - ou o início da guerra civil e da guerra de civilizações. 
Ninguém se atreve a pronunciar a palavra que é a causa de mais esta tragédia, o "novo normal" na Europa e do Mundo, como não se cansam de martelar:
ISLÃO!
Porque isso seria "racismo" e "intolerância", naturalmente...
E o "infiel" ocidental, confuso, coça a cabeça e pergunta-se: "O que é NÓS estaremos a fazer mal? Se os divinos muçulmanos nos matam, é porque têm razão para isso, porque nós somos brancos, e as pessoas brancas são más e estúpidas por natureza... Já as não-brancas têm sempre razão! Sobretudo os muçulmanos".


Em Israel é todos os dias, "infiéis" judeus assassinados pelos muçulmanos. Mas isso é normal, porque os judeus não são pessoas, não é? Nem é notícia.
Em África e no mundo islâmico, os não-muçulmanos sofrem o mesmo destino. Mas também não é notícia, porque é lá longe, e assim...
Agora, a especialidade dos "palestinos" é alvejar as grávidas. Dantes matavam as crianças só depois de elas nascerem! O Mundo ama os jihadistas "palestinos"!

COMO É BELO O NOVO NATAL ISLÂMICO!...
 Mas voltemos ao Natal; (Re) leia estes dois posts, sff:

"O Natal é islamofóbico!" - 10 exemplos

O Natal na Europa islamizada

 



Para o Islão, desejar "Feliz Natal" é pior que o assassinato:



Cartaz de propaganda islamista

Como este, os outros imãs dizem que "o Natal é satânico" e incitam os muçulmanos a matarem os cristãos e os outros "infiéis".


Mercado de Natal na Europa. Detectores de metais.

A França permanece em estado de alerta após uma onda de ataques encomendados ou inspirados por militantes do Estado Islâmico desde o início de 2015, nos quais cerca de 240 pessoas foram mortas.

Em 2016, um camião atropelou a multidão no Dia da Bastilha em Nice, matando mais de 80 pessoas, enquanto em Novembro de 2015, ataques coordenados à sala de concertos Bataclan e outros locais em Paris custaram 130 vidas. Dos mais comentados foi o massacre no semanário satírico Charlie Hebdo e a uma loja kosher. 
Há quase exactamente dois anos, um islamista tunisino atacou com um camião roubado um mercado de Natal no centro de Berlim, matando 11 pessoas. Etc..


Natal na Europa. Se a imagem fosse de Israel era "apartheid" e  "Estado policial".



O PROBLEMA É O ISLÃO!

O filósofo tunisino Youssef Seddik, radicado em Paris, entrevistado na TV Al-Hurra em 13 de Junho, disse que "desde a morte do profeta Maomé e até hoje, a nossa História tem sido um pacote de mentiras".
O filósofo discutiu a incompatibilidade do Alcorão com as leis modernas feitas pelo homem, dizendo que essas leis tornavam os textos religiosos obsoletos.
Seddik disse:
"Todo o muçulmano, seja sunita ou xiita, acredita que o planeta Terra na sua totalidade deve tornar-se muçulmano" e "é por isso que a Jihad é adequada e eficaz em todos os lugares".



 Na nossa secção


 explicamos e demonstramos que o Islão é uma ideologia genocida.

Temos vindo a reportar os ataques islâmicos contra mercados de Natal, mas não conseguimos cobri-los todos. Nem às medidas tomadas para proteger os infiéis. As barreiras de cimento este ano são disfarçadas por exemplo de árvores de Natal. Estas são da Alemanha, onde a extrema-esquerda protestou contra as "medidas de segurança excessivas, pois não há notícia de ameaças":






A extrema-esquerda alemã protestou contra as medidas excessivas, apesar de haver rotineiramente "migrantes" a ameaçarem os transeuntes com machados aos gritos de "Allahhu Akbar!". Por cada ataque realizado há uma dúzia deles que são frustrados.


Os muçulmanos Exigem o cancelamento do Natal. E os europeus, dóceis, vão cancelando.



 Resultado de imagem para Muhammad’s journey to heaven on the buraq
Sim! Porque Maomé foi ao Céu, certa noite, montado num buraq, que é uma espécie de cavalo com cabeça de mulher! A tradição reza que ele no caminho parou para o buraq descansar, mesmo em cima do chamado Muro das Lamentações, em Jerusalém, o que resta do Segundo Templo Sagrado dos Judeus, destruído pelos Romanos em 270 E.C. Vai daí, zás! Jerusalém é muçulmana!





— O “homem-bomba do sapato” era um muçulmano
— Os franco-atiradores da Beltway eram muçulmanos
— O atirador de Fort Hood  era muçulmano
— O “homem-bomba da cueca” era um muçulmano
— Os homens-bomba do USS Cole eram muçulmanos
— Os homens-bomba do trem em Madri eram muçulmanos
— Os homens-bomba da discoteca em Bali eram muçulmanos
— Os homens-bomba do metrô de Londres eram muçulmanos
— Os homens-bomba do Teatro de Moscou eram muçulmanos
— Os homens-bomba da maratona em Boston eram muçulmanos
— Os homens-bomba do vôo 93 da Pan-Am eram muçulmanos
— Os sequestradores do avião da Air France para Entebe eram muçulmanos
— O sequestro e prisão ilegal de 52 pessoas mantidas como reféns por 444 dias na embaixada americana no Irã foi obra de muçulmanos
— Os homens-bomba da embaixada americana em Beirute eram muçulmanos
— A embaixada dos EUA na Líbia foi atacada pelos muçulmanos
— Os homens-bomba suicidas em Buenos Aires eram muçulmanos
— Os atletas olímpicos de Israel foram atacados e mortos por muçulmanos
— Os homens-bomba da embaixada americana no Quênia eram muçulmanos
— Os homens-bomba das torres de Khobar eram muçulmanos
— Os homens-bomba do quartel marinho em Beirute eram muçulmanos
— A escola russa de Beslan foi atacada por muçulmanos
— Os primeiros homens-bomba das Torres Gêmeas em Nova Iorque eram muçulmanos (1993)
— Os atentados na cidade de Mumbai na Índia, foram feitos por muçulmanos
Os sequestradores do navio-cruzeiro Achille Lauro eram muçulmanos
— Os assassinos no shoping de Nairóbi, Quênia, eram muçulmanos  
— Os sequestradores dos aviões em 11 de Setembro de 2001 eram muçulmanos
— O sequestrador que fez reféns na cafeteria Martin Place Lindt em Sydney era muçulmano
— Os assassinos das crianças na escola em Peshawar no Paquistão eram muçulmanos
— As 276 meninas sequestradas na Nigéria foram sequestradas por muçulmanos
— A revista Charlie Hebdo e o supermercado kosher em Paris foram atacados por muçulmanos
— O grupo terrorista nigeriano Boko Haram que matou mais de 5 mil civis é muçulmano

Pense nisso:

Hindus morando com judeus = Nenhum problema
Baha’is morando com judeus = Nenhum problema
Judeus morando com ateus = Nenhum problema
Siques morando com hindus = Nenhum problema
Hindus morando com os Baha’is = Nenhum problema
Cristãos morando com os judeus = Nenhum problema
Judeus morando com budistas = Nenhum problema
Xintoístas morando com ateus = Nenhum problema
Budistas morando com siques = Nenhum problema
Baha’is morando com os cristãos = Nenhum problema
Budistas morando com xintoístas = Nenhum problema
Budistas morando com hindus = Nenhum problema
Hindus morando com cristãos = apenas alguns problemas raros
Ateus morando com budistas = Nenhum problema
Confucionistas morando hindus = Nenhum problema
Ateus morando com confucionistas = Nenhum problema
Cristãos morando com xintoístas = Nenhum problema
Xintoístas morando com confucionistas = Nenhum problema
Confucionistas morando com os Baha’is = Nenhum problema
Hindus morando com os Baha’is = Nenhum problema

Muçulmanos morando com judeus =  problema
Muçulmanos morando com siques =  problema
Muçulmanos morando com hindus =  problema
Muçulmanos morando com os Baha’is =  problema
Muçulmanos morando com xintoístas =  problema
Muçulmanos morando com budistas =  problema
Muçulmanos morando com cristãos =  problema
Muçulmanos morando com ateus =  problema

MUÇULMANOS MORANDO COM MUÇULMANOS = PROBLEMA MUITO GRANDE!
Sunitas odeiam xiitas. Xiitas odeiam sunitas. São todos muçulmanos.

***** Então isto leva a… *****
Eles não estão felizes em Gaza
Eles não estão felizes no Egito
Eles não estão felizes na Líbia
Eles não estão felizes no Irã
Eles não estão felizes no Iraque
Eles não estão felizes no Iêmen
Eles não estão felizes no Paquistão
Eles não estão felizes na Síria
Eles não estão felizes no Líbano
Eles não estão felizes na Nigéria
Eles não estão felizes no Quênia
Eles não estão felizes no Sudão
Eles não estão felizes no Marrocos
Eles não estão felizes no Afeganistão
ETC ETC ETC ETC

******** Pois onde eles estão felizes? **********
Eles estão felizes na Austrália e na nova Zelândia
Eles estão felizes na Bélgica
Eles estão felizes na França
Eles estão felizes na Holanda
Eles estão felizes na Itália
Eles estão felizes na Alemanha, na Áustria e na Suíça
Eles estão felizes na Espanha
Eles estão felizes na Suécia
Eles estão felizes na Dinamarca
Eles estão felizes nos Estados Unidos e no Canadá
Eles estão felizes na Noruega e na Índia
Eles estão muto felizes na Inglaterra, com toneladas de serviços sociais

Eles estão felizes na Argentina e no Brasil

Eles estão felizes em quase todos os países que não são islâmicos! E quem eles culpam? Não o Islã… Não os seus governos… Não eles mesmos… ELES CULPAM OS PAÍSES EM QUE ELES ESTÃO FELIZES!! E eles querem mudar os países em que eles estão felizes, para parecerem-se com os países de onde eles vieram e estavam infelizes! *PQP*!

Jihad Islâmica: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
ISIS: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Qaeda: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Talibã: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Boko Haram: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Nusra: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Abu Sayyaf: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Badr: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Irmandade Muçulmana: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Lashkar-e-Taiba: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Ansaru: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Jemaah Islamiyah: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Brigadas de Abdullah Azzam: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Al-Shabab (Somália): UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Hamas: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Hezbollah: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA
Frente de Libertação da Palestina: UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ISLÂMICA

E isso é apenas a ponta do iceberg do terrorismo islâmico.

Existe mais, muito mais. 

Obrigado, "religião da paz"!

Os 20 Mandamentos mortais do islamismo

01) – Tu deves violar e casar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
02) – Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
03) – Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
04) – Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
05) – Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
06) – Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
07) – Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
08) – Tu deves matar quem deixar o Islão. Alcorão 2: 217, 4:89
09) – Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
10) – Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
11) – Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
12) – Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
13) – Tu deves mentir para fortalecer o Islão. Alcorão 3:28, 16: 106
14) – Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que não queiras. Alcorão 2: 216
15) – Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
16) – Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
17) – Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
18) – Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
19) – Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
20) – Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.


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