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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Netanyahu aprofunda os laços com a Índia, olhando para o futuro


Netanyahu disse que é importante para Israel que a Índia, uma das principais potências do mundo, queira estreitar laços com o Estado judeu. 
Por: Aryeh Savir, World Israel News 

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu concluiu o primeiro dia da sua visita de Estado histórica de seis dias à Índia no domingo, onde foi recebido calorosamente pelo primeiro-ministro indiano Narendra Modi no aeroporto. 
A visita oficial de Netanyahu celebra os 25 anos desde o estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países e ocorre cerca de seis meses após a histórica visita de Modi a Israel em Julho.

  
Netanyahu desembarcou em Deli, onde recebeu uma 'saudação surpresa' do Primeiro-Ministro Modi.


Reunido com o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Índia, Sushma Swaraj, Netanyahu disse que era "uma verdadeira honra e uma verdadeira alegria estar aqui". 
"Há muito entusiasmo, não só nas nossas reuniões ao nível de governos e líderes, mas também nas pessoas. Eu vejo isso e é reconfortante", afirmou Netanyahu, dizendo que estava ansioso para melhorar ainda mais os laços entre os dois países. 
Em Hebraico, Netanyahu disse que é importante para o Estado de Israel que uma das principais potências do mundo, a Índia, queira desenvolver uma colaboração próxima em muitas áreas, incluindo economia, comércio, segurança e agricultura. 
Swaraj disse que os sentimentos positivos em torno da visita de Netanyahu eram "mútuos".

"Esse sonho tornou-se realidade" 
"Estávamos ansiosos pela vossa visita. Depois da visita do primeiro-ministro Modi, todos nós queríamos muito receber-vos na Índia. E hoje, esse sonho tornou-se realidade", disse o ministro. 
Swaraj enfatizou a amizade especial entre os dois países, lembrando as visitas recíprocas do ano passado, que reflectem o aprofundamento dos vínculos. 

O Presidente da República de Israel, Reuven Rivlin, e o Primeiro-Ministro da Índia, Narendra Modi.

Os laços entre os dois países estreitaram-se consideravelmente nos últimos anos, especialmente desde que Modi assumiu o cargo. 
O relacionamento teve um novo impulso durante a visita do presidente indiano Pranab Mukherjee a Israel em 2015 e a visita recíproca do presidente Reuven Rivlin à Índia em Dezembro passado. 
À noite, Modi deu um jantar em honra de Netanyahu e sua esposa Sara, na sua residência oficial em Nova Deli. 
Durante a visita oficial, serão realizadas reuniões profissionais entre as duas partes e serão assinados acordos bilaterais nos campos da energia, ciber-tecnologia e aviação.


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"Os judeus nunca experimentaram a perseguição na Índia" - lembra Netanyahu.
Numa conferência de imprensa conjunta em Nova Deli, Netanyahu chamou ao seu homólogo indiano "um líder revolucionário no melhor sentido da palavra" revolução":


"Durante 2.000 anos, o povo judeu sofreu a perseguição em muitos países, mas nunca na Índia", disse o primeiro-ministro israelita ao seu homólogo em Nova Deli. 
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu agradeceu a Narendra Modi, "não só pela honra que me deu, mas também ao povo de Israel e ao Estado de Israel". 
Modi foi o primeiro líder da Índia a visitar Israel, disse Netanyahu, chamando a essa visita um evento histórico, especialmente para os israelitas de origem indiana. 
Em 2.000 anos, judeus na Índia nunca experimentaram anti-semitismo, observou o primeiro-ministro israelita.

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Órfão sobrevivente do ataque terrorista de Bombaim regressa ao local de ataque


Quase 10 anos depois de os seus pais, os emissários do movimento Chabad, o rabino Gavriel e a esposa Rivka Holtzberg, terem sido assassinados por terroristas islâmicos na Índia, Moshe Holtzberg, de 12 anos, regressou ao local pela primeira vez.  
Moshe Holtzberg retornou pela primeira vez ao local do ataque em Mumbai, na Índia, onde os seus pais foram assassinados. Moshe juntou-se ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu numa cerimónia para descerrar uma placa memorial que homenageia os seus pais no Centro Chabad de Bombaim, onde foram mortos num ataque terrorista islâmico. 
A placa servirá como primeira pedra para o memorial planeado para o local, que incluirá o apartamento onde viviam os Holtzberg e o sítio exacto onde ocorreram os assassinatos. 



Moshe tinha apenas dois anos quando os seus pais foram assassinados, juntamente com outras seis pessoas, no Centro Chabad, que foi um dos alvos de 10 islamistas radicais que se infiltraram Mumbai e abateram 166 pessoas durante três dias de terror. 


Sandra Samuel e Moshe Holtzberg.


Moshe foi salvo pela sua ama indiana, Sandra Samuel, que o protegeu durante o a matança, e viajou com ele para Israel, onde recebeu cidadania em 2010. Ela permanece em contacto directo com Moshe, que vive com os seus avós maternos em Afula.





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Quando Modi esteve em Israel, foi saudado na sua Língua natal:


Agora, os indianos retribuíram. Vídeo aqui.


"Temos encontrado aqui muito amor", diz Netanyahu no Taj Mahal
"Na Índia, temos encontrado muito amor, amor por Israel, e aqui estamos no templo do amor", disse Netanyahu ao visitar o famoso Taj Mahal.


O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e sua esposa, Sara, chegaram a Nova Deli para uma histórica visita de seis dias à Índia, onde o líder israelita e o seu homólogo, Narandra Modi, estão a reforçar os laços entre os dois países em muitas áreas. 
Acompanhado pelo monge e político Yogi Adityanath, ministro-chefe do Uttah Pradesh, um Estado no norte da Índia, o primeiro-ministro israelitae sua esposa fizeram escala para visitar o magnífico Taj Mahal. 
"Este é um momento de descontracção numa visita muito intensiva. Gostaria de agradecer ao primeiro-ministro indiano Modi também por nos proporcionar este momento. Na Índia, temos encontrado muito amor, amor por Israel, e aqui estamos no templo do amor".

Fontes: United With Israel e World Israel News


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Israel e a Índia são desde sempre alvos primordiais da política islâmica de invasão e genocídio. Ambos os países foram obrigados pelas potências coloniais europeias a dar grande parte aos muçulmanos (a Jordânia e Gaza; e o Paquistão, respectivamente). Israel e a Índia vivem cercados de países islâmicos (todos ditaduras, obviamente), que lhes negam o direito de existir. Ambos os países são obrigados a manter dentro das suas fronteiras uma população hostil, que não é leal ao Estado e que apoia a aspiração islâmica do Califado Global. Israel e Índia só têm a ganhar em se unirem.

A aliança do Leão Israelita com o Tigre Indiano:



Israel e Índia inovam, para um futuro melhor:

 

Longa vida a esta aliança!

sábado, 8 de julho de 2017

Israel e Índia: Líderes apoiam a paz, ignoram a narrativa de dois Estados


O primeiro-ministro indiano Modi e o primeiro-ministro israelita, Netanyahu, aproveitam um momento na praia e observam como opera uma unidade móvel de purificação de água. Os resultados foram notáveis e extremamente saborosos! Um dia, o Mundo será assim, sem terrorismo, com amizade e cooperação.

A recente visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a Israel, foi bastante prometedora para ambos os Estados. A Índia precisa da tecnologia israelita para combater o problema da fome, da seca e da defesa contra o terrorismo islâmico. Israel, isolado pela comunidade internacional (desejosa de agradar aos 57 Estados muçulmanos, que querem obliterar Israel e extinguir os judeus), precisa de aliados diplomáticos.


Os líderes de Israel e Índia expressaram o apoio a uma resolução pacífica do conflito "palestino" - sem apoiar abertamente uma solução de dois Estados.
Uma declaração conjunta endossada pelo primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e pelo primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, citamo seu apoio ao processo de paz entre Israel e os "palestinos", mas não menciona ou endossa uma solução de dois Estados.


Os dois líderes publicaram na quarta-feira um documento com 22 cláusulas que marcaram o 25º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre os seus países e resumiram a visita histórica de Modi, o primeiro primeiro-ministro indiano a visitar Israel.

 

O documento afirma que a visita "solidificou a amizade duradoura entre os dois povos e elevou a relação bilateral a uma parceria estratégica".
O documento refere-se a várias facetas das relações e à crescente cooperação entre as duas nações.
A cláusula 20 diz respeito ao processo diplomático entre Israel e os "palestinos".
Os dois primeiros ministros reconheceram "a necessidade de estabelecer uma paz justa e duradoura na região" e "reafirmaram o seu apoio a uma rápida solução negociada entre os lados com base no reconhecimento mútuo e em acordos de segurança", mas não endossaram nenhum plano final nem mencionaram a solução de dois Estados.
A Índia reconheceu o inexistente "Estado da Palestina", mas Modi parece estar a afastar-se dos "palestinos" e a aproximar-se de Israel.
Um encontro com a "Autoridade Palestina" (AP) em Ramallah ficou ostensivamente ausente da agenda de Modi, e o governo indiano disse que acredita que a visita autónoma do primeiro-ministro a Israel "sublinha o significado dos laços especiais da Índia com a nação judaica".
Um alto funcionário indiano disse ao Jerusalem Post que não era o estilo do seu país envolver-se em "diplomacia de megafones", ou ir a outros países e ensiná-los sobre o que eles precisam fazer.
Ele disse que isso é, em grande medida, porque a Índia também não gosta quando outros países vêm à Índia e dar-lhe lições sobre as relações com o Paquistão.

NOTA DO 'AMIGO DE ISRAEL' - Israel e a Índia sofrem com o colonialismo, supremacismo, terrorismo e genocídio islâmico desde há séculos. Israel acabou por ter que ceder o território hoje chamado Jordânia aos invasores muçulmanos, e  Índia teve que ceder o Paquistão. O genocídio dos hindus cometido pelos muçulmanos foi O MAIOR DA HISTÓRIA. 80 milhões de inocentes foram sacrificados ao deus Alá.
Lembramos o nosso post: 


Em 1947, Massacre dos Hindus e partição da Índia.


Hoje, os muçulmanos continuam a querer a Índia toda, tendo como pretexto Caxemira, tal como continuam a querer Israel todo, tendo como pretexto a Judeia e Samaria (vulgo Cisjordânia). O seguinte mapa mostra a perda de território por parte de Israel desde os tempos Bíblicos, em favor dos invasores islâmicos:


E não consta aqui a enorme Península do Sinai, que Israel conquistou após a agressão Árabe e que devolveu ao Egipto, em troca de paz, algo inédito na História.

Posição forte contra o terrorismo
Com os dois países ameaçados pelo terrorismo muçulmano, a declaração versou sobre a guerra contra o terrorismo.
A Cláusula 14 afirma que "reconhecendo que o terrorismo representa uma grave ameaça para a paz e a estabilidade globais, os dois Primeiros Ministros reiteraram o seu forte compromisso de combatê-lo em todas as suas formas e manifestações".
Eles sublinharam que "não pode haver justificação para actos de terror por qualquer motivo. Os líderes afirmam que devem ser tomadas medidas fortes contra os terroristas, organizações terroristas, contra as suas redes e contra todos aqueles que encorajam, apoiam e financiam o terrorismo, ou fornecem santuário a terroristas e grupos terroristas".
Esta declaração pode dar um duro golpe à Autoridade Palestina, que apoia amplamente o terrorismo.
Por: Max Gelber, Unidos com Israel  (TAMBÉM EM ESPANHOL)


 BREVE COMENTÁRIO
Sobre o apoio da "Autoridade Palestina" ao terrorismo, pode dar uma vista de olhos pela nossa secção Intifacada. Fez agora um ano que Halled Ariel foi assassinada por ordem da "Autoridade Palestina"do mega-terrorista Mammoud Abbas:


Houve celebrações, os terroristas foram premiados com muito dinheiro e homenagens, e o mundo continua a enviar milhões para Abbas, que ele usa para  mansões, em todo o mundo, aviões particulares, armas e munições para matar judeus e prémios para terroristas e  famílias.
Para os nossos leitores que ainda engulam a propaganda mediática de que o problema em Israel e haver "um território para dois povos", lembramos que os Árabes invadiram Israel em 1920, e desde aí que reivindicam o país como seu. Tal como acontece já aqui na Europa e na Austrália, no Canadá e nos Estados Unidos, onde eles exigem (para já) parte do território que colonizaram como Estado independente.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

O Melhor Amigo de Israel na Ásia



A única democracia do Médio Oriente a a maior democracia do Mundo unem esforços. A colaboração entre a Índia e Israel não vem de agora. 

Ambos países antigos, com longa tradição e riqueza cultural ímpar. Em ambos a História do país se confunde com a História das religiões que lá se originaram. Em Israel o Judaísmo e o Cristianismo, as duas grandes religiões Abraâmicas. Na Índia o Hinduísmo, o Jainismo, o Budismo e o Sikhismo, as quatro grandes religiões dármicas.

Ambos os países são martirizados pelo terrorismo islâmico.

Índia: o Melhor Amigo de Israel na Ásia



A Índia tem no topo da sua agenda o desejo de fortalecer os laços económicos entre Israel, Ásia e América Latina. E, aparentemente, o interesse é mútuo.

O eleito primeiro-ministro Narendra Modi da Índia

Israel pode ter um "novo aliado firme" no Sul da Ásia, com a eleição do primeiro-ministro Narendra Modi nas eleições nacionais de 2014.


O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em discurso na reunião de gabinete sobre a dependência Israel em relação ao mercado europeu, defendeu o reforço dos laços económicos com a Ásia e a América Latina, e também mencionou que felicitou Modi, que liderou o Partido conservador Bharatiya Janata numa vitória esmagadora nas últimas eleições.



O Leão e o Tigre

"Falei com o primeiro-ministro eleito da Índia", disse Netanyahu. "Eles têm uma vontade clara de aprofundar e desenvolver as relações económicas com o Estado de Israel". 

(...) "Modi, um político de direita, nacionalista pró-hindu, tem sido um bastião dos laços políticos e comerciais com o Estado de Israel", refere o International Business Times (IBT).

Os dois países "têm vindo a negociar um acordo de livre comércio nos últimos anos", continua o artigo. "Embora as relações entre Índia e Israel se tenham aprofundado e diversificado desde o estabelecimento de relações diplomáticas em 1992, os cinco anos do 
Bharatiya Janata no poder deram um grande impulso ao lema 'Índia e Israel lutam juntos contra o terrorismo'".



Unidos contra o terrorismo, na defesa da Liberdade, da Democracia e da Paz


Como observado pelo Israel National News, a crescente ligação entre o Estado judaico e a Índia é também um impulso na luta de Israel contra o terrorismo islâmico, pois os dois países enfrentam ameaças terroristas dos seus vizinhos muçulmanos.


Índia e Israel Unidos Contra o Terror


 Bandeiras de Israel e da Índia ( MFA )

O partido de Modi "elogiou repetidamente Israel como um baluarte da luta contra o terrorismo islâmico", diz jornal online INN.

"A Índia tem uma longa história de compra de equipamentos militares de Israel. Em Dezembro, a Índia comprou 15 aeronaves ao Estado judaico, num esforço para reforçar a segurança ao longo das fronteiras com o Paquistão e China".


"Em 2009, a Índia comprou o sistema táctico e de vigilância Phalcon a Israel, como parte de um acordo de 1,1 bilião de dólares assinado entre Índia, Rússia e Israel, em Janeiro de 2004. A indústria militar de Israel também anunciou planos de estabelecer cinco fábricas na Índia para produzir granadas de artilharia."



Os terroristas odeiam quem lhes faz frente...

O INN também citou uma sondagem de 2009, do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, que descobriu que as pessoas na Índia consideram Israel como sendo dos seus "melhores amigos".


 


 As religiões que visam o BEM, celebram a diferença

O estudo foi feito com 5215 pessoas de 13 países e descobriu que 58 por cento dos indianos apoiam Israel. Em segundo lugar, 56 por cento dos cidadãos norte-americanos expressaram apoio a Israel, assim como 52 por cento dos russos, 50 por cento dos mexicanos, 48 por cento dos chineses e 39 por cento dos italianos.

United With Israel



India-Israel Friendship

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“Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada.”
[The only thing necessary for the triumph of evil is for good men to do nothing.]
―Edmund Burke