sábado, 29 de outubro de 2016

Israel extrai água do ar



Extrair água do ar - usando menos energia
Os cientistas do Instituto Technion de Tecnologia de Israel criaram um sistema de baixa energia para a colheita de água potável a partir do ar. O sistema usa um dessecante líquido para separar vapor de água do ar, e, em seguida, condensar o vapor. Esta tecnologia permite economizar até 65% em relação aos sistemas existentes.



A dessalinização da água do mar,  a remoção de sal (cloreto de sódio) e outros minerais da água do mar para torná-lo adequado para consumo humano e / ou de uso industrial, por osmose inversa, uma tecnologia de purificação de água que utiliza uma membrana semi-permeável para remover iões, moléculas, e partículas maiores de água potável, é também uma potencial fonte de água doce, mas não é aplicável em países que não têm acesso ao mar. 
Além disso, a dessalinização requer grandes investimentos de capital em infra-estruturas de tubulações e bombeamento, e na sua operação e manutenção. 
Felizmente, este sistema israelita que usa a humidade atmosférica, funciona em toda a parte e sob quaisquer condições atmosféricas.
 
A água assim obtida é livre de bactérias, uma vez que "a bobina do condensador não entra em contacto com o ar ambiente mas apenas com o vapor puro que foi libertado da solução do dessecante".

- Para saber mais - caso esteja interessado - sobre este sistema, consulte artigos da ACS e  da No Camels.

 
PODE ISRAEL RESOLVER O PROBLEMA DA ESCASSEZ DE ÁGUA GLOBAL?

A escassez de água é uma questão premente em todo o mundo: De acordo com a ONU, 1,2 biliões de pessoas (quase um quinto da população mundial) vivem em áreas onde a água é escassa, e outros 500 milhões de pessoas estão prestes a ficar nessa situação. Não é de admirar, por isso, que o mundo esteja em busca de um sistema para produzir e conservar a água - tanto para beber como para a agricultura - especialmente durante as secas.
Israel é um país minúsculo, em grande parte desértico, e desprovido de nascentes de água, dependente da água das chuvas. Desde a restauração da independência, a questão da água tem sido vital para Israel. Hoje, o país é o líder global em tecnologia de produção e conservação de água, e está ansioso por partilhá-la com todos os outros povos do Mundo, começando pelos vizinhos árabes.
Lamentamos que este vídeo do Instituto Prager não esteja traduzido para Português. 

- Este post foi composto com recurso a dados dos artigos acima citados, do Instituto Prager e da organização UNITED WITH ISRAEL, mais precisamente da sua secção BOAS NOTÍCIAS DE ISRAEL.


 

Enquanto Israel mata a sede do Mundo, a Imprensa, a extrema-esquerda e os nazis encarregam-se fazer reviver mitos medievais. Por exemplo:

KO ao Mito dos "Palestinos" Sedentos - 1

 KO ao Mito dos "Palestinos" Sedentos - 2

Vede, as Barragens Invisíveis de Israel!...

O Independente mente descadamente!

'Se não há água na torneira, é porque os judeus a beberam’”
 
 

Provérbio ucraniano.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Cientistas israelitas provam que Popeye tinha razão!




CIENTISTAS ISRAELITAS CRIAM ENERGIA ALTERNATIVA E LIMPA A PARTIR DOS ESPINAFRES
Sempre soubemos que o espinafre é uma grande fonte de energia para o nosso corpo. Agora parece que as nutritivas folhas verdes também podem fornecer energia para outros fins.
Usando uma simples membrana obtida a partir de folhas de espinafre, pesquisadores do Instituto Technion de Tecnologia de Israel, situado em Haifa, inventaram uma célula bio-foto-electro-química (bfec) que produz electricidade e hidrogénio da água usando a luz solar.

O Prof. Noam Adir é um dos cientistas responsáveis por esta invenção, que está a ser partilhada com o mundo. A equipa não pretende patentear os espinafres...

A combinação única de células vegetais e membranas bpec fabricadas por mão humana, que absorvem a luz solar e a convertem de forma altamente eficiente num fluxo de electrões para energia química armazenável, abre caminho para novas tecnologias limpas a partir de fontes renováveis.



Espinafres.
Este feito foi um esforço multidisciplinar.
"O estudo é o único que combina os principais especialistas de três faculdades diferentes: biologia, química e engenharia de materiais", disse o professor Avner Rothschild, do departamento de ciência dos materiais e engenharia.

O estudo foi conduzido pelos doutorandos do Instituto Technion, Roy I. Pinhassi, Dan Kallmann e Gadiel Saper, sob a orientação de Avner Rothschild, pelo Prof. Noam Adir do departamento de química, e pelo Prof. Gadi Schuster do departamento de biologia.

"A combinação do natural (folhas) e do artificial (célula fotovoltaica e componentes electrónicos), bem como a necessidade de fazer que esses componentes se comuniquem uns com os outros, são desafios complexos de engenharia que nos obrigaram a unir forças", disse Rothschild.

Os resultados foram publicados na revista on-line Nature Communications.


a) Ilustração esquemática de uma célula bfec e b) Fotografia de microscópio electrónico.


A fim de utilizarem a fotossíntese para a produção de uma corrente eléctrica, os investigadores adicionaram à solução um composto à base de ferro. Este composto facilita a transferência de electrões das membranas de folha de espinafre para o circuito eléctrico, permitindo a criação de uma corrente eléctrica na célula.


Uma unidade de "energia-espinafre".

A corrente eléctrica também pode ser canalizada para formar hidrogénio gasoso, através da adição de energia eléctrica a partir de uma pequena célula fotovoltaica que absorve o excesso de luz. Isto torna possível a conversão da energia solar em energia química, que é armazenada como hidrogénio gasoso, formado no interior da célula bpec.


Por sua vez, esta energia pode ser convertida em calor e energia eléctrica pela combustão do hidrogénio, da mesma maneira que os combustíveis de hidrocarbonetos.

No entanto, ao contrário da queima de combustíveis - os hidrocarbonetos emitem dióxido de carbono para a atmosfera e poluem o ambiente - o produto da combustão do hidrogénio é água limpa.

Portanto, a inovadora célula israelita é um ciclo fechado que começa com água e termina com água, permitindo a conversão e armazenamento de energia solar no hidrogénio. Os investigadores acreditam que esta pode ser uma alternativa de combustível limpo e sustentável.


Se está interessado em compreender o esquema acima, clique aqui, sff.

"Estes resultados demonstram que é possível combinar membranas fotossintéticas naturais e células fotovoltaicas feitas pelo homem, a fim de converter a energia solar em combustível de hidrogénio", escreveram os pesquisadores no seu relatório.

O Prof. Avner Rothschild  (fila do meio ao centro, de polar azul-claro), com o seus alunos.


O estudo foi conduzido no Grand Technion Energy Program (GTEP) e realizado no Laboratório Technion de Hidrogénio, que foi estabelecido sob os auspícios da Fundação Adelis e do GTEP. Foi financiado pelo programa I-CORE (Israeli Centers of Research Excellence), do Conselho para o Planeamento e Orçamento do Ensino Superior, pela National Science Foundation (uma colaboração Estados Unidos-Israel), e pelo programa de cooperação alemão-israelita.

Por: TheTower.org/Israel21c via UNITED WITH ISRAEL.

Para ter sempre notícias frescas de Israel, visite o site UNIDOS CON ISRAEL (em Espanhol):

https://unitedwithisrael.org/es/


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Breve comentário nosso - Se pensarmos que Israel é apenas 0,02% do mundo islâmico em área, e que os judeus são apenas 0,17% da Humanidade, contra os 25% dos muçulmano; e se compararmos o que Israel dá ao mundo em ciência, tecnologia, ajuda humanitária, cultura, com o que o mundo islâmico dá, poderemos chegar a alguns indícios das causas do ódio islâmico contra Israel.

Os maus da fita -  Dan Kallmann (esq.) e Gadiel Saper no laboratório do "Projecto Espinafre", trabalham para dar ao Mundo os benefícios da Ciência. BUUUUUHHH!!! SEUS "ZIONISTAS"!!!!!...
 
Com todo o seu poderio financeiro-petrolífero, o mundo islâmico (sobre o qual o Ocidente pouco ou nada sabe, mas que venera) o que mais oferece à Humanidade são grupos terroristas, regimes ditatoriais brutais, mutilação genital feminina, execuções de homossexuais e mulheres "adúlteras", escravatura, tortura, execuções por apostasia, sacrifícios humanos, etc., etc., etc..
Quanto aos odiadores de Israel aqui no Ocidente, estão no seu pleno direito. Mas, por uma questão de coerência, devem recusar tratamentos médicos criados por judeus (grossa fatia da tecnologia e ciência médica actual), rejeitar medicamentos criados por judeus (idem), atirar o computador e o telemóvel para o lixo, etc., etc., etc..

Os bons da fita - Os "heróis" muçulmanos do Hamas mandam uma das suas crianças fazer-se explodir e matar judeus. AVANTE, CAMARADAS!!!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

A "criança" tinha 21 anos e era um terrorista *




Comité de recepção aos refujiadistas. Ah... Como é bom ser bonzinho...

Vítima da lavagem ao cérebro promovida pelos jornalistas e pelos políticos, uma inglesa adoptou este pobre refugiadinho da guerra na Síria, apenas com 12 aninhos:


Jamal, o refugiadinho de 12 aninhos

O menino, apesar do seu ar inocente e fofinho, e do seu pequeno bigodinho de criança, não tinha 12 anos: tinha 21! 
E não era nenhum refugiado, mas sim ou terrorista dos taliban, treinado na matança de infiéis!
Quando confrontado com as provas de que era um terrorista, o nosso amiguinho passou a ameaçar a mãe adoptiva:
 "Vou matar-te e sei quem são os teus filhos".
Agora a família vive aterrorizada. Diz Rosie: 
"Tenho sempre os estores para baixo, mudámos a rotina da família, evitamos ir aos sítios onde fomos com ele. Muita gente desconfiou, não sei como os Serviços Sociais não viram uma coisa destas".

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- Esta é uma notícia do THE SUN, mas é apenas uma gota de água num oceano de milhões de colonos que aportam à Europa.
- Por causa da lavagem ao cérebro promovida pelos media, pelos políticos e por outros CAGALHÕES DESPREZÍVEIS, haverá logo quem diga que este é um "caso isolado". Todo o caos e todo o terrorismo gerado pelos "refujiadistas" não chega para demover o preconceito de certas pessoas.
ESTIMA-SE QUE MAIS DE DOIS TERÇOS DOS MUÇULMANOS QUE APORTAM Á EUROPA COMO "REFUGIADOS" E COMO "CRIANÇAS" SÃO AFINAL ADULTOS.  
- E quantos deles são terroristas?


Na Selva de Calais acumulam-se terroristas e invasores muçulmanos, que a esquerda e os media pintam como "refugiados".
Releia que vale a pena:

Invasão Islâmica - as pessoas começam a entender!



CUTCHI-CUTCHI-CUTCHI... 


Quem muda a fralda aos bebés?...

A seguir, e apenas do supracitado artigo do THE SUN, algumas fotos dos muçulmanos que entram na Europa como crianças; não quer levar um para sua casa, você que é contra "islamofobia"?











ETC..

Na Suécia, o governo de extrema-esquerda tem aberto as portas a estas "crianças", que são responsáveis por este país se ter tornado o 2º recordista de estupro de crianças e mulheres a nível mundial. 
Aconselhamos o artigo do Gatestone Institute, da autoria de  Ingrid Carlqvist:
Crianças refugiadas invadem Suécia 
- versões em Inglês,  Dinamarquês, Alemão e Italiano.

Crianças muçulmanas - quem negar que estes dois matulões são crianças, é islamofóbico e racista; eis a ditadura a que chegámos.


Outros artigos de  Ingrid Carlqvist:


Jerusalém - Festa dos Tabernáculos 2016


O que é o Sucot? Por este nome, quem teve um educação católica, como nós e como a maior parte dos portugueses, não saberá. Mas se falarmos na Festa das Tendas, ou na Festa dos Tabernáculos, já sabemos. 
A Festa das Tendas evoca o Êxodo, quando os Israelitas andaram no deserto durante 40 anos e se abrigavam em tendas. É uma chamada à consciência histórica e à noção, sempre presente no Judaísmo, de que tudo vem de Deus.

Edifícar com alegria para o Sucot

Quando havia Templo em Jerusalém,  Israel e todas as nações/goym (recordamos que a palavra goym significa "nações", e que Israel é uma das nações do Mundo) eram convidadas a celebrar em união esta festa. 
Não podemos deixar de admirar esta tradição, que se cumpre, sem interrupções, há quase 4 mil anos. Mesmo nos tempos mais difíceis, com a Terra de Israel ocupada pelos inúmeros invasores que se sucederam, mesmo nos campos de extermínio nazis, os judeus celebraram o Sucot.


Nos dias desta celebração, os judeus tomam as suas refeições e pernoitam em tendas construídas especialmente para esta ocasião, com os formatos ditados pela inspiração e os materiais disponíveis.

 

Sucá significa "tenda. Sucot significa "tendas".

Neste vídeo, Yaakov Lehman passeia por Jerusalém e conversa com todos os tipos de judeus, dos mais ortodoxos aos mais liberais, sobre o significado da Festa das Tendas:

A cerimónia de Birkat Cohanim (Bênção Sacerdotal) no Kotel (Muro Ocidental ou Muro das Lamentações) teve a participação de dezenas de milhar de judeus que se reuniram para o Sucot vindos de todo o mundo.  
A bênção vem de Números 6: 23-27, onde Aarão e seus filhos são mandados fazer a seguinte bênção sobre o povo judeu: "Que o Senhor te abençoe e te guarde, que o Senhor faça sua face lançar luz sobre ti e se compadeça de ti, Que o Senhor levante o seu rosto para ti e te dê a paz".

Sobre a resolução da UNESCO de negar os laços judeus com o Monte do Templo e Muro das Lamentações, o rabino Shmuel Rabinowitz, rabino do Muro das Lamentações e dos locais sagrados de Jerusalém, afirmou: 
"Em toda a história do Mundo, eu não sei de uma 'potência ocupante' cuja terra esteja cheia das relíquias dos seus antepassados. A santidade do Monte do Templo e do Muro das Lamentações para o povo judeu vem de há muitas gerações".
 Veja o nosso post:

UNESCO nega relação do povo judeu com Israel


"Os milhões de fiéis que vieram rezar no Muro das Lamentações em frente ao Monte do Templo, são a resposta judaica à UNESCO", acrescentou. 
Milhares de judeus no Muro Ocidental, este ano como desde há quase quatro mil anos, ininterruptamente; os judeus são o POVO NATIVO de Israel:

terça-feira, 25 de outubro de 2016

História de Israel - O Mandato Britânico

Mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL:
Dicionário Larousse, ano de 1939. Na página da esquerda, em cima, na bandeira da Alemanha, que era então a bandeira nazi, com a respectiva cruz suástica. E como era, em 1939, a bandeira da Palestina?
Era assim:
"Palestina" foi o nome  dado pelos ocupantes Britânicos à Terra de Israel. Nunca existiu nenhuma Palestina árabe. Israel é a terra dos judeus, desde há MILÉNIOS. Como Portugal é a terra dos portugueses, não importa quantos nomes tenha tido (Condado Portucalense, Reino de Portugal e dos Algarves, República Portuguesa) ou que tenha estado sob a soberania Espanhola.

Após a dissolução do Império Otomano, no final da Primeira Guerra Mundial, Israel, então chamado Palestina (o mesmo nome que os Romanos lhe tinham dado, derivado de Filistina/Terra dos Filisteus, povo já extinto ao tempo da ocupação Romana), tornou-se território administrado pelo Império Britânico. 

Os turcos-otomanos foram derrotados no início da Primeira Guerra Mundial, e a Palestina ficou sob controlo militar britânico enquanto a guerra durou. Os britânicos melhoraram a qualidade de vida dos judeus e dos árabes na então Palestina Britânica, melhorando o abastecimento de água e de alimentos, combatendo as doenças, e melhorando as comunicações. 

Em 1922, após a Primeira Guerra Mundial, a Liga das Nações deu formalmente o controlo temporário da Palestina ao governo britânico; o objectivo declarado da Liga das Nações para o Mandato Britânico era administrar partes do extinto Império Otomano, que tinha controlado todo o Médio Oriente desde o século 16, até que os residentes locais estivessem prontos para o auto-governo. 

Mapa da Terra de Israel desde 1516 - do domínio Turco-Otomano à actualidade.

A Grã-Bretanha foi incumbida de criar um lar nacional para o povo judeu. O trabalho da Grã-Bretanha foi o de implementar a Declaração de Balfour, que tinha sido assinada havia cinco anos, afirmando o desejo da Grã-Bretanha de criar uma pátria para os judeus na Palestina Britânica. O governo britânico, no entanto, fez promessas conflitantes aos judeus e aos árabes, prometendo a cada um a sua área autónoma. A elaboração do mandato e a demarcação das fronteiras de Israel foi um acto de equilíbrio delicado, cheio de conflitos. O Comité para a Palestina, por exemplo, opôs-se à frase invocando a "reivindicação" histórica do povo judeu na Terra Santa; a frase foi, consequentemente, reformulada.
O mandato foi finalmente ratificado em Junho de 1922. Durante os anos do Mandato, que durou de 1922 até à declaração de um Estado independente de Israel em 1948, a população judaica cresceu. Mais de 300.000 judeus imigraram para Israel, e estima-se que outros 50.000 imigraram ilegalmente. No início, os imigrantes não encontraram oposição da população árabe local. 

No entanto, como o anti-semitismo e a perseguição aos judeus a aumentavam na Europa, assim como o número de imigrantes para Israel, os árabes começaram a sentir-se desconfortáveis e ressentidos, e o governo britânico colocou limites estritos em matéria de imigração. As tensões aumentaram entre judeus e árabes, e ocorreram tumultos, como os motins Hebron, em 1929. 
Foi nessa época que a população judaica começou a formar as suas próprias forças de defesa, como o Haganah e o Irgun, que serviram de base ao IDF - Forças de Defesa de Israel. Ainda assim, um grande progresso foi feito em Israel. A economia do sector judaico foi crescendo, bem como outros aspectos da vida judaica. Um sistema de ensino centralizado foi criada em 1919; em 1920, a Federação de trabalho Histadrut foi fundada; o Instituto Technion e a Universidade Hebraica de Jerusalém foram ambos estabelecidos durante os anos de mandato. 

Plano de Partição da Palestina Britânica em 1922: 77% para os invasores árabes e 23% para os nativos judeus. A percentagem viria a ser ainda mais alterada a favor dos árabes. Mas nunca chega. O objectivo do mundo islâmico e da esquerda são os 0% de território e os 0% de judeus no Mundo.

Na sequência de revoltas árabes, entre 1936 e 1939, a Grã-Bretanha emitiu o Livro Branco, essencialmente renegando os princípios estabelecidos no Mandato, bem como a Declaração de Balfour. Severas restrições foram colocadas sobre a imigração judaica, bem como sobre os direitos de propriedade de terras judaicas. 

Durante os anos da II Guerra Mundial, a pequena quota foi rapidamente atingida, e os judeus que fugiam do Holocausto foram impedidos de entrar em Erets Israel, então chamada a Palestina Britânica. 

A opinião pública judaica voltou-se contra os britânicos, e as organizações clandestinas de defesa judaicas realizaram ataques contra os britânicos. A proibição de imigração permaneceu em vigor, mas o mandato foi-se tornando cada vez mais impopular. 

Após a Segunda Guerra Mundial, as Nações Unidas (a antiga Liga das Nações), adoptou o Plano de Partilha, essencialmente dividindo a Palestina Britânica em um Estado árabe e um Estado judeu, com Jerusalém sob controlo internacional. Isto levou a Grã-Bretanha a terminar o seu mandato e Israel a declarar sua independência em Maio de 1948.

Bibliografia:
Stand With Us.

Jewish Virtual Library

Myths and Facts
 Em caso de dúvida, (re)leia:

Mas afinal quem são os "palestinos"?

e



 

Este post foi publicado também no blogue O MELHOR DO AMIGO DE ISRAEL.

Israel - O Nascimento de uma Nação