sábado, 17 de março de 2018

Londres: a jihad com ácido *

Nota prévia: Fazemos questão de frisar, mais uma vez, que, casos como os que hoje vos trazemos, são como gotas de água no oceano. Os ataques com ácido em Londres são apenas mais uma arma da jihad, a guerra santa muçulmana contra os infiéis.
Intercalámos no artigo alguns comentários e imagens. 
Se consultar a nossa modesta secção REINO UNIDO pode ter uma ideia muito mais exacta da magnitude da situação deste país, que, como tantos outros, abriu as portas à islamização.


"Prática comum em partes da Ásia, Médio Oriente e África, são vistas agora nas ruas de Londres. Qual será o motivo? Quem está a cometer esses crimes de terror? Eu pensava que o multiculturalismo era uma maravilhosa utopia."

Os Ataques com Ácido nas Áreas proibidas a Não-Muçulmanos em Londres

Os salpicos ácidos do teste do multiculturalismo

Por Daniel Greenfield, jornalista Shillman no Freedom Center, investigador e escritor focado na esquerda radical e no terrorismo islâmico.


As coisas vão bem no Londristão.
A cidade de Londres tem a maior taxa de homicídios do país. Enquanto as autoridades lançam investigações sobre a carne de porco deixada numa mesquita ou um hijab supostamente que foi supostamente estragado, o crime continua a aumentar.
O controle de armas de fogo funcionou tão maravilhosamente que os crimes cometidos com armas em Londres aumentaram 42%.
Quando os defensores do controle de armas de fogo insistem em que devemos ser como o Reino Unido, os 2.544 crimes com armas de fogo Londres provavelmente não são o que eles têm em mente.
Mas o controle de armas de fogo funciona em Londres como uma moda. Os membros dos gangues que não conseguem pôr as mãos numa arma de fogo devem conformar-se com uma lâmina afiada. Os crimes com facas em Londres aumentaram 24%, com 12.074 infracções registadas. 60 pessoas foram mortalmente esfaqueadas no ano passado.
Porquê? Aqui está uma sugestão do comissário assistente da Polícia Metropolitana. "Há razões sociais complexas pelas quais cada vez mais jovens usam facas, e isso não pode ser resolvido apenas pela Polícia".
Essas razões sociais complexas parecem envolver apunhalar outras pessoas. Mas, como acontece com o terrorismo islâmico, os assassinatos à facada em Londres são uma das coisas que não podem ser resolvidas pela Polícia. Ao contrário das pessoas que fazem críticas sobre os muçulmanos no Facebook e no Twitter, situações que os polícias estão bem equipados para resolver.
Ainda assim, as autoridades estão a fazer o seu melhor para lidar com os esfaqueamentos: passou a vigorar a proibição de transportar facas. Transportar uma faca sem "uma boa razão" pode implicar quatro anos de prisão. Os bons motivos para transportar facas incluem o uso como adereço numa representação de Romeu e Julieta, levar a faca a um museu, ou "razões religiosas". A proibição, que cobre "bengalas-espada", espadas de samurai e "facas anti-zombie" (que são vendidas para combater zombies), não está, no entanto, a funcionar.

A execução ritual de Lee Rigby por islamistas em acção de jihad (guerra santa) não pôde ser disfarçada, pelas razões visíveis no vídeo abaixo (retirado pelos fascistas do Youtube). A execução de pessoas como a portuguesa Palmira Silva, foram contabilizados como "um caso isolado de doença mental". O costume.

 

Para mais informação, consulte a nossa secção LEE RIGBY.

A proibição das facas não perturbou a actividade dos muitos gangues responsáveis ​​pela violência, que estão a voltar-se para os ataques com ácido.
Os ataques de ácido em Londres aumentaram de 162 em 2012 para 454 no ano passado. Já houve 199 ataques de ácido este ano. Cinco ataques com ácido aconteceram em Londres no espaço de mais de uma hora.
Consequentemente, a nova solução óbvia é o controle dos aplicadores de produtos de limpeza.
Naomi Oni, funcionária da Victoria's Secret, foi desfigurada com ácido por uma muçulmana com véu. Para aprender a ser uma mulher recatada. As feministas amam o Islão!


A tendência agora é "regulamentar" as substâncias corrosivas, e proibir as pessoas de transportarem um limpador de canos, a menos que tenham uma boa razão. Quando o público for completamente proibido de comprar limpadores de canos, então, finalmente, todos em Londres estarão seguros.



Os limpadores de canos passaram a ser objecto de controle apertado, devido ao enriquecimento cultural.

Funcionou para armas de fogo e facas. Deve funcionar com o ácido. E viver com os canos obstruídos, tal como os ataques com automóveis, Allahu Akbar, são o preço que todos devemos pagar pela diversidade.
É fácil culpar e proibir objectos inanimados. E evitar qualquer discussão sobre os perpetradores.




Newham é o bairro de Londres com o maior número de ataques com ácido. Também tem a segunda maior percentagem de muçulmanos no Reino Unido.
398 ataques de ácido ocorreram em 5 anos na área denominada "o distrito mais etnicamente diversificado da Inglaterra e do País de Gales". 33% de Newham é habitada por titulares de passaportes que não pertencem ao Reino Unido.
Mas isso é certamente uma espécie de coincidência aleatória.
O lugar com o terceiro maior número de ataques de ácido é Tower Hamlets. Tower Hamlets é uma"no-go zone" (proibida aos nativos do país). Tem uma das menores populações britânicas nativas do país. 35% da população é muçulmana.
A maioria dos habitantes são bangladeshis, com uns saudáveis salpicos de somalis.
Houve 84 ataques de ácido no bairro que foi apelidado de "A República Islâmica de Tower Hamlets".
Além disso, por coincidência, o Bangladesh tem a maior taxa de ataques de ácido no mundo. Mas se alguém sugerir que essas duas estatísticas estão relacionadas, a Polícia Metropolitana irá investigá-lo por crimes de ódio.




O segundo lugar da lista de ataques com ácido em Londres é ocupado por Barking e Dagenham, um crescente enclave muçulmano, que elegeu o seu primeiro presidente muçulmano, cujos planos incluem a realização de uma festa islâmica "para toda a comunidade - independentemente da religião".
Barking é um lugar maravilhoso onde você tem a escolha de ser muçulmano ou muçulmano. Independentemente da religião.

Abdul Aziz, o novo presidente de Barking e Dagenham, com a esposa Najma Aziz. Foto: Barking e Dagenham Council.


A população britânica nativa constituía 80% do Barking em 2001. Agora caiu para menos da metade.
De acordo com os números do censo de 2011, "todos os grupos religiosos aumentaram, excepto as religiões judaico-cristãs". Foi aí que os islâmicos começaram a brandir cartazes com inscrições como "SOLDADOS BRITÂNICOS VÃO PARA O INFERNO".





Agora perguntamos: Porque será Barking agora um paraíso para os ataques com ácido?
O quinto bairro na lista de ataques com ácido é Redbridge, onde a população britânica nativa caiu em 40.844 pessoas em uma década. O último censo mostrou que os nativos britânicos e irlandeses fugiram de Redbridge à medida que os paquistaneses e os bangladeshianos invadiram o bairro. A população cristã e judaica caiu, enquanto a população muçulmana subiu 11%. Também subiram os ataques de ácido.
Mas certamente isso é mais uma coincidência insondável. Tal como 2 + 2 ser igual a 4.
Hackney, sexto bairro na lista, foi o lugar onde uma patrulha-Sharia  de muçulmanos executou o soldado britânico Lee Rigby e publicou vídeos anunciando que "os britânicos nunca estarão seguros nas ruas de Londres".
Eles certamente não estão seguros em Hackney.

Royal Barnes (com o seu lencinho à terrorista Arafat), membro de uma patrulha-sharia, das que há anos percorrem as cidades europeias, impondo o Islão. No vídeo abaixo podemos vê-lo a celebrar a execução de Lee Rigby:

Com 14% da população, o Islão é o segundo maior grupo religioso de Hackney. A população indígena britânica caiu para 36%. De acordo com funcionários do Estado, isso é "o reflexo da crescente diversidade de Hackney, actualmente o 6º distrito mais etnicamente diversificado em Londres, depois de Newham, Redbridge, etc ...".
Sexto em diversidade e sexto em ataques de ácido.

"Sinto-me um estrangeiro na minha terra" - Londres tem mais de 1 milhão de muçulmanos, e um presidente muçulmano, próximo do ISIS.

Dos quatro restantes na lista, três, Croydon, Ealing e Hilingdon, são hoje áreas de minoria branca. Enquanto isso, Kensington e Chelsea, que têm uma maioria branca, têm a menor taxa de ataques com ácido. Então, naturalmente, a Imprensa tentou culpar os nativos britânicos pelos ataques.
Mas os números não mentem.


A Imprensa já não consegue esconder a realidade dos ataques com ácido, mas culpa os ingleses nativos e omite completamente a autoria e a motivação islâmica dos mesmos.


Londres está a experimentar o espectáculo do teste ácido da diversidade. Essa sensação ardente no rosto da cidade é a emocionante sensação do multiculturalismo corrosivo que está a ser consumido nas comunidades britânicas.
Proibir armas, facas, limpadores de canos, desentupidores e plumas de avestruz não resolverá o problema. A falácia do controle de armas, controle de facas e controle de ácido é que objectos inanimados não matam pessoas.
As armas de fogo não disparam sozinhas. As facas não ganham vida em plena luz do dia para decapitar pedestres. As garrafas de ácido não batem às janelas dos carros e depois espirram os ocupantes quando estes abrem a janela.
A imigração importou ataques de ácido para o Reino Unido da mesma maneira que importou gangues de homens muçulmanos esfaqueando empregadas em restaurantes enquanto gritam: "Isto é para Allah".
Alá e ataques com ácido são ambas importações do mundo muçulmano.
Os assassinatos em Londres, como os assassinatos na maioria das principais cidades americanas, são conduzidos pela violência dos gangues. Por trás dos tiroteios, esfaqueamentos e ataques com ácido estão gangues. Muitos desses gangues são constituídas por migrantes da primeira e segunda geração e por colonos do mundo muçulmano. As prisões do Reino Unido estão a abarrotar de condenados muçulmanos. E esses gangues criminosos alimentam naturalmente recrutas para o terrorismo islâmico, como acontece no Iraque e na Síria.
Proibir os limpadores de canos não irá parar os ataques com ácido. O controle dos limpadores de canos não é solução. O controle da migração é.
A imigração proveniente de sociedades violentas propensas ao terrorismo é o ácido que está a corroer a Europa. Os defensores da migração derramaram ácido na Grã-Bretanha, na América, na Austrália e no Canadá. Os massacres bombistas e esfaqueamentos, as violações de crianças e os ataques com ácido são a sensação de queimadura.

 

Mas o ácido corrosivo funciona de forma menos sensacional. Quando os britânicos não se sentem em casa nas suas próprias comunidades, quando as mesquitas substituem igrejas e sinagogas, quando as patrulhas da Sharia marcham pelas ruas, quando o inglês é abatido por paquistaneses e árabes nas ruas, esse é também o ácido da imigração que consome a carne e os ossos de uma nação.
Certos acidentes não matam imediatamente. Mutilam e desfiguram. Newham, Barking, Tower Hamlets e grande parte de Londres estão a ser mutilados e desfigurados para que os residentes de longa data já não os conheçam.
A velha Britannia apanhou com ácido no seu lindo rosto. As suas características distintivas foram desfeitas e mutiladas. Agora, de Londres a Manchester, de Birmingham a Bradford, ela sofre e queima.

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 A invasão islâmica do Reino Unido em 3 vídeos:

1º - A chegada triunfal dos colonos.

2º - A afirmação sem rodeios de que vieram para estabelecer o Islão.

3º - A conquista consumada; onde vivem muçulmanos é terra muçulmana.






O público britânico pediu muçulmanos:


 O público britânico já tem muçulmanos:

sexta-feira, 16 de março de 2018

A hipocrisia de Stephen Hawking

"As vivos devemos respeito, mas aos mortos devemos apenas a verdade".
- Voltaire

Stephen Hawking morreu. Como todas as pessoas, possuía qualidades e defeitos. As qualidades são conhecidas, e merecem profunda admiração. Infelizmente, Stephen Hawking era também um anti-semita, apoiante do grupo islamo-nazi BDS, que persegue e difama Israel.
Era também um hipócrita.
Mas o propósito deste post não é sublinhar os defeitos de Hawking. Tão-pouco é manifestar baixos sentimentos em relação a ele. É apenas lembrar que a inteligência, a cultura, a fama, o talento, o reconhecimento social, não são garantia de autoridade moral. O ódio contamina as mais notáveis qualidades.
Nota: ver post-scriptum.

 Stephen Hawking e a sua primeira Esposa

Paralisado por uma doença degenerativa, o controverso astrofísico britânico Stephen Hawking, que incitava o ódio contra Israel, morreu na quarta-feira aos 76 anos.
Em 2013, Stephen Hawking decidiu boicotar uma conferência israelita para protestar contra a ocupação de territórios em disputa, uma ocupação legal de acordo com as Leis Internacionais. O que o cientista não disse foi que se ele pôde comunicar, foi graças à tecnologia israelita, e ele não queria boicotá-la.
A sua hipocrisia foi imediatamente exposta, e ele foi ridicularizado por observadores que apontaram que o famoso cientista usava a tecnologia israelita no equipamento informático que lhe permitia funcionar.
Hawking, que sofria de uma doença motora neuronal há 50 anos, dependia de um sistema de base informática desenvolvido pelo ramo israelita da Intel, desde 1997, para se comunicar.
A Intel confirmou-o em comunicado de Imprensa. Justin Rattner, director de tecnologia da Intel Israel, disse em 2013:
"Temos um relacionamento de longa data com o professor Hawking. Estamos ansiosos para continuar a trabalhar em estreita colaboração com ele para melhorar o seu sistema de comunicação pessoal".
Que ironia! Foi através de um sistema de comunicação israelita que o professor Hawking conseguiu anunciar um boicote à ciência israelita e aos cientistas judeus. A China envia às famílias dos presos fuzilados a factura a bala usada na execução. Hawking pediu aos cientistas israelitas para lhe fornecerem a tecnologia que o ajudava a boicotá-los.
"A decisão de Hawking de se juntar ao boicote contra Israel é bastante hipócrita para um indivíduo que se orgulha de toda a sua realização intelectual. Todo o seu sistema de comunicações baseado em computador é executado num chip projectado pela equipa israelita da Intel. Eu sugiro que, já que ele realmente quer boicotar Israel, então também deve retirar o Intel Core i7 do seu tablet ", disse Nitsana Darshan-Leitner da Shurat HaDin.
Mas assim ele não poderia dizer às pessoas que boicotava Israel.

- Pamela Geller

Reiteramos o apelo a todos os inimigos de Israel e odiadores de judeus, para que boicotem o Estado judaico e tudo quanto venha dos judeus. Se possível no campo médico. Não sejam hipócritas, como o Stephen Hawking.

Olavo de Carvalho explica que o Stephen Hawking, apesar de inteligente, não era omnisciente nem perfeito:



POST-SCRIPTUM

Visto que este post está a despertar muito interesse, resolvemos completá-lo com um excerto do artigo "Stephen Hawking, as imperfeições de um grande homem":
(...) O seu brilho científico não se traduziu na compreensão dos aspectos morais e éticos da agenda árabe do ódio contra o povo judeu. As pessoas continuam a cometer o erro que Paul Johnson, um dos principais historiadores e autores britânicos, identifica fascinantemente no seu livro "Intelectuais". Johnson conta as histórias das grandes mentes dos séculos 18, 19 e 20, pessoas como Rousseau e Marx e Ibsen e Tolstoy e Hemingway e Sartre e Orwell e Baldwin e Chomsky e outros ... todos eles "sem excepção, eram pessoas miseráveis, ​​que viveram vidas deploráveis, ​​e muitas delas eram culpadas de depravação e severo comportamento anti-social".
Rousseau, que forneceu as ideias modernas de educação e a crítica do capitalismo, era paranóico, egoísta e tinha cinco filhos que mandou para um orfanato - onde a taxa de mortalidade era superior a 90% - assim que nasceram. Percy Bysshe Shelley, o grande poeta inglês, usou a poesia para espalhar mensagens políticas e morais - mas também se casou com uma garota de 16 anos, que quatro anos depois trocou por outra mulher, após o que a sua primeira esposa cometeu suicídio. Karl Marx apoiou o proletariado, mas não teve nada a ver com ele. O único proletário que Karl Marx conheceu pessoalmente foi a pobre empregada que trabalhou para ele durante décadas e nunca foi paga pelo seu trabalho, excepto em alojamento e comida, e dois dos seus três filhos suicidaram-se. Tolstoi - o autor mestre de Guerra e Paz e Anna Karenina - costumava sair com prostitutas, sofria de doenças venéreas, era promíscuo e viciado em jogo.
Depois de estudar a vida dos génios mais brilhantes das gerações passadas, Johnson chega a esta conclusão notável: "Cuidado com os intelectuais. Não só eles devem ser mantidos longe das alavancas do poder, eles também devem ser objecto de suspeita particular quando  se propõem oferecer conselhos colectivos".
Génios também têm limitações. Não sugiro que Hawking fosse igualmente culpado de falhas morais pessoais. Quero enfatizar, no entanto, que um cientista tão grande quanto ele, também tinha um ponto cego. O seu brilho não lhe impediu o anti-sionismo, senão o anti-semitismo. Mentes brilhantes podem cometer erros estúpidos. E o facto de que Hawking tomou partido pela causa árabe é tão insignificante no sentido moral como os anúncios publicitários de uma determinada marca de carros preferida por uma actriz bem conhecida. O brilhantismo não se estende necessariamente a outras fronteiras de sabedoria além da própria especialidade. (...)

quinta-feira, 15 de março de 2018

Benefícios da diversidade - o Canibalismo

Surto de canibalismo: não 28 dias depois, mas a Europa em 2018
- Um artigo de Defend Europa
Se tiver estômago (no pun intended) consulte a nossa secção CANIBALISMO.


Menos de duas semanas depois da notícia de que a máfia nigeriana matou e possivelmente jantou uma jovem italiana, surgiu outra horrível história de canibalismo, desta vez dos subúrbios parisienses. Três homens foram presos no dia 19 de Fevereiro em Clichy-sous-Bois, uma notória Zona Proibida a Não-Muçulmanos, depois de uma disputa sobre dinheiro ter resultado em pedaços de orelhas e lábios de um homem sendo mordidos e engolidos. Os perpetradores provêm das ilhas cabo-verdianas, ao largo da costa do noroeste da África. A origem étnica da vítima, devido ao típico obscurantismo burocrático francês, é desconhecida.

Não deveríamos ter um bocadinho de cuidado com quem entra na Europa dizendo-se "refugiado" da Síria?
Nota: se você é contra o canibalismo, não respeita a tradição cultural de outros povos, é um etnocentrista e possivelmente até um racista.

Embora seja tentador descartar estes eventos horríveis como ocasionais, a preponderância de evidências vindas de África sugere o contrário. A Sociedade Leopard, operando a partir da África Ocidental - Serra Leoa, Nigéria, Costa do Marfim e Libéria principalmente - capturava e desmembrava pessoas e compartilhava a carne, na crença de que poderiam absorver energia da vítima e de que esta os fortaleceria como guerreiros.
Em países como a Tanzânia, o desmembramento de albinos, e muitas vezes a ingestão da sua carne, é praticada por bruxos, e os membros dos albinos falecidos são vendidos como encantos de boa sorte.
O ditador ugandês Idi Amin gostava muito da carne humana, e o Exército de Resistência do Senhor, que opera naquela nação e em várias outras, pratica o "canibalismo mágico".
Em 24 de Outubro de 1986, o auto denominado Imperador do Império Centro Africano, Jean-Bédel Bokassa (Imperador Bokassa I), foi julgado, embora nunca tenha sido condenado, por comer várias pessoas. Nos anos seguintes, a minoria muçulmana tem sido rotineiramente vítima do canibalismo na República Centro-Africana. O canibalismo forçado foi uma prática comum durante as guerras civis liberianas, congolesas, serra leonesas e sudanesas.

Do relatório da União Africana sobre o Sudão:

    "A comissão encontrou casos de violência sexual e de género cometidos por ambas as partes contra as mulheres. Também documentou a extrema crueldade exercida através da mutilação e queima de corpos, drenagem de sangue de pessoas acabadas de matar e o imposição aos membros de uma comunidade étnica de beberem sangue ou comerem carne humana queimada".

Houve vários relatórios do Congo de que os pigmeus Mbuti estão a ser tratados como um tipo de especialidade gastronómica perversa - e que esses pigmeus geralmente são comidos vivos.
Sete homens sul-africanos foram presos e tentaram, no ano passado, trabalhar com um curandeiro tradicional para atrair mulheres, estuprá-las e depois consumir a sua carne. Eles supostamente alimentaram com essa carne trezentas outras pessoas. O Dr. Gwyn Campbell, escrevendo no The South African Medical Journal, observa que, tradicionalmente, na África do Sul e em Madagáscar, as pessoas praticam dois tipos de canibalismo:
    "Exocanibalismo, onde os inimigos são consumidos, e endocanibalismo, onde parentes mortos são comidos para ajudar a sua passagem para o mundo dos antepassados, ou para prolongar o contacto com familiares amados e admirados, e absorver as suas boas qualidades".

O endocanibalismo é amplamente praticado no Burundi, onde os parentes falecidos são comidos, na crença de que isso também permitirá a ingestão das proezas de caça do referido parente.
Em certas partes do Quénia, como da Tanzânia, o canibalismo dos albinos é praticado sob a crença de que trará riqueza e boa sorte.
Entre a tribo Luhya no Quénia, acredita-se que comer os órgãos genitais de uma jovem virgem curará a AIDS.
Em 2016, o traficante humano eritreano "The General" Medhanie Yehdego Mered foi preso quando transportava um telemóvel que apresentava imagens gráficas e vídeos de execuções de migrantes e do consumo da sua carne e venda dos seus órgãos. Mered está associado a uma rede de tráfico que opera principalmente em África e na Itália. 
Ainda não está convencido? Em 2003, foram feitas onze prisões de praticantes de "magia negra" nos Camarões, que haviam assassinado e comido os órgãos de dezassete vítimas.
Onze prisões foram feitas na Nigéria, em 2014, num restaurante que servia cabeças humanas assadas como iguaria.
No ano passado, um homem sul-africano foi executado pela Polícia depois ter recusado parar de comer uma mulher que havia decapitado.
Também no ano passado, na África do Sul, um tio matou o seu sobrinho de quatro anos e o fez dele um ensopado. Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, o ditador residente da Guiné Equatorial, tem sido conhecido por torturar os seus inimigos políticos até à morte e comer os seus testículos e cérebros.
O canibalismo não se limita a África. Houve relatos recentes da sua prática na Síria, no Iraque, na Índia, no Laos, no Cambodja, na Indonésia, em Myanmar e no Paquistão, e todos estamos familiarizados com a antiga tradição guineense de Papua Nova Guiné de exocanibalismo (muitas vezes testemunhado em toda a Polinésia).
Assim, além do aumento das taxas de criminalidade, ataques com ácido, agressões sexuais, pedofilia, erosão do capital cultural, bordeis de bestialidade e pequenos horrores deprimentemente regulares como um migrante sírio sendo detido por estuprar um pónei num zoo infantil na Alemanha, nós também temos outro "benefício" da diversidade para adicionar à lista - o canibalismo!
Isto é precisamente o que se pode esperar quando os nossos líderes decidem que a sua população deve ser substituída por pessoas vindas de regimes onde reina a Idiocracia, que estão esmagados sob montanhas de lixo, que têm sistemas de saneamento inexistentes, apesar de receberem literalmente biliões em ajuda internacional, ou que valsam com os mortos, como os malgaxes fazem durante o festival de Famadihana - o que, sem surpresa, levou a várias ocorrências da Peste Negra.

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Uau! Vai fazer furor no Starbucks!


Reino Unido: 15 anos de cadeia para quem critique o Islão *

Noticiar as atrocidades islâmicas e a jihad global já se tornou um exercício fútil. Já tudo parece normal. Tornou-se normal, trivial. Abrimos o Bare Naked Islam, por exemplo, e nem conseguimos escolher dentre o avantajado catálogo de horrores. De vez em quando damos notícias de pessoas que são presas por criticarem o Islão, ou por deixarem uma sandes de presunto à frente de uma mesquita. Destacamos hoje esta notícia, que é um exemplo alarmante de como a ditadura islamista se instala na Europa:

Na verdade, se você assistir aos vídeos sobre os terroristas islâmicos, às execuções em massa, à escravatura sexual e aos vídeos de propaganda jihadista aqui no Bare Naked Islam, será condenado a várias sentenças de prisão perpétua, segundo informou a Ministra do Interior do Reino Unido, Amber Rudd.  E ler o Corão online? Dificilmente se encontra um livro que capaz de competir com o Corão no incitamento à violência e ao assassinato de todos os que não acreditam no Islão. Mas não se preocupe: apenas as pessoas que tentam expor o que o Corão prega irão parar à cadeia.




DefendEuropa - O que estamos a ver é essencialmente o efeito "Mamã Merkel" - um país está a ser invadido por migrantes muçulmanos indesejados, que continuarão a votar no partido que os trouxe.
A maioria desses imigrantes no Reino Unido são essencialmente células adormecidas do Partido Trabalhista. Não podem ser criticados abertamente, e essa atitude foi imposta ao público britânico.
Falar mal do Cristianismo, a religião oficial do país, é perfeitamente bem visto e até mesmo encorajado pela elite cosmopolita, mas é com uma sensação de medo que alguém se atreve a discutir o Islão - uma religião que se originou e que deve pertencer apenas às areias de Médio Oriente e da África do Norte.

"Convertido ao Islão decapita mulher no seu jardim"
"Maníaco com um machete num subúrbio de Londres" 

Notícias como esta em breve serão banidas por agitarem o ódio contra os muçulmanos.

Nota do Tradutor: Esta senhora era portuguesa e chamava-se Palmira Silva. 

Você pode realmente ser preso por fazer qualquer crítica válida do Islão, sob o pretexto de "crime de ódio" ou "discurso de ódio", e é tratado como um cidadão de segunda classe quando se trata desses assuntos. Isso leva-me ao meu próximo ponto:
Vir a público como muçulmano com cartazes pedindo a morte dos soldados britânicos, dos civis britânicos, e prometendo destruir a Grã-Bretanha e transformá-la num califado? Sim, vá em frente companheiro!
Sentado em casa de roupão, bebendo o seu chá acabado de fazer, enquanto escreve casualmente no Facebook que acha que o Islão é um culto do mal? Nah, você não pode fazer isso, a menos que queira ter sua porta da frente esmagada.
Um exemplo recente disso é o administrador e criador de uma página  do Facebook chamada "A Igreja de Rees-Mogg", que foi visitado pela Polícia, que lhe apresentou uma carta ameaçando-o com prisão por postar um meme crítico do Islão (que nem é ofensivo nem incita à violência).

Mandaram-no excluir a página e toda a conta do Facebook - mas esta é apenas uma pequena parte da longa história da Polícia e do governo ameaçando aqueles que questionam o presente regime multiculturalista.
A Ministra e a Esquerda em geral classificam todos os estão politicamente à sua direita como nazis, e as invasões nazis dos países europeus são universalmente condenados pela maioria dos britânicos. Mas estamos a ser invadidos por outra força, que está aparentemente acima da crítica.

Aqui está a senhora Ministra a ameaçar com 15 anos de cadeia quem veja "propaganda de extrema-direita". Põe no mesmo saco liberdade de expressão e terrorismo islâmico, deixa passar em claro o discurso de ódio da extrema-esquerda, etc., etc.. Será por mal ou esta gente é louca?

Não há muito mais a comentar. Os países europeus ocidentais importam muçulmanos, proíbem as críticas ao Islão, fecham os olhos ao crime e ao terrorismo islâmico, e em vez disso punem os cidadãos nativos que se manifestam críticos.
Os países da Europa de Leste, que fecharam as portas à islamização, são ameaçados com sanções e diabolizados. A propaganda aos "refugiados" é avassaladora. Aparentemente, os nossos governos consideram-nos descartáveis. A substituição populacional é assumida:

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa

Conclusão: Onde ainda é possível eleger governos conservadores que ponham um travão nesta loucura, há esperança. Onde os eleitores muçulmanos já impedem uma vitória de candidatos não escravizados ao Islão, será a guerra civil. E a guerra é sempre uma catástrofe.
E o cerco aperta também na Internet:

Activista "palestina" confirma relatório de Israel sobre o incidente mortal da flotilha de 2010

Armas encontradas no navio turco Mavi Marmara, parte de uma frota para Gaza em 2011. (Itamar Moatty / IDF / Flash90)

Uma activista pró-'palestina' envolvida na infame flotilha de Gaza de 2010,confirmou o relatório israelita dos eventos que levaram a várias mortes.
Por: JNS.org
Uma importante activista pró-'palestina' envolvida na flotilha Mavi Marmara, que se propôs infiltrar-se nas águas territoriais israelitas a caminho de Gaza, em Maio de 2010, confirmou a versão israelita dos eventos que levaram a várias mortes e a um grande impasse diplomático entre Israel e Peru.
Oito activistas turcos e um turco-americano morreram depois de os comandos das Forças de Defesa de Israel terem tentado assumir o controle do navio ilegal, que saiu da Turquia para a Gaza controlada pelo Hamas e invadiu o perímetro de segurança israelita destinado a impedir que o grupo terrorista importasse armas.
Postando num grupo secreto pró-'palestino' britânico do Facebook, a co-fundadora e porta-voz do Movimento de Gaza Livre, Greta Berlin, declarou que as tropas israelitas não abriram fogo antes de Ken O'Keefe, um ex-Marine dos Estados Unidos que seguia a bordo do Mavi Marmara, ter arrancado uma arma de um dos soldados.
"Ele foi responsável por algumas das mortes a bordo do Mavi Marmara", escreveu Berlin. "Se ele não tivesse desarmado um soldado israelita ... eles não teriam começado a disparar. É o bastante. A maioria de vocês não tem ideia sobre aquilo de que falam".
Os comentários de Berlin, publicados no grupo Palestine Live em 2014, foram descobertos pelo pesquisador e blogger David Collier, que também revelou a participação do líder do Partido Trabalhista da Grã-Bretanha, Jeremy Corbyn.
Os comandos do IDF relataram que foram atacados com tacos, facas e varas de metal, quando desceram ao barco em cordas a partir de helicópteros, com três soldados sendo capturados.
No entanto, os activistas - incluindo Berlin, que não estava no navio - afirmam publicamente que as forças israelitas abriram fogo assim que chegaram a bordo.
Berlim e Corbyn usaram a sua versão dos eventos para difamar Israel na praça pública.
"Vocês acham que foi inteligente ele tirar a arma a esses doidos a bordo do MM [Mavi Marmara]?", perguntou Berlim em outro post. "E depois escondeu-a, para que os israelitas pudessem dizer que encontraram uma arma a bordo? Está bem...".
O'Keefe havia dito anteriormente que Israel "deve ser destruído", e que o Estado judeu estava "directamente envolvido" nos ataques do 11 de Setembro.

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 No post

Reino Unido: Líder Trabalhista amigo dos jihadistas e dos nazis

já tínhamos sublinhado a hipocrisia destas pessoas, que sabem a verdade, mas contam mentiras para denegrir o país que escolheram odiar - sem qualquer razão justa. Este caso é mais um exemplo.
Esta flotilha dirigiu-se a Gaza numa acção de propaganda, atacou os soldados, e, como de costume, queixou-se de que estes não se deixaram matar pacificamente.
Para quem se interesse, os filmes dos acontecimentos estão abaixo: