sábado, 21 de setembro de 2013

O Rosto da Islamização

Esta mulher, de seu nome Bouchra Bagour, deu ao seu filho o nome de Jihad (guerra santa islâmica), por este ter nascido a 11 de Setembro. No dia do aniversário dos atentados que iniciaram a presente jihad global, mandou o filho para a escola, em França, com uma t-shirt onde se lia:

“Sou uma bomba” e Jihad, nascido a 11 de Setembro”

Levada a Tribunal por ter usado o filho para fazer a apologia do terrorismo islâmico, declarou não estar a par do significado das suas atitudes. Ver este post, que explica o que é a mentira * em nome do expansionismo islâmico.

* - A taqiyya é a doutrina islâmica que manda mentir para defender o Islão.

O Público chama-lhe um "caso polémico", dando a entender nas entrelinhas que, como é tão do gosto desta gente, há sempre duas maneiras de ver as coisas, e tal e coisa...

21620 atentados terroristas mortíferos são o saldo da jihad iniciada com os atentados que esta senhora diz desconhecer. O número de mortos e feridos é incalculável.  Se quiséssemos reportar apenas um dia de actividade terrorista islâmica no mundo, ser-nos-ia difícil, tal é a catadupa de bombas, bombistas suicidas, carros-bomba, gente "infiel" degolada e decapitada em nome Alá, que de hora a hora engorda as estatísticas. O site A Religião da Paz é um dos que tentam tal tarefa. Talvez por isso está sempre debaixo da acção de hackers islamistas. A guerra santa islâmica varre o globo e o objectivo assumido é o que foi enunciado por Osama bin Laden: O Califado Global. Esta ameaça é tão grave como o III Reich de Hitler. E tal como nos tempos da ascensão do Nacional-Socialismo, há quem enterre a cabeça na areia, quem não queira comprometer-se com medo de represálias, e quem apoie abertamente. É o caso deste taliban-comentador do Público:

Tão sensíveis que eles são! Esquecem-se que foram os EUA que andaram a semear terrorista por tudo o que é canto, com ojectivos belicistas na maior parte das vezes, para tirarem partido político e economico da situação no Médio Oriente. Dividir para reinar entre os arabes, foi sempre a politica americana e, principalmente, dos israelitas. Estes não hesitaram em repetir as soluções que aprenderam nos campos nazis, só lhes falta gasear os pobres dos palestinianos. Quem planta terroristas colhe tempestades.
 Felizmente, também lá há quem escreva assim:

Se criticam o modo de vida ocidental o que estão cá a fazer ? vão para o mundo islâmico de certeza que as mães vão adorar o tratamento que é dado ás mulheres.
Ou:
O Mundo, tal como está, não pode condescender com o uso de símbolos, palavras e frases, conotadas com a Morte e o Ódio. O argumento mais sinistro a seu favor é a relativização e a deturpação do seu sentido mais amplo, confinando-o ao mero artefacto. Esta atitude, veiculada de forma consciente, é mentirosa e criminosa. A alegação de desconhecimento é a legítima desculpa perante os tribunais, mas não o será de facto, perante a Sociedade. O nome dado à criança, os dizeres no seu vestuário, as crenças religiosas dos seus familiares, são demasiadas coincidências para se considerar acto de ingenuidade.

 Há quem ache que a t-shirt do menino é "liberdade de expressão", mas...

Se amanhã uma mãe mandar o filho para a escola com uma t-shirt a fazer a apologia da tortura, do assassínio ou do suicídio, isso não é liberdade, é abuso de menores. Como neste caso. Além disso, a liberdade de atentar contra a liberdade dos outros é a única que não se pode permitir. O terrorismo é um desses casos.
 
 


- Usar os filhos como armas é comum na ideologia supremacista islamista. Mulher árabe declara que o dia em que o filho se fez explodir num ataque terrorista contra Israel foi o mais feliz da sua vida:
Duas entrevistas com as mães dos mártires expressando a sua alegria pelo martírio dos seus respectivos filhos, transmitidas no site de Hamas e na Arab News Network TV .
Na primeira entrevista, com Um Nidal, ela diz que  o melhor dia de sua vida foi quando o seu filho se tornou um mártir, e se ela tivesse 100 filhos, ela lhes dá-los-ia a Allah também. Ela afirma que não há nada mais precioso do que as crianças, mas que por amor a Allah, o que é precioso torna-se barato.
A segunda entrevista é com a mãe de um outro mártir. Ela diz que "a Jihad é uma obrigação religiosa e que teria sido errado tentar mudar a decisão do seu filho. Ela colocou os seus sentimentos maternais de lado por uma causa maior, porque ela queria o melhor para o seu filho, e escolheu a felicidade eterna na vida após a morte para ele".

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