domingo, 8 de setembro de 2013

Críticas ao Islão criminalizadas

 

Em cima: Saldo dos ataques terroristas islâmicos, bombistas suicidas, mortos e feridos, durante o Ramadão deste ano (apenas os que causaram vítimas). No mesmo período, nenhuma outra religião cometeu actos de violência. 

 No mesmo período, um ucraniano tentou pôr uma bomba junto a uma mesquita. Não houve vítimas.

O argumento dos islamistas é sempre de que são "actos isolados que não representam o Islão". É MENTIRA! Os FACTOS não mentem! São muçulmanos que cometem tais actos terroristas em nome do Islão. Obviamente que nem todos os muçulmanos são terroristas radicais, mas enquanto se discute semântica... eleas matam, violam, raptam, torturam, destroem, aterrorizam, profanam!

 E como se não bastasse, impõem a censura:
Filipinas : Lei visa proibir relatos precisos de actividade jihadista islâmica - via Jihadwatch
Pangalian Balindong usa o argumento habitual dos supremacistas islâmicos e seus apologistas: o de que a religião dos jihadistas islâmicos não está ligada aos seus actos de violência, de modo que não seja politicamente correcto chamar a Osama bin Laden terrorista islâmico mais do que chamar a Timothy McVeigh um terrorista cristão. (McVeigh não era cristão quando cometeu o atentado e não o foi durante  anos após o seu acto terrorista, mas isso não importa para os supremacistas islâmicos ).
O mesmo argumento que o sheik David Munir usa invariavelmente...
Se fosse verdade que os actos terroristas islâmicos não são actos terroristas islâmicos, e se fosse verdade que os media pretendem difamar os muçulmanos, esta lei faria sentido.Mas, na realidade, são os jihadistas islâmicos - não os islamófobos ou os jornalistas tendenciosos - que reivindicam a razão religiosa supremacista dos seus actos de terrorismo, evocando o Alcorão e palavras e actos de Maomé para justificarem a violência.


 Por todo o mundo, todos os dias, os terroristas islâmicos matam, perseguem, violam, raptam, torturam, perseguem, vandalizam, em nome de Alá. Aqui, a decapitação de um sacerdote Franciscano na Síria, recentemente, por fundamentalistas islãmicos, sob gritos de Allahu Akhbar, o slogan supremacista que afirma que o Allah, o deus dos muçulmanos, é o único deus que existe, e que todos devem converter-se ou morrer. Estas execuções de "infiéis" costumam ser acompanhados de citações do Corão.

Neste vídeo, um rapaz tunisino que deixou o Islão para se converter ao Cristianismo, é decapitado por clérigos muçulmanos,ao som de leituras do Corão. Essa é a pena para quem deixa a "religião certa". Os "infiéis", podem pagar a jizya, o imposto devido aos muçulmanos que os infiéis devem pagar "sob humilhação"... Até um dia serem decapitados também!


(Alcorão 4:89) Eles querem que tu não acredites em Alá, como eles não acreditam. Portanto, não tomes dentre eles aliados até que venham para a causa de Alá. Mas, se se recusarem, então aproveita e matá-os onde quer que os encontres e não tomes dentre eles qualquer aliado ou ajudante.

Ainda recentemente vimos no Reino Unido e soldado Lee Rigby ser decapitado por dois muçulmanos, para grande alegria de muitos adeptos do supremacismo islâmico. Este muçulmano a viver no Reino Unido postou vídeos no youtube a exprimir o seu regozijo com a morte do infiel:



Assim, o único resultado dessa lei será branquear o terrorismo islâmico ainda mais,  fazendo com que o público ainda permaneça ainda mais ignorante sobre a natureza e a magnitude da ameaça que enfrenta , e a melhor forma de lidar com ela!
Um projecto de lei como este poderia ter sido enquadrado pela Organização de Cooperação Islâmica, que tenta há anos para forçar o Ocidente a criminalizar a crítica do Islão. Daí a enorme esforço para enganar as pessoas, fazendo-as pensar que resistir ao terrorismo jihadista e ao supremacismo islâmico é "ódio" e "intolerância".

Mas como isto é melhor com exemplos, vamos a um. Lembramos que TODOS OS DIAS, por todo o Mundo, os muçulmanos matam gente em nome do Islão.  Escolhemos esta notícia desta semana ao caso entre tantas outras. O Islão mata mais gente num ano do que a odiada Inquisição em 350! Pense nisso!

O dogma politicamente correcto afirma que o ataque foi cometido por "extremistas" que nada têm a ver com o Islã0, apesar de sua própria auto-identificação como muçulmanos devotos e reivindicações de que realizam estes ataques em cumprimento de imperativos islâmicos. E se você começar a examinar o sistema de crença que motiva ataques como este, você é considerado um "extremista", como quem pôs as bombas.



"Somália: bombas matam pelo menos 15 pessoas num restaurante em Mogadíscio "

The Guardian, 07 de Setembro


Veículos destruídos pelo carro-bomba do lado de fora de um restaurante em Mogadíscio, Somália. Foto: Feisal Omar / Reuters
Um carro-bomba e um suposto homem-bomba mataram pelo menos 15 pessoas em duas explosões num restaurante na capital da Somália, Mogadíscio, informou a polícia local.

Pelo menos outras 20 pessoas ficaram feridas nos ataques à bomba no restaurante Village, do capitão Ali Hussein, um alto funcionário da polícia, disse no sábado.

Ninguém assumiu a responsabilidade pelas explosões, mas a suspeita provavelmente cairá sobre o grupo militante islâmico al-Shabaab, uma filial da Al-Qaeda que levou a cabo uma campanha de atentados suicidas desde que as forças da União Africana as forçaram a retirar-se da cidade em 2011.

Mohamed Yusuf, um porta-voz das autoridades de Mogadíscio, disse: "Primeiro um carro-bomba explodiu na entrada do restaurante, e depois um bombista suicida fez-se explodir a si mesmo."

Isaq Hassan, um lavador de carros que perdeu um colega nas explosões, disse: "Este desastre nunca chega ao fim." Apontando para os cadáveres no chão, ele acrescentou: "Veja isto, isto e isto! A vida humana não vale nada aqui!".

O restaurante, que era popular entre funcionários do governo, era propriedade de um empresário da Somália, Ahmed Jama, que retornou ao seu país de origem vindo de Londres para montar o negócio. Militantes, que se pensa serem também da al-Shabaab, tinham atacado o restaurante em Novembro. Apenas uma pessoa foi morta no ataque por homens-bomba.


"Eles atacam os restaurantes porque odeiam ver as pessoas passar tempo juntos pacificamente", disse Mohamed Abdi, um funcionário do Ministério do Interior. "Eles estão empenhados em obliteraa qualquer sinal de paz. Devido a esses ataques, é muito difícil para o governo restaurar a segurança no futuro próximo."

No maior ataque até agora neste ano, em Junho a al-Shabaab atacou o principal complexo da ONU em Mogadíscio, matando pelo menos 22 pessoas.

- E agora vamos à notícia da crimininalização das críticas ao Islão, que pode ser uma antevisão do que o supremacismo islâmico pode vir a impor no Mundo Livre:


"Lei tenta acabar com a discriminação contra os muçulmanos na imprensa"
de ABS- CBNnews.com , 8 de Setembro:

    
MANILA - Um parlamentar apresentou um projecto de lei que proíbe aos meios de comunicação o uso de rótulos para descrever a religião ou etnia de suspeitos de crimes .

   
"Pode-se dizer que já existe a prática nos meios de comunicação de rotulagem suspeitos de crimes de acordo com sua cultura religiosa ou étnica; assim, eles são descritos como terroristas muçulmanos ou bandidos muçulmanos o que é altamente discriminatório ", disse o deputado Pangalian Balindong.

   
A lei 1447 proíbe o uso dos termos "muçulmano" ou "cristão" para descrever os suspeitos. Balindong disse que a forma de relatórios de órgãos de comunicação social dão as notícias tornou-se ofensivamente tendenciosa.

    
Ele disse que as etiquetas contribuem para uma mentalidade contra os muçulmanos.(...)

    
O projeto de lei proíbe qualquer pessoa de usar nos meios de comunicação qualquer palavra que denote filiação religiosa, regional ou étnica para descrever qualquer pessoa suspeita ou condenada por ter cometido actos criminosos ou ilegais .

    
A pessoa considerada culpada disso vai enfrentar pena de prisão não inferior a seis meses, ou multa não superior a P10, 000, ou ambos, a critério dos tribunais.(...)

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