sábado, 14 de setembro de 2013

John R. Houk sobre o 9/11 - 5

Barack Hussein Obama conseguiu para já transferir a liderança do Mundo Livre, dele mesmo para... Vladimir Putin! Um feito e tanto! Mas a derrocada não começou agora. Começou há um ano, no aniversário do 11 de Setembro, na Líbia. Se os cidadãos norte-americanos ACORDAREM, Obama não chegará ao final do mandato - e isso é o que de menos grave que lhe pode acontecer...



 O 11 de Setembro deve lembrar que os Americanos estão em guerra com o Islão
John R. Houk
Quem pesquisar um pouco sobre o Benghazigate começará a entender o raciocínio da "Paz a Qualquer Custo" com que Obama quer atacar regimes desonestos como o de Bashar al- Assad, na Síria. Se Assad conseguir o "hat-trick" com a ajuda da Rússia e da China, e ganhar a guerra civil, imagine-se a propaganda anti-americana que irá fluir.

Assad pode revelar que o presidente Barack Hussein Obama começou a armar os radicais rebeldes sírios muçulmanos, mesmo antes de sua reeleição em Novembro de 2012. O derrotado, deposto e executado ditador Muammar Gaddafi tinha um arsenal de armas químicas. Talvez Obama, através de seu braço clandestino, o revendedor Chris Stevens, tenha enviado algumas dessas armas químicas para o Exército Sírio Livre .
As coisas ficam ainda mais sombrias com novas evidências que vieram à luz e estão  extremamente bem documentadas em www.Shoebat.com:
«Um documento dos serviços secretos da líbia implica directamente o presidente Mohammed Mursi, líder destacado da Irmandade Muçulmana, nos ataques a instalações americanas em Benghazi, em 11 de Setembro de 2012. Aqueles que tentam desacreditar este documento ficam em apuros quando o mesmo é acoplado com o vídeo em tempo real que divulgámos em 13 de Setembro. Nesse vídeo, homens armados no local do ataque podem ser ouvidos declarando que foram enviados por Mursi.
Se nos basearmos no padrão da administração Obama, os ataques de Benghazi devem ser tratados como um crime, e não como um acto de guerra. Portanto, vamos avançar com as provas, que implicam o líder de um Estado-Nação (o Egipto) no ataque, obrigam a uma investigação, e a que um júri (a Câmara dos Deputados) decida se os funcionários da administração Obama devem ser indiciados pelo crime.
A evidência de envolvimento no ataque por parte de um líder da Irmandade Muçulmana - o presidente do Egipto Mohammed Mursi - é um bom lugar para começar. A seguir, um vídeo gravado a partir de um telemóvel no local dos ataques. Neste vídeo, homens armados são vistos a correr em direcção à câmara, contra outros homens armados. A dada altura - e em Árabe - um dos assaltantes diz : "Não atire! Fomos enviados por Mursi!". Mesmo sendo o vídeo em Árabe, pode-se ouvir distintamente a palavra "Mursi".

VIDEO : Mohammad Haraz / calamidade durante o ataque à embaixada de Benghazi .. Dr. Morsi (título traduzido pelo Google Translate)
 

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