sexta-feira, 13 de setembro de 2013

John R. Houk sobre o 9/11 - 4

Enquanto a administração Obama insiste na guerra contra o regime sírio, continuando a usar o motivo das famigeradas armas químicas, convém ter-se conhecimento de algumas informações bombásticas que passam entre os pingos da chuva Obamista...


 O 11 de Setembro deve lembrar que os Americanos estão em guerra com o Islão
John R. Houk

Há um ano, neste dia, terroristas islâmicos da Al-Qaeda atacaram uma missão diplomática americana em Benghazi, na Líbia. Lembro-me das notícias de que a Embaixada em  Benghazi fora atacada. Um enigma rodeia este ataque. Porque não foi enviada ajuda? O que fazia o embaixador Stevens em Benghazi? Stevens foi a plataforma do governo dos EUA para enviar armas clandestinamente para os rebeldes sírios? Se tal acordo ocorreu, quem esteve envolvido na transferência de armas para os rebeldes sírios? Terão estado envolvidos os EUA, Turquia, Qatar, Arábia Saudita, facções vitoriosas líbias e rebeldes sírios? Talvez até mesmo o Egipto sob a presidência de Mohamed Morsi, da Irmandade Muçulmana?

 


Não ouvimos qualquer tratamento jornalístico significativo sobre este caso. Houve um Benghazigate porque Obama esconde segredos nefastos. Na blogosfera é relatado muitas vezes que o embaixador Chris Stevens estava em Benghazi na elaboração de um plano secreto para o armamento dos rebeldes sírios radicais muçulmanos. Aqui está um trecho do Klein on-line :

A Reuters relatou que, segundo os especialistas da ONU, transferências de armas para rebeldes sírios tinham sido organizados a partir de vários locais na Líbia, incluindo Benghazi e Misurata , via Turquia ou norte do Líbano.
"O tamanho significativo de alguns embarques e a logística envolvida sugerem que os representantes das autoridades locais da Líbia podem ter pelo menos tido conhecimento das transferências, se é que não estiveram directamente envolvidos", disseram os especialistas.

 "Rebeldes" sírios, em foto que ilustra o artigo do New York Times
Confirmando a informação exclusiva do KleinOnline há mais de um ano, o New York Times no mês passado informou que desde o início de 2012 a CIA tem auxiliado governos árabes e da Turquia na obtenção e envio de armas para os rebeldes sírios.
Enquanto a reportagem do Times afirma que a maior parte dos carregamentos de armas facilitados pela CIA começou após a última eleição presidencial, as autoridades de segurança Médio Oriente, falando com o KleinOnline, disseram que os carregamentos de armas apoiados pelos EUA remontam há mais de um ano, tendo aumentado antes do 11 de Setembro de 2012, aquando do ataque as instalações dos EUA em Benghazi.
Os oficiais de segurança locais descreveram a missão dos EUA em Benghazi e nas proximidades como um centro de informações secretas e de planeamento para a ajuda dos EUA aos rebeldes no Médio Oriente, em particular aqueles que lutam contra o presidente sírio, Bashar al-Assad.
A ajuda, as mesmas fontes afirmaram, teria incluído carregamentos de armas e estava a  ser coordenada com a Turquia, Arábia Saudita e Qatar.
Dias após o ataque de Benghazi, que matou o embaixador dos EUA Christopher Stevens, o KleinOnline revelou que o próprio Stevens desempenhou um papel central em recrutar jihadistas para lutarem contra o regime de Assad na Síria, de acordo com autoridades egípcias e outras forças de segurança do Médio Oriente.

Stevens serviu como um contacto-chave com os sauditas para coordenar o recrutamento pela Arábia Saudita de combatentes islâmicos da África do Norte e Líbia. Os jihadistas foram enviados para a Síria através da Turquia para atacar as forças de Assad, disseram as autoridades de segurança.

Os oficiais disseram que Stevens também trabalhou com os sauditas para enviar nomes de potenciais recrutas jihadistas para organizações de segurança dos EUA para treino. Os nomes foram  encontrados entre os que estiveram directamente envolvidos nos ataques anteriores contra os EUA, incluindo no Iraque e no Afeganistão. Em última análise, não foram recrutados pelos sauditas para lutar na Síria, disseram os funcionários.
Em artigo do mês passado, o New York Times reforçou relatórios de KleinOnline , citando dados de tráfego aéreo, entrevistas com funcionários de vários países e os comandantes rebeldes que descreveram como a CIA tem estado a trabalhar com os governos árabes e da Turquia para aumentar drasticamente os embarques de armas para rebeldes sírios nos últimos meses.
O Times informou que os carregamentos de armas começaram em pequena escala no início de 2012 e continuaram intermitentemente, expandindo-se num fluxo constante e muito mais intenso no ano passado.
O Times revelou ainda que a partir de escritórios em "locais secretos", agentes de informações americanos ajudaram governos árabes em comércio de armas, incluindo uma grande aquisição na Croácia. Eles têm vetado comandantes rebeldes e grupos para determinar quem deve receber as armas quando elas chegam.
A CIA recusou declarações ao Times sobre os embarques ou o seu papel nos mesmos.

LEIA a totalidade - Relatório da ONU encobre papel de Obama em armar terroristas; revelações bombásticas mostram como o segredo sobre a política da administração está a alimentar conflitos; por Aaron Klein, Klein on-line; 4/12/13)

E... mais "rebeldes", no artigo do KleinOnline

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