domingo, 21 de julho de 2013

Senso-Comum Isabelino


 


- Norueguesa violada no Dubai condenada à prisão por sexo fora do casamento
Marte Dalelv, de 24 anos, fez queixa de colega de trabalho e acabou condenada por ter mantido relações sexuais fora do casamento. Caso está a gerar onda de protestos.


Veredicto do senso-comum bem-pensante e modernaço: 
SILÊNCIO - "para não ofender outras culturas".

- Chamar a atenção para que no Islão casos destes são regra, tal como escravatura sexual, violação de crianças, mutilação genital feminina, submissão total e degradante das mulheres .





Veredicto do senso-comum bem-pensante e modernaço:



4 comentários:

  1. Os comentários no Público são um «must»:

    «As pessoas teem de ter cuidado quando vão para estes sítios trabalhar. Eu estive na Arábia Saudita e vi muitos casos destes com decoradoras de interior em vários projectos em que participei e as pessoas simplesmente esqueceram-se que estavam num país de pessoas sexualmente reprimidas. Essa é a linha a não passar...»- escreve um cretino.

    Mas teve resposta:

    «Qual é a «linha» que passam meninas de 5, 6, 7 anos, que são entregues em «casamento» a homens que as violam e muitas vezes sangram até à morte?»

    Infelizmente este leitor tem razão:

    «Nao viesse logo a esquerda em peso defender os violadores só porque são muçulmanos. Vocês não têm vergonha? O vosso ódio aos europeus é assim tanto que apoiam as violações de raparigas europeias por parte dos árabes? Como existe alguém que ainda vote nos partidos de esquerda, só mostra que não há solução para o mundo. Como é que é possível defenderem uma situação destas só porque a miúda é europeia e os violadores muçulmanos? Que miséria de gente.»

    I.B.

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  2. Na jurisprudência islâmica, logo à partida, o testemunho de uma mulher vale metade do testemunho de um homem (Alcorão, Sura 2:282: E tomai duas testemunhas, dentre vossos homens. E, se não houver dois homens, então um homens e duas mulheres, dentre quem vós aceitais por testemunhas, pois, se uma delas se descaminha da lembrança de algo, a outra a fará lembrar). Portanto em questões da palavra de um contra a palavra de outro, é fácil ver para que lado vai cair a "justiça".

    No entanto, segundo a jurisprudência islâmica, para provar violação, fornicação ou adultério é necessário o testemunho de quatro testemunhas masculinas. Testemunhas essas que têm de ter assistido ao ato (ao invés de dizer "com base nos indícios podemos afirmar que...", como aconteceria com peritos num tribunal ocidental). Esta estipulação teve origem num evento da vida do profeta Maomé. Uma vez, Aisha, uma das suas esposas separou-se da caravana quando ficou a procurar um colar que tinha perdido, tendo sido encontrada e trazida de volta no dia seguinte. Entretanto, começou a espalhar-se o rumor de infidelidade por parte de Aisha. Nessa altura, Maomé teve uma revelação de Alá que lhe disse (Alcorão 24:13) "só se eles produzissem quatro testemunhas (você pode os acreditar) Se eles não produzem as testemunhas, então eles são, de acordo com DEUS, mentirosos". Consequentemente, é praticamente impossível provar violação em terras governadas pela charia. Os homens podem cometer violações com impunidade porque, uma vez que o testemunha da vítima é inadmissível, basta-lhes negar porque, caso a vítima apresente queixa e não tenha 4 testemunhas masculinas a apoiá-la, estará a admitir adultério ou fornicação, arriscando-se a ser condenada, tal como aconteceu neste caso. Estima-se que 75% das mulheres presas no Paquistão tenham sido presas após terem apresentado queixa por violação. E quando o D. José Policarpo diz "Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam", mesmo justificando ("Se eu sei que uma jovem europeia de formação cristã, a primeira vez que vai para o país deles é sujeita ao regime das mulheres muçulmanas, imagine-se lá") aqui del-rei que é intolerante, racista, xenófobo, e etc, etc, etc.

    Mas pronto, todos os povos têm direito à sua forma de ser, aos seus costumes, às suas tradições e há que respeitar os outros, certo?

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  3. Se fosse na Arábia Saudita ainda levava 100 chicotadas com público a assistir, de acordo com o prescrito no alcorão.
    É importante que estas informações sejam bem divulgadas de forma a prevenir mais situações semelhantes. Se esta norueguesa estivesse bem informada sobre a cultura e religião deste país nunca faria queixa, ou melhor não saía com os tipos, ou nem sequer entrava em tal país.
    Eu mesmo que tivesse mto dinheiro não colocava os pés em países de merda como esse.

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