quarta-feira, 31 de julho de 2013

Crianças de 'branco-mortalha'



No Egipto joga-se muito do futuro próximo do nosso mundo. Uma vitória dos fundamentalistas será vista como mais um passo significativo para o almejado Califado Global, agora que as "negociações" Israel -"Palestina" ameaçam fazer desaparecer Israel do mapa definitivamente. 

Mais de metade do país é composto por muçulmanos moderados, que vêem o Islão como uma religião e não como a essência do Estado. Os outros são fundamentalistas que apoiam a organização terrorista Irmandade Muçulmana, do deposto presidente Morsi.

A Irmandade ganhou as eleições com 51% dos votos e apenas num ano fez da Sharia a lei nacional, acima da Constituição.

A Imprensa Ocidental e os principais apoiantes da Irmandade Muçulmana no Ocidente continuam a tratar os confrontos omitindo a tirania da Irmandade. Insistem muitos deles em que a Irmandade Muçulmana representa "liberdade" para os egípcios. Não para estas crianças, pelo menos:

"Crianças usados ​​na linha de frente das manifestações islâmicas", de Egyptian Streets, 30 de Julho:
     Imagens chocantes emergiram, de crianças egípcias sendo vestidas de 'branco-mortalha' em preparação para o seu "martírio" por famílias pró-Morsi numa grande manifestação em Rabaa al-Adaweya.

     As crianças foram ouvidas gritando frases pré-ensaiadas e foram vistas empunhando cartazes que dizem: "Estou pronto para morrer!".

     Esta não é a primeira vez que estas imagens têm surgido, no entanto atenção dos media e do governo sobre a questão permanece irregular, com os debates sobre a política a serem ofuscados pelos problemas sociais que assolam o Egipto.

     Segundo a lei internacional e local, usar menores de 18 anos como ferramenta para a política e colocar essas crianças em risco grave de morte ou lesão, é ilegal.

     Com a ordem do Governo para que seja dispersada a manifestação pró-Morsi em Rabaa al-Adaweya, é evidente que a vida de centenas, senão milhares de crianças vai ser posta em risco grave ....
- No post que intitulámos "Win-Win", já tínhamos relatado que os apoiantes da Irmandade estão a sacrificar correlegionários para culparem o Exército. A prática de fazer das crianças mártires do Islão enquadra-se na mesma linha teológica: se morrerem irão para o paraíso de Allah, pelo que na óptica fundamentalista, não há nada a perder.

- No Egipto, como na Turquia, como na Tunísia, como no Irão, como em tantos outros lugares do Mundo Islâmico, há muito boa gente, que, sendo muçulmana de religião,quer Liberdade e Democracia, e deplora as leis medievais que os fundamentalistas teimam em impor. Os nossos votos de sempre são de que esses triunfem, pois o Bem deve triunfar sobre o Mal, na ordem natural das coisas.

- Quem queira ter uma visão mais completa das atrocidades que o fundamentalismo islâmico provoca pode seguir por exemplo os sites http://www.jihadwatch.org/ e http://www.thereligionofpeace.com/. Nesta horrorosa contabilidade, o que aqui divulgamos são trocos. Para que as pessoas ACORDEM para o perigo que é a islamização do Mundo Livre. 

- Nas contas do Ramadão de 2013, que vai no 24º dia, temos até agora 239 ataques terroristas, 23 atentados suicidas, 1211 mortos e 2355 feridos graves. No mesmo período nenhuma outra religião cometeu ataques ou causou mortos, ou feridos.

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