segunda-feira, 8 de julho de 2013

«NO, YOU CAN'T!»



No Egipto, os supremacistas islâmicos matam todos os dias, e já apelam à Intifada. Mas disso não se fala por cá...

Sobre a cobertura ocidental da situação no Egipto, escreve um leitor do Público:

O Público só dá notícias da reacção dos democratas, mas nunca fala dos ataques bárbaros (assassínios, torturas, violações, massacres, incêndios de igrejas) da Irmandade Muçulmana contra os cristãos e os não islamistas em geral. 

Com efeito, essa publicação não tem mostrado os efeitos devastadores da islamização do Egipto, de que temos dado aqui algumas notícias - ver marcador Egipto. Pelo contrário, as notícias do Público e da Imprensa Ocidental em geral escamoteiam que a Irmandade Muçulmana é uma organização terrorista e supremacista islâmica, e que instalou no Egipto um regime de terror e miséria.

Escreve outro leitor:

O partido salafista Al-Nour inclui nas suas políticas a "restauração do califado", ou seja todas as terras da península ibérica que foram ocupados pelos mouros devem ser governadas outra vez por muçulmanos. Normalmente não dizem estas coisas em inglês, mas um porta-voz do partido explicou em árabe no BBC World Service, e salientou "incluindo Córdoba".
Neste vídeo, uma manifestação de supremacistas islâmicos no Egipto exige a «libertação» da Península Ibérica:


Quem está fulo com a queda da Irmandade Muçulmana é Barack Hussein Obama, o seu maior benemérito. Neste vído, um grupo da apoiantes da Irmandade Muçulmana no Egipto grita o famoso slogan «YES; WE CAN!», em honra do homem que foi toda a vida muçulmano... até se ter candidatado a presidente dos EUA:

2 comentários:

  1. Como é costume, são rancorosos, atrasados e fora do tempo.

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  2. "uma manifestação de supremacistas islâmicos no Egipto exige a «libertação» da Península Ibérica"

    De acordo com as quatro escolas Sunitas do Islão - Shafi'i, Hanbali, Hanafi e Maliki - bem como as escolas Xiitas - Asheriyya e Zaydi - (Xiinitas e Sunitas são os dois maiores ramos do Islão) a partir to momento que uma região passa a fazer parte da Dar Al-Islam (a Casa/Terra do Islão, refere-se aos países controlados pela charia onde os muçulmanos são livres de praticar a sua religião), é, foi e será sempre parte da Dar Al-Islam. É considerado território apenas e só muçulmano. Quaisquer Dhimmis que lá vivam são considerados rebeldes e deixam de ter quaisquer direitos, mesmo os limitados de anteriormente. Isto aplica-se não só a Espanha, Portugal e Israel mas também a toda a antiga Europa Otomana de Leste, incluindo a Hungria.

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