quinta-feira, 25 de julho de 2013

Nada

Chapelada ao Correio da Manhã, que não branqueia nem esconde factos, em nome do politicamente correcto. Chamamos a atenção para que estes costumes (que alguns dos nossos leitores consideram legítimos e respeitáveis), já acontecem entre nós, aqui mesmo em Portugal. Já tínhamos falado neste caso, aqui.

Iémen

Rapariga de onze anos prefere morrer a casar

Nada Al-Ahdal's prefere morrer a ter de casar por obrigação. Fugiu de casa para evitar o casamento arranjado pela mãe.

Por:M.P.

"E a inocência da infância? O que é que as crianças fizeram de mal?" começa por dizer Nada Al-Ahdal's num vídeo onde conta a sua fuga da família iemenita, por a mãe querer obrigá-la a casar.
Al-Ahdal's fugiu para casa de um tio, que a apoia na sua decisão. A rapariga de onze anos, apresentou uma queixa na polícia contra a mãe: "Disse que tenho onze anos e que ela me quer casar. Não teria vida e educação. Eles não têm nenhuma compaixão?", pergunta Nada.
A rapariga conta ainda a dura realidade das crianças do Iémen que são obrigadas a casar contra sua vontade, muitas vezes preferem a morte ao casamento.
"Eu resolvi o meu problema" conta, "mas há muitas [crianças] que não conseguem resolver o delas, e podem morrer, cometer suicídio, ou o que lhes vier à mente".
Nada Al-Ahdal's diz que prefere morrer a ter que casar por obrigação. "Eles mataram os nossos sonhos. Mataram tudo dentro de nós. Não sobra nada".

2 comentários:

  1. A mulher é gado para transaccionar nesta plebe "multicultural"

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  2. Também não exageremos. Nunca dei por gado a ser apedrejado até à morte ou a andar na rua completamente coberto. Dizer que nos países muçulmanos a mulher é gado é dar-lhe direitos que ela não tem...

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