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domingo, 13 de maio de 2018

Para o ano (Eurovisão) em Jerusalém!

NÃO DEIXE DE LER E DIVULGAR:

Boicote a Israel: Eurovisão e os nazis do Bloco de Esquerda

Não é só o Berloque de Esquerda. O Estado Português, via Caixa Geral de Depósitos, entrou abertamente no anti-semitismo.

Israelita vence Eurofestival: "Eu amo o meu país!"



A nada convencional concorrente de Israel, Netta Barzilai, que venceu o Festival Eurovisão da Canção com o seu hit “Toy”, declarou: “Eu amo o meu país. Para o ano em Jerusalém!”.
O momento foi perfeito - era o Dia de Jerusalém, e os israelitas já celebravam o 51º aniversário da reunificação da cidade.

Via United with Israel.
Netta Barzilai, de Israel, venceu o concurso da Eurovisão deste ano com uma melodia cativante. em ritmo techno, sobre o poder das mulheres.
O momento não poderia ter sido melhor. Os israelitas já celebravam o Yom Yerushalayim - Dia de Jerusalém, o 51º aniversário da reunificação da cidade durante a Guerra dos Seis Dias de 1967 - quando a vitória foi anunciada, às 2 da manhã de domingo. Aplausos e danças irromperam nas ruas de Jerusalém e Tel Aviv, duas cidades que nunca dormem.
A actriz de 25 anos venceu a competição entre 42 artistas de outros países, no sábado, para reivindicar a coroa da extravagância musical anual na Grande Final, com a sua música "Toy".
A competição foi forte no evento deste ano em Lisboa, Portugal, que foi assistido por cerca de 200 milhões de pessoas. Os votos vindos das capitais dos países participantes chegaram a um final tenso, com Israel numa disputa acirrada de cinco etapas com Chipre, Áustria, Suécia e Alemanha.
Barzilai acumulou 529 pontos, contra 436 do segundo colocado Chipre com "Fuego" de Eleni Foureira e 342 para o terceiro lugar da Áustria com "Nobody But You" de Cesar Sampson.
Barzilai, com o seu show de temática asiática em vermelho e amarelo, e as suas dançarinas fazendo movimentos divertidos de galinha, estava exultante.


"Estou feliz por as pessoas terem escolhido algo diferente.
É refrescante”, disse ela. "Eu acredito que a autenticidade compensa".
A sua vitória - a quarta de Israel e a primeira do país desde 1998 - significa que Jerusalém receberá o Festival Eurovisão da Canção do ano que vem.



"Para o ano em Jerusalém!"
"Para o ano em Jerusalém!" - gritou Barzilai para o público enquanto recebia o prémio. “Eu amo o meu país… Não há nada como uma festa israelita. Vocês vão descobrir no próximo ano".
Falando à Rádio Israel depois da vitória, ela disse que anseia que o mundo veja “o carnaval israelita” quando Jerusalém receber o concurso.
As pessoas vão ver “como somos maravilhosos. Que vibração nós temos. As pessoas são do melhor… é o melhor lugar do mundo”, disse ela.
O concurso internacional começou como uma competição entre os países europeus, mas a sua enorme popularidade levou à inclusão de Israel e da Austrália entre os artistas.
Barzilai, mais conhecido como Netta, tem uma personalidade espirituosa e cativante. Antes da Grande Final, a música dela já acumulara mais de 20 milhões de visualizações no canal do YouTube da Eurovisão.
Em “Toy”, Netta faz barulhos engraçados, incluindo um som de cacarejo como um frango e palavras mal decifráveis, e usa uma máquina de looping e um sintetizador.
A letra diz: "Eu não sou o teu brinquedo, seu garoto palerma".
Portugal ficou em último lugar, com 39 pontos.
Milhares de israelitas saíram às ruas na noite de sábado em Jerusalém e em Tel Aviv para celebrar a vitória do país.
O evento foi organizado pela European Broadcasting Union, uma aliança de emissoras de serviço público. Em cada país participante, um júri e espectadores atribuem entre 1 e 12 pontos às suas músicas favoritas. Esses votos são combinados com os do público para dar a cada país uma pontuação única.
Falhanço do BDS
A vitória decisiva de Netta foi alcançada apesar de uma campanha do BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) para que Netta falhasse. Activistas anti-Israel pediram aos  europeus que boicotassem a canção israelita e lhe atribuíssem zero pontos.
A página da campanha no Facebook, intitulada "Boicote da Eurovisão a Israel - ZERO pontos para a canção do Apartheid israelita", fez a alegação ultrajante de que Barzilai, que serviu no grupo coral da Marinha israelita em 2014, cantou para os soldados que mais tarde participaram num "massacre" inexistente de crianças de Gaza durante a Operação Protecção-Limite.
A campanha também pediu à União Europeia de Radiodifusão (EBU) para expulsar a Corporação Israelita de Radiodifusão Pública, que eles alegam ser "profundamente cúmplice da opressão do povo palestino por Israel".
A campanha angariou meras centenas de apoiantes, tornando o seu efeito insignificante.


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Nettamania :-)


COMENTÁRIO 
- Excelente organização. Óptima apresentação das quatro meninas e do rapaz no exterior. Competência técnica de todos os envolvidos. Maravilhosas imagens do país e espectáculo sumptuoso. Somos bons, e não é vaidade admiti-lo.
- Portugal marcou pontos, que esperemos se convertam em receitas de turismo. Não podemos é preservar apenas os pontos turísticos e deixar o resto do país a estragar-se, como tem acontecido nas últimas décadas.
- A propósito de custos: Israel gostou muito de ganhar, mas ao mesmo tempo já está a deitar contas à vida com os custos da organização do próximo ano. Quem quer festa, sua-lhe a testa...
- O sketch da história de Portugal na Eurovisão foi incompreensível e sem graça. Caracterizar o Portugal de antes do 25 de Abril como "Fátima, Fado e Futebol", a preto e branco e com um menino vestido de anjinho aos saltos, já vem com 44 anos de atraso. Estamos quase a atingir a marca dos famosos "48 anos de fascismo" e os democratas roubam, delapidam, perseguem e censuram tanto ou mais que os fascistas... Mas a inefável comunista e inimiga acérrima de Israel Ana Bola fez o papel de Madame Europa no referido sketch, por isso está tudo bem!
- Grande vitória de Israel. Nós, que não apreciamos o género musical Festivaleiro, gostámos mais das canções da Áustria e da  Suécia (muito americanas no estilo), mas não fica mal entregue ao electro-pop excêntrico de Israel.
- Não tiramos quaisquer ilações políticas desta vitória. Da nossa experiência pessoal, as pessoas não pensam em política quando votam num festival de canções kitsch.
- Salvador Sobral, vencedor do ano anterior, agora conhecido e admirado em todo o mundo, fez o favor de desancar a canção de Israel. Não se pediria imparcialidade da parte de quem tem as responsabilidades dele nos graves assuntos da Eurovisão?
- O Salvadorzinho estava cheio de azia a entregar o prémio. Toma, Salvadorzinho: 

- A Eurovisão divulgou um documento com as votações por país, e Jerusalém foi a única capital omitida :-) Tão fofos...
- A organização jihadista islâmica, comunista e nazi BDS, propriedade do bilionário Omar Bargouti (um bilionário bonzinho, porque é muçulmano; o Rotschild é um bilionário mauzão, porque é judeu) deslocou mais uns milhões para a campanha anti-Israel. Deu-se mal. 
- Os palhaços do Bloco de Esquerda e companhia, foram brincar aos guerrilheiros, espalhando folhetos, cartazes, gritos e uivos de ódio neo-nazi a Israel.
- Estes meninos-bem, filhos-família, privilegiados que nunca mexeram uma palha na vida, do Bloco de Esquerda e afins, que amam o Hamas, o Hezzbollah, o ISIS, o Boko-Haram, a Coreia do Norte, a Venezuela, o Stalin, o Mao, o Che Guevara, são pessoas que aliam a culpa burguesa a uma imaturidade vitalícia.
- São crianças mimadas até morrerem. Não têm tomates para se juntarem a uma guerrilha comunista ou islamista (como o terrorista Fábio Poças, que não tarda deve estar de volta, recebido com passadeira vermelha e a apertar a mão ao Professor Martelo) pelo que se limitam a atacar polícias que não lhes podem tocar (filhos de papá têm as costas quentes...) e outras pessoas que sabem que não lhes tocarão (ou bateriam com os costados na cadeia). Mas estes meninos são tão perniciosos como os Fábios terroristas.


Meninos-bem, idiotas úteis, comunistas pró-islamização. 

- Entre as alegações destes doentes mentais, está a de "apropriação cultural". Porque a Netta usou um kimono, e segundo eles, isso é um "acto de profundo racismo em relação ao Japão". Os japoneses estão preocupadíssimos e a pensar em declarar guerra a Israel, a Portugal e à Eurovisão. Banzai!!!!!!
- No mundo islâmico, a maior parte destes bandalhos seria executada. Porque não se vestem segundo os códigos do Islão, porque são sexualmente promíscuos, porque consomem drogas, porque são, alguns deles, homossexuais, porque são ateus, porque não são maometanos. Mas as suas cabeças de abóbora (permanentemente cheias de droga) não lhes permitem fazer o pequeno esforço de estudar e raciocinar:


- Odeiam  Israel e os Estados Unidos porque são manipulados pela propaganda para odiarem as duas potências globais que impedem que a Tríade do Mal (Islão-Comunismo-Globalismo) vença e nos submeta a todos:


- Estes meninos pensam que o Mundo comunista é uma permanente Festa do Avante e que o mundo islâmico é um permanente Festival Islâmico de Mértola. E estão a conquistar uma fatia significativa do voto entre os jovens. E entre pessoas de mal com a vida, que odeiam o mundo e se vingam assim.
- O artigo do The Times of Israel faz menção de muito mais acusações, nas quais se unem maometanos, nazis e comunistas. Não temos já paciência para traduzir. É gente má. Na melhor das hipóteses, gente desequilibrada. 
- A Operação Protecção Limite foi uma resposta de Israel a dezenas de milhar de mísseis disparados desde Gaza, raptos, bombas e matanças generalizadas por parte dos terroristas.
- Após ter estado 15 dias debaixo de fogo, o país paralisado e os habitantes nos abrigos anti-bomba, Israel respondeu. Estes meninos acham mal. Os judeus deveriam morrer, cantando e dançando o Hava Nagila!
- Israel até foi censurado pelas potências mundiais por usar de precauções humanitárias na guerra que mais ninguém usa (!!!!!!!!!!!).
- Nunca veremos essas pessoas a estudarem a História de Israel , os Mitos sobre Israel, a propaganda  Pallywood, o que se passa na sua amada Gaza ou as maravilhas que o seu bem-amado Hamas faz - ainda agora soubemos que o Hamas destruiu mais uma vez a via de abastecimento através da qual Israel fornece tudo a Gaza, já que eles gastam os milhões que o mundo para lá envia em luxos para os lideres e em armamento para atacar Israel.


 O Hamas destruiu de novo a via de abastecimento, para se poder queixar.


Mas o post era sobre música, por isso, aqui está a Netta a cantar o A-Ba-Ni-Bi, canção com que Israel ganhou o Festival há uns anitos:



(Aproveito para informar os amigos que a minha colaboração com o blogue está quase a terminar).

sábado, 21 de abril de 2018

Hatikva (Hino de Israel) em Heavy Metal


Mike Groisman, guitarrista de rock israelita, mudou-se para Nova Iorque para seguir a sua carreira musical. Mike tornou-se entretanto um judeu observante. Este vídeo da Aish.com é a sua homenagem ao Estado de Israel.
Visite o Mike em www.facebook.com/mikegroisman/
Este post insere-se no ciclo de comemorações dos 70 anos da Restauração da Independência de Israel.

domingo, 14 de maio de 2017

Israel deixa a Eurovisão no dia da vitória de Portugal


Depois do Euro em futebol, Portugal ganhou finalmente o festival Eurovisão, com os irmãos Sobral: a compositora Luísa e o intérprete Salvador.
O festival é uma relíquia kitsch, toda a gente sabe, mas nós gostamos de uma boa festa. A descontracção eurovisiva é uma bem-vinda pausa nas coisas sérias da política, da economia, das pequenas e grandes tragédias que dominam a vida dos países. Por uma noite, as bandeirinhas dos países europeus e outros agitam-se alegremente, lado a lado, por causa de cantigas patetas e alegres. É bom. Antes isso que Guerras Mundiais e outras coisas desagradáveis.
O Salvador Sobral, que no clipe de apresentação aparecia com um livro de Woody Allen, faz bem o género de anti-herói. Viu-se bem que partiu o coração das moças casadoiras. E ainda por cima tem talento: 

  

É uma personagem, o Salvador Sobral:

  

Mas o blogue é sobre Israel, e ficámos naturalmente tristes com a notícia de que este país vai suspender a sua participação. De Jerusalém, Ofer Shalom deu  a notícia juntamente com os votos do júri local:

'Este é o IBA Channel One de Jerusalém. Nos últimos 44 anos, Israel participou no Concurso Eurovisão da Canção, ganhando três vezes. Mas esta é a nossa última noite. Hoje à noite, a IBA encerrará a nossa transmissão para sempre'.


Então, em nome do IBA deixem-me dizer: "Obrigado Europa, por todos os momentos mágicos e belos anos... e espero que nos encontremos novamente no futuro".'

E depois, Israel deu a pontuação máxima a Portugal e o Ofer Shalom desapareceu.
No início da semana, a IBA deixou de transmitir, tendo mantido apenas algum pessoal para a cobertura do festival. O canal de substituição não será de notícias, pelo que não pode juntar-se à União Europeia de Radiodifusão - de que as emissoras de TV precisam ser membros para participarem no festival Eurovisão.

Assim, a menos que outro canal venha juntar-se à UER, podemos ter visto Israel pela última vez no palco da Eurovisão. É pena, porque era um dos países mais carismáticos do concurso.

O cantor Imri Ziv não foi muito feliz e Israel teve uma pontuação fraquita, mas não faltou alegria, que é o que mais importa:



Israel ganhou o Festival três vezes, em 1978, 1979 e 1998.

Esta foi a actuação dos Milk and Honey, em 1979:


Israel não é o único país não europeu a participar no Festival. Participam também a Austrália e a Arménia, bem como o Azerbeijão, a Geórgia e a Turquia, que só são parcialmente europeus.
Os países árabes que são membros da União Europeia de Radiodifusão podem participar, e o Líbano chegou mesmo a apresentar uma canção, mas não foi a concurso. O motivo é o anti-semitismo árabe e islâmico. Marrocos participou em 1980, ano em que Israel não participou, e apenas porque Israel não participou. É previsível então que agora tenhamos muitos países árabes e muçulmanos. Pelo menos aqueles em que é permitido por lei cantar, dançar e estar feliz (confira este nosso post, e veja o que os clérigos muçulmanos já ensinam EM FRANÇA).

"Alá não criou o homem para que ele pudesse divertir-se. O objectivo da criação foi a Humanidade a ser posta à prova por meio de sofrimento e oração. Um regime islâmico deve ser sério em todos os campos. Não há piadas no Islão. Não há humor no Islão. Não há diversão no Islão. Não pode haver diversão e alegria no que é grave".

sexta-feira, 11 de abril de 2014

A-Ba-Ni-Bi "Ó Bota Abaixo"

Quem é que ainda se lembra desta? O famoso Abanibi "ó Bota Abaixo", que tanta gente cantarolou? 

Decerto que a vitória desta canção na Eurovisão se deveu a alguma conspiração Sionista dos homens-lagarto que vivem no centro da Terra e controlam a Humanidade através dos rótulos da Coca-Cola e do banco Goldman Sachs - isso nem se discute! Mas que a coisa ficou no ouvido, naquela época em que as pessoas vibravam com estes concursos de música ligeira, isso ficou :-)


A Wikipédia pede sempre muitas reticências, mas esta entrada parece-nos bem fundamentada, e não nos conta nada que não seja regra do ódio visceral aos judeus, no mundo islâmico. O que nos fez rir mais, foi o ramo de narcisos!

A-Ba-Ni-Bi


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A-Ba-Ni-Bi alfabeto hebraico: א-ב-ני-בי, português (tradução aproximada: Eu amo-te) foi a canção que representou Israel no Festival Eurovisão da Canção 1978, interpretada em hebraico por Izhar Cohen e Alphabeta. A referida canção tinha letra de Ehud Manor, música e orquestração de Nurit Hirsh.
O título em si é confuso e sem sentido, não passa de um jogo de palavras, contudo foi um sucesso na Europa Ocidental. A letra fala-nos do amor e diz que deveríamos falar a língua do amor em vez da língua do segredo. Não deveríamos ocultar o nosso amor, mas sim expressá-lo.
Quando se começava a prever a vitória da canção israelita houve cortes de transmissão nos países do Norte da África e do Médio Oriente, a televisão jordana cortou a emissão e mostrou um ramo de narcisos, tudo porque estes países não desejavam a vitória daquele país por razões políticas (o problema Israel-Palestiniano mais uma vez veio à tona) . A televisão jordana referiu que quem venceu foi a Bélgica (na verdade 2.º classificado) e não Israel.1 Por outro lado, a imprensa jordana recusou reconhecer que Israel tinha ganho, referindo que canção vencedora fora a da Bélgica.2
A canção israelita foi a 18.ª a ser interpretada na noite do evento, a seguir à canção luxemburguesa e antes da canção austriaca interpretada pela banda Springtime. No final da votação, terminou em primeiro lugar, tendo recebido 157 votos.

Referências

  1. O'Connor, John Kennedy. The Eurovision Song Contest 50 Years The Official History. London: Carlton Books Limited, 2005. ISBN 1-84442-586-X
  2. Gisella Farrell (2005). The Sun Online - Fifty Years of Eurovision. Página visitada em 2006-07-15.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Faz o que o Mufti diz...





 via jihadwatch:

A verdadeira questão aqui não é a hipocrisia. Não são hipócritas as pessoas que não conseguem viver de acordo com seus ideais religiosos, em todas as religiões, em todo o mundo. A verdadeira questão aqui é que a proibição da Sharia contra a música, que o Grande Mufti aprovou e aplicou na sua fatwa, é contrária ao espírito humano. Seria difícil, aliás, não ser hipócrita, porque a música é irresistivelmente atraente e tão nutritiva para a alma humana. Assim, o Grande Mufti não deve ser criticado por desfrutar do concerto - o que é apenas da natureza humana. O facto de ele gostar de Música é que nos diz algo muito importante sobre a Sharia.

 "Grande Mufti da Índia visto desfrutando de concerto depois de declarar a Música "anti-islâmica", por Dean Nelson, no Telegraph, 28 de Julho:
 
     O Grande Mufti da Caxemira tem sido acusado de hipocrisia depois de ter sido filmado desfrutando de um concerto, após ter emitido uma fatwa declarando a Música anti-islâmica.

     Um vídeo de Grande Mufti Bashiruddin Ahmad, o líder cerimonial de muçulmanos locais, aparentemente desfrutando de uma noite de ghazals, poemas musicais e melodias folclóricas, rapidamente se tornou viral no YouTube, com os líderes políticos a acusarem-no de hipocrisia ....

     Em Fevereiro, um grupo de rock só de raparigas na Caxemira foi forçado a dissolver-se após ameaças de militantes islâmicos, na sequência da declaração do Grande Mufti.

     Ele tinha proclamado: "Cantar não está de acordo com os ensinamentos islâmicos e uma sociedade não pode ser construída ou desenvolvida, fazendo actos não-islâmicos como cantar"...

     "Eu aconselho estas meninas a ficarem dentro dos limites da modéstia prescritos para elas."

     A fatwa foi apoiado pelo
seminário Darul Uloom Deoband, um dos centros mais influentes do mundo da jurisprudência islâmica. Provocou um debate público sobre a liberdade de expressão na Caxemira, que, embora predominantemente muçulmana, tem sido tradicionalmente uma cultura mais liberal do que o mundo islâmico árabe.

     O Ministro-chefe Omar Abdullah da Caxemira defendeu o direito de as meninas tocarem, apesar da fatwa do mufti, mas as ameaças intimidaram o grupo, chamado Pragaash, e os seus membros decidiram dissolvê-lo:


A «obscenidade» acabou, no entender desta sábia senhora:

'A Minha Música'




via jihadwatch:

Cá temos mais um caso que confirma que os não-muçulmanos devem mudar o seu comportamento em conformidade com as práticas muçulmanas:


  "Mulheres hindus mortas e muitos hindus feridos por multidões muçulmanas em Meerut por tocarem música no templo durante o Ramadão", do Chakra, 28 de Julho:


    Na sexta-feira 26 de Julho de 2013, muitos hindus ficaram feridas e duas pessoas foram mortas, incluindo uma mulher hindu, quando uma multidão de muçulmanos se manifestou ao final do dia. Sexta-feira é o dia em que os muçulmanos fazem a oração congregacional chamada Jumu'ah, geralmente precedida por sermões.


    Os violentos confrontos ocorreram na área do Mal Nagla de Meerut, uma cidade no interior do estado indiano de Uttar Pradesh (a poucas horas de distância da capital Nova Delhi). Foi relatado que a violência começou quando grupos de muçulmanos locais ficaram aborrecidos por um templo hindu estar a tocar canções devocionais (bhajans). Os muçulmanos obrigaram a que o alto-falante fosse desligado e bateram em alguns homens hindus no templo. A polícia tentou controlar a turba violenta e está a procurar os manifestantes envolvidos. (...)


    A violência religiosa e motins não são novos no Uttar Pradesh e na Índia, durante o mês islâmico sagrado do Ramadão, pois é um mês sensível para muitos na comunidade muçulmana. Nos últimos anos tem havido casos semelhantes em que multidões de muçulmanos têm vandalizado templos hindus e ferido hindus devido aos cânticos religiosos hindus, quando vão a caminho de uma mesquita ou se uma procissão religiosa está a passar junto a um templo hindu e está a tocar música.


    Alguns anos antes, um grande confronto na Aligarh, Uttar Pradesh, ocorreu entre hindus e muçulmanos. O motim começou na noite de 5 de Abril, quando, de acordo com algumas pessoas, membros da comunidade muçulmana removeram as decorações de um templo hindu (era o festival hindu de Ram Navami), enquanto a outra versão, conforme relatado por alguns meios de comunicação, sugere que motins começaram depois de os muçulmanos se terem oposto à celebração do Ram Navami durante a noite.
Mais desenvolvimentos no jornal The New Indian Express.

- A música, na visão de muitos e influentes clérigos islâmicos, é proibida, e por isso tomada como ofensa pelos muçulmanos. Mais uma razão para pararmos a acelerada islamização do Mundo Livre: a malta cá é como o José Cid: a malta gosta de música! Minha rica música!

Nota: Este Ramadão já rendeu, até agora, 205 ataques terroristas islâmicos, 21 ataques suicidas, 1028 mortos e 1934 feridos graves. Nenhuma outra religião atacou, matou ou feriu ninguém, durante este período. Segundo algumas opiniões, temos é que «respeitar» esse traço cultural islâmico; caso contrário somos uns «xenófobos».

quinta-feira, 27 de junho de 2013

'Kátia Aveiro faz furor em Israel'

Conta o Correio da Manhã que Kátia Aveiro, (irmã de Cristiano Ronaldo) está radiante por ter entrado nas rádios de Israel e daí ter saltado para um inesperado 4º lugar no top, com a sua canção ‘Boom Sem Parar’.

Os leitores não deixaram de conjecturar maliciosamente se os israelitas não estarão meio surdos do Boom Sem Parar característico do Médio Oriente...

Tivemos que rir com o comentário de uma leitora mais ladina, que disse assim de sua justiça:

Comentário feito por: ana   Quinta-feira 27.6 - 09h
Ela que não passe para o lado da Palestina, eles lá têm melhor ouvido...

Mas há quem faça justiça à Kátia:
Os portugueses nunca dão o devido valor e tem a mania de criticar tudo o que é nosso, para eles o que éde fora é que é bom nem que seja a maior sucata, imagine-se tanto criticam o que é nosso que até o Ronaldo que é só um dos 2 melhores jogadores do mundo é criticado, as vezes desconfio que seja inveja mas sinceramente ainda não percebi. Aqueles quem vem aqui criticar só quero dizer que a Katia Aveiro já chegou ao 4º lugar do top de musicas em israel, infelizmente somos um pais de maldizentes.

Este é um género musical que humildemente admitimos não compreender. Mas respeitamos.  E na nossa ignorância atrevemo-nos a dizer que não nos soa pior que outras coisas que fazem por aí grande sucesso. Os nossos melhores votos de sucesso para a Kátia. Que Israel seja a sua rampa de lançamento para o Mundo!

 

sábado, 22 de junho de 2013

PIL HOJE no Porto

John Lydon, alma mater dos Sex Pistols, do punk e do pós-punk, líder dos Public Image Ltd., sobre o boicote a Israel:


  

John Lydon e os PIL em espectáculo em Israel: 
 



Os PIL actuam hoje à noite na Casa da Música, no Porto.

domingo, 16 de junho de 2013

Never Mind the Boneheads!




«Se o Elvis "Merdas" Costello não quer dar um concerto em Israel porque subitamente descobriu a compaixão pelos palestinianos, bom para ele. Mas eu tenho uma regra absoluta:

Até que veja um país árabe, um país islâmico, tornar-se uma democracia, continuarei a não perceber como é que alguém pode ter problemas com o modo como esses países são tratados.»

John Lydon, dos Public Image Ltd., a.k.a. Johny Rotten dos Sex Pistols

Directo e transparente como sempre, John Lydon talvez não saiba é que nem existe nenhuma nacionalidade palestiniana, nem em lado algum os islamistas são maltratados. Pelo contrário: o mundo joelha-se reverentemente perante o Califado Global.

Israel é o ÚNICO país do Médio-Oriente que APOIA a criação do Estado Palestiniano, sendo o único país na História que cedeu mais de 2/3 do seu território - para esse efeito. Enquanto na «Palestina» é e será sempre proibida a entrada de um único judeu que seja, em Israel vivem 1,413,50, cerca de 20% da população, e gozam de todos os direitos normais numa democracia. Força, Elvis! Vai lá tocar a favor da destruição de Israel. O país que odeias abre-te as portas de par em par, como faz a toda a gente.

Os PIL actuam em Portugal a 22 de Junho, na Casa da Música, no Porto. Os PIL são a primeira banda pós-punk que apareceu. O líder dos PIL, John Lydon, foi também o líder dos icónicos Sex Pistols, a banda que fez renascer o rock'n'roll das cinzas, nos idos de 1977.  

Eu vou!




sábado, 11 de maio de 2013

Quem não cantou? :-)


'Hallelujah' ou 'Aleleuia', interpretada por Gali Atari e os Milk & Honey, foi a vencedora do Festival Eurovisão de 1979. E até ganhou - com os votos da Espanha, a última a votar e cuja canção liderava até aí. Cabe ao país vencedor organizar a edição seguinte do certame, de modo que Israel não concorreu em 1980... Na altura cantarolava-se esta canção pelas ruas, e até nós, que não somos «festivaleiros», a assobiámos :-)

Teve versão portuguesa, por António Sala e/ou pelo seu grupo Maranata, já não nos lembramos ao certo. É uma das poucas canções do anacrónico mas engraçado Festival Eurovisão de que nos lembramos e que sabe bem ouvir:





Votos do Bom Sábado para todos, ou de Sabath Shalom, se preferirem. O importante é a PAZ!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Matisyahu promove concurso

Os números são dos Estados Unidos, mas poderiam ser de muitos outros países.  A cada 7 segundos uma criança é vítima de bullying, e metade dos casos nunca são reportados. O músico norte-americano, judeu convertido e grande Amigo de Israel, Matisyahu, promove um concurso para uma versão da sua canção "Live Like A Warrior", para dar mais visibilidade à organização anti-bullying Defeat The Label, que se dedica a dar voz e força às vítimas deste flagelo, nas escolas e nas comunidades.

Envie a sua versão para: http://www.MatisyahuWorld.com/  

A canção original é esta:

quinta-feira, 14 de março de 2013

Matisyahu: Um perfil


 

Matisyahu acompanhou-nos ao longo dos 10 MITOS SOBRE ISRAEL e tem sido presença assídua neste blog. Somos admiradores da sua música e da sua mensagem universalista, que exalta a Paz por oposição às tristes divisões que ainda assolam o nosso planeta. Ansiamos pelo dia em que em qualquer parte deste mundo religiões, nacionalidades, cores de pele, culturas, não sejam motivo de ódio ou violência. 


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

'Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém'

«Da mesma forma, na cerimónia de casamento, o noivo parte um copo em sinal de pesar pela destruição dos dois Templos e recita os versículos 5 e 6 do Salmo 137: Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria.2 Sião, um dos montes de Jerusalém, o símbolo e sinónimo da cidade e até da Terra de Israel, continuou a dar inspiração à vontade indomável de independência e liberdade do Povo Judeu.»

in Israel, a Comunidade Internacional e a paz com os Árabes - Parte 1, por João Monteiro


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

'Rivers of Balylon', conhece?

«A criação do novo Estado de Israel na sua terra ancestral – Eretz Yisrael (Terra de Israel) – em pleno século XX, após dois milénios de ausência é, sem dúvida, um dos acontecimentos mais extraordinários da história da Humanidade. Essa ausência verificou-se enquanto nação – mesmo que não independente à data da sua saída – uma vez que a diáspora do Povo Judeu iniciada no ano 70 AD com a destruição de Jerusalém e do Segundo Templo pelos exércitos de Tito e a sua continuação em 135 AD com o esmagamento pelos Romanos da Segunda Revolta Judaica liderada por Shimon Bar-Kokhba, não terminou, apesar de tudo, com a presença dos Judeus na Terra de Israel. Para esse regresso, foi fundamental a contribuição de Theodor Herzl, o fundador do Movimento Sionista, ao publicar em 1896 o livro “ Der Judenstaat” (O Estado Judeu) do qual resultou a realização no ano seguinte, em Basileia, na Suíça, do 1º. Congresso Sionista. O Sionismo é, nada mais, nada menos, que o anseio antigo do Povo Judeu de regressar à sua terra como nação independente e o Movimento Sionista é a expressão política desse anseio, tornando-o em movimento de autodeterminação. Podemos ver do sentimento sionista uma primeira manifestação no exílio de Judá na Babilónia, no século VI AC, após a destruição do Primeiro Templo: Junto aos rios de Babilónia nos assentámos e chorámos, lembrando-nos de Sião.1 E a partir da Diáspora, ele tem-se manifestado através da saudação anual que os Judeus de todo o mundo fazem após a Seia de Páscoa: “No próximo ano, em Jerusalém!”»
 
1 Salmo 137:1 – A Bíblia Sagrada (Tradução de João Ferreira de Almeida, Edição Contemporânea, Editora Vida, S. Paulo);

Excerto do texto de João Monteiro Israel, a Comunidade Internacional e a paz com os Árabes - Parte 1

Junto aos rios da Babilônia nós nos sentamos e choramos com saudade de Sião.


Ali, nos salgueiros penduramos as nossas harpas; ali os nossos captores pediam-nos canções, os nossos opressores exigiam canções alegres, dizendo: "Cantem para nós uma das canções de Sião!"
 
Como poderíamos cantar as canções do Senhor numa terra estrangeira?