domingo, 6 de julho de 2014

O Valor da Vida


TODAS as vidas têm o mesmo valor - independentemente da etnia, religião, nacionalidade, ou quaisquer outras variáveis. Reiteramos o nosso mais vivo repúdio e a nossa dor sincera pela morte deste jovem inocente!

NADA justifica uma acção destas!

Prosseguem as investigações ao assassínio do jovem árabe muçulmano Muhammad Abu Khdeir (na imagem). Foram detidos 6 cidadãos israelitas, judeus, e procura-se apurar o mobile e as suas responsabilidades nesta tragédia. A organização Honest Reporting, que pugna pela cobertura jornalística HONESTA dos assuntos relacionados com Israel, resume as informações disponíveis até agora.

Ainda não se conhece as identidades nem outras informações, mas os media já efectuaram o julgamento, antes mesmo de as prisões terem sido feitas. Com o mesmo  entusiasmo com que justificaram, branquearam e saudaram o rapto e assassínio dos três jovens israelitas. Com a mesma desfaçatez com que omitem o assassínio costumeiro dos israelitas judeus às mãos dos terroristas árabes.

ACTUALIZAÇÃO:  O autor deste assassínio, um dos seis detidos (todos adolescentes e jovens nacionalistas), após duro interrogatório dos Serviços de Segurança de Israel, confessou a autoria do crime. As autoridades israelitas lamentaram a tragédia. A Justiça seguirá o seu curso - cega, como deve ser a Justiça. Independentemente dessa certeza, personalidades como Elyakim Levanon, representante da região da Samaria, declararam que este assassino, bem como os assassinos dos três jovens judeus, mereceriam a pena de morte (que não existe em Israel).
Informação do Jerusalem Post.

Foi também detido mais um terrorista do Hamas suspeito de cumplicidade no rapto e assassínio dos jovens israelitas judeus Naftali, Gilad e Eyal. Trata-se do terrorista Husam Dofsh, de Hebrom, e os media globais não escrevem uma linha.

O valor das vidas de judeus, para os media globais, é inexistente.


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Breves comentários: 

- Ainda não sabemos as conclusões do inquérito a este assassínio brutal. Desde que foi conhecido, que exprimimos a nossa viva condenação - quaisquer que tenham sido os autores. Recordamos:

Filhos e Enteados

"Seja quem for que tenha assassinado este jovem árabe, a nossa condenação é tão veemente como a que dedicamos ao assassínio dos três  jovens judeus."

 - Apontámos a diferença entre a reacção das autoridades "palestinas" ao triplo rapto (louvores públicos, assassinos tratados como heróis - como é costume - festa rija nas ruas, festejos efusivos nas redes sociais, festejos efusivos das extremas-esquerdas mundiais, etc.) e a reacção israelita, que foi de cumprimento da Lei e de apelo à não retaliação nem incentivo ao ódio.

Recordamos as palavras de Shimon Peres, que publicámos no post supracitado:

"Como presidente do Estado de Israel conclamo todos os cidadãos, com um pedido sério! Agora é um tempo para duas coisas: respeitar a lei e evitar a incitação. Nós não nascemos para odiar, nós não nascemos para falar numa linguagem de ódio. Há alguns dias, todos nós nos comportámos como com dignidade, apesar da tristeza que sentimos, mas, todos juntos, apelámos à contenção, chamamos Tivemos cuidado com as nossas palavras e confiámos nas investigações. Está na hora de parar de incitamento, é hora de mostrar respeito e respeitar a lei. Está nas nossas mãos. As pessoas que estão envolvidas na incitação nem sempre estão cientes de onde ele pode levar, que pode ser a mais sofrimento, a mais perigos. Em momentos como estes, devemos todos mostrar contenção, mostrar compreensão, e agirmos como seres humanos, todos nós, sermos fiéis aos nossos valores morais e à nossa esperança de vivermos juntos, em paz."

- Nos posts anteriores que dedicámos ao triplo rapto dos jovens judeus israelitas, assassinados por puro ódio religioso - por serem judeus - mostrámos o regozijo dos políticos "palestinos", os seus discursos de apologia do acto e de incentivo a mais, e recordámos o que tem sido, desde a restauração da independência de Israel, a matança de judeus, e a indiferença da Imprensa e de grande parte dos governos mundiais.

- Demos a palavra a Richard Kemp, que, em artigo detalhado, explicou a responsabilidade da UE e dos EUA no terrorismo islâmico anti Israel, ao financiarem grupos terroristas como o Hamas e desculpabilizarem os seus actos.

- Tal postura, quer dos políticos quer da Imprensa, de canonizarem os terroristas e demonizarem as vítimas, alimenta a máquina assassina do Hamas, Hezzbollah, Irmandade Muçulmana, Fatah, Jihad Islâmica, ISIS, e tantos outros grupos e governos terroristas. Enquanto escrevemos este post, o sul de Israel continua sob ataque do Hamas. nem uma palavra nos media. Só esta tarde foram 15 mísseis para cima de civis! Quem paga as armas e as munições, quem sustenta os corruptilionários de Gaza? UE e EUA!

- Se se verificar que este assassínio - particularmente repugnante, trágico, horroroso - foi cometido por judeus extremistas, continua a ser absolutamente condenável. Os jornalistas atirarão pedras com redobrada intensidade (afinal, até na morte dos três jovens judeus israelitas arranjaram maneira de verberar Israel). Mas esquecer-se-ão de que têm sangue nas mãos.



Adele Biton, para a Imprensa e os governos mundiais, não existe!

- Há uns meses mostrámos um entre muitos casos, o da bebé Adele Biton, condenada a viver o resto da vida paralisada, numa cama de hospital, devido a um ataque dos românticos atiradores de pedras "palestinos". Quem falou dela? Alguém fala das famílias de judeus israelitas assassinados em suas casas pelos bárbaros? Alguém fala dos mísseis que caem sobre os infantários, dos túneis que levam os assassinos para dentro de Israel para cumprirem o seu supremo objectivo de vida - matar judeus? Dos comícios de estilo Hitleriano em Gaza, onde o Hamas conclama as multidões ao ódio cego e frenético e ao genocídio dos judeus? Alguém informa? Alguém condena? Pelo contrário: LOUVAM!

Adele Biton - As vítimas, segundo a Imprensa Internacional:

Foto: SHARE THIS BECAUSE THE MAINSTREAM MEDIA WILL NOT!!!

Yet another cowardly terrorist attack. A short while ago, a 2-year old Israeli baby was seriously injured when Palestinian terrorists hurled rocks at the car she was in, at the entrance to the Armon Hanatziv neighborhood in southern Jerusalem.. 

A Magen David Adom team gave the baby initial medical care and took her to Hadassah Ein Kerem hospital. She suffered a serious head injury. 

http://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/174602#.Upd0diDKzIV

Palestinian terrorists attack Israeli civilians with rocks and firebombs on a daily basis. But this is totally ignored by the mainstream media who are only interested in painting Israelis as the aggressors and the Palestinians as victims. 

(AP Photo/Oded Balilty, File) 

Adele Biton - Os agressores, segundo a Imprensa Internacional:



 - Muhammad Abu Khdei, caso tenha sido assassinado por extremistas israelitas judeus, vai ser usado como arma de arremesso antissemita por muitos anos. Mas será a vida dele mais valiosa do que, por exemplo, a do jovem árabe israelita, Mohammed Qaraqara, de 13 anos, abatido noutro dia por atiradores do lado sírio? Será a vida dele mais importante do que a de Shelly Dadon, assassinada à facada pelo taxista muçulmano árabe Yousef Hussein Khalifa

Após muitos anos sob ataque diário, a ser-se vítima e a ser-se tratado como carrasco, há quem enverede pelo lamentável caminho da vendetta. É errado! Mas as culpas cabem também aos políticos - até aos de Israel, a quem tem faltado firmeza, em muitos casos - e aos media, que apoiam o terrorismo islâmico!


Shelly Dadon foi assassinada por Yousef Hussein Khalifa - ouviu falar disso?


POR EXEMPLO: Na presente matança de cristãos no Médio Oriente (com abatedouros literais de cristãos e CANIBALISMO), onde está a condenação firme, a reacção enérgica, perante tamanho horror, que nada fica a dever ao Holocausto nazi?

- Todos estes jovens são vítimas inocentes da indiferença, do ódio antissemita, do grande jogo geo estratégico que manda dar razão aos inimigos de Israel, porque eles têm petróleo e Israel... não! Quem pode fazer a diferença? A opinião pública! Você! Relembramos Timor...

Uma palavra final:

- Diversas vezes temos lembrado que a inoperância dos governos pode levar a iniciativas de "justiça popular". Pedimos aos nossos leitores, contudo, na escala diminuta da nossa insignificância, que renunciem a esse tipo de actuação. A maneira legal, democrática e correcta de fazer as coisas, é muito mais difícil, morosa, e de resultado incerto, mas fazer o que está certo requer muito mais valentia do que sucumbir aos instintos animalescos e descer ao nível dos bárbaros!

Votos de paz, de paciência, e de... verdadeira valentia!

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