domingo, 20 de julho de 2014

Os mortos sem nome

 

Post "viral" da UN Watch

"No ano passado, os senhores NÃO PROTESTARAM pelos milhares de manifestantes mortos e feridos na Turquia, no Egipto e na Líbia. Não protestaram pelo recorde de enforcamentos no Irão. Não protestaram quando mulheres e crianças foram bombardeados no Afeganistão, quando comunidades foram dizimadas no sul do Sudão, quando 1800 palestinos morreram de fome ou foram assassinados pelo regime de Assad, quando centenas de pessoas no Paquistão foram mortas em ataques terroristas, quando 10.000 iraquianos foram mortos pelos terroristas, ou quando nas aldeias da Nigéria os habitantes foram chacinados. Os senhores só protestam por GAZA. Então, os senhores não são pelos Direitos Humanos, são simplesmente ANTI-ISRAEL.
Hilel Neuer, Director Executivo da UN WATCH, 15 de Julho de 2014

A IMPRENSA GLORIFICA OS TERRORISTAS

As crianças são usadas como escudos humanos, como temos repetidamente demonstrado (com vídeos da acção real e com as exortações dos líderes terroristas). Mas a Imprensa sabe que as mentiras mil vezes repetidas passam por verdades.

 Nós repetimos as verdades, para compensar:

Comparar baixas é MANIPULAÇÃO

Porque morrem os 'palestinos'


OS MORTOS ISRAELITAS NÃO TÊM NOME

Esta família, por exemplo, foi degolada por terroristas "palestinos", os mesmos a que Israel agora finalmente decidiu neutralizar, para grande mágoa da Imprensa e da extrema-esquerda. O massacre de Itamar foi celebrado efusivamente pelos terroristas e seus apoiantes, como de costume. A Imprensa não disse nada:

 Udi Fogel, (37 anos), Ruth Fogel (36 anos), e os seus filhos Yoav (10 anos), Elad (4 anos) e Hadas (3 meses), foram assassinados sexta-feira à noite, enquanto dormiam. O crime foi cometido por um terrorista palestiniano das “Brigadas de Al-Aqsa” (ver Al Aqsa Brigades claims responsibility for West Bank killing) - daqui.

Recentemente, e no mesmo dia, foram divulgadas as mortes de israelita judia Shelly Dadon, e do israelita árabe muçulmano Muhammad Abu Khdeir. Ambos tinham 16 anos, e ambos foram assassinados por extremistas do lado oposto (o jovem muçulmano foi morto por rapazes da mesma idade e em "retaliação" pelo triplo assassinato dos amigos; a jovem judia por um taxista adulto). A Imprensa Mundial IGNOROU Shelly por completo.

As Forças de Defesa de Israel (IDF) estão a levar a cabo a Operação Protecção Limite, visando erradicar o bando terrorista Hamas da Faixa de Gaza, após quase 10 anos de terrorismo diário sobre a população civil de Israel. A Imprensa omite a causa e mostra apenas a consequência.


OS OUTROS MORTOS SEM NOME


Esta terça-feira, 89 inocentes foram mortos por um bombista suicida num mercado, no Afeganistão
Ao 18º dia do Ramadão de 2014, a "Religião da Paz" ultrapassou a marca dos 100 mortos.
Ouviu falar disto nos noticiários? Leu nos jornais?


A Religião da Paz levou a cabo, desde o 11 de Setembro e até hoje, 23.424 ataques terroristas. Multiplique-se por muitos para encontrar o número de mortos, de estropiados, de viúvas e de órfãos, de vidas destruídas. E não estão incluídos os casos de execuções de supostas adúlteras ou homossexuais, degola de 'apóstatas do Islão', estupros de 'infiéis', noivas infantis que morrem nas 'núpcias', queima de templos de outras religiões, etc., etc..

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Recordamos um exemplo do que é a ONU (que emite "resoluções" contra Israel como respira):





 O vídeo deste eloquente episódio, e mais alguns do mesmo jaez
Ditaduras não conseguem parar crítica à inacção da Comissão de Direitos Humanos

Irão, Cuba, China, Paquistão, Egipto, Venezuela, tentam silenciar a UN Watch!
da UN Watch  

A lista da inacção da ONU em 2014 relativamente às Violações dos Direitos Humanos Globais

Testemunho perante o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, proferido pelo Director Executivo
da UN Watch, Hillel Neuer, a 19 de Junho de 2014, no debate no âmbito da "Promoção e Protecção de todos os Direitos Humanos:



Obrigado, Sr. Presidente.

Os membros deste Conselho foram mandatados pela comunidade internacional para proteger as vítimas de violações de Direitos Humanos em todo o mundo. O Conselho está a agir de acordo com o seu mandato?


Vamos considerar o mais fundamental de todos os Direitos Humanos, o direito à vida, ao examinar o que aconteceu no mundo, nos últimos 12 meses:

Julho de 2013, Turquia: Médicos anunciam no relatório dos protestos no Parque Gezi, que a polícia matou cinco pessoas, feriu 8.163 e utilizou armas químicas de controle de distúrbios, atingido mais de 10.000 pessoas.

Agosto de 2013, Egipto: Autoridades esmagam o protesto
realizado por partidários do presidente deposto Morsi, matando 1.000 pessoas.

Setembro
de 2013, Irão: Um mês após a tomada de posse de  Rouhani como presidente, entre promessas de reformas no capítulo dos Direitos Humanos, o Irão ignora os apelos das Nações Unidas, e enforca um número recorde de 50 indivíduos.

O Conselho respondeu com quaisquer resoluções e debates de urgência, com inquéritos para determinar os factos, e responsabilizar os autores da violência? Não. A sua resposta foi o silêncio.

Outubro de 2013, Afeganistão: Terroristas bombardeiam um autocarro, matando 14 mulheres e uma criança que viajavam para uma festa de casamento.
Novembro de 2013, Líbia: Milícias matam 31 pessoas ​​em Trípoli, ferindo 235.

Dezembro de 2013, Sudão do Sul: A BBC relata assassinatos étnicos em massa, incluindo 200 pessoas mortas a tiro pelas forças de segurança.
Janeiro de 2014, Paquistão: 236 civis mortos por ataques terroristas.
A resposta deste Conselho? Silêncio.

Fevereiro de 2014, Ucrânia: Polícia mata 75 manifestantes na Praça da Independência de Kiev.

Março de 2014, China: A activista Cao Shunli, que foi presa por tentar viajar para Genebra para participar neste Conselho, morre
misteriosamente na prisão.
Abril de 2014, Iraque: 750 iraquianos mortos, 1.541 feridos pelo terrorismo e outros tipos de violência.
Maio de 2014, Venezuela: Tropas prendem 243 manifestantes estudantis e matam um deles, elevando o número de mortos para 42 desde o início dos protestos da oposição.

Finalmente, em Junho de 2014 - há algumas semanas - na Nigéria: O Boko Haram massacra 200 civis, enquanto ainda mantém cativas as 276 meninas sequestradas em Abril, que ...

Presidente: Por favor, posso pedir-lhe para esperar? um ponto de ordem, da Venezuela ...


Venezuela: Eu acho que o orador está a fugir ao tema, e gostaria de pedir que ele se limitasse aos itens da pauta em questão. Ele também mencionou o meu país e eu vou tomar a palavra, mais tarde, sobre isso...

 

França: A Françagrande importância à voz da sociedade civil. Deve ser permitido a todos falar livremente nos trabalhos do Conselho e contribuir para o seu trabalho ...

EUA: Seguimos os mesmos princípios que o nosso colega da França, e defendemos firmemente que as ONGs e a sociedade civil devem ser ouvidas ... O que o orador está a dizer é consistente com o tema deste item da agenda, e nós pedimos-lhe para o deixar continuar.

Cuba: Eu estou a olhar para a ordem do dia, nós não estamos aqui para falar sobre países, tanto quanto eu entendi. Nós não entendemos por que é que a ONG está a falar sobre países. Este não é o item da agenda para isso ...


Cuba na ONU: "Nós não estamos aqui para falar sobre países"

Irlanda: Nós acreditamos que o orador está a falar de acordo com o item da agenda, fornecendo exemplos concretos ligadas às questões temáticas, e por isso pedimos que seja autorizado a continuar.

China: A China pede ao Presidente para tomar a decisão de acabar com o discurso desta ONG.
Canadá: O Canadá, bem como outros que já falaram antes de nós, acredita firmemente que as ONGs credenciadas devem ser autorizadas a falar no Conselho ... É essencial respeitar os princípios do diálogo aberto. Esta é uma questão de liberdade de expressão ... As declarações estavam a ser relevantes para os temas da agenda que estavam a ser discutidos.

Noruega: Esta intervenção não deveria ser interrompida, porque a ONG cita exemplos concretos de violações dos Direitos Humanos, e, portanto, pedimos que deixe o orador continuar o comunicado.

Irão: A minha delegação gostaria de apoiar os pontos de vista da Delegação da Venezuela.


Paquistão: A minha delegação apoia os pontos de ordem levantadas pela Venezuela. Deve-se respeitar as regras de procedimento e discutir aspectos relevantes da agenda.


Reino Unido: O Reino Unido apoia o direito de as ONGs credenciadas falarem no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas ... Solicitamos que o orador seja autorizado a terminar a sua declaração.

Egipto: Nós queremos juntar a nossa voz aos outros oradores que falaram sobre a necessidade de nos cingirmos aos pontos da agenda. Nós não acreditamos que o que foi mencionado no comunicado da ONG se relacione com as nossas discussões aqui... existem algumas regras e regulamentos para este Conselho que todos devemos respeitar.

Presidente: O que posso dizer é que sei que concordam que as ONGs têm o direito de falar. As declarações relativas à questão dos Direitos Humanos não vieram num contexto abstracto... Se um orador se referir a questões de Direitos Humanos relevantes sob o ponto da agenda em questão, o orador pode dar exemplos e ilustrar os exemplos com situações específicas... dou a palavra ao orador.

UN Watch (Neuer): Obrigado. Sr. Presidente, se é "impróprio" falar sobre a necessidade urgente de tomar medidas para proteger as vítimas de violações dos Direitos Humanos em todo o mundo, então por que estamos aqui?

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