quinta-feira, 24 de julho de 2014

ONU, TERRORISTAS e LOUCA FURIOSA!


Existe qualquer precedente na História do Mundo, de uma nação sofrer passivamente um bombardeamento de três semanas sobre a sua população civil, por mais de 2.000 mísseis mortais (fora todos os antecedentes)? E de ser CONDENADA quando finalmente REAGIU?
Só nazis infectos podem estar contra Israel!


(Não ouvimos Navi Pillay  comentar por exemplo as ordens dos clérigos islâmicos para o assassínio de infiéis e a violação das suas mulheres... É normal e é justo, pois faz parte da cultura deles, e quem não se deixar matar e violar é islamofóbico, não é camaradas hippies de sandálias mais a terrorista da «Solidariedade com a Palestina»?...)

A extrema-esquerda, os nazis, os islamistas, e outros antissemitas raivosos, que, por definição, não respeitam qualquer tipo de Direitos Humanos, avançam com os seus habituais jogos de propaganda, baseados, por exemplo, em argumentos de autoridade

A senhora que ficou mundialmente conhecida por acusar Israel de os muçulmanos desancarem as suas mulheres, pôs-se em bicos de pés para acusar Israel de não ter feito o suficiente para salvaguardar vidas humanas, na presente ofensiva contra o bando terrorista Hamas.

A ONU diz, é porque é verdade, n'est-ce pas? Acontece que a ONU é um antro de terroristas, como temos sucessivamente demonstrado - ver etiqueta UN WATCH.






Hoje: Debate de emergência sobre Gaza cria novo Relatório Goldstone; Condena Israel por "graves violações de direitos humanos"
'Palestinos', Irão e Síria falham na tentativa de silenciar UN Watch

A intervenção, e os incidentes provocados pelos Estados terroristas. Mais lista de reprodução:



GENEBRA, 23 de Julho de 2014 - O embaixador palestino no UNHRC, juntamente com o Irão, Síria, Egipto, Cuba e Venezuela, tentaram, mas não conseguiram, silenciar o Director Executivo da UN Watch, Hillel Neuer
Em sessão de emergência da ONU sobre GazaHilel defendeu o direito de Israel se defender da agressão dos terroristas do Hamas, e denunciou a hipocrisia daqueles que estão a condenar Israel, de forma tendenciosa.
Como esperado, o conselho condenou Israel por "graves violações de direitos humanos internacionais", e criou uma nova comissão de inquérito para produzir um segundo relatório Goldstone. Clique aqui para ver a resolução e a lista das nações grosseiramente parciais que o votaram, ignominiosamente.

- Os que condenam Israel por se defender não têm, nunca, uma palavra para condenar o terrorismo do Hamas, os escudos humanos e todas as atrocidades deste e de outros bandos islamistas, tão perversos como os nazis. Os nossos votos sinceros de que vão todos para o Diabo! Acompanhe os nossos posts sobre  presente guerra:


Discurso proferido hoje, hoje, 23 de Julho de 2014 por Hillel Neuer, Director Executivo da UN Watch, na sessão de emergência do Conselho dos Direitos Humanos da ONU sobre Gaza:

Sr. Presidente, acabo de regressar de uma visita a Israel para contar neste Conselho, e ao Mundo, a grave situação que presenciei e experimentei.

Toda uma nação - cidades, vilas e aldeias - desde o deserto de Negev até a Galileia, das colinas da Judeia e de Jerusalém, até Tel Aviv, continua sob ataque brutal e implacável, com mais de dois mil morteiros, rockets e mísseis de
longo alcance, disparados de Gaza contra civis na Terra Santa.
Nunca antes, na história de sete décadas de existência do moderno Estado de Israel, homens, mulheres e crianças estiveram sob tamanho ataque aéreo. (...)

E nunca antes, na história moderna das nações livres e democráticas, uma Sociedade esteve sob o bombardeio constante de uma organização terrorista, que abertamente se esforça para assassinar civis e celebra o assassinato de civis, e que, como o Mundo sabe, glorifica a morte.


Será que o mundo alguma vez imaginou que a antiga cidade de Jerusalém, sagrada para o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo, e repleta de lugares sagrados que são reconhecidos pelas Nações Unidas como Património Mundial, seria
deliberadamente destruída  por mísseis?

Durante um ataque aéreo em Jerusalém, eu corri para a cave de um edifício, estive com as criancinhas, chorando, traumatizadas. Durante um ataque aéreo em Tel Aviv, os vizinhos de um prédio de apartamentos mostraram grande força de espírito em desafio ao terrorismo, e acolheram estranhos nos abrigos, enquanto ouviamos as explosões dos mísseis sobre nós.
E, quando eu estava sentado no meu avião, prestes a partir, a sirene de ataque aéreo soou no aeroporto. Tudo o que tínhamos a fazer era que correr para fora do avião e procurar abrigo. Já ouviram as notícias de hoje: as companhias aéreas internacionais estão agora a deixar de voar para Israel, devido a este risco.
- Nota nossa: cancelamento de voos já levantado.

Acredito que o mundo deve saudar esta nação, que não cedeu ao terrorismo, ao cerco e à guerra. Que se recusou a render-se e ceder à desmoralização. Que demonstrou coragem, determinação e força de espírito, para sobreviver e resistir a esta enorme agressão.
PERGUNTO: Existe qualquer precedente na História do Mundo, de uma nação sofrer passivamente um bombardeamento de três semanas sobre a sua população civil, por mais de 2.000 mísseis mortais?
A tentativa do Hamas de encerrar único aeroporto internacional de Israel, num país sitiada por potências hostis, constitui o estrangulamento vital para a vida do povo de Israel e para sua economia.

Estes actos de agressão ofendem também os direitos soberanos das nações cujas companhias de aviação voam para Israel.

Peço a cada um embaixador nesta câmara para tomar um momento e imaginar terroristas deliberadamente a lançarem mísseis mortais sobre os aeroportos de Heathrow, Charles de Gaulle, Frankfurt, Rio de Janeiro, Joanesburgo, Tóquio.

Como é que o seu governo reagiria?

Será que a sua nação esperava tanto como Israel antes de exercer os seus direitos de auto-defesa, sob a lei e a moralidade internacional, para resistir à agressão?

Sr. Presidente,

Volto-me agora para a resolução que Conselho vai votar.
O texto diante de nós nega o direito de Israel à auto-defesa, e desconsidera os crimes de guerra do Hamas.

Perguntamos: Porque é que este Conselho se recusa a dizer o que foi dito há apenas duas semanas pelo próprio embaixador palestino?
Num momento extraordinário de sinceridade, o embaixador palestino Ibrahim Khraishi admitiu, na TV palestina, que "todos e cada um" dos mísseis palestinos lançados contra civis israelitas são "crimes contra a Humanidade".
Por outro lado, a resposta  de Israel em Gaza "seguiu os procedimentos legais", e os próprios porta-vozes do Hamas o admitiram na TV:
"Os israelitas avisam-nos para abandonarmos as nossas casas antes dos bombardeamentos, nós NÃO! Nós nunca avisamos sobre onde os nossos mísseis vão cair ou sobre as operações que realizamos."

- ver o nosso post:  

Pacifistas de trazer por casa


Pode qualquer entidade, ou qualquer indivíduo, negar o que foi dito pelo próprio embaixador palestino?
 
É possível que o verdadeiro objectivo desta sessão seja silenciar as verdadeiras vozes das vítimas e dos direitos humanos em todo o mundo, desviando o foco de piores abusos do mundo?


Perguntamos a todos aqueles que abraçam a hipocrisia e os padrões duplos: no ano passado, os senhores manifestaram-se quando milhares de manifestantes foram mortos e feridos na Turquia, Egipto e Líbia? Quando mais vítimas do que nunca foram enforcadas pelo Irão? Quando mulheres e crianças no Afeganistão foram bombardeados? Quando comunidades inteiras foram massacradas no Sudão do Sul? Quando centenas no Paquistão foram mortos por ataques terroristas jihadistas? Quando 10.000 iraquianos foram mortos por terroristas?

[Egipto interrompe com uma objecção]

Presidente da sessão: Nós temos um ponto de ordem. Egipto, tem a palavra.
Egipto: Sr. Presidente, eu penso que nós estamos reunidos hoje para uma sessão especial para a crise actual e as violações cometidas na crise de Gaza. Por isso, eu não vejo por que razão estamos a falar de situação dos direitos humanos em outros países. 
Estados Unidos da América: Nós pensamos que é relevante para o assunto em discussão e, portanto, devemos permitir que a ONG continue a falar. 
Irão: Nós apoiamos plenamente os pontos de ordem feitos pelo Egipto. 
Canadá: Nós pedimos que permitam que a ONG complete a sua intervenção. Tudo é relevante para a discussão em questão. 
Israel: A sociedade civil tem o direito de participar neste debate, e nós pedimos que permita que a ONG fale.
Venezuela: Apoiamos os pontos de ordem feitos pelo Egipto.
«Palestina»: Esta não é uma questão da ordem de trabalhos. O palestrante vai continuar na mesma linha, se não for mandado parar. Peço que não o deixem falar, para podermos concluir este encontro em tempo útil.
Cuba: é inconcebível que a ONG venha a este Conselho para nos fazer gastar o pouco tempo que temos para debater o problema. O que é de crucial importância é o genocídio cometido contra o povo palestino.  

- Ditaduras comunistas e islamistas: a mesma luta contra a Verdade, a Liberdade e a Democracia. O mesmo ódio a Israel. O mesmo amor ao terrorismo. Autênticas forças do MAL.

Presidente: Eu dou a palavra ao UN Watch, com o pedido que se cinja ao assunto em debate hoje.

UN Watch: Obrigado, Sr. Presidente. O embaixador palestino teve a oportunidade de confirmar se as suas declarações na TV palestina foram genuínas ou não. Ele não as negou. Todos podem confirmar que as proferiu, no registo vídeo.
Para terminar: Aqueles que se recusam a falar dos 1800 palestinos - se não mais - que morreram de fome, ou assassinados, por Assad, na Síria, só gritam quando podem acusar Israel; são pró-direitos humanos, ou apenas anti-Israel?

Síria: Estamos acostumados a ouvir esta ONG a criar divisões entre os palestrantes, e a falar extemporaneamente. É estranho ouvir uma ONG defender a matança de mulheres e crianças, e a destruição de infra-estruturas na Palestina. Espero que o orador seja proibido de  continuar a sua declaração.  
Presidente: Eu dou a palavra ao UN Watch.

Hillel: Obrigado, Sr. Presidente. Deixe ao Mundo esta nota: numa sessão supostamente sobre direitos humanos dos palestinos, o governo da Síria opôs-se a que nós mencionássemos os mais de 1.800 palestinos assassinados e mortos à fome pelo seu governo.

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Nota final nossa:

As pessoas são absolutamente livres de não gostar, ou mesmo de odiar, Israel e os judeus.  

As pessoas são absolutamente livres de gostarem do Islamismo, do Nazismo ou do Comunismo, todas elas ideologias de ódio, caos, morte, destruição, opressão, medo, tirania, miséria.

As pessoas são absolutamente livres de preferirem o Mal ao Bem, as Trevas à Luz.

Contudo, quem quiser ser honesto consigo mesmo, terá forçosamente que admitir que essas três ideologias, unidas entre si, contra o Mundo Livre e contra Israel, MENTEM descaradamente.

No caso presente, Israel é um pequeno país, diariamente fustigado com todo o tipo de terrorismo islâmico. Israel está, mais uma vez, a lutar pela sua existência, a exercer o direito de legítima defesa. As vossas MENTIRAS e PROPAGANDA são obscenamente grosseiras. Assumam o ÓDIO, que vos fica bem melhor!

Assim, são apenas reles HIPÓCRITAS. Como quando deitam lágrimas de crocodilo pelo horror do Holocausto, enquanto exultam por dentro. A vossa espécie só gosta dos judeus quando estão bem mortos. De preferência após uma quantidade diabólica de horrores, infligidos a inocentes.

Cada míssil que o Hamas lança, cada míssil que vocês, islamonazis, extrema-esquerdistas e outros desgraçados, lançam pela boca ou vomitam para as páginas de jornais (conspurcando a nobre profissão do Jornalismo) é uma declaração sonora da vossa FRUSTRAÇÃO por não conseguirem o que procuram há 4 milénios: EXTINGUIR A NAÇÃO ETERNA!

Por isso me alegro e proclamo:

AM YISRAEL  CHAI! VIVA ISRAEL!



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