sábado, 26 de julho de 2014

Publiwood, 1933-2014



A propaganda antissemita do «jornal» Al-Público e uma resposta da Embaixada de Israel em Portugal.
 
Nem nos nossos piores pesadelos imaginaríamos que a atmosfera de 1933 pudessem regressar, pela mão desta publicação, que (ainda) é levada a sério por muita gente. De todos os «jornalistas» que por lá fazem o possível por desinformar e atiçar o ódio das massas a Israel, esse tal Loff é possivelmente o mais execrável. Não fora o imperativo de consciência de defendermos a Verdade e combatermos a propaganda dessa lamentável folha antissemita, e tomaríamos todas as precauções para evitar o desagradável fácies da criatura.

O PROPAGANDISTA, ODIADOR e MENTIROSO Loff tem concorrência cerrada, note-se! Nomeadamente da «jornalista» que diz que Islão é paz. Ou da que sabe escrever Saddam Hussein em Árabe. Muito graves têm sido também os recentes editoriais, que não cairiam mal num comício do Hamas.

No post  1933 All Over Again?, de há mais de um ano, já dissemos o essencial. A insistência na MENTIRA e no ódio a Israel fez-nos criar a etiqueta Publiwood

Permitiram a resposta de um representante da Embaixada, contudo! E ontem fizeram repicar sinos neste blog. Ainda não está tudo perdido...

Aplaudimos esta resposta à jihad do Al-Público. Lamentamos que esta publicação albergue profissionais de tão baixa (rasteirinha) qualidade.


Opinião


O cidadão e o historiador – duas versões de Gaza


Manuel Loff, o cidadão, não tem de se deixar confundir com os factos, mas Manuel Loff, o historiador, devia.
No passado dia 24 de Julho, o jornal PÚBLICO publicou um artigo de opinião de Manuel Loff, historiador, sobre o presente conflito em Gaza.
Toda a gente tem o direito de atacar um país. Mas eu gostaria de me focar no facto de Manuel Loff assinar os seus artigos não como o "cidadão" Manuel Loff, mas como o "historiador" Manuel Loff.
Um cidadão pode escrever acrimoniosamente que a ONU não encontrou provas do uso da população civil de Gaza como escudo humano pelo Hamas. Mas como pode um historiador ignorar os dois anúncios feitos pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados do Próximo Oriente (UNRWA), só esta semana, sobre a descoberta de mísseis escondidos em escolas que são da própria agência?
Um cidadão pode escrever apaixonadamente que não passam de falsidades e propaganda as afirmações de Israel de que os terroristas usam ambulâncias para se esconderem, mas como pode um historiador ignorar por completo os vídeos que mostram terroristas a atirar sobre militares israelitas e a fugirem depois de entrarem pelas traseiras de uma ambulância?
Um cidadão pode escrever indignadamente que falsa é também a afirmação de Israel de que o Hamas usa hospitais como quartéis-generais das suas actividades, mas como pode um historiador deixar escapar exactamente as fotos publicadas onde se vêem as espingardas a sair do Hospital de Al-Waffa, em Gaza?
Um cidadão pode afirmar peremptoriamente que não existe qualquer acção humanitária de Israel ao povo de Gaza, mas o que pode dizer um historiador sobre o facto provado de que Israel lhes fez chegar até ao dia de hoje 2120 toneladas de comida e 610 mil litros de combustível? E o que dirá ainda esse historiador sobre a tentativa de Israel manter aberta a passagem fronteiriça para Gaza enquanto o Hamas dispara rockets – para que Manuel Loff, o cidadão, possa dizer que as passagens estão fechadas?
Manuel Loff, o cidadão, pode "deixar cair", num artigo com centenas de palavras, as palavras "mísseis" e "túneis" e também o número "2300", esperando que assim o leitor possa pensar que Israel subitamente teve vontade de atacar Gaza, mas o Manuel Loff historiador sabe muito bem que não há qualquer outro exemplo na História de um país que veja caírem 2300 mísseis na cabeça dos seus civis só nos últimos 17 dias e se deixe ficar sentado de braços cruzados, enquanto terroristas surgem de centenas de túneis escavados por debaixo do seu território para matar crianças.
Manuel Loff, o cidadão, não tem de se deixar confundir com os factos, mas Manuel Loff, o historiador, devia.
Conselheiro político da Embaixada de Israel

2 comentários:

  1. Eu conheci um Loff ... não sei se da família. Era um biltre ... um biltre que fazia barbaridades durante o PREC (era eu criança): um rapazola brutal, néscio e sem princípios. Nunca mais o vi: dizem-me que não evoluiu nada. É uma demência ... a esquerda.

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    1. Eu também era criança durante o PREC. Vi e sofri uma amostra do pior que a esquerda é capaz. Hoje, muitos valentes revolucionários dessa época, vivem em casarões que confiscaram aos ricos, "pá". Fizeram barbaridades e ficaram impunes. É o cerne da ideologia esquerdista: a inveja. Este Loff, por dever de consciência, já me forcei a ler algumas das desonestidades que ele bolsa. Repugna-me.

      J.J.

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