domingo, 3 de agosto de 2014

O bárbaro e o civilizado

Na semana passada, no sul de Jerusalém, um bárbaro terrorista "palestiniano" que conduzia um carro cheio de explosivos, que iriam ser usados para aniquilar a vida de centenas de inocentes, tentou passar por um controlo israelita. Um civilizado polícia israelita, não temendo perder a sua vida para evitar que tais inocentes viessem a perder a sua, tudo fez para gorar esse intento. As imagens desse confronto entre o mal e o bem estão agora disponíveis neste breve vídeo:
Quem ia a conduzir este veículo transformado em arma maciça certamente cresceu como estão a crescer as crianças "palestinianas" que, como mostra esta vídeo de uma televisão do Hamas, estão a ser ensinadas e manipuladas a louvarem os bombistas suicidas:
Se este é o apreço pela vida humana que os "palestinianos" nutrem, não é de espantar que se tenha descoberto que diversos túneis do terror do Hamas estavam a ser construídos para atacarem directamente jardins-infantis em Israel para, depois, causarem milhares de outras vítimas. Repito: jardins-infantis. Eis a dimensão da barbaridade "palestiniana" de cunho hamasiana. Justamente a que está demonstrada neste outro vídeo de membros do Hamas que, tendo estudado pelo manual do terrorismo  hamasiano descoberto pelo IDF em gaza,  estão a torturar um civil que tais bárbaros "palestinianos" estimavam, sem qualquer evidência nem processo judicial, ter colaborado com Israel:
É contra isto que Israel luta; é contra esta barbaridade intolerável que fere a própria noção de humanidade. Esta barbárie que, na sua ingenuidade estupidificante, alguns rostos famosos espanhóis estão a apoiar sem saberem que isso apenas é abrir a porta ao Al-Andaluz tal como é pretendido por este porta-voz "palestiniano":
Israel está apenas na linha da frente entre a barbárie e a civilização. Mas esta linha já está no meio da Europa e, em breve, estará  bem definida em Portugal. Eis a razão pela qual apenas posso dizer

2 comentários:

  1. É esse o problema, o confronto entre civilizações, que já chegou à Europa e que poucos ocidentais perceberam. Não bastava já a invasão em massa de muçulmanos que este continente está a sofrer, temos os colaboracionistas que auxiliam activamente estes invasores, nomeadamente nos media. São os mesmos que há trinta anos atrás gritavam "Antes vermelho que morto" e se tivessem tido oportunidade, teriam dado as boas vindas a uma invasão do Exército Vermelho. Neste momento Israel é a linha da frente do combate entre a civilização e a barbárie, mas em breve o combate será em qualquer rua perto das nossas casas. E não pensemos que isto só vai acontecer aos outros, basta ver o que aconteceu no fim do Ramadão em que o Martim Moniz foi ocupado por uma multidão de fiéis muçulmanos...
    F.G.

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  2. https://tv.yahoo.com/news/jon-voight-cruz-bardem-israel-oblivious-damage-caused-174728957.html

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